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Tema: Itália

Matérias e notas sobre Itália.

Governo Meloni esvazia a greve nos trens e não esvazia as ruas

A ordem que Matteo Salvini assinou em 27 de outubro de 2026, a pedido da Comissão de Garantia dos Serviços Públicos, manteve os trens e metrôs circulando, e as tendas erguidas no fim do cortejo de Roma seguem na via dos Foros Imperiais, onde uma assembleia nacional define em 1º de novembro de 2026 os próximos passos. A Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL) marcou greve geral para 20 de novembro contra o mesmo orçamento.

31 out 2026
Fluxo

O ministro das Relações Exteriores e vice-premiê da Itália, Antonio Tajani, disse que seus dados pessoais foram publicados na dark web por hackers que identificou como pró-Rússia, em texto da Reuters republicado pelo The Hindu, ligando o ataque ao apoio do governo italiano à Ucrânia. Segundo Tajani, em publicação no X, “apoiar de forma transparente a liberdade e a independência de um Estado soberano” o tornou alvo, e os hackers buscam mais informações sobre ele e sua família e estão dispostos a pagar por elas. Imagens vistas pela Reuters mostram a foto do ministro numa lista de 18 “cidadãos hostis à Federação Russa”, que também inclui especialistas em cibersegurança. Moscou não comentou o episódio.

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse neste sábado que seus dados pessoais estão sendo disseminados na dark web, expondo ele e a família a “novas ameaças e intimidação”, e que os criminosos estão dispostos a pagar por outros detalhes sobre ele e seus familiares. Ameaças de bomba falsas atingiram voos na Europa em número incomum para um período tão curto, na esteira de outras perturbações no continente, e nenhum artefato suspeito foi encontrado, sem feridos. As autoridades ainda não atribuíram as ameaças a nenhum grupo ou Estado, em meio a alertas de que a Rússia pode estar ampliando suas chamadas ameaças híbridas na Europa; especialistas em segurança devem se reunir em Bruxelas na próxima semana para discutir medidas contra os trotes.

O grupo extremista russo “Male State”, apontado nas ameaças de bomba falsas a aeroportos italianos desta semana, negou qualquer ligação com os alertas que causaram transtornos de voos na Europa, enquanto novos casos atingiram um voo da Ryanair de Roma para Lisboa e um da Wizz Air de Praga para Roma, desviado para Veneza. Ameaças também foram enviadas a organizações de imprensa irlandesas, provocando evacuações, e o governo da Irlanda falou em “campanha coordenada de perturbação”. O ministro da Defesa da Itália, Guido Crosetto, alertou para uma “estratégia para aumentar o caos”. O primeiro e-mail foi enviado na quinta-feira às 07h21, com o assunto “warning of a threat”, e foi endereçado a setores da empresa que administra os aeroportos de Roma, a Aeroporti di Roma (ADR), e a contas do aeroporto de Fiumicino. O grupo foi banido na Rússia em 2021 e seu fundador, Vladislav Pozdnyakov, é tido como residente no exterior.

O projeto de lei de finanças para 2027 prevê taxar rendimentos financeiros obtidos durante a residência na Itália por pessoas físicas acima de 800 mil euros, incidindo só sobre mais-valias latentes, a 26%. A Itália, ao contrário de outras grandes economias europeias que adotaram medidas desse tipo, não tinha até agora um tributo assim. O vice-ministro da Economia, Maurizio Leo, disse à Reuters, em texto republicado pelo Marketscreener, que o governo está pronto a avaliar mudanças na taxa de saída após críticas de especialistas tributários. A manobra inclui 6,6 bilhões de euros em impostos adicionais sobre financeiras e energéticas, e o governo dobrou o imposto sobre transações financeiras para arrecadar 1,38 bilhão de euros por ano.

A Itália finaliza um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia, o primeiro deste ano, e o ministro da Defesa, Guido Crosetto, o apresentará a parlamentares na próxima semana, segundo duas pessoas a par do assunto citadas pela Reuters em texto republicado pelo Internazionale. É o 13º lote de assistência militar italiana desde a invasão em larga escala de 2022 e deve ser aprovado depois que Crosetto informar em 10 de novembro o comitê parlamentar de inteligência e segurança (Copasir). O conteúdo seguirá classificado, mas as fontes dizem que o pacote pode incluir mísseis interceptores Aster para o sistema de defesa aérea franco-italiano SAMP/T. O vice-premiê Matteo Salvini e seu partido, a Liga, dizem que se oporiam a novos envios de armas a Kiev, e o governo está autorizado a entregar o pacote por decreto aprovado no fim do ano passado, que permite envios até 31 de dezembro.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, disse que a Europa corre o risco de se tornar irrelevante em qualquer negociação de paz sobre a Ucrânia se não puser fim a iniciativas diplomáticas concorrentes e não concordar com um único representante com poder de falar em seu nome. Em carta ao presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, Meloni afirma que a proliferação de formatos de negociação torna a Europa menos crível e dá a impressão de que avança em “ordem aleatória”. Ela diz que não busca um lugar na mesa para si nem para a Itália, mas que Roma não aceitará compromissos negociados sem mandato da União Europeia (UE). Meloni pediu que o tema seja discutido num Conselho Europeu informal em Dublin na próxima semana, com decisão formal em uma cúpula em dezembro, após coordenação com Reino Unido, Noruega e outros parceiros europeus.

