Mais de 413 mil trabalhadores da indústria metalúrgica e elétrica aderiram desde domingo a paralisações, ações, manifestações e atos da IG Metall – mais do que no período equivalente da rodada tarifária de 2024. O sindicato pede 5% de aumento, além de componente social para faixas salariais menores e participação nos lucros em empresas lucrativas. As negociações recomeçam na segunda-feira em Düsseldorf, e a negociadora Barbara Resch ameaça ampliar as greves de advertência, com paralisações de 24 horas possíveis, se não houver resposta consistente dos patrões.
O plano de níveis de imigração 2027-2029 do Canadá mantém 380 mil residentes permanentes por ano até 2029, com meta de 370 mil novos residentes temporários anuais, entre trabalhadores estrangeiros e estudantes internacionais. O governo federal apresentou o plano em 6 de novembro, como parte do orçamento, mantendo as metas gerais do plano do ano anterior e revendo a distribuição entre os programas de imigração econômica. Uma medida temporária abre até 200 mil admissões adicionais de residência permanente em 2027: 100 mil para trabalhadores elegíveis e suas famílias e 100 mil para candidatos familiares e humanitários. A imigração econômica responde por 244,7 mil admissões anuais, 64,4% do total; o Programa de Nomeação Provincial sobe de 92,5 mil para 95 mil vagas, e a categoria federal de alta qualificação cai de 111 mil para 100 mil. O plano fixa ainda metas de imigração francófona fora de Quebec de 9,5% em 2027, 10,5% em 2028 e 12% em 2029.
Trabalhadores da indústria de vestuário de Bangladesh pedem que o salário mínimo mensal suba de 12.500 para 30.000 takas, o equivalente a US$ 237, e os protestos paralisaram a produção em fábricas que fornecem H&M, Zara e Walmart. O setor responde por mais de 80% das receitas de exportação e 10% do PIB do país e emprega cerca de 4 milhões de pessoas. O Conselho de Salário Mínimo concordou que uma nova tabela passa a valer a partir de dezembro, mas ainda não recomendou um número, enquanto a negociação entre donos de fábrica e representantes dos trabalhadores segue em curso.
Os Estados Unidos (EUA) abriram 165 mil postos de trabalho em outubro, após alta revisada de 60 mil em setembro, segundo o Bureau of Labor Statistics (BLS). A taxa de desemprego caiu para 4,1%, de 4,2% em setembro. Economistas consultados pela Reuters projetavam 65 mil vagas e desemprego estável em 4,2%.
Cerca de 575 mil pessoas participaram nesta quinta-feira dos protestos em toda a França, segundo estimativa do governo, o maior dia de manifestações desde o início da onda de protestos que começou em setembro, em coincidência com uma greve nacional, em texto da CNN republicado pela KWWL. O movimento começou com estudantes que pediam melhores condições nas escolas e se ampliou para sindicatos e coletes amarelos. Cerca de 13% do funcionalismo escolar entrou em greve e um em cada três estabelecimentos de ensino superior teve as atividades interrompidas, também segundo o governo. Os sindicatos estimaram números bem maiores que os do governo.
A economia dos Estados Unidos acrescentou 165 mil postos de trabalho em outubro, e a taxa de desemprego caiu ligeiramente para 4,1%, segundo o Bureau of Labor Statistics.
O ganho médio por hora subiu 3,1% em taxa anualizada, enquanto a inflação anualizada de setembro foi de 3,7%. As cifras iniciais de agosto e setembro foram revisadas para cima em 84 mil postos no total.
A gasolina está em média US$ 1 por galão mais cara que um ano antes por causa da guerra contra o Irã, e o diesel custa 60% mais que no período anterior à guerra.
O Ministério do Interior contou cerca de 600 mil manifestantes nas mobilizações de quinta-feira, enquanto a Confederação Geral do Trabalho (CGT) falou em 1,6 milhão, e mais de 400 pessoas foram presas no dia de greve geral, que teve confrontos entre manifestantes e polícia.
