Matérias e notas em que Polônia é ator central.
O ministro do Interior da Polônia, Marcin Kierwiński, afirmou que “tudo sugere” que o autor do ataque em Cracóvia era fascinado por ideologias de extrema direita e tinha “visões ultranacionalistas”. O atirador, um polonês de 25 anos, sobreviveu e está sob custódia. O ataque matou seis pessoas e deixou mais de uma dúzia de feridas em Cracóvia.
A polícia polonesa encontrou três corpos na casa do autor do ataque em Cracóvia. O primeiro-ministro Donald Tusk confirmou que duas mulheres e um homem morreram na casa do criminoso e disse que há muitos sinais de que sejam membros de sua família próxima. O chefe da polícia polonesa, Marek Boroń, contou seis mortos no ataque: quatro mulheres e dois homens – três mulheres polonesas, uma britânica e duas pessoas ainda não identificadas.
O porta-voz da Presidência da Polônia, Rafał Leśkiewicz, anunciou que o presidente Karol Nawrocki iniciou o procedimento formal de luto nacional, que valerá em 8 e 9 de novembro. O projeto de decreto será enviado ao primeiro-ministro Donald Tusk para a contra-assinatura. O prefeito de Cracóvia, Łukasz Gibała, decretou luto na cidade até 11 de novembro. O autor do ataque era um polonês de 24 anos da voivodia de Świętokrzyskie, e a polícia encontrou várias armas e munição no carro dele.
O governo regional da Pequena Polônia elevou para seis o número de mortos no tiroteio deste sábado perto da praça principal de Cracóvia, no sul da Polônia, onde 15 pessoas ficaram feridas. A polícia havia contabilizado cinco mortos antes da atualização. Quatro mulheres e dois homens estão entre os mortos, segundo a polícia.
O suspeito, que agiu sozinho, foi baleado por policiais e detido; o Ministério do Interior confirmou que ele é cidadão polonês. A porta-voz da polícia, Katarzyna Cislo, disse que ele usava armas militares e que muitas peças de armas e munição foram encontradas no veículo dele. Dois policiais estão entre os feridos, um deles em estado crítico, segundo o ministro do Interior, Marcin Kierwiński.
O primeiro-ministro Donald Tusk elogiou os “policiais heroicos que arriscaram a vida” para deter o atirador e pediu aos colegas “de todas as tendências” que não explorem a tragédia.
Cinco pessoas morreram e cerca de uma dúzia ficaram feridas num tiroteio perto da praça do mercado principal de Cracóvia, no sul do país, neste sábado, segundo a polícia polonesa. A polícia de Cracóvia informou que um homem entrou de carro na praça por volta das 14h GMT e começou a atirar em pessoas ao acaso de dentro do veículo. O autor dos disparos foi baleado por policiais e levado a um hospital. O primeiro-ministro Donald Tusk disse que a polícia investiga o ataque e classificou o tiroteio como “trágico”.
Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia pediram em declaração conjunta à Comissão Europeia o encerramento dos tratados de proteção de investimentos com a Rússia ainda vigentes em 17 Estados-membros.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Estônia, os tratados são usados para influenciar a política da União Europeia (UE) a favor da Rússia e ameaçam a segurança econômica do bloco. O ministério afirma que os textos incentivam o investimento na Rússia e permitem que pessoas sob sanções acionem tribunais internacionais contra Estados-membros e contra a própria UE.
O chanceler estoniano, Margus Tsahkna, disse que a tarefa da UE é garantir que “o isolamento internacional da Rússia seja mantido sem concessões”.
