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Tema: Ucrânia

Matérias e notas em que Ucrânia é ator central.

Fluxo

O candidato presidencial francês Jean-Luc Mélenchon afirmou em comício nos arredores de Paris que não se pode considerar uma paz com concessões territoriais na Ucrânia sem perguntar às populações afetadas de que lado da fronteira querem ficar, ao apresentar as posições de política externa do La France Insoumise. Mélenchon, que segundo as pesquisas pode chegar ao segundo turno da eleição presidencial do ano que vem, também prometeu ação direta em apoio aos palestinos se for eleito, dizendo que se oporá ao genocídio em Gaza e à anexação da Cisjordânia.

Mísseis e drones russos atingiram a Ucrânia neste sábado e feriram ao menos nove pessoas, enquanto negociadores de Rússia, Ucrânia e Estados Unidos (EUA) preparam uma nova rodada de conversas para terça-feira em Abu Dhabi, a quarta mediada pelo governo Trump. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia disparou 36 mísseis balísticos contra Kyiv e a região e 172 drones sobre Kyiv e outras 12 regiões, ferindo nove pessoas, entre elas uma criança. Um ataque ucraniano com drone matou uma pessoa em Grayvoron, na região russa de Belgorod, segundo autoridades locais.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que, segundo achados preliminares, a Rússia usou mísseis KN-23 fabricados e fornecidos pela Coreia do Norte contra uma das principais instalações energéticas atingidas nos ataques da madrugada. Ele disse também que a Rússia usou 36 mísseis nos ataques noturnos e que apenas quatro foram interceptados, com escassez de interceptadores para sistemas Patriot. A Força Aérea ucraniana afirmou ter abatido 149 de 172 drones e quatro mísseis balísticos, em ataques dirigidos sobretudo à região de Kiev. O anúncio ocorre às vésperas de nova rodada de conversas trilaterais mediadas pelos Estados Unidos (EUA) em Abu Dhabi, a partir de terça-feira.

O ministro das Relações Exteriores e vice-premiê da Itália, Antonio Tajani, disse que seus dados pessoais foram publicados na dark web por hackers que identificou como pró-Rússia, em texto da Reuters republicado pelo The Hindu, ligando o ataque ao apoio do governo italiano à Ucrânia. Segundo Tajani, em publicação no X, “apoiar de forma transparente a liberdade e a independência de um Estado soberano” o tornou alvo, e os hackers buscam mais informações sobre ele e sua família e estão dispostos a pagar por elas. Imagens vistas pela Reuters mostram a foto do ministro numa lista de 18 “cidadãos hostis à Federação Russa”, que também inclui especialistas em cibersegurança. Moscou não comentou o episódio.

O Kremlin anunciou a composição da delegação russa que participará da nova rodada de negociações trilaterais sobre a Ucrânia mediadas pelos Estados Unidos (EUA), em Abu Dhabi. A delegação é chefiada pelo assessor presidencial Vladimir Medinsky e inclui os vice-chanceleres Sergei Ryabkov e Mikhail Galuzin, o chefe da inteligência militar (GRU) Igor Kostyukov e Yuri Zhigarlovsky, vice-chefe da Diretoria Operacional Principal do Estado-Maior. O assessor presidencial Yuri Ushakov supervisionará as conversas na condição de responsável pela política externa do Kremlin. Todos os integrantes da delegação se reuniram com Vladimir Putin na sexta-feira, em reunião do Conselho de Segurança dedicada em parte às negociações. A reunião trilateral está marcada para terça e quarta-feira e será a primeira desse tipo desde fevereiro. A porta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova, disse que os europeus não têm lugar à mesa de negociação e citou o início de exercícios militares na véspera das conversas.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças atingiram caminhões-tanque de combustível usados no abastecimento de tropas ucranianas perto de Irpin, na região de Kiev. Segundo o ministério, também foi atingida a subestação Severnaya, de 330 quilovolts, perto de Novye Petrovtsy, que abastecia instalações da indústria de defesa ucraniana, e um navio de carga seca que transportava equipamento militar e bens de uso dual para a Ucrânia, no mar Negro a leste de Odessa.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que ataques noturnos com drones e mísseis balísticos danificaram subestações que conectam as usinas nucleares de Rivne e Khmelnytsky a Kyiv e ao centro do país. Doze regiões ucranianas foram atingidas, com a capital castigada com os piores danos, e nove pessoas ficaram feridas no país, entre elas uma criança, em uma onda de mais de 30 mísseis balísticos e mais de 170 drones. Os bombardeios causaram apagões e interromperam o abastecimento de água. Segundo o prefeito de Kyiv, Vitali Klitschko, o sistema de abastecimento de água da cidade voltou a operar normalmente e cerca de 60% dos prédios de apartamentos estavam reconectados ao aquecimento. Os ataques antecedem as conversas trilaterais entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos (EUA) em Abu Dhabi, na semana que vem.

A Alemanha não pode fornecer mais sistemas de defesa aérea Patriot à Ucrânia, disse o ministro da Defesa Boris Pistorius em entrevista ao grupo Funke, segundo a TASS, devido ao risco de criar lacunas críticas na própria defesa alemã. A Alemanha já entregou vários sistemas e um grande número de mísseis guiados, e, segundo ele, o que for entregue agora não pode ser reposto por algum tempo. Pistorius defendeu uma discussão séria sobre o tema na próxima reunião do Grupo de Contato para a Ucrânia, em meados de novembro.

O Serviço de Emergências da Ucrânia elevou para 55 o número de mortos no ataque russo de 2 de novembro à vila de Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, depois de retirar nove corpos dos escombros nas últimas 24 horas. O ataque atingiu várias vezes a vila de frente, começando por uma escola onde moradores se reuniam para receber ajuda humanitária, e uma das bombas foi uma FAB-3000 de três toneladas, com mais de mil quilos de explosivos. Foi o ataque russo mais letal na região de Zaporizhzhia desde o início da invasão em larga escala. O presidente Volodymyr Zelenskyy disse que, após o primeiro impacto, a Rússia lançou outras nove bombas aéreas sobre um abrigo onde civis e socorristas se refugiaram.

Autoridades ucranianas informaram uma pessoa morta e oito feridas, entre elas uma criança, no ataque noturno à região de Kyiv. O presidente Volodymyr Zelenskyy disse que a Rússia usou 172 drones e 36 mísseis balísticos, e o prefeito Vitali Klitschko afirmou que várias ondas de mísseis balísticos atingiram a Ponte Norte sobre o Dnipro. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que os ataques atingiram a ponte e a fábrica Meridian e que a ponte era usada pelo Exército ucraniano para transportar armas e a fábrica produz mísseis de cruzeiro Flamingo. Klitschko disse que a capital está em situação “extremamente difícil” de energia, aquecimento e água.

A delegação russa às conversas com Estados Unidos e Ucrânia na próxima semana incluirá oficiais militares e diplomatas de alto escalão, entre eles o vice-chanceler Sergei Ryabkov, o vice-chanceler Mikhail Galuzin e o chefe da inteligência militar Igor Kostyukov, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, à Interfax, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Irish Independent. Ryabkov responde pelas relações da Rússia com as Américas e por controle de armas, não proliferação e o dossiê nuclear iraniano. O encontro trilateral em Abu Dhabi está marcado para terça e quarta-feira e será o primeiro do tipo desde fevereiro. Na sexta-feira, durante a parte televisionada de uma reunião do Conselho de Segurança, Vladimir Putin agradeceu aos Emirados Árabes Unidos por sediar as negociações.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que forças russas atingiram no Mar Negro, a sudeste de Odessa, um navio de carga que transportava equipamento militar para a Ucrânia. Uma fonte dos serviços de controle de tráfego aéreo disse à TASS que uma aeronave de reconhecimento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de registro estadunidense, o Bombardier Artemis II, foi vista pela segunda vez na semana sobre águas internacionais do Mar Negro, voando de oeste para leste. Segundo a mesma fonte, a aeronave decolou de Constanta, na Romênia, onde é baseada, voa a cerca de 9 mil metros fora dos corredores de aviação civil e não entrou em espaço aéreo nacional além do romeno.

Zelenskyy disse que quer garantias específicas dos aliados ocidentais sobre como funcionará o apoio de segurança pós-guerra e que o essencial é que esteja “claro no papel”. Em entrevista à emissora 1+1, ele resumiu o que cobra dos aliados: “Se a Rússia começar (a atacar) de novo, o que vai acontecer?”. A fala veio após dois dias de conversas em Bruxelas que reuniram Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e União Europeia em torno de reconstrução, financiamento para 2027 e garantias de segurança. Ele também disse que as vitórias democratas nas eleições de meio de mandato desta semana podem ter efeito positivo sobre a ajuda estadunidense, incluindo a entrega mais rápida de interceptores Patriot.

Ataques russos durante a noite danificaram instalações de energia nas regiões de Kyiv e Zhytomyr e uma ponte importante da capital, e o prefeito Vitali Klitschko classificou como “extremamente difícil” a situação do abastecimento energético de Kyiv. A Ponte Norte, que liga as partes leste e oeste da cidade sobre o rio Dnipro, também foi danificada, e os ataques feriram ao menos cinco pessoas, entre elas uma criança de 14 anos.

O Ministério da Defesa da Rússia afirma que a defesa aérea interceptou e destruiu 411 drones ucranianos de asa fixa durante a noite sobre regiões russas e as águas do Azov e do Mar Negro. A refinaria de Saratov foi incendiada após ser alvo das forças ucranianas, enquanto um incêndio de grandes proporções atingiu a área da fábrica militar Almaz em Rostov. O governador de Oryol relatou um ataque massivo que danificou instalações produtivas no distrito Sovetsky da cidade de Oryol, e o ataque atingiu Rostov-on-Don, Taganrog e sete distritos da região.

A Ucrânia espera receber US$ 89 bilhões em ajuda direta orçamentária e militar de seus patrocinadores ocidentais em 2027, segundo cálculo da TASS com base em dados do Banco Nacional da Ucrânia. São US$ 52 bilhões de apoio orçamentário direto e US$ 37 bilhões para o componente de defesa do programa Ukraine Support Loan, segundo os documentos do banco central. O banco projeta déficit orçamentário de cerca de 35% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e de 37% em 2027, excluindo doações das receitas.

O prefeito de Kyiv, Vitali Klitschko, disse que houve explosões nos arredores da capital e que o “inimigo” atingia infraestrutura com mísseis balísticos. Destroços atingiram um prédio de cinco andares em um distrito no oeste da capital e danificaram a fachada de outro prédio residencial, e a administração militar da cidade informou duas pessoas feridas e danos a um prédio onde funciona um jardim de infância. Ao menos três pessoas ficaram feridas em Kyiv, entre elas uma criança, segundo o acompanhamento do Le Monde. Zelensky havia avisado no discurso noturno que a Rússia preparava novos ataques a alvos energéticos, pontes e outras infraestruturas.

A Ucrânia recebeu US$ 49,4 bilhões em dois anos pelo programa de Aceleração Extraordinária de Receitas, que financia Kiev com receitas de ativos russos congelados, segundo cálculos da agência estatal russa TASS com dados do Ministério das Finanças ucraniano. Desde o início de 2026, o país recebeu quase US$ 10,5 bilhões em apoio financeiro do Grupo dos Sete (G7) com receitas de ativos russos congelados. Em outubro de 2024, o G7 acordou um empréstimo de US$ 50 bilhões para a Ucrânia, a ser servido com receitas futuras dos ativos congelados.

Donald Trump previu na quinta-feira, 5, um acordo iminente com a Rússia cobrindo a Ucrânia e “toda a Europa”, depois de a primeira-dama Melania Trump receber na Casa Branca autoridades dos dois países em guerra – ele revelou uma reunião não anunciada com Kirill Dmitriev, enviado de Vladimir Putin, e disse no Salão Oval que não podia revelar o discutido, mas que seria um acordo “muito grande”, envolvendo mais que a Ucrânia e possivelmente toda a Europa. Trump disse que se reuniu com o principal negociador do Kremlin, mas não com o ucraniano, no mesmo dia, embora autoridades da Ucrânia também estivessem na Casa Branca, e a promessa, sem detalhes, deixou capitais europeias sem entender o alcance da proposta.

Volodymyr Zelensky afirmou numa cúpula em Madri, na quinta-feira, que todas as usinas de energia da Ucrânia foram danificadas de alguma forma pelos ataques russos, com equipes de reparo trabalhando sem parar – o pedido, feito numa reunião à margem da cúpula da Comunidade Ibero-Americana, grupo de 22 países de língua espanhola e portuguesa, em sua maioria latino-americanos, é por tanta cooperação internacional quanto possível para reconstruir o sistema, pois empresas da Espanha e da América Latina podem ajudar com equipamentos compatíveis com a rede ucraniana, e depressa; o apelo foi registrado também pela NHK World.

Explosões foram ouvidas em Kiev na noite de sexta-feira, depois de a Força Aérea ucraniana alertar sobre uma ameaça balística vinda do norte e informar que ao menos seis mísseis balísticos se dirigiam à capital, antes de a ameaça ser levantada. Imagens publicadas no Telegram mostravam um incêndio de grandes proporções na periferia da capital, e os comunicados militares não traziam balanço de vítimas ou danos. A Força Aérea também relatou drones a jato em direção a Sarny, na região de Rivne, e a Ovruch, na região de Jytomyr. Mais cedo, Volodymyr Zelensky havia advertido que, segundo a inteligência ucraniana, a Rússia preparava novos ataques contra a infraestrutura energética, as pontes sobre o Dnieper e instalações civis.

Rustem Umerov, chefe do Serviço de Inteligência Externa da Ucrânia, vai chefiar a delegação ucraniana nas conversas trilaterais de Abu Dhabi, segundo o conselheiro de comunicação de Volodymyr Zelensky, Dmytro Litvin, que falou à agência TSN – informação divulgada pela estatal russa TASS. O decreto de Zelensky com a composição da delegação ainda não havia sido publicado, e a CBS News havia noticiado que Budanov chefiaria o grupo. Do lado russo, a delegação para Abu Dhabi inclui o assessor presidencial Vladimir Medinsky, o chefe da Diretoria Principal de Inteligência do Estado-Maior Igor Kostyukov, o assessor Yury Ushakov, os vice-ministros Mikhail Galuzin e Sergey Ryabkov e o vice-chefe da Diretoria Principal de Operações Yury Zhigarlovsky.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, discutiu com os membros permanentes do Conselho de Segurança russo as conversas trilaterais sobre a Ucrânia previstas para terça-feira nos Emirados Árabes Unidos. “Como as conversas estão marcadas para terça-feira, convidei os colegas que vão participar delas. Proponho uma breve discussão sobre o tema”, disse Putin na reunião. Serão as primeiras conversas trilaterais de paz desde fevereiro, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo PBS NewsHour. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o essencial é que o compromisso fique “claro no papel”, com definição de quem faz o quê, com que meios e quando, caso a Rússia volte a atacar. “A questão não são dezenas de pontos, mas simplesmente a compreensão do resultado”, afirmou em entrevista à televisão privada ucraniana 1+1, na noite de quinta-feira. As reuniões em Bruxelas tiveram a presença de autoridades dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França, da Alemanha e da União Europeia, além de representantes do Banco Mundial e do grupo de investimentos americano BlackRock, segundo o principal negociador ucraniano, Rustem Umerov.

Jared Kushner, enviado do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que Washington estuda um marco de segurança europeu mais amplo, destinado a responder às preocupações de todos os lados e a sustentar um acordo duradouro na Ucrânia. As propostas preveem consultas permanentes, comunicação de crise, transparência militar e medidas recíprocas para reduzir riscos de escalada, com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) permanecendo central na defesa coletiva europeia, segundo ele. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Moscou não recebeu nenhum detalhe do acordo. Conversas trilaterais entre EUA, Rússia e Ucrânia estão marcadas para 10 e 11 de novembro de 2026 em Abu Dhabi, e o chanceler Sergey Lavrov afirmou que o histórico dos governos europeus de minar acordos de paz “não pode ser ignorado”, o que os deixou fora do encontro.

O balanço do bombardeio russo de segunda-feira a Komyshuvakha, no oblast de Zaporijia, subiu para 53 mortos, anunciou o chefe interino da administração militar regional, Mykhailo Semikine. Os serviços de emergência haviam informado antes 50 mortos e o balanço anterior era de 43; a polícia estimou que ainda poderia haver pessoas nos escombros do abrigo montado numa escola, atingido quando uma distribuição de ajuda humanitária ocorria no local. As operações de busca e resgate seguiam nesta sexta-feira, no quinto dia. A Rússia não comentou o bombardeio; blogueiros militares russos afirmaram que o prédio abrigava um ponto de posicionamento temporário de operadores de drones ucranianos. Os serviços de emergência ucranianos haviam divulgado na sexta-feira o número de 50 mortos no ataque ao vilarejo, um dos mais letais em mais de quatro anos e meio de guerra.

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, disse que quer garantias concretas dos aliados ocidentais sobre como funcionará o apoio de segurança pós-guerra e que o importante é que esteja “claro no papel”. Em entrevista à emissora privada ucraniana 1+1, exibida na noite de quinta-feira, afirmou: “A questão não são dezenas de pontos, mas simplesmente o entendimento do resultado: se a Rússia começar (a atacar) de novo, o que vai acontecer? Quem vai fazer o quê, com que meios e quando?”. Dois dias de conversas em Bruxelas reuniram Estados Unidos (EUA), Reino Unido, França, Alemanha e União Europeia, além de representantes do Banco Mundial e do grupo norte-americano BlackRock, sobre reconstrução, financiamento de 2027 e garantias. Zelensky disse que as chances de obter ajuda adicional dos EUA “podem agora crescer” com a vitória democrata nas midterms, incluindo a entrega mais rápida de interceptadores Patriot.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou que o acordo que negocia com a Rússia vai além da Ucrânia e pode envolver “toda a Europa”. “Vai ser muito grande. Vai envolver mais do que a Ucrânia, e eu poderia até dizer que pode envolver toda a Europa. Vai ser um acordo grande e bonito, e todo mundo vai ficar entusiasmado”, disse a jornalistas no Salão Oval, sem detalhar o conteúdo da conversa: “Não posso dizer o que discuti, mas estou apenas dizendo: vai ser um acordo, vai ser um acordo grande”. Trump confirmou que teve uma reunião não agendada com o enviado russo Kirill Dmitriev na Casa Branca e disse que não se encontrou com as autoridades ucranianas que estavam no local na quinta-feira, 5 de novembro de 2026. A fala ocorre dias antes da rodada trilateral entre Ucrânia, Rússia e EUA prevista para a semana que vem em Abu Dhabi, a primeira desde fevereiro.

A Espanha forneceu à Ucrânia um novo pacote de ajuda militar de 437 milhões de euros (US$ 489 milhões), segundo o presidente Volodymyr Zelensky. Zelensky disse que se reuniu com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, em Madri, para tratar das “necessidades de defesa mais prementes” do país. Segundo Zelensky, a Rússia danificou este ano mais locomotivas ucranianas do que em todos os anos anteriores da guerra somados. Sánchez afirmou que a Espanha continuará ao lado do povo ucraniano porque defender sua liberdade significa defender o direito internacional e a soberania das nações.

Melania Trump pediu um cessar-fogo “mais duradouro” na Ucrânia ao receber delegações russa e ucraniana na Casa Branca, após a trégua da semana passada na região de Kherson. Centenas de moradores de Oleshky, cidade ucraniana ocupada pela Rússia, puderam evacuar durante o cessar-fogo de seis dias, que Moscou e Kiev atribuíram à intermediação de Trump. As delegações incluíram o ombudsman ucraniano Dmytro Lubinets, sua homóloga russa Yana Lantratova, o deputado ucraniano Davyd Arakhamia e o enviado do Kremlin Kirill Dmitriev. Ao fim do evento, Melania entregou a Dmitriev e Arakhamia duas cartas para entrega pessoal aos presidentes da Rússia e da Ucrânia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a repórteres na Casa Branca que se reuniu com o enviado especial do presidente russo, Vladimir Putin, Kirill Dmitriev, segundo a Reuters, em texto republicado pelo US News, e que a guerra Rússia-Ucrânia está muito perto de ser resolvida. Trump disse que o acordo “vai envolver mais que a Ucrânia” e que “pode até envolver toda a Europa”. Ele afirmou também que não se encontrou com a delegação ucraniana na quinta-feira. O encontro com Dmitriev ocorreu depois de uma reunião diplomática organizada pela primeira-dama Melania Trump, que juntou representantes russos e ucranianos. O enviado Jared Kushner afirmou que Estados Unidos, Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e parceiros europeus tiveram discussões “produtivas e substantivas” sobre o fim da guerra.

As garantias de segurança para a Ucrânia e uma nova estratégia de segurança europeia foram os temas centrais das reuniões em Bruxelas em 5 de novembro com França, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos e Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), com o chefe da inteligência exterior ucraniana, Rustem Umerov, dizendo que discutiram como devem ser as garantias norte-americanas e dos demais parceiros e que detalhes virão depois. Segundo a TASS, o enviado norte-americano Steve Witkoff afirmou que consultas mediadas pelos Estados Unidos com Rússia e Ucrânia ocorrerão em Abu Dhabi em 10 e 11 de novembro, e que Jared Kushner e Witkoff devem representar os Estados Unidos na reunião trilateral.

A pausa de seis dias no cessar-fogo em Oleshky, no sudeste da Ucrânia, expirou no domingo, depois de permitir que ajuda humanitária chegasse à cidade e que centenas de moradores fossem retirados. Uma nova rodada de conversas de paz entre Rússia e Ucrânia liderada pelos Estados Unidos está marcada para a semana seguinte, em Abu Dhabi. Segundo Melania Trump, cerca de 800 pessoas foram resgatadas de Oleshky. A Casa Branca afirmou que a primeira-dama «iniciou de forma independente» o engajamento entre os dois países em guerra e «garantiu um cessar-fogo».

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que se reuniu com o enviado especial do Kremlin, Kirill Dmitriev, e disse que haverá um acordo grande, que vai envolver mais do que a Ucrânia e pode envolver toda a Europa: «Vai ser um acordo grande, e vai envolver mais do que a Ucrânia… eu poderia até dizer que pode envolver toda a Europa.» Trump disse que se encontrou com Dmitriev na Casa Branca, mas não recebeu os representantes ucranianos que também estavam em Washington, segundo a AP, em texto republicado pelo The Hill. Dmitriev participou, a convite de Melania Trump, de evento na Casa Branca que reconheceu o cessar-fogo de seis dias em Oleshky, e agradeceu à primeira-dama pelo «papel humanitário distinto» na obtenção da trégua, acrescentando que Putin deu instruções pessoais para a operação. A primeira-dama entregou cartas pessoais a Putin e a Volodymyr Zelensky por meio dos representantes dos dois países, pedindo que as entregassem aos líderes.

Melania Trump reuniu nesta quinta-feira na Casa Branca representantes da Rússia e da Ucrânia para reconhecer o cessar-fogo de seis dias em Oleshky, cidade sob controle russo na região de Kherson, que ela ajudou a intermediar, segundo o South China Morning Post – pelo lado russo estava o enviado especial de Putin, Kirill Dmitriev, e pelo ucraniano o deputado David Arakhamia e o ombudsman Dmytro Lubinets. Uma reunião trilateral entre Estados Unidos, Ucrânia e Rússia está prevista para 10 e 11 de novembro em Abu Dhabi, e Melania disse ter escrito cartas pessoais a Putin e pedido a Dmitriev que as entregasse ao presidente russo, segundo a Sputnik.

A Itália finaliza um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia, o primeiro deste ano, e o ministro da Defesa, Guido Crosetto, o apresentará a parlamentares na próxima semana, segundo duas pessoas a par do assunto citadas pela Reuters em texto republicado pelo Internazionale. É o 13º lote de assistência militar italiana desde a invasão em larga escala de 2022 e deve ser aprovado depois que Crosetto informar em 10 de novembro o comitê parlamentar de inteligência e segurança (Copasir). O conteúdo seguirá classificado, mas as fontes dizem que o pacote pode incluir mísseis interceptores Aster para o sistema de defesa aérea franco-italiano SAMP/T. O vice-premiê Matteo Salvini e seu partido, a Liga, dizem que se oporiam a novos envios de armas a Kiev, e o governo está autorizado a entregar o pacote por decreto aprovado no fim do ano passado, que permite envios até 31 de dezembro.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, disse que a Europa corre o risco de se tornar irrelevante em qualquer negociação de paz sobre a Ucrânia se não puser fim a iniciativas diplomáticas concorrentes e não concordar com um único representante com poder de falar em seu nome. Em carta ao presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, Meloni afirma que a proliferação de formatos de negociação torna a Europa menos crível e dá a impressão de que avança em “ordem aleatória”. Ela diz que não busca um lugar na mesa para si nem para a Itália, mas que Roma não aceitará compromissos negociados sem mandato da União Europeia (UE). Meloni pediu que o tema seja discutido num Conselho Europeu informal em Dublin na próxima semana, com decisão formal em uma cúpula em dezembro, após coordenação com Reino Unido, Noruega e outros parceiros europeus.

