Matérias e notas em que França é ator central.
O candidato presidencial francês Jean-Luc Mélenchon afirmou em comício nos arredores de Paris que não se pode considerar uma paz com concessões territoriais na Ucrânia sem perguntar às populações afetadas de que lado da fronteira querem ficar, ao apresentar as posições de política externa do La France Insoumise. Mélenchon, que segundo as pesquisas pode chegar ao segundo turno da eleição presidencial do ano que vem, também prometeu ação direta em apoio aos palestinos se for eleito, dizendo que se oporá ao genocídio em Gaza e à anexação da Cisjordânia.
Promotores franceses abriram investigação sobre ameaças de bomba falsas contra dezenas de voos comerciais na Europa na última semana, incluindo a hipótese de envolvimento de potências estrangeiras. Segundo o gabinete do procurador de Paris, a investigação busca “os autores dos e-mails que disseminaram esta informação falsa” e “determinar eventuais vínculos que eles possam ter com potências estrangeiras”.
Parte das mensagens chegou assinada por “combatentes do Male State”, nome que coincide com o de um grupo misógino radical na Rússia; a AFP não confirmou vínculo entre o grupo e as mensagens. Nenhum explosivo foi encontrado nos incidentes até agora, e os responsáveis não foram identificados.
Na sexta-feira, voos de e para Lisboa, Roma, Praga e Sofia foram alvo das ameaças, e três aviões foram escoltados por caças húngaros, segundo as autoridades. Não há vínculo estabelecido entre as ameaças contra as companhias aéreas e as enviadas a veículos de imprensa, mas o governo irlandês afirmou que estas são “provavelmente” parte de uma campanha coordenada de perturbação.
Segundo a contagem definitiva do Ministério do Interior, 146 mil pessoas manifestaram na França neste sábado, 46 mil delas em Paris, na mobilização “pela juventude e contra a carestia”. A intersindical da juventude reivindicou 250 mil manifestantes no país e 75 mil na capital. A mobilização recuou frente a quinta-feira, quando as autoridades contaram 575 mil manifestantes e os sindicatos, 1,6 milhão.
Na place de la Nation, um grupo de cerca de 200 “indivíduos violentos” atacou as forças de ordem durante a interpelação de um homem que havia incendiado uma lixeira, segundo a Prefeitura de Polícia; na sequência, outros dois contêineres foram incendiados no boulevard Voltaire. Em Lyon, cerca de 3 mil manifestantes circularam em grupos dispersos, houve 13 interpelações e a situação “voltou à calma”, segundo a prefeitura.
Milhares de pessoas protestaram em toda a França neste sábado, no quarto fim de semana consecutivo de manifestações contra o governo, e a polícia de Paris impediu uma concentração não autorizada perto do Palácio do Eliseu. O Ministério do Interior contou 7 mil manifestantes no início da tarde em todo o país, abaixo dos até 170 mil esperados pelas autoridades e do mesmo horário da semana anterior. Cerca de 100 pessoas que chegaram foram cercadas pela polícia, e o coordenador do movimento Benjamin Ball e sua porta-voz, Azelma Sigaux, foram detidos. Em Lyon, a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar centenas de pessoas que bloqueavam uma via em concentração não autorizada. Entidades estudantis e de professores convocaram nova greve para terça-feira, pedindo mais gastos em educação.
O programa de Jean-Luc Mélenchon para a eleição presidencial francesa de 2027, batizado “L'Avenir en commun” e apresentado neste sábado, promete restabelecer a aposentadoria aos 60 anos para quem contribuiu por 40 anos, segundo a França Insubmissa (LFI).
O texto propõe elevar o salário mínimo líquido mensal de cerca de 1.480 euros para 1.700 euros, abolir o imposto fixo sobre rendimentos de capital, aumentar a tributação das famílias mais ricas e tabelar os preços de alimentos essenciais. Na energia, prevê o abandono gradual da nuclear, com o cancelamento do programa de reatores EPR2 e a não extensão da vida útil das usinas além de 60 anos.
Na política externa, o programa reitera a crítica à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e defende a saída gradual da França da aliança, começando pelo comando militar integrado. Pesquisas recentes mostram Mélenchon chegando ao segundo turno em abril contra Marine Le Pen, mas indicam que ele perderia na votação final.
Sindicatos e grupos estudantis franceses convocaram um novo dia de protestos, enquanto o movimento dos coletes amarelos planeja uma concentração separada no centro de Paris apesar da proibição das autoridades. As manifestações vêm depois de semanas de agitação liderada por jovens e greves nacionais que levaram centenas de milhares de trabalhadores às ruas contra o custo de vida.
O banco francês Crédit Mutuel Arkéa foi alvo de um ataque cibernético na quarta-feira no qual hackers converteram mais de € 100 milhões em criptomoeda, com transferências para outras contas que não tocaram em fundos de clientes. Daniel Baal, presidente da Confederação Nacional do Crédit Mutuel, disse à France 5 que o banco já recuperou parte do dinheiro, sem detalhar quanto. O valor exato desviado é estimado em € 118 milhões, segundo o jornal Le Télégramme. Ataques cibernéticos atingiram supermercados de ao menos nove países europeus nesta semana, e a União Europeia alertou para uma tentativa deliberada de desorganizar o abastecimento alimentar.
Sindicatos e grupos estudantis convocaram para este sábado uma marcha autorizada no centro de Paris contra o alto custo de vida, enquanto o movimento dos Coletes Amarelos marcou um protesto separado na Place de la Concorde, onde manifestações estão proibidas. O ministro do Interior, Laurent Nunez, disse que 70 mil policiais e agentes de segurança serão mobilizados em todo o país. Um integrante do comitê de coordenação dos Coletes Amarelos, Benjamin Ball, convocou “desobediência em massa” para o ato proibido. O Ministério do Interior afirmou que os protestos de quinta-feira “correram de modo geral bem”, apesar de 642 prisões. A dívida pública francesa está em cerca de 120% do PIB, contra aproximadamente 65% na Alemanha, e o prêmio de risco da França sobre os títulos alemães está no maior nível desde a crise financeira: o país paga quase 1,6 ponto percentual a mais de juros que a Alemanha nos papéis de dez anos. A França deve pagar mais de €79 bilhões de juros sobre a dívida pública em 2026, cifra projetada acima de €91 bilhões em 2027 e entre €125 bilhões e €132 bilhões em 2030. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu deve receber sindicatos e entidades patronais na segunda-feira para tratar de salários e poder de compra.
O ministro do Interior da França, Laurent Nunez, disse que 70 mil policiais e agentes de segurança serão mobilizados em todo o país, enquanto sindicatos e grupos estudantis convocaram uma marcha autorizada no centro de Paris. Os Coletes Amarelos recusaram aderir e mantêm um ato separado na Place de la Concorde, apesar da proibição das autoridades; Benjamin Ball, integrante do comitê de coordenação do movimento, afirmou: “Estamos convocando desobediência em massa”. Na quinta-feira, o ministério do Interior contabilizou 575 mil manifestantes no país, enquanto a central sindical CGT, uma das organizadoras, estimou 1,6 milhão de participantes. Os protestos ocorrem a menos de seis meses da eleição presidencial que substituirá Emmanuel Macron, e a extrema direita lidera as pesquisas.
O Ministério das Relações Exteriores da Turquia afirmou na sexta-feira, 6, que um navio de bandeira francesa pretendia fazer pesquisa científica marinha e lançar cabos dentro da plataforma continental turca no Mediterrâneo Oriental sem autorização de Ancara – segundo o ministério, os avisos de navegação emitidos pela Grécia e pela administração cipriota grega para a operação foram cancelados pela Turquia, que diz que os limites externos da plataforma foram notificados à Organização das Nações Unidas (ONU) em 18 de março de 2020 e que o consentimento exigido pelo direito do mar não foi concluído para o trecho dentro dessa área; a TRT World noticiou que Ancara afirma que o navio planeja pesquisa não autorizada na região.
Cerca de 575 mil pessoas participaram nesta quinta-feira dos protestos em toda a França, segundo estimativa do governo, o maior dia de manifestações desde o início da onda de protestos que começou em setembro, em coincidência com uma greve nacional, em texto da CNN republicado pela KWWL. O movimento começou com estudantes que pediam melhores condições nas escolas e se ampliou para sindicatos e coletes amarelos. Cerca de 13% do funcionalismo escolar entrou em greve e um em cada três estabelecimentos de ensino superior teve as atividades interrompidas, também segundo o governo. Os sindicatos estimaram números bem maiores que os do governo.
O Health-ISAC, grupo de compartilhamento de informações do setor de saúde, emitiu um alerta depois que relatos sobre um suposto ataque ao Estabelecimento Francês do Sangue (EFS) começaram a circular na imprensa francesa. Segundo os relatos reunidos no boletim, o alvo foi a Coolworld, contratada de manutenção do EFS, na noite de 1º para 2 de novembro, numa tentativa de aquecer freezers que guardam amostras de sangue de doadores.
O pico de temperatura foi detectado a tempo e a equipe interveio antes que os produtos fossem comprometidos, ainda segundo os relatos. O próprio Health-ISAC registrou que nenhum site oficial de governo havia publicado comunicado que comprovasse o ataque até a emissão do alerta.
O Estabelecimento Francês do Sangue foi vítima de um ciberataque nesta semana, que deu acesso aos sistemas de controle das instalações e permitiu alterar a temperatura das câmaras de armazenamento; em todos os casos os alarmes dispararam. O Centro Nacional de Sangue da Itália pediu que as unidades transfusionais do país elevem o nível de vigilância depois dos ataques na França.
Berlim chegou a um acordo de princípio com a família coproprietária da KNDS para comprar os 50% que ela detém no grupo de armamento terrestre franco-alemão, e o Estado alemão passa a dividir o capital com o Estado francês, que já é dono da metade. O preço não foi divulgado, mas será calculado sobre o valor do patrimônio líquido da KNDS nas condições atuais de mercado, segundo documento do Ministério das Finanças alemão enviado à comissão de Orçamento do Bundestag e citado pela Reuters, em texto republicado pelo Zonebourse. Berlim pretende ter peso igual ao da França nas decisões-chave e evitar ser posta em minoria. Até 7,2 bilhões de euros estavam previstos no acordo anunciado em junho para uma participação de 40%, o que indica que a Alemanha pagará menos pelos 50%.
Advogados de ao menos 18 pessoas feridas em protestos na França nas últimas semanas anunciaram nesta sexta-feira que vão processar o ministro do Interior por suposta brutalidade policial. A queixa será apresentada ao Tribunal de Justiça da República (CJR) contra Laurent Nuñez pelas ordens de uso de armas que os advogados classificam como mutilantes.
Cerca de 10 dos clientes dos advogados autorizaram a assinatura da queixa coletiva. Lançadores de bolas de explosão ou granadas policiais feriram gravemente ao menos 20 pessoas, incluindo muitos adolescentes, em protestos desde meados de setembro, segundo contagem da Agence France-Presse (AFP). Até 30 de outubro, a polícia havia aberto 105 investigações internas sobre alegações de brutalidade policial, sendo 52 ligadas ao movimento estudantil.
A dívida pública da França está em torno de 120% do PIB, contra cerca de 65% da Alemanha, e o prêmio de risco em relação aos títulos alemães está no maior nível desde a crise financeira: a França paga quase 1,6 ponto percentual a mais de juros nos papéis de 10 anos.
O governo planeja € 4 bilhões em empréstimos a juros baixos para reformar escolas até 2030 e mais € 1 bilhão para universidades até 2029.
Os protestos que começaram na França contra a deterioração das escolas, a falta de professores e a pressão sobre o sistema educacional se espalharam para Bélgica, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal, ampliando-se para um descontentamento com o custo de vida, a moradia inacessível e os serviços públicos. Muitas marchas foram pacíficas, mas algumas terminaram em violência, com confrontos, saques e destruição, e a resposta das autoridades está sob escrutínio por uso excessivo da força e prisões em massa. A inflação na União Europeia (UE) e na zona do euro atingiu 3,8% em setembro, ante 2,1% em 2024, e a dívida pública francesa deve chegar a 120% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027.
O Ministério do Interior da França contabilizou 575 mil manifestantes em 193 marchas nesta sexta-feira, incluindo 55 mil em Paris, enquanto a Confederação Geral do Trabalho (CGT) reivindicou 1,6 milhão de participantes.
A jornada nacional por salários e poder de compra incluiu estudantes do ensino médio e superior, o movimento dos Coletes Amarelos e agricultores.
O Ministério do Interior contou cerca de 600 mil manifestantes nas mobilizações de quinta-feira, enquanto a Confederação Geral do Trabalho (CGT) falou em 1,6 milhão, e mais de 400 pessoas foram presas no dia de greve geral, que teve confrontos entre manifestantes e polícia.
Segundo a Xinhua, em texto republicado pela China Daily, 270 mil manifestantes foram registrados em 180 protestos fora de Paris, segundo a BFM TV citando fontes próximas ao ministro do Interior, com a Torre Eiffel fechada para visitantes e 15,81% dos professores em greve, segundo o Ministério da Educação. Centenas de milhares de manifestantes eram esperados nas cidades francesas, com greve de servidores públicos na quinta-feira, em novo teste para o presidente Emmanuel Macron após a agitação anterior.
600 mil pessoas protestaram nesta quinta-feira na França contra o custo de vida e por serviços públicos, número que subiu de 270 mil ao longo da tarde até 600 mil à noite, segundo o ministro do Interior, Laurent Nunez. O ato foi convocado por cinco centrais sindicais dos setores público e privado, que pedem aumento do salário mínimo e melhores condições de ensino, e o Ministério da Educação informou que pouco mais de 15% dos professores aderiram à greve.
