Matérias e notas em que Coreia do Sul é ator central.
A Mirae Asset Securities, maior corretora da Coreia do Sul, informou que dados pessoais de cerca de 39 mil clientes e funcionários vazaram. O acesso externo não autorizado ocorreu na quarta e na quinta-feira e atingiu o serviço de login com autenticação por telefone no site móvel e o sistema interno da corretora. Vazaram números de conta de cerca de 3.800 clientes e dados de mais de 35 mil empregados atuais e antigos e prestadores de serviço, incluindo nomes, matrículas, e-mails, celulares e senhas. Segundo a Comissão de Serviços Financeiros, mais de 470 mil registros de dados pessoais vazaram de 37 empresas do setor financeiro no último mês, com prejuízo estimado em 1 bilhão de won (US$ 745 mil).
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu a retomada dos canais de comunicação entre as duas Coreias, incluindo os contatos militares diretos, para evitar acidentes ou erros de cálculo. O porta-voz Stéphane Dujarric disse que Guterres segue preocupado com a situação na península coreana e com uma possível escalada na Zona Desmilitarizada. A tensão na fronteira aumentou após a explosão de uma mina em 21 de setembro dentro da Zona Desmilitarizada, que feriu três militares sul-coreanos, dois deles com gravidade. Uma investigação conjunta do Exército sul-coreano e do Comando da ONU concluiu que a explosão foi causada por minas antipessoal plantadas deliberadamente pela Coreia do Norte, que nega responsabilidade.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que enviará aeronaves de patrulha marítima e uma equipe de desativação de explosivos para águas perto do Estreito de Ormuz, com operações restritas às águas abertas ao sul de Omã e sem mirar território iraniano, águas territoriais iranianas ou o interior do estreito, mantendo que não enviará tropas para intervir militarmente na guerra.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul anunciou planos de ampliar a operação da unidade naval Cheonghae, hoje no Golfo de Áden, até as águas ao sul de Omã, perto do Estreito de Ormuz, com envio de equipamentos de desminagem e aeronaves de patrulha marítima, e o texto deve ser enviado à Assembleia Nacional na próxima semana.
Representantes de setores sociais protestaram em frente à residência presidencial. Para a pesquisadora Yoon Ji Young, do centro Nanum Munhwa, a medida é um “claro ato de participação na guerra” contra o país persa, e o governo usa como pretexto o suposto combate à pirataria tanto na região marítima da Somália quanto na de Omã.
A Assembleia Nacional da Coreia do Sul aprovou nesta sexta-feira, por 167 votos a 1, uma lei que cria uma investigação sobre 12 casos, seis deles envolvendo o presidente Lee Jae Myung, cujos julgamentos criminais estão suspensos desde que ele assumiu, em junho de 2025. Dos 300 deputados, 168 estavam presentes, porque o principal partido de oposição, o People Power Party, boicotou a votação. Um dos casos apura a acusação de que Lee intermediou o envio de 8 milhões de dólares do grupo Ssangbangwool à Coreia do Norte entre 2019 e 2020.
Um voo da Aer Lingus de Dublin para Roma com mais de 150 passageiros foi desviado para a base aérea militar de Évreux-Fauville, na França, após alerta de bomba transmitido pelo controle de tráfego aéreo, e pousou pouco depois das 10h escoltado por caças, por ordem do governo francês. A polícia do Aeroporto de Incheon reforçou a segurança diante da série de ameaças contra mais de uma dúzia de voos na Europa. Nenhum material perigoso ou suspeito foi encontrado e ainda não se sabe se as ameaças estão ligadas nem quem está por trás delas.
O pânico com a regulação da inteligência artificial (IA, na sigla em português) se espalhou pela Ásia-Pacífico depois da queda em Nova York: o índice KOSPI caiu mais de 8% no início do pregão, ao mínimo desde 6 de fevereiro, a 4.911,28 pontos, e acionou um circuit breaker de 20 minutos, antes de reduzir as perdas para 3,9%. A queda levou o KOSPI a 43% abaixo do pico de junho, embora o índice ainda acumule alta de 23% no ano. O ministro das Finanças sul-coreano, Lee Hyoung-il, convocou reunião de emergência e decidiu afrouxar temporariamente regras sobre investimento alavancado de pessoa física. No mesmo movimento, o Nikkei caiu quase 6%, na pior queda desde abril de 2025, e o TAIEX de Taiwan recuou 4,5%, depois de mais de US$ 3,2 trilhões apagados do mercado acionário norte-americano na véspera.
O contágio asiático do tombo de Wall Street abriu a sexta-feira no vermelho: o índice Nikkei caiu abaixo da linha dos 60 mil pontos pela primeira vez desde maio e ampliou as perdas para mais de 4%. O Kospi sul-coreano despencou mais de 8%, com a negociação interrompida por 20 minutos, na esteira do recuo de 5,5% do Nasdaq e de 3 trilhões de dólares apagados do valor das empresas do S&P 500, segundo a Reuters em texto republicado pelo Investing.com – no Japão, a abertura 5% abaixo teve a Panasonic perdendo mais de 10% e a Hitachi quase 8%, com democratas em campanha para frear data centers e a expansão da inteligência artificial.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul anunciou que pretende ampliar a área de operação da unidade Cheonghae para águas próximas ao porto de Duqm, em Omã, a cerca de 650 km do Estreito de Ormuz, depois da pressão de Donald Trump para que Seul apoiasse sua guerra contra o Irã. O governo vai enviar ao Parlamento uma moção para formalizar a mudança.
A expansão quase dobra o raio de operação da unidade, para cerca de 1.930 km, e soma 75 militares, elevando o efetivo a 395, além de uma aeronave de patrulha marítima P-8A. Segundo o ministério, a missão é estritamente não combativa, sob comando sul-coreano e independente de forças aliadas, e a aeronave está proibida de monitorar território iraniano, águas territoriais ou o interior do Estreito de Ormuz durante as operações.