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) demitiu dois altos funcionários enquanto avança a investigação sobre uma rede criminosa que envolve agentes da lei. O Escritório Nacional Anticorrupção (NABU) e a Procuradoria Especializada Anticorrupção (SAPO) anunciaram que desarticularam uma organização com ao menos uma dúzia de pessoas, incluindo agentes do SBU, da Polícia Nacional e da Procuradoria-Geral. Segundo os investigadores, a rede usava conexões nas forças de segurança para proteger negócios ilegais, entre eles centrais telefônicas fraudulentas voltadas a ucranianos e estrangeiros, tráfico de drogas e produção de cigarros e moeda falsos. O procurador-geral Ruslan Kravchenko foi demitido em setembro no âmbito da mesma investigação, depois que investigadores alegaram que uma organização criminosa era chefiada por um diretor de departamento da Procuradoria-Geral.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, reúne nesta quinta-feira representantes da Rússia e da Ucrânia na Casa Branca e fará pronunciamento às 11h (horário do leste) sobre o cessar-fogo em Oleshky, na região de Kherson. A Casa Branca atribuiu à primeira-dama a iniciativa independente das conversas entre os dois países e a obtenção do cessar-fogo em Oleshky e arredores. Segundo o Kremlin, o enviado especial de Vladimir Putin, Kirill Dmitriev, e a comissária de direitos humanos Yana Lantratova, que coordenou o cessar-fogo humanitário pelo lado russo, representarão a Rússia. A Ucrânia não confirmou oficialmente quem comparecerá, mas o chefe da bancada de Volodymyr Zelenskiy no parlamento, David Arakhamia, integrará a delegação, segundo informou seu gabinete à NBC News.

O presidente turco, Tayyip Erdogan, disse que quer falar com Vladimir Putin sobre os esforços para encerrar a guerra na Ucrânia, depois de conversar com Volodymyr Zelenskiy no sábado, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Al-Monitor. Falando a jornalistas no voo de volta da Coreia do Sul, Erdogan afirmou que o chanceler Hakan Fidan e outras autoridades conversam com os dois lados sobre uma possível reunião entre Rússia e Ucrânia na Turquia, segundo transcrição divulgada por seu gabinete na quinta-feira. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que não há planos concretos no momento para uma conversa Putin–Erdogan, mas que ela poderia ser organizada com pouco aviso se necessário. Erdogan afirmou que a Turquia “fará tudo o que puder para abrir caminho para a paz” e que vai continuar fazendo isso.

O número de mortos no bombardeio russo a um ponto de distribuição de ajuda na região de Zaporizhzhia subiu a 42, segundo a polícia ucraniana, em texto da Reuters republicado pelo Investing.com, um dos ataques mais letais a civis neste ano. Até 33 pessoas seguiam sob os escombros na vila de Komyshuvakha, e o resgate e a identificação dos corpos continuavam, disse a polícia regional no Telegram. As forças russas lançaram nove bombas planadoras sobre uma antiga escola onde moradores se reuniam para receber ajuda humanitária em 2 de novembro e, em seguida, uma segunda onda de ataques atingiu o abrigo para onde os civis tinham corrido. Ao menos quatro policiais e dois socorristas do Serviço de Emergência do Estado (DSNS) estão entre os mortos. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o ataque atingiu unidades militares ucranianas na área de Komyshuvakha e de outras duas localidades e que até 25 militares ucranianos foram mortos. Na quarta-feira, Ivan Fedorov, chefe do Conselho de Defesa Regional de Zaporizhzhia, havia falado em 59 desaparecidos.

Um satélite militar russo se aproximou a cerca de 1 km do satélite X36, da finlandesa ICEYE, em meados de outubro – alguns analistas falam em poucas centenas de metros, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Straits Times. O subsecretário de Estado dos Estados Unidos, Thomas DiNanno, afirmou que o satélite russo manobrava “intencionalmente” perto de um satélite comercial, em conduta “consistente com operações de armas em órbita”, e o analista Greg Gillinger, da Integrity ISR, disse que o encontro “parece um ensaio de ataque” – a postura mais agressiva que ele já viu da Rússia contra satélites de outro país. Dois satélites russos irmãos derivam agora em direção à órbita de outro satélite da ICEYE, o X37, que fornece imagens de radar a governos e militares ocidentais, incluindo a Ucrânia – embora o comandante do comando espacial da Alemanha, major-general Michael Traut, advirta que a capacidade de manobra não prova por si só um preparo de ataque.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, recebe nesta quinta-feira na Casa Branca autoridades da Rússia e da Ucrânia, antes das conversas de Abu Dhabi para encerrar a guerra. Devem participar o assessor russo para cooperação econômica internacional, Kirill Dmitriev, e a ouvidora de direitos humanos Yana Lantratova, além do ouvidor ucraniano, Dmytro Lubinets; Zelensky concedeu à primeira-dama a Ordem da Princesa Olga, primeira classe, pelo papel na intermediação do cessar-fogo parcial que permitiu a retirada de civis de Oleshky, e a rodada em Abu Dhabi é a primeira conversa trilateral desde fevereiro, depois das conversas de Zelensky com os enviados Steve Witkoff e Jared Kushner.

No relatório de alargamento publicado em 4 de novembro de 2026, a Comissão Europeia rebaixou de “algum progresso” para “progresso limitado” a avaliação das reformas anticorrupção da Ucrânia. O documento registra que os órgãos anticorrupção aumentaram o número de investigações, acusações e condenações em casos de corrupção de alto nível, mas aponta reformas legislativas prioritárias ainda pendentes. A versão final da comunicação de Bruxelas removeu a referência, presente no rascunho, a um ritmo mais lento das reformas, segundo apuração da RFE/RL.

A Comissão Europeia reuniu em Bruxelas nesta quarta-feira representantes de Estados Unidos, Ucrânia, França, Alemanha, Reino Unido e Banco Mundial para tratar da reconstrução da Ucrânia. As conversas das delegações técnicas terminaram sem resultados quanto a um possível acordo sobre o conflito, segundo fonte diplomática em Bruxelas ouvida pela TASS. O enviado americano Steve Witkoff anunciou conversas mediadas por Washington entre Rússia e Ucrânia em Abu Dhabi, em 10 e 11 de novembro de 2026, com pauta de fim da guerra, arranjos de segurança e medidas humanitárias. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, informou em 3 de novembro que o assessor presidencial Vladimir Medinsky chefiará a delegação russa. Nesta quinta-feira, a primeira-dama Melania Trump recebe representantes ucranianos e russos na Casa Branca, após o cessar-fogo que ela intermediou em Oleshky, na província ocupada de Kherson.

A trégua de vários dias entre Rússia e Ucrânia, limitada à região de Kherson, terminou sem violações relatadas por nenhum dos dois lados e sem sinal de prorrogação. O cessar-fogo expirou à meia-noite de Moscou (21h GMT) e a Ucrânia retirou civis de partes da região. O Institute for the Study of War avalia que a trégua permitiu evacuar até 800 civis e levar ajuda humanitária a Oleshky e aos povoados vizinhos. Moradores voltaram a circular e a fazer compras no mercado Tavriysky no último dia da trégua, 1º de novembro de 2026.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, concedeu à primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, a Ordem da Princesa Olga de primeira classe. O decreto citou a “contribuição pessoal significativa ao apoio humanitário à Ucrânia” e o trabalho em direitos humanos e caridade. Melania anunciou no mês passado uma trégua localizada entre forças ucranianas e russas para permitir a saída de moradores de Oleshky, no sul da frente, e afirmou que quase 800 pessoas foram evacuadas. A Ucrânia acusou a Rússia nesta semana de usar a trégua para reforçar sua posição militar no local, enquanto o Kremlin classificou o ajuste de posições durante um cessar-fogo como “prática padrão” – segundo a Casa Branca, Melania iniciou por conta própria a aproximação entre as partes em guerra e obteve o cessar-fogo.

A polícia nacional ucraniana divulgou na quarta-feira o vídeo de bodycam que, segundo ela, mostra os momentos entre dois bombardeios russos que mataram ao menos 40 pessoas num centro de ajuda humanitária e num abrigo, na região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia. Segundo a Ucrânia, nove bombas planadoras, algumas de 3.000 kg, atingiram a vila quando as pessoas se reuniam para receber ajuda humanitária, e mais de 30 pessoas podem ainda estar sob os escombros no terceiro dia de buscas; o exército russo não comentou publicamente o ataque.

O NABU desmontou uma rede criminosa que operava centrais telefônicas fraudulentas e venda de drogas com apoio de altos funcionários do SBU, da polícia e da Procuradoria-Geral, segundo a TASS, que cita o Ukrainska Pravda – dezenas de buscas foram feitas na quarta-feira na Operação Cartago. O primeiro vice-chefe do departamento de investigações estratégicas da polícia nacional, Vladimir Tsenov, conhecido pelo codinome “Price”, foi detido. O chefe do SBU, Oleksandr Poklad, demitiu dois altos funcionários atingidos pela investigação, segundo o Le Monde.

O balanço do ataque russo a Komyshuvakha subiu para 40 mortos, com as buscas no terceiro dia, anunciou Zelensky, segundo o Le Monde. Zelensky chegou a Madri em sua quinta visita à Espanha e se reúne nesta quinta-feira com Pedro Sánchez e outros dirigentes à margem de uma cúpula ibero-americana, com o reforço da defesa antiaérea como prioridade absoluta. Ele lamentou “muito poucas reações no mundo” e pediu que os aliados reforcem “desde já” a defesa antiaérea do país. A Comissão Europeia elogiou os progressos da Ucrânia na adesão, mas pediu aceleração das reformas de Estado de direito para concluir as negociações até o fim de 2028.

Em entrevista à televisão alemã ZDF, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esperar que os avanços democratas nas eleições de meio de mandato gerem mais ajuda a Kiev na guerra de quatro anos e meio com a Rússia, segundo a Reuters, em texto publicado pelo Jerusalem Post. Zelensky afirmou ser grato aos republicanos, mas disse que os democratas falam “muito claramente” sobre apoiar a Ucrânia e reconstruir a ligação entre os Estados Unidos e a Europa. “Também sou grato aos republicanos, mas os democratas falam muito claramente sobre apoiar a Ucrânia e fornecer assistência à Ucrânia”, disse em comentários fornecidos em alemão pela ZDF antes da exibição da entrevista. “Falam sobre renovar a conexão entre os Estados Unidos e a Europa... Por isso, há esperança de que surja um equilíbrio de poder e de que recebamos mais apoio.” Ele disse também que um Congresso que aprove apoio financeiro ou militar forte terá impacto sobre Putin.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que Ucrânia, Estados Unidos e Rússia preparam um formato trilateral no nível de equipes para daqui a menos de uma semana, depois de uma conversa detalhada de uma hora e meia com os enviados americanos Steve Witkoff e Jared Kushner. Steve Witkoff disse que os Estados Unidos vão mediar as conversas de trabalho, marcadas para 10 e 11 de novembro em Abu Dhabi. O assessor do Kremlin Yury Ushakov afirmou que as conversas podem ocorrer em Abu Dhabi por volta de 10 de novembro. Zelensky disse que a defesa antiaérea segue como prioridade central e que a Ucrânia precisa de interceptadores para sistemas Patriot.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, concedeu à primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, a Ordem da Princesa Olga de 1ª classe, honraria para mulheres com contribuição excepcional em ciência, educação, cultura e trabalho beneficente, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Investing.com. O decreto presidencial, datado de 2 de novembro, citou a “contribuição pessoal significativa” dela para o apoio humanitário à Ucrânia e o trabalho com crianças ucranianas, inclusive as deportadas ou transferidas à força de território ocupado. Autoridades ucranianas afirmam que ela teve papel central na organização do cessar-fogo de seis dias para retirar civis de Oleshky, encerrado no domingo, a mais longa pausa local nos combates desde a invasão em larga escala de 2022. Cerca de 800 pessoas foram retiradas, segundo Melania Trump. Delegações russa e ucraniana, formadas por ombudsmen que participaram da missão de evacuação e por altos funcionários, se reúnem na Casa Branca nesta quinta-feira a convite dela. A Casa Branca afirmou que Melania iniciou por conta própria o contato entre os dois países em guerra e obteve o cessar-fogo.

Segundo a Sputnik, o Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU) afirmou que integrantes do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), da polícia e da Procuradoria-Geral estavam envolvidos em dar proteção a centrais telefônicas fraudulentas, e que durante buscas autorizadas pelo Tribunal Anticorrupção um funcionário do SBU ameaçou os agentes com uma arma e obstruiu os trabalhos. A Polícia Nacional da Ucrânia informou que suspendeu os agentes alvo das buscas, à espera de investigação interna. Segundo o Le Monde, o chefe do SBU, Oleksandr Poklad, demitiu dois altos responsáveis visados pela investigação, que envolve integrantes dos serviços secretos, da Procuradoria-Geral e da polícia.

No relatório anual de alargamento apresentado em 4 de novembro, a Ucrânia aparece no pelotão da frente dos dez candidatos, ao lado de Montenegro, Albânia e Moldávia, e a Comissão Europeia (CE) evitou dar calendário. Sob pressão dos Estados-membros, que não queriam se prender a um calendário de adesão, o executivo europeu reviu as ambições para baixo e apresentou apenas roteiros “indicativos” para os quatro países mais próximos da União Europeia (UE). A comissária do Alargamento, Marta Kos, havia anunciado em setembro que novas datas acompanhariam o relatório, e a resistência das capitais impediu que isso acontecesse. A Irlanda, que conduz as negociações em nome da UE, quer encerrar todos os capítulos com Montenegro até 15 de dezembro.

Uma reunião de delegações técnicas da Comissão Europeia, Alemanha, França, Reino Unido, Estados Unidos, Ucrânia e Banco Mundial em Bruxelas terminou sem resultados práticos para um possível acordo sobre a Ucrânia, segundo uma fonte diplomática ouvida pela TASS. No comunicado final, a Comissão Europeia afirmou que os participantes discutiram a “reconstrução e o desenvolvimento pós-guerra da Ucrânia”. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, disse que a reunião deve se estender até quinta-feira e que conversas anteriores trataram apenas do que a Ucrânia deveria ceder. As conversas antecedem uma nova rodada de negociações de paz mediadas pelos Estados Unidos na semana seguinte.

A Rússia atacou durante a noite com 310 drones, incluindo 81 de propulsão a jato, segundo a Força Aérea da Ucrânia, que afirmou ter abatido ou suprimido 272 drones de vários tipos. Os ataques provocaram cortes de energia e água por horas em Kiev e nas regiões vizinhas, e moradores da capital foram orientados a usar bebedouros públicos antes do restabelecimento. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter abatido 709 drones ucranianos na noite anterior. A varejista Ozon disse que um ataque de drone causou um incêndio em seu centro logístico em Adygeysk, na Adiguésia, mas que não houve vítimas.

Ataques de drones ucranianos mataram três pessoas na região russa de Belgorod, enquanto ataques cortaram a energia de várias cidades na Ucrânia e em partes da Crimeia ocupada pela Rússia, segundo autoridades. O presidente Volodymyr Zelensky disse que os ataques noturnos russos danificaram instalações de geração e subestações em nove regiões, deixando cidades com cortes emergenciais. O Ministério da Defesa russo confirmou no Telegram que atingiu duas usinas nas regiões de Kiev e Jitomir e afirmou ter abatido 709 drones ucranianos em 14 regiões, na Crimeia e nos mares Negro e de Azov. No sul da Rússia, um ataque de drones ucranianos provocou incêndio em um centro de distribuição da Ozon em Adygeysk, na república da Adiguésia, segundo o chefe regional, Murat Kumpilov. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse esperar que Trump siga com os esforços de paz depois da vitória democrata e tratou eventuais mudanças no Congresso como assunto interno dos Estados Unidos: “O presidente Trump continua exercendo seus poderes. Esperamos sinceramente que ele também continue seus esforços de paz”.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, vai reunir representantes da Rússia e da Ucrânia na Casa Branca, um encontro que a Casa Branca descreveu como um momento extraordinário da história americana. Melania foi elogiada por ajudar a intermediar um cessar-fogo localizado entre Ucrânia e Rússia que vigorou das 3h de 27 de outubro até o fim da noite de 1º de novembro, no horário local, em Oleshky, na região de Kherson. A primeira-dama chamou o cessar-fogo de “sucesso” e falou em cerca de 800 pessoas evacuadas, mas nem Ucrânia nem Rússia confirmaram publicamente quantas pessoas saíram nem para onde foram. Yana Lantratova, comissária russa de direitos humanos esperada na reunião, foi sancionada pelos Estados Unidos em 2022, o que a torna inelegível para entrar no país sem uma dispensa especial do Departamento de Estado. Em paralelo, o Kremlin confirmou conversas trilaterais com a Ucrânia e os Estados Unidos em Abu Dhabi nos dias 10 e 11 de novembro, chefiadas pelo assessor Vladimir Medinsky. O porta-voz Dmitry Peskov disse que Moscou espera fechar nos próximos dias os planos de uma reunião entre os líderes de Rússia, Estados Unidos e China.

O balanço do bombardeio russo a Komyshuvakha, no oblast de Zaporizhzhia, subiu nesta quarta-feira de 37 para 40 mortos, anunciou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no Telegram, acrescentando que alguns corpos ainda não puderam ser identificados. O balanço anterior, das autoridades locais, era de 37 vítimas.

O número de mortos no bombardeio de segunda-feira a um ponto de distribuição de ajuda na região ucraniana de Zaporizhzhia subiu a 37, com dezenas de desaparecidos, um dos ataques mais mortais a civis neste ano, segundo autoridades citadas em texto da Reuters republicado pelo The Straits Times. Ivan Fedorov, copresidente do Conselho de Defesa Regional de Zaporizhzhia, escreveu no Telegram que 59 pessoas estão desaparecidas. Segundo o presidente Volodymyr Zelensky, as forças russas primeiro lançaram bombas aéreas sobre o prédio da escola em Komyshuvakha quando as pessoas chegavam para buscar ajuda e depois atingiram o abrigo com mais bombas. Dois integrantes de uma equipe de resgate e quatro policiais estão entre os mortos, segundo os serviços de emergência. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o ataque teve como alvo unidades militares ucranianas em Komyshuvakha e em outros dois assentamentos, e que até 25 militares ucranianos foram mortos.

O Ministério da Defesa da Rússia afirma, em texto da Reuters republicado pelo Investing.com, que duas estações elétricas nas regiões de Kyiv e Zhytomyr foram atingidas, em ataques que também miraram um cargueiro no mar perto de Odessa e seguem os bombardeios de terça com mísseis e drones que cortaram a energia de amplas áreas da Ucrânia. O enviado norte-americano Steve Witkoff anunciou que os EUA reúnem delegações de Ucrânia e Rússia em Abu Dhabi em 10 e 11 de novembro para tratar de segurança pós-guerra, desescalada e fim da guerra.

Ao menos 31 pessoas morreram após bombas russas atingirem um centro de distribuição de ajuda em Zaporizhzhia, com ao menos nove bombas aéreas de 3.000 kg sobre a vila de Komyshuvakha na segunda-feira e o centro desabando após um acerto direto, disse o chefe da administração regional Mykhailo Semikin. Ao menos 26 pessoas morreram em dois ataques separados, o segundo contra um prédio, disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. O alvo era uma unidade militar, sustenta o Ministério da Defesa da Rússia.

As conversas de paz mediadas pelos Estados Unidos estão marcadas para 10 e 11 de novembro em Abu Dhabi. Segundo Zelenski, a Rússia lançou na madrugada 289 drones, 17 mísseis balísticos e 59 mísseis de cruzeiro contra usinas e subestações de Odessa a Rivne. Friedrich Merz disse em Berlim que as conversas são o passo certo e que a Europa precisa participar do processo, cobrando que a Rússia se engaje em negociações sérias sobre cessar-fogo e dizendo não ter visto sinal disso até agora. Moscou afirmou ter atingido unidades militares ucranianas na área de Komyshuvakha e em outros dois assentamentos da região de Zaporíjia, com até 25 militares ucranianos mortos.

Homens armados mantinham cerca de 40 pessoas no porão de uma casa na vila de Petropavlivska Borshchahivka, na região de Kiev, e quatro foram retiradas e levadas a hospital após a multidão exigir a entrada de um médico – no local, o chefe da Guarda Nacional da Ucrânia, Oleksandr Pivnenko, afirmou que militares do departamento, incluindo os que abandonaram suas unidades sem permissão, estariam no porão, e houve confronto com a polícia. Segundo publicações da mídia ucraniana, a suposta prisão seria um edifício do Batalhão Azov, unidade da Guarda Nacional criada em 2014. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a falta de reação pública de organizações ocidentais de direitos humanos não surpreendeu Moscou e que estruturas europeias tentam proteger a liderança ucraniana – e disse que ucranianos que não querem lutar por Kiev podem se render às tropas russas.

A Rússia bombardeou em ondas a infraestrutura energética da Ucrânia na terça-feira, com dezenas de mísseis e centenas de drones, deixando sem energia amplas regiões do país. Volodymyr Zelensky disse que ao menos 33 pessoas morreram na segunda-feira, quando a Rússia bombardeou duas vezes uma escola usada para distribuir ajuda em Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, e que cerca de 50 pessoas seguiam sob os escombros. A concessionária Kyivvodokanal informou que o abastecimento de água da capital foi suspenso porque as principais instalações de captação ficaram sem energia após os ataques. A operadora DTEK afirmou que os ataques derrubaram completamente três de suas usinas termelétricas. As conversas tripartites mediadas pelos Estados Unidos em Abu Dhabi estão marcadas para 10 e 11 de novembro. O chanceler alemão Friedrich Merz disse ser importante que a Rússia se engaje de forma séria e efetiva nas negociações de cessar-fogo.

A administração da usina nuclear de Zaporizhzhia, sob controle russo, afirmou nesta terça-feira que um drone ucraniano matou duas pessoas em um carro, entre elas uma funcionária da usina, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Street Insider. O comunicado não indica onde ocorreu o ataque e afirma que a funcionária é a terceira morta em duas semanas e a 13ª desde abril. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou na semana passada que um funcionário da usina havia sido morto, sem dar detalhes. A Ucrânia não comentou a acusação. Forças russas tomaram a usina, a maior da Europa, com seis reatores, nas primeiras semanas da invasão iniciada em fevereiro de 2022. A instalação está desligada, e o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, pede repetidamente contenção militar no entorno.

O número de mortos confirmados no ataque russo a uma escola usada para distribuir ajuda humanitária em Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, subiu para 33, segundo o balanço mais recente citado pela imprensa ucraniana. Duas ondas de bombas aéreas atingiram a localidade na segunda-feira, durante a distribuição semanal de alimentos, e mataram 29 pessoas no balanço divulgado naquele dia. A Letônia convocou uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) depois dos ataques russos contra civis na Ucrânia, entre eles o centro de distribuição de ajuda em Komyshuvakha.

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) e a Procuradoria-Geral acusaram à revelia Yuliya Mendel, ex-porta-voz de Volodymyr Zelensky, de alta traição sob lei marcial e de justificar as ações da Rússia contra a Ucrânia. Segundo o SBU, os investigadores alegam que Mendel usou declarações públicas e posts em redes sociais para desacreditar a Ucrânia no exterior. Ela está fora do país, e a agência afirma que medidas abrangentes estão sendo tomadas para levá-la à Justiça.

Uma delegação russa irá a Abu Dhabi nos dias 10 e 11 de novembro para negociações trilaterais com a Ucrânia e os Estados Unidos (EUA), confirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov: “Sim, posso confirmar essa data.” O negociador Vladimir Medinski voltará a chefiar a delegação, como na rodada anterior, interrompida após o conflito entre Irã, de um lado, e EUA e Israel, de outro. Será a primeira reunião trilateral desde fevereiro. O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou não ter visto sinal de que a Rússia queira negociar a sério: “Não vi nenhum sinal disso até agora.” Merz também prometeu mais ajuda e apoio ao fornecimento de energia à Ucrânia para o inverno e disse que a Rússia arrisca mais escalada e uma crise alimentar global com os ataques no Mar Negro, segundo a Reuters, em texto republicado pelo StreetInsider. Zelensky defendeu um cessar-fogo no Mar Negro, onde os ataques se intensificaram nos últimos meses.

Um míssil russo destruiu o hospício de Dnipro na noite de segunda-feira, e cerca de 50 pacientes terminais foram transferidos para outras unidades; o mais velho tinha 90 anos. Em Kharkiv, um hospital foi atingido e 73 pessoas ficaram feridas, a maioria pacientes idosos, segundo Volodymyr Zelensky. Os ataques russos contra um centro de ajuda humanitária, um hospício e um hospital mataram ao menos 38 civis e feriram dezenas em 24 horas. O abastecimento de água de Kiev foi totalmente cortado “devido a ataques inimigos e a danos à infraestrutura energética da capital”, informou a Kyivvodokanal, e toda a rede de metrô ficou suspensa na terça-feira. A Rússia atingiu infraestrutura energética em nove regiões, afetando o fornecimento de água e de aquecimento. Zelensky afirmou que a Rússia lançou durante a noite 289 drones, 17 mísseis balísticos e 59 mísseis de cruzeiro contra diferentes regiões do país, e três usinas termelétricas da maior empresa privada de energia da Ucrânia ficaram fora de operação, segundo a própria companhia. A missão de monitoramento de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que a distribuição de ajuda na escola de Komyshuvakha tinha ampla divulgação e que o ataque “parece ter violado os princípios mais fundamentais do direito internacional humanitário”.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o ataque a Komyshuvakha teve como alvo unidades militares ucranianas nas proximidades do vilarejo e em outros dois povoados da região de Zaporizhzhia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo UOL. Em comunicado divulgado nesta terça-feira, o ministério informou que até 25 militares ucranianos foram mortos e que 15 veículos e uma estação de guerra eletrônica foram destruídos. Tanto a Rússia quanto a Ucrânia negam atacar deliberadamente civis no conflito. Autoridades ucranianas dizem que a escola atingida servia de ponto de distribuição de ajuda humanitária e de abrigo; o presidente Volodymyr Zelensky afirmou que as forças russas lançaram inicialmente bombas aéreas sobre a escola, usada para distribuição de ajuda todas as segundas-feiras, e que não havia aulas. O chefe interino da Administração Militar Regional de Zaporizhzhia, Mykhailo Semikin, informou que cinco pessoas ficaram feridas e quase 50 seguiam desaparecidas.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, descartou negociações por telefone com a Rússia, afirmando que Moscou usaria a conversa como pretexto para evitar novos encontros; ele falou em coletiva ao lado do chanceler alemão Friedrich Merz, em Berlim. Na capital alemã, Zelensky descartou convidar Vladimir Putin a Kiev e disse que nenhum ucraniano pretende ir a Moscou. O presidente confirmou que autoridades da Ucrânia, da Rússia e dos Estados Unidos se reúnem em Abu Dhabi em 10 e 11 de novembro, e que Kiev quer o fim dos ataques à infraestrutura energética, passagem segura de grãos pelo Mar Negro e novas trocas de prisioneiros. Merz afirmou que não vê a Rússia se engajando seriamente em negociações de cessar-fogo e que a Europa precisa ter voz sobre sanções e segurança pós-guerra.

