O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, defende a criação de uma agência centralizada de cibersegurança depois que dados de passaporte e informações pessoais de 168 pessoas, incluindo o presidente, a mulher dele e altos funcionários de segurança, ficaram acessíveis on-line por quase cinco meses, segundo o South China Morning Post (SCMP).
Especialistas em tecnologia alertam que criar uma nova organização não resolve o problema mais profundo de acomodação, com empresas e órgãos públicos tratando segurança cibernética mais rígida como despesa desnecessária até ocorrer um incidente grave.