Cerco houthi a Taiz completa 30 dias e deixa 1,5 milhão de habitantes sem saída
Todas as estradas da cidade estão cortadas e 250 mil pessoas perderam acesso a atendimento de saúde; quase 300 mil foram deslocadas no Iêmen desde agosto.
Matérias e notas em que Iêmen é ator central.
Todas as estradas da cidade estão cortadas e 250 mil pessoas perderam acesso a atendimento de saúde; quase 300 mil foram deslocadas no Iêmen desde agosto.
Dois mísseis balísticos danificaram a pista do aeroporto internacional de Aden em 28 de outubro de 2026, depois de um aviso de evacuação dos houthis, e o governo reabriu o terminal no dia seguinte. O aeroporto é a principal entrada de ajuda humanitária do sul do país.
A Câmara dos Representantes aprovou por dois terços o mandato pedido pelo presidente em 17 de outubro de 2026, mas não publicou o resultado da votação. Cairo diz que só age se Riad pedir, e nenhum pedido formal saudita foi anunciado.
Anúncio de 27 de outubro de 2026 fala em incêndio no maior complexo de refino da Arábia Saudita. A coalizão afirma ter interceptado os mísseis sem vítimas, enquanto sauditas, iranianos, turcos e paquistaneses combinam seguir conversando em Teerã.
O Ministério da Saúde controlado pelos houthis informou que ao menos 33 pessoas morreram e 39 ficaram feridas em ataques aéreos atribuídos à Arábia Saudita a um vilarejo perto de Sanaa, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Street Insider. Os ataques atingiram casas na cidade de Bani Hushaysh, reduto houthi a leste da capital, e a maioria dos mortos eram mulheres e crianças, segundo o ministério e a agência Saba. O Centro de Comunicação Internacional da Arábia Saudita afirmou que está investigando o relato. Um diretor de hospital em Sanaa disse que os ataques não param e que equipes de resgate foram atingidas ao chegar, com profissionais de saúde entre os mortos.
O Ministério do Interior do Iêmen afirmou que o Irã e o Hezbollah enviaram 21 especialistas militares para apoiar os houthis, com envolvimento direto no planejamento de operações militares, no desenvolvimento de armas e na coordenação de ataques marítimos. O ministro do Interior, brigadeiro Ibrahim Haidan, disse em comunicado que o grupo incluía 14 membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e sete agentes do Hezbollah que atuavam em diferentes partes do Iêmen, com base em Hodeidah, Sanaa, Saada, Hajjah, Amran e al-Khawkhah. O Hezbollah negou as acusações e classificou o relato como “inteiramente infundado”.
A autoridade de Defesa Civil da Arábia Saudita emitiu neste sábado um aviso de liberação total para a província de Jazan, no sudoeste do país, após um alerta anterior de possível perigo na área. Jazan abriga uma refinaria da Aramco com capacidade de 400 mil barris por dia. O sul da Arábia Saudita, que faz fronteira com o Iêmen, tem sofrido ataques repetidos de mísseis e drones houthis contra alvos militares e infraestrutura energética, incluindo a refinaria de Jazan, desde a retomada dos combates no Iêmen em julho.
Ataques aéreos atribuídos à Arábia Saudita atingiram o vilarejo de Al-Shariya, e o Ministério da Saúde controlado pelos houthis informou à agência Saba que 36 pessoas ficaram feridas. Mídia ligada ao movimento houthi afirma que ao menos 25 pessoas, entre mulheres e crianças, morreram em ataques aéreos da Arábia Saudita. A coalizão liderada pela Arábia Saudita, que apoia o governo reconhecido internacionalmente, não se pronunciou sobre o ataque. Segundo as Nações Unidas, mais de 1.600 pessoas morreram e mais de 300 mil foram deslocadas desde a retomada dos combates no Iêmen.
Os houthis afirmam que ao menos 25 pessoas morreram e 30 ficaram feridas em ataques aéreos que atribuem à coalizão liderada pela Arábia Saudita. Mídia ligada ao grupo relata ainda nove ataques contra redes de telecomunicações na província de Sa’ada.
O porta-voz militar dos houthis, Yahya Saree, afirmou neste sábado que o grupo lançou seis operações com mísseis e drones contra instalações de petróleo da Aramco em Khurais, o aeroporto de Riad, tropas sauditas em Najran e instalações militares dos dois lados da fronteira. A Arábia Saudita não confirmou de imediato os ataques nem a extensão de eventuais danos.
Uma fonte diplomática síria disse à agência estatal SANA que a Síria não tem planos de enviar forças militares ao Iêmen e chamou de infundados os relatos sobre um possível deslocamento. Segundo a fonte, a cooperação militar com a Arábia Saudita se concentra hoje em treinar forças sírias, ampliar capacidades e trocar experiência militar. Visitas de coordenação de autoridades sauditas à Síria começam no mês que vem, e a cooperação pode evoluir para um acordo de defesa mútua ou para a adesão síria ao Acordo de Defesa Conjunta de Meca, dependendo dos interesses compartilhados dos dois países.
A Síria envia assessoria militar e treinamento à Arábia Saudita e mandou um número limitado de militares ao reino, segundo duas fontes militares sírias e um alto funcionário estadunidense, em texto da Reuters republicado pelo The Straits Times. Equipes sírias treinam unidades sauditas e iemenitas dentro do reino, segundo o alto funcionário estadunidense. Um diplomata sírio de alto escalão disse que qualquer sugestão de deslocamento militar nesta fase é prematura e que o foco da Síria segue na segurança interna, na proteção das fronteiras e na reconstrução. O pacto de defesa entre os dois países foi assinado em 4 de novembro de 2026, durante a visita do presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, a Riad, sem que detalhes tenham sido divulgados. Washington pediu que Damasco aja com cautela, argumentando que um envolvimento sírio na guerra do Iêmen pode arrastar o país para o conflito regional mais amplo.
A agência Saba, ligada aos houthis, informou que o número de mortos em bombardeios sauditas na região de Sanaa subiu para 22, incluindo mulheres e crianças, e o de feridos, para 30. Os bombardeios atingiram residências em Al Shariyah, na província de Sanaa. A agência afirmou que, enquanto eram realizadas operações de resgate, a força aérea saudita atacou equipes de resgate em duas ocasiões. As autoridades sauditas não haviam se manifestado sobre o assunto até a publicação da reportagem.
Novo bombardeio em al-Shariyah, no distrito de Bani Hushaysh, a leste de Sanaa, tem saldo preliminar divergente: um responsável de saúde houthi falou em 22 mortos, a mídia houthi relatou ao menos 15 mortos, a maioria mulheres e crianças, e cerca de 30 feridos, enquanto o escritório de saúde do distrito disse que as equipes recuperaram 11 corpos sob os escombros de cinco casas destruídas e que o número segue preliminar. As forças do governo iemenita reivindicaram três ataques aéreos contra posições houthis em al-Misrakh, na província de Taiz, num momento em que o coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Iêmen, Laurent Bukera, alerta que o sistema de saúde de Taiz está “perto do colapso” e o Programa Mundial de Alimentos afirma que o conflito bloqueia ajuda vital a 800 mil pessoas.
O Ministério da Saúde dos houthis afirmou que ataques aéreos sauditas mataram 30 pessoas em um mercado de legumes em Al-Waziya, na província de Taiz, na sexta-feira, enquanto as forças do governo iemenita acusaram o grupo de disparar um míssil balístico contra o mercado e as autoridades de Taiz negaram que houvesse ataques aéreos, atribuindo a explosão a “disparos indiscriminados de mísseis houthis”. O porta-voz do ministério, Anis al-Asbahi, disse que aeronaves sauditas atingiram o mercado com vários ataques. A agência Saba, dos houthis, disse que ataques aéreos sauditas mataram 11 pessoas, entre mulheres e crianças, em casas na área de Al-Shariyah, província de Sanaa, no sábado, e que aeronaves atingiram paramédicos com dois ataques.
O porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita, general Turki al-Malki, disse em publicação no X que as forças interceptaram e destruíram um míssil de cruzeiro lançado pelos houthis contra a região de Riad.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos (EUA) pediu que estadunidenses no Oriente Médio exerçam “vigilância elevada” diante do “aumento da ameaça de ataques armados por houthis” apoiados pelo Irã e de “esforços iranianos para atingir autoridades do governo dos EUA na região”. Os avisos foram divulgados pelo departamento e por embaixadas dos EUA em Israel, Arábia Saudita, Irã, Iraque, Catar, Omã, Jordânia, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Líbano. O alerta da embaixada em Jerusalém cita hostilidades dos houthis contra a Arábia Saudita, incluindo ataques a aeroportos civis, com vítimas civis e graves transtornos de viagem, e pede que os estadunidenses se preparem para eventuais cancelamentos de voos e fechamentos de espaço aéreo.
Navios que cruzam o Mar Vermelho pedem passagem segura aos houthis por e-mail: o Centro de Coordenação de Operações Humanitárias (HOCC), criado pelo grupo, recebe as solicitações no endereço clearances@hocc.gov.ye e afirma que pode levar até 24 horas, a partir do recebimento do pedido completo, para chegar a uma decisão. O jornal Wall Street Journal noticiou o sistema e publicou um e-mail em que o comandante de um navio não identificado declarou que a embarcação não tem “vínculos com Israel, o Reino Unido e os Estados Unidos da América” ao pedir confirmação de passagem, em relato reproduzido pelo Middle East Eye. Em outro e-mail, os houthis responderam a um porta-contêineres chinês que a permissão de trânsito valia por sete dias e convidaram a assinar o serviço de alertas por e-mail. O arranjo não é uma autoridade marítima formal e não dá aos houthis direito legal reconhecido de decidir quais navios navegam em águas internacionais.
A Síria envia assessores e equipes de treinamento militar à Arábia Saudita e mandou um número limitado de militares ao reino enquanto Riad enfrenta ataques dos houthis do Iêmen, segundo duas fontes militares sírias e um alto funcionário dos Estados Unidos (EUA). O alto funcionário dos EUA disse que as equipes sírias treinam unidades sauditas e iemenitas dentro do reino para melhorar sua eficácia de combate. Um alto diplomata sírio afirmou que “qualquer sugestão de desdobramentos militares nesta fase é prematura” e que o foco da Síria segue na segurança interna, na proteção das fronteiras e na reconstrução. O acordo de cooperação de defesa sírio-saudita assinado na quarta-feira “inclui especificamente apoio consultivo, treinamento e troca de experiências”, disse o diplomata. Um alto funcionário saudita afirmou que a partilha de experiência com a Síria é “principalmente para reestruturar as forças sírias”, mas que os parceiros sírios ajudam com experiência de combate contra milícias.
Os houthis e o governo reconhecido internacionalmente do Iêmen se responsabilizaram mutuamente por um ataque a um mercado na província de Taiz nesta sexta-feira. O Ministério da Saúde dos houthis informou 30 mortos e oito feridos e disse que equipes de resgate ainda buscavam corpos sob os escombros do mercado, em área controlada pelo grupo. O porta-voz do ministério, Anis al-Asbahi, atribuiu os ataques a aviões sauditas que teriam decolado da base de Khamis Mushait. As autoridades locais de Taiz culparam o “fogo indiscriminado de mísseis houthis” e negaram que tenham ocorrido ataques aéreos. Forças do governo disseram ter retomado várias áreas de Taiz.
Comandantes de navios que querem cruzar o Bab al-Mandab passaram a usar um canal por e-mail com os houthis para obter trânsito seguro, segundo o Wall Street Journal. Os pedidos vão para o Humanitarian Operations Coordination Center, entidade administrativa criada pelos houthis no início de 2024 para processar as solicitações. Em um caso, os houthis autorizaram o porta-contêineres chinês Zhong Cheng Chang Ling por uma semana e mandaram manter em operação o Sistema de Identificação Automática (AIS), que transmite identidade, posição, velocidade e destino do navio, durante a travessia. A procura por autorização cresceu depois que os houthis declararam bloqueio marítimo à Arábia Saudita, em julho.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou nesta sexta-feira ter interceptado e destruído um drone lançado pelos Houthis do Iêmen sobre a região de Medina, e o grupo negou ter realizado qualquer ataque contra o reino. Os Houthis negam repetidamente atingir Meca e Medina, as duas cidades mais sagradas do islã, e rejeitam acusações anteriores da coalizão de que lançaram drones contra elas. Os ataques transfronteiriços entre a coalizão, que apoia o governo iemenita reconhecido internacionalmente, e os Houthis, que controlam a capital Sanaa, se intensificaram no contexto da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Três ataques aéreos atingiram na manhã desta sexta-feira o mercado de gado de Al-Hadhara, no distrito de Al-Wazi’iyah, província de Taiz, enquanto estava cheio de civis e compradores, causando dezenas de vítimas, segundo a emissora Al-Masirah. A agência iemenita Saba informou que mais de 30 civis foram mortos ou feridos nos ataques, número ainda preliminar. Nas 24 horas anteriores, o Ministério da Saúde em Sanaa, controlada pelos houthis, registrou nove mortos, incluindo três crianças, e 14 feridos, e o balanço acumulado desde o início da escalada chegou a 276 mortos e 654 feridos até 5 de novembro. O porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita, o major-general Turki al-Maliki, disse que defesas antiaéreas interceptaram e destruíram dois mísseis balísticos houthis lançados contra Najran.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou que suas defesas aéreas interceptaram e destruíram dois mísseis balísticos lançados pelos houthis contra Najran, com destroços após a interceptação e danos em avaliação. O Ministério da Saúde sediado em Sanaa anunciou que ataques sauditas na quinta-feira mataram nove civis, incluindo três crianças, e feriram outras 14 pessoas no Iêmen.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou que suas defesas aéreas interceptaram e destruíram um míssil balístico lançado pelos Houthis rumo à região de Medina e abateram um drone do grupo na Província Oriental. Catar, Kuwait, Bahrein e Jordânia condenaram a tentativa de atingir Medina e reafirmaram solidariedade à Arábia Saudita, com o Bahrein pedindo ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) medidas dissuasórias contra os Houthis. Os Houthis rejeitaram as alegações de que tenham mirado Medina.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou nesta quinta-feira que a defesa aérea interceptou e destruiu um míssil balístico dos houthis lançado contra a região de Medina, segundo o porta-voz da coalizão, Turki al-Malki, em publicação no X. O anúncio saiu minutos depois de a Defesa Civil saudita alertar para risco potencial na área do porto de Yanbu, e não estava claro se os dois eventos estavam ligados. A coalizão não divulgou o alvo pretendido do míssil nem informou se a interceptação causou danos. Os houthis dizem repetidamente que suas forças não têm como alvo as cidades santas de Meca e Medina, mas atacam aeroportos, infraestrutura de energia e instalações militares sauditas. Yanbu, no mar Vermelho, é o terminal do oleoduto Leste-Oeste que permite à Arábia Saudita escoar petróleo sem passar pelo Estreito de Ormuz.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse nesta quinta-feira que sua defesa aérea interceptou e destruiu um míssil balístico lançado pelos houthis contra a região de Medina, em publicação do porta-voz Turki al-Malki no X. O anúncio saiu minutos depois de a defesa civil saudita alertar sobre perigo potencial na área do porto de Yanbu, e não ficou claro se os dois eventos estavam ligados. O comunicado da coalizão se refere à região de Medina e não especifica se o míssil ia em direção à cidade. Em 30 de outubro, a coalizão já havia relatado a interceptação de drones houthis nas regiões de Medina e Meca.
A Arábia Saudita emitiu nesta quinta-feira alertas sobre perigo potencial em Yanbu, centro de exportação de petróleo do reino no Mar Vermelho, em meio a ataques houthis que, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Ground News, abriram outra frente na guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. A coalizão liderada pela Arábia Saudita que combate os houthis no Iêmen disse ter destruído um míssil lançado pelo grupo contra Medina, cidade sagrada do islã.
Os houthis exigiram US$ 51 bilhões da Arábia Saudita e reconhecimento oficial como governantes do Iêmen em troca do fim da guerra, segundo relato do Wall Street Journal em reportagem do Hindustan Times. A exigência veio depois que Riad procurou o grupo para explorar um fim negociado das hostilidades, na sequência de ataques houthis a petroleiros sauditas no Mar Vermelho e da tomada de território que domina o Bab al-Mandeb. Os houthis chegaram a cerca de 50 milhas de Aden, sua posição mais próxima desde 2015, e em 31 de outubro atingiram o palácio presidencial da cidade com dois mísseis, segundo um policial citado pela AFP. Um ataque na província de Shabwah matou ao menos 75 pessoas e feriu mais de 200, o mais letal desde a reativação da guerra civil iemenita.
O porta-voz da coalizão, coronel Turki Al-Malki, afirmou que a defesa aérea interceptou e destruiu um míssil balístico lançado pelos houthis em direção à região de Medina, em publicação no X. Não ficou claro qual seria o alvo pretendido nem se a interceptação causou danos, e os houthis não comentaram. Antes do anúncio, a Defesa Civil saudita emitiu alerta para a governadoria de Yanbu, perto do Mar Vermelho, na província de Medina.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) informou que mais de 300 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas no oeste do Iêmen, quase todas nos dois últimos meses. Desde o início de outubro, mais de 43 mil fugiram do distrito de Al Madaribah Wa Al Aarah, em Lahj – o maior número já registrado num distrito iemenita – e, na cidade de Ta’iz, o custo de itens essenciais subiu de três a cinco vezes com os combates cortando os acessos à cidade. Aden abriga agora mais de 56 mil deslocados, e a agência pede US$ 45 milhões para seis meses de assistência.
Ao menos sete pessoas morreram em ataque aéreo saudita a uma área residencial na província de Taizz, segundo a Press TV, que cita o canal al-Masirah e fontes locais; o total de mortos em ataques sauditas no país em 12 horas chegou a 24. O ataque atingiu uma casa de família na área de al-Barh, distrito de Maqbanah, na madrugada de quinta-feira, com duas crianças entre os mortos; o Ministério da Saúde Pública e População do Iêmen afirmou que 12 pessoas morreram e 15 ficaram feridas, em sua maioria mulheres e crianças, nesses ataques, e aviões sauditas também atingiram dois centros de saúde nos distritos de al-Silw e Hayfan.
Ataques da coalizão liderada pela Arábia Saudita nas últimas 24 horas teriam matado cerca de 20 pessoas no Iêmen, inclusive nas províncias de al-Jawf, al-Bayda, Saada e Taiz, segundo mídia ligada aos houthis.
Um oficial militar do governo iemenita, que falou sob anonimato, disse que 13 recrutas militares foram mortos e 65 ficaram feridos em um ataque com míssil balístico a um centro de treinamento no distrito de Qatabah, norte de Al-Dhalea, no sul do Iêmen, durante exercícios matinais, e atribuiu o ataque aos houthis. Um míssil balístico atingiu Hayfan, na província de Taiz, e matou quatro iemenitas da mesma família, entre eles três crianças, na quarta-feira, segundo o Middle East Eye. A TV controlada pelos houthis al-Masirah atribuiu a morte de três crianças e uma mulher, com quatro crianças feridas, no mesmo distrito, a um ataque aéreo saudita. Em 3 de novembro, o ministro do Interior do Iêmen, Ibrahim Ali Haidan, acusou o Hezbollah e o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) de enviar instrutores militares para comandar operações houthis, desenvolver programas de mísseis e drones e coordenar ataques a navios comerciais no Mar Vermelho e no Bab al-Mandab, segundo a TASS. O Hezbollah negou as alegações e afirmou que as declarações das autoridades iemenitas sobre apoio à ofensiva houthi, treinamento militar e rearmamento “são completamente infundadas”, dizendo que “o povo iemenita tem capacidades, recursos e experiência suficientes para defender seu país sem apoio externo”.