O envio de uma equipe de desativação de explosivos e de sistemas não tripulados de varredura de minas visa preparar uma possível participação sul-coreana em operações conjuntas pós-guerra de restauração do Estreito de Ormuz. A medida depende de aprovação da Assembleia Nacional, e o mandato atual da unidade expira em 31 de dezembro.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul anunciou nesta quinta-feira (5) que vai deslocar aviões de patrulha marítima e uma equipe de desativação de artefatos explosivos para águas próximas ao Estreito de Ormuz, como parte de uma missão para ajudar a manter essa via estratégica aberta. O governo também confirmou que decidiu ampliar a área de atuação de sua unidade naval antipiratária Cheonghae, que opera atualmente em águas ao sul de Omã, perto do estreito. Seul deve implantar uma aeronave de patrulha marítima P-8A e aumentar o número de efetivos da unidade em 75. Uma moção revisada ainda deve ser apresentada à Assembleia Nacional e prevê apoio sul-coreano até 31 de dezembro de 2027. O ministério afirmou que a missão ampliada não significa envolvimento da Coreia do Sul na guerra entre Irã e Estados Unidos.
O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul informou que o país decidiu copatrocinar a resolução anual da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas sobre direitos humanos na Coreia do Norte, proposta pela União Europeia. O texto está em análise na Terceira Comissão e deve ser adotado por volta de 18 e 19 de novembro.
Por sugestão de Seul, a resolução inclui linguagem sobre a importância do diálogo e do engajamento com Pyongyang, inclusive entre as duas Coreias, e pede avanços em temas humanitários como sequestrados, detidos, prisioneiros de guerra e famílias separadas.
A missão norte-coreana na ONU disse, em comunicado divulgado pela agência oficial Central de Notícias da Coreia, que a União Europeia voltou a apresentar um projeto de resolução que distorce a política e a situação de direitos humanos do país. O comunicado afirmou que a UE deveria cuidar dos próprios assuntos em vez de inflar problemas de direitos humanos inexistentes.
Um navio porta-contêineres sul-coreano fez a viagem de ida e volta entre Busan e Roterdã pelo Oceano Ártico em 50 dias, ao menos 10 dias menos que o trajeto mais rápido pelo Canal de Suez. A Rota do Mar do Norte é cerca de 7 mil quilômetros mais curta e evita o ponto de tensão geopolítica no Oriente Médio.
O governo de Lee Jae Myung prevê serviços comerciais regulares na rota ártica até 2030, e a viagem concluída é tratada como teste logístico. Analistas ouvidos pela DW apontam que a rota pode criar uma nova forma de dependência estratégica da Rússia, que exerce controle considerável sobre a navegação ao longo de sua costa ártica.
Em agosto, a Reuters noticiou que o PanStar Acro faria o trajeto saindo de Busan, margeando a península de Kamchatka, cruzando o Mar de Bering e seguindo pela Rota do Mar do Norte, com paradas em Felixstowe, Roterdã e Gdansk.
O valor de mercado somado das quatro maiores defensoras sul-coreanas – Hanwha Aerospace, LIG D&A, Hyundai Rotem e Korea Aerospace – caiu para cerca de 62 trilhões de won (US$ 46,18 bilhões) no fim de outubro, ante o pico de 170 trilhões em 52 semanas. Analistas do Bank of America dizem que as prioridades de compra militar migram para drones, sistemas antidrone e defesa aérea, num quadro que inclui ainda resultados fracos, won mais forte e exportações atrasadas. O lucro operacional da Hanwha Aerospace no terceiro trimestre caiu mais de 46% na comparação anual, e suas ações acumulam queda de mais de 28% no ano, segundo a CNBC, em texto republicado pela JBIZNews.
A FSC, a reguladora financeira, informou que 40 vazamentos foram reportados em 37 empresas desde 30 de setembro, com mais de 470 mil registros pessoais expostos e cerca de 1 bilhão de won (US$ 745 mil) roubados. A FSC fará checagens de segurança em 580 financeiras e revisará os controles internos até o fim de novembro – e cobrou responsabilização rigorosa da gestão, incluindo o executivo-chefe, por falhas graves ou negligência na resposta.
A Coreia do Norte afirmou ter testado na quarta-feira um sistema de míssil antiaéreo de novo projeto para confirmar suas capacidades técnicas, segundo a Yonhap, que cita a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA). O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul detectou vários mísseis lançados ao Mar do Leste a partir de Sondok, com alcance estimado inferior a 300 km, e uma subunidade de mísseis de cruzeiro estratégicos fez um exercício contra um alvo de aeródromo simulado, segundo a KCNA.
A Coreia do Sul vai deslocar um avião de patrulha marítima e uma equipe de desminagem para perto do Estreito de Ormuz, numa missão militar para contribuir com a circulação na via estratégica, anunciou Seul nesta quinta-feira. O governo vai pedir aprovação parlamentar para estender a área da unidade antipirataria Cheonghae a cerca de 650 km do estreito, depois das críticas de Donald Trump ao apoio sul-coreano na guerra com o Irã.
A unidade Cheonghae, hoje no Golfo de Áden, terá sua área de operação estendida a nordeste até águas ao sul de Omã, no Mar da Arábia, disseram oficiais ao The Korea Herald, dobrando o raio de ação para cerca de 1.930 quilômetros. A expansão soma 75 militares à unidade, elevando o efetivo a 395. Um oficial do Ministério da Defesa disse que a operação ficará restrita a águas abertas ao sul de Omã e que o avião de patrulha marítima P-8A não poderá vigiar território ou águas iranianas nem o interior do Estreito de Ormuz. O governo pretende enviar a proposta de mandato revisado à Assembleia Nacional após o aval do gabinete na próxima semana, e a lei sul-coreana exige consentimento parlamentar para ampliar missões no exterior.
O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, defende a criação de uma agência centralizada de cibersegurança depois que dados de passaporte e informações pessoais de 168 pessoas, incluindo o presidente, a mulher dele e altos funcionários de segurança, ficaram acessíveis on-line por quase cinco meses, segundo o South China Morning Post (SCMP).
Especialistas em tecnologia alertam que criar uma nova organização não resolve o problema mais profundo de acomodação, com empresas e órgãos públicos tratando segurança cibernética mais rígida como despesa desnecessária até ocorrer um incidente grave.
O Tribunal Superior de Seul manteve nesta quarta-feira a pena que invalida a vitória eleitoral de 2022 do ex-presidente Yoon Suk Yeol e expõe o Partido do Poder Popular a devolver 39,7 bilhões de won (US$ 27 milhões) em despesas de campanha: 18 meses de prisão, suspensos por três anos, por falsas declarações de campanha – negar que apresentou um advogado ao ex-chefe do fisco de Yongsan e dizer que nunca encontrou a xamã Jeon Seong-bae com a mulher, Kim Keon Hee –, com a invalidação valendo se o Supremo confirmar a decisão.