O Crédit Mutuel Arkéa confirmou na quarta-feira (4) ter sido alvo de um ataque cibernético que permitiu a realização de operações fraudulentas, e o Ministério Público de Paris abriu inquérito em 4 de novembro após uma queixa do banco.
Segundo o banco, os invasores entraram por meio da plataforma de um prestador externo de serviços e iniciaram transferências fraudulentas da própria conta da instituição para outras instituições financeiras. O grupo afirmou que as contas dos clientes não foram acessadas, e que a poupança e os depósitos dos correntistas estão a salvo.
O inquérito está a cargo da unidade francesa especializada em cibercrime, a OFAC, e apura a suspeita de atuação de um grupo criminoso organizado. A Arkéa descartou que a subsidiária online Fortuneo tenha servido de porta de entrada e disse que parte do dinheiro já foi bloqueado.
O jornal Le Télégramme e o portal CoinDesk noticiaram que até 118 milhões de euros podem ter sido desviados.
O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, disse em audiência na Assembleia Nacional em 2 de novembro que há “discussões técnicas” com as autoridades talibãs para deportar afegãos em situação irregular. Nuñez afirmou que parte desses afegãos pode representar ameaça à ordem pública e que é prioridade conseguir devolvê-los.
Segundo uma fonte diplomática francesa, os talibãs obtiveram em contrapartida o acordo de princípio de Paris para instalar no consulado afegão na capital um “grupo de trabalho” com membros nomeados por eles próprios.
O Ministério das Relações Exteriores francês afirmou que o diálogo “não questiona a posição da França sobre o Afeganistão”. Paris não mantém relações diplomáticas oficiais com os talibãs desde o retorno deles ao poder, e apenas a Rússia reconheceu o regime até agora.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, disse nesta quinta-feira que transmitiu ao presidente francês, Emmanuel Macron, em telefonema de cerca de 30 minutos, a “forte preocupação” do Japão com o plano da União Europeia (UE) de excluir veículos elétricos japoneses do tratamento preferencial. França e Alemanha concordaram em 16 de outubro com a proposta de excluir os elétricos japoneses, e Takaichi já havia tratado do assunto com o chanceler alemão, Friedrich Merz, em 28 de outubro. Segundo a TV Asahi, o Japão também teme efeitos sobre a indústria do aço no âmbito do projeto europeu de aceleração industrial.
Cinco centrais sindicais francesas uniram setores público e privado nesta quinta-feira numa jornada nacional de greves e protestos, com demandas por salários maiores para combater o custo de vida e por serviços públicos protegidos, segundo a BBC. As autoridades esperam entre 500 mil e 700 mil manifestantes nas marchas, dezenas de milhares deles só em Paris, num dia que um líder sindical descreveu como “um grande dia de convergência”.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse que 70 mil policiais e gendarmes estão sendo mobilizados e prometeu “resposta extremamente firme” a eventuais surtos de violência. Os sindicatos pedem aumento do salário mínimo, hoje em €12,31 por hora. Trabalhadores foram chamados a parar refinarias, e a França deve importar mais eletricidade do que produz nesta quinta por causa de paralisações em usinas nucleares. O governo liberou 10 milhões de barris de diesel das reservas estratégicas para baixar o preço do combustível, e a marcha de Paris deve seguir outro trajeto central, da Place de la République à Place de la Nation. O movimento começou em setembro com estudantes do ensino médio que reclamavam de condições e recursos ruins na educação e se estendeu ao movimento dos coletes amarelos e a trabalhadores.
Diversos voos comerciais fizeram pousos não programados ou sob alerta máximo na Áustria, França, Itália, Bélgica, Chéquia e Bulgária nesta quinta-feira, segundo autoridades desses países. Um voo da Finnair de Helsinque a Roma pousou com escolta militar, um avião da Jettime chegou a Viena e um voo da Wizz Air de Milão a Varsóvia fez pouso não programado em Viena. A Bulgária registrou três pousos de emergência, e três voos da Ryanair para Sófia, vindos de Copenhague, Madri e Londres Stansted, pousaram sob alerta máximo. A polícia tcheca afirmou avaliar as ameaças como de baixa relevância, mas ativou todas as medidas de segurança necessárias. As ameaças da terça-feira eram trotes, e até a publicação não havia sinal de material perigoso nos alertas de quinta-feira.
O Estabelecimento Francês do Sangue (EFS) informou que limiares de temperatura e degelo foram elevados a níveis extremamente altos em três de seus centros de armazenamento de plasma na segunda-feira, atingidos por meio de um fornecedor de equipamentos de refrigeração. A agência afirmou que nenhum produto sanguíneo foi perdido e que os sistemas de monitoramento e alarme detectaram as anomalias rapidamente, permitindo que a equipe agisse para que nenhum produto ou amostra fosse comprometido.
Geladeiras e freezers de supermercados em sete países europeus apresentaram falhas, com termostatos elevados remotamente em alguns casos até 50 °C, e a União Europeia condenou o que chamou de tentativa deliberada de desorganizar a cadeia alimentar e abalar a confiança dos consumidores nela.
Segundo a Euronews, o ataque atingiu cerca de cem supermercados na Suécia, Bélgica, Luxemburgo, Estônia e Irlanda e ao menos quatro lojas Coop na Itália, três em Catânia e uma em Palermo.
Em texto reproduzido pelo iSec News, a AFP apurou que as transações fraudulentas no Crédit Mutuel Arkéa foram estimadas em cerca de €100 milhões, valor não confirmado pelo banco, e que o Ministério Público de Paris abriu investigação sobre o caso.
O jornal Le Télégramme noticiou o desvio de €118 milhões, e o banco disse ao Le Parisien que parte dos fundos foi congelada e que o valor ainda estava sendo avaliado.
Um Airbus A320 que fazia o voo da Aer Lingus entre Dublin e Roma foi desviado nesta quinta-feira para a base aérea de Évreux, no departamento de Eure, após um alerta de bomba. O gabinete do primeiro-ministro francês informou que a situação é acompanhada em tempo real, conforme os procedimentos previstos.
O Crédit Mutuel Arkéa confirmou um ataque “sofisticado” em que os invasores passaram pela plataforma de um prestador de serviços para obter acesso direto ao grupo bancário, sem falha humana, e afirmou que as contas de clientes não foram acessadas. O banco recusou-se a confirmar o valor estimado da perda, mas disse poder “validar a ordem de magnitude” – e declarou que o ataque está “sob controle”, sem consequência financeira para os clientes.
Sindicatos convocaram greves e manifestações em toda a França nesta quinta-feira pedindo apoio às famílias afetadas pela alta do custo de vida, com cerca de 70 mil policiais mobilizados e expectativa de 500 mil a 700 mil manifestantes fora de Paris. Trabalhadores de hospitais, controladores de tráfego aéreo, correios, professores e ferroviários devem aderir, com perturbações nas linhas regionais da operadora ferroviária SNCF (Société Nationale des Chemins de fer Français) e nos portos.
Várias unidades regionais do Estabelecimento Francês do Sangue (EFS) foram afetadas em 2 de novembro por um incidente cibernético que atingiu sistemas de monitoramento e controle de câmaras frias, segundo o Ministério da Saúde da França. A situação está sob controle e a segurança dos estoques de sangue foi preservada graças aos sistemas de monitoramento e alarme – não houve impacto sanitário nem perda de hemoderivados, disse o EFS, e coleta e entregas a hospitais seguem normais. Hackers acessaram unidades de controle de refrigeradores com amostras de sangue e as programaram para elevar a temperatura a 110°C, segundo a imprensa local. O incidente seguiu ataques que forçaram lojas de oito países europeus a descartar grandes quantidades de alimentos depois que hackers adulteraram seus refrigeradores na segunda-feira.
Líderes da extrema direita europeia começaram a se distanciar de Donald Trump depois da vitória democrata nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, mas em geral evitaram criticar diretamente o presidente, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Al-Monitor. O líder do Reagrupamento Nacional francês, Jordan Bardella, disse que o segundo mandato de Trump foi menos isolacionista que o primeiro, de 2017 a 2021, e que “a intervenção americana em relação ao Irã carrega consequências muito pesadas” para as economias do mundo, sem mencionar Trump como responsável pela decisão. O líder do Vox espanhol, Santiago Abascal, fez pouco esforço para moderar seu afastamento de Trump e disse a jornalistas que está “na Espanha e não em Michigan”, e que “importa muito pouco” o que acontece em outros lugares. O líder do partido britânico Restore Britain, Rupert Lowe, atribuiu a derrota republicana à decisão de atacar o Irã, que chamou de “erro catastrófico”, e escreveu em sua publicação no X: “O que esta guerra alcançou? Absolutamente nada que valha a pena.” Lowe não incluiu no texto o nome do presidente que iniciou a guerra.
O chanceler francês, Jean-Noël Barrot, classificou o resultado como “muito boa notícia para a democracia americana”, dizendo que é mais uma prova de que, em uma democracia, o povo escreve a própria história. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse que os eleitores rejeitaram ódio, sexismo, negacionismo climático e privilégios de elite, e que a onda de extrema direita “não está mais crescendo: está se desfazendo”. O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, afirmou que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) “precisa se tornar mais europeia para poder continuar transatlântica”, e que a Alemanha assume mais responsabilidade e mais encargos na aliança. O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, disse que o mundo tem agora a oportunidade de se unir em torno do custo de vida e manifestou esperança de reabertura do Estreito de Ormuz. A chanceler austríaca, Beate Meinl-Reisinger, afirmou que a segurança e a prosperidade austríacas e europeias não podem depender de como votam pessoas no Kansas ou em Iowa.
Um incidente de cibersegurança alterou os parâmetros de funcionamento de câmaras frias em instalações de supervisão e comando de três unidades regionais do Estabelecimento Francês do Sangue (EFS), na segunda-feira. Segundo o Le Canard Enchaîné, as câmaras que guardam amostras de doadores a -30 °C foram programadas para 110 °C. A EFS afirmou que nenhum impacto sanitário foi identificado e que não há perda de produtos sanguíneos a declarar. A Coolworld, empresa de refrigeração que atende a EFS, disse que apenas um número limitado de unidades foi afetado, por um software de monitoramento remoto que dependia de um componente de terceiro. O caso veio pouco depois de uma onda de ataques presumidos a refrigeradores e congeladores de supermercados de uma dúzia de países europeus, entre eles a França; até agora não se sabe se há vínculo entre os episódios.
Autoridades francesas informaram que um ciberataque a vários bancos de sangue tentou elevar a temperatura a níveis extremos e foi contido antes de causar danos a produtos ou amostras. O Estabelecimento Francês do Sangue (EFS) afirmou que “limites de temperatura e de degelo foram elevados a níveis extremos” na segunda-feira em três de seus locais de armazenamento de plasma, e que não houve consequências sanitárias nem perda de hemoderivados. O ataque atingiu um fornecedor de equipamentos de refrigeração de três unidades do EFS. A agência nacional de cibersegurança da França e o Ministério da Saúde investigam o caso. O episódio ocorre após supermercados de vários países europeus relatarem que suas geladeiras e freezers esquentaram depois de serem tomados remotamente, com toneladas de alimentos perdidas e prejuízo total de milhões de dólares.
O banco francês Crédit Mutuel Arkéa, sediado na Bretanha, confirmou ter sofrido um ciberataque detectado por seus serviços. A direção disse ter tomado “a decisão de suspender temporariamente algumas transações a fim de proteger as operações e prevenir qualquer novo movimento fraudulento”. O jornal Le Télégramme aponta o desaparecimento de 133 milhões de dólares (118 milhões de euros), valor que o banco não confirma, e o Le Monde noticiou o ataque com perdas estimadas em 118 milhões de euros.
13 pessoas e três empresas respondem no tribunal correcional de Paris por cumplicidade em fraude fiscal e lavagem de dinheiro em organização criminosa, por terem permitido que mais de uma centena de contribuintes franceses ricos escapassem de ao menos €54 milhões em impostos entre 2007 e 2018. Outros procedimentos sobre o esquema estão em curso na Bélgica e na Suíça.
O jornal L’Humanité aponta €200 milhões que os acusados teriam feito desaparecer do radar do fisco, por meio de empresas offshore e contas bancárias em vários países.
A França abriu uma investigação judicial a partir de uma denúncia por crimes de guerra contra um ataque israelense a um prédio residencial no Líbano, segundo a advogada da parte, Clemence Bectarte, em relato à AFP. O artista franco-libanês Ali Cherri, cujos pais morreram no ataque a Beirute em 2024, apresentou a denúncia como parte civil neste ano com a Federação Internacional de Direitos Humanos. A unidade de crimes contra a humanidade do Tribunal de Paris nomeou dois juízes de instrução para o caso, decisão que a advogada classificou como “uma primeira vez”.
O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, confirmou na Assembleia Nacional que o país mantém discussões técnicas com as autoridades talibãs para reconduzir afegãos em situação irregular. Nuñez citou a Alemanha como precedente e afirmou que parte desses afegãos pode representar ameaça à ordem pública, sendo prioridade poder reconduzi-los. A deputada ecologista Léa Balage acusou o governo de iniciar uma normalização das relações diplomáticas com um regime que comete crime contra a humanidade e pratica apartheid de gênero. A França não mantém relações diplomáticas com os talibãs desde o retorno do grupo ao poder em agosto de 2021, e uma fonte diplomática afirmou que as conversas não questionam essa posição.
A ADNOC Gas vai fornecer até 1,6 milhão de toneladas de gás natural liquefeito (GNL) à TotalEnergies em cinco anos, segundo acordo anunciado nesta terça-feira pela unidade de gás da estatal de Abu Dhabi e pela petroleira francesa. As primeiras entregas de GNL começam ainda neste ano, segundo a TotalEnergies. O OilPrice registra que os fluxos de GNL pelo Estreito de Ormuz estão severamente restringidos há oito meses e que os Emirados Árabes Unidos seguem confiantes na alta da demanda global no longo prazo. O projeto Ruwais LNG, em desenvolvimento em Abu Dhabi, terá capacidade de 9,6 milhões de toneladas por ano, em grande parte já comprometida com compradores da Ásia e da Europa em contratos de longo prazo.