O gabinete da primeira-dama dos Estados Unidos (EUA), Melania Trump, anunciou que ela reunirá representantes da Rússia e da Ucrânia na Casa Branca nesta quinta-feira e fará um pronunciamento sobre o cessar-fogo temporário em Oleshky, cidade ocupada pela Rússia na região de Kherson, que ela ajudou a negociar. A Casa Branca atribuiu a Melania a iniciativa independente das conversas entre os dois países e a obtenção da trégua local, que permitiu a entrada de ajuda humanitária e a retirada de moradores. O anúncio não informou quem participará do encontro nem a agenda.

O balanço de mortos no ataque russo a um local de distribuição de ajuda humanitária em Komyshuvakha, na região de Zaporizhia, subiu a 31 nesta terça-feira, com dezenas de pessoas ainda desaparecidas sob os escombros. Entre os mortos estão quatro policiais e dois socorristas, segundo o chefe interino da administração militar regional, Mykhailo Semikin, e ao menos cinco pessoas ficaram feridas. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia lançou 289 drones de ataque, 17 mísseis balísticos e 59 mísseis de cruzeiro contra nove regiões, provocando cortes emergenciais de energia. Em Kharkiv, um ataque combinado de mísseis e drones russos feriu ao menos 62 pessoas, segundo as autoridades locais. O Ministério da Defesa da Rússia disse ter derrubado 856 drones ucranianos na noite anterior, e o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou que 493 drones foram lançados contra a capital.

A Comissão Europeia informou que representantes da Ucrânia, dos Estados Unidos (EUA), da França, da Alemanha, do Reino Unido, da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e do Banco Mundial se reúnem em Bruxelas nesta quarta-feira, véspera da retomada das conversas mediadas pelos EUA, segundo a porta-voz Paula Pinho. O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, anunciou que Washington também mediará conversas de trabalho entre Ucrânia e Rússia em Abu Dhabi nos dias 10 e 11 de novembro. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que uma delegação russa viajará aos Emirados Árabes Unidos e que o auxiliar presidencial Vladimir Medinsky chefiará a equipe. Peskov descartou a entrada da União Europeia nas conversas de Abu Dhabi porque o formato acordado é trilateral, entre Rússia e Ucrânia com mediação dos EUA.

O Serviço de Investigação Estatal da Ucrânia (SBI) abriu processo criminal pelos acontecimentos de 2 de novembro de 2026 em Petropavlivska Borshchahivka, na região de Kiev, com base na parte 5 do artigo 426-1 do Código Penal ucraniano, que trata de excesso de autoridade ou de poderes por funcionário militar. Os fatos ocorreram perto de uma casa particular usada para acomodar temporariamente militares da Guarda Nacional que haviam retornado após deixar a unidade sem autorização. Segundo o SBI, os investigadores vão verificar as circunstâncias e condições da permanência dos militares na casa e os relatos de possível coerção contra eles. O conflito perto da casa escalou em confrontos, com disparos e danos a viaturas oficiais da polícia. O comandante da Guarda Nacional, Oleksandr Pivnenko, confirmou que militares da Guarda estavam na casa depois de deixar a unidade sem autorização e que quatro deles precisaram de atendimento médico e foram levados a hospital. A Guarda Nacional afirmou que deixará de usar o prédio e que as pessoas que ali estavam já saíram.

O balanço de mortos no ataque russo a um local de distribuição de ajuda humanitária em Komyshuvakha, no sul da Ucrânia, subiu a 29 nesta terça-feira, com 48 pessoas ainda desaparecidas; na mesma onda de ataques noturnos, hospitais foram danificados e dezenas de pessoas ficaram feridas. O chefe da administração militar regional de Zaporizhzhia, Mykhailo Semikin, informou que o ataque deixou 29 mortos, 5 feridos e 48 pessoas com destino desconhecido. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que, depois do primeiro ataque à escola local “usada para fins humanitários”, houve um segundo ataque ao local onde as pessoas se abrigavam.

Os Estados Unidos (EUA) vão mediar negociações de nível técnico entre Ucrânia e Rússia em Abu Dhabi nos dias 10 e 11 de novembro, anunciou o enviado especial Steve Witkoff. Segundo Witkoff, as discussões vão se concentrar em arranjos de segurança pós-guerra, desescalada, esforços humanitários e os próximos passos para a paz. A delegação dos EUA deve incluir Witkoff e Jared Kushner, genro de Trump, conforme a Reuters. O Kremlin afirmou que o assessor presidencial Vladimir Medinsky continuará como negociador-chefe da Rússia na nova rodada, segundo a Sputnik.

O governador de Yaroslavl, Mikhail Yevrayev, afirmou que dois funcionários da refinaria de Yaroslavl sofreram ferimentos por estilhaços em um ataque noturno de drones ucranianos e foram hospitalizados, com a infraestrutura da refinaria danificada apesar de defesas e guerra eletrônica terem repelido, segundo ele, 124 drones; as defesas russas afirmam ainda que 493 drones voaram em direção a Moscou entre a noite de 2 e a manhã de 3 de novembro, com 187 neutralizados na aproximação da capital.

Subiu para ao menos 26 o número de mortos no bombardeio russo contra um centro de distribuição de ajuda e um abrigo vizinho em Komyshuvakha, na região de Zaporíjia, disseram Volodimir Zelenski e os serviços de emergência. Cinco pessoas ficaram feridas e 27 foram dadas como desaparecidas depois que ao menos nove bombas aéreas de 3.000 kg atingiram a vila. Zelenski disse que o primeiro ataque atingiu a escola local usada para necessidades humanitárias e o segundo atingiu o local onde as pessoas estavam abrigadas.

Os negociadores americanos Steve Witkoff e Jared Kushner devem representar os Estados Unidos nas conversas com delegações da Rússia e da Ucrânia em Abu Dhabi em 10 e 11 de novembro de 2026, segundo autoridade americana citada pela Reuters, e negociadores americanos se reúnem nesta semana em Bruxelas com França, Alemanha, Reino Unido, União Europeia (UE) e Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para tratar de garantias de segurança à Ucrânia, da futura estrutura de segurança da Europa e do apoio econômico à reconstrução ucraniana.

Os Estados Unidos, a Rússia e a Ucrânia farão conversas de paz em Abu Dhabi em 10 e 11 de novembro de 2026, segundo o Axios. As discussões vão tratar de arranjos de segurança pós-guerra, desescalada, esforços humanitários e dos próximos passos para a paz. Kushner e Witkoff liderarão a delegação americana. Autoridades americanas de escalão inferior se reúnem nesta semana em Bruxelas com representantes de França, Alemanha, Reino Unido, União Europeia (UE) e Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para tratar de garantias de segurança à Ucrânia.

O presidente Volodimir Zelenski afirmou que, depois da operação humanitária em Oleshky, houve um momento em que os próximos passos poderiam ter mostrado que o progresso rumo à paz era possível, e que o bombardeio a Komyshuvakha, na região de Zaporíjia, mostrou que a Rússia “manda um sinal completamente oposto” e “conta com mais mortes”. Ele pediu “uma resposta forte e dura” do mundo. Zelenski escreveu no X que, depois do primeiro bombardeio, houve um “ataque de dupla batida” com nove bombas a mais, voltado especificamente contra o abrigo onde as pessoas se protegiam. A contagem de mortos divergiu entre as fontes: os serviços de emergência da Ucrânia contabilizaram ao menos 24, e a TRT World noticiou 26.

Vinte e quatro pessoas morreram e cinco ficaram feridas no bombardeio russo a um centro de distribuição de ajuda humanitária em Komyshuvakha, na região de Zaporijia, segundo o chefe da administração regional, Mykhailo Semikin, que falou em ao menos nove bombas aéreas de 3.000 kg lançadas sobre a vila. Outras 27 pessoas foram inicialmente dadas como desaparecidas. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que 10 bombas guiadas atingiram uma área que incluía uma escola usada para distribuir ajuda e um abrigo vizinho, e os serviços de emergência da Ucrânia contabilizaram os 24 mortos.

Ucrânia e Rússia disseram que seus aplicativos de alerta de emergência foram hackeados durante a noite, enviando à população avisos falsos sobre ataques aéreos, químicos e nucleares iminentes. Na Ucrânia, um dos alarmes dizia que a Rússia havia lançado um míssil hipersônico Oreshnik, capaz de carregar ogiva nuclear, e que um alerta nuclear havia sido declarado.

O Estado-Maior da Ucrânia afirmou nesta segunda-feira que as forças russas usaram o cessar-fogo humanitário da semana passada na cidade de Oleshky, no sul do país sob controle russo, para reforçar posições militares. O cessar-fogo de seis dias, intermediado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, deveria permitir a entrega de ajuda e a retirada de civis da cidade na linha de frente. No total, quase 800 pessoas foram evacuadas, segundo Melania Trump em publicação no X.

A Ucrânia atingiu três refinarias russas desde sexta-feira. A de Novokuibyshevsk, da Rosneft, foi alvo de um ataque de drones na sexta, o primeiro ataque ucraniano a uma refinaria russa desde 15 de outubro; no fim de semana, drones atingiram uma refinaria da Rosneft em Bashkortostan e a refinaria de Kstovo, da Lukoil, em Nizhny Novgorod.

A Rússia e a Ucrânia relataram ciberataques contra seus aplicativos de alerta de emergência, com hackers enviando avisos falsos de ameaças nucleares, químicas e de radiação a usuários de celular. Na Rússia, o aplicativo do ministério de situações de emergência sofreu um ataque massivo que resultou na disseminação de informações falsas ao público, segundo a Reuters, que citou a agência estatal TASS. O alerta falso enviado ao aplicativo russo dizia que ogivas nucleares montadas em P1-Suns, um drone de ataque ucraniano, tinham sido lançadas contra todas as regiões da Rússia.

Os Estados Unidos (EUA) defendem a retomada rápida das exportações de gás natural russo para a Europa por gasodutos que cruzam a Ucrânia, como parte das conversas por um cessar-fogo energético antes do inverno, segundo a Reuters, em texto republicado pela Arab News. A ideia, apresentada pelos enviados Jared Kushner e Steve Witkoff em viagens a Moscou e Kiev em setembro, prevê a venda do gás por meio de um intermediário norte-americano para contornar as sanções europeias, segundo o Wall Street Journal (WSJ).

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse neste domingo que a Ucrânia deixará de atingir refinarias de petróleo russas – uma exigência central do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – se Washington fornecer mísseis interceptadores Patriot. Ele condicionou a pausa a um mês de fornecimento: se os sistemas forem entregues por um mês, Kiev interrompe os ataques às refinarias pelo mesmo período, segundo o Straits Times. Os mísseis Patriot estão entre as armas mais importantes de que a Ucrânia dispõe para interceptar drones e mísseis russos.

A Ucrânia disse ter evacuado neste domingo mais 167 pessoas de áreas ameaçadas do sul da região de Kherson, entre elas 22 crianças e 21 pessoas com mobilidade reduzida que precisam de assistência especial, no dia em que a trégua localizada de vários dias entre Rússia e Ucrânia terminou sem violações relatadas por nenhum dos lados e sem sinal de prorrogação, segundo a Al Jazeera. A pausa nas hostilidades permitiu a retirada de moradores sitiados da cidade de linha de frente de Oleshky, em uma operação conjunta rara entre Kiev e Moscou encerrada no sábado; cerca de 2.000 civis estavam na cidade quando a trégua temporária começou, segundo a AP News.

O cessar-fogo de vários dias em Oleshky, na Ucrânia, terminou sem violações, informou a TRT World. A TASS informou também que os dois lados honraram os compromissos durante o cessar-fogo em Alyoshki, a grafia usada pela agência.

Drones ucranianos de longo alcance incendiaram a refinaria de Kstovo, na região russa de Nijni Novgorod, durante a noite, pouco depois de um grande ataque a outra refinaria de porte em Samara, da estatal Rosneft, segundo a mídia estatal russa citada pelo Guardian. Autoridades ucranianas disseram ao Kyiv Independent que nunca concordaram com o pedido de Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos (EUA), para uma pausa de 30 dias nos ataques a refinarias.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia atingiu infraestrutura de energia em quatro regiões do país na noite de sábado para domingo, deixando centenas de milhares de pessoas sem eletricidade, segundo a BBC. A trégua humanitária na região de Kherson, que permitiu a saída de civis da cidade ocupada de Oleshky, termina na noite deste domingo.

A trégua mais longa da guerra da Ucrânia, intermediada pela primeira-dama dos Estados Unidos (EUA), Melania Trump, e limitada à região de Kherson, estava prevista para terminar neste domingo à noite sem anúncio de prorrogação, segundo a AFP. Nenhum dos lados relatou violações desde o início da pausa, que um parlamentar ucraniano descreveu como a “maior desescalada desde 2022”. Um oficial ucraniano disse temer combates piores do que os anteriores com o fim da trégua e afirmou que forças russas posicionadas do outro lado do rio Dnipro aproveitaram a calma dos últimos dias para reunir novas tropas, transportar estoques de munição e coletar informações sobre posições ucranianas com drones de vigilância.

O assessor do Kremlin Yury Ushakov disse que as primeiras rodadas de conversas sobre a Ucrânia devem ocorrer em formato trilateral entre Estados Unidos (EUA), Rússia e Ucrânia. Segundo ele, representantes da Europa também podem estar à mesa, mas o processo deve começar no formato trilateral, dados os contatos de trabalho com os americanos. O porta-voz Dmitry Peskov afirmou que os europeus precisam estar à mesa, mas não com a abordagem atual, que, segundo ele, pede a derrota da Rússia e inviabiliza o diálogo. Ushakov disse ainda que Putin atenderia a uma eventual ligação de Zelensky e que nunca se recusou a dialogar, segundo a Interfax, em texto do G1.

Uma mulher que estava dentro de um carro ficou ferida quando destroços de drone caíram na região de Nizhny Novgorod, informou o governador Gleb Nikitin em seu canal no Max. Segundo o governador, uma instalação industrial na região sofreu danos significativos num ataque massivo de drones, e o nome do alvo não foi divulgado. As autoridades disseram adotar medidas para manter o abastecimento; a região abriga a refinaria de petróleo NORSI, uma das maiores da Rússia. Não há, nas informações divulgadas até aqui, confirmação de que a refinaria tenha sido a instalação atingida, segundo o G1.

O embaixador russo na Dinamarca, Vladimir Barbin, disse à TASS que a Dinamarca serve atualmente como base logística para as forças armadas ucranianas e que a ajuda militar a fundo perdido de Copenhague a Kiev já superou 10,5 bilhões de euros. Barbin afirmou também que a intenção de Copenhague de encomendar mísseis Patriot de Washington para repassar a Kiev mostra que a Dinamarca financia a continuação das hostilidades em vez de buscar uma solução política e diplomática para o conflito.

Kiev está com cortes de energia de emergência por danos à rede elétrica da capital, segundo a empresa DTEK, citada pela TASS. Cerca de 200 mil lares estavam sem eletricidade no sábado na região de Dnipropetrovsk e outros 80 mil na região de Kiev, onde uma central termoelétrica foi atingida por drones, segundo o Le Monde.

A refinaria de petróleo da Lukoil em Kstovo, na região de Nijni Novgorod, foi alvo de um ataque ucraniano na noite de sábado para domingo, segundo o Le Monde, que citou mídias ucranianas, entre elas a agência de notícias RBC. O governador da região, Gleb Nikitin, relatou “um ataque massivo de drones” na noite e na manhã de domingo, durante o qual “uma empresa industrial no distrito de Kstovo sofreu danos importantes”, sem vítimas segundo informações preliminares. O Le Monde informou que a unidade é uma das maiores refinarias da Rússia, com capacidade de cerca de 17 milhões de toneladas de petróleo por ano, ou cerca de 340 mil barris por dia.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, pediu à Rússia e à Ucrânia que parem de atacar navios civis no Mar Negro e acertou com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, trabalhar em um novo corredor de grãos pelo mar, segundo a Al Jazeera. Os dois falaram em uma coletiva de imprensa conjunta neste sábado em Istambul. “Está claro que ataques contra embarcações civis e ações que aumentam ainda mais a tensão no Mar Negro não servem aos interesses de ninguém”, disse Erdogan. Ele acrescentou que os ataques são inaceitáveis “independentemente de quem os comete ou de qual justificativa é apresentada”.

Rússia e Ucrânia concordaram em organizar missões humanitárias regulares em Oleshky, na região de Kherson, após a conclusão de uma operação humanitária conjunta, segundo a comissária russa de direitos humanos Yana Lantratova, em declarações divulgadas pela Xinhua. Lantratova disse que os esforços conjuntos vão continuar com o comissário parlamentar ucraniano de direitos humanos, Dmytro Lubinets, para prestar assistência. A Reuters registrou a declaração de que os dois lados concordaram em realizar missões humanitárias regulares, “um passo muito importante”.

O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, defendeu o telefonema que ele e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, fizeram a Vladimir Putin nesta semana, após críticas de parte dos falcões antimoscovitas na Europa, segundo a RT. Stubb disse que era importante ouvir em primeira mão a visão do líder russo sobre as causas profundas do conflito na Ucrânia e descreveu a troca direta de opiniões como um ponto de virada. Segundo ele, o canal foi reaberto a pedido de Kiev, com mensagens de Zelensky repassadas a Putin.

Moradores evacuados de Oleshky, cidade ocupada pela Rússia, atravessaram neste sábado para território controlado pela Ucrânia e se reuniram com familiares. A operação começou na sexta-feira e foi realizada sob a trégua mais significativa desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, há quatro anos e meio, segundo o The Guardian. Cerca de 2.000 pessoas permaneciam na cidade quando a trégua entrou em vigor e puderam escolher entre a evacuação para território ucraniano ou russo, ou permanecer no local com alimentos e suprimentos médicos repostos.

Os chanceleres do G20 encerraram dois dias de conversas em Atlanta sem consenso sobre temas centrais, entre eles a guerra da Rússia contra a Ucrânia, e sem comunicado conjunto, segundo o South China Morning Post. O grupo recorreu a uma declaração da presidência, resumindo os debates e listando prioridades como energia, segurança alimentar e liberdade de navegação, divulgada pelo secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, após o fim dos encontros. Rubio disse que não fingiria que os países estão perto de soluções universalmente aceitas para os problemas, mas que há governos trabalhando juntos em cadeias de suprimento e minerais críticos.

O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, disse neste sábado que há interesse crescente da comunidade internacional em facilitar um cessar-fogo limitado no Mar Negro para garantir o transporte sem entraves de energia e grãos pela Rússia e pela Ucrânia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo U.S. News. A Turquia enviou há algum tempo propostas a Washington para garantir a segurança do transporte de grãos pelo Mar Negro, e Rubio afirmou que os EUA as estão examinando, segundo a TASS: “Estamos examinando propostas, por exemplo, que nos foram encaminhadas talvez algumas semanas atrás, talvez uma semana atrás, pela Turquia nesse sentido”.

Centenas de moradores de Oleshky, cidade ocupada pela Rússia, foram evacuados após um cessar-fogo humanitário mediado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, e aviões com evacuados pousaram em Gomel, em Belarus, na manhã deste sábado, segundo autoridades russas e ucranianas citadas pela BBC. O cessar-fogo local começou na terça-feira e vai até domingo, enquanto a operação tenta levar comida e remédios aos cerca de 2 mil moradores que permanecem na cidade, segundo a AP.

O chanceler da Polônia, Radoslaw Sikorski, pediu nesta sexta-feira um cessar-fogo rápido no Mar Negro que permita a passagem segura de embarques de grãos da Ucrânia e da Rússia. “Falei em favor de fazer algo rapidamente porque o povo do Sul Global precisa desse grão”, disse a repórteres durante a reunião de dois dias de chanceleres do G20 (Grupo das 20 maiores economias) em Atlanta.

Stephen Hubbard, 74 anos, professor aposentado de Michigan, disse nesta sexta-feira que só acreditou que seria libertado quando recebeu roupas novas e foi levado à saída da prisão russa, em suas primeiras declarações públicas desde a soltura. Ele contou que ouviu muitas vezes que seria libertado, mas nunca confiou no que lhe diziam. Trump, que o recebeu no Salão Oval, afirmou que pediu a Vladimir Putin a libertação do estadunidense e que os Estados Unidos não precisaram soltar ninguém em troca. Hubbard ficou preso mais de quatro anos sob a acusação de ter lutado como mercenário na Ucrânia; sua defesa nega as acusações e diz que ele não participou de nenhuma atividade militar. Putin decidiu libertá-lo como gesto de boa vontade, segundo a TASS.

Moradores da sitiada cidade de Oleshky, sob controle russo no sul da Ucrânia, começaram a ser evacuados nesta sexta-feira em uma operação conjunta de socorro, a primeira do tipo em quatro anos e oito meses de guerra, na descrição do Guardian. O comboio humanitário, com 25 ônibus e ambulâncias, chegou à cidade para entregar comida e remédios e retirar quem quisesse sair para a Rússia ou a Ucrânia. O cessar-fogo localizado na região de Kherson permitiu a desminagem das estradas de saída de Oleshky e viabilizou a evacuação.

A União Europeia (UE) e o Canadá acordaram aprofundar a parceria estratégica e anunciaram uma série de iniciativas em comércio, tecnologia e segurança, informou a TRT World. A emissora afirma que as políticas do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, pressionam as relações de Washington com aliados tradicionais. O Canadá vai aderir ao empréstimo de US$ 103 bilhões (€ 90 bilhões) da UE para a Ucrânia, com contribuição inicial de US$ 558 milhões (€ 500 milhões), enquanto os dois lados ampliam a cooperação em vários setores estratégicos.

O vice-premier russo Alexander Novak disse nesta sexta-feira que a Ucrânia retomou os ataques a refinarias russas após uma pausa breve e alertou que os ataques podem reduzir as exportações de diesel planejadas por Moscou, segundo o The Hindu. Novak afirmou também que a Rússia embarcou cerca de 510 mil toneladas de diesel em outubro sob o acordo e planeja quantidade maior em novembro, cerca de 2,15 milhões de toneladas.

A Ucrânia pausou temporariamente os ataques a refinarias russas após semanas de pressão do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, segundo o Wall Street Journal, em reportagem citada pelo Türkiye Today, com base em pessoas a par das operações. A pausa não oficial teria começado no início da semana passada e deve durar até depois das eleições de meio de mandato nos EUA, podendo se estender por novembro. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse a repórteres em Kiev que “nossos rapazes tentaram ser um pouco mais cuidadosos nesses dias”, mas que não têm ordem para deixar de atingir refinarias.

Divergências profundas sobre as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio devem inviabilizar ações e declarações unificadas na reunião de dois dias dos chanceleres das 20 maiores economias, em Atlanta, segundo a Reuters, em texto republicado pelo US News. Os Estados Unidos não convidaram a África do Sul para a ministerial, que ocorre nos dias 30 e 31 de outubro.

Mais de 1.400 africanos foram alistados desde 2023 para lutar pela Rússia na Ucrânia, tema ausente da agenda oficial da cúpula Rússia-África, segundo a France 24. Na Tunísia, as famílias de vários homens que viajaram à Rússia para trabalho ou estudo seguem sem respostas sobre o destino deles.

A evacuação de Oleshky, cidade ucraniana sob ocupação russa, está em curso, confirmada por autoridades russas e ucranianas, com um comboio de 25 ônibus que permite a saída de até 750 pessoas até as 14h locais (12h GMT), além de ambulâncias para pessoas com mobilidade reduzida. O ombudsman ucraniano Dmytro Lubinets e a contraparte russa, Yana Lantratova, viajaram juntos à cidade na sexta-feira para acompanhar a operação, segundo a BBC. Um comboio de ajuda entrou na cidade sob controle russo, na região de Kherson, após semanas de esforços para organizar uma operação de socorro aos moradores, segundo a Al Jazeera.

Seul busca uma saída para a disputa diplomática com Kiev, que começou depois que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, revelou em discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 23 de setembro, a transferência de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos para a Coreia do Sul, transferência que Seul diz ter pedido que fosse mantida em sigilo. Um alto funcionário presidencial, que falou sob anonimato, disse que o governo não considera desejável que o assunto se arraste e que há conversas em curso para encontrar uma saída, segundo o Korea Herald. O funcionário também negou que Seul esteja se inclinando para Moscou, afirmando que as relações com a Rússia operam sob sanções internacionais e restrições e que o país segue participando dos esforços internacionais de apoio à Ucrânia.