Segundo a Xinhua, em texto republicado pela China Daily, 270 mil manifestantes foram registrados em 180 protestos fora de Paris, segundo a BFM TV citando fontes próximas ao ministro do Interior, com a Torre Eiffel fechada para visitantes e 15,81% dos professores em greve, segundo o Ministério da Educação. Centenas de milhares de manifestantes eram esperados nas cidades francesas, com greve de servidores públicos na quinta-feira, em novo teste para o presidente Emmanuel Macron após a agitação anterior.
Cinco centrais sindicais francesas uniram setores público e privado nesta quinta-feira numa jornada nacional de greves e protestos, com demandas por salários maiores para combater o custo de vida e por serviços públicos protegidos, segundo a BBC. As autoridades esperam entre 500 mil e 700 mil manifestantes nas marchas, dezenas de milhares deles só em Paris, num dia que um líder sindical descreveu como “um grande dia de convergência”.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse que 70 mil policiais e gendarmes estão sendo mobilizados e prometeu “resposta extremamente firme” a eventuais surtos de violência. Os sindicatos pedem aumento do salário mínimo, hoje em €12,31 por hora. Trabalhadores foram chamados a parar refinarias, e a França deve importar mais eletricidade do que produz nesta quinta por causa de paralisações em usinas nucleares. O governo liberou 10 milhões de barris de diesel das reservas estratégicas para baixar o preço do combustível, e a marcha de Paris deve seguir outro trajeto central, da Place de la République à Place de la Nation. O movimento começou em setembro com estudantes do ensino médio que reclamavam de condições e recursos ruins na educação e se estendeu ao movimento dos coletes amarelos e a trabalhadores.
A Micron suspendeu os planos de uma fábrica de chips de memória em Taiwan por causa de uma disputa trabalhista prolongada, segundo pessoas a par do assunto. A empresa praticamente paralisou a construção da unidade em Taoyuan, no norte de Taiwan, segundo as pessoas, que pediram para não serem identificadas por se tratar de deliberações privadas. A Reuters informou, em texto publicado pelo MarketScreener, que a Micron suspendeu o projeto de US$ 4,5 bilhões.
O conselho de salários do setor de vestuário de Bangladesh, criado pelo governo no domingo, concordou em aumentar a remuneração dos trabalhadores, sem especificar o tamanho do reajuste. Os trabalhadores pedem salário mínimo mensal de 30.000 takas (cerca de 240 dólares), alta de 140% sobre os 12.500 takas atuais, e apontam a alta dos preços de alimentos, moradia, transporte e saúde em um país com inflação de 8%. O representante dos trabalhadores no conselho, Babul Akter, disse que o conselho vai concluir o trabalho até dezembro para que os salários revisados sejam pagos em janeiro, e que o representante dos donos de fábrica concordou com o ponto. Os protestos continuavam na manhã de quarta-feira em polos industriais como Gazipur, Mirpur, Narayanganj e Savar, com relatos de fábricas depredadas. Segundo a Associação de Fabricantes e Exportadores de Vestuário de Bangladesh (BGMEA), a paralisação fechou 529 fábricas e deixou 987.190 trabalhadores sem trabalho.
Forças paramilitares foram enviadas a Gazipur e Narayanganj, onde trabalhadores do setor de vestuário pedem salário mínimo de 30 mil takas e permanecem nas ruas pelo quarto dia, com 58 policiais feridos, segundo a polícia, de acordo com a Agence France-Presse (AFP), em texto republicado pelo The Hindu. Os protestos continuam apesar do anúncio do governo de uma comissão para revisar o salário mínimo.
A fornecedora alemã de autopeças Schaeffler anunciou nesta terça-feira o corte de 3.460 empregos e o fechamento de cinco unidades na Europa, citando demanda mais fraca por veículos a combustão, adoção de elétricos abaixo do esperado e competição intensa. Os cortes atingem 16 unidades, entre elas quatro fábricas na Alemanha e uma na Bélgica, com 2.660 vagas eliminadas na Alemanha até 2028, cerca de 9% do quadro central alemão. A empresa espera economizar cerca de 300 milhões de euros por ano até 2030, com custos únicos de aproximadamente 480 milhões de euros, a maior parte contabilizada em 2026.