A Justiça francesa abriu uma investigação judicial sobre uma denúncia de crimes de guerra relativa a um ataque israelense a um prédio residencial no Líbano, segundo uma advogada ouvida pela AFP nesta terça-feira. A unidade de crimes contra a humanidade do Tribunal Judicial de Paris nomeou dois juízes de instrução para o caso, movimento que a advogada classificou como uma primeira vez. A denúncia, vista pela AFP, trata do bombardeio de 26 de novembro de 2024 que matou sete civis, entre eles os pais de Cherri, de 87 e 77 anos, em um edifício de 12 andares no centro de Beirute; três andares foram destruídos.
Quase 3 mil militares de 12 países europeus participam neste mês na Polônia do exercício Koalicja, de 9 a 22 de novembro de 2026, segundo a BBC, um ensaio liderado por Reino Unido e França sobre como deslocar, proteger e suprir uma força multinacional na Ucrânia em caso de acordo de paz.
A chamada Coalizão dos Dispostos faz em 9 de novembro de 2026 seu primeiro exercício militar de grande escala na Polônia, em Nowa Deba, no sudeste do país, com cerca de 2.800 soldados de 10 países na região de fronteira com a Ucrânia. O exercício Koalicja vai até 22 de novembro. França e Reino Unido são os principais contribuintes, ao lado de Estônia, Lituânia, Alemanha, Países Baixos, Espanha, Suécia e Bélgica. A aliança, liderada por França e Reino Unido, reúne 36 países e não inclui os Estados Unidos.
Estudantes do ensino médio da França retomaram os bloqueios de escolas nesta segunda-feira, e o país se prepara para novos protestos. O presidente Emmanuel Macron pediu o retorno às aulas depois que o governo anunciou novas medidas para a crise educacional, que os grupos estudantis consideraram insuficientes. O dirigente de um sindicato estudantil havia dito no domingo que os bloqueios recomeçariam na segunda-feira.
Estudantes franceses bloquearam alguns colégios nesta segunda-feira, 2 de novembro, na volta das férias de outono, decididos a reanimar o movimento de protesto apesar das concessões do governo durante o recesso. A adesão aos bloqueios é incerta, e os colegiais prometem “manter a pressão”.
Cinco britânicos detidos na França sob suspeita de assediar migrantes foram multados, expulsos e proibidos de entrar na região por seis meses no domingo, 2 de novembro, segundo as autoridades francesas. Um grupo de ajuda os havia acusado de violência contra migrantes sem documentos, mas as investigações não encontraram provas de crimes violentos, disse a promotora Charlotte Huet em comunicado no domingo.
Promotores franceses abriram investigação por tentativa de homicídio depois que coquetéis molotov foram lançados contra forças de segurança durante os protestos de sábado em Paris, segundo a Al Jazeera. O Ministério Público afirmou que “artefatos explosivos foram lançados contra cerca de 15 gendarmes e policiais”, referindo-se aos policiais militares que integram as forças armadas francesas, e disse que nenhum suspeito havia sido preso até o momento. A gendarmaria informou que 13 integrantes da unidade do oficial atingido ficaram feridos, e o Ministério do Interior contabilizou mais de 770 presos na França.
Cinco britânicos detidos na quinta-feira em Dunquerque sob suspeita de violências contra migrantes receberam interdição de comparecer no Norte e em Pas-de-Calais por seis meses por porte de armas, noticiou o Le Monde.
Eles circulavam pelo litoral num minibus que apelidaram de “the battle bus” e transmitiam ao vivo numa rede social imagens de intimidação contra migrantes, segundo o jornal.
O Ministério do Interior da França contabilizou 779 detenções no sábado, “sem incidente maior na segunda parte da noite”, segundo a RFI. O dirigente do grupo estudantil “Lyceens!”, Pierre Sourzat, disse que alguns liceus serão bloqueados a partir de segunda-feira, 2 de novembro de 2026, quando os estudantes voltam de duas semanas de férias, segundo o The Hindu. A campanha de bloqueios será retomada na segunda-feira, disse ele, para quem as propostas do governo não foram longe o suficiente.
Centenas de milhares de manifestantes, em sua maioria jovens, voltaram às ruas em toda a França no sábado, no terceiro fim de semana seguido de atos sobre custo de vida e educação, segundo a Associated Press (AP). O governo francês estimou 320 mil manifestantes no país no sábado, menos do que nos protestos anteriores, e cerca de 70 mil policiais e gendarmes foram mobilizados, com as marchas em Paris desviadas para a periferia da capital.
Manifestantes saquearam várias lojas em Frankfurt na noite de sábado e confrontos ocorreram na cidade e em outras cidades alemãs depois de protestos de massa majoritariamente pacíficos contra o custo de vida. A polícia de Frankfurt afirmou que janelas de várias lojas foram quebradas e que coquetéis molotov foram lançados contra equipes de emergência, e houve episódios de violência em Berlim, Colônia e Hamburgo, com uso de canhão de água. Os atos, organizados pelo grupo Gen Z regelt, ocorreram em 34 cidades, incluindo Berlim, Frankfurt e Munique, contra o serviço militar obrigatório e por mais investimentos em educação, em meio ao custo de vida. Autoridades de Frankfurt, Munique e Berlim contabilizaram até 18 mil manifestantes, cerca da metade da estimativa dos organizadores. Na França, mais de 320 mil pessoas foram às ruas no sábado e 565 foram presas em todo o país, e um policial foi atingido por um coquetel molotov em Paris.
Mais de 560 pessoas foram presas em toda a França até a noite deste sábado, segundo as autoridades francesas citadas pela Associated Press (AP), em um terceiro fim de semana consecutivo de manifestações por custo de vida e educação. Na Alemanha, desordeiros quebraram vitrines de lojas no centro de Frankfurt e furtaram armas de uma loja de armas, que a polícia recuperou depois, segundo o Korea Herald.
O governo francês estimou em 320 mil o número de manifestantes neste sábado em todo o país, com cerca de 70 mil em Paris, no terceiro fim de semana seguido de protestos contra o custo de vida e a desigualdade, segundo a AFP. A estimativa ficou abaixo da de protestos anteriores, segundo a AP. Mais de 500 pessoas foram presas e a polícia usou canhão de água e gás lacrimogêneo para dispersar desordeiros à margem dos atos, segundo a AFP.
O Ministério do Interior da França estimou em cerca de 320 mil o número de manifestantes nos protestos deste sábado no país, enquanto os sindicatos estudantis contaram quase meio milhão, segundo a France 24.
A França se prepara para o terceiro fim de semana de protestos, com 70 mil policiais mobilizados para tentar evitar a repetição dos distúrbios e saques que varreram o país nas últimas semanas, e, na Alemanha, protestos estão marcados em mais de 30 cidades neste sábado, segundo o Guardian.
O governo da França vai mobilizar cerca de 70 mil policiais em Paris e em outras cidades antes de uma nova rodada de protestos nacionais neste sábado, com o ministro do Interior, Laurent Nuñez, alertando para um risco muito alto de perturbação da ordem pública, informou a France 24. Segundo o Le Monde, Nuñez disse que as manifestações serão permitidas, mas não nos centros das cidades, onde há risco de perturbação da ordem pública.
Lojas e outros estabelecimentos em Paris e em outras cidades tamparam as vitrines nesta sexta-feira, quando a França se preparava para o terceiro fim de semana seguido de protestos, que coincidem com as celebrações de Halloween, segundo o Le Monde.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse na quinta-feira que as manifestações seriam permitidas, mas não nos centros das cidades, onde há risco de desordem pública.
A França impôs novas restrições a empresas israelenses de defesa antes da feira naval Euronaval, marcada para abrir perto de Paris na terça-feira, 3 de novembro, em continuidade à política francesa dos últimos dois anos – em outubro de 2024 as empresas israelenses foram inicialmente vetadas na Euronaval, decisão depois revertida por um tribunal comercial de Paris, segundo apuração do Defense & Tech citada pelo Jerusalem Post. Na mostra da próxima semana, as empresas israelenses só poderão exibir sistemas de defesa aérea e interceptação de mísseis, com representantes oficiais israelenses vetados, segundo o Ynet.
A falha na rede da Orange, maior operadora de telecomunicações da França, começou às 11h37 de segunda-feira e durou até as 20h30, com interrupções de até nove horas para alguns clientes, disse o presidente-executivo da Orange França, Jérôme Hénique, ao Le Figaro, segundo o South China Morning Post (SCMP); o núcleo do apagão foi um bug de software no código da Nokia, novo para a Orange e “extremamente complicado de achar”.
A saída antecipada de Christine Lagarde da presidência do Banco Central Europeu (BCE) dá aos atuais líderes da União Europeia (UE) tempo para escolher o sucessor bem antes de uma eleição presidencial francesa em que as pesquisas apontam a candidata de extrema-direita Marine Le Pen como favorita, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Euronext. Os ex-presidentes dos bancos centrais da Holanda e da Espanha, Klaas Knot e Pablo Hernández de Cos, são vistos como favoritos para substituí-la, segundo a Reuters. O BCE informou na quinta-feira que Lagarde renunciará em 7 de fevereiro, nove meses antes do fim do mandato de oito anos, segundo a AP.
O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, alertou para um risco muito alto de desordem pública e anunciou a mobilização de cerca de 70 mil policiais para uma nova onda de protestos neste fim de semana, segundo o Le Monde. As manifestações serão permitidas, mas não nos centros das cidades onde há risco de desordem, com promessa de resposta extremamente firme, ainda segundo o Le Monde.
A Promotoria Antiterrorismo da França confirmou nesta quinta-feira que Kevin T., de 39 anos, foi formalmente indiciado por homicídio e tentativa de homicídio em conexão com uma empreitada terrorista, depois de admitir que mirava pessoas que pareciam muçulmanas, africanas ou norte-africanas, segundo a Al Jazeera. Na sexta-feira passada, ele atirou de dentro do carro contra pessoas nas cidades de Trappes e La Verrière, a oeste de Paris, matando uma e ferindo outras sete, entre elas uma criança; a maioria das vítimas tinha origem estrangeira.
A TotalEnergies registrou lucro líquido ajustado de 9,1 bilhões de dólares no terceiro trimestre, o dobro do resultado de um ano antes, com margens de refino historicamente altas e o conflito no Oriente Médio elevando os preços do gás natural liquefeito e os resultados de refino, segundo o OilPrice.
Peritos da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram que o uso excessivo da força, a violência e as prisões em massa não são resposta apropriada a um movimento de protesto social em um Estado de direito, referindo-se a marchas em todo o país na França. Os peritos condenaram a repressão policial, advertindo que ela dissuade manifestantes de exercer seus direitos.
Um tribunal iraquiano condenou nesta terça-feira seis franceses à prisão perpétua e um sétimo a 15 anos de prisão por pertencerem ao grupo Estado Islâmico (EI), segundo uma testemunha da Reuters dentro da sala de audiência, informou a France 24. Os homens estavam entre 47 suspeitos franceses de integrar o EI transferidos de instalações de detenção no nordeste da Síria para o Iraque no ano passado, em um acordo mais amplo de transferência coordenado pelas forças dos Estados Unidos e pelas autoridades iraquianas.
O presidente da França, Emmanuel Macron, prometeu nesta segunda-feira que o governo anunciará um pacote de medidas em resposta a semanas de protestos de rua sobre um conjunto amplo de reivindicações, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Quews News. O ministro do Interior, Laurent Nunez, disse antes que novos distúrbios são esperados em 31 de outubro, e o Ministério do Interior mobilizou 70 mil policiais para as manifestações de sábado, convocadas por sindicatos contra o alto custo de vida e os serviços públicos.
Marine Le Pen, candidata da extrema-direita para suceder Emmanuel Macron, abriu neste domingo a campanha presidencial prometendo “restaurar o Estado de direito” se eleita no ano que vem, segundo a AFP. Em comício em Orléans diante de milhares de apoiadores, ela pediu um “renascimento da França” e voltou a prometer restaurar o “Estado de direito” após outro fim de semana de protestos pelo país, segundo a Euronews.
A França articula com aliados um plano de dissuasão avançada com criação de novas infraestruturas, comunicações, alerta precoce, partilha de inteligência e desdobramentos de Rafale com capacidade nuclear, ao qual Reino Unido, Alemanha, Polônia, Holanda, Bélgica, Finlândia, Noruega, Suécia e Dinamarca aderiram em graus variados desde março, segundo o Jerusalem Post.
A candidata da extrema direita à sucessão do presidente Emmanuel Macron, Marine Le Pen, prometeu neste domingo, em seu primeiro discurso de campanha, “restaurar o Estado de direito” se for eleita no ano que vem, segundo o Le Monde.
Tempestades atingiram o norte da Europa neste domingo e cortaram a energia de mais de 150 mil casas, forçaram o cancelamento de centenas de voos e silenciaram redes de telefonia, segundo a AFP. Autoridades dos países disseram que mais de 82 mil casas no Reino Unido, quase 60 mil na França e pelo menos 10 mil na Alemanha tiveram o fornecimento cortado pela passagem das tempestades Boelo e Austen em menos de 24 horas uma da outra. O aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, cancelou dezenas de voos no domingo; a AFP contou cerca de 90 voos cancelados no site do aeroporto, com destino principalmente a cidades europeias como Paris, Roma e Dublin.
