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600 mil pessoas protestaram nesta quinta-feira na França contra o custo de vida e por serviços públicos, número que subiu de 270 mil ao longo da tarde até 600 mil à noite, segundo o ministro do Interior, Laurent Nunez.

O ato foi convocado por cinco centrais sindicais dos setores público e privado, que pedem aumento do salário mínimo e melhores condições de ensino, e o Ministério da Educação informou que pouco mais de 15% dos professores aderiram à greve.

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