O governo italiano realizou nesta terça-feira reunião de emergência com chefes de inteligência depois dos ciberataques a sistemas de refrigeração de supermercados em pelo menos nove países europeus, segundo a AFP, em texto publicado pela RFI. Supermercados na Bélgica, Estônia, Finlândia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal e Suécia relataram problemas de refrigeração que forçaram redes a descartar alimentos depois da alta da temperatura. Na Itália, o subsecretário de gabinete Alfredo Mantovano convocou a reunião com a inteligência e a Agência Nacional de Cibersegurança, que emitiu orientação técnica para varejistas. O comissário europeu de Alimentação e Agricultura, Christophe Hansen, disse que o bloco leva os incidentes “muito a sério” e os descreveu como uma tentativa deliberada de desorganizar a cadeia alimentar e abalar a confiança dos consumidores nela. O porta-voz da rede Coop na Suécia, Carlos Cancinos, disse que não houve novos ataques na madrugada e que as lojas afetadas voltaram ao funcionamento normal. Segundo ele, os equipamentos de refrigeração atingidos estavam conectados a “redes 4G antigas”.

Dezenas de milhares de pessoas protestaram em mais de 50 cidades da Itália na sexta-feira, 30 de outubro de 2026, contra a alta do custo de vida e o estado precário de serviços públicos como saúde e educação, segundo a CNN. A greve geral nacional, convocada pelo sindicato anticapitalista Unione Sindacale di Base (USB), reuniu professores e trabalhadores da agricultura e da saúde, entre outros, e agricultores despejaram esterco nas ruas de Turim. Os maiores atos ocorreram em Milão, Turim e Roma, onde jovens e idosos criticaram a primeira-ministra Giorgia Meloni e seu governo de direita.

Dezenas de milhares de pessoas, em sua maioria estudantes e trabalhadores, saíram às ruas em toda a Itália nesta sexta-feira para exigir salários mais altos e serviços públicos mais fortes, protestar contra o aumento do custo de vida e se opor ao crescimento dos gastos militares, segundo a Reuters, em texto republicado pelo U.S. News. Em Gênova, cerca de 15 mil portuários, estudantes e outros manifestantes entraram no porto, em ação que se somou a protestos semelhantes na Europa e em outros lugares contra o uso dos portos para embarques de armas.

Milhares de estudantes e trabalhadores foram às ruas em toda a Itália nesta sexta-feira para pedir mais financiamento para as escolas e alívio do custo de vida, com forte presença policial para evitar possíveis confrontos, segundo o Times of Israel. As marchas ocorreram em dezenas de cidades, entre elas Bolonha, Gênova, Nápoles e Turim, onde houve pequenas escaramuças entre manifestantes e a polícia de choque no início do protesto.

Um helicóptero CH-47 Chinook italiano a serviço da Força de Paz da União Europeia na Bósnia (EUFOR) caiu nesta quinta-feira no norte do país, com “um número” de militares mortos ou feridos, segundo a Associated Press. Autoridades locais disseram à imprensa bósnia que três pessoas morreram e 12 ficaram feridas na queda do aparelho, perto da cidade de Brcko, e a EUFOR confirmou que há baixas e abriu uma investigação. A agência chinesa Xinhua registrou o mesmo balanço de três mortos e 12 feridos.

Donald Trump reiterou que não vai se envolver no caso de Flávio Bolsonaro após a fuga dele do Brasil. A tentativa de Flávio de se apresentar como o verdadeiro presidente eleito do Brasil provocou desconforto nos bastidores do governo dos Estados Unidos, segundo o Brasil 247. Na Itália, o deputado Angelo Bonelli, do partido Europa Verde, pediu explicações aos ministérios das Relações Exteriores e do Interior sobre as cidadanias italianas de Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro.

O endereço de e-mail parlamentar da primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, foi um dos atingidos no ciberataque massivo aos sistemas de tecnologia da Câmara dos Deputados nos últimos dias, ao lado de contas de outros parlamentares, segundo a ANSA.