A Coreia do Norte disparou nesta quarta-feira vários mísseis em direção ao mar no leste, na quarta salva de armas em um mês, a partir da área de Sondok, região costeira do leste. Vários mísseis foram lançados a partir de Sondok, em Hamgyong do Sul, sem informação sobre o tipo nem o horário exato, e não haverá a terceira atualização habitual, com altitude máxima e alcance, enquanto autoridades sul-coreanas e estadunidenses analisam as especificações, confirmou o Estado-Maior Conjunto sul-coreano.
As bolsas asiáticas caíram nesta quarta-feira junto com o dólar, com o avanço democrata nas eleições legislativas dos Estados Unidos, que analistas associam a paralisia no Congresso.
O Nikkei 225 caiu 3,6%, a 60.835,36 pontos, o menor nível desde o início de maio, com a SoftBank Group recuando 8% e a Kioxia Holdings 10,8%. O Kospi recuou 3,2%, a 5.466,83 pontos, com a SK Hynix em queda de 3,2% e a Samsung Electronics de 1,8%.
O dólar recuou a 158,06 ienes, de 158,75 na terça-feira, e o euro subiu a US$ 1,1249. Investidores veem na onda democrata o risco de escrutínio regulatório mais duro sobre empresas de inteligência artificial.
A Coreia do Norte lançou na quarta-feira um projétil não identificado em direção ao Mar do Leste, segundo o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul. O Estado-Maior não divulgou de imediato o número de projéteis, a distância de voo nem outras especificações. Se confirmado como balístico, seria o 19º lançamento do tipo no ano, após o disparo de mais de dez mísseis balísticos de curto alcance da área de Wonsan em 29 de outubro.
Os presidentes Lee Jae Myung e Recep Tayyip Erdogan acertaram em Seul ampliar a cooperação em energia nuclear e em defesa, com a assinatura de um memorando sobre financiamento de projetos nucleares para apoiar a participação de empresas sul-coreanas. Segundo Lee, a cooperação no projeto da usina nuclear de Sinop, na Turquia, “vem avançando sem entraves”.
Na defesa, os dois países concordaram em ampliar a produção conjunta e a cooperação tecnológica e em explorar oportunidades para que empresas dos dois lados entrem juntas em mercados de terceiros. O comércio bilateral atingiu recorde de US$ 10,7 bilhões no ano passado.
Um vazamento sem precedentes expôs dados pessoais do presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, da primeira-dama Kim Hea Kyung e de assessores, seguranças e jornalistas que os acompanharam em viagens ao exterior. O vazamento, revelado pela emissora KBS na segunda-feira, expôs dados sensíveis de 168 pessoas que estavam a bordo do avião presidencial ao longo de cerca de cinco meses, incluindo números e datas de emissão de passaportes. O governo abriu investigação, decidiu reemitir os passaportes do presidente e da primeira-dama, e a Casa Presidencial ordenou uma revisão ampla dos protocolos de segurança em viagens presidenciais. O Ministério das Relações Exteriores sul-coreano examina a hipótese de que o arquivo tenha saído de seu setor de protocolo, responsável pela lista de passageiros do avião presidencial.
A Samsung Electronics vai usar sua segunda fábrica de semicondutores em Taylor, no Texas, para produzir bases de chips de memória de alta largura de banda (HBM) para AMD e Nvidia, segundo o jornal sul-coreano Maeil Business, que citou fontes do setor, em texto da Reuters publicado pela WHTC. A construção deve começar formalmente neste mês, com a produção da fábrica já integralmente comprometida em encomendas, a maior parte delas para a AMD. A unidade usará tecnologia de 2 nanômetros e terá cerca de 2,7 milhões de pés quadrados, aproximadamente 1,5 vez o tamanho da primeira fábrica, que tem contrato com a Tesla. A instalação de equipamentos está prevista para começar em fevereiro de 2029, com produção em massa em 2030.
Os presidentes da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, assinaram em Seul um memorando sobre cooperação no financiamento de projetos nucleares para apoiar a participação de empresas sul-coreanas nas novas usinas nucleares turcas. Lee afirmou que a cooperação no projeto da usina de Sinop, incluindo avaliações de sítio e a atuação de um grupo de trabalho conjunto, está “avançando bem” sob o memorando de cooperação nuclear assinado em novembro de 2025. O projeto prevê a segunda usina nuclear da Turquia, no litoral norte do Mar Negro, com a estatal Korea Electric Power Corporation buscando participar. Os dois países também concordaram em aprofundar a cooperação em defesa, com ampliação da produção conjunta e da cooperação tecnológica e exploração conjunta de oportunidades em mercados de terceiros por empresas dos dois países. Os governos assinaram ainda um acordo sobre recursos naturais e mineração e preveem um canal intergovernamental para diversificar as cadeias de minerais críticos. O comércio bilateral atingiu recorde de US$ 10,7 bilhões no ano passado, segundo Lee, depois de superar US$ 10 bilhões pela primeira vez em 2023, uma década após a entrada em vigor do acordo de livre-comércio de 2013.
Os presidentes da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, traçaram em Seul um plano de cooperação que vai de energia nuclear, indústria de defesa e infraestrutura a tecnologias avançadas, biotecnologia e energia. “Hoje, nossos dois países desenharam um projeto de prosperidade mútua em diversas áreas”, disse Lee. Erdogan chamou a relação bilateral de “aliança de sangue”, lembrando a participação turca na Guerra da Coreia de 1950-53. Os dois países completam 70 anos de relações diplomáticas em 2027.
A Coreia do Norte testou em 2 de novembro uma ogiva de dispersão para míssil de cruzeiro estratégico, segundo a mídia estatal. A KCNA afirmou que a ogiva de dispersão de médio porte pode reduzir a cinzas uma área de 5 a 6 hectares, em lançamento de 2 de novembro que veio um dia depois do teste de ogivas de fragmentação, em meio ao aumento da tensão com Seul após a explosão de uma mina terrestre ferir três soldados sul-coreanos na fronteira.