As fábricas de vestuário de Bangladesh reabriram nesta segunda-feira, 2 de novembro de 2026, depois de fechamentos generalizados e paralisações da produção no dia anterior, e os fabricantes seguem preocupados com novas agitações em torno das demandas dos trabalhadores por salários maiores. Os trabalhadores pedem salário mínimo mensal de 30.000 taka (US$ 243), ante 12.500 taka, segundo a Reuters, em texto republicado pelo WHTC.
Bangladesh formou neste domingo, 1º de novembro de 2026, uma nova junta para rever o salário mínimo dos trabalhadores da confecção, enquanto as autoridades tentavam conter protestos que atingiram polos industriais importantes em torno de Daca, segundo o The Hindu. Apesar do anúncio, milhares de trabalhadores que pedem salários maiores continuaram a protestar na capital, Daca, e houve confrontos com a polícia, que disparou gás lacrimogêneo e granadas sonoras, segundo a Al Jazeera.
Trabalhadores de fábricas de confecção de Daca e Gazipur protestaram neste domingo por melhores salários e bloquearam a rodovia Daca-Tangail para exigir salário mínimo mensal de 30 mil takas, segundo o Hindustan Times.
Em Mirpur, em Daca, manifestantes incendiaram um veículo policial após um confronto com a polícia, e ao menos 80 fábricas foram fechadas nas duas cidades durante os protestos, conforme o Prothom Alo, citado pelo Hindustan Times. Dezenove pessoas foram detidas em Daca em conexão com a violência, segundo o Daily Star, também citado pelo jornal indiano.
Dezenas de milhares de pessoas protestaram em mais de 50 cidades da Itália na sexta-feira, 30 de outubro de 2026, contra a alta do custo de vida e o estado precário de serviços públicos como saúde e educação, segundo a CNN. A greve geral nacional, convocada pelo sindicato anticapitalista Unione Sindacale di Base (USB), reuniu professores e trabalhadores da agricultura e da saúde, entre outros, e agricultores despejaram esterco nas ruas de Turim. Os maiores atos ocorreram em Milão, Turim e Roma, onde jovens e idosos criticaram a primeira-ministra Giorgia Meloni e seu governo de direita.
Bangladesh vai montar neste domingo uma junta salarial para revisar o salário dos trabalhadores do vestuário, depois que protestos fecharam dezenas de fábricas e provocaram confrontos com a polícia, informou a Reuters. Os trabalhadores pedem salário mínimo mensal de 30 mil taka (US$ 245), mais que o dobro dos atuais 12,5 mil taka.
O Conselho de Estado da China determinou que projetos de aplicações de inteligência artificial na área de acesso ao mercado com possível impacto relevante sobre o emprego passem por uma avaliação de risco ao emprego no momento da análise, segundo o texto publicado pelo governo chinês.
As diretrizes também pedem que as empresas avisem os trabalhadores afetados pela automação com antecedência e ofereçam apoio para treinamento, realocação e outras transições de emprego, segundo o IBTimes.
O país criou 10,52 milhões de novos empregos urbanos nos primeiros nove meses de 2026, 87,7% da meta anual, e a taxa de desemprego urbano pesquisada ficou em 5,2% em média nos primeiros oito meses, segundo números apresentados em entrevista coletiva no sábado.
O IG Metall, maior sindicato industrial da Alemanha, anunciou neste sábado greves de advertência em todo o país nos setores metalúrgico e elétrico depois de rejeitar a oferta salarial dos patrões, movimento que afeta cerca de 3,7 milhões de trabalhadores, segundo a TRT World. As primeiras paralisações estão previstas para começar na virada para domingo. A proposta patronal inclui aumento permanente de 1,3% a partir de julho de 2028, em um acordo de 26 meses, de acordo com a emissora.