A crise no Tribunal Constitucional da Polônia veio à tona na sexta-feira, quando o primeiro-ministro Donald Tusk agiu para reformar a corte, cujo presidente foi indicado pelo governo anterior, do partido de extrema direita Lei e Justiça (PiS). O presidente do Tribunal, Bogdan Święczkowski, foi suspenso depois de impedir a posse de um novo membro indicado por Tusk e aprovado pelo Parlamento. O presidente do país, Karol Nawrocki, classificou a destituição de “tomada à força de um órgão constitucional”, abandonou uma viagem à África e voltou direto para o Tribunal, em Varsóvia. Nesta terça-feira, os oito juízes apoiados pela coalizão de Tusk planejavam se reunir para aprovar o orçamento do Tribunal e avaliar processos disciplinares contra Święczkowski e seu vice, Bartłomiej Sochański. A eleição parlamentar está prevista para o ano que vem, com o ordenamento constitucional e a direção da integração europeia no centro da disputa.
Ao menos sete voos e um navio de cruzeiro na Europa receberam ameaças de bomba nesta terça-feira, com transtornos em aeroportos e nenhum artefato encontrado. Dois voos para Varsóvia, dois para Sófia, dois para Roma e um para o aeroporto de Múrcia, na Espanha, foram alvo das ameaças, e um aeroporto em Varsóvia foi fechado por pouco tempo; a Força Aérea italiana acompanhou um dos voos a Roma. O governo britânico descreveu os incidentes como “ameaças de trote maliciosas”, e autoridades de vários países vão cooperar para avaliar se houve ação coordenada para perturbar o espaço aéreo. O navio de cruzeiro de bandeira panamenha Crown Iris, que se preparava para partir do porto grego de Siros rumo a Haifa, foi revistado por equipe antibombas e tinha 940 passageiros e 597 tripulantes a bordo. Segundo a imprensa grega, o capitão recebeu o alerta diretamente por rádio, afirmando que um artefato explosivo estava colocado no casco do navio abaixo da linha d’água; a primeira busca não achou objetos suspeitos, e uma segunda inspeção, mais minuciosa, da unidade de missões submarinas da Guarda Costeira era esperada.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, afirmou nesta terça-feira que a Polônia impediu o que pareceu ser uma tentativa de provocação na fronteira com o exclave russo de Kaliningrado durante a madrugada. Segundo ele, “pessoas com lanternas” foram vistas na área e a guarda de fronteira o informou, logo depois da meia-noite, de uma “movimentação perturbadora” na fronteira polaco-russa; os guardas evitaram qualquer incidente. Polícia, Exército, guarda de fronteira e serviços de inteligência reforçaram a segurança nas fronteiras com a Rússia e Belarus, inclusive perto de Kaliningrado, e unidades antiterrorismo foram enviadas ao nordeste do país depois de informações “mais precisas” de que atos de sabotagem, incluindo uma possível incursão de “pessoas armadas”, eram possíveis na primeira metade de novembro. Tusk disse que não é possível confirmar com plena certeza que o episódio foi uma tentativa de provocação e que a escalada russa deve continuar, sem se limitar a esse incidente. Na região da Vármia-Masúria, os serviços poloneses intervieram perto de Sępopol, onde ninguém cruzou para território polonês e as pessoas observadas recuaram para dentro de Kaliningrado, conforme relato da RMF24 reproduzido pelo United24 Media.
O Tribunal Constitucional da Polônia anunciou em 30 de outubro a suspensão por um mês de seu presidente, Bogdan Święczkowski, e do vice-presidente, Bartłomiej Sochański, em ordem assinada pela juíza Anna Korwin-Piotrowska.
O presidente Karol Nawrocki interrompeu a viagem ao Senegal, voltou a Varsóvia e disse aos juízes presentes que eles “não são juízes do Tribunal Constitucional”. Święczkowski havia sido suspenso depois de recusar a posse de um novo membro indicado por Donald Tusk e aprovado pelo Parlamento, episódio que a CNN descreve como capítulo do embate entre o primeiro-ministro pró-Europa e o presidente pró-Trump.
O primeiro-ministro afirmou em 31 de outubro que a reforma foi “bloqueada pelo presidente e pelo PiS” e que “em certas questões não pode haver compromisso”.