O Ministério do Interior da França informou neste domingo que a polícia prendeu 1.314 pessoas nos protestos do fim de semana e que 53 agentes ficaram feridos em confrontos. Ainda segundo o ministério, a polícia respondeu a 75 incêndios durante os protestos de sábado e 24 lojas foram saqueadas.
No fim do sábado, o ministro do Interior, Laurent Nuñez, falou em dois feridos graves entre manifestantes, um em Toulouse e um em Clermont-Ferrand.
Centenas de milhares de pessoas marcharam por toda a França no sábado contra o aumento do custo de vida e a falta de recursos do governo para serviços essenciais como as escolas.
Quase 1.000 pessoas foram presas em meio a novos confrontos durante os protestos nacionais contra o aumento do custo de vida e os preços dos combustíveis, noticiou o The Hindu.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, disse que França, Alemanha e Reino Unido, o E3, e os chanceleres do Oriente Médio devem examinar as causas-raiz do conflito militar na região, segundo o Middle East Eye. Ele condenou o que chamou de duplo padrão do E3 diante da inação face à agressão militar dos EUA e de Israel contra o Irã, do apoio integral a Israel e da abordagem destrutiva à questão nuclear iraniana.
Quase 1.000 pessoas foram presas na França neste sábado, ao final de mais um dia de protestos que levou centenas de milhares às ruas e terminou com confrontos, segundo a BBC. O Ministério do Interior estimou 410 mil manifestantes no país, enquanto os sindicatos falaram em cerca de 800 mil. Depois de manifestações em geral pacíficas, a polícia usou gás lacrimogêneo e canhão de água em várias cidades, incluindo Paris, e barricadas foram incendiadas em Marselha.
O Ministério do Interior da França estimou em 410 mil o número de manifestantes em todo o país neste sábado, sendo 110 mil em Paris, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pela PBS NewsHour. A procuradoria de Paris informou 64 detidos ligados ao ato de sábado na capital e 40 colocados sob custódia policial, entre eles seis menores. No fim da marcha, perto do Porte de Vincennes, alguns manifestantes atiraram projéteis enquanto a polícia disparava salvas de gás lacrimogêneo e usava canhões de água para dispersar as pessoas. As autoridades haviam confinado a marcha da capital à borda sudeste da cidade, mantendo os manifestantes longe dos bairros centrais.
O Museu do Louvre, o Museu d’Orsay, o Museu Picasso e o Grand Palais, que abriga uma grande exposição de obras de Paul Cézanne, fecharam as portas neste sábado, num novo dia de protestos na França. Em Orléans, milhares de pessoas gritaram palavras de ordem antifascistas ao marchar contra Marine Le Pen e contra Emmanuel Macron.
A França vai mobilizar mais de 70 mil policiais e gendarmes na nova rodada de protestos contra a deterioração das condições escolares e o aumento do custo de vida, segundo a Al Jazeera. O ministro do Interior, Laurent Nunez, disse que a polícia prendeu 135 pessoas e apreendeu diversas armas durante o desdobramento para as manifestações nacionais, segundo a DW.
O presidente Emmanuel Macron condenou o que chamou de “ataque terrorista racista” depois que um atirador abriu fogo de dentro de um carro a oeste de Paris na sexta-feira, matando uma pessoa, ferindo uma menina de 12 anos e outras quatro.
Em Lyon, a polícia disparou gás lacrimogêneo para dispersar cerca de 150 manifestantes que bloquearam brevemente uma via perto do centro, onde os atos haviam sido proibidos, segundo a TRT World. Em Paris, veículos blindados foram posicionados perto do Palácio do Eliseu, onde o perímetro de segurança foi ampliado além do tamanho habitual, segundo a TASS. Em Orléans, milhares de pessoas marcharam contra Le Pen e contra Macron gritando palavras de ordem antifascistas.
O Louvre, o Museu d’Orsay, o Museu Picasso e o Grand Palais estão fechados neste sábado, em Paris, por causa dos protestos previstos, segundo o France 24. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse que até 70 mil agentes serão mobilizados em todo o país, com helicópteros, veículos blindados e canhões de água.
O governo francês mobilizou 70 mil policiais e agentes especiais para as manifestações previstas para este sábado (24) em várias cidades do país, segundo o G1. Os atos ocorrem uma semana depois de protestos contra o alto custo de vida que reuniram mais de 500 mil pessoas, segundo estimativas da imprensa do país. Em Orléans, o município recebe no sábado e no domingo (25) um congresso do Reagrupamento Nacional (RN), partido de extrema direita da candidata à presidência Marine Le Pen.
A França e os Emirados Árabes Unidos retomaram os planos de desenvolver juntos uma versão modernizada do caça Rafale, depois que as conversas ficaram travadas no início do ano, disseram autoridades, segundo o Hindustan Times. O projeto, para o qual o projeto de orçamento francês para 2027 reserva 3 bilhões de euros (US$ 3,36 bilhões), voltou ao topo da agenda após o colapso do projeto conjunto de França e Alemanha para um caça de nova geração, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Euronext. Os Emirados são o maior cliente estrangeiro do Rafale, fabricado pela Dassault Aviation.
O presidente da França, Emmanuel Macron, condenou como “ataque terrorista racista” o tiroteio que matou uma pessoa e feriu cinco nos arredores de Paris, entre elas uma menina de 12 anos baleada oito vezes, segundo o SCMP. O atirador disparava de dentro do carro nesta sexta-feira. Macron visitou Trappes, cidade operária a sudoeste de Paris onde o ataque ocorreu e que se suspeita ter mirado pessoas de origem estrangeira. Em meio aos protestos no país, o presidente recebeu representantes de sindicatos estudantis, noticiou a France 24.
A França e o Reino Unido realizaram a primeira simulação conjunta de ataque aéreo nuclear, com caças Rafale franceses numa missão simulada chamada “Rummy”, escoltados por Typhoon da Real Força Aérea britânica, segundo o Times of Israel. O exercício ocorre enquanto Paris e Londres aprofundam a coordenação nuclear em meio à crescente tensão com a Rússia.
As autoridades francesas anunciaram a primeira infecção humana já registrada pelo vírus Shamonda (SHAV, na sigla em inglês), uma doença que até agora só atingia animais, segundo comunicado do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC).
O caso envolveu “um paciente em tratamento de uma doença grave que o tornava mais suscetível a infecção e complicações do que a população em geral”, segundo o ECDC. O homem morreu no início de outubro, e a França investiga “se o vírus causou ou contribuiu para a morte do paciente e como a infecção foi adquirida”.
O SHAV foi detectado na Europa pela primeira vez no verão passado, na França, e desde então foi identificado em fazendas da Alemanha, da Áustria, da Bélgica, da Espanha, da França, da Irlanda, da Itália, de Liechtenstein, de Luxemburgo, dos Países Baixos, de Portugal e da Suíça.
A França vai mobilizar cerca de 70 mil policiais em todo o país para os protestos deste fim de semana, disse o governo nesta sexta-feira, depois de alguns dos piores episódios de violência urbana dos últimos anos terem irrompido à margem de manifestações uma semana atrás.
Em comunicado à agência Associated Press (AP), o Ministério da Cultura disse que o Louvre, os museus Orsay e Picasso e o Grand Palais ficariam fechados.
O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, disse que os tribunais já enviaram 217 pessoas à prisão pelos episódios de sábado, metade delas rés primárias.
O presidente Emmanuel Macron, segundo assessores, está adiando uma visita prevista para este mês à Nigéria e ao Senegal em meio à crise. Ele reuniu o conselho de defesa, com seus principais ministros e autoridades, e receberia as forças de segurança.
Um tiroteio deixou uma pessoa morta e quatro feridas nesta sexta-feira em Trappes e na vizinha La Verrière, a oeste de Paris, segundo a TRT World. A Promotoria Nacional Antiterrorista da França informou que investiga o caso como “homicídio em conexão com empreendimento terrorista”, conforme o mesmo veículo.
O indivíduo foi preso e colocado sob custódia policial, e todas as forças de segurança foram mobilizadas, ainda segundo a TRT World. A BBC registrou ao menos um morto e quatro feridos no subúrbio parisiense.
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que manifestações “ilegítimas” serão proibidas nos próximos dias, enquanto o país tenta conter a agitação civil. A polícia de Paris proibiu um protesto estudantil marcado para quinta-feira, e as autoridades de Lyon vetaram “todos os protestos” de sábado, segundo o Le Monde. Os estudantes haviam feito quatro semanas de protestos antes dos atos de 17 de outubro. Atos previstos para quinta-feira em Paris, Lyon, Lille e Grenoble também foram proibidos, informou a DW.
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que só protestos sindicais autorizados poderão ocorrer em cidades francesas no sábado, depois que manifestações em todo o país ficaram violentas no fim de semana passado.
A prefeitura do Rhône decidiu proibir por decreto qualquer manifestação na cidade de Lyon neste sábado, “diante dos eventos de 17 de outubro”. Pelo menos 2.500 pessoas foram presas na França desde o início da desordem, e Macron se reuniu nesta quinta-feira com os serviços de inteligência e ministros para preparar o próximo dia nacional de protestos, segundo a BBC.
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta quinta-feira que protestos considerados “ilegítimos” serão proibidos nos próximos dias e que convocará na sexta-feira um conselho de defesa sob sua presidência, enquanto manifestações de grupos organizados, como sindicatos, terão percursos alternativos para proteger os negócios, segundo a France 24. Só protestos organizados por sindicatos serão autorizados nos atos nacionais de sábado, disse ele. Em Lyon, o prefeito do Ródano decidiu proibir por decreto todas as manifestações na cidade neste sábado, 24 de outubro, segundo o The Hindu.
As autoridades francesas confirmaram que um paciente que morreu em um hospital de Lyon no início de outubro estava infectado pelo vírus Shamonda, o primeiro registro do vírus em um ser humano, segundo a Al Jazeera. O Ministério da Agricultura da França afirmou na quinta-feira que não há riscos sanitários identificáveis para a população em geral neste momento. Segundo o Ministério da Saúde francês, o paciente tinha “imunodeficiência grave” e fazia tratamento de uma doença séria nos Hospices Civils de Lyon, informou a TRT World.
O presidente da França, Emmanuel Macron, começou na segunda-feira, 19 de outubro, um giro pelo Golfo destinado a garantir suprimentos de petróleo e diesel e a tentar baixar os preços, depois de um fim de semana de protestos violentos provocados pela alta do custo de vida, segundo o Le Monde.
Macron reconheceu falhas de segurança e de inteligência, mas recusou o pedido de demissão do ministro do Interior, depois de mais de 2.500 pessoas terem sido presas em uma das piores ondas de violência dos últimos anos na França, com prefeituras e lojas saqueadas e incendiadas, segundo a RFI.
O Catar e a França pediram a retirada completa de Israel de Gaza sob os arranjos acordados de cessar-fogo e o fim da expansão de assentamentos na Cisjordânia ocupada, segundo o TRT World. Os dois países reafirmaram a necessidade de restaurar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz sem restrições nem taxas, segundo nota conjunta do Palácio do Eliseu. Macron e o emir Tamim bin Hamad Al Thani defenderam a aplicação integral do cessar-fogo em Gaza e uma saída diplomática para as tensões com o Irã, segundo a Al Jazeera.
O presidente da França, Emmanuel Macron, fez uma visita surpresa a Riad, apresentada como de “solidariedade”, e se tornou o primeiro líder ocidental a desembarcar na Arábia Saudita desde que os houthis intensificaram os ataques neste mês, segundo a Al Jazeera. A viagem ocorre enquanto a Arábia Saudita concordou em fornecer diesel extra à França “por quantos meses forem necessários”, disse o Palácio do Eliseu à agência France-Presse (AFP) na quarta-feira.
O rendimento do título francês de 10 anos superou 5% nesta quarta-feira, o maior nível desde 2002, com investidores exigindo retorno maior para deter a dívida do país em meio a um impasse orçamentário e protestos violentos nas ruas, segundo o Le Monde. Segundo o jornal, o prêmio em relação ao título alemão de 10 anos, referência de crédito na zona do euro, disparou para cerca de 160 pontos-base.
O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou nesta quarta-feira os líderes estrangeiros que fizeram comentários estúpidos sobre os tumultos à margem dos protestos no país e disse que circularam imagens geradas por inteligência artificial mostrando cenas que nunca ocorreram na França, junto com alegações de que o país teria sido invadido por hordas de migrantes e islamistas. Segundo o Le Monde, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse na terça-feira que a França foi atingida por uma invasão do islã extremista, e o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, declarou que o que acontece na França tem a ver com imigração.
Um caça Mirage 2000D caiu no nordeste da França durante um voo de treino, matando ao menos um tripulante, e o porta-voz da Força Aérea disse que ao menos um tripulante aparentemente não conseguiu ejetar, com um jovem piloto em instrução e um oficial de armas muito experiente a bordo, segundo o Le Monde.
Novos toques de recolher foram impostos nos centros de Paris e Lyon na terça-feira após a primeira noite tranquila desde os piores distúrbios em anos, acrescentando proibições por tempo indeterminado à proibição de entrada e permanência já aplicada em Paris, segundo a NPR. A polícia de Paris disse que o toque em duas zonas – arredores da Praça da República e do centro comercial Les Halles – restaurou a paz pública e valerá pelo tempo necessário, e o primeiro-ministro Sébastien Lecornu disse que o emprego de forças para os protestos de sábado será maciço, com militares da operação Sentinelle na guarda de locais sensíveis.
