O número de mortos no bombardeio russo a um ponto de distribuição de ajuda na região de Zaporizhzhia subiu a 42, segundo a polícia ucraniana, em texto da Reuters republicado pelo Investing.com, um dos ataques mais letais a civis neste ano.
Até 33 pessoas seguiam sob os escombros na vila de Komyshuvakha, e o resgate e a identificação dos corpos continuavam, disse a polícia regional no Telegram. As forças russas lançaram nove bombas planadoras sobre uma antiga escola onde moradores se reuniam para receber ajuda humanitária em 2 de novembro e, em seguida, uma segunda onda de ataques atingiu o abrigo para onde os civis tinham corrido. Ao menos quatro policiais e dois socorristas do Serviço de Emergência do Estado (DSNS) estão entre os mortos. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o ataque atingiu unidades militares ucranianas na área de Komyshuvakha e de outras duas localidades e que até 25 militares ucranianos foram mortos. Na quarta-feira, Ivan Fedorov, chefe do Conselho de Defesa Regional de Zaporizhzhia, havia falado em 59 desaparecidos.