Quatro aviões pousaram em segurança depois de ameaças de bomba em diferentes rotas europeias nesta terça-feira, entre eles dois voos com destino a Varsóvia e um da Scandinavian Airlines que partiu de Copenhague. Oficiais poloneses disseram ter recebido ameaças envolvendo dois voos com destino a Varsóvia, mas os aviões pousaram em segurança e nenhum explosivo foi encontrado. Um avião da Ryanair vindo de Manchester fez pouso de emergência em Murcia, no sul da Espanha, e nenhum explosivo foi encontrado; um quarto voo, procedente de Israel, foi forçado a pousar em Sófia, na Bulgária. O voo da Scandinavian Airlines pousou no aeroporto Chopin, em Varsóvia, onde passou por inspeção de segurança que não encontrou artefatos explosivos, e o aeroporto fechou uma pista de pouso, mas seguiu operando. O Times of Israel tratou as ocorrências como ameaças falsas que forçaram o fechamento temporário de um aeroporto.
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, afirmou nesta terça-feira que o país impediu o que parecia ser uma tentativa de provocação na fronteira com o enclave russo de Kaliningrado durante a madrugada. Tusk deu poucos detalhes, mas disse que “pessoas com lanternas” foram observadas na área de fronteira e que os guardas poloneses evitaram qualquer incidente. Segundo o primeiro-ministro, reforços policiais e militares, incluindo unidades antiterrorismo, foram enviados às regiões de fronteira do nordeste do país depois que as autoridades receberam informações “mais precisas” de que atos de sabotagem, entre eles uma possível incursão de “pessoas armadas”, eram possíveis na primeira metade de novembro. Membros da unidade de operações especiais GROM foram enviados à fronteira com Kaliningrado para participar de operação policial de prevenção de “atos de sabotagem planejados”, segundo a agência estatal russa TASS, anúncio que Tusk fez antes de uma reunião de gabinete. O primeiro-ministro afirmou que não é possível confirmar com plena certeza que o incidente tenha sido uma tentativa de provocação e disse que a escalada da Rússia deve continuar e dificilmente se limitará a esse episódio.
O aeroporto de Varsóvia-Modlin retomou as operações nesta terça-feira depois que um Boeing 737 Max procedente de Londres pousou às 10h01 e os passageiros desembarcaram, e duas aeronaves que chegaram de Londres e Copenhague eram inspecionadas por ameaças de bomba separadas. Um segundo voo, da SAS, vindo de Copenhague e também com destino ao aeroporto Chopin, recebeu uma ameaça e pousou conforme previsto. As ameaças ocorrem um dia depois de um voo da Wizz Air de Londres-Luton fazer pouso de emergência em Budapeste, escoltado por um caça húngaro.
O aeroporto de Varsóvia-Modlin está fechado sem previsão de reabertura nesta terça-feira, após o pouso não programado de um avião vindo de Londres por informação de artefato explosivo a bordo, informou o aeroporto em comunicado. Os serviços de segurança verificavam a ameaça relatada, acrescentou a nota.
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, prometeu no sábado garantir que o Tribunal Constitucional do país funcione em conformidade com a lei, depois que o presidente Karol Nawrocki acusou o governo de tomar o controle da corte à força, em uma disputa política crescente sobre o Judiciário, segundo a CGTN.
Quase 3 mil militares de 12 países europeus participam neste mês na Polônia do exercício Koalicja, de 9 a 22 de novembro de 2026, segundo a BBC, um ensaio liderado por Reino Unido e França sobre como deslocar, proteger e suprir uma força multinacional na Ucrânia em caso de acordo de paz.
A chamada Coalizão dos Dispostos faz em 9 de novembro de 2026 seu primeiro exercício militar de grande escala na Polônia, em Nowa Deba, no sudeste do país, com cerca de 2.800 soldados de 10 países na região de fronteira com a Ucrânia. O exercício Koalicja vai até 22 de novembro. França e Reino Unido são os principais contribuintes, ao lado de Estônia, Lituânia, Alemanha, Países Baixos, Espanha, Suécia e Bélgica. A aliança, liderada por França e Reino Unido, reúne 36 países e não inclui os Estados Unidos.