Soldados guardam o centro de Milão enquanto milhares de manifestantes marcham em cidades da Europa, noticia o The Hindu. Os protestos vão de Milão a Madri, com forças de segurança contendo confrontos, e incluem pautas de campus, previdência, moradia e anticorrupção, segundo o jornal. Em várias cidades italianas, os atos enfrentaram gás lacrimogêneo e canhões de água, segundo a TRT World.

Protestos contra a guerra e o aumento do custo de vida voltaram às principais cidades italianas neste sábado, uma semana depois dos distúrbios que atingiram o país, com confrontos entre manifestantes e policiais em Turim, Roma e Bolonha e atos majoritariamente pacíficos em Milão, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Jerusalem Post. As autoridades montaram forte esquema de segurança e muitas lojas fecharam por precaução; testemunhas da Reuters não viram saques nem depredações.

Cinco ativistas italianas detidas por forças israelenses na Cisjordânia nesta semana foram libertadas e repatriadas na manhã deste sábado, informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália, segundo a Reuters, em texto publicado pelo The Hindu. As mulheres foram detidas pela polícia israelense no assentamento de Kiryat Arba, ao lado de Hebron, junto a outros ativistas internacionais, quando tentavam proteger agricultores palestinos durante a colheita de azeitonas, segundo o Times of India.

A Itália enviou 500 soldados adicionais a Milão, além de centenas já estacionados na cidade, para apoiar cerca de 5 mil policiais e outros agentes de segurança diante de novos protestos, segundo a Associated Press (AP), em texto publicado pelo Times of Israel. As autoridades fazem vigilância com drones, controles em estações ferroviárias e monitoramento on-line de possíveis convocações à violência. Protestos estão marcados para este sábado em várias outras cidades europeias, de Portugal à Albânia, segundo a AP.

Uma paralisação de caminhoneiros no sul da Itália interrompeu a produção da mozzarella de búfala, com perda estimada em 3 milhões de euros (US$ 3,37 milhões) em apenas 24 horas, porque o leite não chega às queijarias da região de Nápoles, segundo a SCMP. Os protestos, que afetaram gravemente o abastecimento de combustível e de alimentos no sul do país, começavam a diminuir nesta quinta-feira, enquanto o governo da primeira-ministra Giorgia Meloni preparava ajuda, segundo a Reuters, em texto republicado pelo U.S. News.

A Itália aprovou nesta terça-feira o envio de 500 militares a Milão depois dos confrontos violentos nos protestos contra o preço dos combustíveis, que atingiram a produção de massas e as entregas de alimentos no sul do país, segundo a France 24. O governo também anunciou novas medidas de segurança para enfrentar protestos violentos como os que danificaram o distrito comercial central de Milão no fim de semana, quando manifestantes, muitos deles menores de idade, saquearam lojas e incendiaram imóveis, informou a Associated Press (AP). Um decreto do governo prevê o envio de 500 soldados adicionais a Milão até o fim do ano, obriga os pais a pagar por danos causados por menores e torna mais fácil processar menores acima de 14 anos.

A polícia italiana deteve 271 jovens em Milão no domingo, durante distúrbios, após um segundo dia de protestos contra serviços públicos ruins e o aumento do custo de vida, segundo as autoridades, em informação do Jerusalem Post. Dos levados a delegacias, 32 foram presos, entre eles 23 menores e 13 estrangeiros, informou a polícia nesta segunda-feira.

Milão viveu neste domingo, 18 de outubro, um segundo dia de confrontos entre jovens e polícia em torno da Piazza Duomo, com garrafas arremessadas, lojas saqueadas e depredação por vândalos em sua maioria vestidos de preto, de acordo com o Le Monde. A polícia prendeu cerca de 70 pessoas desde sábado, conforme a agência Ansa, e a primeira-ministra Giorgia Meloni convocou uma reunião de segurança para segunda-feira. Os confrontos começaram no sábado, à margem de uma manifestação autorizada contra o custo de vida.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, chamou de “escolha muito arriscada” o acordo entre Estados Unidos e Rússia sobre fornecimento de diesel, que contraria os esforços para levar Vladimir Putin à mesa de negociação com a Ucrânia, segundo o The Hindu. Os dois países acertaram na semana passada que Moscou forneceria inicialmente mais de 300 mil toneladas métricas de diesel aos mercados americano e global.

Promotores de Roma colocaram o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir, e oficiais militares, policiais e do sistema prisional sob investigação pelo tratamento dado a ativistas da flotilha de Gaza, disseram os promotores italianos nesta sexta-feira, segundo o Times of Israel. O caso apura supostos tortura, sequestro, lesão corporal, roubo e dano na interceptação de pequenas frotas de barcos que seguiam para Gaza em 2025 e 2026.