O porta-voz militar houthi, Yahya Saree, anunciou três operações na manhã de quarta-feira dentro da Arábia Saudita: a primeira com drone contra uma instalação de radar na península de Al-Qahmah, no norte de Jizan, no sul do país, a segunda com míssil balístico contra a guarnição de Aqefa, em Najran, e a terceira contra o prédio de comando e controle da guarda de fronteira em Jizan, com mortos entre soldados e oficiais sauditas, segundo o grupo.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) entregou quatro caminhões de suprimentos médicos a hospitais de Taiz, incluindo kits cirúrgicos para feridos por armas, na primeira entrega de material médico do comitê à cidade desde 23 de setembro. Os houthis cercam Taiz desde o início de outubro e bloqueiam a estrada que liga a cidade a Áden, sede interina do governo reconhecido internacionalmente. O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, disse que as estradas estão fechadas, a produção de água caiu pela metade e os preços dos alimentos subiram pelo menos 50%.
O porta-voz militar houthi, Yahya Saree, afirmou que as forças do grupo lançaram um míssil balístico contra o aeroporto internacional Rei Khalid, em Riad, e que o alvo foi atingido, em comunicado levado ao ar pela agência SABA, controlada pelos houthis. Saree pediu que companhias aéreas internacionais, funcionários e passageiros evitem o espaço aéreo saudita. As autoridades sauditas não confirmaram o ataque nem danos. Na madrugada de quarta-feira, a Defesa Civil saudita emitiu alerta de “risco potencial” na região de Riad e depois o declarou encerrado, e a embaixada da Índia anunciou a morte de um cidadão indiano ferido no ataque de 10 de outubro ao aeroporto.
O cerco dos Houthis a Taiz completou 30 dias e atinge os 1,5 milhão de habitantes da cidade, além de cerca de 180 mil deslocados presos pelos combates na estrada que liga Lahj a Taiz, segundo a Al Jazeera. O bloqueio começou com a tomada de al-Turbah, no extremo sudoeste da província, que cortou a principal via entre Taiz e Aden. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou repetidamente sobre uma catástrofe na cidade, onde comida e remédios ficam cada vez mais escassos. Segundo a Reuters, em texto republicado pelo Jerusalem Post, o avanço houthi levou o grupo ao ponto mais próximo de Aden desde os primeiros meses da guerra, em 2015.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita lançou quatro ataques aéreos na cidade de al-Bayda, no centro do Iêmen, segundo a mídia afiliada aos houthis. Também foram relatados bombardeios no distrito de Ghamr, na província de Saada.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou nesta terça-feira ter interceptado três drones contra território saudita, um deles sobre a região ocidental de Meca. O porta-voz militar houthi, Yahya Sarea, disse que o grupo lançou dois ataques na região de Assir, contra o aeroporto internacional de Abha com um drone e contra a base aérea Rei Khalid, em Khamis Mushait, com um míssil balístico. Outros dois drones, um na Província Oriental e outro que seguia para a região sul, foram interceptados e destruídos, segundo o porta-voz da coalizão, Turki Al-Maliki. Os números de vítimas e de danos das reivindicações houthis não puderam ser verificados de forma independente.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita que combate os houthis no Iêmen afirma ter interceptado um drone na região de Meca, que abriga a cidade mais sagrada do islã, enquanto os houthis contabilizaram 17 mortos no país em dois dias, segundo o The Hindu. A Arábia Saudita já acusou os houthis várias vezes de atacar Meca e Medina, acusações que o grupo nega sistematicamente.
Os houthis lançaram múltiplas incursões transfronteiriças na Arábia Saudita nos últimos meses, segundo um funcionário ocidental e um funcionário árabe com conhecimento direto das operações. As incursões são de pequena escala e atingiram postos de fronteira no sudoeste montanhoso do país. A Copa da Ásia de 2027 na Arábia Saudita foi adiada por quase um ano, e o torneio agora está marcado de 23 de dezembro de 2027 a 21 de janeiro de 2028, anunciou nesta terça-feira a Confederação Asiática de Futebol (AFC). O Exército do governo iemenita afirmou ter realizado 1.208 operações militares contra posições houthis e alegou ter “neutralizado” cerca de 370 comandantes e combatentes.
Os combates entre houthis e forças do governo iemenita se concentram em Taiz, no sudoeste do país, e os houthis bloquearam em grande parte a entrega de mercadorias à cidade, que está sob controle das forças do governo. As autoridades iemenitas alertaram os civis sobre fogo de franco-atiradores nos morros ao redor. A Organização Internacional para as Migrações registrou cerca de 134 mil deslocados na província de Taiz, quase metade dos mais de 319 mil deslocados no oeste do Iêmen, em dado de 1º de novembro. A pesquisadora da Human Rights Watch Niku Jafarnia afirmou que os houthis bloquearam combustível, água e suprimentos médicos, “basicamente tudo o que os hospitais precisam para funcionar”. O relatório do Health Cluster da Organização Mundial da Saúde registra ao menos 1.677 mortos e 7.395 feridos no Iêmen até 25 de outubro.
O porta-voz militar houthi, Yahya Saree, afirmou que as forças armadas do grupo realizaram três operações em 48 horas, atingindo o aeroporto de Dammam em duas etapas com dois drones. Segundo Saree, a operação interrompeu o tráfego aéreo em Dammam, e um drone atingiu diretamente o radar de alerta antecipado de Jizan. Não houve confirmação imediata das autoridades sauditas sobre os ataques nem sobre os danos alegados pelos houthis.
A Copa Asiática de 2027 na Arábia Saudita foi adiada por causa do conflito no Oriente Médio, em decisão justificada pelas circunstâncias excepcionais na região, com complexidades logísticas e interrupções de viagem, segundo o comitê organizador da AFC. O torneio, marcado para 7 de janeiro a 5 de fevereiro de 2027, passa a 23 de dezembro de 2027 a 21 de janeiro de 2028, e outros eventos no país foram cancelados, entre eles a exibição de tênis Six Kings Slam, em Riad. Em outubro, um ataque com mísseis dos houthis do Iêmen contra o aeroporto de Riad matou 13 pessoas e feriu mais de 300.
O Ministério da Saúde do governo houthi afirmou que ao menos 17 civis iemenitas morreram e 59 ficaram feridos, a maioria crianças, em ataques aéreos sauditas nas últimas 24 horas. Os houthis denunciaram nesta terça-feira um ataque aéreo da coalizão liderada pela Arábia Saudita contra uma fábrica de calçados na província de Taiz, que teria matado três pessoas e ferido outras oito.
Forças do governo iemenita reconhecido internacionalmente fizeram ataques aéreos contra posições houthis a oeste de Taiz, enquanto a mídia ligada aos houthis relatou que um ataque ao norte de Taiz atingiu uma fábrica de calçados plásticos, matando três pessoas e ferindo oito.
A embaixada dos Estados Unidos na Arábia Saudita emitiu um alerta de segurança para cidadãos americanos sobre possíveis ataques a aeroportos, fechamentos de espaço aéreo e interrupções de voos, em meio à escalada envolvendo os houthis e a Arábia Saudita, segundo o Hindustan Times, e o Departamento de Estado ordenou, a partir de 23 de outubro de 2026, a saída de funcionários não emergenciais e familiares da Arábia Saudita por riscos de segurança.
O ministro da Defesa da Arábia Saudita, Khalid bin Salman, disse nesta segunda-feira ter conversado por telefone com o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth sobre cooperação bilateral em defesa e esforços para reduzir as tensões na região. No relato que publicou na plataforma X, o ministro afirmou que a conversa incluiu os “contínuos ataques terroristas houthis contra o Reino”.
Os houthis lançaram várias incursões transfronteiriças contra postos militares sauditas nos últimos meses, ampliando o conflito para além do Iêmen, segundo um funcionário ocidental e árabe com conhecimento direto das incursões, que falou ao Middle East Eye. O movimento Ansar Allah reivindicou ataques com drones e mísseis contra a Arábia Saudita, incluindo uma base militar logo além da fronteira com o Iêmen.
A União Europeia (UE) condenou fortemente a escalada dos houthis no Iêmen e os ataques à Arábia Saudita, sobretudo os dirigidos a civis e à infraestrutura civil. Os houthis atingiram o aeroporto de Dammam em duas fases com dois drones nas últimas 48 horas, segundo o porta-voz militar Yahya Saree. Não havia confirmação da Arábia Saudita sobre danos ou vítimas no aeroporto até a publicação.
Os houthis do movimento Ansar Allah, do Iêmen, afirmaram ter realizado ataques com drones contra os aeroportos de Dammam, no leste da Arábia Saudita, e de Jazan, no sul do país. O porta-voz militar houthi Yahia Saria disse que os rebeldes atingiram um radar de alerta antecipado em Jazan e um avião de transporte militar no aeroporto da cidade.
O Ministério das Relações Exteriores e dos Expatriados do Iêmen criticou os ataques aéreos sauditas contínuos contra infraestrutura civil e instalações não militares no país e prometeu retaliação. Em nota divulgada no domingo à noite, o ministério disse que “esses crimes e ataques constantes não ficarão impunes e certamente atrairão respostas dolorosas que atingirão o coração da Arábia Saudita, particularmente as instalações pertencentes a partes que financiam a agressão”. A nota afirmou ainda que “o alvo incessante de instalações civis iemenitas colocará todas as instalações vitais e críticas dentro da Arábia Saudita em um banco de dados de alvos que as Forças Armadas iemenitas bombardearão em retaliação”.
Um ataque com míssil atingiu o centro de saúde Al-Suqya, nos distritos de Al-Mudaribah e Al-Arah, na província de Lahj, no sudoeste do Iêmen, nesta segunda-feira, segundo a mídia estatal do país. Pelo menos 20 civis foram mortos ou feridos na ação que a mídia estatal atribui a milicianos houthis, sem que a contagem separe mortos e feridos.
A Organização das Nações Unidas (ONU) exige investigação aprofundada sobre a morte de Mohammad el-Shami, do Escritório de Direitos Humanos da ONU, sob detenção houthi no Iêmen – morto há mais de um mês, com a família notificada só recentemente, após detenção arbitrária desde junho de 2024 –, e o secretário-geral António Guterres disse estar consternado e exigiu a libertação imediata de todo o pessoal detido, segundo a Al Jazeera.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita interceptou e destruiu um míssil balístico lançado pelos houthis contra o sul saudita, disse nesta segunda-feira o porta-voz, general Turki al Maliki. As defesas aéreas da coalizão destruíram o míssil a caminho da região sul.
O Exército do Iêmen lançou um novo ataque com mísseis contra posições de forças apoiadas pela Arábia Saudita na província de Lahj, segundo a mídia iemenita, em relato divulgado pela agência iraniana Mehr News. Os relatos não informaram o tipo de mísseis usados nem possíveis danos e baixas.
Um petroleiro que navegava pelo Golfo foi atingido por dois projéteis não identificados a bombordo, segundo a agência United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO), citada pelo Middle East Eye. Em paralelo, a mídia houthi, citando uma autoridade militar anônima, repetiu ameaças contra a gigante saudita de petróleo Aramco e contra a aviação no reino, segundo o Straits Times.
Pelo menos sete pessoas ficaram feridas em ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita na província de Hodeidah, no Iêmen, segundo a emissora Al Masirah, ligada aos houthis e citada pelo Middle East Eye.
Mohammad el Shami, funcionário do escritório de direitos humanos da ONU no Iêmen, estava detido arbitrariamente pelas autoridades de fato houthis desde 6 de junho de 2024, e a família diz que ele morreu há mais de um mês, tendo sido informada só recentemente, segundo o UN News. O alto-comissário da ONU para os direitos humanos, Volker Türk, cobrou dos houthis a divulgação dos registros médicos e de detenção e exigiu que a causa da morte seja apurada de forma independente. O primeiro-ministro do Iêmen condenou a morte, responsabilizou integralmente os houthis e cobrou a responsabilização dos culpados; ele disse que mais de 70 funcionários da ONU e dezenas de trabalhadores humanitários seguem detidos. O chanceler do Iêmen também cobrou responsabilização pela morte do funcionário sob custódia houthi, segundo o Middle East Eye.
Mais de 300 mil pessoas foram deslocadas no Iêmen pela intensificação dos combates no oeste do país, a grande maioria nos últimos dois meses, segundo as Nações Unidas, em reportagem do Le Monde. A ONU pediu a todas as partes no conflito que protejam civis e trabalhadores humanitários e garantam acesso humanitário seguro e sem entraves, em especial nas zonas de difícil acesso de Taëz.
A Organização das Nações Unidas (ONU) exigiu investigação sobre a morte de Mohammad el-Shami, funcionário do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OHCHR) no Iêmen, sob custódia houthi. El-Shami morreu há mais de um mês, e a família só foi informada recentemente, disse a ONU em comunicado neste sábado, segundo a Al Jazeera. O alto comissário Volker Türk exigiu “total transparência” das autoridades houthis e uma investigação “urgente, independente e completa”, e disse que a família “merece saber a verdade”. El-Shami estava detido arbitrariamente desde junho de 2024, quando ele e mais de 60 pessoas que trabalhavam para a ONU e outras organizações não governamentais (ONGs) foram presos e acusados de integrar uma “rede de espionagem estadunidense-israelense”. Turk afirmou que outros sete funcionários do OHCHR detidos junto com ele seguem presos e pediu a libertação imediata e incondicional deles.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse estar “chocado” com a morte do funcionário Mohammad el-Shami sob custódia houthi no Iêmen, segundo o Middle East Eye.
O alto-comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os direitos humanos, Volker Türk, exigiu uma investigação independente sobre a morte, sob custódia houthi, de um funcionário iemenita do escritório da ONU no Iêmen e pediu transparência total às autoridades do grupo. Mohammad el Shami estava detido arbitrariamente desde 6 de junho de 2024 e, segundo Türk, a família foi informada da morte apenas recentemente, mais de um mês depois de ela ocorrer, sem qualquer explicação sobre a causa ou as circunstâncias. Türk pediu ainda a libertação imediata e incondicional dos demais funcionários da ONU detidos, incluindo sete colegas de seu escritório.
A Riyadh Air retirou todas as aeronaves de sua base de origem e suspendeu quase todos os voos por duas semanas após ataques dos houthis, segundo o Jerusalem Post. Os voos restantes passaram a pousar em Jedá ou em um aeroporto pequeno a 200 milhas de Riad. Um ataque houthi em 8 de outubro matou um piloto da Saudia e destruiu uma aeronave.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou neste sábado ter interceptado e destruído um drone hostil na “região de Riad” lançado pelo grupo houthi, segundo o Middle East Eye. Na sexta-feira, a Coalizão para Apoiar a Legitimidade no Iêmen disse ter interceptado e destruído um míssil balístico lançado contra a região sul do reino, além de um drone sobre Riad, segundo o Arab News.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou ter interceptado um drone lançado pelos houthis em direção à região de Meca, segundo a Al Jazeera. Um porta-voz dos houthis negou que a cidade santa ou a região ao redor fosse alvo, reiterando que os ataques transfronteiriços do grupo seguem focados em infraestrutura energética e militar saudita. O Middle East Eye noticiou relatos da coalizão de drones sobre Meca e Medina, que os houthis negaram.
O porta-voz das forças armadas do governo do Iêmen afirmou nesta sexta-feira que os houthis atacaram o aeroporto de Aden e o complexo do palácio presidencial de Maashiq, segundo o Middle East Eye. Um oficial de polícia disse à Agence France-Presse (AFP) que os houthis miraram o palácio presidencial com dois mísseis, de acordo com o Middle East Eye.
Os Estados Unidos ordenaram a saída de funcionários do governo não essenciais e de seus familiares da Arábia Saudita, com vigência a partir de 23 de outubro, citando riscos de segurança, segundo o Jerusalem Post. A ordem cita ataques houthis a aeroportos civis e a outras infraestruturas críticas.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse nesta sexta-feira ter interceptado e destruído um drone perto de Riad e um míssil disparado pelos houthis do Iêmen contra a região sul do país, segundo o Middle East Eye. Mais cedo na sexta-feira, a coalizão disse ter interceptado um drone houthi na região de Meca, ataque que o grupo nega ter dirigido à cidade mais sagrada do islã.
A mídia Al-Ain, dos Emirados Árabes Unidos, relatou que dezenas de integrantes das forças do governo e dos houthis foram mortos e feridos nesta sexta-feira em batalhas intensas no distrito de Al-Maqatra, em Lahj, após um ataque em larga escala dos houthis, segundo o Jerusalem Post, que cita o veículo.
Hussein al-Ezzi, membro do bureau político do movimento Ansarullah, disse que resolver o conflito com a Arábia Saudita exige parar a agressão, levantar o cerco e pagar compensações, segundo a Mehr News. Ele afirmou que, sem o cumprimento das três condições, o confronto continuará.
A Arábia Saudita afirmou nesta sexta-feira ter interceptado e destruído um drone lançado pelos rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, perto de Meca, a cidade mais sagrada do islã, alegação que os houthis negam. O porta-voz militar houthi Yahya Saree classificou o relato da coalizão como falso, em publicação no X, e disse que o grupo não realizou nenhuma operação contra território saudita; suas ações miram instalações de petróleo e bases militares sauditas, segundo a Reuters.
O porta-voz houthi Yahya Saree afirmou que seis ataques atingiram infraestrutura comercial e militar vital, da costa leste à costa oeste da Arábia Saudita, chegando a Riad e à região sul de Najran, em publicação no X, segundo a Al Jazeera. A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado e destruído um drone lançado pelos houthis na região de Meca, segundo o Times of Israel. Os houthis negam mirar Meca e Medina e já rejeitaram acusações anteriores da coalizão de que teriam lançado drones contra as duas cidades sagradas do islã, segundo o Jerusalem Post.
O Brent subiu 0,75%, a US$ 115,74 o barril, e o West Texas Intermediate (WTI) subiu 0,71%, a US$ 102,72, depois que os houthis disseram na quinta-feira ter atacado Ras Tanura, a maior refinaria da Arábia Saudita, a refinaria de Rabigh e uma instalação da Aramco em Abqaiq, segundo a Reuters, em texto republicado pela CNBC.
Os houthis afirmaram nesta quinta-feira ter atacado a refinaria de Ras Tanura, a maior da Arábia Saudita; a refinaria de Rabigh; uma instalação da Aramco em Abqaiq; e os aeroportos internacionais Rei Khalid, em Riad, e Rei Fahd, em Dammam, segundo o Jerusalem Post. Não houve confirmação imediata das autoridades sauditas. A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado dois mísseis balísticos lançados contra a capital, depois que correspondentes da AFP ouviram ao menos oito explosões em Riad, e o Ministério da Saúde controlado pelos houthis relatou 12 mortos e três feridos graves em ataques que atribui à Arábia Saudita contra áreas residenciais no oeste do Iêmen.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirma ter interceptado e destruído dois mísseis balísticos disparados pelos houthis contra Riad, segundo a Agência de Imprensa Saudita (SPA), em relato do Middle East Eye.
O governador de Taiz, Nabil Shamsan, declarou em coletiva que a cidade “está em fome, não à beira dela”, enquanto autoridades locais afirmam que o cerco de rebeldes houthis levou os moradores à fome. Um ataque aéreo saudita no oeste de Taiz matou ao menos 13 pessoas nesta quinta-feira, segundo o ministério da saúde administrado pelos houthis. O Programa Mundial de Alimentos disse que não consegue alcançar mais de 600 mil pessoas na cidade que dependem de ajuda humanitária e que os estoques de farinha de trigo estão quase esgotados.
Os combates se intensificaram em várias frentes ao sul de Taiz, no sudoeste do Iêmen, com a mídia ligada às forças do governo relatando uma alta nas hostilidades com os houthis, segundo a Al Jazeera. Mais de 281 mil pessoas deixaram suas casas no Iêmen desde o início de agosto, segundo a agência humanitária da ONU citada pela emissora.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou ter destruído na madrugada de quinta-feira um míssil balístico lançado do Iêmen pelos houthis contra a região leste do reino, segundo o Jerusalem Post. A Defesa Civil saudita emitiu dois alertas, para Najran e para a Província Oriental, e informou minutos depois que o perigo havia passado nas duas áreas. No sábado anterior, a Defesa Civil disse ter interceptado dois mísseis houthis em direção às regiões de Meca e Medina, com destroços caindo em Jidá, Taif e Rabigh.