As forças russas fizeram um ataque massivo noturno contra empresas da indústria militar ucraniana e instalações de energia que as sustentam, atingindo ainda infraestrutura portuária na região de Odessa, incluindo fábricas de drones e mísseis em Kiev, subestações em Kiev e Dnepropetrovsk e alvos portuários em Odessa, segundo o Ministério da Defesa da Rússia citado pela TASS. A defesa aérea ucraniana diz ter neutralizado três mísseis e 96 drones russos no ataque da madrugada, com impactos registrados em 17 localidades, segundo a Ukrinform.

Um comboio de ajuda partiu durante a noite em direção a Oleshky, cidade sob controle russo no sul da Ucrânia, levando alimentos e suprimentos médicos, segundo o jornal russo Izvestia – o ombudsman ucraniano Dmytro Lubinets, que chefia a equipe de negociação da Ucrânia, disse na quinta-feira que a desminagem das rotas foi concluída e o comboio estava montado e pronto, segundo a agência Associated Press (AP). O Kremlin disse esperar que a ajuda chegue a Oleshky na quinta ou na sexta-feira e que quem quiser sair poderá fazê-lo, segundo a Interfax.

As forças armadas ucranianas pausaram os ataques contra refinarias de petróleo russas depois da pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo o Wall Street Journal, que citou pessoas com conhecimento das operações. A pausa, não oficial, deve durar até depois das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e pode avançar por novembro, segundo o Jerusalem Post, que informou também que unidades de longo alcance foram avisadas em meados de outubro de que a campanha contra as refinarias estava suspensa depois da conclusão das missões em curso.

O tenente-general Brett Sylvia admitiu ter vazado informação classificada sobre a Ucrânia e o Irã a dois repórteres de veículos distintos ao longo de um ano, segundo relatório interno da investigação obtido pelo Axios, em texto republicado pelo Yahoo News. Ele reprovou três testes de polígrafo sobre o compartilhamento de material sigiloso com a imprensa, e o caso foi encaminhado ao Departamento de Justiça depois que o secretário de Defesa, Pete Hegseth, o demitiu, segundo a CBS News.

O presidente Volodymyr Zelensky disse que a Ucrânia suspendeu por três dias os ataques a refinarias russas enquanto a Rússia seguia atingindo a infraestrutura energética ucraniana durante a trégua energética. Em relato a jornalistas em um briefing fechado em 27 de outubro, ele afirmou: “por três dias não respondemos com ataques a refinarias russas enquanto a Rússia atacava o nosso setor energético”, e disse ter proposto responder com calma contra outros alvos por pelo menos 72 horas, sem tocar nas refinarias. O ritmo de ataques ucranianos a refinarias caiu nas últimas semanas; os casos mais recentes foram em Riazan, em 15 de outubro, e em São Petersburgo, em 18 de outubro, segundo o Kyiv Independent.

Segundo a Reuters, em texto republicado pelo SRN News, um drone russo matou ao menos 14 pessoas em uma plataforma lotada da estação de Dnipro, na Ucrânia, na quinta-feira, onde passageiros esperavam embarcar em um trem regional para Zaporizhzhia. A empresa ferroviária estatal Ukrzaliznytsia afirmou que um drone a jato atingiu a plataforma e que a força aérea interceptou três drones, mas um quarto furou as defesas. O presidente Volodymyr Zelensky chamou o ataque de “horrível” e disse que ele exige uma resposta dos aliados de Kiev.

O porta-contêineres Contship Jet, de propriedade grega e operado pela israelense ZIM Integrated Shipping Services, foi atingido por ao menos três embarcações-drone não tripuladas e afundou no Mar Negro, segundo o Globes. O navio havia partido de Haifa, e os 421 contêineres que levava afundaram com ele. A tripulação foi resgatada ilesa. Os 18 tripulantes, 14 filipinos e quatro ucranianos, foram levados ao porto búlgaro de Varna, segundo o Israel Hayom. A ZIM afirmou que o navio era pequeno, fretado e não próprio, que os tripulantes foram evacuados em segurança e que a estimativa inicial de dano financeiro é mínima, conforme disse a empresa ao Globes.

Rússia e Ucrânia começaram na terça-feira um cessar-fogo localizado para permitir a entrada de ajuda humanitária em Oleshky, cidade ocupada pela Rússia na margem esquerda do Dnipro, no sul da Ucrânia, segundo a DW. Os dois lados confirmaram que a trégua entrou em vigor às 3h locais (0100 GMT), depois de um acordo intermediado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump. Cerca de 2 mil pessoas, entre elas até 50 crianças, seguem presas na cidade, segundo estimativas ucranianas e norte-americanas.

A corregedoria do Pentágono, o Ministério da Defesa dos Estados Unidos, recusou o pedido bipartidário de nove senadores para abrir investigação sobre a lentidão do Starshield, o sistema de uso militar da SpaceX, na Ucrânia, segundo carta obtida pela CNN. O inspetor-geral Platte Moring respondeu, em carta datada de terça-feira, que as perguntas dos senadores sobre as restrições de velocidade e seus impactos devem ser dirigidas à Força Aérea e à Força Espacial. O pedido, liderado pelo republicano Thom Tillis e pela democrata Jeanne Shaheen, citava também o Starlink comercial e pedia “investigação imediata” sobre as interrupções nos dois sistemas na Ucrânia.

A trégua localizada na devastada cidade de Oleshky, no sul da Ucrânia, completou 30 horas sem violações, disseram nesta quarta-feira a ouvidora da Rússia, Yana Lantratova, e o ouvidor de direitos humanos da Ucrânia, Dmytro Lubinets, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo The Hill. A trégua começou na terça-feira e vai até domingo, numa operação humanitária que corre para levar comida e remédios aos cerca de 2 mil moradores que restam na cidade e evacuar quem quiser sair.

O cessar-fogo que começou para levar comida e remédios à cidade ucraniana de Oleshky, ocupada pela Rússia, foi estendido a toda a região de Kherson, no sul do país, segundo fontes ouvidas pela BBC. Pelo acordo, a trégua será seguida da entrega de ajuda humanitária a Oleshky e depois de evacuações, previstas para sexta-feira, para quem quiser sair. O deputado David Arakhamia, dirigente do partido parlamentar do presidente Volodymyr Zelensky, disse que a trégua vai até as 22h59 do horário da Ucrânia de domingo, 1º de novembro, e a descreveu como a “maior desescalada desde 2022”.

Um cessar-fogo local em Oleshky, cidade do sul da Ucrânia sob ocupação russa, parecia se manter nesta terça-feira, com os dois lados interrompendo os ataques de drones antes de uma aparente evacuação de cerca de 2 mil civis presos na cidade, segundo o Guardian. Segundo o assessor do Kremlin, Yuri Ushakov, o presidente russo, Vladimir Putin, disse ao presidente da Finlândia, Alexander Stubb, e ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, que Zelensky pode ir a Moscou para conversas diretas.

Um cessar-fogo localizado entre Rússia e Ucrânia entrou em vigor na madrugada desta terça-feira para viabilizar uma missão humanitária em Oleshky, intermediado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, segundo a AP. A pausa nos combates começou às 3h e deve permitir a entrada de ajuda na cidade ocupada pela Rússia, no sul da Ucrânia, ainda nesta semana. Segundo a ONU, até 2 mil pessoas estão retidas em Oleshky, com comida e remédios escassos, sem conseguir sair por causa de minas e ataques de drones na região. Em comunicado no Telegram, o Ministério da Defesa da Rússia disse ter cessado o fogo em direção a Kherson às 4h de Moscou (1h GMT), em preparação para a operação humanitária, segundo a BBC.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse nesta segunda-feira que as autoridades de Kiev intensificaram ataques direcionados contra a usina nuclear de Zaporíjia e a cidade vizinha de Energodar, segundo a agência Sputnik. Questionada sobre a situação da usina, Zakharova descreveu Energodar como a cidade onde moram os funcionários da central, que seguem trabalhando “nas condições mais difíceis”, e a declaração não detalhou datas, locais ou alvos dos ataques.

Um ataque russo na cidade de Zaporíjia, no sudeste do país, feriu quatro pessoas durante a noite, disse o governador regional no Telegram, segundo o The Hindu; outros dois ficaram feridos em ataques na região de Chernihiv, disse o serviço de emergência da Ucrânia; o presidente Volodymyr Zelensky disse que Kiev só suspende ataques a refinarias russas se Moscou parar de atingir infraestrutura de energia, ou se os Estados Unidos (EUA) liberarem o Starshield ou Patriots.

O assessor de tecnologia de defesa do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, Serhii Beskrestnov, disse no domingo que as restrições existentes ao emprego da rede Starlink na Ucrânia impediam o uso para ataques com drones, segundo o Hindustan Times. No sábado, Elon Musk havia escrito no X que “usar a Starlink, um serviço comercial civil, para ataques ofensivos com drones para matar pessoas nunca foi permitido, nem deveria ser”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a repórteres na Casa Branca no domingo que as conversas trilaterais sobre a Ucrânia vão acontecer “muito em breve”, segundo a agência Sputnik. O assessor presidencial russo Yury Ushakov afirmou à imprensa russa que “o próximo prazo é 4 de novembro – um feriado importante para nós” e que, depois disso, a Rússia estará pronta para retomar as negociações.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse neste domingo, 25 de outubro, que Moscou apoiaria a nomeação de um enviado diplomático da União Europeia (UE) para participar de negociações, desde que o representante indicado demonstre compromisso genuíno com um acordo pacífico. Falando à agência estatal russa TASS, Peskov afirmou que Moscou segue aberta ao engajamento diplomático europeu, mas acusou Bruxelas de não adotar uma abordagem construtiva para resolver o conflito na Ucrânia, segundo o Kyiv Post.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou neste domingo que seus drones atingiram um cargueiro que seguia para o porto de Chornomorsk, no mar Negro, em um ataque durante a noite, e outro cargueiro a caminho do porto de Odesa durante o dia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo MarketScreener. As forças russas também atingiram um centro logístico, um centro de distribuição e um terminal logístico na cidade ucraniana de Kharkiv durante a noite, segundo o ministério. A Reuters não pôde verificar as informações de forma independente.

Pelo menos três pessoas morreram e 16 ficaram feridas em ataques ucranianos contra a Rússia, e 10 ficaram feridas em ataques russos contra a Ucrânia, segundo autoridades dos dois países, neste domingo. Em Belgorod, uma pessoa morreu e 14 ficaram feridas num ataque noturno de drones em larga escala, disse o governador regional, Alexander Shuvaev, na plataforma russa Max. Na Ucrânia, 10 pessoas, entre elas três socorristas, ficaram feridas em ataques russos em Kharkiv e Vinnytsia, segundo o Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia.

O centro de Belgorod, no oeste da Rússia, sofreu um ataque massivo de drones ucranianos com danos significativos e vítimas, segundo o prefeito Valentin Demidov. Em publicação em seu canal no Max, ele afirmou que o ataque atingiu bairros residenciais do centro da cidade, com danos a edifícios residenciais, carros e instalações sociais e comerciais, e que relatos preliminares indicam vítimas.

Elon Musk acusou os militares da Ucrânia de violarem os termos de serviço do Starlink ao usarem o sistema para ataques ofensivos de drones, e disse que a brecha foi fechada na semana passada, em publicação na rede social X. Também neste sábado, o governo da Ucrânia anunciou que o Starlink e sua versão militar, o Starshield, voltaram a funcionar plenamente após mais de uma semana de restrições, segundo o G1.

10 dias depois de o uso do sistema de comunicações por satélite ter sido restringido de repente, o governo da Ucrânia afirmou que o Exército mantém uma conexão estável com o Starlink. As restrições limitaram os terminais a 160 km/h e levaram ao fracasso de várias missões de combate ucranianas no início deste mês.

O Ministério da Defesa da Ucrânia disse neste sábado que seus sistemas de monitoramento registram a volta do Starlink e do Starshield à velocidade normal, acima de 400 km/h, com a conexão estável. A volta ocorreu após mais de uma semana de restrições que lentificaram a conexão e atrapalharam operações militares, segundo a Reuters.

A Casa Branca afirmou que a primeira-dama dos Estados Unidos (EUA), Melania Trump, “assegurou com sucesso” um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia na cidade de Oleshky ocupada pela Rússia, segundo a BBC. De acordo com o comunicado, a trégua na “cidade de guerra na linha de frente à beira do desastre” começaria em 29 de outubro, mas Ucrânia e Rússia ainda não se pronunciaram. Oleshky fica na região de Kherson e foi tomada por forças russas nos primeiros dias da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022.

Os governos de Joe Biden e de Donald Trump pediram várias vezes à SpaceX que ligasse ou desligasse o Starlink em diferentes países, segundo o Jerusalem Post. Sob Biden, os pedidos incluíram desligar o serviço para impedir que milícias aliadas do Irã no Iêmen e no Líbano o usassem para se comunicar, e ativá-lo para levar internet ao Irã e à Ucrânia em apoio ao Exército ucraniano. O governo Trump também discutiu com Musk e a SpaceX levar terminais ao Irã depois dos ataques dos EUA e de Israel ao país em junho de 2025 e outra vez em fevereiro de 2026, segundo o Times of Israel.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o país está pronto para realizar no mês que vem uma reunião trilateral com os Estados Unidos e a Rússia em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, segundo a Xinhua, que cita a agência Interfax-Ucrânia. O encontro no nível das equipes de negociação está previsto para a primeira metade de novembro e depende do lado russo, disse ele em pronunciamento on-line ao Hudson Institute. O Kyiv Independent relatou que as equipes de negociação dos três países vão se reunir em Abu Dhabi em novembro para iniciar conversas de paz.

O chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, anunciou que o Exército russo suspende os disparos na direção de Kherson e instaura um “regime de silêncio” a partir das 4h de Moscou (1h GMT) de 27 de outubro, para uma operação humanitária na área de Oleshky, segundo a Sputnik. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que conversas trilaterais entre Rússia, Estados Unidos (EUA) e Ucrânia estão marcadas para novembro em Abu Dhabi, para discutir uma solução para a guerra, segundo o The Cradle. O anúncio russo vem depois de a Casa Branca dizer que a primeira-dama, Melania Trump, mediou um cessar-fogo na cidade de Oleshky para permitir ajuda humanitura e a retirada de civis.

A Casa Branca disse que a primeira-dama, Melania Trump, “assegurou um cessar-fogo” entre Rússia e Ucrânia na cidade de Oleshky, no sul da Ucrânia. Nem a Rússia nem a Ucrânia confirmaram de imediato o comunicado desta sexta-feira. Segundo a nota da Casa Branca, representantes da primeira-dama trabalharam diretamente com as lideranças russa e ucraniana para definir os termos do cessar-fogo localizado, e líderes civis dos dois países vão trabalhar juntos para conceder acesso humanitário aos civis na cidade.

O sistema militar de comunicações Starshield está de volta à Ucrânia, disse o presidente Donald Trump em 22 de outubro, após o jornal The Wall Street Journal relatar que ele pediu ao empresário Elon Musk que restaurasse o serviço, vital para as forças de Kiev. Trump recusou-se a dizer se ligou pessoalmente para Musk. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, afirmou que a velocidade da Starlink na Ucrânia ainda não foi totalmente restaurada, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Hindustan Times.

Donald Trump disse que Elon Musk restaurou o acesso da Ucrânia à internet. O presidente dos Estados Unidos afirmou também que o acesso ucraniano ao Starshield, serviço de satélite de grau militar, foi restabelecido, segundo a TASS. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que a conectividade, fornecida pelo sistema de satélites Starlink, de Musk, ainda não havia sido totalmente restaurada.

Três mísseis balísticos com ogivas de submunições foram disparados contra Kiev na noite de 21 para 22 de outubro, e um deles atingiu o centro histórico da capital, segundo a Ukrainska Pravda. Um dos mísseis atingiu Pechersk, área entre a Lavra de Kiev-Pechersk e o Mosteiro da Apresentação, e danificou prédios do mosteiro, residências, lojas, cafés e outras instalações civis. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse também que a Rússia mantém ataques à infraestrutura energética do país, com mais de 170 atingimentos a instalações críticas desde 11 de outubro, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Jerusalem Post.

A Rússia entregou à Ucrânia os corpos de 252 militares ucranianos, e o lado ucraniano transferiu 25 corpos à Rússia, segundo a Anadolu, que cita um comunicado. A troca ocorreu no posto de controle de Novaya Huta, na fronteira com Belarus, informou a agência.

A Rússia concordou na quarta-feira em retomar no próximo mês as negociações trilaterais com Washington e Kiev, visando encerrar a guerra na Ucrânia, segundo um funcionário do Kremlin citado pela Associated Press (AP). Pode ser o primeiro encontro desse tipo desde fevereiro. No mesmo dia, o enviado dos Estados Unidos (EUA), Steve Witkoff, reuniu-se com o presidente russo, Vladimir Putin, em São Petersburgo, para tratar do conflito na Ucrânia, enquanto o presidente Donald Trump pressiona Kiev e Moscou a fechar um acordo que pare a luta.

Mísseis atingiram Kiev na madrugada de quinta-feira, após um ataque noturno que feriu seis pessoas e danificou casas, posto de gasolina e equipamentos de transporte, segundo a Reuters em texto republicado pelo France 24. O enviado estadunidense Steve Witkoff manteve conversas nesta semana com Zelensky e Putin para mediar o fim da guerra, ainda segundo a Reuters em texto republicado pelo France 24. O Kremlin disse que novas propostas de paz carecem de substância após o encontro Witkoff-Putin na Rússia, segundo o Guardian.

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba reiterou a rejeição absoluta às acusações dos Estados Unidos sobre suposta participação cubana no conflito na Ucrânia, segundo o Opera Mundi. A chancelaria cubana afirma que Cuba não faz parte do conflito e não tem efetivos militares na Ucrânia nem em nenhum outro país, segundo o Rio Times, e diz ter investigado 17 casos com 49 pessoas desde 2023 e levado 43 pessoas à Justiça em 12 processos por mercenarismo, ainda segundo o Rio Times.

O conselho regional de Lviv decidiu na terça-feira organizar eventos culturais, memoriais, científicos e de mídia, além de exposições e comícios nacional-patrióticos, para marcar os 120 anos do nascimento de Roman Shukhevych e os 85 anos da criação do grupo militante que, segundo a RT, cometeu assassinatos em massa de poloneses étnicos, judeus e russos. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, classificou a decisão como “tática suicida” para a Ucrânia, o ministro da Defesa, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, a chamou de “inaceitável”, e o chanceler Radoslaw Sikorski pediu que o principal patrocinador da resolução, o deputado regional Svyatoslav Sheremet, entre na lista de banimento de viagem da Polônia, segundo a RT.

A Rússia libertou o professor estadunidense aposentado Stephen Hubbard, preso sob acusação de lutar como mercenário na Ucrânia, na quarta-feira, segundo o enviado dos Estados Unidos (EUA) Steve Witkoff. Segundo a AP, Putin disse a Witkoff que Hubbard estava no aeroporto de Pulkovo, em São Petersburgo, após a libertação. O Guardian registrou a ordem de libertação no mesmo dia em que Putin recebeu o enviado estadunidense para conversas sobre a Ucrânia.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, pediu nesta quarta-feira o congelamento da linha de frente da guerra contra a Rússia como primeiro passo para conversas de cessar-fogo, segundo a France 24. “Agora temos de congelar, e acho que este é o caminho real para encerrar esta guerra”, disse. Zelenski afirmou que qualquer conversa de paz precisa incluir a Ucrânia. “Sempre disse que estamos abertos a negociar em qualquer formato, sobre qualquer tema. Mas não falem sobre nós sem nós, por favor.”

A nova rodada de conversas trilaterais sobre a Ucrânia pode ocorrer em Abu Dhabi por volta de meados de novembro, disse o assessor presidencial russo Yuri Uchakov a veículos russos, segundo a Sputnik. “Estamos visando Abu Dhabi… Ficou acordado que isso aconteceria por volta de meados de novembro, nos primeiros dez dias do mês”, afirmou. Segundo Uchakov, Vladimir Putin vai decidir quem integrará a delegação russa nas conversas.

Putin concordou em princípio em retomar as conversas trilaterais com Washington e Kiev depois de 10 de novembro, disse o assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, a jornalistas após a reunião com o enviado estadunidense Steve Witkoff. Segundo Ushakov, citado pela PBS News, o presidente russo aceitou retomar as negociações sobre o fim da guerra na Ucrânia. A Sputnik, por sua vez, atribui ao próprio Putin a disposição de retomar as tratativas em novembro, também com base no relato de Ushakov.

A União Europeia (UE) pediu à SpaceX que restabeleça com urgência o acesso pleno de Kiev ao Starlink, informou o Le Monde. A Ucrânia disse que a SpaceX impôs na noite de terça-feira limite de velocidade de 100 mph (160 km/h), e armamentos que viajavam mais rápido que isso perderam a conexão, segundo a BBC. Senadores dos Estados Unidos (EUA) pediram investigação sobre restrições que, segundo relatos, degradaram a capacidade da Ucrânia de conduzir operações defensivas contra ataques russos com drones e mísseis à infraestrutura civil.

A Rússia responderá com firmeza ao fornecimento de drones de combate à Ucrânia por uma empresa japonesa, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, em coletiva de imprensa, segundo a agência TASS. A agência não informou o nome da empresa nem qual resposta está em estudo.

O enviado dos Estados Unidos (EUA) Steve Witkoff reuniu-se nesta quarta-feira com o presidente Vladimir Putin em São Petersburgo para tratar da invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia e agradeceu a Putin pelo fim da proibição russa das exportações de diesel, segundo a AP News, em texto republicado pela France 24. Segundo a agência, Witkoff disse que a medida ajudaria a reduzir os preços para agricultores e caminhoneiros estadunidenses e afirmou que esperava discutir a retomada das conversas trilaterais entre EUA, Rússia e Ucrânia.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse que a posição da Rússia sobre uma possível “trégua energética” com a Ucrânia segue inalterada, com Moscou buscando a paz e não uma trégua, e que é impossível um acordo completo sem a participação de Kiev, segundo a TASS. O assessor Iuri Uchakov disse que o enviado americano Jared Kushner não estará no encontro com o presidente Vladimir Putin e Steve Witkoff por doença, segundo a TASS. A reunião foi acertada há dias, terá o enviado especial Kirill Dmitriev e inclui o acordo sobre a Ucrânia na agenda, segundo a Sputnik.

Após as conversas em Oslo com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificadas como positivas pelo secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, vai se reunir com o presidente russo, Vladimir Putin, em São Petersburgo na quarta-feira, segundo a France 24. Rubio disse que Witkoff levará ao lado russo as ideias colhidas em Oslo; o portal Axios, citado pela France 24, relata que ele apresentará a Putin uma proposta atualizada para encerrar a guerra, e Zelensky agradeceu a Washington pela retomada da inteligência norte-americana sobre ataques russos.

Elon Musk ordenou na semana passada a desaceleração de uma versão militar do Starlink usada pela Ucrânia, segundo o Wall Street Journal (WSJ), em relato publicado pelo South China Morning Post (SCMP) a partir de autoridades dos Estados Unidos (EUA) e pessoas familiarizadas com o assunto. A restrição prejudicou missões ucranianas de drones de ataque e de defesa aérea contra a Rússia, segundo o relato. Musk e o presidente dos EUA, Donald Trump, conversaram sobre a decisão em ligação logo depois de a desaceleração se tornar pública, enquanto o presidente fazia campanha na semana passada.

Kaja Kallas acusou os negociadores dos Estados Unidos (EUA) de tentarem há cerca de um ano e meio empurrar a Ucrânia para uma rendição nos termos de Putin. “Os negociadores americanos vêm tentando empurrar a Ucrânia para a rendição há quase dois anos, um ano e meio”, disse ela ao Parlamento Europeu nesta terça-feira, segundo a Euronews. Kallas afirmou que a Ucrânia não se rendeu nos termos de Putin porque a Europa manteve o apoio ao país. Ela defendeu a participação europeia nas conversas de paz, mais pressão sobre Moscou e um acordo justo e duradouro, segundo o Kyiv Post.

O enviado especial dos Estados Unidos (EUA), Steve Witkoff, vai viajar à Rússia nesta quarta-feira depois de se reunir em Oslo com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e com os líderes da Noruega e da Finlândia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Investing.com. Conforme a agência, Witkoff voará para São Petersburgo, onde se encontrará com a liderança russa e trocará ideias a partir desse encontro e das propostas trabalhadas por colegas europeus e norte-americanos. Na mesma reportagem, o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu que a Ucrânia faça um acordo para encerrar a guerra com a Rússia e disse que Moscou quer resolver a questão. “A Ucrânia tem que querer encerrar esta guerra”, afirmou a repórteres no Salão Oval.

O compartilhamento de inteligência dos Estados Unidos (EUA) para alertas antecipados de ataques russos voltou a funcionar, disse nesta terça-feira em Oslo o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. O primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, afirmou que o enviado norte-americano Steve Witkoff deve viajar a São Petersburgo para apresentar à liderança russa as propostas elaboradas nas conversas de Oslo. O Kremlin disse esperar que Witkoff informe o presidente Vladimir Putin sobre essas conversas nos próximos dias.

O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, confirmou nesta terça-feira que existem “sérias tensões” nas relações com a Ucrânia, em coletiva de imprensa durante visita à Índia e após conversa telefônica com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Segundo ele, o presidente Donald Trump está “irritado e frustrado” com a falta de progresso nas negociações de paz, bem como com as acusações de que Washington se recusa a fornecer informações de inteligência a Kiev.