Dezenas de milhares de pessoas, em sua maioria estudantes e trabalhadores, saíram às ruas em toda a Itália nesta sexta-feira para exigir salários mais altos e serviços públicos mais fortes, protestar contra o aumento do custo de vida e se opor ao crescimento dos gastos militares, segundo a Reuters, em texto republicado pelo U.S. News. Em Gênova, cerca de 15 mil portuários, estudantes e outros manifestantes entraram no porto, em ação que se somou a protestos semelhantes na Europa e em outros lugares contra o uso dos portos para embarques de armas.
Trabalhadores portuários de 22 países entraram em greve nesta sexta-feira contra a guerra e o uso de portos para exportação de armas, ação que os organizadores dizem poder interromper mais de 40% da carga do Mediterrâneo e US$ 2 bilhões em frete, segundo a Reuters. A paralisação foi convocada originalmente por sindicatos de Itália, França, Grécia, País Basco espanhol, Turquia e Marrocos e reúne mais de 25 sindicatos em 113 portos. Manifestantes em mais de 100 portos de 22 países pediram que os portuários interrompam embarques de armas para Israel, segundo o Middle East Eye.
O Congresso Trabalhista do Canadá (CLC) votou a favor de uma resolução que pede aos trabalhadores que se recusem a manusear armas e equipamento militar destinados a Israel, informou a central sindical. A central também pede ao governo do Canadá o fim de todas as transferências diretas e indiretas de armas e equipamento militar a Israel. A central sindical diz que os trabalhadores não vão manusear carga militar com destino a Israel, segundo o Middle East Eye.
Milhares de estudantes e trabalhadores foram às ruas em toda a Itália nesta sexta-feira para pedir mais financiamento para as escolas e alívio do custo de vida, com forte presença policial para evitar possíveis confrontos, segundo o Times of Israel. As marchas ocorreram em dezenas de cidades, entre elas Bolonha, Gênova, Nápoles e Turim, onde houve pequenas escaramuças entre manifestantes e a polícia de choque no início do protesto.
Mais de 25 sindicatos de estivadores em pelo menos 110 portos de 22 países entraram em greve nesta sexta-feira (30 de outubro), segundo a Al Jazeera. A paralisação integra uma campanha internacional contra o envio de armas e por melhores condições de trabalho, disseram os sindicatos. Sindicatos de França, Itália, Grécia, Espanha, Turquia e Marrocos fizeram um apelo conjunto pelo fim das guerras no Oriente Médio, incluindo a guerra em Gaza.
A Microsoft ofereceu pacotes de saída voluntária a cerca de 60 mil funcionários, perto de um quarto da força de trabalho, para cortar custos enquanto concentra dinheiro em inteligência artificial, informou a empresa nesta segunda-feira, segundo a AFP. São elegíveis equipes selecionadas nos Estados Unidos, no Canadá, na Índia e no Reino Unido, de vice-presidente para baixo, disse um porta-voz da empresa; ficaram de fora grupos de funcionários, entre eles parte dos que trabalham em data centers, vendas e marketing.
O Exército de Israel informou que palestinos com permissão de trabalho serão barrados de assentamentos na Cisjordânia ocupada no domingo e na segunda-feira, com exceção de zonas industriais e de outras áreas aprovadas, segundo o Middle East Eye.
Sindicatos do Senegal convocaram greve geral de 72 horas, de 21 a 23 de outubro de 2026, segundo o AllAfrica. Os dois textos que motivaram a paralisação foram promulgados em 3 de setembro de 2026, sob as leis nº 2026-18 e nº 2026-19, antes da publicação no Diário Oficial, em 18 de setembro.
Os Estados Unidos anunciaram no início deste mês a suspensão de oito empresas de tecnologia, entre elas a Microsoft e as indianas Infosys, Tata Consultancy Services, Wipro e HCL Technologies, de contratar trabalhadores estrangeiros qualificados em caráter permanente por uma via de visto amplamente utilizada, segundo a BBC. Novas candidaturas e as pendentes no Programa de Certificação de Trabalho Permanente (PERM) foram congeladas – um duro golpe para indianos, que detêm a maioria dos vistos H-1B.