O Ministério da Saúde do Iêmen alertou nesta quarta-feira para uma crise sanitária e humanitária crescente em Taiz e pediu o fim do cerco houthi, dizendo que 246.711 pessoas perderam acesso a serviços essenciais de saúde, incluindo mais de 186 mil crianças menores de cinco anos e cerca de 23 mil grávidas, segundo o Ministério da Saúde do Iêmen.
As Forças Armadas iemenitas dos houthis pediram a evacuação imediata do aeroporto de Aden por causa da presença de um avião saudita de carga militar que, segundo o comunicado, transportava armas – declaração divulgada pela Mehr News. Um míssil houthi atingiu depois “a área sob controle das forças sauditas dentro do perímetro do aeroporto de Aden”, segundo um policial à AFP (Agence France-Presse) citado pelo G1. A emissora Al-Masirah, ligada aos houthis, informou que um ataque saudita à cidade de Hazm, capital da província de Al-Jawf, matou 16 pessoas e deixou 10 feridos, incluindo mulheres e crianças.
Uma empresa privada de inteligência geoespacial disse ter examinado 40 ataques com mísseis e drones contra a Arábia Saudita, atribuídos a rebeldes houthis apoiados pelo Irã, no Iêmen, e a milícias no Iraque, entre 1º de julho e 19 de outubro, segundo a Associated Press (AP). O fundador da AURORAH Geosignal Intelligence, Nawaf Obaid, disse haver “100% de correspondência” entre as atividades dos satélites e os ataques. Três autoridades, entre elas uma da Arábia Saudita e outra dos altos escalões dos houthis, além de um analista de inteligência privado, disseram à AP que os houthis e outros aliados do Irã se beneficiaram de inteligência russa.
Os principais produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) devem manter as cotas de produção inalteradas para dezembro na reunião de domingo, segundo fontes familiarizadas com os planos ouvidas pela Reuters, em texto do OilPrice. Os houthis iemenitas, alinhados ao Irã, disseram ter atingido com um míssil balístico a refinaria de Ras Tanura, a maior da Arábia Saudita.
A Arábia Saudita teria oferecido um pacote financeiro de US$ 1 bilhão aos houthis em um acordo mediado pelo Irã para obter um cessar-fogo e interromper os ataques contra o reino, segundo o Hindustan Times, que cita um relatório. A proposta teria sido discutida na visita surpresa do ministro da Defesa saudita, o príncipe Khalid bin Salman, a Teerã, onde o Irã se ofereceu para atuar como mediador diplomático regional, de acordo com a NDTV.
O dirigente houthi Mohammed Ali al-Houthi disse nesta terça-feira que a decisão do parlamento do Egito de autorizar apoio militar à Arábia Saudita para se defender dos ataques do grupo equivale a uma declaração de guerra, segundo a Channel News Asia. A declaração faz parte de um comunicado que reage à visita de segunda-feira a Teerã do ministro da Defesa saudita, ao lado do chefe do Exército do Paquistão e do chefe de inteligência da Turquia, em uma tentativa de reduzir as tensões na guerra do Oriente Médio.
Os houthis afirmaram nesta terça-feira ter atingido com um míssil balístico a refinaria de Ras Tanura, a maior da Arábia Saudita, enquanto a Bloomberg noticiava, citando uma fonte a par do assunto, que o reino conteve um incêndio perto do terminal de Ras Tanura mais cedo naquele dia, segundo o Middle East Eye. O porta-voz militar do grupo, Yahya Saree, disse que o ataque provocou “incêndios massivos”, e um dirigente houthi afirmou que a autorização do parlamento do Egito para apoio militar defensivo à Arábia Saudita equivale a uma declaração de guerra. Os houthis também disseram ter atacado o Ministério da Defesa saudita em Riad, sem confirmação da Arábia Saudita, segundo o Hindustan Times, que cita a Reuters.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou que suas defesas aéreas destruíram quatro drones houthis que miravam a região sul do reino, segundo o Middle East Eye. A coalizão também disse ter interceptado e destruído 10 mísseis balísticos lançados contra a mesma região, segundo o The National.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou nesta segunda-feira que três drones foram interceptados e destruídos sobre a região de Riad e as regiões do sul, segundo o Middle East Eye. A coalizão disse também ter interceptado um míssil balístico disparado pelos houthis do Iêmen, depois de o grupo reivindicar um novo ataque ao aeroporto de Riad, informou o The Hindu.
O Parlamento do Egito autorizou nesta segunda-feira o Exército a prestar apoio à defesa da Arábia Saudita, se solicitado, segundo a Reuters, citando parlamentares e a mídia local. A decisão responde à intensificação dos ataques dos houthis, aliados do Irã, contra o reino saudita. O Parlamento deu ao presidente Abdel Fattah el-Sisi sinal verde para tomar as medidas necessárias à defesa da Arábia Saudita, segundo a Bloomberg.
Os houthis afirmaram nesta segunda-feira ter atacado estações de bombeamento do oleoduto terrestre Leste-Oeste da Arábia Saudita, a principal rota de exportação de petróleo bruto do país, que contorna o Estreito de Ormuz, segundo o OilPrice. Até o início da manhã desta segunda-feira, a Arábia Saudita não havia confirmado ataques ao oleoduto, que ficou parado duas semanas em setembro, depois de ataques de drones danificarem estações de bombeamento.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita diz ter interceptado e destruído um míssil balístico lançado pelos houthis contra Riad, segundo o Middle East Eye, depois que os houthis disseram no domingo ter lançado um novo ataque contra o aeroporto internacional da capital saudita, horas após o anúncio da retomada dos voos, segundo a Agence France-Presse (AFP).
O Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, reabriu parcialmente no domingo depois de duas semanas fechado, enquanto os houthis e a coalizão liderada pela Arábia Saudita seguiam trocando ataques, segundo a agência Xinhua. Os houthis disseram ter lançado dezenas de mísseis balísticos em três ataques contra o reino, o primeiro deles contra o aeroporto King Khalid.
Os houthis disseram no domingo ter lançado um novo ataque contra o aeroporto internacional King Khalid, em Riad, horas depois de a Arábia Saudita anunciar a retomada dos voos, segundo o Middle East Eye. O porta-voz militar do grupo, Yahya Saree, afirmou no X que os houthis conduziram três operações militares com dezenas de mísseis balísticos e que o ataque ao aeroporto “atingiu o alvo”. A reivindicação é do próprio grupo.
A Defesa Civil saudita informou que estilhaços de dois mísseis balísticos interceptados, suspeitos de terem sido lançados pelos houthis do Iêmen, caíram em Jeddah, Taif, Rabigh e Wadi Al-Mughammas, na província de Meca, segundo a Al Jazeera.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse neste domingo ter interceptado 10 mísseis balísticos lançados pelos houthis contra a região sul do país. A coalizão afirmou que dois drones e um míssil balístico foram lançados contra Riad, além de um míssil de cruzeiro contra a cidade de Khamis Mushait, no sul. Na noite de sábado, o aeroporto de Riad informou que o Terminal 1 passa a atender voos domésticos e o Terminal 2, voos internacionais das companhias nacionais, a partir deste domingo.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita interceptou e destruiu um segundo drone na região de Riad, segundo o porta-voz major-general Turki al-Maliki, em publicação no X. A coalizão também afirmou ter interceptado e destruído um míssil balístico lançado pelos houthis contra Riad.
Os houthis disseram ter mirado três aeroportos sauditas, entre eles o aeroporto internacional de Riad, além de instalações de energia, um oleoduto e uma base aérea nas últimas 24 horas, em nova rodada de ataques contra a Arábia Saudita neste sábado, segundo o Le Monde. A coalizão liderada pelos sauditas afirmou ter interceptado dois mísseis contra Taif e Yanbu na manhã de sábado, enquanto a defesa civil saudita respondeu a destroços nas regiões de Meca e Medina. A TV Al-Masirah, dos houthis, disse que ataques do reino no Iêmen mataram quatro pessoas em uma casa em Sanaa, oito em um alojamento de trabalhadores de uma cimenteira e cinco de uma mesma família perto de Hodeida.
O aeroporto internacional King Khalid, em Riade, informou neste sábado que os voos serão retomados no domingo, 25 de outubro, após duas semanas de fechamento por causa dos ataques houthis, segundo o Middle East Eye. O Terminal 1 será destinado a voos domésticos e o Terminal 2 a voos internacionais operados por companhias nacionais. O fechamento veio depois de um ataque com míssil que matou 13 pessoas e feriu mais de 300 em 10 de outubro, segundo o Arab News.
Os houthis, alinhados ao Irã, negaram neste sábado a versão da Arábia Saudita de que teriam atacado as cidades santas de Meca e Medina, depois de Riad afirmar que interceptou mísseis houthis destinados às duas cidades, segundo o Middle East Eye.
O porta-voz houthi Yahya Saree afirmou que o grupo realizou sete operações com mísseis balísticos e drones, segundo a TASS, e que os alvos incluíram o aeroporto internacional Rei Khalid, em Riade, instalações da Aramco em Yanbu, a refinaria de Rabigh, estações de bombeamento de petróleo e o oleoduto Leste-Oeste, segundo a France 24. A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter destruído dois mísseis balísticos lançados contra Yanbu e Taif no sábado. Não houve confirmação imediata das autoridades sauditas sobre os relatos houthis, e não ficou claro de imediato se os ataques acertaram os alvos ou foram interceptados.
Os houthis afirmaram neste sábado ter atacado Áden, sede interina do governo apoiado pela Arábia Saudita, com o porta-voz militar Yahya Saree dizendo que o alvo foram as concentrações do “inimigo saudita” no acampamento Al-Nasr e na base naval da cidade. Mais cedo, a coalizão liderada por Riad disse ter interceptado dois mísseis contra Taif e Yanbu, no oeste do reino. Segundo os houthis, um ataque separado a um alojamento de operários de uma fábrica de cimento na província de Sanaa matou seis mulheres e uma criança e feriu três pessoas. Os Estados Unidos (EUA) atualizaram alertas de viagem para o Golfo e o Oriente Médio, citando o que descreveram como a ameaça de “agressão regional” dos houthis alinhados ao Irã.
Os houthis relataram que ataques aéreos sauditas contra Sanaa e a região da capital que controlam deixaram ao menos quatro mortos e vários feridos neste sábado, segundo a AFP. A emissora Al-Masirah, ligada ao grupo, também noticiou mortos e feridos na capital iemenita, segundo o G1. A Defesa Civil da Arábia Saudita emitiu alertas sobre possíveis riscos aos moradores de Taif e Yanbu, além de Meca e Jeddah, segunda maior cidade do país, e cerca de 10 minutos depois informou que a ameaça havia passado.
Um ataque aéreo saudita contra uma casa no bairro de Asr, no oeste de Sanaa matou três pessoas e feriu outras neste sábado, segundo a emissora Al-Masirah, ligada aos houthis. A emissora afirmou que “o inimigo saudita” atingiu a casa e que o balanço é preliminar.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou ter destruído neste sábado dois mísseis balísticos disparados pelos houthis contra Taif e Yanbu, segundo o Middle East Eye. A Defesa Civil saudita emitiu breves alertas de perigo potencial em Taif, Yanbu, Meca e Jedá, segundo a mesma reportagem.
Um centro de diálise em Taiz reduziu as sessões de quatro horas para duas e meia por causa do cerco e da falta de diesel e de soluções médicas, disse Dahan à Al Jazeera. Em comunicado de 12 de outubro, o escritório de saúde da província alertou que o cerco contínuo e o bloqueio de suprimentos essenciais podem pôr em risco a vida de 1.110 pacientes com insuficiência renal.
Os governos de Joe Biden e de Donald Trump pediram várias vezes à SpaceX que ligasse ou desligasse o Starlink em diferentes países, segundo o Jerusalem Post. Sob Biden, os pedidos incluíram desligar o serviço para impedir que milícias aliadas do Irã no Iêmen e no Líbano o usassem para se comunicar, e ativá-lo para levar internet ao Irã e à Ucrânia em apoio ao Exército ucraniano. O governo Trump também discutiu com Musk e a SpaceX levar terminais ao Irã depois dos ataques dos EUA e de Israel ao país em junho de 2025 e outra vez em fevereiro de 2026, segundo o Times of Israel.
Turquia, Egito, Paquistão e Arábia Saudita condenaram os ataques houthis ao reino, incluindo ações contra civis, infraestrutura e navios comerciais no Mar Vermelho e no Estreito de Bab el-Mandeb, segundo a TASS. Os quatro países pediram aos houthis o cessar imediato de ações militares, ameaças e ataques e o retorno ao processo político. Afirmaram ainda que a ocupação israelense é a principal fonte de instabilidade na região e além dela.
A ONU advertiu nesta sexta-feira que o tempo está se esgotando para levar ajuda a Taiz, cercada por combatentes houthis que impedem o abastecimento da terceira maior cidade do Iêmen, disse, segundo o Middle East Eye. Os houthis cercam Taiz desde o início de outubro e bloquearam a estrada que liga a cidade a Áden, capital interina do governo reconhecido internacionalmente. O fechamento de estradas e a falta de diesel cortaram pela metade a produção de água da cidade e quase triplicaram o preço da água vendida por caminhão, da qual a maioria dos moradores depende, disse Laerke.
A escalada do conflito entre a Arábia Saudita e os houthis abriu caminho para mais um ganho semanal de cerca de 4%, com o ICE Brent negociado a cerca de US$ 117 o barril, segundo a OilPrice.
A embaixada da Índia no Iêmen disse ter contatado diferentes partes para estabelecer as circunstâncias e os fatos de um incidente na costa iemenita envolvendo um iate com indianos a bordo, segundo o The Hindu. O porta-voz houthi Yahya Saree afirmou, segundo veículos árabes citados pelo jornal, que forças sauditas alvejaram o iate indiano perto da ilha Yuqar, no mar Vermelho.
Os contratos futuros do Brent subiram US$ 4,35, ou 4%, e fecharam a US$ 113,17 o barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI) subiu US$ 2,32, ou 2,4%, a US$ 99,47. O petróleo fechou com alta de 4% na quinta-feira, atingindo a máxima em cinco meses, depois que ataques dos houthis na Arábia Saudita alimentaram preocupações com novas interrupções no abastecimento da principal região exportadora. A Saudi Aramco orientou funcionários a evacuar sua sede em Dhahran, no Golfo Pérsico, à medida que os combates se intensificavam, informou a Reuters, em texto republicado pelo Brasil 247.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado e destruído mísseis balísticos lançados pelos houthis contra Riad, segundo o Middle East Eye. A defesa civil saudita emitiu alertas em Riad e depois em Najran antes de anunciar que o perigo havia passado, ainda segundo o Middle East Eye. A coalizão também afirmou ter abatido um míssil balístico houthi disparado contra a cidade de Najran, no sul do país, segundo o Times of Israel.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que hospitais da província de Taiz, no Iêmen, enfrentam falta crítica de combustível, oxigênio, remédios e suprimentos médicos, com 42 unidades de saúde só na cidade de Taiz em escassez aguda. A falta de combustível também interrompe o bombeamento de água e o saneamento, o que aumenta o risco de cólera e de outras doenças entre centenas de milhares de deslocados, segundo a agência.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou na quarta-feira (21/10) a retirada de funcionários governamentais não essenciais e de seus familiares das representações diplomáticas estadunidenses na Arábia Saudita, segundo o Opera Mundi. O porta-voz da pasta, Tommy Pigott, justificou a medida afirmando que os houthis intensificaram as hostilidades contra Riad, com ataques a aeroportos civis e outras infraestruturas críticas que provocaram vítimas e interromperam o transporte aéreo.
Um oficial de defesa israelense confirmou nesta quinta-feira que a inteligência das Forças de Defesa de Israel (FDI) continua fornecendo à Arábia Saudita capacidades excepcionais para auxiliar suas operações militares contra os houthis, por mediação dos Estados Unidos (EUA), informou o Jerusalem Post. Segundo o oficial, a assistência é prestada conforme os interesses nacionais de Israel e as diretrizes da liderança política, e serve para desgastar um inimigo que planeja atacar Israel no futuro.
O Brent subiu US$ 3,35 (3,08%) a US$ 112,17 o barril nesta quinta-feira, o maior nível desde 18 de maio, e o West Texas Intermediate (WTI) avançou US$ 2,68 (2,76%) a US$ 99,83 o barril, segundo a Reuters. O Hindustan Times atribui a alta aos ataques houthis contra a Arábia Saudita, às tensões no Estreito de Ormuz e às interrupções no fornecimento de petróleo.
Moradores de Taiz, no Iêmen, enfrentam falta grave de comida e água depois que um bloqueio houthi cortou uma rota de abastecimento central, segundo a Al Jazeera. A ONU adverte que a ajuda humanitária não consegue mais chegar à cidade, o que deixa cerca de 800 mil pessoas sem assistência vital.
Os houthis, alinhados ao Irã, afirmaram nesta quinta-feira ter lançado ataques contra o Ministério da Defesa da Arábia Saudita em Riad, instalações da Saudi Aramco em Yanbu e o Aeroporto Internacional Rei Fahd em Dammam, segundo o The Hindu. A estatal Saudi Aramco orientou funcionários a evacuar sua sede em Dhahran, no Golfo, e a trabalhar remotamente, informou a Reuters citando seis pessoas com conhecimento do assunto, em texto republicado pelo Jerusalem Post. A ordem segue uma onda de ataques houthis ao reino, com alvos na empresa e em aeroportos sauditas.
A Arábia Saudita atingiu um barco indiano com 14 cidadãos indianos a bordo perto da ilha de Zuqar, no oeste do Iêmen, e as forças iemenitas resgataram os ocupantes, segundo o porta-voz das forças armadas iemenitas, Yahya Saree, em declaração citada pela Mehr News. Saree publicou a informação em uma rede social.
O Brent era negociado a US$ 111,10 o barril e o West Texas Intermediate (WTI) a US$ 98,98, ambos com alta em torno de 2% desde quarta-feira, após os houthis atingirem um campo de petróleo na Arábia Saudita e outro aeroporto internacional, segundo a OilPrice. Os países do Golfo exportaram 24,6 milhões de barris por dia na semana até 18 de outubro, acima dos 23,3 milhões de antes da guerra, segundo dados da Kpler, em texto do Middle East Eye.
Rebeldes houthis atingiram na terça-feira uma área residencial de Taiz, a terceira maior cidade do Iêmen, que está sob ataque e cerco, matando duas adolescentes, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo PBS News. O chefe de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) disse que os civis de Taiz estão em risco grave e pediu que a ajuda humanitária “seja imediatamente autorizada a entrar na cidade” e que sua passagem seja facilitada, e que os civis que desejarem sair possam fazê-lo “livremente e com segurança”. O ataque a Taiz veio um dia depois de um ataque houthi a um acampamento militar do governo ter matado 73 recrutas, o mais letal desde a retomada do conflito no verão, segundo um alto funcionário do governo iemenita.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou a saída de funcionários não emergenciais do governo estadunidense e de seus familiares “apenas na Arábia Saudita”, em meio aos ataques dos houthis, alinhados ao Irã, contra alvos civis no país, segundo o porta-voz Tommy Pigott. Segundo autoridades estadunidenses ouvidas pela Reuters e citadas pelo South China Morning Post (SCMP), o departamento também planeja retirar familiares de uma série de outras missões dos EUA na região.
Uma pessoa morreu e oito ficaram feridas no ataque ao Aeroporto Internacional Rei Fahd, em Dammam, na Arábia Saudita, segundo a autoridade de aviação civil saudita. A autoridade confirmou o balanço na noite de quarta-feira, segundo o Jerusalem Post. A Autoridade Geral de Aviação Civil (GACA) informou que os feridos foram levados imediatamente ao hospital, com quadros de leves a graves, segundo a TRT World. O porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita no Iêmen, Turki Al-Maliki, disse que as defesas aéreas interceptaram e destruíram quatro drones na Província Oriental do país, em publicação no X, segundo o Middle East Eye.