A Rússia lançou uma nova ofensiva de mísseis e drones contra áreas civis da Ucrânia e matou ao menos sete pessoas, segundo autoridades ucranianas ouvidas nesta terça-feira, enquanto o presidente Volodymyr Zelensky buscava mais ajuda estadunidense e europeia em sua visita à Noruega. Na região de Kiev, quatro pessoas morreram e 27 ficaram feridas, entre elas crianças, nos ataques com mísseis e drones do último dia, segundo a polícia regional. Em Oslo, o enviado dos Estados Unidos (EUA) Steve Witkoff, que, junto com Jared Kushner, tentou sem sucesso levar Rússia e Ucrânia a um acordo, também estava na cidade, e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, e o presidente finlandês, Alexander Stubb, também deveriam se encontrar com Zelensky.

A Ucrânia não recebeu aviso dos Estados Unidos (EUA) sobre o ataque russo com mísseis de domingo à noite contra usinas em Kiev, disse Volodymyr Zelensky, e o episódio, segundo o Guardian, reacende preocupações de que Washington esteja retendo inteligência para pressionar Kyiv a capitular diante de Moscou. O porta-voz da força aérea ucraniana, Yuri Ihnat, disse na televisão que não houve aviso antes da barragem de mísseis que atingiu usinas na capital. Na madrugada de segunda-feira, em viagem a Samarcanda, no Uzbequistão, o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, disse: “Se aconteceu ontem à noite, não sei exatamente. Sei que algumas noites atrás houve um problema de software envolvendo o sistema de alerta antecipado deles.”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, voa a Oslo nesta terça-feira para se encontrar com o enviado especial dos Estados Unidos (EUA), Steve Witkoff, numa tentativa de recompor os laços com Washington, que se deterioraram acentuadamente nas últimas duas semanas, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Straits Times. Na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que “a Rússia, francamente, tem se comportado bem na Ucrânia” e que “Zelensky não está ajudando muito”, e pediu a Kiev que encontre “outra pessoa para negociar”.

O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul disse que vai retirar parte do pessoal da embaixada na Ucrânia em meio à disputa sobre prisioneiros de guerra norte-coreanos, segundo a Agence France-Presse (AFP), em texto republicado pelo Arab News – o anúncio veio mais de uma semana após o embaixador sul-coreano voltar para casa, depois da revelação da transferência pelo presidente Volodymyr Zelensky, e o presidente Lee Jae-myung exigiu um pedido oficial de desculpas, segundo a mesma agência.

O Exército da Ucrânia divulgou imagens do que afirma ser o primeiro transporte aéreo mundial por drone de um soldado ferido na linha de frente, segundo a BBC. A 92ª Brigada de Assalto disse que uma missão de resgate terrestre não era possível, porque o militar estava cercado por minas e havia alta atividade de drones russos na área; segundo a brigada, um hexacóptero “pesado”, pilotado por um operador remoto, conseguiu manter estabilidade durante a operação “muito difícil”. A BBC Verify confirmou a identidade dos militares que aparecem no vídeo e não encontrou sinais de geração por inteligência artificial nem de manipulação.

Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, e o enviado para o Oriente Médio Steve Witkoff devem viajar à Noruega nesta semana para a próxima rodada de negociações sobre o fim da guerra na Ucrânia, segundo três pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pelo Hindustan Times. As fontes, que falaram sob anonimato, disseram que a agenda é provisória e pode mudar.

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) manteve as proteções contra deportação para cerca de 101 mil ucranianos e 1,8 mil sudaneses cujo Status de Proteção Temporária (TPS) terminaria na segunda-feira, e disse que o anúncio sobre o programa “será feito no momento apropriado”, segundo o The Guardian. Até lá, os ucranianos e sudaneses cobertos pelas medidas “mantêm a proteção”, afirmou o departamento em comunicado escrito.

Um assessor do gabinete do presidente Volodymyr Zelensky disse à BBC que ucranianos morreram porque Kiev não teve tempo de alertar a população sobre ataques com mísseis balísticos. “É perigoso… pessoas já morreram”, afirmou Serhii “Flash” Beskrestnov. Zelensky disse que unidades na linha de frente relataram que o equipamento Starshield para de funcionar a velocidades de 130 a 160 km/h, atrasando a resposta. A Casa Branca afirmou que não houve mudanças no compartilhamento de inteligência com a Ucrânia, e o secretário de Estado Marco Rubio atribuiu um episódio recente a um “problema de software” no sistema de alerta.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, propôs uma cúpula no mês que vem com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, para negociar o fim da guerra de quatro anos na Ucrânia em termos favoráveis a Moscou, segundo o Wall Street Journal, que citou pessoas a par das conversas. O Kremlin sugeriu realizar o diálogo trilateral à margem da cúpula da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC), marcada para 18 e 19 de novembro em Shenzhen, segundo a Reuters, em texto republicado pelo WHBL. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, confirmou ao jornal que havia conversas sobre um possível encontro, mas disse que ainda não há entendimento claro sobre a reunião nem sobre a agenda. Um alto funcionário estadunidense disse que Trump não concordou com a cúpula.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu a decisão de suspender parte das sanções à Rússia e voltou a acusar o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de não querer encerrar a guerra, segundo a France 24. O mesmo veículo informa que Trump suspendeu temporariamente as sanções ao diesel russo, liberando grandes volumes para os mercados globais para tentar baixar os preços dos combustíveis antes das eleições norte-americanas no início do mês que vem. A TASS, citando Trump, diz que Zelensky não quer encerrar o conflito com a Rússia e provavelmente nunca quis.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse no domingo que conversou com os enviados do presidente americano, Steve Witkoff e Jared Kushner, e afirmou que a guerra da Rússia contra a Ucrânia precisa chegar ao fim e que o país se prepara para os “próximos passos” da diplomacia para encerrar o conflito. Em meio ao atrito com o presidente Donald Trump, Zelensky disse em conversa com os enviados que “muito depende dos Estados Unidos”, segundo o South China Morning Post (SCMP).

Ao menos uma pessoa morreu e ao menos cinco ficaram feridas em ataque noturno a São Petersburgo que atingiu duas instalações petrolíferas da cidade, segundo a BBC. O governador da região, Alexander Beglov, disse que incêndios eram combatidos no Terminal de Petróleo de São Petersburgo e no depósito Ruchyi, e que 12 prédios de apartamentos e duas casas foram danificados, com o aeroporto de Pulkovo fechado temporariamente. Um centro logístico da Ozon e um data center da VKontakte também foram atingidos. A Ucrânia ainda não comentou os ataques, e o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter abatido mais de mil drones ucranianos sobre território russo na noite, segundo a BBC.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que a Ucrânia não tem acesso ao Starshield e que o pedido de Kiev para realizar ataques em profundidade dentro da Rússia está em discussão, segundo a Al Jazeera. Rubio distinguiu o Starlink comercial do Starshield militar, em comentários divulgados pelo Departamento de Estado.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse em uma publicação no X neste domingo que a Rússia atacou os setores de energia, petróleo e gás da Ucrânia 76 vezes na semana seguinte ao anúncio de cessar-fogo energético de Donald Trump, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pela WTOP. Trump anunciou em 11 de outubro que a Rússia e a Ucrânia haviam concordado com um “cessar-fogo energético” na guerra de quatro anos e meio, sem dar detalhes, e Kiev relatou ataques de Moscou a instalações de energia depois da declaração dele.

Ataques ucranianos incendiaram no domingo um terminal de exportação de petróleo em São Petersburgo e deixaram uma pessoa morta e cinco feridas, segundo o governador local, Alexander Beglov, em texto da Associated Press (AP) republicado pela WTOP. Os incêndios atingiram o Petersburg Oil Terminal e o depósito Ruchi, e o Ministério da Defesa da Rússia disse ter destruído 1.015 drones ucranianos sobre 15 regiões russas, a Crimeia anexada e o mar Negro, parte de mais de 1.000 drones que Kiev lançou em um dos maiores bombardeios aéreos já feitos pela Ucrânia na guerra.

Um satélite militar russo, o Cosmos-2612, mudou de órbita repetidamente para se aproximar do ICEYE-X36, um satélite comercial de imageamento por radar registrado nos Estados Unidos e cujo operador fornece dados de radar à Ucrânia, segundo o The Hindu. O astrônomo Marco Langbroek, professor da Universidade Técnica de Delft, estimou que os dois estavam a apenas 1 ou 2 km de distância, considerada uma distância muito pequena em órbita terrestre. Não há indicação de que os operadores do ICEYE-X36 tenham solicitado a aproximação.

Forças ucranianas lançaram um ataque massivo de drones contra São Petersburgo e a região de Leningrado, e a defesa aérea russa abateu 126 deles sobre a região, segundo o governador Alexander Drozdenko. O aeroporto de Pulkovo suspendeu todas as chegadas e partidas, segundo a agência russa Rosaviatsia, e drones atingiram o Terminal Petroleiro de São Petersburgo e infraestrutura civil em quatro distritos da cidade, sem vítimas, segundo o governador Alexander Beglov. A empresa VK confirmou um ataque de drone contra seu data center na região de Leningrado e disse que os serviços seguem disponíveis normalmente aos usuários.

A situação na usina nuclear de Zaporozhye e na cidade de Energodar segue tensa, com atividade de drones ucranianos apesar do cessar-fogo local em torno da usina termelétrica de Zaporozhye, segundo a TASS. O cessar-fogo local, mediado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), foi anunciado em 15 de outubro pelo diretor-geral da Rosatom, Alexey Likhachev.

A Ucrânia atingiu com um drone uma refinaria na região de Riazan, a cerca de 300 km a sudeste de Moscou, e provocou um incêndio, segundo o Ministério da Defesa russo e o governador Pavel Malkov, em relato do The Hindu. Volodymyr Zelenskyy disse ao Financial Times que sua paciência acabou e que os ataques ucranianos a refinarias russas seriam retomados, e afirmou a Piers Morgan que se sentia traído pelo acordo de Trump com Putin, pelo anúncio do cessar-fogo energético e pelos limites ao Starlink que restringiram o uso dos drones ucranianos. A Ucrânia ficou sem mísseis para o sistema de defesa aérea Patriot, segundo uma fonte citada pela CNN, em relato do Jerusalem Post.

Parlamentares dos Estados Unidos criticaram a decisão de Donald Trump de abrir mão das sanções contra a Rússia dias antes de elas entrarem em vigor, e o senador republicano Thom Tillis chamou a medida de mais que irresponsável em rede social, perguntando o que o presidente e seus assessores não entendem de cumprir uma lei aprovada por 86 a 11 no Senado, segundo a Associated Press (AP). O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que Trump levará 60 dias para avaliar o impacto das sanções propostas contra a Rússia, segundo a TASS.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, criticou neste sábado a decisão de Donald Trump de recuar nas sanções contra a Rússia, dizendo que um blecaute de sanções, o alívio da pressão sobre o agressor e as recompensas financeiras a Putin só o encorajam a seguir atacando. Na sexta-feira, Trump assinou a ordem executiva que suspende as sanções da chamada Lei Lindsey Graham, aprovada em setembro contra os setores de energia e defesa da Rússia, incluindo a rede de petroleiros usada para contornar as restrições dos EUA. Washington avalia ainda retirar as sanções sobre a frota-sombra de petroleiros russos e iranianos para ajudar a derrubar os preços do diesel antes das eleições de meio de mandato, segundo o The Cradle.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, alertou que a decisão de Donald Trump de recuar nas sanções contra a Rússia vai intensificar a guerra do Kremlin na Ucrânia, segundo o Guardian. “Infelizmente, a suspensão das sanções vai continuar, e acredito que o acordo do diesel é o primeiro passo”, disse ele no sábado. Segundo o Opera Mundi, Zelenskyy escreveu ainda que o alívio das sanções dos Estados Unidos (EUA) reduz a pressão sobre o agressor e que recompensas financeiras a Putin só o incentivam a continuar atacando.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças tomaram o controle de oito novos assentamentos ucranianos, incluindo a cidade de Dobropillia, na região oriental de Donetsk, segundo a agência Interfax. O Estado-Maior da Ucrânia afirmou que as forças ucranianas seguiam no controle de Dobropillia e classificou como falsa a alegação russa de captura. A Ucrânia também rejeitou a alegação russa de que suas forças tomaram mais de 1.800 km² e 92 assentamentos desde 1º de setembro.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, bloqueou, em ordem executiva assinada na sexta-feira à noite, sanções contra a Rússia aprovadas pelo Congresso para punir o país pela guerra na Ucrânia, segundo a BBC. Na ordem, Trump disse que é de “interesses nacionais” dos EUA reter parte dessas sanções. O enviado do presidente russo, Vladimir Putin, Kirill Dmitriev, chamou a suspensão da Lei Graham de “um momento importante e verdadeiramente histórico”, segundo o jornal The Hindu.

Os ataques russos na Ucrânia mataram ao menos oito pessoas e feriram 60 na sexta-feira, atingiram nove regiões e dois shopping centers e cortaram a energia de mais de 1 milhão de pessoas, segundo autoridades ucranianas. Em Kharkiv, uma mulher de 71 anos e um homem de 58 morreram e 12 ficaram feridos em ataques a três distritos, segundo o governador Oleh Syniehubov, em texto da Reuters republicado pelo Internazionale. O jornal The Hindu contou três mortos em ataques em várias regiões do país, e a Al Jazeera informou que cerca de 370 mil domicílios ficaram sem luz em Volyn.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, negou ter limitado o acesso da Ucrânia ao Starshield, rede de internet irmã do Starlink, depois de a rede restringir a velocidade dos drones, segundo a BBC. A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, disse que a Europa não pode substituir o Starlink no curto prazo. A UE quer incluir a Ucrânia plenamente no GOVSATCOM, programa do bloco para compartilhar capacidade de comunicações por satélite; a rede europeia própria, a IRIS2, tem lançamentos previstos para 2029 e operação plena prevista para 2030, segundo a TRT World.

As forças ucranianas atingiram uma refinaria de petróleo na região russa de Ryazan, disseram autoridades russas, horas depois de Volodymyr Zelensky afirmar que a Ucrânia retomaria os ataques a instalações de energia da Rússia, segundo o OilPrice. O governador de Ryazan, Pavel Malkov, disse num post no Telegram que “nossa região foi alvo de um ataque massivo de drones” e que “um incêndio começou na refinaria de petróleo”. Em Bruxelas, ao reagir às críticas de Donald Trump, Zelensky disse que “está apenas defendendo os interesses da Ucrânia”, segundo o Opera Mundi.

Os líderes europeus declararam apoio a Volodymyr Zelensky em Bruxelas nesta sexta-feira, em um momento de grande tensão entre Kiev e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo o G1. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse que não é o momento de retirar o apoio à Ucrânia nem de aliviar as sanções contra a Rússia. A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, afirmou que “o Starlink é realmente necessário para a Ucrânia” e admitiu que a Europa não consegue substituir o sistema a curto prazo.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, chamou de “vergonha” a nova onda de ataques ucranianos a refinarias russas e disse que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, é “mais difícil de lidar do que [Vladimir] Putin”, em entrevista à Newsmax na quinta-feira, segundo a BBC. Zelensky havia pausado os ataques por três dias a pedido de Trump, em um cessar-fogo sobre alvos de energia, e disse na quinta-feira que os retomaria porque Moscou nunca parou. A crítica vem após os EUA anunciarem a importação de 300 mil toneladas de diesel russo para baixar o preço dos combustíveis, acordo que Zelensky chamou de presente a Putin.

Nove senadores dos Estados Unidos (EUA), liderados por Jeanne Shaheen e Thom Tillis, pediram ao inspetor-geral do Departamento de Defesa, Platte Moring III, uma investigação sobre a interrupção dos sistemas Starshield na Ucrânia. Segundo relatos citados pelos senadores, restrições de velocidade impostas aos terminais Starlink da SpaceX entre 12 e 14 de outubro de 2026 interromperam capacidades críticas de comunicação que apoiam veículos aéreos não tripulados e aeronaves de asa fixa e rotativa da Ucrânia. Os senadores afirmaram estar alarmados com incidentes em que pessoal diplomático, militar e de segurança dos EUA não conseguiu alcançar bunkers designados durante ataques aéreos russos, e querem apurar se autoridades do governo dos EUA direcionaram, autorizaram, aprovaram ou tiveram conhecimento prévio das mudanças.

A ordem para limitar o Starlink, sistema de satélites que a Ucrânia usa para comunicações no campo de batalha e operações com drones, partiu de dentro da Casa Branca, segundo dois funcionários americanos e um funcionário ocidental ouvidos pela Reuters, em texto republicado pelo G1. Uma pessoa do Ministério da Defesa da Ucrânia afirmou na quinta-feira que os receptores voltaram a funcionar em movimento, mas apenas em velocidades de até 160 km/h. O Guardian relatou que a mudança no Starlink ocorreu sem aviso por volta de 1h, quando soldados ucranianos relataram que terminais em drones deixaram de funcionar em velocidades acima de 100 mph, tornando as comunicações inoperáveis. O ministro da Defesa britânico reconheceu “os desafios dos últimos dias”, em referência à decisão súbita do governo americano, na segunda-feira, de limitar o uso do Starlink pelas forças ucranianas.

Drones ucranianos atingiram na quinta-feira a refinaria de Ryazan, encerrando a breve pausa de Kyiv nos ataques à infraestrutura energética russa, segundo o OilPrice. O governador de Ryazan, Pavel Malkov, confirmou um incêndio na unidade após o que descreveu como um grande ataque de drones ucranianos. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse ao Financial Times na quinta-feira que a restrição aos ataques a refinarias terminou.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse se sentir traído por Donald Trump pela limitação do acesso ao Starlink e acusou o presidente dos Estados Unidos (EUA) de ter ficado do outro lado, o que arrisca uma ruptura nas relações entre os EUA e a Ucrânia. O Exército ucraniano relatou que o sistema, produzido pela SpaceX de Elon Musk mas administrado pelo governo dos EUA, deixou de funcionar em terminais em movimento a mais de 100 mph, o que inviabilizou a maioria dos drones ucranianos de ataque atrás das linhas e afetou a defesa contra drones russos sobre Kiev, segundo o Guardian. Zelensky disse ainda à BBC que a Ucrânia vai retomar os ataques contra refinarias russas e que a pausa decorreu da vontade política, não de um problema técnico.

A Coreia do Sul manterá o apoio à Ucrânia “como membro responsável da comunidade internacional”, apesar de uma disputa diplomática, segundo o South China Morning Post. A disputa envolve a divulgação pública, pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, da transferência de prisioneiros norte-coreanos durante seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 23 de setembro.

O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, disse que a Eslováquia não participará de um novo pacote de financiamento à Ucrânia, em Bruxelas, na quarta-feira, segundo a RT. “Deem dinheiro à Ucrânia, sem dúvida, mas a República Eslovaca não participará desse mecanismo”, afirmou. “Isso não são empréstimos, são doações. A Ucrânia nunca vai devolver nada desse dinheiro.” Fico disse ainda que o pacote de empréstimos de € 90 bilhões da União Europeia (UE) já se mostrou insuficiente.

A Ucrânia retomou os ataques contra refinarias russas depois que Volodymyr Zelensky condenou a retirada da inteligência dos Estados Unidos (EUA), segundo o Jerusalem Post, que cita a Reuters. Desde o anúncio surpresa, feito no domingo, de um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia pelo presidente dos EUA, Donald Trump, Kiev tinha se abstido de atacar refinarias russas.

A funcionalidade em movimento do Starshield na Ucrânia foi restaurada, segundo uma fonte, noticiou o Jerusalem Post. O Ministério da Defesa da Ucrânia disse que seguirá buscando esclarecimentos sobre os motivos da interrupção, na quarta-feira, da versão de grau militar do serviço de internet da SpaceX.

O dono da SpaceX, Elon Musk, disse que eventuais interrupções relatadas pela Ucrânia no uso do sistema de comunicações por satélite Starshield são responsabilidade do governo dos Estados Unidos (EUA), segundo a AFP, em texto republicado pelo South China Morning Post. Musk afirmou que os sistemas Starshield são de propriedade e controle do governo dos EUA e que qualquer limite de velocidade ou de uso é decidido pelos militares dos EUA e, em última instância, pelo presidente. Ele respondia a uma publicação em rede social do ex-ministro da Defesa ucraniano Mykhailo Fedorov, que disse que a conectividade do Starlink a velocidades de até 160 km/h está sendo restaurada.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que se sente pessoalmente traído por Donald Trump depois de vir à tona que o Exército ucraniano teve o acesso ao Starlink restringido. Durante a noite, o Exército ucraniano relatou que o sistema de comunicação por satélite Starlink, produzido pela SpaceX, de Elon Musk, mas administrado pelo governo dos Estados Unidos (EUA), deixou de funcionar em velocidades acima de 100 Mbps, sem explicação. A restrição não surpreende, segundo um analista ouvido pela France24: o serviço vinha sendo limitado depois que o chefe da SpaceX classificou de “um passo longe demais” os ataques de drones ucranianos a serviços de dados na Rússia.

A Ucrânia acusou a SpaceX, de Elon Musk, de limitar os serviços do Starlink e prejudicar seus drones, enquanto mísseis russos derrubavam estações de energia em ataques que o presidente Volodymyr Zelensky chamou de “desrespeito ostentoso” a Donald Trump. O assessor externo de Zelensky e especialista em comunicações e sistemas não tripulados, Serhiy Beskrestnov, disse que a SpaceX limitou durante a noite a velocidade dos terminais de internet por satélite usados pelo Exército ucraniano. Em entrevista à NPR, Zelensky disse que os Estados Unidos (EUA) avisaram a Ucrânia que poderiam suspender o compartilhamento de inteligência e que seus generais relataram ter sido notificados dessa possibilidade em nível militar.

Estados Unidos (EUA) e Rússia acertaram na semana passada o fornecimento inicial de mais de 300 mil toneladas métricas de diesel russo aos mercados norte-americano e global, segundo a Reuters, em texto publicado pelo The Hindu. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, chamou o acordo de “escolha muito arriscada”, que, segundo a Reuters, contraria os esforços para forçar Vladimir Putin a sentar-se à mesa de negociação com a Ucrânia. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou o acordo, chamando-o de “investimento numa guerra que precisa terminar”. O enviado russo Kirill Dmitriev disse que o acordo beneficia os dois países e ajuda o mercado global, segundo a Sputnik Globe. A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou que o equilíbrio do mercado de diesel seguirá apertado até bem dentro de 2027, dependente da recuperação do suprimento do Oriente Médio, segundo a Türkiye Today, a partir do Oil Market Report.

Ao menos 600 mil pessoas ficaram sem eletricidade nas regiões de Kiev e Kharkiv após os ataques russos noturnos contra a infraestrutura energética ucraniana, segundo o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Zelensky disse que houve dano significativo em 26 instalações do sistema elétrico e em quatro do setor de petróleo e gás, e destacou um ataque direcionado com míssil balístico contra infraestrutura que, segundo ele, deveria estar coberta pelo cessar-fogo energético anunciado no domingo pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reúne nesta quarta-feira (14 de outubro de 2026) com o primeiro-ministro britânico Andy Burnham em Londres, onde o Reino Unido busca reafirmar o apoio à Ucrânia, inclusive com a promessa de um novo pacote de mísseis terra-ar, segundo a Reuters, em texto publicado pelo The Hindu. O pacote anunciado é de 45 milhões de libras (US$ 59,60 milhões) em mísseis terra-ar usados contra drones russos a jato, com 10 milhões de libras adiantados para atender a uma necessidade urgente na Ucrânia. O Reino Unido disse que não apoia o acordo entre os Estados Unidos (EUA) e a Rússia sobre diesel e pediu que os aliados mantenham a pressão econômica sobre Moscou.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse que o regime de Kiev, sob o pretexto formal de preocupação com a segurança alimentar global, quer um canal marítimo protegido para o envio de armas às forças armadas da Ucrânia e a criação de mais um mecanismo de pressão política e econômica sobre a Rússia, segundo a TASS. Zakharova afirmou ainda que a rota do Mar Negro que abastece o governo de Volodymyr Zelensky é “muito importante para os seus patrocinadores”.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, negou ter suspendido o compartilhamento de inteligência com a Ucrânia e disse que o acordo de diesel russo se destina ao mercado mundial, não aos EUA, segundo o Jerusalem Post. Questionado diretamente se os EUA haviam suspendido o compartilhamento, respondeu: “Não, não suspendemos. Ajudamos eles, mas estamos realmente ajudando eles a chegar a uma resposta final.” Sobre o diesel, afirmou: “Esse é um acordo de diesel, não para nós. Está sendo liberado para o mundo. Não está sendo liberado para nós.”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que Moscou lançou um ataque direcionado a uma usina em Kharkiv, causando mais danos ao sistema de energia do país, e que a Rússia violou o “cessar-fogo energético” anunciado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, segundo o Jerusalem Post, citando a CNN. Em publicação no X, Zelensky afirmou que a Ucrânia não atacou refinarias de petróleo russas nem o setor de energia de modo geral nos dois dias seguintes ao anúncio.

