Os protestos que começaram na França contra a deterioração das escolas, a falta de professores e a pressão sobre o sistema educacional se espalharam para Bélgica, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal, ampliando-se para um descontentamento com o custo de vida, a moradia inacessível e os serviços públicos.
Muitas marchas foram pacíficas, mas algumas terminaram em violência, com confrontos, saques e destruição, e a resposta das autoridades está sob escrutínio por uso excessivo da força e prisões em massa. A inflação na União Europeia (UE) e na zona do euro atingiu 3,8% em setembro, ante 2,1% em 2024, e a dívida pública francesa deve chegar a 120% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027.