O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, disse que o apoio militar egípcio à Arábia Saudita se limitaria a defender o território e as fronteiras do reino e não incluiria um ataque ao Iêmen, informou a presidência na quarta-feira, segundo o Jerusalem Post. A declaração saiu enquanto o chanceler egípcio Badr Abdelatty e o chefe da inteligência, Hassan Rashad, se reuniam com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, em Riad, informou a agência estatal saudita SPA.
Três ataques atingiram na quarta-feira a pista e as instalações da administração elétrica do aeroporto internacional de Al-Rayyan, em Mukalla, na província de Hadramaut, no leste do Iêmen, sem feridos relatados, segundo a TV estatal Hadramaut, citada pela TRT World. A emissora exibiu imagens que disse mostrarem o ataque, sem detalhar as armas usadas, e a milícia houthi não havia reivindicado o episódio até a publicação, ainda segundo a TRT World. Separadamente, a agência estatal Saba noticiou que a milícia houthi atingiu o aeroporto internacional de Áden com um míssil balístico, sem dar mais detalhes.
Os houthis afirmaram que oito pescadores foram mortos em uma série de ataques durante a noite, e o Ministério da Saúde sediado em Sanaã disse que a Arábia Saudita atingiu barcos na costa da província de Taiz. Nesta quarta-feira, o porta-voz houthi Yahya Saree afirmou que o grupo disparou um míssil balístico contra a sala de operações militares da coalizão no acampamento Badr, em Áden. Segundo a Xinhua, as forças sauditas realizaram 93 ataques aéreos e de mísseis em oito províncias iemenitas nas 24 horas anteriores.
O porta-voz houthi Yahya Saree afirmou que o grupo atingiu com um míssil balístico a sala de operações militares da coalizão liderada pela Arábia Saudita no acampamento Badr, em Áden, segundo o Al Jazeera. Uma autoridade policial disse nesta quarta-feira que fumaça subia perto do aeroporto da cidade, controlada pelo governo iemenita reconhecido internacionalmente. A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirma que suas forças combatem os houthis em Kahboub, no sudoeste do Iêmen, segundo o Middle East Eye.
O Reino Unido vai enviar caças Typhoon da Força Aérea Real à Arábia Saudita para ajudar a defender o reino contra ataques dos houthis, anunciou o governo britânico nesta terça-feira, segundo a DW. O Ministério da Defesa britânico afirmou que as aeronaves vão proteger cidades sauditas e infraestrutura crítica contra drones e mísseis e que não farão ataques ofensivos contra alvos houthis no Iêmen. Em Taiz, a terceira maior cidade do Iêmen, rebeldes houthis atingiram uma área residencial nesta terça-feira, matando duas adolescentes, segundo o Times of Israel, que destacou o alerta da Organização das Nações Unidas (ONU) de que o cerco deixa civis em risco grave.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que Teerã não recebeu resposta da Arábia Saudita nem dos houthis do Iêmen à sua oferta de ajudar a mediar conversas para encerrar os combates entre os dois lados, em entrevista de televisão transmitida nesta terça-feira, segundo o Jerusalem Post.
Um ataque com mísseis houthis a um campo militar do governo no sul do Iêmen elevou para 73 o número de mortos, todos recrutas novos, segundo a Associated Press (AP). Autoridades locais haviam informado mais de 70 agentes de segurança mortos no ataque de segunda-feira a um campo na província central de Shabwa, segundo a BBC.
O Reino Unido vai dar apoio militar defensivo adicional à Arábia Saudita diante da escalada de ataques houthis na região, segundo o Ministério da Defesa britânico. Caças Typhoon da Força Aérea Real (RAF) vão voar missões aéreas defensivas para proteger cidades e infraestrutura crítica saudita de ataques aéreos, e o ministério afirma que os aviões atuam em papel defensivo e não serão usados para atacar o grupo iemenita, segundo o Al Jazeera.
O número de mortos no ataque com mísseis houthis a um campo militar do governo no sul do Iêmen subiu a 60 pessoas, a maioria recrutas, o ataque mais letal desde que os combates no país começaram a escalar há três meses, segundo a Associated Press. A BBC, citando autoridades locais, fala em mais de 50 agentes de segurança mortos e 200 feridos no ataque ao campo na província central de Shabwa. Um porta-voz das forças armadas iemenitas, apoiadas pela Arábia Saudita, disse que o grupo apoiado pelo Irã lançou três mísseis balísticos contra o campo de al-Alam, perto da cidade de Ataq.
Os preços do gás natural liquefeito (GNL) no mercado spot asiático passaram de US$ 30 por milhão de unidades térmicas britânicas (BTU) pela primeira vez desde dezembro de 2022, segundo o OilPrice, que cita a Bloomberg – a alta segue o relato de ataque a um navio de GNL no golfo de Áden, na costa do Iêmen, e os estoques europeus estão em 74% nesta semana, ante a média sazonal de cinco anos de cerca de 89%, segundo o mesmo veículo.
O porta-voz dos houthis afirmou que as forças do grupo realizaram seis operações militares nas últimas 48 horas contra alvos na Arábia Saudita, com mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones, segundo o Middle East Eye.
Os houthis afirmaram nesta segunda-feira ter realizado vários ataques contra a infraestrutura energética, aeroportuária e militar da Arábia Saudita, entre eles uma instalação da Aramco em Yanbu, o campo de petróleo de Shaybah, o aeroporto internacional King Khalid, em Riad, e o aeroporto de Abha, segundo a Reuters, em reportagem citada pelo Hindustan Times.
Mais de 53 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas no ataque houthi contra um centro de treinamento das forças de segurança do Iêmen na província meridional de Shabwa, segundo a TRT World. O ataque atingiu a instalação enquanto novos recrutas da segurança interna faziam treinamento, ainda segundo a emissora. Um acampamento de treinamento do governo iemenita foi o alvo do ataque, segundo o South China Morning Post.
Um ataque houthi contra um acampamento militar do governo do Iêmen em Shabwa matou ao menos 18 pessoas, segundo fontes citadas pelo Jerusalem Post na cobertura ao vivo do veículo sobre o país.
O Conselho Ministerial do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), em sua 108ª sessão em Manama, no Bahrein, condenou ataques retaliatórios do Exército iemenita contra posições sauditas e atribuiu ao Irã ataques com mísseis e drones contra membros do Conselho e contra a Jordânia, segundo a Mehr News.
A presidência do Egito disse que o país está pronto a dar à Arábia Saudita todo o apoio de que ela precisa para defender sua segurança e estabilidade, segundo o Korea Herald. O presidente egípcio, Abdel Fattah el-Sissi, pediu uma sessão urgente do parlamento para autorizar as forças armadas, uma das maiores do mundo árabe, a ajudar a defender o aliado do Golfo caso o reino solicite apoio. A medida ocorre enquanto os houthis do Iêmen intensificam seus ataques ao reino saudita.
Dois oficiais da Força Aérea Saudita morreram na queda de um helicóptero de reconhecimento AH-6i na província de Najran, no sudoeste do país, segundo o porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita, o major-general Turki al-Maliki, citado pela RT. Os houthis do Iêmen afirmam ter abatido a aeronave. Segundo as autoridades sauditas, o helicóptero caiu por falha técnica, e Riad não comentou a reivindicação do grupo.
O porta-voz militar houthi Yahya Saree afirmou que as forças sauditas lançaram 110 ataques aéreos e de mísseis no Iêmen em 24 horas, atingindo Saná e as províncias de Hodeidah, Taiz, Amran, Hajjah, Saada, al-Jawf, al-Dhale e Marib. Segundo Saree, o bombardeio matou ou feriu mais de 30 pessoas, incluindo mulheres e crianças.
Um suposto ataque aéreo saudita no Iêmen matou ao menos nove pessoas e feriu 16 neste domingo, 18 de outubro, segundo a mídia houthi, em meio à escalada dos combates entre os dois lados na guerra civil reacendida do país. A agência Saba, do grupo apoiado pelo Irã, afirmou que um ataque a uma casa na província de Saada, no norte do país, levou ao martírio de nove pessoas e feriu outras 16, a maioria delas mulheres e crianças.
Uma fonte militar iemenita pediu que funcionários e civis se afastem das instalações de petróleo da Arábia Saudita e aconselhou acionistas da Aramco a vender suas ações antes que fosse tarde demais, segundo a Mehr News. Os houthis já haviam advertido acionistas da Aramco sobre o que descreveram como potenciais perdas financeiras nos próximos dias, segundo a al-Masirah, citada pela Xinhua.
A torre Kingdom Centre, em Riad, ordenou trabalho remoto obrigatório a todos os funcionários de escritórios, “efetivo imediatamente e até novo aviso”, segundo a administração do prédio. A coalizão liderada pela Arábia Saudita confirmou que dois pilotos morreram na queda de um helicóptero de reconhecimento AH-6i em Najran por falha técnica, disse o porta-voz Turki al-Malki – versão que os houthis contestam: o porta-voz Yahya Saree afirmou no sábado à noite que o grupo derrubou um helicóptero Apache na mesma área.
O porta-voz das forças armadas houthis, o brigadeiro-general Yahya Saree, afirmou que aviões de guerra sauditas realizaram 53 ataques aéreos em 24 horas no Iêmen, atingindo locais civis na capital, Sanaa, e nas províncias de Taiz, Ibb, Lahj, Saada e Amran, segundo a Xinhua. Saree disse que o total acumulado de ataques aéreos e de mísseis sauditas desde o início da escalada chegou a 2.542, segundo o Palestine Chronicle.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse que um helicóptero de reconhecimento AH-6i caiu em Najran, na Arábia Saudita, por uma falha técnica, matando dois oficiais. A coalizão disse ainda ter interceptado dois mísseis balísticos lançados pelos houthis contra Khamis Mushait e quatro drones em poucas horas nas regiões de Riad, da Província Oriental e do sul do país.
A agência UK Maritime Trade Operations (UKMTO) informou que um navio-tanque de gás natural liquefeito (GNL) foi atacado por várias pessoas a bordo de um pequeno barco ao largo de Al Mukalla, no Iêmen, e que a equipe de segurança armada do navio disparou dois tiros de advertência, obrigando o barco a mudar de rumo, segundo o Middle East Eye. Um rebocador que seguia para o sul foi atingido por dois projéteis não identificados a nordeste de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos, com um ferido leve, segundo a Mehr News; a UKMTO disse que o rebocador sofreu danos, mas continuou sua rota, e pediu que os navios transitassem com cautela.
Um helicóptero saudita AH-6i caiu na região de Najran, na Arábia Saudita, por falha técnica, e os dois tripulantes morreram, segundo o general de brigada Turki al-Maliki, porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita. As forças armadas do Iêmen afirmaram ter abatido um drone de reconhecimento armado Karayel sobre a província de Hajjah, o quarto do tipo nas tensões recentes, segundo o porta-voz Yahya Saree.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado e destruído dois mísseis balísticos lançados pelos houthis contra Khamis Mushait, no sudoeste saudita, segundo o porta-voz da coalizão, Turki al Maliki, citado pela TRT World; no sábado, ele disse que as forças da coalizão também interceptaram e destruíram quatro drones ao longo de várias horas na região de Riad, na Província Oriental e no sul da Arábia Saudita. A Defesa Civil saudita emitiu alertas de “perigo potencial” em Riad, Abha e Khamis Mushait e depois informou que o perigo havia passado. Forças lideradas pela Arábia Saudita disseram ter atingido várias posições em torno da cidade iemenita de Taiz para romper o cerco houthi, segundo a Al Jazeera. Os houthis afirmaram ter derrubado um helicóptero Apache saudita perto da região de fronteira de Najran, segundo a TASS, enquanto aviões de guerra sauditas realizaram 53 ataques aéreos no Iêmen nas últimas 24 horas, segundo a Xinhua.
Os Emirados Árabes Unidos concordaram em retomar o financiamento de algumas forças iemenitas que combatem os houthis aliados do Irã, em troca de apoio aéreo saudita, segundo o Guardian. As forças do sul do Iêmen que voltarão a receber os pagamentos são consideradas entre as mais eficazes do campo anti-houthis fragmentado, segundo o Guardian.
As Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO) informaram um incidente a 140 milhas náuticas a sudoeste de Al Mukalla, no Iêmen, segundo a TASS. Segundo o relato do capitão de um navio-tanque de GNL, um bote com sete pessoas se aproximou e fez dois disparos contra o navio; a equipe de segurança armada revidou com dois tiros de advertência, e o bote mudou de rumo.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, disse no sábado, em Bagdá, que Teerã apoia um “processo político” para resolver o conflito entre a Arábia Saudita e os houthis do Iêmen, segundo o The Hindu. Araghchi repetiu a oferta do Irã de mediar entre os dois lados; o vice-chanceler Saeed Khatibzadeh disse antes que Riad não respondeu à abertura iraniana. Na sexta-feira, o Irã negou envolvimento nos ataques houthis, depois que a Arábia Saudita acusou Teerã de incentivar a escalada do grupo.
Os houthis dispararam mísseis contra o palácio presidencial na cidade de Áden, no sul do Iêmen, na quinta-feira, matando cinco pessoas e ferindo 16, segundo a Al Jazeera. O palácio Al-Maashiq foi atingido por cinco mísseis, segundo o ministro da Informação, Moammar al-Eryani. Na sexta-feira, dois mísseis caíram no terreno do aeroporto internacional de Áden enquanto um avião de passageiros se preparava para decolar para o Cairo.
As forças do Iêmen e a coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmam ter matado 378 houthis e destruído dois lançadores de mísseis, segundo o Middle East Eye. A coalizão disse que a destruição ocorreu na província de Saada, no Iêmen, em comunicado no início do sábado, segundo a China Global Television Network (CGTN).
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghai, negou na sexta-feira, em comunicado, qualquer envolvimento de Teerã nos ataques com drones e mísseis, segundo o Le Monde. O porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita, Turki Al-Malki, disse que as forças da coalizão interceptaram e destruíram três drones no sul do país e em Riad, além de dois mísseis de cruzeiro sobre o Mar Vermelho. A Defesa Civil da Arábia Saudita suspendeu os alertas precoces que havia emitido para a cidade de Abha e a província de Khamis Mushait, segundo o Middle East Eye.
O governo do Iêmen reconhecido internacionalmente afirmou que os houthis lançaram mísseis contra o aeroporto de Áden na sexta-feira, um dia depois de um ataque mortal contra o palácio presidencial na cidade portuária. O ministro da Informação, Moammar al-Eryani, disse que os dois mísseis caíram perto da pista, a 500 metros de uma aeronave que se preparava para decolar, sem feridos entre passageiros e tripulação. Os houthis, em nota atribuída a uma fonte militar e citada pela AFP, disseram ter atacado “o quartel-general das forças sauditas no acampamento Badr, na província de Áden” e um depósito de armas. A coalizão liderada pela Arábia Saudita que combate os houthis disse ter derrubado mísseis e drones sobre Riad e outras partes da Arábia Saudita.
Dois mísseis caíram perto do aeroporto de Aden, cidade do sul do Iêmen que serve de base temporária do governo reconhecido internacionalmente, segundo fontes policiais citadas pelo Middle East Eye. As forças do governo disseram ter neutralizado mais de 430 combatentes houthis nas últimas 24 horas.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que a Arábia Saudita deveria aceitar a oferta israelense de ajuda contra os houthis do Iêmen, segundo o Middle East Eye. Uma fonte diplomática citada pelo Haaretz disse que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, havia oferecido a Riad ajuda contra os houthis por mediação dos EUA.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita diz ter interceptado e destruído três drones no sul do país e em Riad, além de dois mísseis de cruzeiro sobre o Mar Vermelho, segundo o porta-voz Turki al-Maliki. O aeroporto internacional de Riad segue fechado depois de um ataque mortal na semana passada e, desde julho, os houthis repetem ataques a alvos sauditas, como petroleiros no Mar Vermelho, instalações de petróleo e o próprio aeroporto da capital, onde 13 pessoas morreram.
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) alertou que a crise humanitária “verdadeiramente desesperadora” no Iêmen vai piorar com a retomada do conflito, segundo o Middle East Eye. A diretora-adjunta do programa no país disse que a agência perdeu acesso a mais de 800 mil pessoas que dependiam de sua assistência até o mês passado.
O vice-chanceler da Arábia Saudita, Waleed Elkhereiji, disse que os ataques houthis a instalações civis, econômicas e aeroportuárias no reino constituem crimes de guerra plenos, segundo o Middle East Eye. Segundo a agência oficial saudita SPA, citada pelo veículo, Elkhereiji afirmou que os ataques cruzaram todos os limites éticos e religiosos ao mirar deliberadamente Meca, Medina, peregrinos da Umra e visitantes.
O ministro da Saúde do Iêmen informou que o ataque ao palácio presidencial em Áden deixou cinco mortos e 16 feridos, e ao menos seis explosões atingiram na quinta-feira a área do complexo usado pelo governo internacionalmente reconhecido do país, segundo a France24, em texto com a Associated Press (AP). O governo disse, por meio da agência SABA, que os houthis atacaram com mísseis e drones; o movimento reivindicou a ação.
As forças armadas do Iêmen afirmaram ter conduzido mais de 1.250 operações de ataque preciso nas últimas 24 horas contra alvos e capacidades militares dos houthis, segundo o Times of India. O porta-voz militar iemenita disse, em publicação no X, que estimativas iniciais de campo apontam para a neutralização de cerca de 700 integrantes da milícia e para a destruição ou inutilização de mais de 150 veículos.
Os houthis reivindicaram o ataque desta quinta-feira nas imediações do palácio usado pelo governo internacionalmente reconhecido do Iêmen, em Áden, onde ao menos seis explosões atingiram os arredores e ao menos duas pessoas morreram, segundo testemunhas e um oficial citados pelo The Hindu. Nenhum ministro que estava no palácio foi ferido, e o ministro da Juventude, Nayef Saleh al-Bakri, pediu que os integrantes do gabinete não deixassem a cidade, segundo o Times of India.
Os houthis dispararam vários mísseis contra o complexo do palácio presidencial em Áden, no sul do Iêmen, nesta quinta-feira, segundo autoridades do governo citadas pelo The Jerusalem Post. A BBC News informou que dois agentes de segurança foram mortos no ataque com mísseis contra o palácio presidencial na cidade portuária.
As Forças Armadas do Iêmen afirmaram em 15 de outubro ter interceptado um caça saudita Typhoon sobre a província de Saada, no noroeste do país. Segundo o comunicado, a aeronave decolou da base aérea de Taif e foi alvejada.
A União Europeia (UE) e os Estados do Golfo concordaram em adiar a cúpula que seria realizada na Arábia Saudita em 24 de outubro, disseram duas fontes a par do assunto à Reuters, em texto publicado pelo Jerusalem Post. O primeiro-ministro da Bulgária, Rumen Radev, disse na chegada a uma cúpula de líderes da UE, em Bruxelas, que a reunião em Riad seria adiada, talvez por razões de segurança. Na terça-feira, a coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou ter interceptado três mísseis e dois drones houthis disparados contra Riad e a sede da Aramco em Dhahran.
Os ataques houthis ao Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riad, nos dias 8, 10 e 11 de outubro, mataram ao menos 16 pessoas, segundo o Jerusalem Post, que cita a Media Line. O ataque mais letal, em 10 de outubro, matou 12 pessoas e feriu 309. Em 13 de outubro, outro ataque danificou um prédio administrativo na sede da Saudi Aramco, em Dhahran.
O porta-voz das Forças Armadas do Iêmen, Yahya Saree, negou nesta quinta-feira que qualquer ataque tenha sido lançado em direção a Medina e chamou a alegação saudita de mentira grande e flagrante, segundo a Mehr News Agency. Em declaração veiculada pela Al-Masirah, Saree disse que as forças iemenitas não realizaram nenhuma operação de ataque contra território saudita nesta quinta-feira.