Pela primeira vez desde o anúncio de um “cessar-fogo energético” feito pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, no fim de semana, a Rússia não atingiu alvos de energia ucranianos nesta terça-feira e castigou o transporte e a logística das cidades durante a noite, segundo a France 24. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que a Ucrânia não ataca refinarias russas há dois dias, desde o anúncio de Trump, mas que a Rússia manteve ataques a instalações de energia e infraestrutura crítica no período. Quatro pessoas morreram em ataques russos em Kharkiv e ao menos uma dezena ficou ferida no país, segundo autoridades ucranianas.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, defendeu a liberação das exportações de diesel russo e insistiu que há um cessar-fogo energético entre Kiev e Moscou, sem confirmação de nenhum dos lados, segundo a OilPrice. O acordo levantou as sanções dos EUA sobre as exportações de diesel russo para permitir que a Rússia forneça quase 2 milhões de toneladas métricas do combustível, numa tentativa de baixar os preços dos combustíveis nos EUA, segundo a France 24. Segundo a France 24, que cita a Reuters e outros veículos, autoridades estadunidenses teriam ameaçado cortar o compartilhamento de inteligência e as vendas de armas à Ucrânia caso Kiev não suspendesse os ataques a refinarias russas.

O Kremlin disse ter visto apenas na imprensa o relatório do The Washington Post sobre Estados Unidos (EUA) e Europa avançando para uma proposta de paz conjunta sobre a Ucrânia e afirmou não ter recebido nenhuma informação sobre ele, segundo a TASS. O Kremlin disse que não há conexão entre o acordo de diesel com os Estados Unidos e a posição da Rússia sobre a Ucrânia, e o descreveu como um exemplo de cooperação mutuamente benéfica entre Rússia e Estados Unidos. O Kremlin disse ainda que sanções da União Europeia (UE) e outras ações unilaterais podem atrapalhar a implementação do acordo de combustível entre Rússia e Estados Unidos.

Os Estados Unidos (EUA) e a Europa trabalham numa proposta de quatro pontos para encerrar o conflito na Ucrânia, escreveu o colunista David Ignatius, do The Washington Post, citando fontes, segundo a agência russa TASS. A reconstrução da Ucrânia seria o primeiro pilar, e os negociadores pediram a Kiev estimativas detalhadas de custo. Um terceiro pilar seria a integração econômica da Rússia, da Ucrânia e da Europa por meio de um acordo de energia, que poderia incluir um oleoduto levando petróleo e gás russos à Europa, com a Ucrânia e a Rússia dividindo os lucros.

A Ucrânia suspendeu por dois dias os ataques a refinarias de petróleo russas e a outras instalações de energia da Rússia, informou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nesta terça-feira (13). A pausa veio depois de o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciar um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia, segundo a Reuters, em texto publicado pela Al Arabiya. Zelensky disse que, durante esse período, a Rússia atacou tanto as instalações de energia quanto a infraestrutura crítica da Ucrânia, enviando sinais absolutamente claros de que não pretende se abster de atacar o país.

O navio “Chelsea 3”, de propriedade ucraniana e bandeira maltesa, foi atingido por três drones e afundou a cerca de 18 milhas náuticas da costa búlgara por volta de 1h30, com a tripulação de sete ucranianos e oito azeris resgatada, no segundo incidente do tipo em uma semana, segundo o The Hindu, citando a Reuters; cinco tripulantes receberam atendimento médico, sem feridos graves, e o premiê Rumen Radev disse que falará com o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte.

Enviados do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disseram a autoridades ucranianas na sexta-feira que o acordo que permite exportações de diesel russo faz parte de uma tentativa de trazer a Rússia de volta às negociações, após o fracasso de esforços anteriores para lançar conversas sustentadas para acabar com a guerra, segundo três pessoas familiarizadas com a reunião citadas pela Reuters. Os lados em guerra não confirmaram o cessar-fogo energético que Trump anunciou no domingo, e a Rússia atingiu alvos de energia na Ucrânia na segunda-feira. Pelo acordo, a Rússia fornecerá mais de 2,25 milhões de barris de diesel a mercados estadunidenses e globais, e Trump o defendeu na segunda-feira como “a escolha certa para o povo estadunidense”. O Jerusalem Post registrou que Trump disse na segunda-feira que Putin quer um acordo mais do que Zelensky e insistiu que o cessar-fogo foi acertado porque ele disse que foi: “Eles concordaram porque eu disse que concordaram.”

Um ataque de drone russo a um prédio residencial em Kiev matou duas pessoas na noite de segunda-feira, segundo o Ministério Público da capital ucraniana: uma mulher de 59 anos e uma pessoa que estava em um carro perto do edifício. Segundo a Reuters, o ataque a um prédio residencial alto em um subúrbio de Kiev matou duas pessoas e feriu ao menos nove, enquanto ataques em outras regiões da Ucrânia mataram ao menos seis, disseram autoridades ucranianas.

O governo do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, advertiu a Ucrânia e aliados na Europa de que pode suspender o compartilhamento de inteligência e as compras europeias de armas estadunidenses para Kiev se a Ucrânia não interromper os ataques profundos a instalações de energia russas, segundo a CNN. A Reuters, citando o Financial Times, relata a mesma ameaça de travar o mecanismo de compras que fornece armas à Ucrânia, como forma de pressionar Kiev a parar os ataques à infraestrutura de energia russa.

Moradores da cidade de Izyum ficaram sem energia depois que um ataque russo destruiu redes elétricas, segundo a Ukrinform, citada pela BBC. Infraestrutura de energia e ferrovias na região de Zhytomyr, no oeste da Ucrânia, também foram atingidas durante a noite, segundo o chefe da administração militar regional, Vitaliy Bunechko. A estatal Ukrenergo relatou novos cortes de energia em Kharkiv, Donetsk e Zaporizhzhia por causa de danos a equipamentos de energia. O presidente Volodymyr Zelensky disse que houve ataques com bombas planadoras e à infraestrutura de energia, e que uma usina em Kharkiv foi atacada.

O custo do seguro para navios que transportam petróleo pelo Mar Negro subiu de cerca de US$ 200 mil para US$ 2,5 milhões por embarcação nos últimos meses, segundo a OilPrice. De acordo com a publicação, a alta reflete riscos crescentes para a navegação comercial após ataques repetidos a navios e à infraestrutura portuária. Em 6 de outubro, drones atingiram dois navios mercantes, afundando o Alfa Watan, de bandeira do Togo, e danificando o Able, de bandeira de Palau; os 18 tripulantes do Able foram resgatados.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, defendeu na segunda-feira o acordo de diesel com a Rússia enquanto parlamentares dos dois partidos reclamavam que o entendimento parece violar a lei norte-americana que barra a importação de energia russa até que Moscou encerre a agressão contra a Ucrânia. No domingo (11), um grupo de senadores republicanos e democratas pediu que Trump voltasse atrás no acordo, dizendo que ele pode violar uma lei de 2022 criada para apoiar a Ucrânia na tentativa de repelir os invasores russos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse à Fox News na segunda-feira que os preços do diesel dependem do bloqueio no Estreito de Ormuz, e não dos ataques ucranianos a alvos de diesel na Rússia.

A Rússia atingiu ao menos seis alvos de energia durante uma noite e uma manhã de ataques aéreos mortais em toda a Ucrânia, disse na segunda-feira o presidente Volodymyr Zelenskyy, segundo a Reuters, para quem o episódio mostra que Moscou não tem interesse no cessar-fogo energético anunciado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. Trump declarou no fim de semana, pegando Kiev e os aliados europeus de surpresa, que Ucrânia e Rússia haviam concordado em não atingir os sistemas de energia um do outro. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que as conversas sobre um possível cessar-fogo energético seguem em curso e que mais informações seriam divulgadas no momento oportuno, mas rejeitou a proposta de Zelenskyy de uma trégua total de 60 dias.

Volodymyr Zelenskyy disse que um drone atingiu uma usina em Kiev no domingo, causando cortes de energia na capital, e relatou em seguida um ataque a uma usina em Kharkiv, dizendo que os céus ucranianos ficaram infestados de Shaheds russos o dia todo, segundo o The Guardian em live da Europa. O relato saiu após o anúncio na manhã de domingo do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, de um “cessar-fogo energético” entre Rússia e Ucrânia, com vigência imediata, segundo o mesmo live. A chefe de política externa da União Europeia (UE), Kaja Kallas, disse que o bloco saudaria uma trégua “quando ela se sustentar” e que ainda não viu a Rússia aderir, segundo o mesmo live.

O anúncio de domingo do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um “cessar-fogo energético” entre a Rússia e a Ucrânia se refere a um acordo potencial em que cada lado interrompe ataques a refinarias de petróleo – e ele espera que Volodymyr Zelensky o cumpra, disse uma autoridade da Casa Branca, segundo a Axios. Trump disse ter pedido a Zelensky que pare de atacar refinarias russas e afirmou que as ações de Zelensky prejudicaram agricultores norte-americanos; Zelensky disse que o cessar-fogo anunciado foi novidade para ele.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prometeu que a União Europeia (UE) vai destinar nesta semana mais fundos para a Ucrânia comprar drones e mísseis, após reunião com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, segundo o The New Voice of Ukraine, que registra que a Ucrânia recebeu em 7 de outubro mais € 1,24 bilhão do programa Ukraine Support Loan, dedicados a drones e mísseis de fabricação ucraniana. Von der Leyen disse que a Ucrânia estará no centro do Conselho Europeu desta semana, com discussão das necessidades de financiamento do próximo ano, segundo a TASS.

Os dois principais contratos de petróleo bruto caíram mais de 1% após o anúncio do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, de um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia, segundo a AFP. Trump escreveu no Truth Social que há um cessar-fogo energético “em vigor imediato” e que “ambas as partes concordaram. Não quebrem!”. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pareceu manifestar surpresa, disse buscar mais detalhes e afirmou que “a Ucrânia apoia o cessar-fogo, e é importante que a Rússia também apoie”. A AFP registra ainda que Kyiv disse que Moscou atingiu várias usinas de energia no país.

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, ligou para o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, no sábado, o mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, sugeriu que o líder ucraniano deveria ser substituído por se recusar a fechar um acordo com Moscou, segundo a RT. Mais cedo no sábado, Trump acusou Zelenskyy de buscar “criar problemas para o mundo” com os ataques contínuos à infraestrutura energética russa, incluindo refinarias. “Sugiro que arranjem um novo líder capaz de fechar um acordo”, disse.

Um civil morreu e três pessoas ficaram feridas, incluindo dois adolescentes, em ataques de drones ucranianos na região russa de Belgorod, segundo o centro regional de resposta a emergências. Um homem morreu após um drone atingir seu carro na estrada Posokhovo-Kazinka, e um garoto de 15 anos e uma garota de 13 ficaram feridos na vila de Novostroyevka-Pervaya.

O governo dos Estados Unidos ameaçou bloquear o programa de compras de armas para a Ucrânia e o compartilhamento de inteligência por causa dos ataques ucranianos à infraestrutura energética russa, segundo o Financial Times, citado pela TASS. Autoridades estadunidenses fizeram uma série de ligações para capitais europeias e Kiev em 10 e 11 de outubro ameaçando cortar o compartilhamento de inteligência e o programa Prioritized Ukraine Requirements List (PURL).

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, disse que a usina CHPP-5, em Kharkiv, foi atingida logo após o anúncio de cessar-fogo energético entre a Rússia e a Ucrânia, feito pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. Segundo o gabinete presidencial ucraniano, o ataque ocorreu depois de Trump anunciar o cessar-fogo numa publicação no Truth Social, na qual escreveu que o cessar-fogo energético valeria “a partir de agora, imediatamente”. Zelenskyy disse que o ataque ocorreu “agora mesmo”.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse neste domingo que Ucrânia e Rússia concordaram com o que ele descreveu como um cessar-fogo energético, com efeito imediato. Em entrevista à Axios, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que o post de Trump foi a primeira notícia que teve do acordo, mas uma autoridade ucraniana de alto escalão afirmou à Reuters que a Ucrânia estava pronta para aceitar o cessar-fogo se a Rússia aceitasse. Mais cedo, no domingo, Zelenskyy havia repetido a posição de longa data da Ucrânia de que estava disposta a interromper os ataques a refinarias russas, mas só se Moscou cessasse seus próprios ataques à infraestrutura energética ucraniana.

Uma pesquisa da Check Point descreve centenas de tentativas de invasão de câmeras de segurança de consumo no Oriente Médio, segundo a Wired. A Rússia e a Ucrânia intensificaram as invasões de câmeras em sua guerra, para espionar um ao outro, encontrar novos alvos e avaliar danos de seus ataques, segundo o Wall Street Journal, em texto republicado pelo LiveMint. O Jerusalem Post registrou que hackers usam câmeras de segurança para rastrear tropas e alvos militares em Israel e na Ucrânia.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou no domingo ter capturado as vilas de Kupyne e Riznykove, na região de Kharkiv, e Novotroitske e Davydovske, na região de Donetsk, segundo o Asharq Al-Awsat, citando a agência Interfax.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, disse em 11 de outubro que a Ucrânia está pronta para suspender os ataques a refinarias russas se a Rússia interromper os ataques à infraestrutura energética ucraniana, e condicionou qualquer desescalada à reciprocidade e a garantias reais. Um funcionário dos Estados Unidos disse ao Axios que o presidente Donald Trump decidiu fechar o acordo de diesel com a Rússia depois que Zelenskyy ignorou meia dúzia de pedidos dos Estados Unidos para parar de atacar as refinarias russas.

O governador da região de Bryansk, Yegor Kovalchuk, afirmou que um homem morreu e duas mulheres ficaram feridas em ataques ucranianos na região. Segundo ele, um drone kamikaze atingiu a vila de Sluchok e feriu gravemente um morador, que morreu no hospital.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse no sábado (10 de outubro de 2026) que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, gostaria de fechar um acordo sobre a guerra na Ucrânia, e acusou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, de resistir a um compromisso, segundo a AFP, em texto republicado pelo The Hindu. Trump afirmou que Putin disse querer um acordo, “com força”, na conversa telefônica de sexta-feira (9 de outubro de 2026). Em outra declaração, Trump disse que Zelenskyy, por várias razões, não quer buscar um acordo de paz, segundo o Mehr News.

Três indianos resgatados do navio mercante MV Royad Mammadov, atacado no Mar Negro na segunda-feira, deixaram a Romênia rumo à Índia, segundo a Embaixada da Índia em Bucareste, em informação publicada pelo The Tribune com dados da agência ANI. Dois tripulantes estrangeiros morreram no ataque e os três indianos ficaram feridos e foram resgatados pelas autoridades romenas, conforme o mesmo relato.

Ao menos 15 pessoas, entre elas três crianças, morreram em Zaporizhzhia depois de a Rússia atingir a cidade com cinco bombas planadoras. Ao menos outras 16 pessoas ficaram feridas e há desaparecidos sob os escombros, segundo a BBC. As forças russas atingiram um prédio residencial de cinco andares na cidade com bombas aéreas guiadas na manhã de 10 de outubro, segundo o Kyiv Independent, que informou quatro mortos e quatro feridos nesse ataque. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, atribuiu o ataque a uma expressão de “gratidão” da Rússia pelo acordo anunciado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que alivia sanções contra Moscou para a importação de diesel russo, segundo a BBC.

O governo russo suspendeu parcialmente a proibição de exportação de diesel para implementar os acordos firmados pelos presidentes Vladimir Putin e Donald Trump, informou o gabinete. A decisão vale a partir de 10 de outubro e libera 500 mil toneladas de diesel ao mercado global nesta etapa, segundo o comunicado.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que é hora de a Ucrânia ter um novo presidente, ao responder à crítica do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ao acordo de diesel dos EUA com a Rússia, segundo a BBC. Trump disse a repórteres no sábado que sugere que tenham um novo líder capaz de fechar um acordo, e que é hora de a Ucrânia trocar de presidente, segundo a Axios. Zelensky chamou o acordo de diesel de injusto e desonesto, sinal de fraqueza de Trump e presente de aniversário para o presidente da Rússia, Vladimir Putin, segundo a Axios.

Os negociadores dos Estados Unidos (EUA) Steve Witkoff e Jared Kushner podem visitar Moscou nas próximas duas semanas, disse uma fonte à TASS. Os presidentes da Rússia e dos EUA conversaram por telefone em 9 de outubro sobre o fornecimento de diesel russo, segundo a TASS.

Um dia depois de o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciar um acordo para comprar diesel russo, ataques russos mataram ao menos 11 pessoas na região de Zaporizhzhia no sábado, 10 de outubro, segundo autoridades citadas pelo The Hindu. Três crianças estão entre os mortos e ao menos 16 pessoas ficaram feridas quando bombas aéreas russas atingiram prédios residenciais, disse Mykhailo Semikin, chefe da administração militar regional. A polícia nacional ucraniana disse que a Rússia atingiu bairros residenciais com cinco bombas aéreas guiadas na manhã de sábado, segundo o Asharq Al-Awsat. Trump escreveu que a Rússia forneceria imediatamente mais de 300 mil toneladas de diesel, outras 500 mil toneladas em novembro de 2026 e 1 milhão de toneladas logo em seguida, com mais 3 milhões pouco depois. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, chamou o acordo de “uma decisão fraca, infelizmente, uma decisão fraca de parceiros fortes”.

Um ataque russo à cidade de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, matou sete pessoas e feriu outras 10 na manhã de 10 de outubro, segundo o governador regional Mykhailo Semikin, enquanto socorristas procuravam mais vítimas sob os escombros. O ataque atingiu vários locais ao mesmo tempo nas primeiras horas daquele dia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Hindu.

Negociadores dos Estados Unidos, da Ucrânia e de países europeus se reuniram em Miami na sexta-feira em um renovado esforço diplomático para acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia, enquanto Washington busca uma saída para o impasse perigoso. O enviado Steve Witkoff disse que as conversas trataram de possíveis vias para reduzir a escalada e concluir a guerra antes do inverno, rumo a uma paz duradoura; segundo ele, o encontro incluiu o E3, a Comissão Europeia, a Ucrânia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e cobriu resiliência energética, grãos, garantias de segurança e reconstrução. A reunião ocorre após o anúncio de que a Rússia forneceria de imediato mais de 300 mil toneladas de diesel, com outras 500 mil toneladas em novembro, e de que o Tesouro dos Estados Unidos emitiria licença temporária para permitir o fluxo do diesel russo aos mercados globais.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciou que a Rússia vai fornecer mais de 300 mil toneladas de diesel de imediato, 500 mil toneladas a mais em novembro e 1 milhão de toneladas logo em seguida, segundo a DW. O Tesouro dos EUA emitiu uma licença temporária que permite ao diesel russo chegar aos mercados globais até abril de 2027, segundo a DW. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que presentes ao presidente russo, Vladimir Putin, não trarão paz nem benefício ao mundo civilizado e que a Rússia vai “retribuir” o diesel com mais terror e perfídia, segundo a DW. O assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, disse que, ao lançar um ataque massivo de drones contra Moscou, outras cidades e locais de votação no dia principal do pleito, Kiev inviabilizou a possibilidade de retomada imediata do processo de negociação, segundo a Reuters, em texto republicado pela SRN News.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou que o país investiga um vídeo viral que supostamente mostra mercenários entoando slogans de cartel de drogas na Ucrânia, segundo a Al Jazeera.

Os Estados Unidos (EUA) lideram uma nova rodada de negociações de paz para a Ucrânia com conversas em Miami, segundo a Agence France-Presse (AFP). Os enviados presidenciais dos EUA Steve Witkoff e Jared Kushner devem apresentar novas propostas para retomar as negociações durante dois dias de conversas, depois de receber diretrizes de Trump em 8 de outubro, segundo a Axios, em texto publicado pelo Hromadske.

Moradores de Kramatorsk, no leste da Ucrânia, estão sendo forçados a deixar a cidade com a intensificação dos ataques de drones, segundo a France 24. Na noite de 8 de outubro, duas pessoas foram mortas em um ataque de drone russo contra um carro civil no centro da cidade, elevando a 32 o número de mortos em Kramatorsk ao longo do dia, segundo o conselho municipal citado pela Ukrainska Pravda.

O Reino Unido escolheu o Audere Group como parceiro para instalar um centro de negócios dedicado em Kiev, dando às empresas britânicas uma base permanente, segundo o Ministério da Defesa britânico. O centro dará acesso direto a dados do campo de batalha e visa a parcerias industriais de defesa, no âmbito da Parceria de 100 Anos. Ele se apoia em mais de 40 grandes parcerias industriais Reino Unido-Ucrânia já estabelecidas.

Enviados do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vão se reunir com negociadores ucranianos e autoridades europeias em Miami na sexta-feira para discutir novas propostas de paz, disseram duas fontes estadunidenses à AFP. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que a equipe ucraniana vai se encontrar com Jared Kushner e Steve Witkoff nos EUA, em reunião de dois dias, e conta com a participação europeia. Os negociadores norte-americanos também convidaram conselheiros de segurança nacional do Reino Unido, da França e da Alemanha, além de autoridades da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da União Europeia, para discutir garantias de segurança e um plano de prosperidade pós-guerra.

O ataque russo à infraestrutura de energia da Ucrânia em 8 de outubro deixou a maior parte de Kiev sem luz, com o metrô parado por falta de eletricidade e água escassa, segundo o Kyiv Independent. O ministro da Energia, Denys Shmyhal, confirmou o ataque a uma instalação de energia importante para Kiev e disse que as equipes tentam restabelecer a luz. Ataques com drones em 8 de outubro mataram quatro pessoas e feriram ao menos 19 em Kiev, segundo o prefeito Vitali Klitschko. Segundo o Le Monde, 78 pessoas morreram e 215 ficaram feridas só nos dias 7 e 8 de outubro.

O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, disse que a guerra na Ucrânia está em um impasse perigoso, segundo a Reuters, em texto republicado pela Internazionale. Rubio alertou que a escalada pode se tornar uma campanha de sabotagem em países vizinhos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Em entrevista, ele afirmou não acreditar que a guerra possa ser resolvida por meio de negociações neste momento, segundo o The New Voice of Ukraine.

A Alemanha anunciou um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia de cerca de 1 bilhão de euros, com interceptadores a jato, armas de longo alcance e tecnologia espacial, segundo o Breaking Defense. O pacote inclui dezenas de milhares de drones interceptadores da Quantum Systems, que serão produzidos na Ucrânia e usados contra a intensificada campanha russa de ataques com drones. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou um pacote alemão superior a 1,3 bilhão de euros, incluindo verba para interceptadores contra Shaheds a jato, segundo a UkraineToday.

A Coreia do Sul decidiu chamar de volta seu embaixador na Ucrânia, em protesto contra a revelação pelo presidente Volodymyr Zelensky de uma suposta transferência secreta de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos para a Coreia do Sul, informou a Associated Press. Seul acusa Kiev de violar um acordo de não divulgação sobre a transferência feita em meados de setembro; a Ucrânia nega ter aceitado tal acordo.

A Yandex suspendeu nesta quinta-feira as operações de um de seus principais data centers após um ataque com drone, em meio à campanha ucraniana contra a infraestrutura russa, segundo a CNBC. O ataque provocou incêndio no data center da empresa em Sasovo, na região de Ryazan, no oeste da Rússia, e afetou parte da infraestrutura, disse a Yandex à CNBC. Grupos de fontes abertas (OSINT) Exilenova+ e ASTRA identificaram o local como o Yandex DC Sasovo, que a própria empresa descreve como seu maior data center, segundo o Kyiv Independent.

Um ataque russo noturno com mísseis e drones atingiu cidades ucranianas em 7 de outubro e matou ao menos 26 pessoas, segundo o Kyiv Independent. Em Pryluky, na região de Chernihiv, um míssil de cruzeiro russo atingiu um prédio residencial e matou ao menos 20 pessoas, incluindo cinco crianças, e feriu ao menos 55, segundo o Kyiv Independent. O Kyiv Post informou mais tarde um balanço de 18 mortos em Pryluky e 24 no total, citando números atualizados do serviço de emergência ucraniano, enquanto as operações de resgate prosseguiam nos escombros de um prédio de cinco andares.

A Rússia iniciou operações de sabotagem contra empresas dinamarquesas que fornecem à Ucrânia, após concluir que esforços mais amplos de desestabilização fracassaram, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Straits Times. A analista Josefine Christensen, do serviço de inteligência dinamarquês PET, disse em conferência em Copenhague que a Rússia passou a mirar alvos com impacto direto na linha de frente, ou seja, a produção de armas, segundo a Reuters, em texto republicado pela SRN News.

O chanceler russo Sergei Lavrov disse que Washington entendeu e reconheceu a posição de Moscou sobre uma possível reunião trilateral sobre a Ucrânia, após tentativas de Kiev de perturbar as eleições da Duma, segundo a TASS. Em outra frente, embaixadores da União Europeia concordaram em retomar a etapa técnica das negociações de adesão da Ucrânia e da Moldávia, paralisadas pela Hungria desde o verão, com possível abertura de dois clusters, segundo a TASS, citando o relatório do relator.

O balanço do ataque russo da noite de 6 para 7 de outubro subiu de dois para ao menos 11 mortos e mais de 34 feridos em Pryluky, Dnipro, Kremenchuk, Zaporijia e Kiev, segundo o The Guardian. A Força Aérea Ucraniana diz, segundo a Reuters, em texto republicado pelo G1, que a Rússia lançou 130 drones e 48 mísseis de cruzeiro e balísticos e que 161 alvos foram abatidos; o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter feito um “ataque maciço” contra o complexo militar-industrial. Volodymyr Zelenskyy disse que os mísseis balísticos russos seguem sendo o maior desafio e que pacotes de defesa aérea são uma necessidade vital.

Tropas russas que avançam perto de Golubkovo, povoado que a Rússia diz ter libertado na região de Zaporozhye, se aproximaram de Novoukrainka, disse o especialista militar Andrey Marochko à TASS. Depois de libertar Golubkovo em 6 de outubro, os militares russos consolidavam posição para uma ofensiva em duas direções, ao norte e a noroeste do povoado, segundo a TASS.