A Korea Aerospace Industries (KAI) entregou os dois primeiros caças leves FA-50 à Malásia, sob contrato de 2023 para o fornecimento de 18 jatos ao país do sudeste asiático. As duas aeronaves FA-50M partiram da sede da empresa em Sacheon na quinta-feira e chegaram à base aérea de Kuantan no domingo.
A Coreia do Sul quer fechar até o fim do ano um acordo abrangente com os Estados Unidos (EUA) sobre a realocação de bases aéreas de uso conjunto em todo o país, incluindo as instalações na cidade de Gwangju, no sudoeste, disse nesta segunda-feira uma fonte com conhecimento do assunto. O Ministério da Defesa sul-coreano afirmou estar em consultas com o lado estadunidense para incluir a realocação temporária das instalações militares estadunidenses dentro da Base Aérea de Gwangju no acordo sobre realocações em negociação.
A Ucrânia negou formalmente estar considerando romper relações diplomáticas com a Coreia do Sul na disputa sobre a repatriação de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos, e o porta-voz Heorhii Tykhyi disse que falas do chanceler sul-coreano Cho Hyun em audiência parlamentar eram resposta hipotética e que os dois países trabalham para evitar nova escalada, segundo a UPI.
Um sargento do Exército sul-coreano morreu após sofrer ferimentos externos numa unidade de fronteira em Cheorwon, perto da fronteira com a Coreia do Norte, na manhã de segunda-feira, disse o Ministério da Defesa em Seul. Um sargento sul-coreano foi morto na fronteira com ferimentos externos, em meio à escalada de tensões com o Norte.
A Coreia do Norte condenou o exercício bilateral Iron Mace, que integra a capacidade nuclear dos Estados Unidos (EUA) às forças convencionais sul-coreanas, e prometeu acelerar o arsenal nuclear como política “imutável”. Em comunicado assinado por Kim Jong-sik, o país também mirou os exercícios Hoguk, Freedom Flag e Keen Sword, este último um exercício conjunto dos EUA com o Japão.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul afirma ter lançado na segunda-feira um novo quartel-general de drones e planejado adquirir mais de 20 mil drones de combate descartáveis de baixo custo, além de acelerar o programa Korean Low-Cost Uncrewed Combat Attack System (K-LUCAS), segundo o Korea Herald.
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse que a Coreia do Sul pode se tornar parceira no desenvolvimento da usina nuclear planejada de Sinop, segundo a Reuters, em entrevista à agência Yonhap. Erdogan classificou a Coreia do Sul como importante parceira potencial no projeto e pediu cooperação bilateral mais ampla em tecnologias avançadas, defesa, logística e outros setores, segundo a Yonhap.
O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, disse após reunião com chanceleres do Grupo dos Vinte (G20) em Atlanta que o presidente Donald Trump segue aberto a conversas com o líder norte-coreano Kim Jong Un, mas nenhuma reunião foi agendada. A Coreia do Norte denunciou o exercício combinado Coreia do Sul–Estados Unidos Iron Mace, que integra capacidades convencionais sul-coreanas e nucleares norte-americanas. O exercício foi uma simulação de mesa na sede do Estado-Maior Conjunto em Seul, de 29 de setembro a 2 de outubro, para dissuadir ameaças norte-coreanas. Pyongyang afirmou que sua dissuasão nuclear se fortalecerá em ritmo cada vez mais rápido.
A Administração de Mísseis da Coreia do Norte testou no sábado uma ogiva de bomba de fragmentação para mísseis balísticos táticos, em avaliação da adaptabilidade de combate e da potência do armamento, segundo a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).
Os institutos de pesquisa da administração afirmaram que a ogiva de fragmentação Standard Type 2 é capaz de reduzir a cinzas uma área de 12 a 13 hectares com sua potência de maior densidade, conforme a KCNA.
O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul disse no domingo que o míssil foi disparado em direção ao Mar Amarelo a partir de uma área próxima ao condado de Chongju, no noroeste do país, e que, sob compartilhamento de informações com os Estados Unidos, acompanhou atividades relacionadas antes do lançamento e manteve postura de prontidão.
A Hanwha Philly Shipyard fechou um contrato de US$ 269 milhões para construir um navio de desembarque médio (LSM, na sigla em inglês) para a Marinha e o Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos, segundo a gCaptain. O negócio marca um passo da empresa sul-coreana na construção naval dos Estados Unidos. A construção deve começar no quarto trimestre de 2027, com a entrega da primeira embarcação do programa prevista para 2030.
Os Estados Unidos, a Coreia do Sul e o Japão reafirmaram o compromisso com a “completa desnuclearização” da Coreia do Norte em encontro na sexta-feira à margem da reunião de chanceleres do G20 (Grupo das 20 maiores economias) em Atlanta. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, o chanceler sul-coreano, Cho Hyun, e o chanceler japonês, Toshimitsu Motegi, prometeram a implementação integral das resoluções do Conselho de Segurança, segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos.
A Hanwha Defense USA fechou um acordo de 269 milhões de dólares para construir um navio de desembarque médio para a Marinha e o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos em seu estaleiro Philly, segundo o Korea Herald. É o primeiro pedido de um navio novo da Marinha dos Estados Unidos ao grupo Hanwha desde que ele comprou o Philly Shipyard, na Pensilvânia, em 2024.
Seul busca uma saída para a disputa diplomática com Kiev, que começou depois que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, revelou em discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 23 de setembro, a transferência de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos para a Coreia do Sul, transferência que Seul diz ter pedido que fosse mantida em sigilo.
Um alto funcionário presidencial, que falou sob anonimato, disse que o governo não considera desejável que o assunto se arraste e que há conversas em curso para encontrar uma saída, segundo o Korea Herald.
O funcionário também negou que Seul esteja se inclinando para Moscou, afirmando que as relações com a Rússia operam sob sanções internacionais e restrições e que o país segue participando dos esforços internacionais de apoio à Ucrânia.
Os chanceleres da Coreia do Sul, dos Estados Unidos (EUA) e do Japão se reúnem nesta sexta-feira nos Estados Unidos para discutir temas da Península Coreana, cooperação em segurança econômica e a resposta a Pyongyang, segundo autoridades citadas pela Yonhap – a avaliação inclui os lançamentos recentes de mísseis do Norte e o estreitamento dos laços entre Pyongyang e Pequim após a visita recente de Kim Jong-un à China. O chanceler sul-coreano Cho Hyun se encontrará em Atlanta na sexta-feira com o secretário de Estado Marco Rubio e o chanceler japonês Toshimitsu Motegi, segundo o Korea Herald, enquanto Seul tenta administrar temas sensíveis na aliança com Washington.