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, advertiu que os ataques houthis à infraestrutura saudita podem afetar a economia global e citou o quase fechamento de Hormuz e as perturbações no Mar Vermelho, que reduziram acentuadamente as exportações de petróleo e gás e a capacidade de produção, segundo a OilPrice.
Desde 6 de outubro, os ataques houthis contra a Arábia Saudita mataram ao menos 20 pessoas e feriram quase 400, segundo o Middle East Eye. Os houthis prometeram mais ataques após atingir a sede da Aramco, instalações em Dhahran, uma refinaria em Riad e o aeroporto de Riad na última semana.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita no Iêmen interceptou e destruiu um drone que se aproximava sobre a Província Oriental saudita, segundo o porta-voz, major-general Turki al-Maliki, em publicação no X citada pelo Middle East Eye; o relato ocorre no mesmo dia em que os houthis reivindicaram ter atingido um Eurofighter Typhoon saudita sobre Saada, segundo o Middle East Eye.
Os houthis afirmaram ter atingido um caça Eurofighter Typhoon saudita no espaço aéreo sobre a província de Saada, no Iêmen. O porta-voz do grupo, Yahya Saree, disse no Telegram que a aeronave decolou da base de Taif, foi atingida por um míssil superfície-ar e “pode cair”, segundo a TASS. O Middle East Eye relata a mesma reivindicação, com um míssil ar-ar.
O Exército iemenita afirmou que mais de 200 combatentes houthis foram mortos ou feridos em combates na província de Taiz, no sudoeste do país, segundo o Middle East Eye. Em publicação no Facebook, o Eixo Militar de Taiz disse que os combates prosseguiram durante toda a quarta-feira nas frentes de Dhubab, a oeste da cidade de Taiz, e de al-Aqrud e al-Shaqab, ao sul. Os houthis afirmam ter feito mais de 700 soldados do Exército do governo prisioneiros durante os combates, na província de Taiz, segundo a TASS.
Os houthis do Iêmen afirmaram nesta quarta-feira ter atacado instalações da Aramco, depois que autoridades sauditas relataram um ataque a um prédio em uma área que abriga o centro de operações da petroleira. Os houthis disseram ainda ter bombardeado a Aramco em Dhahran, no leste do reino, além do aeroporto e de uma refinaria na capital, Riade, sem especificar a data dos ataques. O vice-chanceler russo, Georgy Borisenko, disse que a Rússia condena ataques a qualquer instalação civil, citando os ataques ao aeroporto internacional de Riade.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita diz ter interceptado e destruído um míssil balístico houthi lançado contra Riad, e o Ministério da Energia saudita confirmou que o prédio administrativo da Aramco em Dhahran foi atingido, segundo a Al Jazeera. Os ataques houthis ao aeroporto internacional King Khalid, em Riad, no fim de semana, mataram 14 pessoas e feriram mais de 300 outras. A coalizão também realizou um ataque a um depósito de combustíveis perto de Sanaa, a capital controlada pelos houthis, segundo seu porta-voz, citado pela BBC.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) disse que hospitais do Iêmen enfrentam uma alta acentuada de feridos em várias linhas de frente. Hospitais de linha de frente em Marib, Taiz e na costa do Mar Vermelho receberam número sem precedentes de feridos por arma, e algumas unidades admitiram mais de 700 pacientes em uma única semana, segundo o CICV, em texto do Al-Monitor com base na Reuters. Os combates opõem os houthis, apoiados pelo Irã, às forças do governo iemenita apoiadas pela Arábia Saudita. Mais de 200 mil pessoas deixaram suas casas desde que os combates recomeçaram, nas últimas semanas, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), das Nações Unidas.
Os houthis do Iêmen estão desenvolvendo versão própria do míssil iraniano de precisão Kheibar Shekan com peças importadas de empresas chinesas, segundo o Wall Street Journal com dados do Conflict Armament Research, em texto republicado pelo Jerusalem Post. O míssil teria alcance máximo de cerca de 1.200 milhas, colocando toda a Arábia Saudita e Israel ao alcance, e o relatório se baseou em dois carregamentos interceptados em 2025, disse o veículo.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, acusou os houthis de tentar deliberadamente elevar os preços do petróleo, provavelmente antes das eleições norte-americanas, e disse que o grupo voltou a emergir provavelmente a mando do Irã e ataca a Arábia Saudita de forma muito desagradável, segundo o Middle East Eye.
Um prédio administrativo da Aramco em Dhahran foi atingido na noite de terça-feira, provocando um incêndio limitado, sem mortos nem feridos, enquanto estilhaços de dois mísseis de cruzeiro houthis interceptados feriram quatro pessoas – duas mulheres, um homem e uma criança – e danificaram 15 casas na capital, segundo o South China Morning Post.
Destroços de dois mísseis houthis interceptados feriram quatro pessoas em Riade, informou a defesa civil saudita nesta quarta-feira. Os feridos são duas mulheres, um homem e uma criança, e 15 casas foram danificadas, segundo a defesa civil, que afirmou que os mísseis foram lançados pelos houthis do Iêmen, alinhados ao Irã. A coalizão militar liderada pelos sauditas disse ter interceptado e destruído um míssil de cruzeiro no governorado de Al-Kharj, segundo o Middle East Eye, citando a Reuters.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado mísseis lançados pelos houthis contra a sede da Aramco em Dhahran e ter destruído três mísseis de cruzeiro e dois drones nesta terça-feira em Riad e no sul do país, segundo a coalizão. Donald Trump disse nesta terça-feira que os houthis estão intensificando os ataques à infraestrutura na Arábia Saudita numa tentativa de elevar os preços de energia na corrida para as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos (EUA) e repetiu a ameaça de que os EUA poderiam ampliar os ataques militares no Oriente Médio depois das eleições de novembro, segundo a Al Jazeera.
Os casos suspeitos de cólera no Iêmen triplicaram em três semanas, passando de 217 para 647 casos semanais, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em reportagem da Al Jazeera. O país registrou 8.034 casos suspeitos e 27 mortes neste ano, e um quarto dos casos ocorreu nas últimas quatro semanas.
A Arábia Saudita lançou uma série de ataques a um depósito estratégico de petróleo na periferia de Sanaa, em nova escalada do conflito entre Riad e as forças houthis apoiadas pelo Irã, segundo o The Guardian. Um ataque saudita a uma petroleira em Ras Issa, perto de Hodeidah, matou duas pessoas e feriu outras duas, segundo o Ministério da Saúde ligado aos houthis.
O aeroporto internacional Rei Khalid, em Riad, segue fechado, e um aviso aos navegantes (Notam) indica que a interdição dura ao menos até 17 de outubro. Os ataques do fim de semana ao aeroporto mataram ao menos 14 pessoas e feriram cerca de 320, segundo o Middle East Eye. O gabinete saudita, presidido por Mohammed bin Salman, disse que os houthis sofrerão “consequências” pelos ataques, segundo a mídia estatal saudita. A coalizão mandou civis evacuarem a estação central Al-Sabaha, da Companhia de Petróleo do Iêmen, em Sanaa, antes de uma operação militar.
O porta-voz militar houthi Yahya Sarie declarou que instalações da Aramco são alvos legítimos e pediu que funcionários e civis deixem os locais, segundo o The Jerusalem Post. A embaixada da França em Riad orientou cidadãos franceses a evitar os aeroportos de Riad, Jidá e Damã e a não transitar por essas cidades salvo necessidade, segundo a France 24. A coalizão liderada pela Arábia Saudita pediu que civis evacuassem a estação central Sabah da Yemen Oil Company, em Sanaã, antes de uma operação militar planejada, segundo a France 24.
As suspensões de voos de e para Riade passaram a valer para várias companhias aéreas internacionais, que estenderam os cancelamentos até 19 de outubro após os ataques houthis, e a Delta adiou para março de 2027 a estreia dos seus primeiros voos diretos dos Estados Unidos (EUA) para a Arábia Saudita, segundo a France 24.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, criticou os houthis por se comportarem “muito mal” após uma série de ataques a aeroportos da Arábia Saudita, segundo a Al Jazeera. Trump disse que as eleições de meio de mandato não vão afetar sua abordagem à guerra contra o Irã e que, assim que a guerra acabar, o que ocorrerá em breve, o preço do petróleo vai cair “como uma pedra”, segundo o Middle East Eye.
Quatro ataques aéreos contra locais em Hodeida e Amran, no Iêmen, foram relatados pela TV Al Masirah, dos houthis, sem relato imediato de vítimas, segundo o Middle East Eye. A coalizão liderada pela Arábia Saudita interceptou e destruiu dois mísseis balísticos houthis contra Khamis Mushait, enquanto o porta-voz houthi Yahya Saree disse ter atingido o aeroporto internacional de Riad com um míssil balístico, segundo a agência russa TASS.
Caças sauditas realizaram ataques aéreos em múltiplos locais do Iêmen na madrugada de terça-feira, no horário local, segundo relatos da mídia houthi, do distrito de Harf Sufyan, na província de Amran, ao norte de Sanaã, à ilha de Kamaran e ao distrito de al-Qanawis, na província de Hodeida, no oeste do país. Os houthis disseram ter mirado o aeroporto de Riad na noite de segunda-feira, depois que ataques do grupo ao aeroporto internacional King Khalid mataram 14 pessoas e feriram centenas nos dois dias anteriores. O dirigente houthi Mohammed Al Bukhaiti ameaçou com uma resposta rápida e dolorosa contra os Estados Unidos (EUA) e todos os seus interesses na região caso os EUA se envolvam na agressão contra o Iêmen, em entrevista à Agência France-Presse (AFP). Perguntado sobre o que planejava fazer a respeito dos houthis, Trump disse que eles estão se comportando muito mal.
O porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita, o brigadeiro-general Turki al-Maliki, disse que a coalizão interceptou dois mísseis balísticos lançados pelos houthis contra a província de Khamis Mushait nesta segunda-feira.
Os houthis disseram ter atingido o aeroporto internacional King Khalid, em Riad, com um míssil balístico de impacto preciso, e uma base aérea em Khamis Mushait com um drone, além de advertirem companhias aéreas internacionais e passageiros contra voar a aeroportos sauditas, segundo a TASS. A Arábia Saudita afirmou ter destruído um míssil balístico disparado contra Riad, segundo o G1.
O chanceler iraniano Abbas Araghchi ofereceu ajuda para facilitar conversas entre a Arábia Saudita e os houthis em uma ligação com o homólogo saudita, em meio a ataques mortais, segundo o The Jerusalem Post. A Xinhua registrou que o Irã manifestou disposição de prestar qualquer tipo de assistência para iniciar um diálogo entre a Arábia Saudita e o Iêmen.
O porta-voz militar houthi Yahya Saree afirmou que ataques sauditas no domingo mataram e feriram civis no Iêmen, incluindo mulheres e crianças, segundo o Middle East Eye. Segundo o comunicado, a força aérea saudita fez 119 ataques em 24 horas contra alvos civis na capital, Sanaa, e nas províncias de Taiz, Saada, Marib, Lahj, Al-Bayda e Ibb. Ainda de acordo com o comunicado, o total de ataques sauditas desde a escalada chega a 2.177.
A Arábia Saudita rejeitou uma oferta israelense de juntar-se às forças sauditas no Iêmen, segundo o Middle East Eye, que cita uma fonte diplomática ouvida pelo jornal israelense Haaretz. Ainda segundo o relato, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tenta, por mediação dos Estados Unidos (EUA), convencer Riad a permitir uma intervenção de Israel no Iêmen, mas o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, segue desinteressado.
O dirigente houthi Mohammed Al Bukhaiti avisou que haverá resposta rápida e dolorosa contra os Estados Unidos (EUA) e todos os seus interesses na região se Washington entrar na guerra do Iêmen, segundo a Agence France-Presse (AFP). Bukhaiti também mandou funcionários e trabalhadores de instalações de petróleo e aeroportos sauditas se afastarem desses locais, porque se tornaram alvos legítimos. Após o ataque de sábado a um aeroporto, que matou 13 pessoas, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que avalia juntar-se aos ataques sauditas contra o grupo, depois de, segundo relatos, ter recusado pedidos anteriores. O ministro de Energia da Arábia Saudita afirmou que os acontecimentos das últimas semanas são sérios e que a resposta precisa ser igualmente séria.
O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, disse na segunda-feira que o Reino Unido está pronto a considerar novos pedidos de apoio à Arábia Saudita, segundo o Middle East Eye. A oferta vem depois da escalada de ataques houthis contra o reino nos últimos dias, o mais letal dos quais deixou ao menos 12 mortos e mais de 300 feridos. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que a Turquia está ao lado da Arábia Saudita contra ataques “ilegais e desumanos”.
O ministro de Energia da Arábia Saudita prometeu uma resposta “séria” aos ataques houthis a aeroportos e instalações de petróleo e gás do reino, segundo a BBC News. No domingo, um paquistanês foi morto em um ataque a um terminal do aeroporto internacional King Khalid, na capital saudita, um dia depois de um míssil houthi atingir outro terminal, matar 12 pessoas e forçar o fechamento do aeroporto, segundo as autoridades sauditas; o balanço subiu a 13 com a morte de um indiano ferido, segundo a Embaixada da Índia. Com ataques à Arábia Saudita e a petroleiros perto do Estreito de Ormuz de volta ao centro das preocupações com a oferta, o petróleo subiu aos maiores níveis em quase duas semanas na manhã de segunda-feira, segundo o OilPrice.com.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, prometeu apoiar a Arábia Saudita “de todas as formas possíveis” após os ataques houthis aos aeroportos de Riad e Abha; o de Riad deixou ao menos 12 mortos e 309 feridos, segundo a Media Line, em texto republicado pelo Jerusalem Post. Sharif invocou o Acordo Conjunto de Defesa de Meca, assinado por Paquistão, Arábia Saudita e Turquia, pelo qual um ataque contra um país é considerado ataque contra todos, e disse que o Paquistão “não tolerará nenhum tipo de agressão”.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, disse que Teerã está “profundamente preocupado” com os desdobramentos na Península Arábica e se declarou pronto a “ajudar a facilitar o diálogo entre as partes”, segundo o The Hindu. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou no domingo que discutiu o conflito em curso entre Riad e os houthis com o homólogo saudita, Faisal bin Farhan e disse, segundo a Sputnik, que as crises da região não têm solução militar e que o Irã está pronto a prestar qualquer forma de assistência para iniciar o diálogo entre a Arábia Saudita e o Iêmen e alcançar um acordo político.
A Autoridade Geral de Aviação Civil prorrogou a suspensão das operações no aeroporto internacional King Khalid, em Riad, para concluir os procedimentos necessários de verificação da segurança das instalações e da prontidão operacional, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Middle East Eye. Um novo ataque atingiu o aeroporto internacional de Riad no domingo, um dia depois de outro ataque ao aeroporto ter matado ao menos 12 pessoas e ferido mais de 300, segundo a France24. Funcionários do governo dos Estados Unidos (EUA) na Arábia Saudita passaram a precisar de autorização especial para usar os aeroportos de Riad, Jeddah e Dammam, segundo a Sputnik. O Reino Unido atualizou no domingo sua orientação oficial para desaconselhar viagens não essenciais a todos os aeroportos na Arábia Saudita, exceto o de Medina.
A Arábia Saudita estaria com baixo estoque de mísseis interceptores diante da intensificação dos ataques houthis, e o total de mortos no ataque de 10/10 ao aeroporto internacional King Khalid subiu a 13 após a morte de um indiano ferido, confirmada pela Embaixada da Índia em Riad, segundo o Hindustan Times. O porta-voz militar houthi Yahya Saree reiterou no domingo o alerta a companhias aéreas, empresas e viajantes para não operar voos para aeroportos sauditas, por considerá-los inseguros, segundo o mesmo jornal.
A Arábia Saudita, o Egito, o Paquistão e a Turquia, como Grupo R4, condenaram no domingo os ataques houthis em curso contra o Reino, incluindo os lançados contra o aeroporto internacional King Khalid, em Riad, que mataram e feriram civis e danificaram infraestrutura civil, chamando-os de “violação flagrante do direito internacional” e de “violação” flagrante da soberania e da integridade territorial saudita, segundo a Arab News. O grupo reafirmou solidariedade à Arábia Saudita, com apoio total a todas as “medidas e passos legítimos” que o país tomar para responder aos ataques, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Lufkin Daily News.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado um míssil balístico lançado pelos houthis do Iêmen em direção a Khamis Mushait, segundo o Middle East Eye. Alertas de emergência foram emitidos no início da segunda-feira em Abha, no sul saudita, mas o perigo já passou, segundo a Defesa Civil saudita, citada pelo mesmo veículo.
O ataque deste domingo ao aeroporto internacional King Khalid, em Riad, deixou um morto e 11 feridos, segundo a autoridade saudita de aviação civil. A vítima fatal era um paquistanês residente no país, segundo a TASS. A Arábia Saudita disse no domingo que responderia “de forma decisiva” contra os houthis apoiados pelo Irã, um dia depois de um ataque ao aeroporto internacional de Riad, segundo o Washington Post.
O chanceler iraniano disse que a República Islâmica do Irã está pronta a oferecer qualquer assistência para ajudar a iniciar o diálogo entre a Arábia Saudita e o Iêmen e alcançar uma solução política, segundo o Mehr News. O chanceler também expressou preocupação com a escalada das tensões e disse que insistir na via militar e ignorar a solução política vai complicar a situação atual.
Um novo ataque atingiu um terminal de passageiros do aeroporto internacional King Khalid, em Riad, neste domingo, provocando incêndio e ferindo pessoas, segundo o Middle East Eye. A autoridade saudita de aviação civil disse que o ataque “resultou em feridos”, sem informar o número, e confirmou que há vítimas, segundo a Sputnik Globe. O porta-voz militar houthi Yahya Saree renovou o alerta contra o uso de aeroportos e do espaço aéreo saudita, segundo o Middle East Eye.
Os houthis disseram ter realizado quatro operações em 24 horas com mísseis balísticos, de cruzeiro e drones, segundo o porta-voz Yahya Saria. Segundo ele, os alvos incluíram uma instalação de gás da Aramco em Shedgum e uma instalação de petróleo em Tanajib, no leste da Arábia Saudita, seguidas de incêndios, além dos aeroportos Rei Khalid, em Riad, e Rei Fahd, em Dammam, onde ele afirmou que a navegação foi suspensa.
Um projétil não identificado atingiu um dos terminais de passageiros do aeroporto internacional King Khalid, em Riad, neste domingo, provocando incêndio, segundo a coalizão liderada pela Arábia Saudita. O porta-voz da coalizão, o major-general Turki al-Malki, afirmou que o projétil atingiu o Terminal 4 e que equipes de emergência trabalhavam para conter o fogo. No sábado, um ataque separado ao mesmo aeroporto matou 12 pessoas e feriu mais de 300.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou ter destruído 136 alvos militares em áreas controladas pelos houthis numa operação de larga escala no sábado. A TV Almasirah, dos houthis, informou que mísseis sauditas atingiram áreas da província de Saada, no noroeste do Iêmen.
A mídia afiliada aos houthis relatou neste domingo um ataque ao aeroporto internacional de Sanaa, no Iêmen que atribuiu à Arábia Saudita, segundo o Middle East Eye. A mesma mídia relatou sete ataques aéreos no distrito de Harf Sufyan, na província de Amran, ao norte de Sanaa, conforme a mesma fonte.
O Ministério da Saúde Pública e População do Iêmen alertou no sábado que remédios, fluidos intravenosos, suprimentos médicos e combustível nas unidades de saúde de Taiz estão “à beira do esgotamento”. O ministério disse que atendimento de emergência, cirurgia, terapia intensiva, diálise e serviços neonatais podem ser forçados a parar se a situação continuar. O Middle East Eye registrou o alerta sobre a “quase depleção” de suprimentos médicos e de combustível na cidade.