Cerca de 223 mil ucranianos deixaram o país entre janeiro e junho de 2026, segundo o Serviço de Guarda de Fronteira da Ucrânia, em dados obtidos pela TASS. O fluxo segue anos de saída: entre 7 e 8 milhões em 2022, cerca de 180 mil em 2023, 460 mil em 2024 e 302 mil em 2025, segundo a TASS.

Dois navios mercantes foram atingidos por drones nesta terça-feira, 6 de outubro, na zona econômica exclusiva da Bulgária, no Mar Negro – o primeiro ataque à navegação nessa área de um membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo a CBC News. O navio de bandeira togolesa Alfa Watan sofreu dano estrutural grave e afundou, e a tripulação segue desaparecida. O segundo navio, de bandeira de Palau, pegou fogo e teve a tripulação turca e indiana resgatada, segundo a RFI. O primeiro-ministro da Bulgária disse, segundo a CBC News, que a situação perturba seriamente a navegação no Mar Negro, encarece ainda mais os seguros e torna o transporte marítimo extremamente difícil.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que a entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não está em discussão no momento, porque Washington está focado em resolver o conflito ucraniano. Questionado por um jornalista se a Ucrânia deveria ser membro da Otan, Rubio disse que “não há resposta de sim ou não”, segundo a TASS.

A Rússia disse ter interceptado quase 900 drones ucranianos na madrugada desta terça-feira sobre várias regiões do país, além da península da Crimeia ocupada e do Mar de Azov, segundo o Ministério da Defesa em Moscou. Relatos não confirmados da mídia apontaram um grande depósito de combustível em chamas na região de Moscou após o ataque, que matou duas pessoas. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, disse que 650 drones voaram em direção à região de Moscou entre a noite de segunda-feira e a manhã de terça.

Cerca de 53% dos ucranianos acham que o presidente Volodymyr Zelensky não deveria concorrer a um segundo mandato, segundo pesquisa publicada em 5 de outubro pelo Instituto Internacional de Sociologia de Kiev (KIIS) e noticiada pelo Kyiv Independent. A pesquisa ouviu 1.002 pessoas em territórios sob controle do governo entre 12 e 21 de setembro, segundo o mesmo veículo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, culpou os ataques ucranianos a refinarias de petróleo russas pelos altos preços da gasolina, nesta segunda-feira, segundo o G1. Trump disse, em publicação na rede Truth Social, que o preço da gasolina é pressionado pelas refinarias da Rússia atingidas pela Ucrânia, e não mais pelo estreito de Ormuz, de onde saem volumes recordes de barris quase diariamente, segundo a Gulf News, em texto da agência AFP. Os preços estão altos desde o começo do ano, quando os Estados Unidos lançaram seu ataque contra o regime iraniano ao lado de Israel e Teerã fechou o estreito de Ormuz em retaliação, segundo o G1.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que pelo menos uma pessoa morreu e outra ficou ferida em um ataque de drone russo a um navio civil de propriedade turca no Mar Negro. Segundo ele, cidadãos do Azerbaijão e da Índia estavam a bordo e o capitão morreu, com 11 tripulantes resgatados e um deles ferido; o destino de outra pessoa ainda está sendo apurado. As autoridades romenas disseram, segundo a AFP, em texto republicado pela RFI, que dois tripulantes morreram e 11 foram resgatados após um incêndio que fez o navio naufragar.

A Hungria deve suspender o veto à fase técnica das negociações de adesão da Ucrânia à União Europeia (UE), com cartas sobre capítulos de mercado interno e concorrência, segundo o Financial Times, em texto citado pela TASS. O apoio político pleno dependeria da aprovação pelo parlamento ucraniano, em 12 de outubro, de uma lei sobre direitos educacionais de minorias, segundo o Financial Times, em texto citado pela TASS.

A estatal nuclear russa (Rosatom) diz que dois prédios da usina de Zaporozhye – o laboratório e a instalação de rejeitos radioativos – foram atacados à noite, com danos no telhado, segundo a agência TASS. O chefe da Rosatom, Alexey Likhachev, disse não haver ameaça à segurança nuclear, segundo a agência TASS.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que a Rússia transferiu tecnologia de drones a jato à Coreia do Norte, como parte de uma parceria de defesa em intensificação, segundo o Kyiv Independent. Perguntado se Moscou havia compartilhado a nova tecnologia de drones a jato com Pyongyang, Zelenskyy respondeu de forma inequívoca: “Sim, claro.”

Centenas de manifestantes foram às ruas de Paris no sábado contra a ajuda contínua à Ucrânia, em protesto nacional do partido Les Patriotes, de Florian Philippot, segundo a RT. Os manifestantes pediram ao presidente Emmanuel Macron que interrompa a ajuda e defenderam a saída da França da União Europeia e de todas as instituições supranacionais, incluindo a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Alemanha vai fornecer mais um pacote de ajuda de mais de 1,3 bilhão de euros, com armas e apoio ao setor de energia, após o encontro com o chanceler alemão Friedrich Merz em Kiev, segundo a TASS. O valor inclui 1 bilhão de euros para drones interceptadores e produção de armas de longo alcance e 350 milhões de euros para energia, segundo fontes do governo alemão citadas pela DPA.

A Rússia voltou a atacar Kiev com drones, atingindo a Ponte Norte sobre o Dnieper durante a visita surpresa do chanceler alemão Friedrich Merz, segundo a BBC. Merz chegou a Kiev sem anúncio com a ministra da Economia e executivos de defesa e energia, prometendo armas de longo alcance e 1.000 interceptadores especializados, segundo o Kyiv Post. Ele advertiu que a máquina de guerra russa se voltará contra a OTAN se não for detida. A capital ucraniana está sob ataques crescentes de mísseis e drones contra infraestrutura, incluindo o setor de energia vital para eletricidade e aquecimento antes do inverno, segundo a France24.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o país vai intensificar os ataques a refinarias de petróleo russas em resposta a uma nova política de bombardeios aéreos de Moscou, segundo a CNBC. Zelensky afirmou que documentos de inteligência mostram uma ordem de Vladimir Putin para ampliar os ataques à infraestrutura, logística, estradas, escolas e hospitais a fim de pressionar civis a deixar as cidades, segundo a ABC News. Segundo ele, a resposta ucraniana mirará a energia russa, sobretudo as refinarias, sem atacar objetos civis de forma indiscriminada, segundo o The Independent.

O governador da região russa de Belgorod, Alexander Shuvayev, afirmou que 17 municípios sofreram 141 ataques ucranianos no último dia, com 182 drones abatidos ou suprimidos, segundo a TASS. Um civil morreu no distrito de Grayvoronsky e outras duas pessoas morreram em hospitais após ferimentos em Belgorod e Krasnoyaruzhsky. O Ministério da Defesa da Rússia disse que forças russas usaram drones Geran para atingir um data center em Odessa e um centro logístico da Nova Poshta em Chernomorsk, além de um navio com suprimento militar.

A Lista Unida, partido centrista e pró-Ucrânia do primeiro-ministro letão Andris Kulbergs, venceu a eleição parlamentar do país por ampla margem, informou a Al Jazeera. Segundo a Reuters, o partido governista conquistou a maior vitória desde que a Letônia recuperou a independência, em 1991, e deve manter o poder e formar uma coalizão pró-Ucrânia.

O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitri Medvedev, disse em entrevista à emissora iraniana Islamic Republic of Iran Broadcasting (IRIB) que a Ucrânia precisará adotar estatuto neutro e não nuclear, rejeitar sua linha nacionalista e reconhecer as quatro novas regiões russas para um acordo político duradouro, segundo a TASS. Medvedev afirmou que Rússia e Irã desenvolvem atividades conjuntas na defesa e dão grande importância a isso, e que o Irã tem papel central em garantir a segurança do Estreito de Ormuz por geografia e direito internacional.

O chanceler ucraniano Andrii Sybiha disse que a Ucrânia está pronta a considerar a proposta da Índia de cessar-fogo em energia e no Mar Negro, mas apenas nessa combinação, e que ela é a mais ampla entre as quatro propostas recebidas. Sybiha afirmou que as iniciativas vieram da Índia, da Turquia, do Egito e dos Estados Unidos. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que o primeiro-ministro indiano, Modi, tem “ideias muito boas” para encontrar soluções mutuamente aceitáveis.

As negociações entre Estados Unidos e Rússia para encerrar a guerra na Ucrânia passaram a incluir uma proposta de acordo multibilionário pelos ativos internacionais de petróleo da Lukoil, segundo o New York Times, em texto republicado pelo Times of India. O presidente russo, Vladimir Putin, levantou a transação proposta ao se reunir com Witkoff e Kushner no Kremlin, em 5 de setembro, segundo pessoas a par da reunião. Um grupo liderado pelo investidor estadunidense Todd Boehly surgiu como principal proponente, ao lado de investidores do Oriente Médio e do governo dos Estados Unidos.

Um ataque na manhã deste sábado danificou a pista e a fiação aérea de trólebus da Ponte Norte, em Kiev, e bloqueou o trânsito, segundo a BBC. Foi a segunda grande ponte atingida na cidade em poucos dias: a Ponte Sul foi alvo de drones russos várias vezes na quinta-feira e na sexta-feira, ainda segundo a BBC. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que ataques noturnos com drones atingiram a ponte rodoviária Severny, sobre o Dniepre, usada para movimentar tropas e entregar carga militar, segundo a TASS.

Após ataques de drones russos, a ponte Southern, sobre o Dnipro, foi totalmente fechada ao tráfego nos dois sentidos, segundo o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko; a ponte Paton passou a operar em mão única, e não houve relato de que tenha sido atingida. Os drones atingiram as estruturas de sustentação da ponte Southern na quinta-feira, segundo a Reuters, em texto republicado pelo AOL. Um ataque separado a um prédio residencial de 25 andares matou uma pessoa e feriu pelo menos duas.

O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, ameaçou adotar medidas adicionais não especificadas se a Ucrânia não apresentar um pedido público de desculpas por ter revelado que dois prisioneiros de guerra norte-coreanos foram enviados ao Sul, segundo a BBC. O presidente sul-coreano expressou irritação com a Ucrânia por comentários do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) que pareceram revelar um acordo secreto, segundo a Al Jazeera. O chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, descreveu a situação como um mal-entendido diplomático e disse que Kiev trabalha para resolvê-la, segundo a BBC.

A União Europeia (UE) recusou o pedido de Kiev por 27 bilhões de euros adicionais, inclusive via antecipação do empréstimo de 90 bilhões de euros, segundo a TASS, que cita a Bloomberg e fontes europeias. A UE exigiu a continuidade das reformas vinculadas à liberação faseada da primeira parcela de 45 bilhões de euros, prevista para este ano, sem antecipação.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, descartou um cessar-fogo de ataques de longo alcance com a Ucrânia, enquanto Moscou intensifica a campanha de ataques aéreos contra Kiev, segundo a Al Jazeera. Putin afirmou que a Ucrânia alcançou parcialmente seus objetivos com esses ataques e que as ofensivas contra refinarias de petróleo russas custaram ao país 1% do produto interno bruto (PIB). Ele acrescentou que a Rússia prefere encerrar o conflito por meio de negociações e quer que a Ucrânia seja um país neutro após o fim das hostilidades.

A Rússia planeja gastar 17,1 trilhões de rublos (US$ 202,58 bilhões) em defesa em 2027, cerca de 27% mais do que os 13,5 trilhões orçados antes e o maior valor desde o início da guerra da Ucrânia, em 2022, segundo a Reuters. O governo elevou a estimativa de déficit orçamentário de 2026 para 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 1,6% previsto antes, segundo a mesma agência. A nota explicativa do projeto de orçamento 2027–2029 projeta o déficit federal de 2026 em 3,2% do PIB, ou 7,335 trilhões de rublos, segundo a TASS.

Um drone russo atingiu uma escola em Kiev nesta quinta-feira, quando crianças e funcionários estavam abrigados nos refúgios, e não havia relatos imediatos de vítimas, disse o prefeito Vitali Klitschko. Outros dois drones russos atingiram uma ponte importante que liga o leste e o oeste da capital, forçando a suspensão do metrô e do transporte público de superfície. O órgão regulador nuclear ucraniano informou que um drone russo atingiu na quarta-feira o terreno de uma instalação de pesquisa nuclear em Kiev, provocando um incêndio sem danos ao reator de testes. O Reino Unido anunciou um novo pacote de 31 sanções contra a Rússia, destinado a conter o financiamento do “cofre de guerra” do Kremlin, de propagandistas e de torturadores.

O enviado papal, cardeal Matteo Zuppi, discutiu questões humanitárias da guerra na Ucrânia em conversas com autoridades russas e visitou prisioneiros de guerra ucranianos, informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo KFGO. Zuppi se reuniu com o assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, e tratou de perspectivas de acordo, trocas de prisioneiros e crianças deslocadas. Esta foi a terceira visita dele a Moscou desde 2023, e ele disse à TASS que sua missão principal é ajudar a encontrar soluções para questões humanitárias.

O primeiro-ministro ucraniano, Serhiy Koretskyi, afirmou que a Rússia lançou o maior ataque à infraestrutura de energia da Ucrânia desde a primavera, concentrado sobretudo em Kiev e na região ao redor, segundo a British Broadcasting Corporation (BBC). Ao menos seis pessoas morreram e 33 ficaram feridas nos ataques da madrugada em todo o país, entre elas uma criança na região de Kiev, segundo autoridades locais citadas pela BBC. A DTEK, grande empresa privada ucraniana de energia, informou que suas equipes religaram a eletricidade de cerca de 8 mil domicílios após os ataques, segundo a Al Jazeera. O Ministério da Defesa da Rússia disse que suas forças atingiram infraestrutura elétrica na região de Kiev, segundo a Al Jazeera.

A Força Aérea da Ucrânia informou que a Rússia disparou mísseis balísticos e dezenas de drones a jato contra Kiev na terça-feira, 29 de setembro de 2026, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo The Hindu. Autoridades ucranianas disseram que a barragem atingiu prédios residenciais, casas e transporte público em Kiev, ferindo uma pessoa, segundo a AP, em texto publicado pelo U.S. News & World Report. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças atingiram centros de processamento de dados em Kiev que, segundo Moscou, são usados pelos militares ucranianos.

Os bombardeios russos ininterruptos mataram ao menos sete pessoas e feriram mais de 80 na Ucrânia nesta segunda-feira, segundo a Associated Press. No domingo, 27 de setembro, a Rússia atingiu a sede da Kyivstar, a maior operadora móvel do país, sem vítimas, e o Ministério da Defesa russo disse ter bombardeado um data center da Vodafone Ucrânia, a segunda maior operadora de celular do país, segundo a Reuters. Em Kiev, o prédio da Academia Nacional de Ciências foi atingido no distrito de Shevchenkivskyi e uma mulher morreu, segundo a administração militar da cidade.

A vice-ministra das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Park Yoon-joo, apresentou queixa formal ao encarregado de negócios da Ucrânia, Andrii Vieshkin, e expressou “forte arrependimento” pela revelação da transferência de dois soldados norte-coreanos capturados, que Seul diz que deveria ter sido mantida em sigilo, segundo a BBC. Seul convocou o diplomata depois que o presidente Volodymyr Zelensky anunciou na semana passada que seu governo havia transferido os dois soldados para a Coreia do Sul, segundo a BBC.

Os ataques russos mataram três pessoas em Kiev, entre elas uma no prédio que abriga a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia. Um bombardeio com drone de propulsão a jato atingiu a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia, na capital, e deixou um morto e quatro feridos, segundo autoridades locais. O Comissário de Proteção da Língua Estatal disse que dois acadêmicos morreram no ataque ao prédio da Academia, com contato perdido com outros. O presidente Volodymyr Zelensky disse que a Ucrânia atingiu duas fábricas de defesa nas regiões de Tula e Voronezh, além de instalações de petróleo na região de Krasnodar, em publicação no X.

Ataques russos mataram oito pessoas em várias regiões da Ucrânia neste domingo, segundo a France 24, com a AFP, um dia depois de Moscou prometer continuar a guerra. Três pessoas, entre elas uma menina de 16 anos, morreram em um ataque a um centro infantil na cidade de Sumy, no norte, segundo o ministro do Interior, Ivan Vyhivskyi. Ainda segundo a France 24, três pessoas morreram em ataques noturnos na região sul de Zaporíjia e um homem morreu em um ataque de drone russo em Kiev, segundo o presidente Volodymyr Zelensky. Zelensky disse que a Rússia lançou mais de 2.200 drones de ataque, cerca de 1.650 bombas aéreas e 38 mísseis na última semana.

O gabinete presidencial da Coreia do Sul exigiu explicação oficial e desculpas da Ucrânia pela divulgação da transferência de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos para o país, segundo o Hindustan Times, em texto do feed da Reuters. Seul diz que a Ucrânia pediu sigilo repetidamente por vários canais sobre a operação. A presidência sul-coreana disse que a negação ucraniana da existência de um acordo de confidencialidade é falsa e danificou a confiança entre os dois governos, segundo a Nikkei Asia, que cita a Reuters.

Trocas de ataques entre Rússia e Ucrânia ao longo da noite e neste domingo mataram ao menos seis pessoas na Ucrânia e uma na Rússia, segundo autoridades. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que a Rússia atingiu duas vezes um data center em Kiev na manhã de domingo, ferindo duas crianças e um adulto. À margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o chanceler russo, Sergei Lavrov, minimizou no sábado o que se acredita ter sido o primeiro encontro presencial com o chanceler alemão desde a invasão da Ucrânia em larga escala, em 2022.

A Rússia atingiu neste domingo a sede da Kyivstar, maior operadora móvel da Ucrânia; a empresa disse à Interfax Ucrânia que a sede em Kiev foi atingida, sem vítimas, segundo a Reuters. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças continuam atacando centros de comunicação e logística e embarcações de apoio às Forças Armadas ucranianas, segundo a Sputnik Globe. O ministério disse também que foi atingido um centro logístico da Novaya Pochta em Odessa, usado para armazenar carga militar.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que as Forças Armadas realizaram ataques de drones durante a noite contra centros logísticos, portos, infraestrutura de transporte, centros de comunicações e embarcações a serviço do Exército ucraniano, segundo a TASS. A pasta afirmou que atingiu o centro de dados da Vodafone em Kiev, um dos maiores provedores de telefonia móvel e internet de alta velocidade para os militares ucranianos, incluindo a transmissão de dados de inteligência, e que atingiu no porto de Kiliya o quartel-general da base naval Vostok, um posto do Serviço de Guarda de Fronteira, quatro depósitos com equipamento militar e instalações portuárias. Segundo a Sputnik, o ministério afirmou ainda que um cargueiro foi atingido em navegação quando entregava equipamento militar e carga de uso duplo ao porto de Odessa.

O encontro entre os ministros das Relações Exteriores da Alemanha e da Rússia à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) é considerado o primeiro do tipo desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022, segundo a PBS. O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, pediu que a Rússia abandone sua “via perigosa de escalada” com a Alemanha, a Europa e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Depois do encontro, Sergei Lavrov disse que “nada de novo” saiu da conversa.

A ArcelorMittal Krivoy Rog, maior siderúrgica da Ucrânia, suspendeu a produção após repetidos ataques russos, informou a empresa na sexta-feira, segundo a RT. A usina foi atingida quatro vezes em cinco semanas, com cinco operários mortos, segundo a SBS, citando a Reuters, e a empresa afirmou que operações seguras e sustentáveis deixaram de ser possíveis. Com as paradas de Zaporozhstal e Kamet Steel, as três usinas que respondiam por cerca de 90% do aço ucraniano estão paralisadas, segundo o Financial Times.

O Estado-Maior da Ucrânia afirmou que unidades das Forças de Defesa atingiram a refinaria de petróleo de Ilsky, no distrito de Ilsky, no krai de Krasnodar, na Rússia, na noite de 26 de setembro, e que houve incêndio nas instalações. O governador de Krasnodar, Veniamin Kondratiev, confirmou que drones atacaram o distrito de Seversky, onde fica a refinaria, e afirmou que houve mortos e uma pessoa gravemente ferida. O Estado-Maior ucraniano descreveu a refinaria como instalação que alimenta o esforço de guerra de Moscou na Ucrânia.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter atingido o centro logístico da Novaya Pochta, na região de Odessa, onde estaria armazenada carga militar para o exército ucraniano, e o data center Cosmonova, em Kiev, que daria suporte à internet móvel e ao sistema Starlink das forças ucranianas. A operadora Cosmonova confirmou que as instalações do data center foram danificadas no ataque, sem feridos entre funcionários e com os dados preservados por redundância geográfica.

O chefe da autoproclamada República Popular de Donetsk (DPR), Denis Pushilin, afirmou que os Estados Unidos e a Europa apoiam o terrorismo no mais alto nível e que militantes de Kiev já conseguem montar drones carregados de explosivos com peças vendidas em lojas de brinquedos infantis, segundo a agência estatal russa TASS. A acusação parte de um dos lados do conflito e não foi confirmada por fonte independente.

O pacote de US$ 400 milhões que o Congresso dos Estados Unidos aprovou no fim de 2025 para ajuda militar à Ucrânia não inclui mísseis do sistema de defesa aérea Patriot, segundo a RBC-Ukraine, que cita a Reuters. O governo de Donald Trump assumiu a obrigação legal de gastar o valor integral antes de 30 de setembro; no início desta semana, US$ 307 milhões já estavam contratados e os US$ 93 milhões restantes serão formalizados até a data-limite. O pacote inclui armas ofensivas, equipamentos e peças para veículos blindados.

A Bloomberg informou, em texto republicado pela RT, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, viajar a Moscou para conversas com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante encontro à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo pessoas a par da conversa citadas pela Bloomberg, Zelensky rejeitou a ideia, o que teria contrariado Trump. O gabinete da Presidência da Ucrânia afirmou ao Ukrainska Pravda que se trata de “informação falsa”.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia ampliou os alvos dos seus ataques para data centres e provedores de internet, segundo a BBC News. Na sexta-feira, 25 de setembro de 2026, um drone russo atingiu um centro empresarial em Kiev, matando quatro pessoas e danificando um data centre, conforme a mesma reportagem. O Ministério da Defesa da Rússia confirmou ter atingido o site da operadora Datagroup, que segundo ele era usado pela inteligência militar ucraniana.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, amarrou a retomada de negociações com a Ucrânia ao calendário eleitoral russo: disse que as conversas dificilmente seriam possíveis antes das eleições à Duma, mas que depois Moscou estaria pronto a retomá-las, segundo a Ukrainska Pravda, a partir de coletiva transmitida pela agência estatal russa TASS. Putin afirmou ainda que, na noite de 19 para 20 de setembro, mais de 1.600 drones entraram na zona de Moscou e que seções eleitorais foram atingidas – uma alegação que vem do próprio Kremlin.

O governo Trump firmou compromissos juridicamente vinculantes para gastar quase todo o pacote de US$ 400 milhões que o Congresso aprovou para ajuda militar à Ucrânia, evitando que o dinheiro expire em 30 de setembro, segundo o U.S. News. No início desta semana, US$ 307 milhões dos US$ 400 milhões da Iniciativa de Assistência à Segurança da Ucrânia (USAI) já haviam sido comprometidos, e os US$ 93 milhões restantes devem ser travados antes do fim do ano fiscal.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, que a Ucrânia não tem até agora “contra-ação” nem “antídoto” contra os drones Geran russos, em declarações reproduzidas pela TASS. Putin disse também que provocações de Kiev não levarão ao resultado desejado e apenas pioram a posição ucraniana, segundo a TASS, e questionou o objetivo de ataques ucranianos contra armazéns de marketplaces como Wildberries e Ozon, que descreveu como instalações civis.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que os ataques ucranianos a navios mercantes e petroleiros russos e de bandeira estrangeira, inclusive embarcações com vínculos com os Estados Unidos e navios mercantes turcos atingidos por drones, motivaram as ações de retaliação da Rússia, segundo a agência estatal russa TASS. Peskov disse também que Moscou não tem pressa para nomear novos embaixadores no Reino Unido e na França, porque faltam relações bilaterais normais com os dois países, segundo a TASS.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter atingido nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, o data center da DataGroup em Kiev, que faria o processamento e a transmissão de dados de inteligência para as forças armadas da Ucrânia, segundo a Sputnik Globe. A operadora Datagroup confirmou que o seu data center em Kiev foi danificado num ataque na tarde de sexta-feira, sem feridos e com os serviços mantidos a partir de sites de backup, segundo a Interfax-Ucrânia. A empresa afirmou que os dados dos clientes foram preservados e que todos os serviços continuam a operar a partir de locais de redundância, segundo a Interfax-Ucrânia.

Os Estados-membros da União Europeia (UE) aprovaram os termos para liberar 6,6 bilhões de euros do Mecanismo Europeu para a Paz, o fundo com que o bloco financia ajuda militar a países de fora, em apoio à Ucrânia, segundo Kaja Kallas, chefe da diplomacia europeia, citada pela agência estatal russa TASS. Do total, 900 milhões de euros vão para a Missão de Assistência Militar da UE à Ucrânia, 1 bilhão financia novas compras conjuntas e 4,7 bilhões ficam reservados para compensar os países participantes, segundo a TASS. O dinheiro reembolsa governos por ajuda militar já entregue, conforme a Reuters, em texto publicado pelo Cyprus Mail.