As forças de segurança francesas prenderam nesta terça-feira um homem apontado como ligado a movimentos de ultraesquerda pelo incêndio da prefeitura histórica de Limoges, segundo o The Hindu. O homem, de 34 anos, conforme uma fonte a par do caso, foi detido por agentes da unidade RAID na cidade vizinha de Val d’Issoire, informou o Ministério Público de Limoges, e a Subdireção Antiterrorista (SDAT) foi acionada para investigar o suspeito de incêndio criminoso no prédio de 1883, cujo telhado e campanário desabaram. No Parlamento, os deputados fecharam acordo nesta terça-feira para criar uma comissão de inquérito sobre os atos de violência do fim de semana, segundo a Carta Capital.
O emir do Catar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, e o presidente da França, Emmanuel Macron, discutiram no Palácio de Lusail, em Doha, formas de reforçar a cooperação econômica, de investimento e de defesa, segundo a TRT World. A turnê francesa pelo Golfo, de 19 a 21 de outubro, tem como objetivo, segundo a presidência da França, consolidar parcerias estratégicas e econômicas com os países do Golfo e apoiar iniciativas multilaterais para restaurar a estabilidade regional e proteger a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que a França sofreu uma “invasão do islã extremista” depois que os protestos do fim de semana por condições econômicas viraram tumultos, segundo o Times of Israel. Em entrevista ao canal i24News, ele afirmou, conforme a tradução do intérprete, que os líderes franceses “não se prepararam a tempo” e “sucumbiram à invasão do islã extremista”. Netanyahu disse ainda que avisou o presidente francês, Emmanuel Macron, depois do ataque de 7 de outubro de 2023 que “se não os eliminarmos aqui, vocês os terão em Paris”, segundo o Hindustan Times.
A polícia de Paris proibiu a entrada e a permanência de pessoas nas áreas ao redor da Place de la République e no bairro de Les Halles, da noite de segunda-feira até as 6h de terça, segundo a agência dpa. O primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, disse que um dos objetivos do toque de recolher é proteger pessoas e também bens, em especial lojas.
O governo francês vai reforçar a polícia com tropas e montar uma grande operação de segurança para os protestos previstos para sábado, anunciou o governo nesta terça-feira, segundo o South China Morning Post (SCMP). O primeiro-ministro Sébastien Lecornu afirmou que “o dispositivo do próximo sábado será massivo” e que a prioridade imediata é restaurar a ordem depois dos saques e tumultos que atingiram Paris, Marselha, Lyon e outras cidades em 17 de outubro. Ele disse ainda que novos toques de recolher serão impostos onde for necessário, segundo a NHK World.
O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, disse no Parlamento que o dispositivo de segurança para o próximo sábado será maciço e reconheceu que a operação para os protestos do fim de semana passado foi estática demais e pouco móvel, segundo a France 24.
O spread entre os rendimentos dos títulos francês e alemão de dez anos é o maior desde o fechamento de janeiro de 2012, quando a zona do euro vivia uma crise de crédito que exigiu intervenções do Banco Central Europeu, segundo o Le Monde. O rendimento do título francês de dez anos (OAT) subiu a 4,94% nesta terça-feira, mais de 150 pontos-base acima do papel alemão equivalente, considerado referência europeia de solvência. O Guardian calcula o spread em 143,6 pontos-base, contra mais de 150 segundo o Le Monde, a caminho do maior fechamento desde o início de 2012, em meio à onda de protestos de rua na França.
O presidente da França, Emmanuel Macron, obteve o compromisso de mais 200 mil toneladas mensais de diesel dos Emirados Árabes Unidos e do Bahrein durante um giro pelo Golfo, segundo a France 24. Somadas as entregas da Arábia Saudita, a França tem 295 mil toneladas por mês comprometidas, pouco mais de 10% do seu consumo, acrescentou a presidência francesa.
A França teve uma noite calma após os primeiros toques de recolher e vai impor novos toques onde for preciso nesta terça-feira, segundo a Agence France-Presse (AFP), em texto republicado pela Rádio França Internacional (RFI) – o premiê Sébastien Lecornu disse que as medidas do dia anterior ajudaram a manter a noite calma e a polícia confirmou que a noite passou sem incidentes graves em todo o país, segundo a mesma agência.
O Ministério do Interior da França disse que mais de 2.300 pessoas foram presas e quase 1.000 policiais e gendarmes ficaram feridos nos protestos de sábado – quando o presidente Emmanuel Macron recusou a oferta de renúncia do ministro Laurent Nunez e Nunez admitiu perda de controle em grandes cidades após centenas de lojas saqueadas, segundo a Al Jazeera.
O protesto estudantil que abalou a França ao longo do fim de semana levou cerca de 500 mil pessoas às ruas, segundo o G1. Apenas no sábado, cerca de 2.400 pessoas foram presas e quase mil policiais ficaram feridos, segundo o Ministério do Interior.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, atribuiu os distúrbios na França à imigração e disse que Paris vai ser uma cidade muçulmana em breve: “O mundo inteiro estava chegando e, como você sabe, Paris vai ser uma cidade muçulmana muito em breve, e esse não era o acordo”, afirmou, completando: “Nós fechamos nossas fronteiras. Ele não.” O vice-presidente JD Vance, um dia antes, escreveu na rede X que “liberais ocidentais importaram o terceiro mundo para a França”. Os protestos de sábado, convocados por causa do aumento do preço dos combustíveis e pela queda do poder de compra, escalaram em várias cidades, com uma prefeitura histórica incendiada e 1.800 prisões, segundo o The Guardian.
Fotos geradas por inteligência artificial que falsamente alegavam mostrar um casal idoso “despido e assaltado” durante os distúrbios na França somaram milhões de visualizações, amplificadas por contas de extrema-direita que alimentaram alegações inflamatórias sobre muçulmanos, judeus e os tumultos. A promotoria de Paris, consultada pelo CheckNews do jornal Libération, disse que, até esta segunda-feira, cerca de 48 horas após o suposto incidente, não havia relatos nesse sentido.
A polícia de Paris decretou toque de recolher em áreas específicas da cidade, da noite desta segunda-feira até a manhã de terça, e proibiu protestos em certas regiões no período noturno, segundo o Le Monde. “Estou absolutamente determinado a restaurar a ordem pública”, disse o primeiro-ministro Sébastien Lecornu, que afirmou estar pronto para impor estado de emergência “se for preciso”. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, ofereceu a renúncia nesta segunda-feira, depois de mais de 2.500 pessoas presas e quase 1.000 integrantes das forças de segurança feridos. No sábado, cerca de meio milhão de pessoas saíram às ruas em toda a França contra a alta do custo de vida, auge de quatro semanas de protestos que começaram com estudantes secundaristas.
O presidente da França, Emmanuel Macron, chegou nesta segunda-feira ao Kuwait, onde foi recebido pelo emir Sheikh Mishal Al-Ahmad Al-Jaber Al-Sabah, segundo a TRT World. O giro de quatro países busca petróleo e diesel adicionais e deve passar pelos Emirados Árabes Unidos, pelo Bahrein e pelo Catar até quarta-feira; segundo a emissora, a viagem também pretende melhorar a segurança das rotas marítimas de energia, abaladas pela guerra entre Estados Unidos e Irã.
O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, disse nesta segunda-feira que não descarta decretar estado de emergência para restabelecer a ordem, após uma reunião de crise, segundo a France 24. Ele afirmou ter pedido às autoridades regionais que imponham toques de recolher “localizados” na noite desta segunda-feira, sobretudo para proteger empresas.
Estudantes bloquearam nesta segunda-feira o acesso ao Museu do Louvre, em Paris, em apoio aos protestos de estudantes do ensino médio em andamento e contra o que descrevem como repressão policial, segundo a TRT World. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu pediu às autoridades regionais que imponham toques de recolher em algumas cidades na noite desta segunda-feira. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse, segundo o Le Monde, que não dava para olhar os comerciantes nos olhos, depois de centenas de lojas saqueadas no sábado, e dizer que a polícia não havia perdido o controle.
O presidente da França, Emmanuel Macron, admitiu falhas no fim de semana de protestos violentos, após falhas de antecipação e inteligência que agravaram a crise e a admissão do ministro do Interior, Laurent Nuñez, em entrevista na segunda-feira, de que a polícia “perdeu o controle” em algumas cidades. No sábado, mais de meio milhão de manifestantes protestaram de forma majoritariamente pacífica contra o aumento do custo de vida e o acesso a serviços públicos antes da escalada.
O presidente da França, Emmanuel Macron, recusou a demissão do ministro do Interior, Laurent Nuñez, apesar de criticar “falhas” de segurança após os protestos do fim de semana, que terminaram com quase 2.400 presos e quase 1.000 policiais e gendarmes feridos, segundo o Ministério do Interior. Florian Philippot, líder do partido Patriotas Franceses e candidato à presidência, pediu a renúncia de Macron em meio aos protestos.
O presidente da França, Emmanuel Macron, atribuiu a “violência desenfreada” a “elementos insurrecionais de grupos de extrema esquerda radical, aos quais se juntaram numerosos criminosos”, segundo o The Hindu. Marine Le Pen, que lidera as pesquisas do primeiro turno para a eleição presidencial de 2027, descreveu Macron como um presidente “sem credibilidade nem autoridade”, que “perdeu todo o contato com a realidade”, segundo a RT, chamando o governo de “governo em fim de linha”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a França está em chamas e que a imigração despedaçou o país, pedindo o fechamento das fronteiras, segundo o The Hindu. O vice-presidente J. D. Vance escreveu que liberais ocidentais importaram o Terceiro Mundo em nome da diversidade, ignorando perguntas sobre assimilação e compatibilidade.
As detenções nos protestos de sábado na França subiram para 2.397, segundo o Ministério do Interior citado pela Agence France-Presse (AFP), e 997 policiais ficaram feridos, sete deles com gravidade. A British Broadcasting Corporation (BBC) relatou a prisão de cerca de 2.400 pessoas e cerca de 1.000 policiais feridos, sete deles gravemente. Em pronunciamento no domingo, o presidente Emmanuel Macron disse que “nada justifica” a violência “desenfreada” vista nos protestos contra o custo de vida em todo o país.
O governo francês entrou em reuniões de crise neste domingo, depois de um dos dias mais violentos de distúrbios em anos, que deixou prédios públicos incendiados e centenas de lojas destruídas e saqueadas, segundo o The Guardian.
Cerca de 1.500 lojas e varejistas foram danificados durante os protestos que varreram a França no fim de semana, muitos deles saqueados, segundo o dirigente da Federação de Comércio e Varejo, citado pela France 24.
O presidente da França, Emmanuel Macron, fará pronunciamento televisionado na noite deste domingo, às 21h no horário de Moscou (18h GMT), em conexão com os distúrbios de 17 de outubro, segundo o Palácio do Eliseu, em relato da TASS que cita o Le Monde. Os organizadores contam 800 mil participantes nos atos, e o Ministério do Interior contabiliza 550 mil, segundo a TASS.
A França contabilizou 1.800 detidos no balanço nacional dos protestos violentos, segundo a Agence France-Presse (AFP). Os manifestantes protestavam contra a alta dos combustíveis, o custo de vida e a deterioração de serviços públicos, incluindo escolas, segundo a BBC.
A polícia de Paris prendeu 855 pessoas nos protestos de sábado, número recorde para um único evento, segundo o The Guardian. O prefeito da cidade, Emmanuel Grégoire, disse que ruas inteiras da capital foram devastadas. Em Limoges, no centro da França, a prefeitura foi em grande parte perdida em um incêndio provocado por manifestantes mascarados, segundo o principal responsável regional, à AFP.
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, disse ao chanceler francês Jean-Noël Barrot que, caso se mostre impossível estender o mandato da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), o país acolhe qualquer arranjo que garanta uma presença internacional no sul, evite um vácuo e não coloque o exército libanês em contato direto com o exército israelense, segundo o Times of Israel. A visita de dois dias de Barrot a Beirute teve como tema mecanismos de presença internacional no sul, palco de repetidos conflitos entre Israel e o Hezbollah.
Mais de 1.200 pessoas foram presas na França no sábado depois que manifestantes que apoiam estudantes do ensino médio entraram em choque com a polícia, e algumas manifestações depois saíram de controle, com prédios incendiados e lojas saqueadas, segundo o The Guardian.
Colonos israelenses mascarados atacaram uma delegação de diplomatas europeus na Cisjordânia ocupada, agrediram um prefeito francês e danificaram carros, segundo a BBC. A delegação também incluía autoridades da Bélgica e da Polônia, segundo a Al Jazeera. O chanceler francês, Jean-Noël Barrot, exigiu que Israel reprima a violência criminosa depois que um prefeito francês foi espancado por colonos israelenses na Cisjordânia, e o principal diplomata dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que o país está muito perturbado com as imagens da agressão e pediu que as autoridades israelenses reprimam a violência em todo o território, segundo a TRT World.
A Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior central sindical da França, afirmou que mais de 500 mil pessoas entraram nos protestos nacionais deste sábado contra o custo de vida, segundo a France 24. Um manifestante teve a mão arrancada por uma granada de controle de multidão da polícia, segundo uma fonte policial citada pela Agence France-Presse (AFP), e manifestantes mascarados arrebentaram as portas de vidro da prefeitura de Lille ao forçar a entrada.
A Bélgica condenou neste sábado o ataque de colonos israelenses contra um comboio de diplomatas europeus na Cisjordânia ocupada, no qual um prefeito francês em visita foi espancado. Segundo as testemunhas citadas pelo Middle East Eye, diplomatas das missões francesa, belga e polonesa tinham ido a Taybeh, aldeia majoritariamente cristã na Cisjordânia ocupada, quando colonos chegaram para impedir palestinos de colher azeitonas. O chanceler israelense Gideon Saar também condenou o ataque, chamando-o de “violência de arruaceiros”.
Colonos israelenses atacaram uma delegação diplomática que incluía o cônsul francês na vila de Taybeh, na Cisjordânia ocupada, segundo o Middle East Eye. O prefeito da vila, Suleiman Khourieh, disse à Al Jazeera que os colonos lançaram o ataque na tarde de sábado, segundo o veículo.