Milhares de estudantes foram às ruas nesta sexta-feira (16) em Roma, Milão, Bolonha e Turim para exigir melhorias estruturais na educação pública e protestar contra o governo da premiê Giorgia Meloni, segundo o Opera Mundi. Grupos estudantis denunciaram a deterioração progressiva da infraestrutura escolar e exigiram que os 13 bilhões de euros destinados a gastos militares sejam redirecionados para a educação. Representantes da Opposizione Studentesca d’Alternativa anunciaram uma greve geral para 30 de outubro, e os organizadores estimam que 400 mil pessoas participaram dos protestos em toda a Itália. Segundo o sindicato policial Siulp, pelo menos 18 agentes ficaram feridos durante a marcha diante do Ministério da Educação.

Estados Unidos (EUA) e Rússia acertaram na semana passada o fornecimento inicial de mais de 300 mil toneladas métricas de diesel russo aos mercados norte-americano e global, segundo a Reuters, em texto publicado pelo The Hindu. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, chamou o acordo de “escolha muito arriscada”, que, segundo a Reuters, contraria os esforços para forçar Vladimir Putin a sentar-se à mesa de negociação com a Ucrânia. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou o acordo, chamando-o de “investimento numa guerra que precisa terminar”. O enviado russo Kirill Dmitriev disse que o acordo beneficia os dois países e ajuda o mercado global, segundo a Sputnik Globe. A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou que o equilíbrio do mercado de diesel seguirá apertado até bem dentro de 2027, dependente da recuperação do suprimento do Oriente Médio, segundo a Türkiye Today, a partir do Oil Market Report.

O papa Leão XIV foi internado na manhã desta terça-feira no hospital Gemelli, em Roma, para uma operação de retirada de nódulo no pulmão, segundo o G1. O Vaticano não disse se o nódulo é maligno ou benigno, mas afirmou que está “bem controlado e em estágio inicial”. O cardeal Piero Parolin afirmou que está “preocupado” com a cirurgia “porque não se esperava uma coisa dessas”, mas que o pontífice está “sereno”. A cirurgia estava agendada para as 11h no horário de Brasília, segundo fontes da Santa Sé.

O Parlamento italiano aprovou uma lei que concede à coligação vencedora que alcance 42% dos votos nas duas Casas um bônus de 70 cadeiras na Câmara e 35 no Senado, segundo o The New York Times. Críticos apelidaram a lei de “Melonellum” e dizem que ela foi feita pelo governo atual para melhorar suas chances de reeleição no próximo ano.

Um tribunal de Roma condenou três oficiais de segurança egípcios a 10 anos pelo sequestro de Giulio Regeni, segundo o The Independent. Os condenados são o major Magdi Ibrahim Abdelal Sharif, para quem a acusação pedia prisão perpétua, e os coronéis Uhsam Helmi e Athar Kamel Mohamed; o quarto réu, o general Tariq Sabir, foi absolvido, segundo a ANSA. Regeni foi sequestrado em 25 de janeiro de 2016 enquanto pesquisava sindicatos independentes do Egito para o doutorado em Cambridge, segundo a BBC.

Um tribunal italiano condenou três agentes de segurança egípcios pelo sequestro do estudante Giulio Regeni, segundo a Al Jazeera. Na segunda-feira, os três foram sentenciados a 10 anos de prisão por sequestro agravado e um quarto réu foi absolvido. A juíza disse que o major Magdi Sharif, da Inteligência Geral do Egito, o coronel da polícia Hisham Helmy e o coronel Ather Kamal eram culpados do sequestro agravado de Regeni, segundo a Reuters, em texto republicado pela Internazionale.

Quatro militares italianos do 11º Regimento Bersaglieri ficaram feridos num exercício de tiro em Ādaži, na Letônia, na missão Forward Land Forces da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo o Ministério da Defesa da Itália. Disparos de arma instalada em um veículo militar italiano atingiram outro veículo italiano onde estavam os quatro militares. Eles foram levados a um hospital em Riga; um está em condição mais séria e, no momento, nenhum corre risco de vida.

O gabinete da primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, adotou nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, um decreto-lei que proíbe burca e niqab nas escolas e cria um teto de 30% de alunos sem domínio do italiano por turma a partir do próximo ano, segundo a Al Jazeera e confirmado pela ANSA. O descumprimento prevê multa de até 1.000 euros – e o decreto vale de imediato, mas precisa de ratificação parlamentar em 60 dias.

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