O Ministério da Defesa da Rússia afirma ter cercado Dobropolye, centro de defesa ucraniano no Donbass, com unidades do grupo Center avançando em direção a Aleksandrovka, segundo reportagem do Europe Sun. Moscou sustenta que o controle da cidade abre caminho para cortar a rota lateral de suprimento dos redutos ucranianos que restam na região, numa análise do Sputnik Globe.

O enviado presidencial russo Kirill Dmitriev deve se reunir com autoridades dos Estados Unidos em Nova York para tratar das propostas mais recentes de Washington para desescalar a guerra contra a Ucrânia, informa o Kyiv Post. Em Moscou, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a possibilidade de uma reunião trilateral foi discutida em uma conversa telefônica entre Vladimir Putin e Donald Trump, sem detalhes definidos, segundo a TASS.

Mesmo com a aprovação final que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse ter recebido de Donald Trump para produzir mísseis Patriot sob licença, montar capacidade industrial levaria mais de um ano e não cobriria a escassez aguda de interceptadores que a Ucrânia enfrenta agora, segundo a France 24.

Um drone russo atingiu um prédio residencial de 16 andares no distrito central de Pechersk, em Kyiv, matando um menino de 14 anos e ferindo ao menos sete pessoas, informa a RTE. Na mesma ofensiva, a Rússia lançou quase 300 drones na noite de 25 de setembro, muitos deles com propulsão a jato; um edifício de 25 andares na capital foi atingido na altura do quarto andar e uma pessoa morreu em Odesa, segundo a RBC-Ukraine.

O governador da região de Zaporozhie instalado pela Rússia, Yevgeny Balitsky, afirmou que três voluntários da região de Omsk foram mortos e dois ficaram feridos em um ataque a um veículo com ajuda humanitária perto da vila de Novobogdanovka, no distrito de Melitopol, segundo a TASS, que descreveu o episódio como um “ato terrorista cínico”. Não há confirmação independente do ataque.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, que ainda não há detalhes específicos sobre a organização de uma reunião trilateral sobre a Ucrânia, informa a Sputnik Globe. Os Estados Unidos propuseram conversas técnicas em formato trilateral entre Ucrânia, Estados Unidos e Rússia, com os Emirados Árabes Unidos sugeridos como sede, e Kiev aguarda de Washington a definição de uma data, segundo o Kyiv Post.

A refinaria de Novoshakhtinsk, na região de Rostov, suspendeu temporariamente as operações depois de um ataque de drones, informa o Straits Times a partir de declaração do governador Yuri Slyusar. A defesa aérea russa destruiu cerca de 50 drones sobre a região durante a noite, e a refinaria – voltada sobretudo à exportação, com capacidade anual de 5 milhões de toneladas – paralisou as atividades, segue o Straits Times.

O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, apelou ao empresário estadunidense Elon Musk para ampliar a cobertura do Starlink e permitir à Ucrânia atacar lançadores de mísseis balísticos em território russo, segundo a TASS. Musk afirmou que liberar esse uso exige decisão da Casa Branca, e Trump não deu resposta clara aos pedidos de Zelensky, segundo a agência russa.

Provedores de Kiev relataram danos a data centers no ataque russo de 23 de setembro, que deixaram cerca de 100 mil domicílios com problemas de internet na capital e no entorno, segundo o Kyiv Independent. Um especialista ouvido pela TASS afirmou que os ataques aos data centers vão “interromper o controle de tropas” ucranianas, que depende da internet, segundo a TASS.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu “aprovação final” para a Ucrânia produzir mísseis Patriot sob licença, segundo o G1. Trump havia oferecido a licença em julho, na cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em Ancara, e recuado em 31 de julho, dizendo que “não concordamos com isso”, segundo a ABC News.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter interceptado 592 drones ucranianos entre a noite de 24 de setembro e a manhã de 25 de setembro, no horário de Moscou, disse à TASS. Um homem morreu por estilhaços de drone na região de Perm e 8 pessoas ficaram feridas em Ulianovsk, incluindo adolescentes de 14 e 17 anos, segundo governadores regionais. Na mesma noite, drones atingiram instalações industriais em Rostov – incluindo a refinaria de Novoshakhtinsk –, Perm, Ulianovsk e Voronezh, segundo o Ukrinform.

O jornalista chinês Li Xiang disse que matar mulheres, crianças e civis é uma “linha vermelha”, ao comentar o ataque ao Colégio Pedagógico de Starobelsk, disse à TASS. Segundo a versão russa, ainda sem confirmação independente, drones ucranianos atingiram na noite de 22 de maio de 2026 o prédio acadêmico e o dormitório do colégio, com 21 mortos e 86 crianças presentes, segundo a TASS.

A Ucrânia matou duas pessoas em ataques noturnos de drones contra a Rússia e atingiu uma refinaria de petróleo e um trem de passageiros, disseram autoridades russas, segundo a Devdiscourse. Na região de Perm, que abriga uma grande refinaria, o governador Dmitry Makhonin disse que um homem morreu durante um ataque massivo de drones, segundo a Devdiscourse.

O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, entregou ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, um relatório russo sobre a suposta falsificação dos eventos de Bucha, à margem da Assembleia Geral, e pediu que o Secretariado da ONU examine o caso detalhadamente, segundo a agência estatal russa TASS, que citou a chancelaria russa. Segundo a TASS, o relatório atribui o episódio à Ucrânia e aos seus patrocinadores da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). A ONU não confirmou a entrega do documento, e a acusação parte do lado russo.

O enviado especial do presidente da Rússia e presidente-executivo do Fundo de Investimento Direto da Rússia (RDIF), Kirill Dmitriev, reuniu-se em Nova York com o enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Steve Witkoff, e com Jared Kushner, genro de Donald Trump, segundo a TASS, que atribui a informação a fontes da CNN; os três discutiram cooperação entre Rússia e Estados Unidos e uma solução pacífica para a guerra na Ucrânia, relata a agência russa; a TASS acrescenta que Witkoff e Kushner estiveram em Moscou em 5 de setembro de 2026, onde foram recebidos pelo presidente Vladimir Putin, e no dia seguinte se encontraram com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em Kiev.

Um ataque massivo de drones está em curso nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, na cidade russa de Ulianovsk, na região do Volga, com danos a infraestrutura industrial e civil e vítimas, segundo o governador da região, Alexey Russkikh, em mensagem no aplicativo de mensagens Max citada pela TASS; “as defesas aéreas e os nossos grupos móveis de tiro seguem repelindo um ataque massivo de drones contra a cidade de Ulianovsk”, disse o governador, que informou que as vítimas recebem assistência médica; segundo canais de monitoramento citados pelo Kyiv Independent, a planta Iskra, que fabrica componentes para comunicações e radiotecnologia, foi atingida na cidade.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o chanceler russo Sergei Lavrov se reúnem nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, em Nova York, à margem da 81ª Assembleia Geral da ONU, segundo o Departamento de Estado, citado pelo Kyiv Independent e pela agência ucraniana UNN. O encontro estava marcado para as 9h (UTC-4), 10h em Brasília, e ocorre um dia depois da conversa entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que disse estar pronto para um cessar-fogo de energia se a Rússia aceitar os mesmos termos. Lavrov discursa na Assembleia no sábado, 26 de setembro, e o Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que a agenda inclui as relações entre Moscou e Washington e a cooperação dos dois países na ONU.

O Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (OHCHR) documentou 1.004 casos de violência sexual contra civis e prisioneiros de guerra na Ucrânia, segundo o relatório que publicou em 18 de setembro de 2026 e o relato do G1. Os casos verificados vão de 24 de fevereiro de 2022, quando começou a invasão russa em larga escala, até o fim de julho de 2026. Do total, 89% dos casos foram atribuídos a autoridades russas, incluindo integrantes das Forças Armadas, do serviço penitenciário e do serviço de segurança nacional, e 11% a autoridades ucranianas. A maioria das vítimas foram homens, sobretudo em centros de detenção, e entre as violações documentadas estão estupros coletivos, mutilação genital, choques elétricos e espancamentos nos órgãos genitais e outros atos degradantes de natureza sexual. A sobrevivente de estupro mais jovem tinha quatro anos, e a mais velha, 82 anos; as duas foram vítimas de autoridades russas. Muitos dos homens relataram choques elétricos nos órgãos genitais com um telefone militar de campanha da era soviética, conhecido como “tapik”, forma usada em 155 casos, ou 27% do total, contra prisioneiros de guerra ucranianos e pessoal médico retido. Quase metade das violações atribuídas às autoridades ucranianas contra prisioneiros de guerra russos ou de países terceiros consistiu em ameaças de violência sexual. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, disse que a Rússia, “dada a alta prevalência de casos atribuídos às suas forças”, deve adotar medidas concretas para proteger civis e prisioneiros de todas as formas de tortura, e pediu que os dois países investiguem todas as alegações credíveis. Os investigadores ouviram cerca de 10% dos prisioneiros libertados pelos dois lados e não tiveram acesso ao território controlado pela Rússia, disse Danielle Bell, chefe da missão de monitoramento de direitos humanos na Ucrânia, ao G1.

O presidente da França, Emmanuel Macron, usou o seu último discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) como chefe de Estado para pedir que os países reafirmem o direito internacional e o sistema da ONU diante do que chamou de retorno da “lei da selva”. Segundo a France-Presse (AFP) e o The Hindu, ele defendeu uma “dupla moratória” que suspenda ataques a alvos civis e de energia na guerra entre a Rússia e a Ucrânia: “Devemos proteger a população civil, e é por isso que gostaríamos de expressar o nosso apoio a uma dupla moratória, uma moratória sobre ataques à infraestrutura de energia e civil”. Sobre Gaza, disse que “alguns afirmam que a paz foi alcançada, mas isso não abriu as entregas humanitárias” – “um espetáculo que a todos envergonha”, nas suas palavras. Macron propôs ainda que os países somem capacidade de investimento para construir um modelo de fronteira de inteligência artificial (IA) de código aberto: “Não quero que ninguém se torne vassalo de uma das grandes potências”, disse.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, que a Ucrânia está pronta para “qualquer formato” de cessar-fogo energético com a Rússia, desde que Moscou deixe de atacar o sistema energético ucraniano. Ele afirmou não saber qual é a posição russa e disse esperar que “o lado dos Estados Unidos encontre uma maneira” de levar Moscou a algum tipo de negociação, segundo a France 24, que reproduziu as declarações com a Agence France-Presse (AFP). Zelensky falou depois de uma reunião de 40 minutos com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que descreveu como “positiva e produtiva” e sobre a qual escreveu no X que “os Estados Unidos e a Ucrânia querem ver esta guerra russa sem sentido terminar antes do inverno”, conforme o Arab News. No relato que fez à imprensa, disse que não se discutiu uma parada unilateral dos ataques ucranianos a refinarias russas e se declarou disposto a participar de um encontro trilateral com Trump e o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Trump havia dito a jornalistas, antes do encontro, que discutiria com Zelensky os ataques ucranianos a refinarias na Rússia: “É um golpe sério nos russos. Também é um golpe sério no preço do diesel”, afirmou, conforme a Reuters, em despacho publicado pelo The Sacramento Bee. Na semana anterior, o presidente dos Estados Unidos havia afirmado que Rússia e Ucrânia tinham concordado em não atingir a infraestrutura energética uma da outra; o acordo não se confirmou e os dois lados mantiveram os ataques nos dias seguintes, como noticiou a NBC News.

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, no seu último discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que os países devem resistir ao “retorno à lei da selva” nas relações internacionais, num momento em que “a retórica da derrota abre caminho ao abuso de poder dos impérios”. “A questão que se coloca é se queremos viver nesse estado de natureza, com uma espécie de retorno à lei da selva, ou numa sociedade internacional civilizada”, afirmou, segundo a France 24, que reproduziu o discurso com a AFP, e a DW. Sobre Gaza, Macron bateu na tribuna e disse que “as cenas, o espetáculo, são vergonhosos. Vergonha para todos nós”: “De que vale a nossa credibilidade se permanecermos inativos em Gaza? Alguns afirmam que a paz foi alcançada, mas isso não abriu as entregas humanitárias.” Ele defendeu o respeito aos “direitos legítimos” dos palestinos como “pré-requisito de segurança” para os palestinos e para Israel, e disse que “todos os que afirmam que a segurança de Israel exige a violação da soberania de todos os seus vizinhos cometem um erro fatal”. Na Ucrânia, propôs uma “dupla moratória”: a suspensão dos ataques de ambos os lados contra a infraestrutura energética e civil e um compromisso equivalente no mar Negro, que permita “liberar os embarques de grãos”. “O inverno está chegando”, disse. Ao tratar de inteligência artificial (IA), pediu que os países unam recursos para construir “um modelo de fronteira de código aberto”, sem dependência de “uma das grandes potências”: “Não quero que ninguém se torne vassalo de uma das grandes potências”, afirmou, citando Índia, Brasil, Singapura, países africanos e os Estados do Golfo como parceiros possíveis.

Donald Trump disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, no discurso da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que trabalha “muito de perto” com os líderes da Rússia e da Ucrânia e que um acordo para encerrar a guerra sairá “mais rápido do que as pessoas entendem”. O Kyiv Post registrou que ele afirmou que usará, se necessário, os poderes tarifários que a lei sancionada na semana anterior lhe concedeu, num texto que prevê tarifas de até 100% sobre compradores de energia russa. Questionado por repórteres, antes do discurso, sobre que mensagem tinha para Vladimir Putin, Trump respondeu: “Encerre a guerra.” A CNBC informou que Trump escreveu no Truth Social na segunda-feira, 21 de setembro, que “um grande número” de refinarias de diesel russas foi “explodido”, que a Rússia “perdeu o controle” da sua indústria de diesel por causa da guerra e que o conflito precisa terminar, com “25 mil pessoas, a maioria soldados, mortas a cada mês”. O preço médio do galão de diesel nos Estados Unidos passou de US$ 6,50 pela primeira vez, segundo a AAA citada pela emissora, num momento em que os ataques ucranianos a refinarias russas e a guerra contra o Irã restringem o abastecimento global. Na reunião bilateral com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, à margem da Assembleia, Trump disse que os dois discutiam “encontrar uma solução” para a guerra e que “vão chegar a um acordo”, sem dizer qual; o The Jerusalem Post, citando a Reuters, informou que ele afirmou que Putin está disposto a se reunir para encerrar o conflito, e que os dois devem tratar do envio de mísseis Patriot à Ucrânia.

A União Europeia (UE) fechou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o acordo que renova por três anos as sanções contra quase 3 mil pessoas e empresas acusadas de sustentar a guerra da Rússia na Ucrânia e retira da lista os bilionários Alisher Usmanov e Mikhail Fridman, depois de a Letônia ceder e optar pela abstenção construtiva, segundo a Euronews e o The Guardian. A presidência irlandesa do Conselho da UE confirmou o “compromisso difícil” poucas horas antes do prazo de meia-noite: a renovação passa de seis meses para 36 meses, até 22 de setembro de 2029. Segundo diplomatas ouvidos pela Euronews, a França ligou a retirada de Usmanov à libertação de dois nacionais franceses presos no Azerbaijão, e a Eslováquia vetou a permanência de Fridman na lista; o The Guardian registra que Luxemburgo pediu o mesmo tratamento para Fridman, que move uma ação de US$ 16 bilhões contra o grão-ducado pelo congelamento de seus ativos. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, chamou a decisão de inaceitável e agradeceu publicamente à Letônia pela resistência.

A siderúrgica Interpipe Steel, de Dnipro, paralisou a produção depois de um ataque russo noturno que matou quatro funcionários, segundo a Kyiv Independent e a agência TASS. A empresa ucraniana informou que equipamentos e infraestrutura de produção foram danificados e que avalia o prazo de retomada. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou no mesmo dia ter realizado um ataque em massa contra empresas metalúrgicas e químicas e instalações do setor de combustíveis e energia, incluindo a usina. A Interpipe emprega cerca de 9,5 mil pessoas e exporta para mais de 50 países, e seus produtos viram componentes de fuselagem, propulsão e asas de drones de longo alcance, segundo a TASS.

A França assinou um contrato para entregar radares e mísseis interceptadores à Ucrânia, anunciou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o presidente Emmanuel Macron depois de se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Nova York, segundo o Kyiv Post e o United24 Media. Macron não informou a quantidade, o tipo de equipamento nem o prazo de entrega. O anúncio saiu no mesmo dia em que a Rússia atingiu instalações industriais em Dnipro, Kryvyi Rih e Pavlohrad e que Zelensky pediu, ao lado da França, um novo pacote de apoio para o inverno. O presidente francês disse que discutiu a iniciativa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e que os dois vão trabalhar por uma moratória de ataques contra a infraestrutura energética e civil, proposta que a Ucrânia condiciona à reciprocidade russa.

O número de pessoas desaparecidas desde o início do conflito na Ucrânia chegou a 275 mil, segundo a presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Mirjana Spoljaric Egger, em entrevista ao jornal russo Vedomosti publicada nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026 e citada pela TASS. Segundo ela, o CICV registra em média 10 mil novos pedidos de busca por mês e vem ampliando o número de respostas dadas às famílias. A cifra é do próprio CICV, organização que faz a mediação dos casos entre as partes, e não uma estimativa de governo.

Os embaixadores dos 27 países da União Europeia (UE) voltaram a não fechar acordo nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, sobre a renovação das sanções contra quase 3 mil pessoas e entidades ligadas à guerra da Rússia na Ucrânia, cuja validade expira à meia-noite desta terça. A Letônia recusou o compromisso que retiraria da lista os bilionários Alisher Usmanov e Mikhail Fridman em troca de uma renovação de 36 meses para o restante das listagens, segundo a Reuters e o The Guardian. A França defende a saída de Usmanov, segundo diplomatas, para destravar a libertação de nacionais franceses presos no Azerbaijão. Sem unanimidade até a meia-noite, cerca de 3 mil listagens – congelamentos de bens e proibições de viagem – caem de uma vez.

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, faz nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, sua estreia na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) e se reúne pela primeira vez com Donald Trump à margem do encontro, com a Ucrânia, os riscos e as oportunidades da inteligência artificial (IA) e o custo da guerra no Oriente Médio na agenda, segundo a Associated Press. Burnham, no cargo desde julho, disse que buscará “pontos em comum” com Trump e que os dois “encontraram uma conexão” em duas conversas telefônicas; em 2017, como prefeito de Greater Manchester, ele disse que o presidente dos Estados Unidos não seria bem-vindo na cidade e, em 2019, afirmou que se recusaria a receber Trump. Ele deve pedir a Trump que envie mísseis interceptadores para reforçar a defesa aérea da Ucrânia antes de mais um inverno de guerra, e o governo britânico quer discutir como restabelecer a livre passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, bloqueado desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irã, em fevereiro de 2026, segundo a AP. O fechamento da rota elevou o preço do petróleo e complica a economia britânica.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que unidades do grupo de forças “Centro” completaram o cerco ao principal centro de defesa ucraniano em Dobropillya, no Donbas, e que ficaram cercadas duas brigadas da Guarda Nacional da Ucrânia, a quarta e a 15ª, além do 425º Regimento de Assalto “Skala”, no resumo diário do ministério reproduzido pela Sputnik. O Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia não confirmou o cerco: no balanço divulgado nesta terça-feira, referente a 21 de setembro, registrou 248 combates no front, o maior número no setor de Pokrovsk, e listou assaltos russos nas direções de Dobropillya, Novyi Donbas, Myrne e Bilitske. O Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), centro de análise sediado nos Estados Unidos, avaliou em 21 de setembro que a Rússia mantém nesse setor o maior ritmo de ataques do front, com média de 32 por dia desde 1º de agosto, sem conseguir consolidar posições.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reúne-se nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, com Donald Trump à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, e leva a proposta de uma trégua energética que suspenda os ataques dos dois lados a instalações de energia antes do inverno, segundo a Reuters. Ao chegar à cidade no dia anterior, Zelensky disse que há “propostas concretas de segurança e medidas de desescalada” sobre a mesa e que um novo acordo sobre drones está pronto para ser assinado, e a visita inclui cerca de 20 reuniões, segundo o Kyiv Independent. Trump manifestou preocupação com os danos às refinarias russas atingidas por drones ucranianos, e a Rússia, que tem mais poder de fogo em mísseis, não deu sinais de que quer interromper a guerra aérea, informou a Reuters.

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta segunda-feira, 21 de setembro, que a reunião que teve com Donald Trump em Nova York foi “muito construtiva” e afirmou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos mais rapidez na entrega de interceptores de mísseis à Ucrânia, medida que classificou como defensiva. O encontro foi na Trump Tower, um dia antes da abertura do debate geral da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e Macron disse que os dois discutiram por longo tempo a Ucrânia e a Rússia e também a situação do mar Vermelho, que considerou importante para os preços globais. Segundo o presidente francês, Trump estava “muito receptivo”. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também deve se reunir com Trump em Nova York nesta semana, segundo o Kyiv Post.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reuniu com o diretor da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), John Ratcliffe, no aeroporto de Shannon, na Irlanda, segundo a Reuters, que citou duas pessoas a par do assunto. Uma das fontes disse que o encontro ocorreu nesta segunda-feira; a outra afirmou que os dois conversaram enquanto os aviões eram reabastecidos, sem precisar a data. Nenhuma delas revelou o teor da conversa, e nem o governo ucraniano nem a agência americana confirmaram a reunião, que ocorre às vésperas da semana de alto nível da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York.

A Rússia Unida elegeu 49 deputados que participaram da guerra contra a Ucrânia, informou nesta segunda-feira o secretário-geral do partido, Vladimir Yakushev, que primeiro falou em 86 veteranos da “operação militar especial” e depois corrigiu o número para 49. Os ex-combatentes passam a ocupar cerca de 11% das 450 cadeiras da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, onde o partido de Vladimir Putin ficou com 355 assentos, o maior número já obtido pela legenda e acima do recorde de 343 cadeiras de 2016. O Partido Comunista ficou com 40 cadeiras, o LDPR (Partido Liberal-Democrata da Rússia), ultranacionalista, com 25, e o Novos Povos, com 20 – todos apoiam a campanha militar na Ucrânia. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que os indicadores apontam para “o mais alto nível de consolidação” da sociedade russa em torno do chefe de Estado. O Yabloko, única legenda registrada que se opunha à guerra, foi impedido de disputar a eleição pela Suprema Corte russa, e a União Europeia classificou a votação como um retrocesso para a democracia. Os números saem de uma apuração com 95% das urnas processadas, quando o Rússia Unida tinha 57,83% dos votos, segundo a chefe da comissão eleitoral, Ella Pamfilova, acima dos 49,8% de 2021.

A refinaria de Moscou, controlada pela Gazprom Neft, interrompeu o processamento de petróleo depois de incêndios nas suas duas unidades primárias de destilação de cru, atingidas por drones ucranianos em 20 de setembro, segundo três fontes do setor citadas pela agência Reuters. As fontes disseram que a reparação e a retomada da operação podem levar várias semanas. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou no domingo que uma instalação industrial no terreno da refinaria foi danificada durante o ataque. A unidade AVT-6 tem capacidade de 21,4 mil toneladas por dia, 53% do total, e a EURO+, de 18,8 mil toneladas por dia, os 47% restantes. Segundo as fontes, a refinaria processou 11,6 milhões de toneladas de cru em 2024, cerca de 230 mil barris por dia, e produziu 2,9 milhões de toneladas de gasolina, 3,2 milhões de toneladas de diesel e 1,3 milhão de toneladas de betume. A Gazprom Neft não respondeu ao pedido de comentário da Reuters.

A Ucrânia tem 608 locomotivas danificadas desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022: 533 da Ukrzaliznytsia, a companhia ferroviária estatal, e 75 de empresas privadas, segundo o ministro da Reconstrução, Infraestrutura e Transporte, Mykola Kalashnyk. O país negocia uma “coalizão ferroviária” acertada na reunião dos Oito dos Cárpatos, em Bukovel, com Áustria, Hungria, Polônia, Romênia, Sérvia, Eslováquia e Chéquia, e tem acertado 100 milhões de dólares em doação, no âmbito do projeto RELINC, para comprar locomotivas usadas no mercado internacional, além de 130 milhões de euros do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (BERD) para resiliência energética. A Eslováquia vai transferir três locomotivas elétricas.

A Ucrânia lançou na madrugada de domingo mais de 1.600 drones contra a Rússia, cerca de 450 deles rumo a Moscou, no último dia da eleição parlamentar russa, segundo autoridades russas em relatos da Reuters e do Times Now; o prefeito da capital, Sergei Sobyanin, chamou o ataque de “o mais massivo” contra Moscou e disse que um dos aparelhos abatidos na aproximação atingiu a refinaria de Kapotnya, da Gazprom Neft, além de um prédio residencial. O Ministério da Defesa da Rússia afirma ter derrubado 1.100 drones em todo o país, incluindo sobre a Crimeia e o mar Negro, e o governador da região de Moscou, Andrei Vorobyov, disse que 249 foram abatidos sobre a região e que duas pessoas morreram. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que a operação atingiu uma instalação petrolífera e um entreposto logístico; o aeroporto de Vnukovo suspendeu as operações e o de Sheremetyevo impôs “restrições temporárias”.

Drones ucranianos atingiram uma refinaria de petróleo em Moscou e mataram duas pessoas, em dia de votação na Rússia, segundo a Reuters, o G1, o Hindustan Times e o Mehr News; o prefeito confirmou danos à refinaria. Moscou alega interferência eleitoral, relata o Hindustan Times, e o Ministério da Defesa russo afirmou ter abatido todos os mísseis que seguiam para a região, segundo o TASS.

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