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A crise no Tribunal Constitucional da Polônia veio à tona na sexta-feira, quando o primeiro-ministro Donald Tusk agiu para reformar a corte, cujo presidente foi indicado pelo governo anterior, do partido de extrema direita Lei e Justiça (PiS).

O presidente do Tribunal, Bogdan Święczkowski, foi suspenso depois de impedir a posse de um novo membro indicado por Tusk e aprovado pelo Parlamento. O presidente do país, Karol Nawrocki, classificou a destituição de “tomada à força de um órgão constitucional”, abandonou uma viagem à África e voltou direto para o Tribunal, em Varsóvia. Nesta terça-feira, os oito juízes apoiados pela coalizão de Tusk planejavam se reunir para aprovar o orçamento do Tribunal e avaliar processos disciplinares contra Święczkowski e seu vice, Bartłomiej Sochański. A eleição parlamentar está prevista para o ano que vem, com o ordenamento constitucional e a direção da integração europeia no centro da disputa.

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