Um grupo bipartidário da Câmara dos Estados Unidos apresentou um projeto que cria um mecanismo para facilitar a transferência à Ucrânia de munições de origem americana via Coreia do Sul e outros aliados, segundo o Korea Herald. O projeto abrange projéteis de artilharia de 155 mm, projéteis Excalibur de alcance estendido e munições de HIMARS e de GMLRS, segundo o Korea Herald.
A Coreia do Norte disparou cerca de dez mísseis balísticos de curto alcance em direção ao mar na costa leste na quinta-feira, lançados por volta das 12h30 (horário local) na região de Wonsan e com percurso de cerca de 250 km, informou o Estado-Maior Conjunto (JCS) da Coreia do Sul, segundo o G1.
O Estado-Maior sul-coreano disse que analisa outras especificações em coordenação com os Estados Unidos, segundo a Yonhap.
O lançamento ocorre cerca de uma semana depois de Seul propor conversas militares com Pyongyang, em meio a tensões pela explosão de mina terrestre de 21 de setembro que feriu três soldados sul-coreanos, informou a Yonhap.
O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Kang Shin-chul, se reuniu nesta quinta-feira com os homólogos de Singapura e do Vietnã para tratar de ampliar a cooperação em defesa, segundo o ministério, informado pelo Korea Herald. Os ministros concordaram em ampliar a cooperação em intercâmbio de pessoal, cibersegurança e inteligência artificial.
Kim Ju-ae, filha do líder norte-coreano Kim Jong-un, está consolidando o status de sucessora designada, e Pyongyang vem retratando-a cada vez mais como futura líder militar, segundo o Serviço de Inteligência Nacional da Coreia do Sul (NIS, na sigla em inglês), em declaração desta quinta-feira reportada pelo Korea Herald.
Um procurador especial da Coreia do Sul pediu nesta quinta-feira a pena de morte para o presidente deposto Yoon Suk-yeol, antes do veredicto do tribunal de apelação sobre a acusação de rebelião pela decretação breve da lei marcial em dezembro de 2024, informou o South China Morning Post. Yoon recorreu da prisão perpétua imposta em fevereiro pelo Tribunal Distrital Central de Seul, e o Tribunal Superior de Seul ainda não marcou a data do julgamento, segundo a Associated Press (AP). A Coreia do Sul não executa ninguém desde 1997, mantendo na prática uma moratória da pena capital, segundo o mesmo jornal.
Coreia do Sul e Alemanha concordaram nesta quinta-feira em elevar os laços bilaterais a uma Parceria Estratégica Reforçada, sob a qual os dois países vão aprofundar a cooperação em segurança e tecnologia futura, segundo a Yonhap.
A Coreia do Norte lançou mais de 10 mísseis balísticos de curto alcance em direção ao Mar do Leste na quinta-feira, segundo o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul. O Exército sul-coreano disse ter detectado os lançamentos na região de Wonsan por volta das 12h30. O governo do Japão informou que o suposto míssil norte-coreano já caiu, segundo a Kyodo News.
A Suprema Corte da Coreia do Sul realizou nesta terça-feira uma audiência para decidir se emite um novo mandado de prisão contra a ex-primeira-dama Kim Keon Hee, presa atualmente, segundo a Yonhap. A audiência estava marcada para as 14h30, depois que a equipe do procurador especial Min Joong-ki pediu o mandado para Kim, mulher do ex-presidente Yoon Suk Yeol, segundo a agência. A Xinhua noticiou que a corte emitiu um mandado de prisão adicional contra a ex-primeira-dama.
Pyongyang enviou uma carta ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) na qual acusa Seul de fabricar a explosão de uma mina terrestre que feriu três soldados sul-coreanos, segundo a agência estatal norte-coreana Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA), citada pela Al Jazeera.
A carta foi entregue no domingo pelo representante permanente do país na ONU e chama o episódio de “movimento sinistro de obstrução para rotular o caso como ‘invasão militar’”, dizendo que as alegações sul-coreanas são uma “farsa para fugir da responsabilidade pela escalada da tensão na península coreana”.
Na semana passada, o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul havia enviado uma carta ao presidente do Conselho de Segurança pedindo que o Norte assumisse a responsabilidade pela explosão na zona desmilitarizada, segundo o Korea Herald. Seul atribui a explosão de 21 de setembro na zona desmilitarizada a minas norte-coreanas.
O líder norte-coreano Kim Jong-un entrou na China neste sábado pela nova ponte sobre o rio Yalu, na cidade fronteiriça de Dandong, em visita não anunciada confirmada pelo Ministério da Unificação da Coreia do Sul, segundo o Korea Herald.
É a primeira viagem de Kim à China desde setembro de 2025, quando assistiu em Pequim ao desfile militar dos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. A agência sul-coreana Yonhap noticiou a chegada a Dandong pela nova ponte, segundo a Kyodo News.
A Coreia do Sul propôs conversas militares com a Coreia do Norte para verificar a localização da linha de demarcação e evitar confrontos acidentais, segundo a Kyodo News. A proposta inclui confirmar a linha de demarcação militar, restaurar linhas de comunicação e discutir medidas contra confrontos na fronteira, após explosões de minas ferirem três soldados sul-coreanos, segundo a Associated Press (AP), que acrescenta que o Sul aceita até reunião trilateral com o Comando das Nações Unidas liderado pelos Estados Unidos (EUA).
A Coreia do Sul enviou carta ao presidente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a explosão de mina perto da fronteira intercoreana no mês passado, que feriu três soldados sul-coreanos, segundo a Yonhap. A carta sustenta que a explosão foi causada por mina plantada por tropas norte-coreanas e violou o Acordo de Armistício da Guerra da Coreia, ainda segundo a Yonhap.
