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O Crédit Mutuel Arkéa confirmou na quarta-feira (4) ter sido alvo de um ataque cibernético que permitiu a realização de operações fraudulentas, e o Ministério Público de Paris abriu inquérito em 4 de novembro após uma queixa do banco.

Segundo o banco, os invasores entraram por meio da plataforma de um prestador externo de serviços e iniciaram transferências fraudulentas da própria conta da instituição para outras instituições financeiras. O grupo afirmou que as contas dos clientes não foram acessadas, e que a poupança e os depósitos dos correntistas estão a salvo. O inquérito está a cargo da unidade francesa especializada em cibercrime, a OFAC, e apura a suspeita de atuação de um grupo criminoso organizado. A Arkéa descartou que a subsidiária online Fortuneo tenha servido de porta de entrada e disse que parte do dinheiro já foi bloqueado. O jornal Le Télégramme e o portal CoinDesk noticiaram que até 118 milhões de euros podem ter sido desviados.

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