A França terá manifestações nacionais neste sábado, depois de semanas de protestos estudantis, informou a France 24. O movimento dos Coletes Amarelos, que há oito anos protestou nas ruas contra o presidente Emmanuel Macron, convocou professores, trabalhadores, aposentados, agricultores e estudantes para o ato.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderou no domingo um rally massivo na Avenida Paulista, em São Paulo, pedindo mais dias de folga para trabalhadores, às vésperas do segundo turno contra Flávio Bolsonaro, segundo a AFP, em texto republicado pelo The Hindu. As pesquisas apontam Flávio, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, como favorito no segundo turno de 25 de outubro.
O relatório Trafficking in Persons (TIP) 2026 do Departamento de Estado dos Estados Unidos (EUA), divulgado em 8 de outubro, rebaixou Hong Kong do Tier 2 Watch List para o Tier 3, segundo o Times of India. O governo de Hong Kong rejeitou a avaliação, chamando-a de “totalmente infundada” e acusando Washington de duplo padrão. Segundo o relatório, as autoridades de Hong Kong investigaram 11 casos de tráfico de pessoas em 2025, todos de trabalho forçado, ante sete em 2024.
A Tata Consultancy Services (TCS) disse que vai contratar 15 mil pessoas nos Estados Unidos (EUA) e que não será afetada pelas novas restrições a green cards, segundo o Hindustan Times. O cerco ao patrocínio de green cards por empresas de tecnologia recebeu elogios de aliados de Trump e fúria de democratas, segundo o mesmo veículo.
Um projeto de lei apresentado pela deputada Beth Van Duyne propõe elevar a multa máxima por violação grave do visto H-1B de US$ 35 mil para US$ 250 mil e estender o banimento mínimo de empregadores considerados responsáveis de três para 10 anos, segundo o Times of India. O texto, o H-1B Visa Fraud Crackdown Act, foi apresentado na Câmara e enviado ao Comitê Judiciário da Câmara para análise.
Os Estados Unidos (EUA) suspenderam do Programa de Certificação Laboral Permanente algumas das maiores empresas de terceirização de tecnologia do mundo – Cognizant, Infosys, Tata, Wipro, HCL e Capgemini –, conforme anúncio do secretário do Trabalho, Keith Sonderling, ao lado do vice-presidente J.D. Vance. O Departamento do Trabalho também suspendeu a Microsoft e a Adobe do programa.
Agentes de imigração dos Estados Unidos atuaram nesta semana no sudoeste do Kansas, região de grande concentração de confinamentos e frigoríficos, e o efeito sobre a indústria da carne foi imediato, segundo a Reuters, em texto republicado pela MarketScreener. O temor de prisão afastou boa parte da mão de obra imigrante, forçando os frigoríficos a desacelerar e represando gado. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou o abate de 90 mil cabeças na quinta-feira, queda de 16% em uma semana. Associações de pecuaristas dizem que as operações de imigração têm efeito inibidor sobre trabalhadores documentados e elevarão o preço da carne.
Começou nesta segunda-feira, em Oakland, o julgamento da ação em que o Departamento de Direitos Civis da Califórnia (CRD) acusa a Tesla de discriminação racial contra trabalhadores negros na fábrica de Fremont, segundo a Reuters e o Electrek. A ação foi aberta em 2022, alcança mais de 6 mil trabalhadores e sustenta que a montadora deixou passar anos de ofensas raciais, pichações e segregação de funções, além de pagar menos aos trabalhadores negros; a lei da Califórnia não limita o valor da indenização, ao contrário da lei federal. O juiz Peter Borkon, da Corte Superior do condado de Alameda, decide sozinho, sem júri, e o julgamento está marcado até 30 de outubro. A Tesla nega as acusações e diz não tolerar discriminação; a empresa também responde a uma ação por assédio racial da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos Estados Unidos (EEOC), em mediação.