A Coreia do Norte advertiu que novos meios de contramedida ficarão de prontidão em toda a linha de fronteira sul e os alto-falantes contra a Coreia do Sul estarão prontos em poucos dias, segundo a Kyodo News. Em outra declaração na quarta-feira, os alto-falantes de guerra psicológica estarão em operação em toda a fronteira até o fim de outubro.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul pediu conversas militares urgentes com a Coreia do Norte para aliviar a tensão na fronteira e evitar confrontos militares acidentais, pouco depois de Pyongyang cortar a linha direta militar entre os dois países e declarar que não buscará mais diálogo nem unificação com o adversário, segundo a TRT World. Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, disse que os alto-falantes de propaganda voltados ao Sul estarão prontos para reiniciar em dias ao longo de toda a fronteira, segundo o Guardian. Segundo a TRT World, ela afirmou que “novos meios de resposta entrarão em alerta de serviço em toda a linha da fronteira sul” e que os alto-falantes “ficarão de prontidão em questão de dias”.
Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, disse nesta quinta-feira que a Coreia do Norte colocará alto-falantes contra a Coreia do Sul em prontidão ao longo de toda a fronteira “em questão de dias” e alertou Seul para “a mais horrível e angustiante situação” caso o país continue o que Pyongyang chama de interferência, segundo a Reuters, em texto publicado pelo The Hindu. “Nossos novos meios de contra-ataque entrarão em alerta de serviço em toda a linha fronteiriça sul e os alto-falantes contra a ROK estarão em prontidão em questão de dias”, disse ela, em declaração divulgada pela agência estatal KCNA. Na noite de quarta-feira (21), ela já havia dito que o país ativaria os alto-falantes em toda a fronteira até o fim de outubro. A Coreia do Sul afirma que minas norte-coreanas causaram uma explosão na fronteira no mês passado que feriu gravemente dois soldados; a Coreia do Norte nega responsabilidade e chama o episódio de invenção sul-coreana.
Kim Yo-jong, irmã do líder Kim Jong Un, disse nesta quarta-feira que a Coreia do Norte moveu novas unidades para “posições de tiro” na fronteira, segundo a Agence France-Presse (AFP), em texto republicado pelo Kuwait Times.
Ela também afirmou que Kim Jong Un “emitiu uma ordem para fortificar a fronteira com um Estado inimigo de modo a torná-la eternamente inexpugnável”. O chefe do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, Jin Yong-sung, ordenou que os militares “respondam com firmeza” caso o Norte use as ações de Seul como pretexto para agressão.
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, reiterou na segunda-feira que Seul deve retomar em data próxima o controle operacional em tempo de guerra (OPCON, na sigla em inglês), informou a Yonhap. O Pentágono afirmou ao veículo que a transição “segue sendo um processo baseado em condições, acordado mutuamente pelos Estados Unidos (EUA) e pela República da Coreia”. O comandante das forças dos EUA na Coreia, general Xavier Brunson, disse que “as condições mudaram”, citando os recentes lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, e indicou que a mudança pede novos padrões para a transferência.
O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul disse que vai retirar parte do pessoal da embaixada na Ucrânia em meio à disputa sobre prisioneiros de guerra norte-coreanos, segundo a Agence France-Presse (AFP), em texto republicado pelo Arab News – o anúncio veio mais de uma semana após o embaixador sul-coreano voltar para casa, depois da revelação da transferência pelo presidente Volodymyr Zelensky, e o presidente Lee Jae-myung exigiu um pedido oficial de desculpas, segundo a mesma agência.
O oficial militar de mais alta patente da Coreia do Sul ordenou nesta terça-feira às tropas que respondessem com firmeza a qualquer provocação inimiga, um dia depois de a Coreia do Norte ameaçar enviar mais armas ao longo da fronteira entre os dois países, segundo a Yonhap.
Kim Yo-jong disse que a liderança militar da Coreia do Norte estuda ampliar o desdobramento de meios táticos de ataque perto de toda a fronteira sul e retomar transmissões por alto-falantes contra a Coreia do Sul, como medidas “preventivas e de supressão” para qualquer contingência, segundo o Korea Herald. Ela acusou o Exército sul-coreano de 2.870 transmissões de alerta e de disparos de advertência em 201 ocasiões entre 1º de agosto e 17 de outubro. O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que os avisos são feitos por alto-falantes menores instalados em postos de guarda sul-coreanos e usados em operações militares voltadas ao Norte.
A Coreia do Sul lançou na segunda-feira o exercício anual Hoguk, com manobras conjuntas com forças dos Estados Unidos (EUA) no país, incluindo operações das forças terrestres, navais e aéreas, além da atuação de forças oponentes e treino de combate simulado, segundo a Sputnik, citando a televisão sul-coreana.
A Coreia do Sul disse estar profundamente decepcionada com a oferta ritual de Takaichi ao santuário Yasukuni, segundo a Kyodo News.
A Índia quase reduziu à metade o imposto de exportação do diesel por duas semanas, segundo a OilPrice. A Coreia do Sul manteve congelados pela quarta vez seguida os tetos de preço dos combustíveis na sexta-feira, em meio a preços internacionais do petróleo elevados e tensões que continuam no Oriente Médio, segundo o Korea Herald.
A Coreia do Sul manterá o apoio à Ucrânia “como membro responsável da comunidade internacional”, apesar de uma disputa diplomática, segundo o South China Morning Post. A disputa envolve a divulgação pública, pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, da transferência de prisioneiros norte-coreanos durante seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 23 de setembro.
A Coreia do Norte lançou múltiplos mísseis balísticos ao mar na costa leste nesta segunda-feira, no quarto lançamento em um mês, e um dos tipos voou mais de 900 quilômetros após o lançamento por volta das 9h20 no horário local, perto de Pyongyang, segundo o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, citado pelo Hindustan Times.
A Coreia do Sul acusou o governo da Coreia do Norte de ter implantado deliberadamente uma mina terrestre que feriu três soldados sul-coreanos perto da fronteira intercoreana em 21 de setembro, segundo a Opera Mundi. A Coreia do Norte rejeitou a acusação e chamou o caso de um truque para transferir a culpa.
A Coreia do Sul decidiu chamar de volta seu embaixador na Ucrânia, em protesto contra a revelação pelo presidente Volodymyr Zelensky de uma suposta transferência secreta de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos para a Coreia do Sul, informou a Associated Press. Seul acusa Kiev de violar um acordo de não divulgação sobre a transferência feita em meados de setembro; a Ucrânia nega ter aceitado tal acordo.