Manifestantes protestaram contra o alto custo de vida em Paris, segundo foto da Agence France-Presse (AFP) com data de 17 de outubro. A polícia francesa disparou gás lacrimogêneo contra manifestantes em Paris que protestavam contra a alta dos preços e o que descrevem como erosão do modelo social do país, segundo o Times of India. Confrontos também foram registrados em Marselha, onde manifestantes lançaram projéteis contra a polícia, que respondeu com gás lacrimogêneo.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu aos líderes da União Europeia (UE) ao menos €70 bilhões a mais e disse que a guerra custará €155 bilhões no ano que vem, pedindo ao menos €70 bilhões “para a defesa, para as armas e para a nossa resiliência”. O presidente da França, Emmanuel Macron, temporiza depois do pedido de Kiev, segundo o Le Monde.
A França terá manifestações nacionais neste sábado, depois de semanas de protestos estudantis, informou a France 24. O movimento dos Coletes Amarelos, que há oito anos protestou nas ruas contra o presidente Emmanuel Macron, convocou professores, trabalhadores, aposentados, agricultores e estudantes para o ato.
A líder de extrema direita e candidata à presidência Marine Le Pen disse em Bruxelas que a França não pode mais financiar a Ucrânia, citando o déficit alto e o crescimento econômico fraco do país, segundo a France 24.
Mais de 160 mil colegiais, estudantes e sindicalistas foram às ruas em cidades de toda a França conforme os protestos sobre o ensino médio chegavam à terceira semana, segundo o The Guardian. O Ministério do Interior francês contou 161.500 manifestantes nesta terça-feira, depois de mais de 260 mil na terça-feira anterior e 75 mil na quinta-feira. A ativista sueca Greta Thunberg participou de um protesto no início do dia em frente ao Lycée Paul Éluard, em Saint-Denis, subúrbio de Paris, e disse: “Os jovens não estão sendo incluídos na conversa.” A polícia de choque disparou gás lacrimogêneo no fim das marchas em Nantes e perto da região de Montparnasse, em Paris, e cerca de 90% das universidades francesas tiveram as atividades interrompidas, segundo o jornal.
Um ciberataque atingiu um sistema dinamarquês de software usado em ao menos 380 supermercados na França, forçando algumas lojas a descartar produtos congelados, segundo o The New York Times.
A Marinha francesa abordou o petroleiro DF Peak, suspeito de ajudar a Rússia a burlar sanções ocidentais, ao sul do território francês da Reunião, no oceano Índico, segundo a RFI. O presidente da França, Emmanuel Macron, confirmou que a abordagem ocorreu em 12 de outubro, a mais de 450 milhas náuticas ao sul da Reunião. O DF Peak, antes chamado Kaliningrad, navegava sob bandeira do Benim e é sancionado pelos Estados Unidos (EUA), pela União Europeia (UE), pela Suíça, pelo Canadá e pelo Japão, segundo o Kyiv Independent.
O porta-voz militar houthi Yahya Sarie declarou que instalações da Aramco são alvos legítimos e pediu que funcionários e civis deixem os locais, segundo o The Jerusalem Post. A embaixada da França em Riad orientou cidadãos franceses a evitar os aeroportos de Riad, Jidá e Damã e a não transitar por essas cidades salvo necessidade, segundo a France 24. A coalizão liderada pela Arábia Saudita pediu que civis evacuassem a estação central Sabah da Yemen Oil Company, em Sanaã, antes de uma operação militar planejada, segundo a France 24.
Um ciberataque elevou a temperatura de refrigeradores e freezers de centenas de supermercados na França a até 50°C, provocando incêndios e estragando alimentos, segundo o The Hindu. A procuradoria de Paris disse na segunda-feira (12 de outubro de 2026) que um ataque “em larga escala” atingia refrigeradores conectados de várias grandes redes de varejo de alimentos em todo o país, com perda de comida e incêndios. Segundo a Al Jazeera, as prateleiras ficaram vazias na França, com hackers elevando as temperaturas remotamente e forçando centenas de lojas a descartar alimentos.
A França se preparava nesta terça-feira (13 de outubro de 2026) para novas manifestações nacionais em apoio a estudantes que protestam há semanas contra condições precárias nas salas de aula, com autoridades e participantes receosos de mais violência, segundo o The Hindu. As manifestações de quinta-feira (8 de outubro de 2026) levaram mais de 70 mil pessoas às ruas em todo o país, com cerca de 500 presos. Na segunda-feira (12 de outubro de 2026), apenas 130 dos 3.700 liceus franceses estavam fechados, segundo o Ministério da Educação, que afirmou que “o número de fechamentos de escolas está caindo... a violência está se intensificando”.
Pesquisa Toluna Harris Interactive para as emissoras francesas M6 e RTL, citada pela RT, projeta vitória de Marine Le Pen no segundo turno da corrida presidencial de 2027, com 67% contra Jean-Luc Mélenchon e 56% contra o ex-primeiro-ministro Édouard Philippe, e liderança em todos os cinco cenários de primeiro turno testados, com 35% a 37%.
A Marinha francesa abordou na segunda-feira o petroleiro DF Peak ao sul da Reunião, por suspeita de navegar sob pavilhão falso e de envolvimento em tráfico de transporte de combustíveis, anunciou Emmanuel Macron. Segundo o Le Monde, o DF Peak, de pavilhão beninense, figura na lista de sanções da União Europeia (UE) e é suspeito de pertencer à frota fantasma russa desde 25 de junho de 2024, quando se chamava Kaliningrad. A interceptação ocorreu na manhã de 12 de outubro, a mais de 450 milhas náuticas ao sul da Reunião, e o navio está sob sanções dos Estados Unidos (EUA), do Canadá, da União Europeia, da Ucrânia, da Suíça, do Japão e do Reino Unido, segundo a United24 Media.
Redes de supermercados francesas, entre elas o Intermarché e a Coopérative U, foram atingidas nesta segunda-feira (12) por um ciberataque contra os sistemas de regulação frigorífica do fabricante dinamarquês Danfoss. Segundo a BFMTV, os invasores teriam desviado essa função durante a noite, impondo um degelo forçado e contínuo, com a temperatura fixada em 50 graus.
A Agence France-Presse (AFP) noticiou que redes de supermercados francesas afirmam que o ciberataque forçou o desligamento de refrigeradores.
Raphaël Glucksmann venceu a primária da centro-esquerda francesa com 66,13% dos votos e será o candidato da centro-esquerda para a eleição presidencial de 2027. Glucksmann, de 46 anos, que lidera o movimento Place Publique, venceu no primeiro turno com maioria absoluta. Mais de 120 mil pessoas votaram, bem menos que os 2,8 milhões que participaram da primária socialista de 2011.
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, adiou no sábado as eleições legislativas previstas para o mês seguinte para 11 de setembro de 2027 e convocou a eleição presidencial para a mesma data, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Jerusalem Post. A França pediu que as autoridades palestinas revertam a decisão e organizem eleições legislativas e presidenciais por toda a Palestina o quanto antes, segundo a mesma reportagem. O Hamas endossou a decisão de Abbas de adiar as eleições do Conselho Legislativo, originalmente marcadas para 28 de novembro, para 11 de setembro de 2027, segundo o The Jerusalem Post.
A Air France concordou em aplicar uma ordem israelense que impede pilotos e comissários de bordo de certas nacionalidades em voos para Israel, incluindo profissionais de países de maioria muçulmana, segundo investigação do Mediapart noticiada pelo Middle East Eye. As restrições cobrem 31 nacionalidades, incluindo argelinos, tunisianos, iranianos e paquistaneses, e afetam também franceses com dupla nacionalidade. O Ministério dos Transportes de Israel emitiu a diretiva em 1º de outubro, exigindo que tripulantes em espaço aéreo israelense não tenham nacionalidade de país sem relações diplomáticas com Israel, segundo a emissora israelense N12.
O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, prometeu uma resposta abrangente do governo no fim de outubro e rejeitou acusações de repressão policial, enquanto os estudantes pressionam por mais recursos, reparos nos prédios e mais professores.
Mais de seis mil pessoas foram levadas à custódia policial nas últimas semanas e centenas de escolas fecharam; a maioria dos detidos são menores sem antecedentes criminais. O Ministério da Educação Nacional informou que 224 escolas estavam totalmente fechadas e 151 reabriam parcialmente, com base em números projetados.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, acusou o presidente francês, Emmanuel Macron, de duplo padrão sobre dissuasão nuclear, segundo a Mehr News. Em publicação no X, Baghaei citou uma fala de Macron durante um teste de míssil balístico capaz de levar ogiva nuclear, de que, para ser livre, é preciso ser temido, e, para ser temido, é preciso ser poderoso.
Segundo Baghaei, Macron afirma sobre o Irã, que nunca buscou adquirir armas nucleares, que o país “jamais deve possuir armas nucleares. Nem hoje, nem em cinco anos, nem em dez anos. Nunca”.
Funcionários de uma empresa francesa de carga recusaram carregar uma remessa de segurança da Elbit Systems em um avião da El Al com partida de Paris para Israel no sábado à noite, segundo a N12 News. Autoridades de segurança israelenses intervieram para tentar resolver o impasse, de acordo com a N12.
A União Europeia (UE) vai apoiar 46 novos projetos estratégicos para acelerar o fornecimento de matérias-primas críticas até 2030, incluindo lítio, gálio e terras raras para as indústrias de automóveis, defesa e energia renovável, com custo de financiamento de 21 bilhões de euros, segundo o The Guardian. O objetivo declarado é reduzir a dependência da China, que controla grande parte dessas matérias-primas essenciais, e seis dos novos projetos ficam na França, em 16 países, com oito projetos de mineração, 11 de refino e 19 de reciclagem, conforme o Le Monde.
O governo da França prometeu 3 mil professores substitutos nos próximos dias para as escolas com maior necessidade, primeiro sinal de concessão aos estudantes adolescentes que protestam, segundo a BBC. O ministro da Educação, Édouard Geffray, prometeu mobilizar os 3 mil substitutos para responder à crise nos liceus, noticiou a France 24. O governo diz que 6.877 pessoas foram presas desde o início dos protestos, 86% delas menores de 18 anos.
Na França, 141 colégios seguem fechados na sexta-feira, no quinto dia de protestos estudantis, com o ministro Édouard Geffray prometendo 3.000 professores substitutos adicionais, enquanto as autoridades contam 71.500 manifestantes na quinta-feira, 24.500 em Paris, com 504 presos e 48 policiais feridos, segundo a France 24.
A polícia francesa fez mais de 6.600 prisões desde o fim de setembro, quando estudantes, a maioria menores de 18 anos, começaram a protestar por mais verbas para a educação, segundo o Ministério do Interior. Nesta quinta-feira, alunos barricaram com lixeiras o liceu Hélène Boucher, no nordeste de Paris, antes de a polícia avançar com gás lacrimogêneo, segundo a Associated Press. O Ministério da Educação disse que 375 escolas estavam total ou parcialmente fechadas na quinta-feira. A Al Jazeera registrou o uso de gás lacrimogêneo e canhões de água contra estudantes em Paris.
A bomba caseira deixada diante da filial do Bank of America em Paris, no 8º arrondissement, na noite de 27 de março, foi uma operação orquestrada por grupos pró-Irã, concluiu o Federal Bureau of Investigation (FBI) em carta rogatória de 29 de julho enviada à Justiça francesa, segundo o Le Monde. Segundo as investigações do FBI, um iraquiano identificado como Mohammad A.-S., preso na Turquia, é suspeito de ter orquestrado 18 ataques ou planos de ataque na Europa entre março e maio contra interesses estadunidenses ou alvos ligados à comunidade judaica, em resposta à ofensiva militar que os Estados Unidos (EUA) e Israel lançaram contra o Irã em fevereiro.
França e Arábia Saudita estudam opções envolvendo meios militares franceses para proteger o terminal de petróleo de Yanbu, disse o chefe do Estado-Maior francês, general Fabien Mandon, em audiência parlamentar, segundo o Middle East Eye. A França já deslocou cerca de 2 mil militares à região para proteger aliados do Golfo, incluindo Catar e Kuwait, acrescentou Mandon.
Estudantes do ensino médio na França se preparavam para um novo dia de protestos nesta quinta-feira, com bloqueios em centenas de escolas desde o fim de setembro, segundo a AFP, em texto publicado pela Pakistan TV. Os protestos, no segundo dia de mobilização massiva na semana, denunciam falta de professores, grades horárias sobrecarregadas e salas deterioradas. Mais de 6.500 pessoas, na maioria menores, foram presas desde o início da mobilização, segundo a AFP, em texto republicado pelo The Standard.
O ministro do Interior da França suspendeu nesta quarta-feira o uso de granadas de atordoamento pela polícia em manifestações lideradas por estudantes, num momento em que aumentavam as denúncias de brutalidade policial após dias de manifestações por vezes violentas no país.
O Ministério das Relações Exteriores da França convocou nesta quarta-feira o embaixador do Irã por uma campanha de desinformação dirigida ao movimento estudantil francês, segundo o France24. O porta-voz da pasta, Pascal Confavreux, disse que o conteúdo enganoso divulgado por contas oficiais do ministério iraniano é absolutamente inaceitável e que as provocações devem cessar. Na terça-feira, Teerã havia convocado o embaixador francês em Teerã sob a acusação de tratamento violento dos manifestantes, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Jerusalem Post.
Cerca de 250 mil manifestantes foram às ruas em toda a França na terça-feira, com sindicatos e professores aderindo aos estudantes do ensino médio que pedem melhores condições de aprendizagem, segundo a France 24. Protestos com saídas coletivas de salas de aula se espalharam pelo país e fecharam escolas, em meio ao descontentamento público, segundo o The Washington Post.