Os houthis renovaram neste domingo o alerta a companhias aéreas, trabalhadores e viajantes para não usarem aeroportos da Arábia Saudita e disseram que o aviso deve ser levado a sério, depois do ataque ao aeroporto internacional de Riad. Segundo as autoridades sauditas, citadas pelo The Jerusalem Post, o ataque de sábado deixou 12 mortos e mais de 300 feridos. A aviação civil saudita prorrogou o fechamento do aeroporto King Khalid até as 18h (UTC-3) de domingo, por Aviso aos Aeronavegantes (NOTAM). A Índia condenou o ataque, citou os 12 mortos e mais de 300 feridos e chamou de completamente inaceitáveis os ataques a civis.
A agência iemenita Saba informou que a Arábia Saudita atingiu seis vezes o distrito de Majz, na província de Saada, no norte do Iêmen, segundo o Mehr News. Escolas de Riad vão passar uma semana em ensino a distância, por ordem do Ministério da Educação, conforme um e-mail enviado no domingo aos pais, depois dos ataques fatais ao aeroporto da capital. Todos os voos foram desviados de Riad no sábado e as operações do aeroporto, que serve uma cidade de cerca de 8 milhões de pessoas, foram temporariamente suspensas, segundo a autoridade saudita de aviação civil.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou o ataque houthi ao aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, que, segundo relatos, matou 12 pessoas e feriu centenas de civis, segundo a agência russa TASS. O secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), Jasem al-Budaiwi, classificou os ataques como “ataques terroristas traiçoeiros”. Perguntado no sábado se havia mudado de ideia sobre aderir aos ataques sauditas contra o grupo, Donald Trump disse que os Estados Unidos “podem”. Entre os 12 mortos estão quatro sauditas, dois bengaleses, um estadunidense, um egípcio, um jordaniano, um sírio, um palestino e um sudanês, segundo o Le Monde.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, condenou os ataques houthis contra a Arábia Saudita, incluindo o ataque de sábado ao aeroporto King Khalid, em Riad, segundo a Al Jazeera. Em comunicado, Rubio afirmou que Washington condena veementemente os ataques do que chamou de houthis terroristas e confirmou que o ataque ao aeroporto matou várias pessoas inocentes, entre elas um cidadão estadunidense, segundo a TASS.
A autoridade de aviação civil da Arábia Saudita informou que o ataque ao Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, deixou pelo menos 12 mortos e 309 feridos, segundo o Middle East Eye. Entre os mortos há quatro sauditas, dois bengaleses, um cidadão dos Estados Unidos (EUA), um egípcio, um jordaniano, um sírio, um palestino e um sudanês, segundo a National Public Radio (NPR). O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que avalia se o país deve aderir aos ataques sauditas contra os houthis após o ataque de sábado, segundo a NPR.
Um míssil atingiu o complexo dos terminais 3 e 4, de voos domésticos, do aeroporto King Khalid, em Riad, e deixou muitas pessoas feridas, segundo o The Hindu. Por precaução, o aeroporto permanecerá fechado a chegadas e partidas até cerca da meia-noite no horário local, segundo a TASS. O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que os EUA podem aderir aos ataques sauditas contra os houthis e decidir rapidamente, segundo o The Jerusalem Post. Depois de saber do ataque, afirmou: “Podemos. Vamos analisar”, segundo o The Hindu.
O aeroporto internacional King Khalid, em Riad, suspendeu temporariamente as operações depois de um ataque no sábado que feriu várias pessoas, segundo a France 24. A autoridade de aviação civil saudita afirmou que o número de feridos ainda estava sendo avaliado e que as operações seguiam suspensas até a conclusão da avaliação dos danos e da verificação da segurança das instalações, segundo a France 24. A Reuters noticiou que várias pessoas ficaram feridas no ataque, conforme a autoridade de aviação civil. Uma fonte diplomática atribuiu o ataque de sábado a um míssil disparado pelos Houthis, e o grupo não anunciou novo ataque no sábado, segundo a France 24.
Uma forte explosão foi ouvida no aeroporto internacional King Khalid, em Riad, no sábado, com a evacuação de partes do terminal e mais de uma dezena de ambulâncias deslocadas ao local, segundo uma testemunha e pessoas informadas do caso citadas pela Reuters, em texto republicado pelo Jerusalem Post. O aeroporto suspendeu as operações, sem atender voos de chegada ou de partida, informou a TASS. A Etihad Airways e a Qatar Airways cancelaram vários voos entre seus respectivos hubs e Riad, com alguns cancelamentos estendidos até segunda-feira, segundo a Reuters. Uma fonte médica disse à AFP que dezenas de pessoas ficaram feridas no aeroporto, ao menos cinco em terapia intensiva, em um ataque que uma fonte diplomática atribuiu aos houthis, segundo o Middle East Eye. O aeroporto já havia sido atacado duas vezes nesta semana, deixando quatro mortos, outros feridos e uma aeronave danificada, segundo a Reuters.
Forças do governo do Iêmen avançam contra os houthis em áreas em torno do estreito de Bab al-Mandab, sem ainda controlar a via, disseram fontes militares iemenitas, segundo a France24. Os houthis confirmaram o ataque das forças governistas na área e afirmaram ter repelido o assalto.
O piloto de um avião da companhia de bandeira Saudia está entre os três mortos nos ataques com mísseis houthis ao Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, que ameaçam sufocar as viagens de negócios, segundo o Wall Street Journal, em texto republicado pelo Hindustan Times.
A cidade de Taiz voltou a ser cercada pelos houthis, que capturaram a cidade de al-Turbah até 4 de outubro, cortando a última estrada principal entre Taiz e outras áreas sob controle do governo, segundo a Al Jazeera. No início de setembro, os houthis lançaram uma ofensiva na costa de Taiz, no mar Vermelho, segundo a Al Jazeera. Moradores estocam água e outros itens essenciais, temendo escassez com a alta dos preços de alimentos e combustíveis sob o novo cerco.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou ter destruído 136 alvos militares em áreas controladas pelos Houthis em uma operação de larga escala, segundo o Le Monde. A Arábia Saudita disse que ataques houthis ao aeroporto internacional de Riad, no início da semana, mataram três pessoas, segundo o Le Monde. O governo iemenita afirmou que 1.400 houthis foram mortos em 2.750 ataques, segundo o Middle East Eye.
A Turquia, o Catar e o Kuwait condenaram os ataques houthis a aeroportos sauditas no início da semana, que mataram três sauditas e danificaram propriedades, segundo o Middle East Eye. O Ministério das Relações Exteriores da Turquia denunciou “nos termos mais fortes” os ataques ao aeroporto internacional de Abha, no sul, e ao aeroporto internacional Rei Khalid, segundo a mesma reportagem.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse na sexta-feira que realiza uma operação ampla contra elementos e capacidades dos houthis, segundo declaração do porta-voz da coalizão. O comunicado afirma que 136 alvos militares foram destruídos em áreas sob controle houthi, e que a coalizão presta apoio aéreo contínuo às forças do governo iemenita. O enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) ao Iêmen, Hans Grundberg, disse ao Conselho de Segurança que o país voltou a uma guerra em larga escala. Segundo a ONU, ao menos 46 civis foram mortos e mais de 130 ficaram feridos desde agosto nos combates no país.
A mídia houthi relatou que ataques sauditas ao aeroporto de Sanaa mataram duas pessoas na sexta-feira, um dia depois de o grupo lançar ataques contra o aeroporto de Riad, que, segundo ela, mataram três pessoas.
O Paquistão diz manter um contingente substancial de forças e recursos na Arábia Saudita, em caráter defensivo, em meio aos ataques dos houthis. O porta-voz da chancelaria paquistanesa afirmou que essas tropas não cruzariam a fronteira para atacar os houthis e atuariam em defesa do território saudita. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca, assinado em 7 de agosto de 2026 por Paquistão, Arábia Saudita e Turquia, prevê que um ataque armado contra um dos membros seja tratado como ataque contra todos.
Os Estados Unidos (EUA) e a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) emitiram alertas após os ataques houthis ao aeroporto de Riad. A embaixada dos EUA na Jordânia emitiu um alerta de viagem para norte-americanos no Oriente Médio, citando o ataque houthi ao aeroporto de Riad, e a EASA recomendou que as companhias evitem operar em trechos adicionais do espaço aéreo saudita.
O vice-ministro da Defesa do Iêmen, major-general Samir Al-Sabri, disse ao Asharq que as forças avançam em mais de uma frente e que Sanaa é a batalha principal, segundo o Arab News. Ele citou progressos na Costa Oeste, em Dhubab, nas montanhas Kahbub e em regiões da província de Marib.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse na quarta-feira ter destruído 82 alvos militares houthis em várias províncias, numa operação de larga escala, segundo o CGTN. O porta-voz Turki Al Maliki disse no X que a operação atingiu alvos em Saada, Hodeidah, Al-Jawf e Marib. O grupo houthi disse que a Arábia Saudita realizou 156 ataques aéreos e de mísseis contra Sanaa, a capital que controla.
A Arábia Saudita confirmou três mortos em ataques contra aeroportos em dois dias, com dois mortos e 28 feridos em Abha, segundo a BBC. Três cidadãos sauditas foram mortos em dois ataques de quinta-feira contra o aeroporto internacional Rei Khalid, em Riad, e uma aeronave da Saudia, segundo a Associated Press.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, condenou os ataques houthis contra a Arábia Saudita, incluindo os ataques ao Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, que deixaram vítimas, afirmando que o Paquistão está em solidariedade inabalável com o reino quanto a soberania, integridade territorial e segurança, nos termos do Acordo Conjunto de Defesa de Meca, segundo o Middle East Eye.
Os houthis afirmaram ter atingido o aeroporto de Riad com um míssil balístico, danificando gravemente um avião, segundo o The Guardian. A Lufthansa e a Air India suspenderam voos para Riad. A Arábia Saudita não comentou a reivindicação, mas confirmou três mortos em ataques a aeroportos nesta semana.
A Reuters noticiou que a Síria avalia prestar assistência militar à Arábia Saudita, incluindo ajuda defensiva ou o envio de forças para combater os houthis ao lado de tropas iemenitas apoiadas por Riad. O assessor de mídia do presidente sírio Ahmad Al Shara, Ahmad Zaidan, negou os relatos e chamou de mentira qualquer pedido saudita por forças sírias na Arábia Saudita ou no Iêmen. A chancelaria síria condenou os ataques houthis a instalações civis sauditas, incluindo os aeroportos internacionais de Abha e Rei Khalid, que mataram três pessoas e feriram 36.
Autoridades sauditas disseram que ataques houthis aos aeroportos de Riad e Abha mataram três pessoas e feriram dezenas, segundo o The New York Times. A Air India informou que o voo AI2243, que saía de Délhi com destino a Riad, retornou a Délhi na quinta-feira por segurança de passageiros e tripulação; o serviço foi cancelado, com reembolso integral. Os voos foram afetados depois que rebeldes houthis alinhados ao Irã supostamente miraram a Arábia Saudita, incluindo um míssil disparado contra o aeroporto internacional de Riad, segundo o The Hindu.
O chanceler turco Hakan Fidan disse que a Turquia não enviará tropas ao Iêmen para combater os houthis, apesar do acordo de defesa com a Arábia Saudita, segundo a Firstpost. Fidan afirmou que o pacto é defensivo e não autoriza ataques em território de outro país. O Acordo de Meca, assinado por Turquia, Arábia Saudita e Paquistão em agosto, prevê defesa mútua, com um ataque armado a um membro tratado como ataque aos três.
Os houthis afirmaram ter atingido o aeroporto internacional King Khalid, em Riad, com um míssil balístico em 7 de outubro – a segunda vez na semana em que reivindicam um ataque contra o principal aeroporto da capital saudita, segundo o Al-Monitor. O porta-voz militar houthi Yahya Saree disse em publicação no X que as forças armadas do grupo atingiram o aeroporto e que o ataque foi “preciso, por graça de Deus”, e provocou “interrupção do tráfego aéreo.” A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, que apoia o governo do Iêmen, afirmou que o míssil foi interceptado.
As forças armadas do Iêmen anunciaram ter derrubado sobre Taiz um drone armado de reconhecimento Bayraktar Akinci, de fabricação turca e propriedade saudita, alvejado com arma apropriada, segundo a Mehr News.
A Síria avalia dar assistência militar à Arábia Saudita na guerra contra os houthis – com opções que incluem ajuda defensiva ou envio de forças sírias em apoio a tropas iemenitas apoiadas pelos sauditas – embora o assessor de mídia do presidente sírio negue que Riad tenha pedido o envio de forças, segundo o Jerusalem Post.
Os ataques houthis aos aeroportos internacionais de Abha e King Khalid, em Riad, ocorreram em 6 e 7 de outubro, segundo a BBC – em Abha morreram duas mulheres e em Riad um residente sudanês, com 28 e oito feridos, respectivamente. A autoridade saudita de aviação civil (Gaca) atribui aos ataques três mortos e 36 feridos. O porta-voz houthi Yahya Saree afirmou que as forças do grupo atingiram o aeroporto King Khalid, em Riad, com um míssil balístico, com disrupção do tráfego aéreo. A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter destruído a plataforma de lançamento usada no ataque a Riad e, em seguida, 82 alvos militares legítimos, entre instalações de mísseis houthis em montanhas e centros de comando e controle. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou os contínuos ataques transfronteiriços houthis contra a Arábia Saudita. A ONU disse na quarta-feira que os combates no Iêmen deslocaram mais de 200 mil pessoas.
O Exército iemenita diz ter “neutralizado” 1.860 houthis em 2.103 operações de alvos precisos na operação Amanhecer do Iêmen – o porta-voz não detalhou quantos foram mortos ou feridos, e não houve comentário imediato dos houthis, segundo a Anadolu (AA).
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter destruído 82 alvos numa “operação abrangente” em Saada, Hodeidah, al-Jawf e Marib, segundo o porta-voz major-general Turki al-Maliki. Segundo ele, os alvos incluíram 11 depósitos de mísseis balísticos em montanhas em Saada, além de centros de comando e controle, sistemas de comunicação e depósitos de mísseis e armas. O porta-voz militar houthi Yahya Saree afirmou que o movimento Ansar Allah lançou ataques com mísseis balísticos contra posições da coalizão ao sul do estreito de Bab el-Mandeb.
Três pessoas morreram e 36 ficaram feridas em dois ataques contra aeroportos internacionais na Arábia Saudita, segundo a Autoridade Geral de Aviação Civil do país, em reportagem da TASS. No ataque ao Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, um sudanês morreu e oito pessoas ficaram feridas, entre elas cinco sauditas, dois egípcios e um paquistanês.
Mais de 200 mil pessoas deixaram suas casas no Iêmen desde o início dos combates recentes, segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) divulgados na quarta-feira, em texto da Reuters republicado pelo Jerusalem Post. O deslocamento saltou de 76 mil em meados de setembro para mais de 200 mil, quase todos fugidos desde o começo dos combates no início de setembro. Os houthis tomaram toda a costa do Mar Vermelho no mês passado das forças do governo reconhecido internacionalmente, sediado em Áden.
A Turquia está enviando apoio principalmente defensivo e técnico à Arábia Saudita para combater os houthis do Iêmen, disseram duas autoridades na quarta-feira, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Jerusalem Post. O apoio esperado seria apenas equipamento militar, compartilhamento de inteligência e sistemas de armas, sem outra forma de mobilização pela aliança até agora, segundo as autoridades. O chanceler Hakan Fidan disse, depois de uma reunião da aliança de Meca, que os lados discutiram que apoio dar à Arábia Saudita para suas capacidades defensivas.
O ataque ao aeroporto de Aden ganha detalhes: um míssil caiu perto da pista minutos antes do pouso de um voo vindo do Cairo, segundo a Al Jazeera via governo iemenita. O governo iemenita diz que os houthis miraram pista e terminal de passageiros com ao menos dois mísseis balísticos e drones; os houthis dizem ter mirado suprimentos militares sauditas no acampamento Badr, e a coalizão liderada pelos sauditas diz ter interceptado um míssil balístico ao norte de Riad.
O Brent subiu 93 centavos, a US$ 101,51 o barril, segundo a Mehr News. A alta refletiu temores de oferta com uma tempestade rumo a regiões petrolíferas dos Estados Unidos e os ataques do movimento Ansarullah, do Iêmen, contra a Arábia Saudita, segundo a Reuters, em texto republicado pela Mehr News. O Brent para entrega em dezembro estava em US$ 101,45 às 02:30 GMT, alta de 0,87%, segundo a Al Jazeera.
Relatos indicam que explosões foram ouvidas em Riad sem aviso prévio anunciado, segundo a Mehr News. As autoridades sauditas não haviam se manifestado até a publicação sobre os relatos de suspensão de operações aeroportuárias e a queda do drone. Os houthis afirmam ter derrubado um drone de reconhecimento e ataque CH-4 saudita no espaço aéreo de Al-Jawf, segundo a TASS.
Dois mísseis lançados pelos houthis miraram o Aeroporto Internacional de Aden na quarta-feira, segundo o gabinete de segurança de Aden citado pelo Middle East Eye. Vídeos mostram explosões perto do aeroporto depois que o governo do Iêmen, apoiado pela Arábia Saudita, disse que os dois mísseis foram disparados por forças houthis, sem vítimas relatadas, segundo a Al Jazeera.
A autoridade de aviação civil da Arábia Saudita informou que os aeroportos de Najran e Jizan foram atingidos na segunda-feira, com três feridos leves e danos às duas instalações, segundo a AP, em texto republicado pela PBS News. A coalizão liderada pelos sauditas disse na terça-feira ter interceptado e destruído um míssil balístico lançado pelos houthis apoiados pelo Irã em direção a Khamis Mushait, cidade no sudoeste da Arábia Saudita que abriga uma importante base militar saudita. A Al Jazeera noticiou duas explosões potentes perto do aeroporto internacional de Aden, em atualização de blog ao vivo do Middle East Eye.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado e destruído um míssil balístico lançado pelos houthis contra a cidade de Khamis Mushait, no sul da Arábia Saudita, segundo o Middle East Eye. A coalizão também afirmou ter interceptado um míssil disparado pelos houthis do Iêmen, segundo o Hindustan Times.
O governo do Iêmen disse nesta terça-feira, 6 de outubro, que suas forças infligem pesadas perdas em pessoal e equipamento aos houthis no sul de Taiz, segundo o Middle East Eye. Os combates ocorrem na frente de Al-Salw, ao sul de Taiz, com tropas alinhadas ao governo apoiadas por forças de resistência popular.
O governo iemenita diz ter retomado na segunda-feira a cidade portuária de Mocha, no mar Vermelho, segundo o Hindustan Times. Os houthis do movimento Ansar Allah negaram o avanço das forças pró-governo no oeste do Iêmen e afirmaram manter o controle das posições, segundo a TASS. Os houthis disseram ainda que mais de 200 soldados do exército governista foram mortos ou feridos em dezenas de ataques.
Os houthis disseram na segunda-feira, 5 de outubro, ter atingido o aeroporto internacional de Riad, uma refinaria e outros alvos na Arábia Saudita, em combates que a ONU diz terem deslocado mais de 184 mil pessoas e tornado o país a frente mais ativa da guerra regional, enquanto Paquistão e Turquia prometeram enviar tropas à Arábia Saudita sob novo pacto de defesa após semanas de ataques houthis, segundo o The Hindu.
Em detalhamento reivindicado das três operações, os houthis afirmam ter lançado três operações com mísseis e drones contra alvos na Arábia Saudita na noite de segunda-feira, segundo a Xinhua. Segundo os houthis, os alvos reivindicados foram o aeroporto internacional King Khalid, em Riad, uma refinaria da Aramco em Rabigh e o aeroporto de Abha, a base aérea King Khalid, o acampamento Aqifa e outros locais em Najran e Jazan. Não houve confirmação imediata das autoridades sauditas e o dano relatado não pôde ser verificado de forma independente. A coalizão liderada pelos sauditas afirma, por sua vez, ter frustrado um plano de ataques a vias navegáveis no sul do mar Vermelho em operação em Hodeidah.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita no Iêmen afirmou ter destruído uma plataforma de lançamento de mísseis balísticos em Sanaa e um depósito com 20 mísseis balísticos em Saada, no noroeste, segundo o Middle East Eye.