O presidente da Polônia, Karol Nawrocki, realizou consultas de crise com líderes políticos enquanto se aprofunda a disputa sobre a independência do tribunal constitucional do país. Representantes de partidos nacionalistas, de extrema direita e de parte da coalizão governista participaram das conversas no palácio presidencial no sábado, enquanto o partido centrista do primeiro-ministro Donald Tusk, a Coalizão Cívica, não compareceu. Tusk mobilizou a polícia de choque para empossar seus juízes no tribunal.
A crise política entre o governo centrista do primeiro-ministro Donald Tusk e a oposição, que se arrasta desde o retorno dele ao poder em 2023, avançou na sexta-feira (30 de outubro de 2026) com a intervenção da polícia no Tribunal Constitucional em Varsóvia, segundo o Le Monde. Policiais antimotim foram mobilizados em grande número para bloquear o acesso ao tribunal, e o ministro da Justiça abriu um processo para levantar a imunidade do presidente da corte. No sábado, a Comissão Europeia exortou o chefe de Estado a validar a nomeação dos novos juízes.
A Comissão Europeia afirmou que cabe às autoridades polonesas garantir que o Tribunal Constitucional possa funcionar de acordo com a Constituição polonesa e com a jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE).
A Comissão disse que a nomeação de oito novos membros do Tribunal Constitucional está dentro do poder constitucional do Sejm, o Parlamento polonês, e citou medidas cautelares da Corte Europeia de Direitos Humanos de 5 de maio de 2026.
O primeiro-ministro Donald Tusk afirmou que restaurar a calma não pode significar aceitar a ilegalidade ou a violência, e prometeu restabelecer as condições para uma justiça independente e para o Estado de direito.
O presidente da Polônia, Karol Nawrocki, reuniu neste sábado no palácio presidencial representantes de partidos nacionalistas, de extrema direita e de parte da coalizão de governo, em meio ao impasse em torno do Tribunal Constitucional; o partido do primeiro-ministro Donald Tusk, a Coalizão Cívica, não compareceu, segundo a Al Jazeera. Em discurso na noite de sábado, Tusk acusou líderes da oposição nacionalista conservadora de querer “destruir a democracia e o Estado de direito”. Em pronunciamento televisionado, ele disse estar certo de que o Tribunal Constitucional “vai funcionar como deve”, de forma independente dele e conforme a Constituição, segundo a Reuters.
A polícia de choque foi mobilizada diante do Tribunal Constitucional da Polônia enquanto a disputa sobre quem deve ocupar a corte virava confronto entre o governo do primeiro-ministro Donald Tusk e a oposição nacionalista, segundo a Al Jazeera.
Na noite de sexta-feira, centenas de manifestantes se reuniram diante do prédio, em Varsóvia, depois que juízes eleitos pela atual maioria parlamentar anunciaram a suspensão do presidente do tribunal, Bogdan Swieczkowski, e de seu vice, Bartlomiej Sochanski.
A polícia protege o Tribunal Constitucional enquanto os protestos eclodem pela suspensão do chefe da corte, segundo a AP News.
A polícia de choque foi mobilizada no Tribunal Constitucional da Polônia em meio a um impasse crescente entre o governo e os principais juízes da corte, segundo a BBC. Na sexta-feira, a polícia cercou o tribunal e deteve três pessoas depois que manifestantes romperam a cerca e atiraram objetos contra os agentes, informou a Associated Press (AP). O site da corte publicou a suspensão do seu presidente, Bogdan Święczkowski, por volta das 18h locais e saiu do ar logo depois, e a AP afirmou não ter podido verificar de forma independente as razões oficiais da medida. O presidente Karol Nawrocki, que voava para o Senegal, disse ter mandado o avião voltar: “Num momento como este, o presidente tem de estar na Polônia. Estou interrompendo meu voo ao Senegal. Estou voltando”, escreveu no X. Já o primeiro-ministro Donald Tusk afirmou que “restaurar o Estado de direito é nossa obrigação”.