Um policial francês foi indiciado por violência depois de disparar uma granada de gás lacrimogêneo à queima-roupa contra um estudante de 14 anos durante os protestos da semana passada, segundo a France 24.
A França testou na terça-feira pela primeira vez o novo míssil balístico M51.3 com capacidade nuclear, variante do M51, lançado do submarino nuclear Le Vigilant na costa da Bretanha, segundo o Ministério da Defesa francês. O míssil não levava ogiva e caiu no Atlântico Norte, a centenas de quilômetros de qualquer costa.
O presidente Emmanuel Macron fez uma aparição inesperada no lançamento, segundo o Le Monde.
A polícia disparou gás lacrimogêneo contra manifestantes que bloqueavam escolas secundárias na França em 6 de outubro, segundo a Al Jazeera. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu disse que não pode haver tolerância à violência nos protestos estudantis, informou o G1 Mundo. Segundo o gabinete de Lecornu, pelo menos 715 policiais e 215 adolescentes ficaram feridos nos confrontos. O Ministério do Interior prendeu 6.100 pessoas desde o início dos protestos, a maioria menor de idade, segundo a Al Jazeera.
A França se prepara para greves nacionais enquanto protestos estudantis escalam, segundo o The New York Times. Entre 400 e 500 escolas secundárias francesas tiveram aulas suspensas em 5 de outubro, após quase três semanas de bloqueios estudantis, segundo o Brussels Signal.
Um estudante de 15 anos teve a mão arrancada durante um protesto em Lens, no norte da França, ao apanhar uma granada de efeito moral disparada pela polícia de choque, segundo as autoridades. Uma fonte de sindicato policial disse que ele parecia ter apanhado uma granada sting-ball para devolvê-la quando o artefato explodiu em sua mão. No final da manhã de segunda-feira, 413 escolas estavam sob ações ou distúrbios, segundo o Ministério da Educação.
O ministro da Educação da França, Edouard Geffray, disse que as condições de segurança não estão cumpridas em entre cerca de 400 e 500 escolas, que ficarão total ou parcialmente fechadas na segunda-feira, enquanto os organizadores convocaram novos protestos em larga escala para terça-feira, por falta de “medidas concretas” do governo. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirma que 1.747 pessoas foram presas na sexta-feira e 24 escolas foram queimadas ou depredadas desde o início dos protestos.
Aulas serão total ou parcialmente suspensas em 400 a 500 escolas na França na segunda-feira porque as condições de segurança “não foram cumpridas”, afirmou o ministro da Educação, Édouard Geffray, no domingo, segundo o The Guardian. O ministro disse que 24 escolas foram incendiadas ou saqueadas e que 78 funcionários da educação ficaram feridos desde o início dos protestos estudantis, na semana passada.
Centenas de manifestantes foram às ruas de Paris no sábado contra a ajuda contínua à Ucrânia, em protesto nacional do partido Les Patriotes, de Florian Philippot, segundo a RT. Os manifestantes pediram ao presidente Emmanuel Macron que interrompa a ajuda e defenderam a saída da França da União Europeia e de todas as instituições supranacionais, incluindo a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
A polícia francesa prendeu cerca de 5 mil pessoas desde segunda-feira, a maioria adolescentes, e cerca de 400 colégios – aproximadamente um em cada dez – estavam fechados na sexta-feira por causa dos distúrbios, segundo a Reuters. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, confirmou quase 5 mil prisões até o início de outubro, com 1.949 detidos só na quinta-feira e outros 1.747 na sexta, segundo o Tehran Times.
O governo de Donald Trump anunciou sanções contra três indivíduos supostamente ligados ao grupo militante islamista Hamas e contra duas entidades beneficentes sediadas na França, segundo o The Guardian. Investigadores alegam que a rede movimentou mais de US$ 2 milhões ao Hamas “por meio de fachadas beneficentes enganosas e canais de criptomoedas”. Todos os bens dos sancionados nos Estados Unidos estão bloqueados e devem ser reportados ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC).
A polícia de choque entrou em confronto com estudantes na França, onde os protestos da educação se espalham, segundo a BBC. Os protestos estudantis envolvem bloqueios e gás lacrimogêneo, segundo o The New York Times.
A França aprovou 35 novas vendas de equipamento militar a Israel entre maio e setembro de 2026, segundo pesquisa dos grupos de direitos humanos Palestinian Youth Movement e Urgence Palestine. Os itens incluem sistemas de refrigeração para tanques e lançadores de mísseis, viseiras de capacete para pilotos de helicópteros e de caças, conectores, equipamentos eletrônicos e sistemas de vigilância, todos destinados a subsidiárias da Elbit Systems, segundo o relatório obtido pelo Middle East Eye.
Cerca de 400 escolas da França seguiam fechadas nesta sexta-feira (2 de outubro) em meio aos protestos estudantis, e o balanço inclui cerca de 100 escolas gravemente danificadas e 40 diretores feridos, segundo o The Guardian. Quase 3.000 estudantes do ensino médio, de 15 a 18 anos, foram detidos desde o início dos protestos, segundo o Ministério do Interior.
O Ministério do Interior da França registrou 1.949 prisões na quinta-feira (1º de outubro de 2026) nos protestos estudantis, com incêndios e bloqueios que se espalham pelo país, segundo o ministério, citado pelo The Hindu. Ao todo, 305 agentes ficaram feridos nos confrontos, segundo a mesma apuração.
O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, convocou nesta quinta-feira uma reunião de crise e mandou os ministros cancelarem viagens para lidar com os protestos estudantis, segundo o The Guardian. A polícia contabilizava cerca de 900 manifestações, bloqueios e incidentes relacionados fora dos liceus pelo país, com mais de 160 escolas fechadas. Desde o início dos protestos, centenas de estudantes de liceu, de 15 a 18 anos, foram detidos, incluindo 625 só na quarta-feira, segundo o Ministério do Interior, e mais de 80 policiais e bombeiros e 120 alunos e professores ficaram feridos.
O governo de Donald Trump disse à Alemanha e à França para usarem estoques emergenciais de diesel ou enfrentarem um possível banimento norte-americano às exportações do combustível, segundo a Reuters, que cita três pessoas próximas às discussões. A ameaça de banir as exportações de diesel disparou alarmes globais sobre preços e abastecimento, segundo o The New York Times.
Cerca de 30 universidades aderiram nesta quinta-feira (1º) ao movimento de bloqueio de escolas de ensino médio que se espalha pela França, segundo a Agence France-Presse (AFP). Os estudantes do ensino médio reivindicam principalmente a substituição de professores ausentes e mais recursos para a educação. Na terça-feira, adolescentes incendiaram lixeiras e lançaram projéteis contra a polícia, que respondeu com cassetetes e gás lacrimogêneo, segundo a France24.
O acordo de um ano entre França e Reino Unido para devolver migrantes que cruzam o Canal da Mancha ilegalmente em pequenos barcos chegou ao fim, informou o Ministério do Interior britânico na quarta-feira. O pacto foi fechado no ano passado, sob o governo de Keir Starmer, então primeiro-ministro britânico, como parte de uma reaproximação pós-Brexit e para aliviar a tensão entre os vizinhos. Segundo números britânicos, cerca de 1.500 pessoas haviam sido devolvidas à França e pouco menos que isso foram aceitas pelo Reino Unido, noticiou a RFI, com base na AFP.
O rendimento do Tesouro americano de 10 anos superou um patamar que não era atingido desde abril de 2002, subindo 4 pontos-base a 5,3338%, segundo dados do London Stock Exchange Group (LSEG). Na Europa, o juro francês de 10 anos subiu 11 pontos-base, a 4,9501%, o italiano avançou 10 pontos-base, a 4,7171%, e o britânico subiu 5 pontos-base, a 5,483%.
O governo de Donald Trump disse à Alemanha e à França para usar estoques emergenciais de diesel para aliviar os preços globais de combustíveis, sob ameaça de uma possível proibição das exportações de diesel dos Estados Unidos (EUA), segundo a Reuters. O pedido foi relatado por três pessoas próximas às discussões.
As forças de segurança francesas detiveram mais de 600 pessoas na quarta-feira, enquanto dezenas de policiais e gendarmes ficaram feridos na escalada dos protestos, que incluíram bloqueios de liceus, segundo o ministro do Interior, em texto da AFP republicado pelo Hindustan Times. O ministro Laurent Nunez afirmou que 625 pessoas foram detidas nos bloqueios, apontou uma “expansão do movimento” e condenou uma “escalada de violência” diante de algumas escolas.
O governo britânico anunciou que o acordo piloto “um entra, um sai” com a França, que devolvia parte dos migrantes que cruzam o Canal da Mancha, foi encerrado. Um programa-piloto entre Reino Unido e França que buscava conter o número de pessoas que atravessam o Canal da Mancha em pequenos barcos rumo à Grã-Bretanha foi encerrado, informou o governo britânico nesta quarta-feira. Um porta-voz do Ministério do Interior britânico disse que o piloto, que removia solicitantes de asilo em troca de um número igual de migrantes legais, não processa mais novos casos.
Mais de 400 pessoas, a maioria menores de idade, foram detidas na terça-feira em protestos estudantis em escolas de ensino médio na França, disse o ministro do Interior da França, segundo a British Broadcasting Corporation (BBC). Pelo menos 400 escolas foram afetadas, com bloqueios motivados por turmas lotadas e falta de professores. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, falou em 440 detidos, dois terços levados à custódia policial.
O partido de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN) e seus aliados conquistaram um recorde de 14 assentos no Senado francês, quadruplicando sua bancada na Casa de 348 lugares poucos meses antes de uma eleição presidencial, segundo o The Guardian. Foi a primeira vez que o partido superou o piso de 10 assentos e pôde formar bancada própria. A legenda entrou no Senado pela primeira vez com dois assentos em 2014, quando se chamava Frente Nacional, e venceu três assentos em 2023.
O Reagrupamento Nacional, de Marine Le Pen, e seus aliados conquistaram 14 das 348 cadeiras do Senado francês e formaram um grupo parlamentar na Casa Alta pela primeira vez na história do partido, segundo a France 24. É também a primeira vez que a legenda ultrapassa o piso de 10 cadeiras para formar grupo no Senado. Nove senadores do partido foram eleitos no domingo, somando-se aos três que conquistaram cadeiras em 2023 — as outras duas das 14 cadeiras de RN e aliados foram para aliados.
Centenas de milhares de pessoas recepcionaram o papa Leão XIV no centro de Paris para uma grande missa ao ar livre, segundo a BBC. A missa na Place de la Concorde estava marcada para começar às 15h de sábado, e quase 600 mil fiéis eram esperados, segundo a Euronews. Segundo o Vaticano, 300 mil pessoas aclamaram o pontífice na passagem do papamóvel pelas ruas de Paris na sexta-feira.
O papa Leão XIV abriu nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, em Paris, uma visita de quatro dias à França com um alerta: um “paraíso das máquinas” ameaça minar o que é humano. No Palácio do Eliseu, diante do presidente Emmanuel Macron e de diplomatas, o pontífice questionou o sentido do ser humano na era da inteligência artificial (IA) e reafirmou a oposição do Vaticano às armas nucleares, segundo a agência Associated Press, no The Hindu. A programação inclui vigília com jovens, vésperas em Notre-Dame e missa na Place de la Concorde sob esquema de segurança de nível olímpico, com cerca de um milhão de pessoas esperadas, segundo a Associated Press.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, usou a tribuna da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, para atacar o Irã, o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, críticos e aliados como o Reino Unido e a França, e rejeitou as acusações de genocídio em Gaza, informa a Al Jazeera. Dezenas de delegações deixaram o plenário quando o discurso começou, sob vaias, enquanto a comitiva israelense aplaudia de pé; segundo a SBS News, o total chegou a 77 delegações.
O governo francês afirmou que o mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não impediu o sobrevoo do avião oficial “Wing of Zion” a caminho da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, segundo o The Times of Israel. Segundo o jornal, Paris sustenta que o Estatuto de Roma não obriga um Estado apenas sobrevoado a prender um suspeito, e dados de voo mostram que a aeronave cruzou também os espaços aéreos da Itália e da Grécia, todos partes do tratado, segundo o Today.az.
A Arábia Saudita reúne chefes militares do Paquistão e da Turquia para discutir opções no âmbito do pacto de Meca, enquanto a França confirmou o envio de soldados, radares e sistemas de defesa para proteger o terminal petroleiro de Yanbu, segundo a Al Jazeera. Os houthis lançaram neste mês uma ofensiva na costa do Mar Vermelho, em meio à guerra liderada pelos Estados Unidos contra o Irã, e os combates se alastram pelo Iêmen, segundo o Washington Post.
O papa Leão XIV inicia nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, em Paris, a primeira visita oficial de um pontífice à França em 18 anos, segundo a Vatican News. A última viagem papal classificada como visita oficial ao país foi a de Bento XVI, em setembro de 2008, lembra a Euronews, que relata quatro dias de agenda com discurso na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), encontro com vítimas de abusos sexuais em Lourdes e missa campal em Paris com 600 mil pessoas esperadas pelas autoridades francesas.
O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira, 25 de setembro de 2026, o envio de soldados, radares e sistemas de defesa aérea para proteger o terminal de Yanbu, na Arábia Saudita, após ataques houthis contra o terminal do oleoduto Leste–Oeste, no Mar Vermelho. Segundo a emissora, a missão é apresentada como estritamente defensiva, sem combate direto contra os houthis.
