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Tema: Marrocos

Matérias e notas em que Marrocos é ator central.

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A Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO) encerrou suas operações e iniciou em 1º de novembro o período de liquidação, após o Conselho de Segurança não renovar seu mandato. A liquidação prevê a repatriação de cerca de 160 observadores militares, a redução de 180 civis e pessoal afiliado e o fechamento de cerca de 13 instalações, segundo Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU. O mandato expirou depois de a Rússia vetar um projeto de resolução americano; o texto, apoiado por 11 dos 15 membros do Conselho, estendia a missão por um ano e colocava o plano de autonomia marroquino no centro da solução. Marrocos comemorou nesta sexta-feira o 51º aniversário da Marcha Verde, a mobilização de 1975 para o então Saara Ocidental sob controle espanhol, enquanto a missão de paz da ONU se desmonta. O palácio real marroquino classificou a missão como fracasso na fiscalização do cessar-fogo, enquanto a Frente Polisário e a Argélia lamentaram a não renovação do mandato.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou a resolução dos Estados Unidos (EUA) para renovar a Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO): a proposta norte-americana teve 11 votos a favor, o veto da Rússia e três abstenções, e a contraproposta russa, que estenderia o mandato até 31 de outubro de 2027, teve três votos a favor e o veto norte-americano. O texto dos EUA estenderia o mandato por um ano, retiraria a palavra “referendo” do nome da missão e faria do plano de autonomia marroquino a única base das negociações, segundo a Reuters, em texto republicado pelo U.S. News. A ONU já começou a liquidar sua operação na cidade de Laayoune, entregando os ativos ao Marrocos. O principal diplomata da Frente Polisario disse que o grupo via a missão como ineficaz na melhor hipótese e cúmplice do Marrocos na pior. A MINURSO foi criada em 1991 para monitorar o cessar-fogo entre Marrocos e a Polisario e preparar um referendo, que nunca ocorreu; o cessar-fogo ruiu em 2020.

A Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO) entrou em processo de liquidação depois que o mandato expirou à meia-noite de sábado, sem acordo no Conselho de Segurança sobre seu futuro na sexta-feira anterior. No domingo começou o período de liquidação, com uma equipe menor reportando ao Departamento de Apoio Operacional para devolver ativos aos países que enviam tropas e descartar equipamento. A Rússia vetou a resolução dos Estados Unidos, que tinha apoio de 11 dos 15 membros do Conselho, entre eles França e Reino Unido. O texto americano estenderia a missão por um ano, retiraria a palavra “referendo” do nome e transformaria a proposta de autonomia de Marrocos na única base das negociações; o Conselho derrotou em seguida a resolução russa concorrente. Quando o mandato terminou, a missão tinha sede em Laayoune, nove bases e um escritório de ligação em Tindouf. O secretário-geral, António Guterres, afirmou que a saída da missão “não ab-roga” o direito inalienável do povo saaraui à autodeterminação.

O mandato da Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO) expirou à meia-noite de sábado, depois que o Conselho de Segurança não conseguiu acordo na sexta-feira: um projeto dos Estados Unidos foi vetado pela Rússia e um texto russo rival não alcançou os nove votos necessários. O secretário-geral, António Guterres, afirmou que a saída da missão “não anula” o “direito inalienável à autodeterminação” do povo saaraui, em comunicado lido por seu porta-voz. A Rússia vetou o projeto americano apesar do apoio de 11 dos 15 membros do Conselho, entre eles França e Reino Unido; o texto dos EUA estendia a missão por um ano, retirava a palavra “referendo” do nome da missão e tornava a proposta de autonomia marroquina a única base das negociações seguintes. Quando o mandato terminou, a missão tinha sede em Laayoune, nove bases – quatro a oeste do muro de areia e cinco a leste – e um escritório de ligação em Tinduf, com cerca de 200 civis, observadores militares e oficiais de estado-maior de mais de 35 países. O Palácio Real marroquino afirmou que o “compromisso voluntário” de Rabat com o cessar-fogo não muda com o fim da missão, após reunião do rei Mohammed VI com o primeiro-ministro, um conselheiro real e o chefe do Exército — segundo a Reuters, em texto republicado pelo Yahoo News Malaysia. A mesma declaração classificou como “desenvolvimento significativo” o fato de a missão não ter sido renovada, o que retira o tema do Conselho de Segurança. O chanceler Nasser Bourita disse à mídia estatal que o próximo passo de Rabat será retirar o Saara Ocidental do comitê de descolonização da ONU, alegando apoio de dois terços dos Estados-membros.

A Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (Minurso) encerrou as operações em 1º de novembro de 2026, após 35 anos, e entrou em período de liquidação, depois de o mandato expirar em 31 de outubro sem que o Conselho de Segurança aprovasse nenhum dos dois projetos de resolução. O texto dos Estados Unidos teve 11 votos a favor, 1 veto da Rússia e 3 abstenções, e o alternativo russo, que prorrogava a missão até 31 de outubro de 2027, teve 3 votos a favor, 1 voto contrário dos Estados Unidos e 11 abstenções. O texto estadunidense retirava a palavra referendo do nome da missão e fazia da proposta de autonomia marroquina a única base para novas negociações. A delegação russa disse que ele poderia reverter todo o processo de resolução e classificou o voto como um veto salvador, o chanceler marroquino Nasser Bourita afirmou que o fim da missão não significa o fim do cessar-fogo e a Oxfam alertou que a perda do monitoramento pode minar a estabilidade, com consequências graves para os civis.

A missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Saara Ocidental (MINURSO) encerrou suas operações depois que seu mandato expirou à meia-noite de sábado, e neste domingo, 1º de novembro, começou o período de liquidação do contingente. O secretário-geral, António Guterres, afirmou que a saída da missão “não revoga” o “direito inalienável à autodeterminação” do povo do território e que a ONU segue em busca de uma solução política por meio de seu enviado pessoal, Staffan de Mistura. Ele reconheceu o papel central da MINURSO desde 1991 e prestou homenagem aos 20 integrantes da missão que morreram ao longo de 35 anos no território. Enquanto isso, os refugiados saarauís mantêm a esperança de voltar.

A Rússia vetou na sexta-feira a proposta dos Estados Unidos (EUA) para o Saara Ocidental, apoiada por 11 dos 15 membros do Conselho, incluindo França e Reino Unido, enquanto a contraproposta russa recebeu dois votos a favor, um contra e 11 abstenções, sem alcançar os nove necessários – e o palácio real marroquino saudou o resultado, disse que pessoal e equipamento da Organização das Nações Unidas (ONU) devem deixar o território e que o tema deve sair da pauta do Conselho, mantendo o cessar-fogo, segundo a Al Jazeera.

A rivalidade entre Argélia e Marrocos se projeta mais ao sul, para o Sahel, aponta o Middle East Eye. Na região, o Mali, o Burquina Fasso e o Níger, unidos na Aliança dos Estados do Sahel (AES), tentam diversificar seus parceiros enquanto se afastam de vários de seus antigos aliados ocidentais, segundo o veículo.

A Rússia vetou na sexta-feira a resolução apoiada pelos Estados Unidos (EUA) sobre o Saara Ocidental, que tinha o apoio de 11 dos 15 membros do Conselho de Segurança, segundo o Al Jazeera. A proposta rival russa não alcançou os nove votos necessários para ser adotada. O mandato da Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO) vence neste sábado se o conselho não chegar a um acordo de última hora. O texto americano afirmaria que a autonomia genuína sob soberania marroquina é “a única solução viável para negociar uma solução mutuamente aceitável”, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo U.S. News.

Rússia e Estados Unidos vetaram mutuamente as resoluções rivais sobre o Saara Ocidental no Conselho de Segurança nesta sexta-feira, deixando a missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) sem renovação um dia antes do fim do mandato, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Star. O texto americano consolidaria o plano de autonomia do Marrocos como única base das negociações e reduziria o componente militar da missão. A resolução russa, que prorrogava o mandato por um ano sem mudanças, foi vetada pelos Estados Unidos.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que o Marrocos batizou com o seu nome a rodovia entre Tiznit e Dakhla, de 1.055 km, em operação desde janeiro após uma década de obras; Rabat não se pronunciou sobre a homenagem, segundo a Al Jazeera. A estrada liga o sul do Marrocos à Mauritânia e atravessa o Saara Ocidental, território que a ONU classifica como não autônomo, que Rabat chama de províncias do Sul e que é disputado pela Frente Polisario, segundo o Le Monde.

Até 500 militares marroquinos passaram por treinamento no Marrocos para integrar a Força Internacional de Estabilização em Gaza, disse um oficial do Conselho de Paz ao Times of Israel nesta segunda-feira. Segundo o oficial, o treinamento começou no fim de agosto e foi conduzido pela força liderada pelos Estados Unidos, que ele não pôde confirmar estar totalmente concluído. O Marrocos se comprometeu em fevereiro a enviar policiais e militares para a Gaza do pós-guerra, tornando-se o primeiro país árabe a fazê-lo publicamente, e seria o primeiro a deslocar pessoal, à frente de Albânia, Cazaquistão e Kosovo, segundo o jornal.

O rei Felipe VI e a rainha Letizia visitam Ceuta meses depois de mais de 70 mil migrantes terem chegado vindos do Marrocos, informou a France 24. A visita dividiu os moradores e pode reacender tensões diplomáticas com o Marrocos, que reivindica a soberania sobre Ceuta e Melilla.

Oito fabricantes israelenses de armas, incluindo as três gigantes Israel Aerospace Industries (IAI), Elbit Systems e Rafael, participam pela primeira vez do Marrakech Air Show de 2026, segundo o Middle East Eye. Marrocos e Israel formalizaram laços em 2020 sob um acordo de normalização mediado pelos Estados Unidos (EUA), em troca do reconhecimento por Washington da reivindicação marroquina sobre o Saara Ocidental. Centenas de pessoas protestaram em frente ao Parlamento, em Rabat, contra o aprofundamento dos laços com Israel no primeiro dia da feira.