O presidente da Polônia, Karol Nawrocki, convocou consultas de emergência com representantes de grupos parlamentares por causa do conflito em torno do Tribunal Constitucional, segundo a agência TASS. O chefe do gabinete presidencial leu a declaração em que Nawrocki justificou a convocação por uma ameaça à segurança interna do país e afirmou que as consultas buscam estabilizar a situação política e restaurar a ordem constitucional.
O presidente da Polônia, Karol Nawrocki, entrou no prédio do Tribunal Constitucional na madrugada de sábado, acompanhado de Zbigniew Kapinski, segundo o chefe de gabinete, Pawel Szefernaker. A polícia afirmou ter prendido três pessoas que tentaram entrar no complexo da corte.
O chanceler da Polônia, Radoslaw Sikorski, pediu nesta sexta-feira um cessar-fogo rápido no Mar Negro que permita a passagem segura de embarques de grãos da Ucrânia e da Rússia. “Falei em favor de fazer algo rapidamente porque o povo do Sul Global precisa desse grão”, disse a repórteres durante a reunião de dois dias de chanceleres do G20 (Grupo das 20 maiores economias) em Atlanta.
O presidente da Polônia, Karol Nawrocki, interrompeu a viagem ao Senegal e voltou a Varsóvia depois que o Tribunal Constitucional informou em seu site que o presidente da corte havia sido suspenso, e juntou-se a manifestantes que enfrentavam a polícia diante do tribunal. A corte informou que sua juíza mais antiga, Anna Korwin-Piotrowska, suspendeu o presidente Bogdan Swieczkowski e assumiu a chefia do tribunal, segundo o Hindustan Times.
Policiais entraram nas dependências do Tribunal Constitucional da Polônia nesta sexta-feira, depois que manifestantes se reuniram em Varsóvia para protestar contra a suspensão do presidente da corte, Bogdan Swieczkowski. A polícia disse que houve incidentes do lado de fora, com objetos arremetidos contra os agentes, e que três pessoas foram detidas. O ministro da Justiça, Waldemar Zurek, pediu a quebra da imunidade de Swieczkowski e de seu vice, por impedirem juízes eleitos pela maioria parlamentar de assumir suas funções. O primeiro-ministro Donald Tusk escreveu na rede X que restaurar o Estado de direito é dever do governo.
O presidente da Polônia, Karol Nawrocki, interrompeu nesta sexta-feira o voo ao Senegal e anunciou o retorno ao país depois que a polícia entrou nas instalações do Tribunal Constitucional e seu presidente foi suspenso, segundo a TRT World.
A polícia afirmou que os agentes entraram no tribunal após incidentes do lado de fora, entre eles o arremesso de objetos perigosos contra policiais. O tribunal informou em seu site que o presidente Bogdan Swieczkowski foi suspenso na sexta-feira.
A disputa em torno do Tribunal Constitucional se arrasta e paralisa efetivamente a instituição: no início do ano, Nawrocki, aliado do antigo governo nacionalista, recusou empossar três dos seis juízes indicados pelo parlamento.
Milhares de pessoas protestaram em mais de 20 cidades da Polônia pelo acesso ao aborto gratuito e legal, segundo a Al Jazeera. Os atos ocorrem dias após o parlamento aprovar dois projetos que aliviam restrições, mas que devem ser vetados pelo presidente conservador Karol Nawrocki, ainda segundo a Al Jazeera.
O conselho regional de Lviv decidiu na terça-feira organizar eventos culturais, memoriais, científicos e de mídia, além de exposições e comícios nacional-patrióticos, para marcar os 120 anos do nascimento de Roman Shukhevych e os 85 anos da criação do grupo militante que, segundo a RT, cometeu assassinatos em massa de poloneses étnicos, judeus e russos. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, classificou a decisão como “tática suicida” para a Ucrânia, o ministro da Defesa, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, a chamou de “inaceitável”, e o chanceler Radoslaw Sikorski pediu que o principal patrocinador da resolução, o deputado regional Svyatoslav Sheremet, entre na lista de banimento de viagem da Polônia, segundo a RT.