Marine Le Pen disse não querer que a França entre em guerra com nenhuma potência nuclear, lembrando que a Rússia é uma potência nuclear, segundo a TASS; em entrevista, ela afirmou que, sob sua presidência, a França não contribuiria com ajuda financeira à Ucrânia.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou que interceptou seis mísseis balísticos houthis nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, frustrando ataques contra Taif e Yanbu, depois de alertas emitidos para várias regiões do reino, incluindo Meca. O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que o país pretende enviar “meios militares, ou seja, soldados, radares e sistemas de defesa para proteger” o terminal de petróleo de Yanbu, no mar Vermelho.
O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, classificou como “absurdo grotesco” a afirmação do presidente da França, Emmanuel Macron, na Assembleia Geral da ONU de que o Hamas nunca atuou na Cisjordânia, segundo a agência France-Presse, reproduzida pelo Channel NewsAsia. O comunicado israelense afirma que militantes do Hamas atacam judeus “quase todos os dias” na Judeia e Samaria, nome que Israel usa para a Cisjordânia, e que “a ignorância não é desculpa para apagar o sangue deles”. O The Jerusalem Post registra que o ministro das Finanças Bezalel Smotrich acusou Macron de mentir e citou a morte de um israelense de nacionalidade francesa, pai de seis filhos, num ataque atribuído ao Hamas na Cisjordânia no domingo, 20 de setembro de 2026, dois dias antes do discurso. Macron falou em francês, e as traduções publicadas variam entre “nunca atuou” e “nunca causou problemas” na Cisjordânia; ele criticou as violações diárias no território e chamou a situação humanitária em Gaza de “um espetáculo que envergonha todos nós”.
O primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do Catar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, condenou a rejeição declarada de Israel ao roteiro para concluir a implementação do plano que encerra a guerra em Gaza, em reunião fechada de chefes de Estado e de governo convocada pelos presidentes Emmanuel Macron, da França, Andy Burnham, do Reino Unido, e Mark Carney, do Canadá, à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, segundo o Mehr News, que cita o Ministério das Relações Exteriores do Catar. Segundo o ministério, Mohammed bin Abdulrahman pediu que a comunidade internacional pressione Israel a cumprir as obrigações do acordo de cessar-fogo em Gaza e a interromper as violações dos direitos dos palestinos, e reafirmou o apoio do Catar a um Estado palestino nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como capital. Israel rejeitou em agosto o plano de 15 pontos apresentado pelos mediadores e condiciona a retirada de Gaza ao desarmamento do Hamas, segundo o Mehr News.
O governo da França anunciou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, um pacote de € 450 milhões em auxílios para conter a alta dos combustíveis, que levou o diesel à média de € 2,39 o litro no país. O valor eleva a € 1,4 bilhão o total gasto pelo Estado no ano, segundo o ministro do Orçamento, David Amiel.
A medida principal dobra, de € 0,20 para € 0,40 por litro, o auxílio a trabalhadores de baixa renda que usam o carro para trabalhar e amplia de 3 milhões para 5,5 milhões o número de beneficiários, segundo a porta-voz do governo, Maud Bregeon. O teto isento de imposto do vale-combustível pago por empresas sobe de € 600 para € 1.000 por ano. Os auxílios à pesca, à agricultura e à construção foram estendidos até 31 de dezembro de 2026, e os pescadores que bloquearam portos do Mediterrâneo na semana passada terão até 70% do aumento de custo coberto, além de acesso a crédito sem juros.
O ministro da Economia e das Finanças, Roland Lescure, disse que não há preocupação com o abastecimento nos próximos dois meses. A alta decorre do fechamento do Estreito de Ormuz desde os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em fevereiro de 2026, segundo o Politico e a agência Xinhua, em despacho reproduzido pelo Big News Network.
O presidente da França, Emmanuel Macron, usou o seu último discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) como chefe de Estado para pedir que os países reafirmem o direito internacional e o sistema da ONU diante do que chamou de retorno da “lei da selva”. Segundo a France-Presse (AFP) e o The Hindu, ele defendeu uma “dupla moratória” que suspenda ataques a alvos civis e de energia na guerra entre a Rússia e a Ucrânia: “Devemos proteger a população civil, e é por isso que gostaríamos de expressar o nosso apoio a uma dupla moratória, uma moratória sobre ataques à infraestrutura de energia e civil”. Sobre Gaza, disse que “alguns afirmam que a paz foi alcançada, mas isso não abriu as entregas humanitárias” – “um espetáculo que a todos envergonha”, nas suas palavras. Macron propôs ainda que os países somem capacidade de investimento para construir um modelo de fronteira de inteligência artificial (IA) de código aberto: “Não quero que ninguém se torne vassalo de uma das grandes potências”, disse.
O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, a afirmação do presidente da França, Emmanuel Macron, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), de que o Hamas nunca atuou na Cisjordânia. “O absurdo grotesco da declaração de Emmanuel Macron é estarrecedor”, diz a nota, reproduzida pelo Middle East Eye e pelo Jewish News Syndicate (JNS).
A nota cita a morte de Netanel Shukrun, cidadão francês e pai de seis filhos, que o gabinete descreve como assassinado a tiros no carro por um “terrorista do Hamas” no domingo, 20 de setembro de 2026, véspera do Yom Kippur, na Cisjordânia ocupada, região que o governo israelense chama de Judeia e Samaria. “Com o seu último suspiro, ele disse ao filho para correr”, afirma o texto. “Terroristas do Hamas realizam ataques contra judeus quase todos os dias. Assassinaram incontáveis civis israelenses na Judeia e Samaria.”
Macron havia chamado as cenas em Gaza de “vergonhosas. Vergonha para todos nós”, e dito que “todos os que afirmam que a segurança de Israel exige a violação da soberania de todos os seus vizinhos cometem um erro fatal”, conforme o Middle East Eye. Netanyahu deve discursar na ONU na quinta-feira, 24 de setembro de 2026.
Um tribunal especial de Paris condenou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o francês Othman Garrido, de 32 anos, a 30 anos de prisão por assassinatos cometidos em grupo organizado, com 20 anos sem possibilidade de liberdade condicional. Ele foi condenado pela execução pública de dois iranianos na Síria, em setembro de 2015, e absolvido da acusação de ter sido o executor; cerca de 1.500 franceses passaram pelo Iraque e pela Síria para se juntar ao grupo Estado Islâmico nos anos 2010, segundo o Le Monde e a Agence France-Presse (AFP). No julgamento, Garrido disse que foi obrigado a seguir a organização sob risco de morte.
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, no seu último discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que os países devem resistir ao “retorno à lei da selva” nas relações internacionais, num momento em que “a retórica da derrota abre caminho ao abuso de poder dos impérios”. “A questão que se coloca é se queremos viver nesse estado de natureza, com uma espécie de retorno à lei da selva, ou numa sociedade internacional civilizada”, afirmou, segundo a France 24, que reproduziu o discurso com a AFP, e a DW.
Sobre Gaza, Macron bateu na tribuna e disse que “as cenas, o espetáculo, são vergonhosos. Vergonha para todos nós”: “De que vale a nossa credibilidade se permanecermos inativos em Gaza? Alguns afirmam que a paz foi alcançada, mas isso não abriu as entregas humanitárias.” Ele defendeu o respeito aos “direitos legítimos” dos palestinos como “pré-requisito de segurança” para os palestinos e para Israel, e disse que “todos os que afirmam que a segurança de Israel exige a violação da soberania de todos os seus vizinhos cometem um erro fatal”.
Na Ucrânia, propôs uma “dupla moratória”: a suspensão dos ataques de ambos os lados contra a infraestrutura energética e civil e um compromisso equivalente no mar Negro, que permita “liberar os embarques de grãos”. “O inverno está chegando”, disse. Ao tratar de inteligência artificial (IA), pediu que os países unam recursos para construir “um modelo de fronteira de código aberto”, sem dependência de “uma das grandes potências”: “Não quero que ninguém se torne vassalo de uma das grandes potências”, afirmou, citando Índia, Brasil, Singapura, países africanos e os Estados do Golfo como parceiros possíveis.
A França assinou um contrato para entregar radares e mísseis interceptadores à Ucrânia, anunciou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o presidente Emmanuel Macron depois de se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Nova York, segundo o Kyiv Post e o United24 Media. Macron não informou a quantidade, o tipo de equipamento nem o prazo de entrega. O anúncio saiu no mesmo dia em que a Rússia atingiu instalações industriais em Dnipro, Kryvyi Rih e Pavlohrad e que Zelensky pediu, ao lado da França, um novo pacote de apoio para o inverno. O presidente francês disse que discutiu a iniciativa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e que os dois vão trabalhar por uma moratória de ataques contra a infraestrutura energética e civil, proposta que a Ucrânia condiciona à reciprocidade russa.
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta segunda-feira, 21 de setembro de 2026, que a sua conversa com Donald Trump em Nova York foi “muito construtiva” e que houve disposição para reabrir o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã durante a guerra. Segundo o relato que ele fez a jornalistas, citado pela Hindustan Times, foram discutidas “várias soluções” que permitiriam, sem um acordo amplo, aumentar a passagem de porta-contêineres e petroleiros pelo estreito, além da situação do mar Vermelho, rota que ganhou peso no escoamento de petróleo com Ormuz fechado e onde a tomada de um estreito estratégico pelos houthis, apoiados pelo Irã, complicou a navegação. Sobre a Ucrânia, Macron disse ter pressionado Trump a acelerar o envio de interceptadores de mísseis a Kyiv, “uma medida defensiva”, e afirmou numa publicação na rede social X que os dois trataram da perspectiva de uma “trégua energética e uma moratória no mar Negro”. Antes do encontro, Trump havia atribuído ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky parte da alta dos preços do diesel por causa dos ataques a refinarias russas e pedido que ele parasse de atingir o diesel russo, conforme o Le Monde. Macron também se reuniu com Zelensky à margem da Assembleia Geral da ONU.
Operadores de usinas nucleares civis dos Estados Unidos compraram 13 milhões de unidades de trabalho de separação (SWU) de serviços de enriquecimento em 2025, a um preço médio de US$ 108,70 por SWU; 77% vieram de fornecedores estrangeiros, e a Rússia respondeu por 26% desses SWU de origem estrangeira – à frente da França (18%), do Reino Unido (14%) e dos Países Baixos (8%), segundo o relatório anual de comercialização de urânio da Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos (EIA). A lei americana de 2024 que proíbe a importação de urânio russo autoriza o Departamento de Energia a conceder exceções quando não houver fornecimento alternativo, e essa autoridade expira em janeiro de 2028; novos projetos de enriquecimento nos Estados Unidos e entre aliados não devem alcançar escala comercial antes de 2029, segundo a Bloomberg. A Foreign Policy noticiou nesta terça-feira que a Rússia segue como maior fornecedor de serviços de enriquecimento das usinas americanas.
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta segunda-feira, 21 de setembro, que a reunião que teve com Donald Trump em Nova York foi “muito construtiva” e afirmou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos mais rapidez na entrega de interceptores de mísseis à Ucrânia, medida que classificou como defensiva. O encontro foi na Trump Tower, um dia antes da abertura do debate geral da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e Macron disse que os dois discutiram por longo tempo a Ucrânia e a Rússia e também a situação do mar Vermelho, que considerou importante para os preços globais. Segundo o presidente francês, Trump estava “muito receptivo”. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também deve se reunir com Trump em Nova York nesta semana, segundo o Kyiv Post.
Manifestações em cerca de cem cidades francesas no fim de semana pediram a rejeição do projeto de lei que presume legítima defesa para policiais e gendarmes no uso das armas, apelidado pelos críticos de “permissão para matar”. O texto foi aprovado pela Assembleia Nacional em 7 de julho e aguarda votação no Senado; uma petição contrária reuniu 730 mil assinaturas e foi arquivada pela comissão de leis. Em Rennes, a polícia prendeu oito pessoas e três agentes ficaram feridos após o lançamento de projéteis, segundo as autoridades citadas pela imprensa francesa (BFM TV, Le Parisien e L’Indépendant). O ministro do Interior, Laurent Nuñez, pediu “vigilância particular” aos prefeitos diante do risco de confrontos em parte das marchas previstas. A RT noticiou confrontos em Paris e publicou vídeo da manifestação; relatos da imprensa francesa apontam milhares de pessoas nas ruas de Paris e Marselha, onde Cédric Picard, da Anistia Internacional, disse temer mais violência policial se o texto virar lei.
O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, reuniram-se neste domingo em Saint-Pierre-et-Miquelon, arquipélago francês a cerca de 25 quilômetros da costa da Terra Nova, e anunciaram cooperação mais estreita em energia, defesa, minerais críticos e segurança transfronteiriça. Macron disse que França e Canadá são “duas grandes nações independentes que querem continuar assim” e afirmou que quer acordos para garantir mais gás natural liquefeito (GNL) canadense à costa atlântica europeia, hoje voltado sobretudo à Ásia. Foi a primeira visita de um primeiro-ministro canadense ao território e a primeira de um presidente francês desde 2014. A reunião ocorre semanas depois de Donald Trump publicar uma imagem do arquipélago coberto pela bandeira americana, segundo a Reuters, e em meio à aproximação de Ottawa da União Europeia.
França e Canadá reforçaram laços em resposta às provocações de Trump, segundo o Le Monde, e um ministro canadense defendeu à BBC que o Reino Unido se “junte” ao Canadá numa nova aliança europeia.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, homenageou os estudantes mortos no bombardeio de Minab, segundo o Mehr News, e Teerã acusou a França de “lágrimas de crocodilo” por cobrar liberdades no Irã sem se pronunciar sobre o ataque à escola, relata o Hindustan Times. As duas fontes reproduzem a posição iraniana.
França: o governo reporta 11% dos postos sem pelo menos uma categoria de produto (gasolina ou gasóleo), e o diesel bateu €2,402/l em 19/09, acima do recorde de abril, na sexta semana seguida de alta.