Levantamento do Guardian apontou mais de 176 mil toneladas de combustível, majoritariamente diesel, embarcadas em portos sul-coreanos em sete petroleiros em 14 viagens ao Extremo Oriente russo em julho e agosto. A Coreia do Sul disse que verificará os carregamentos noticiados e agirá conforme a lei se for comprovada violação das normas internas.
O governo da Coreia do Sul atribuiu à Coreia do Norte a explosão de uma mina na fronteira que feriu gravemente dois soldados sul-coreanos, segundo a Reuters, em texto republicado pela emissora WIFC. Seul afirma que a mina explodiu em 21 de setembro e teria sido plantada há cerca de um ano, e exige um pedido de desculpas e a remoção das minas. Na sexta-feira, Kim Yo-jong, irmã do líder Kim Jong-un, disse que a acusação sul-coreana é “sem fundamento” e rejeitou o pedido de desculpas.
A Coreia do Norte disse ter lançado no sábado, do leste do país, um míssil de alcance intermediário que atingiu um alvo a 1.000 km no mar, em treino supervisionado por Kim Jong Un, segundo o The Hindu, em texto da agência Reuters. O exército da Coreia do Sul disse no sábado ter detectado o lançamento de um míssil balístico e avaliado que ele voou mais de 700 km em direção ao mar a leste. A Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA) afirmou que o treino visava adestrar tropas que operam um sistema de arma estratégica hipersônica e avaliar a confiabilidade, a eficiência e a mobilidade da dissuasão de guerra do país.
A Coreia do Norte anunciou neste sábado ter testado um míssil de alcance intermediário com inteligência artificial incorporada, segundo o G1. No comunicado, Pyongyang afirma que o míssil foi capaz de mudar sozinho sua trajetória de voo em baixa altitude. As Forças Armadas da Coreia do Sul informaram que o disparo percorreu mais de 700 quilômetros em direção ao mar, ao largo da costa leste. Segundo a irmã do líder, Kim Yo-jong, Kim Jong-un supervisionou pessoalmente o exercício, em comunicado citado pela Sputnik.
O Japão emitiu alerta de emergência no sábado sobre o lançamento de um suposto míssil balístico norte-coreano, no dia em que o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul informou que a Coreia do Norte disparou ao menos um míssil balístico da região de Wonsan, na costa leste da península, em direção ao mar. O projétil percorreu mais de 700 km, segundo o mesmo Estado-Maior, citado pela agência Yonhap.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quarta-feira que a Coreia do Sul investiria até US$ 200 bilhões em projetos de energia nos Estados Unidos, incluindo um gasoduto de gás natural liquefeito (GNL) no Alasca, segundo o The Hill. Segundo a Yonhap Infomax, ele disse que, se Seul não quiser participar, cobrará mais: “se não quiserem fazer, tudo bem para mim. Vou apenas cobrar mais”. E mandou avisar: “Digam a eles que, se não assinarem logo, vou dobrar”. Questionado sobre um anúncio prematuro, Trump disse que não se precipitou porque representantes sul-coreanos estavam presentes.
Pyongyang afirmou que não discutirá questões de soberania militar com Seul, descartou conversas sobre a demarcação da linha divisória e voltou a rejeitar o pedido sul-coreano de desculpas por um incidente recente em que uma mina terrestre explodiu, segundo a TASS. Em 2 de outubro, o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-young, propôs conversas sobre a situação na zona desmilitarizada e a linha divisória.
Três soldados sul-coreanos foram feridos por minas cerca de 10 metros ao sul da linha de demarcação militar, segundo a Deutsche Welle (DW). A Coreia do Sul acusou o Norte de plantar minas ao sul da linha, uma violação do armistício, e exigiu um pedido de desculpas, segundo a DW. O Comando da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou ter concluído que houve violação do Acordo de Armistício. O Norte rejeitou as acusações do Sul como uma farsa encenada pelo próprio Sul, segundo a DW.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um projeto de recuperação de petróleo de 8,4 bilhões de dólares dentro do acordo com a Coreia do Sul, segundo o Middle East Eye. Ele não informou o local nem explicou como o projeto vai operar, segundo o Middle East Eye. O acordo comprometeu a Coreia do Sul a investir 350 bilhões de dólares nos Estados Unidos em troca de tarifas menores dos EUA, segundo a Yonhap.
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, ameaçou adotar medidas adicionais não especificadas se a Ucrânia não apresentar um pedido público de desculpas por ter revelado que dois prisioneiros de guerra norte-coreanos foram enviados ao Sul, segundo a BBC. O presidente sul-coreano expressou irritação com a Ucrânia por comentários do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) que pareceram revelar um acordo secreto, segundo a Al Jazeera. O chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, descreveu a situação como um mal-entendido diplomático e disse que Kiev trabalha para resolvê-la, segundo a BBC.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciou na quarta-feira, 30 de setembro, US$ 200 bilhões em investimentos sul-coreanos em energia no país, incluindo US$ 54 bilhões destinados a um projeto de gás natural liquefeito no Alasca discutido há anos, segundo o Le Monde, em texto com a agência France-Presse (AFP).
O anúncio inclui oito novas usinas nucleares e uma grande usina a gás no Texas, com apoio do governo sul-coreano, segundo o jornal.
Os investimentos dão sequência ao acordo comercial de julho de 2025, quando Seul concordou em investir US$ 350 bilhões nos EUA e ampliar as compras de energia estadunidense – o acordo fixou tarifas de 15% sobre produtos sul-coreanos.
A Coreia do Sul passou a exigir pedido formal de desculpas e “medidas responsáveis” de Pyongyang pela explosão de 21 de setembro na área ocidental da zona desmilitarizada, segundo o The Guardian. O Comando das Nações Unidas (UNC) liderado pelos Estados Unidos (EUA) concluiu que houve violação do acordo de armistício, segundo a Al Jazeera. Kim Yo-jong negou que soldados norte-coreanos tenham cruzado a fronteira e advertiu que unidades de fronteira fariam “retaliação imediata e impiedosa” se tropas sul-coreanas atirassem contra soldados do Norte. Três soldados sul-coreanos ficaram feridos nas duas explosões, segundo a Al Jazeera.