Forças aliadas ao governo iemenita internacionalmente reconhecido retomaram a cidade de Dhubab, logo ao norte do estreito de Bab el-Mandeb, além de Bab e Hadeid, disseram autoridades iemenitas à AP em texto republicado pelo The Hindu. O porta-voz da coalizão saudita, major-general Turki al-Malki, afirmou que 100 caças dão apoio às forças do governo iemenita, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que era esperado que o governo apoiado pelos sauditas revidasse para retomar território, segundo a AP em texto republicado pelo The Hindu.
O porta-voz houthi Yahya Saree disse que ataques com drones e mísseis tiveram como alvo o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riad. O mesmo comunicado afirmou que a refinaria da Aramco em Rabigh também foi atingida, junto com instalações militares e aeroportos menores no sul do país. Segundo o Middle East Eye, o grupo atingiu o aeroporto Rei Khalid pela segunda vez nesta segunda-feira. Os houthis declararam o espaço aéreo saudita teatro aberto para suas operações, exceto os espaços sagrados de Meca e Medina. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, expressou preocupação com a “forte escalada” dos combates no Iêmen e condenou os ataques houthis em território saudita, segundo a Agence France-Presse (AFP).
Forças do governo do Iêmen internacionalmente reconhecido retomaram Dhubab, ao norte de Bab el-Mandeb, além de Bab e Hadeid, sob cobertura da coalizão saudita, segundo o Times of India. O porta-voz da coalizão saudita, o major-general Turki al-Malki, disse que 100 caças apoiam as forças do governo e que a coalizão garantiu a proteção aérea do estreito. A escalada matou ao menos 959 pessoas e feriu mais de 4.200, com cerca de 174.097 deslocados dentro do Iêmen, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Paquistão, a Arábia Saudita e a Turquia decidiram implementar de imediato os compromissos de defesa coletiva, com o envio rápido de forças e capacidades militares acordadas para a Arábia Saudita, segundo o Times of India. O ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, disse que o comitê da aliança concordou em ativar medidas de dissuasão coletiva em resposta aos ataques do grupo houthi. O Paquistão e a Turquia anunciaram apoio militar à Arábia Saudita após reunião de emergência do comitê da aliança, em comunicado conjunto dos três chanceleres, segundo o Middle East Eye.
Forças pró-governo do Iêmen apoiadas pela Arábia Saudita dizem ter assegurado o estreito de Bab al-Mandab no início de uma grande ofensiva contra os houthis, segundo a BBC. Um porta-voz militar iemenita disse que as Brigadas Gigantes e as forças National Shield cercam combatentes houthis em Dhubab, cidade costeira do mar Vermelho, depois de tomar o aeroporto e cortar a estrada para a cidade portuária de Moca. A mídia controlada pelos houthis negou que as forças do governo tenham avançado na área de Dhubab. A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita disse que seus caças destruíram mais de 300 alvos de alto valor em ataques de apoio à ofensiva, segundo a BBC.
O exército iemenita disse ter feito mais de mil ataques e iniciado uma ofensiva contra Sanaa, a capital sob controle houthi, com 100 aviões da coalizão liderada pela Arábia Saudita em surtidas ao amanhecer, segundo o The Hindu, em texto da Agence France-Presse (AFP). O porta-voz da coalizão, o major-general Turki al-Maliki, disse que 100 jatos voaram ao raiar do dia na operação batizada de “Dawn of Yemen”, com “apoio aéreo ininterrupto às forças iemenitas em terra”, segundo o The Hindu. Os houthis cercaram na prática a cidade de Taiz depois de cortar a principal rota de abastecimento que a liga a Áden, ainda segundo o The Hindu.
O vice-ministro da Defesa do governo do Iêmen, Samir Al-Sabri, disse, em entrevista à Al Jazeera, segundo a TASS, que o exército pretende retomar o controle de todas as províncias do país. Segundo ele, as operações de combate “serão concentradas na área do estreito de Bab el-Mandeb e na cidade de Mokha”.
O centro de coordenação de operações humanitárias controlado pelos houthis pediu que companhias aéreas evitem o espaço aéreo da Arábia Saudita, segundo a TASS, citando a agência SABA, controlada pelos houthis. O mesmo centro afirmou que o espaço aéreo saudita “se tornará um teatro de operações militares” para as forças rebeldes. A Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA) emitiu um aviso para que companhias evitem o espaço aéreo saudita, segundo a Reuters, após o recente aumento de ataques houthis.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita entrou na operação Yemen Dawn para retomar o Mar Vermelho dos houthis, segundo o Times of India.
Um jovem diz que não está formalmente alistado nas forças do governo iemenita, mas luta lado a lado com o irmão mais velho e primos, segundo o Middle East Eye. Um relatório do secretário-geral das Nações Unidas (ONU) de março de 2025 documentou 564 casos de recrutamento e uso de crianças no Iêmen entre 2021 e 2023. A organização SAM para Direitos e Liberdades documentou o recrutamento de 11.310 crianças de 2014 a fevereiro de 2023.
O exército do governo internacionalmente reconhecido do Iêmen diz ter tomado o distrito de Dhubab e posições-chave perto do estreito de Bab al-Mandeb. A Al Jazeera registra que não pôde verificar de forma independente os relatos do campo de batalha.
O porta-voz das forças alinhadas ao governo do Iêmen diz que 1.122 ataques foram feitos contra alvos houthis, segundo o Middle East Eye. O mesmo porta-voz afirma que cerca de 1.747 combatentes houthis foram mortos, segundo o Middle East Eye.
A chancelaria do Iêmen pediu apoio da comunidade internacional para enfrentar os houthis, descritos como milícia terrorista, segundo a chanceler Afrah al-Zouba, que chamou esse apoio de responsabilidade compartilhada. A Coalizão de Apoio à Legitimidade no Iêmen, liderada pela Arábia Saudita, prometeu apoio total à ofensiva anunciada pelo governo iemenita contra os houthis, segundo a CNN.
O centro britânico United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO) informou um possível bombardeio a um petroleiro perto da costa do Iêmen, segundo a TASS. O relato aponta um incidente a 60 milhas náuticas ao sul de Al Mukha; o responsável de segurança da companhia disse que o petroleiro avistou múltiplas explosões nas proximidades da embarcação. A tripulação está em segurança e não houve impacto ambiental relatado, e o nome do navio e seu porto de registro não foram divulgados.
O governo do Iêmen, apoiado pela Arábia Saudita, declarou uma “batalha pela libertação” para retomar o território que ainda está sob controle dos houthis, segundo a Al Jazeera. A Associated Press (AP) noticiou que o governo iemenita declarou uma grande operação contra os houthis.
Fumaça subia de uma fábrica de espuma em Sanaa, capital do Iêmen sob controle houthi, após um ataque que a emissora houthi Al Masirah atribuiu à Arábia Saudita, segundo o Middle East Eye. Forças do governo iemenita apoiado pela Arábia Saudita disseram ter realizado ataques contra alvos houthis em Sanaa e em outros lugares no domingo, conforme o Middle East Eye.
Os houthis afirmaram ter lançado mísseis balísticos e drones contra uma instalação da Aramco em Riad, num comunicado publicado no X, no sábado, pelo porta-voz militar Yahya Saree. O porta-voz da coalizão liderada pelos sauditas, Turki al-Maliki, classificou as alegações de ataque a Riad como “enganosas”. Na madrugada de domingo, a coalizão disse ter realizado 97 “operações de alvo preciso” contra reforços houthis na frente de Tor al-Baha e no eixo de Taiz, com aviões, drones, artilharia, mísseis e franco-atiradores. Um petroleiro relatou ter visto várias explosões a cerca de 60 milhas náuticas ao sul da cidade portuária iemenita de Mocha, no Golfo de Áden, no domingo, segundo a agência United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO). Os houthis também afirmaram ter forçado duas formações de caças F-15 sauditas a se retirar do espaço aéreo de Taiz com mísseis antiaéreos de fabricação local.
Mais de 70 pessoas morreram no último dia em combates na província de Taiz e nos arredores, no sudoeste do Iêmen, segundo a Agence France-Presse (AFP), citando fontes dos dois lados, em texto do Middle East Eye.
O chefe do Conselho de Liderança Presidencial do Iêmen, Rashad al-Alimi, anunciou o início de operações militares para retomar o território ainda sob controle dos houthis e restaurar a autoridade do Estado, segundo a Al Jazeera.
Os houthis cortaram uma rota vital de suprimentos que liga Taiz a Áden, capital interina do governo apoiado pela Arábia Saudita, segundo o Middle East Eye. Três fontes militares iemenitas confirmaram o controle houthi sobre a área e a rota, com o grupo efetivamente cercando a cidade de Taiz.
A Arábia Saudita não reportou um ataque à Aramco em Riad, nem a estatal do petróleo comentou a causa do incêndio, segundo a Al Jazeera. A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter feito 97 operações de “mira precisa” contra reforços houthis na frente de Tor al-Baha e no eixo de Taiz, segundo o governo iemenita.
O porta-voz militar dos Houthis, Yahya Saree, afirmou que o grupo atingiu uma instalação de petróleo em Riad com mísseis balísticos e drones, dizendo que os ataques provocaram incêndios. Em publicação no X, ele disse que a ação foi resposta a ataques aéreos sauditas contra o território controlado pelos Houthis no Iêmen, incluindo Sanaa. Um jornalista da Agence France-Presse (AFP) no local relatou ter visto carros de bombeiros tentando apagar um incêndio na refinaria da Aramco em Riad, com ambulâncias e viaturas policiais nas proximidades.
Explosões foram ouvidas em Sanaa, e os houthis atribuíram os ataques à Arábia Saudita, segundo a France 24. A coalizão liderada pelos sauditas afirmou ter interceptado e destruído quatro drones lançados pelos houthis em direção a Khamis Mushait, no sul da Arábia Saudita, além de dois mísseis balísticos, segundo o Israel National News.
As forças do governo do Iêmen confirmaram ataques contra alvos militares que descrevem como legítimos e vitais na capital Sanaa, controlada pelos houthis, segundo o Middle East Eye. A mídia afiliada ao governo informou uma série de ataques aéreos contra posições houthis nas áreas de Al-Nahdain e Jabal Attan, na cidade.
O Exército do Iêmen afirmou ter causado mais de 1.500 baixas houthis nas últimas 24 horas, segundo a Al Jazeera.
A Arábia Saudita e as forças do governo iemenita planejam uma grande contraofensiva contra o movimento houthi Ansar Allah, mas os Estados Unidos ainda não estão preparados para participar, segundo a TASS. Washington recusou pela segunda vez nas últimas semanas o pedido saudita para entrar na operação e realizar bombardeios contra posições houthis, e já havia fornecido a Riad mais de 200 alvos houthis para atacar, conforme a TASS.
Os principais integrantes do gabinete de Donald Trump se reuniram por horas em Camp David na sexta-feira para discutir os próximos passos da guerra contra o Irã e do conflito entre a Arábia Saudita e os houthis no Iêmen, segundo três autoridades norte-americanas ouvidas pelo Axios. A reunião foi presidida pelo vice-presidente JD Vance e teve a participação do secretário de Estado, Marco Rubio, do secretário de Defesa, Pete Hegseth, do enviado da Casa Branca, Steve Witkoff, do diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), John Ratcliffe, e do chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine. O encontro não foi anunciado pelo governo Trump.
As Forças Armadas iemenitas afirmaram ter realizado 71 operações miradas contra alvos militares houthis, rotas de suprimento e concentrações de combatentes na província de Taiz, atingindo posições em vários distritos, destruindo veículos logísticos e causando baixas entre combatentes, segundo a Breaking The News, que cita a Al Jazeera.
Mais de 800 pessoas foram mortas e milhares ficaram feridas ou deslocadas desde a retomada dos combates no Iêmen, segundo o The New York Times. O Exército iemenita afirmou ter realizado 474 operações em várias frentes nas 24 horas anteriores, matando ou ferindo 1.540 combatentes houthis, com as baixas mais pesadas relatadas em Taiz, segundo a Al Jazeera.
Um engenheiro eletricista do Departamento de Energia dos Estados Unidos foi preso sob acusação de prestar apoio aos houthis, apoiados pelo Irã, incluindo a compra de materiais para explosivos caseiros e drones e uma viagem ao Iêmen, segundo a Associated Press, em texto republicado pela WGEM. Ashton Hamed Ellaboudy, de 51 anos, de Richland, no estado de Washington, foi preso na quinta-feira e teria audiência inicial na sexta-feira. O Federal Bureau of Investigation (FBI) afirma que ele tinha o objetivo de ajudar os houthis a melhorar as comunicações e viajou em setembro passado ao Iêmen.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita acusou os houthis de atingir com um drone a estação de distribuição de eletricidade de Taibah, que abastece a Mesquita do Profeta, em Medina, segundo a Euronews. Um alto dirigente houthi voltou a rejeitar as alegações de que o grupo tenha atacado locais sagrados do islã e as chamou de “mentira”. A Turquia condenou o suposto ataque e manifestou apoio à Arábia Saudita.
O Paquistão enviou quatro aviões de carga com armamentos ao governo iemenita apoiado pela Arábia Saudita e reconhecido internacionalmente em setembro, com entrega em Aden, segundo a Reuters, em relato publicado pelo Middle East Eye. O carregamento incluiu sistemas de defesa aérea, artilharia leve, drones e sistemas antidrones, e assessores militares paquistaneses estão em campo ao lado dos seus homólogos sauditas.
A Arábia Saudita planeja uma ofensiva contra os houthis no Iêmen, com opções que incluem um avanço costeiro para garantir a rota marítima do mar Vermelho, segundo a Reuters, em texto publicado pelo Al-Monitor. A operação seria liderada em terra por forças iemenitas supervisionadas por Riad e apoiada por ataques aéreos sauditas, segundo seis pessoas com conhecimento dos preparativos. O objetivo central é reverter os ganhos rápidos dos houthis no mês passado, quando avançaram pela costa e tomaram o controle do estreito de Bab el-Mandeb. Mais de 100 mil soldados iemenitas poderiam ser mobilizados, dependendo da escala da ofensiva.
O Paquistão, a Turquia e a Arábia Saudita realizam na próxima semana, em Riad, uma reunião emergencial do comitê político-estratégico de defesa do pacto de defesa conjunta de Meca, segundo o The Times of India. A agenda inclui os ataques houthis e a busca de engajamento político com os houthis em vez de ação militar, segundo o The Times of India. Pelo pacto, um ataque armado contra qualquer um dos três países deve ser tratado como ataque contra os três. O chanceler paquistanês disse que mais de seis outros países querem aderir ao acordo, segundo o Middle East Eye.
Caças sauditas realizaram dois ataques aéreos no distrito de Saqayn, na província de Saada, no norte do Iêmen, segundo a Mehr News. Não houve relato de vítimas nem de danos, segundo o informe.
O Exército do Iêmen afirmou ter matado mais de 80 combatentes houthis em 24 horas de combates ao sul de Marib, segundo o Arab News. O item do blog ao vivo do Middle East Eye registra ao menos 80 mortos em combates entre houthis e forças pró-governo nas últimas 24 horas.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita realizou novos ataques contra a capital do Iêmen, Sanaa, e as províncias de Amran, Saada e Taiz, segundo o movimento houthi Ansar Allah, que citou a agência SABA, controlada pelos houthis, em texto publicado pela TASS. Explosões foram ouvidas em Sanaa, segundo os houthis e a AFP. Não há informação sobre vítimas ou danos até o momento.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita acusou os houthis, apoiados pelo Irã, de atacar com drone a estação de distribuição de energia de Taibah, em Medina, na terça-feira, segundo a Al Arabiya. O porta-voz da coalizão, o brigadeiro-general Turki al-Maliki, disse que os houthis atingiram a estação de Taibah na terça-feira, danificando um transformador e tirando-o de operação. Os houthis negam a acusação, segundo a Al Jazeera.
As forças de Sanaa disseram que caças sauditas fizeram 51 ataques aéreos e de mísseis no Iêmen em 24 horas contra redes civis de telecomunicações em Marib, Saada, Hodeida, Taiz e Amran, segundo a Yemen Press Agency, o que elevou o total desde o início da escalada para 1.209, segundo a Al-Manar.
O ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Muhammad Asif, disse que Islamabad usará “todos os meios disponíveis” para defender a Arábia Saudita contra os houthis, segundo a Arab News. Falando em Roma, ele não confirmou se forças paquistanesas já participaram de ataques aéreos, segundo a Arab News. O compromisso é apresentado como obrigação do novo pacto de defesa mútua, que prevê que Islamabad coloque “todos os meios” à disposição de Riad em caso de ameaça houthi, segundo a Al Jazeera.
A Arábia Saudita parece estar se reconciliando com os Emirados Árabes Unidos (EAU) para conter uma ofensiva houthi no Iêmen que ameaça o corredor saudita de exportação de petróleo no Mar Vermelho, com drones já atingindo Riad, segundo o Middle East Eye. O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman recebeu o vice-presidente emiradense, Mansour bin Zayed, em Riad na terça-feira, no esforço mais visível de reconciliação após divergências sobre Sudão, Iêmen e Somalilândia.
O governo do Iêmen reconhecido internacionalmente e apoiado pela Arábia Saudita alegou que os houthis, apoiados por Teerã, modificaram armas iranianas de defesa aérea em mísseis de cruzeiro vagantes com o auxílio da Guarda Revolucionária do Irã, segundo a Al Jazeera. Autoridades iranianas não comentaram os detalhes das acusações, mas negaram de forma ampla dirigir os houthis e destacaram a independência do grupo iemenita. O presidente Masoud Pezeshkian rejeitou uma conexão entre o Irã e ações dos houthis em entrevista à Al Jazeera e pediu negociação entre a Arábia Saudita e os houthis.
Mais de 145 mil pessoas estão deslocadas em oito províncias do Iêmen desde a escalada na costa oeste em junho, num total de 145.308 pessoas ou 24.218 famílias, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). O total subiu 15.870 pessoas ante 21 de setembro, alta superior a 12% em uma semana, com Taiz concentrando 81.444 deslocados, mais da metade do total nacional.
O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, reuniu-se com o chanceler saudita Faisal bin Farhan em Washington em 28 de setembro para tratar de segurança regional, incluindo a segurança da navegação no Estreito de Ormuz e a situação no Iêmen, segundo a Al Jazeera. Rubio disse que trataram ainda de Irã, Gaza e Sudão, enquanto a agência estatal saudita SPA informou que os dois falaram dos desdobramentos políticos e de segurança na região e da situação no Iêmen.
As Forças Armadas do Iêmen afirmam ter feito 356 operações contra alvos houthis no último dia, segundo o Middle East Eye. O porta-voz do Exército diz que foram 756 operações de precisão em 72 horas em várias frentes, segundo a Arab News. O mesmo porta-voz afirma que 2.316 houthis foram mortos ou feridos e quatro especialistas iranianos em drones e mísseis foram mortos em Taiz, ainda segundo a Arab News.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse que Teerã está pronto a ajudar a facilitar um acordo entre a Arábia Saudita e os Houthis, segundo o The Diplomatic Insight. Em declaração à Al Jazeera, ele negou envolvimento iraniano no conflito e disse que o que acontece no Iêmen não está ligado ao Irã, segundo o Times of India.
As Forças Armadas do Iêmen afirmaram ter derrubado um drone espião armado Karayel da Arábia Saudita sobre a área de Al-Tinah, na província de Hajjah, segundo o porta-voz das Forças Armadas do Iêmen, o general de brigada Yahya Saree.