O rei de Marrocos nomeou na terça-feira a prefeita de Marraquexe, Fatima Ezzahra El Mansouri, como a primeira mulher primeira-ministra do país, após a vitória do partido dela, o Partido da Autenticidade e Modernidade (PAM), de centro-direita, nas eleições parlamentares da semana passada. O PAM conquistou 97 das 395 cadeiras da Câmara dos Representantes – 31 a mais que o segundo colocado, segundo o Dawn. “Pela primeira vez na história do nosso país, uma mulher assume a responsabilidade de chefiar o governo”, afirmou El Mansouri.

Protestos pró-Palestina se espalharam por cidades marroquinas pedindo o fim da normalização diplomática com Israel, à medida que Rabat aprofunda os laços com Tel Aviv, segundo a Al Jazeera. Os atos seguiram o anúncio de 16 de setembro de que Marrocos e Israel elevariam as missões a embaixadas plenas e indicariam embaixadores. Em Tânger, as autoridades baniram o ato previsto para 27 de setembro e as forças de segurança dispersaram centenas de manifestantes, com mais de 12 detidos, segundo o veículo, citando fontes próprias.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, discutiu com o chanceler de Marrocos, Nasser Bourita, o desenvolvimento das relações bilaterais e a resolução de crises na região com base na Carta da ONU, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia. O encontro ocorreu em Nova York, durante a semana de alto nível da Assembleia Geral da ONU. Os dois ministros reafirmaram a manutenção da coordenação em política externa sobre temas urgentes da agenda regional, inclusive para resolver a questão do Saara Ocidental e outros conflitos em curso por meios político-diplomáticos.

Marrocos vota nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, para eleger os 395 assentos da Câmara dos Representantes, na 12ª eleição legislativa desde a independência, com 28 partidos e duas listas de candidatos independentes na disputa, segundo o portal oficial do governo Maroc.ma. O eleitorado registrado é de 15.801.162 pessoas, das quais 55% vivem em áreas urbanas e 46% são mulheres, ainda segundo o portal. As urnas abrem às 8h e fecham às 19h no horário local, e os resultados preliminares costumam sair no dia seguinte, segundo a Reuters. A France 24 registra que a votação ocorre depois de uma corrida de migrantes para o enclave espanhol de Ceuta e num momento de desencanto dos jovens com a política, e que o comparecimento será lido como termômetro da confiança nas instituições eleitas.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, atribuiu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, a uma falha do controle de fronteira de Marrocos a entrada em massa de migrantes na cidade autônoma espanhola de Ceuta, no norte da África. Ele disse que a Espanha investiga o que ocorreu em julho e que pediu ao governo marroquino “ações e também respostas, porque também está claro que o seu controle de fronteira falhou”, em entrevista à emissora norte-americana CNN em Nova York, segundo a Agence France-Presse (AFP) e o Le Monde. Mais de 70 mil migrantes entraram em Ceuta em 30 e 31 de julho de 2026, numa corrida sem precedentes que deixou mortos, segundo a AFP. A maior parte retornou a Marrocos nas horas seguintes; alguns milhares permaneceram no enclave, onde a situação se deteriorou, com episódios de violência e manifestações quase diárias de moradores. Um relatório da polícia espanhola ao qual a agência teve acesso afirma que o número de policiais marroquinos em torno da passagem de fronteira era “claramente menor que o habitual” e que os agentes “não fizeram nenhuma tentativa séria” de conter a onda, com base em imagens de satélite, vídeos de fontes abertas e depoimentos de migrantes. Em 3 de setembro de 2026, ao falar ao Parlamento, Sánchez já havia dito que Madri precisava pedir a Marrocos “explicações e mudanças” para evitar uma repetição, e afirmado que não havia “prova sólida” de que o país tivesse organizado a entrada em massa, segundo a AFP e o Le Monde.

Marrocos vota nesta quarta-feira a primeira eleição parlamentar desde os protestos liderados por jovens que tomaram as ruas do país no fim de 2025, com 7.288 candidatos de 27 partidos disputando as 395 cadeiras da Câmara dos Representantes, segundo a Africanews e a Al Jazeera. O primeiro-ministro Aziz Akhannouch, do partido Reunião Nacional dos Independentes (RNI), eleito em 2021, tenta seguir no cargo. O movimento Gen Z 212, que usa o código telefônico do país no nome, nasceu no Discord depois da morte de oito mulheres numa maternidade pública de Agadir e passou a cobrar que o orçamento fosse para hospitais e escolas, criticando os estádios erguidos para a Copa do Mundo de 2030; a renúncia de Akhannouch não veio, e o governo respondeu com mais gastos em saúde e educação e incentivos a candidaturas de jovens, segundo o Middle East Eye e o Washington Institute. Jovens de 18 a 24 anos são cerca de 12% da população e apenas 4% dos 15,8 milhões de eleitores registrados, segundo a Africanews. Em julho, cerca de 72 mil marroquinos entraram no enclave espanhol de Ceuta, segundo o Middle East Eye; Rabat nega ter organizado a onda de travessias.

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