O Estado-Maior Conjunto sul-coreano disse que minas terrestres norte-coreanas foram a causa mais provável da explosão de 21 de setembro na Zona Desmilitarizada (DMZ), que feriu três soldados, segundo o Korea Times. A Coreia do Norte negou a acusação na quarta-feira, acusou Seul de fabricar os resultados e advertiu sobre retaliação “imediata e impiedosa” caso seus soldados sejam alvejados, segundo o Korea Herald.
O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte afirmou que a aprovação dos Estados Unidos (EUA) para a construção do primeiro submarino nuclear sul-coreano é “um desenvolvimento perigoso” que acrescenta nova instabilidade à região, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Straits Times. Segundo o ministério, a medida é mais uma demonstração de proliferação nuclear dos EUA por meio do pacto AUKUS (Austrália, Reino Unido e Estados Unidos). A declaração foi publicada pela mídia estatal, a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).
A vice-ministra das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Park Yoon-joo, apresentou queixa formal ao encarregado de negócios da Ucrânia, Andrii Vieshkin, e expressou “forte arrependimento” pela revelação da transferência de dois soldados norte-coreanos capturados, que Seul diz que deveria ter sido mantida em sigilo, segundo a BBC. Seul convocou o diplomata depois que o presidente Volodymyr Zelensky anunciou na semana passada que seu governo havia transferido os dois soldados para a Coreia do Sul, segundo a BBC.
O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Kang Shin-chul, disse nesta segunda-feira que medidas “apropriadas, substanciais e correspondentes” serão tomadas se for confirmado que a explosão dentro da Zona Desmilitarizada (DMZ) foi causada por minas plantadas pela Coreia do Norte. Dois soldados sul-coreanos ficaram gravemente feridos e um terceiro sofreu ferimentos leves, segundo a Yonhap. O general de brigada Hwang Ju-bong, chefe da divisão de operações terrestres do Estado-Maior Conjunto, disse em coletiva de imprensa periódica que o comando recebeu o testemunho de que o que as tropas viram era semelhante a uma mina terrestre de caixa de madeira.
A Coreia do Sul exigiu explicação oficial e desculpas da Ucrânia por revelar a transferência dos dois prisioneiros norte-coreanos, manifestando “forte pesar” pela divulgação unilateral, segundo a Al Jazeera. Volodymyr Zelenskyy revelou na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que Kiev transferiu os dois prisioneiros, capturados na região russa de Kursk em janeiro de 2025.
O gabinete presidencial da Coreia do Sul exigiu explicação oficial e desculpas da Ucrânia pela divulgação da transferência de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos para o país, segundo o Hindustan Times, em texto do feed da Reuters. Seul diz que a Ucrânia pediu sigilo repetidamente por vários canais sobre a operação. A presidência sul-coreana disse que a negação ucraniana da existência de um acordo de confidencialidade é falsa e danificou a confiança entre os dois governos, segundo a Nikkei Asia, que cita a Reuters.
As Forças Armadas da Coreia do Sul e o Comando das Nações Unidas (ONU) abriram uma investigação conjunta sobre a explosão de uma mina terrestre perto da zona desmilitarizada entre as duas Coreias, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Hindu. Uma equipe de cerca de 40 oficiais vasculhou a área próxima ao local da explosão, ocorrida em 21 de setembro. Três soldados sul-coreanos ficaram feridos pela explosão em 21 de setembro, quando limpavam uma rota de patrulha no setor oeste da zona desmilitarizada.
A Coreia do Norte afirmou que a Coreia do Sul será alvo decisivo de retaliação coletiva caso sirva como eixo do sistema de defesa coletiva dos Estados Unidos, em artigo de Kang Chol Su, diretor de departamento do Instituto de Estudos do Estado Inimigo, segundo a TASS, que reproduz a agência estatal norte-coreana KCNA. O texto cita falas do comandante das forças dos dois países sobre Seul como centro de defesa coletiva, ainda segundo a reprodução da TASS.
A Coreia do Norte confirmou nesta terça-feira que o que a Coreia do Sul identificou como dois mísseis balísticos de curto alcance no domingo foi um teste de um “novo sistema de armas de combate”, feito na presença de Kim Jong-un, segundo a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA). Kim chamou o teste de “demonstração inquestionável de tecnologia de defesa avançada” e de “clara renovação na modernização das forças armadas”, e disse que os adversários do país entenderão melhor o que o avanço tecnológico significa em termos militares, segundo a agência estatal. O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul havia informado que os dois disparos, feitos da área de Wonsan com cerca de três horas de intervalo, voaram cerca de 450 quilômetros e mais de 600 quilômetros. O Norte não especificou o tipo de arma testada.
Os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul reafirmaram nesta segunda-feira, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o compromisso com a desnuclearização “completa” da Coreia do Norte e pediram que Pyongyang retome o diálogo, segundo o Departamento de Estado e o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul. O comunicado conjunto dos chanceleres Marco Rubio, Toshimitsu Motegi e Cho Hyun também reiterou o compromisso dos três com a defesa do Japão e da Coreia do Sul e manifestou apoio à “participação significativa de Taiwan” em organizações internacionais, segundo a Reuters. A declaração sai três dias antes da visita de Estado de Xi Jinping a Washington, marcada para quinta-feira, 24 de setembro.
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, leva nesta terça-feira à Assembleia Geral da ONU uma proposta faseada para o programa nuclear da Coreia do Norte: parar o avanço das capacidades nucleares e de mísseis, depois reduzi-las e, por fim, desmontá-las, segundo a Associated Press (AP) e o Korea Herald. Lee afirma que a desnuclearização não se alcança no curto prazo e que a pressão por sanções agravou o problema, e oferece três compromissos a Pyongyang: respeito ao sistema do Norte, nenhuma unificação por absorção e nenhuma intenção hostil, segundo o Korea Herald e o Inquirer. Em entrevista ao The New York Times, ele defendeu a flexibilização das sanções ao Norte, segundo o próprio jornal. O discurso vem depois de Kim Jong-un dizer, num pronunciamento no domingo, que não há motivo para não se sentar com Washington caso os Estados Unidos abandonem a exigência de desnuclearização, e de repetir que o Norte nunca abrirá mão do arsenal, segundo a AP. Lee também pediu ao Conselho de Segurança que amplie os assentos de membros não permanentes, segundo a Bloomberg.