O aeroporto internacional de Rzeszów, na Polônia, perto da fronteira com a Ucrânia, foi fechado para pousos e decolagens a pedido dos militares, segundo uma fonte do serviço de controle de tráfego aéreo da Região de Informação de Voo de Varsóvia ouvida pela TASS. A fonte disse que o fechamento se deve a “operações de aviação militar não programadas” voltadas a garantir a segurança do país, e não deu mais detalhes.
A Polônia afirma que dois cidadãos turcos foram presos na Alemanha por suspeita de incendiar uma estação da Starlink na Polônia. Segundo a Deutsche Welle (DW), os dois turcos foram detidos pela polícia alemã a pedido dos serviços poloneses, e o primeiro-ministro Donald Tusk chamou o incêndio de ato de “guerra híbrida”. O ministro de Serviços Especiais, Tomasz Siemoniak, disse não ter absolutamente nenhuma dúvida de que os serviços russos estavam por trás do incêndio do mês passado na estação em Wola Krobowska, e os dois aguardam transferência à Polônia sob mandado de prisão europeu.
A Polônia deteve no domingo um homem acusado de planejar assassinar o premiê Donald Tusk e o vice-premiê e ministro da Defesa Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, após reunião de emergência dos serviços de segurança sobre um possível ataque contra os dois, segundo a DW, com Tusk confirmando a prisão e elogiando a ação “rápida e decisiva” da polícia. O Le Monde atribui a tentativa à extrema direita no título da matéria de 12/10.
A polícia da Polônia informou no domingo ter recebido informação sobre um possível plano de ataque contra o primeiro-ministro Donald Tusk e o ministro da Defesa, Władysław Kosiniak-Kamysz, segundo a Associated Press. Serviços de segurança, polícia e representantes do Ministério do Interior tinham reunião de emergência marcada para as 11h de domingo (9h GMT).
A Suécia vai enviar sistemas de defesa antimísseis Patriot ao leste da Polônia para ajudar a proteger o centro logístico da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) que abastece a Ucrânia com armas, disse nesta terça-feira o primeiro-ministro Ulf Kristersson, segundo a Reuters.
A Polônia pode pagar até 17 bilhões de zlotys (US$ 4,4 bilhões) por uma base militar permanente dos Estados Unidos em seu território, segundo o Escritório de Segurança Nacional da Presidência (BBN), noticiado pela RT. As conversas em curso com Washington preveem uma instalação que abrigaria 5 mil soldados. O valor de até 17 bilhões de zlotys e a possibilidade de abertura já em 2029 foram relatados pelo jornal Rzeczpospolita, segundo a Bloomberg, em texto republicado pelo Yahoo Finance.
A Polônia interrompeu o registro de pedidos de asilo na fronteira com Belarus em março de 2025 e mantém a medida há 18 meses, informa a Associated Press. Varsóvia pede que a União Europeia (UE) autorize suspensões temporárias de pedidos de asilo em casos de migração “instrumentalizada”, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou em 16 de setembro uma proposta de quadro europeu de resposta a migração “planejada e armada”, acrescenta a Associated Press.
A Polônia quer ter cerca de 15 mil soldados americanos em seu território até 2039, entre permanentes e em rotação, disse o vice-ministro da Defesa, Stanisław Wziątek, à rádio RMF FM. Segundo ele, o alvo inclui cerca de 10 mil militares em regime de rotação e de 3.500 a 5.000 estacionados em caráter permanente; Wziątek afirmou que a base deve ficar no oeste do país e que a decisão final sobre o local cabe aos americanos. Hoje a Polônia abriga entre 6,5 mil e 7 mil militares americanos, segundo a Euractiv, e apresentou em junho a proposta formal de uma base permanente, depois de Washington anunciar a retirada de 5 mil soldados da Alemanha.