O Ministério da Saúde administrado pelos houthis informou que sete pessoas morreram e 40 ficaram feridas, entre elas crianças, em um ataque a lojas de um mercado no entroncamento de Mawiya, na província de Taiz, no domingo, segundo a Reuters, em texto republicado pela SRN News. Mais tarde, o governo internacionalmente reconhecido do Iêmen disse que suas forças miraram um acampamento militar houthi e veículos no mesmo entroncamento. Três fontes militares dentro do governo iemenita disseram à Reuters que militantes houthis haviam montado recentemente um acampamento militar perto do mercado.
A Arábia Saudita acusou o Irã, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), de ataques flagrantes contra alvos civis e econômicos na região. O chanceler príncipe Faisal bin Farhan condenou os ataques iranianos e dos houthis ao país e pediu a defesa da liberdade de navegação em Ormuz, Bab al-Mandab, Mar Vermelho e Golfo de Áden.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado dois mísseis balísticos e dois drones lançados pelos houthis contra o reino, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Express Tribune. A coalizão afirmou em publicações no X que os mísseis iam para Khamis Mushait e os drones para a capital, Riad. O secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo, Jasem Mohamed Al Budaiwi, condenou os ataques como violação da soberania saudita e ameaça direta à segurança dos civis e à estabilidade regional, segundo a SANA.
Os chefes das forças armadas e dos estados-maiores de Arábia Saudita, Paquistão e Turquia reuniram-se em Riad na sexta-feira, 25 de setembro, segundo um comunicado do exército, e discutiram ampliar o compartilhamento de inteligência, a coordenação militar e a integração de capacidades no âmbito do pacto de defesa de Meca. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse na Organização das Nações Unidas (ONU) que novos ataques à cidade sagrada de Meca seriam uma “linha vermelha” para Islamabad. A defesa aérea da coalizão liderada pela Arábia Saudita interceptou e destruiu um míssil balístico lançado pelos houthis na direção de Khamis Mushait, segundo o porta-voz oficial da coalizão, general Turki al-Maliki.
O governo do Iêmen afirma ter retomado áreas e terrenos elevados no sul da província de Taiz, entre eles o Jabal Bazel, de onde as linhas de suprimento houthis ficariam ao alcance dos ataques. O anúncio é do próprio governo iemenita. Não houve comentário imediato dos houthis sobre as alegações.
O líder do governo do Iêmen, Rashad al-Alimi, convocou uma mobilização geral e ofereceu anistia imediata a combatentes houthis que deixarem o grupo, segundo a Al Jazeera. Ele pediu que os iemenitas se juntem às forças armadas e de segurança por canais oficiais e disse que o perdão será concedido conforme os procedimentos constitucionais e legais. Al-Alimi fixou como objetivo restaurar as instituições do Estado e exercer a soberania sobre todo o país, inclusive Sanaa.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou no início do sábado, 26 de setembro de 2026, ter interceptado dois drones lançados pelos houthis em direção a Riad, segundo a Reuters. Em posts no X, a coalizão disse que os drones seguiam para a capital e que dois mísseis balísticos iam em direção a Khamis Mushait, e afirmou monitorar a ameaça de mísseis e drones contra o reino sem dar mais detalhes, segundo a Reuters, em texto republicado pelo StreetInsider.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, e o chanceler do Iraque, Fuad Hussein, destacaram a importância dos esforços internacionais para desescalar as tensões no Oriente Médio, segundo a agência estatal russa TASS. Lavrov encerrou a série de encontros na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) com conversas com o vice-presidente do Conselho de Liderança Presidencial do Iêmen.
O grão-mufti da Arábia Saudita, Saleh bin Fawzan Al-Fawzan, deu à guerra contra os houthis um enquadramento religioso explícito: dirigiu-se às tropas na fronteira pedindo que estejam prontas para sacrificar a vida, citando versículos do Corão e ditos do profeta Maomé sobre sacrifício, e rezou pela “derrota completa” do grupo, informa o Ynet News, que também relata a exibição, pela televisão estatal saudita, de imagens do que as autoridades descreveram como um ataque houthi a uma mesquita no sul do reino. Riad acusa o grupo de tentar atingir Meca, e os houthis rejeitam a acusação.
O presidente do Conselho de Liderança Presidencial do Iêmen, Rashad al-Alimi, convocou nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, os iemenitas a se mobilizar e se juntar às forças armadas contra os houthis, segundo a Al Arabiya English. Ele ofereceu ainda anistia geral futura a combatentes e aliados houthis que deixarem o grupo a partir de 26 de setembro, conforme o Arab News.
Os houthis do Iêmen enviaram uma carta ao braço de política externa da União Europeia (UE) dizendo que não pretendem atacar navios europeus no mar Vermelho, segundo o Middle East Eye, que relata a informação a partir do Financial Times. A carta foi enviada depois de o grupo capturar o porto de Mokha e o lado iemenita do estreito de Bab al-Mandeb; os houthis afirmam que seu bloqueio no mar Vermelho vale apenas contra a Arábia Saudita e o governo iemenita reconhecido internacionalmente, informa o Middle East Eye.
Quase 130 mil pessoas foram deslocadas no Iêmen nas últimas três semanas, incluindo cerca de 71 mil crianças, a maioria delas em Taiz, segundo a UN News, que cita o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Das quase 2.900 crianças triadas em áreas onde há acesso humanitário seguro, mais de uma em cada quatro estava com desnutrição aguda e cerca de 200 tinham desnutrição aguda grave, segundo a UN News.
A Organização das Nações Unidas (ONU) condenou os ataques transfronteiriços dos houthis contra a Arábia Saudita, incluindo a tentativa de atingir Riad, além de ataques a civis e à infraestrutura de energia do reino, segundo o porta-voz Stéphane Dujarric, citado pela UN News. Membros do Conselho de Segurança da ONU condenaram os ataques em curso da milícia houthi, com danos a civis e à infraestrutura de energia, e expressaram solidariedade e apoio ao direito de autodefesa da Arábia Saudita, segundo a Agência de Imprensa Saudita (SPA).
O grão-mufti da Arábia Saudita, Saleh bin Fawzan Al-Fawzan, conclamou as tropas do reino a estarem prontas para sacrificar a vida no combate aos houthis apoiados pelo Irã até que o grupo seja deposto do poder, informou o Al-Monitor, citando a Reuters. A declaração veio depois de semanas de escalada, com ataques houthis com mísseis e drones contra a Arábia Saudita e retaliação saudita com ataques aéreos.
Chefes militares da Turquia e do Paquistão viajam a Riad em resposta a um pedido da Arábia Saudita por uma reunião urgente sobre a implementação do pacto de defesa mútua entre os três países, informa a Al Jazeera. O Ministério da Defesa da Turquia confirmou a viagem do chefe do Estado-Maior, general Selcuk Bayraktaroglu, à Arábia Saudita, segundo a Al Jazeera. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca, assinado em 7 de agosto de 2026, trata um ataque armado a qualquer um dos três países como ataque a todos os três – e a Al Jazeera enquadra o deslocamento como uma aproximação de Ancara e Islamabad da guerra que a Arábia Saudita trava contra os houthis no Iêmen, segundo a Al Jazeera.
A Arábia Saudita reúne chefes militares do Paquistão e da Turquia para discutir opções no âmbito do pacto de Meca, enquanto a França confirmou o envio de soldados, radares e sistemas de defesa para proteger o terminal petroleiro de Yanbu, segundo a Al Jazeera. Os houthis lançaram neste mês uma ofensiva na costa do Mar Vermelho, em meio à guerra liderada pelos Estados Unidos contra o Irã, e os combates se alastram pelo Iêmen, segundo o Washington Post.
Os houthis do Iêmen afirmaram nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, ter lançado mísseis e drones contra um “alvo sensível” em Riad e contra instalações da Aramco na cidade de Yanbu, no mar Vermelho, segundo a Al Jazeera; o petróleo subiu no mesmo dia: o Brent para novembro fechou acima de US$ 106,50 o barril, depois de passar de US$ 108 e fechou a US$ 106,60, alta de US$ 3,52, ou 3,4%, segundo o The Vibes; segundo o Middle East Eye, as travessias de navios no estreito de Ormuz caíram para nove na quinta-feira, ante 14 no dia anterior e uma média de 10 dias em torno de 18, em dados preliminares de rastreamento de embarcações.
O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira, 25 de setembro de 2026, o envio de soldados, radares e sistemas de defesa aérea para proteger o terminal de Yanbu, na Arábia Saudita, após ataques houthis contra o terminal do oleoduto Leste–Oeste, no Mar Vermelho. Segundo a emissora, a missão é apresentada como estritamente defensiva, sem combate direto contra os houthis.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse que o líder supremo Mojtaba Khamenei está em plena saúde e no controle total do país, em entrevista à Fox News relatada pela agência russa TASS, na qual afirmou ter se reunido pessoalmente com Khamenei por sete horas há cerca de um mês ou um mês e meio. Na mesma entrevista, Pezeshkian negou que Teerã dirija os planos de batalha dos houthis do Iêmen, dizendo que “os houthis são responsáveis pelos próprios atos” e não recebem ordens de Teerã, segundo o Middle East Eye. Sobre o memorando de entendimento (MoU) de junho, Pezeshkian disse que o texto previa um cessar-fogo temporário antes do colapso das conversas, segundo a News18.
A Arábia Saudita, a Turquia e o Paquistão vão realizar uma reunião urgente dos chefes de Estado-Maior, anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores saudita, para discutir formas de apoiar Riad na escalada com os houthis do Iêmen. A barragem de mísseis balísticos e drones contra alvos sauditas, que incluiu a cidade sagrada de Meca, testa o pacto de defesa mútua assinado em agosto com a Turquia e o Paquistão. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca estabelece que um ataque armado contra um dos três países é considerado ataque contra todos.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou que interceptou seis mísseis balísticos houthis nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, frustrando ataques contra Taif e Yanbu, depois de alertas emitidos para várias regiões do reino, incluindo Meca. O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que o país pretende enviar “meios militares, ou seja, soldados, radares e sistemas de defesa para proteger” o terminal de petróleo de Yanbu, no mar Vermelho.
O rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdulaziz Al Saud, chamou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, os houthis do Iêmen de “milícia terrorista” e condenou a tentativa de atingir Meca, que descreveu como “crime hediondo” e “provocação aos sentimentos dos muçulmanos no mundo inteiro”, segundo a Al Jazeera e o Dawn, que publicou o despacho da agência France-Presse. A fala foi feita em reunião de gabinete em Jeddah, registrada pela Saudi Press Agency, a agência oficial do reino: uma intervenção rara do monarca de 90 anos, que deixou os assuntos correntes com o filho, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman. A Arábia Saudita afirma ter interceptado em 15 de setembro de 2026 um drone lançado pelos houthis contra Meca, o que a Al Jazeera registra como a primeira ativação de um alerta de segurança na cidade em quase dez anos. O líder houthi Abdel-Malik al-Houthi negou o ataque e chamou a acusação saudita de “mentira hedionda”. Desde então, mísseis e drones houthis atingiram cidades sauditas e infraestrutura de energia: a coalizão liderada por Riad disse ter interceptado em 19 de setembro de 2026 um míssil balístico disparado contra Riad, que deixou uma coluna escura de fumaça sobre uma área de armazenamento de combustível do aeroporto internacional Rei Khalid.
Os chanceleres de Turquia, Egito, Arábia Saudita e Paquistão afirmaram em comunicado conjunto nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o direito de a Arábia Saudita se defender conforme o direito internacional e destacaram a necessidade de preservar a segurança da navegação na região, em meio à escalada dos ataques dos houthis do Iêmen, noticiado pela Reuters e publicado pelo Middle East Eye e pelo Times of India. Os quatro ministros se reuniram à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, manifestaram “profunda preocupação” com os conflitos em curso na região, disseram que o diálogo e a diplomacia são o único caminho para uma solução sustentável e declararam apoio ao governo do Iêmen em seus esforços de estabilidade e paz. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca, assinado em 7 de agosto de 2026 por Arábia Saudita, Turquia e Paquistão, estabelece que um ataque armado contra um dos três países será considerado ataque contra todos, segundo a BBC.
Ataques aéreos sauditas contra o porto de Mokha, no mar Vermelho, mataram ao menos seis pessoas, no momento em que os houthis, apoiados pelo Irã, pressionam a sua ofensiva no Iêmen, segundo a France 24, citando a Reuters, a Associated Press e a AFP. O episódio ocorre no mesmo dia em que o porta-voz do Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Refugiados (ACNUR), Babar Baloch, informou em Genebra que mais de 130 mil pessoas já foram deslocadas no Iêmen e cerca de 3 mil fugiram para o Djibuti desde o reinício dos combates no início de setembro, números que podem chegar a 230 mil e 10 mil nos próximos meses, segundo o Middle East Eye.
O Reino Unido vai enviar um avião-tanque Voyager da Real Força Aérea (RAF) para dar reabastecimento aéreo “defensivo” aos caças da Arábia Saudita contra ataques dos houthis, anunciou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, que disse ter aceitado um pedido saudita de apoio militar. O aparelho, baseado na base britânica de Acrotíri, no Chipre, deve começar a operar nos próximos dias e a missão é “limitada no tempo”, segundo a BBC News, que registra que se trata de uma única aeronave e que o apoio se restringe a defender o país de drones e mísseis, sem respaldar ataques ao Iêmen. O ministro da Defesa, Luke Pollard, afirmou à Sky News, segundo o Middle East Eye, que a decisão responde à “segurança nacional” britânica e que “em tempos perigosos, bons amigos ficam juntos”. A Arábia Saudita já tem, além do Voyager, o sistema de defesa antiaérea Sky Sabre, e os houthis reivindicaram nos últimos dias ataques com drones e mísseis balísticos contra Riad e instalações energéticas na costa do mar Vermelho. O anúncio ocorre no mesmo dia em que a Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Refugiados (ACNUR) projetou que cerca de 230 mil deslocados no Iêmen e outros 10 mil refugiados no Djibuti podem precisar de ajuda humanitária nos próximos meses, segundo o porta-voz Babar Baloch, citado pelo Middle East Eye.
O governo do Iêmen disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que forças governamentais retomaram duas aldeias e uma posição no topo de um morro no distrito de Al-Wazi’yah, a oeste de Taiz, numa contraofensiva contra os houthis, segundo o Arab News. A ofensiva houthi deste mês é a maior desde a trégua mediada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em abril de 2022 e já deslocou 112 mil pessoas, segundo agências da ONU citadas pelo Middle East Eye, que alerta para o risco de 230 mil deslocados se os combates aumentarem. O The Guardian publica que aviões da coalizão liderada pela Arábia Saudita bombardearam posições, aglomerações e depósitos de armas houthis a oeste de Taiz, segundo as forças governamentais iemenitas.
Uma gravação de seis segundos apresentada como o momento em que o aeroporto internacional Rei Khalid, em Riad, foi atingido por um míssil houthi circulou em redes sociais a partir de 20 de setembro de 2026 e é gerada por inteligência artificial, segundo a checagem da agência France-Presse publicada em 22 de setembro de 2026. A busca reversa de imagens localizou uma versão mais longa do vídeo publicada em 19 de março de 2026 pelo político iemenita Ali Hussein Al-Bujairi, marcada pela própria plataforma X como “mídia manipulada”; a checagem aponta indícios de origem sintética, entre eles um homem que atravessa uma porta de vidro no terceiro segundo e um telefone celular que flutua ao lado do ouvido de outro homem no 11º segundo. Não houve relato oficial de ataque ao aeroporto: a coalizão liderada pela Arábia Saudita disse ter interceptado o míssil, e o fogo de 19 de setembro de 2026 consumiu um tanque de combustível da Saudi Aramco num pátio vizinho ao terminal, segundo o The Jakarta Post e a BBC. A checagem da emissora alemã Deutsche Welle, de 17 de setembro de 2026, identificou outro clipe, de nove segundos e mais de 340 mil visualizações, apresentado como ataques a Abha e também gerado por inteligência artificial, além de um vídeo de emboscada que é material de abril de 2024 com narração de uma partida de futebol de 2018 sobreposta; nos dois casos, a plataforma de detecção Hive Moderation apontou origem sintética. A checagem da Deutsche Welle observa que a dificuldade de observar o conflito de forma independente deixa espaço para esse tipo de conteúdo, e a verificação do Misbar, de 21 de setembro de 2026, tratou do mesmo vídeo do aeroporto de Riad.
Quase 130 mil pessoas foram deslocadas em sete governações do Iêmen desde o início da ofensiva houthi na costa do mar Vermelho, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM): os dados mais recentes da agência, de 20 de setembro de 2026, registram 129.438 deslocados, ou 21.573 famílias, ante 118.086 contabilizados em 18 de setembro – um aumento de 11.352 pessoas em três dias. Taiz concentra o maior número, com 73.494 deslocados, seguida de Lahj, Áden e Al Hodeidah, e até a noite de domingo, 20 de setembro, 3.106 pessoas haviam cruzado o mar Vermelho para o Djibuti. “Os números seguem subindo”, disse o diretor regional da OIM para o Oriente Médio e Norte da África, Othman Belbeisi, segundo quem muitas famílias já foram deslocadas mais de uma vez. O porta-voz militar houthi, Yahya Sarea, afirmou que 28 ataques aéreos atingiram três províncias nas 24 horas anteriores e que o total acumulado desde o início da escalada chega a 760 – número sem confirmação independente.
Combatentes houthis avançam para tomar as montanhas de Kahboub, nas províncias de Taiz e Lahij, que separam a costa do mar Vermelho do sul do Iêmen ainda controlado pelo governo apoiado pela Arábia Saudita, segundo cinco fontes militares iemenitas ouvidas pela Reuters na segunda-feira, 21 de setembro. Os combates se concentram nos arredores do distrito montanhoso de Al-Wazi’iyah, em Taiz, e em Ras al-Ara, na costa do oceano Índico, entre a foz do mar Vermelho, tomada pelo grupo na semana passada, e a base do governo em Áden; o objetivo é proteger a retaguarda das forças houthis em torno do estreito de Bab al-Mandab e abrir novas frentes, segundo as fontes. O relatório de situação nº 4 do Escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Iêmen, de 20 de setembro, registra 674 mortos e 2.998 feridos no período de 6 de agosto a 18 de setembro, e 122.297 deslocados – em 17.852 famílias, até 15 de setembro, em oito províncias –, citando a Unidade Executiva para a Gestão dos Acampamentos de Deslocados do Iêmen. A agência France-Presse, citando a emissora al-Masirah, ligada aos houthis, informou que ataques sauditas mataram seis pessoas em Mocha, entre elas duas crianças e uma mulher; a Arábia Saudita não comentou.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone no domingo com o presidente do Iêmen, Rashad al-Alimi, que pediu apoio americano contra os houthis, e não fez promessa direta de apoio militar, segundo quatro pessoas a par da conversa citadas pelo The Hindu. A Casa Branca e o ministro da Informação do Iêmen não responderam de imediato a pedidos de comentário. Trump já recusou pedidos sauditas de apoio militar contra o grupo, segundo a Reuters, e afirma em público que Washington mantém contato com os houthis, que dizem não atacar navios americanos. Os Estados Unidos designam o movimento como organização terrorista. A conversa ocorre depois de os houthis tomarem neste mês áreas ao longo do estreito de Bab al-Mandeb.
Os houthis do Iêmen disseram ter lançado mísseis balísticos e de cruzeiro e drones contra Riad e contra instalações da Aramco em Yanbu, no litoral do mar Vermelho, segundo o porta-voz militar do grupo, Yahya al-Sarea. A Arábia Saudita afirmou ter interceptado e destruído um míssil balístico disparado contra a capital, sem confirmar outros ataques nem vítimas, segundo a BBC, a Associated Press (AP) e a Al Jazeera. A AP registra que foi a primeira vez que Riad foi alvo desde que a escalada com os houthis, apoiados pelo Irã, abriu uma nova frente na guerra do Irã.