O Departamento de Estado dos Estados Unidos (EUA) sancionou na quinta-feira oito entidades e dois indivíduos e identificou cinco navios como propriedade bloqueada, entre elas duas empresas chinesas, a CEIEC e a Beijing H&C Technologies, acusadas de fornecer componentes e equipamentos às forças armadas cubanas. O Ministério do Comércio da China declarou no sábado que se opõe firmemente às sanções unilaterais dos EUA a empresas chinesas e reserva o direito de tomar “medidas necessárias” para proteger seus interesses. Pequim afirmou que Washington escalou nos últimos dias as sanções e restrições discriminatórias contra a China, prejudicando empresas chinesas e a estabilidade das relações econômicas e comerciais, e disse que as medidas violam o direito internacional e as normas básicas das relações entre países.
O Ministério do Comércio da China afirmou que o país se opõe firmemente às sanções unilaterais dos Estados Unidos contra empresas chinesas, por violarem o direito internacional e normas básicas das relações internacionais. As sanções, anunciadas pelo Departamento de Estado em 5 de novembro, atingiram duas empresas chinesas e, segundo relatos, foram as primeiras dos EUA por motivos ligados a Cuba. O ministério disse que os Estados Unidos escalaram sanções e restrições discriminatórias nos últimos dias e que a China reserva o direito de tomar medidas necessárias para defender seus interesses legítimos.
O Tesouro dos Estados Unidos (EUA) determinou que as sanções previstas na Ordem Executiva 14404 passem a valer para os setores de eletrônica, manufatura, marítimo e tecnologia da economia cubana, com efeito a partir de 5 de novembro. O Departamento de Estado designou 10 alvos, incluindo fornecedores chineses das forças armadas cubanas, e identificou cinco navios associados como propriedade bloqueada. Entre os alvos estão a China National Electronic Import and Export Company e a Beijing & H&C Technologies, acusadas de facilitar armamento e vender equipamentos de vigilância ao governo cubano. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que “a elite governante de Cuba está acumulando os recursos energéticos, de transporte marítimo e tecnológicos da ilha para seu próprio enriquecimento”, deixando o povo cubano entre apagões, escassez e uma economia estagnada.
O governo da China classificou como “sabotagem” as novas sanções dos Estados Unidos a Cuba, anunciadas na quinta-feira, que pela primeira vez incluem duas empresas chinesas. Entre as companhias atingidas estão a CEIEC e a Beijing H&C Technologies, acusadas por Washington de fornecer materiais de defesa e sistemas de segurança à ilha.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, afirmou em entrevista coletiva que a China “se opõe de modo veemente à interferência e à sabotagem dos Estados Unidos na cooperação entre China e Cuba”.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira sanções contra oito entidades e duas pessoas, entre elas as chinesas China National Electronic Import and Export Company e Beijing H&C Technologies, segundo a Associated Press, em texto republicado pelo US News. É a primeira vez que o pacote de sanções contra Cuba inclui duas empresas chinesas, acusadas de fornecer eletrônicos e equipamentos de segurança às forças armadas da ilha. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, disse que Pequim se opõe firmemente à interferência e à sabotagem dos EUA na cooperação China-Cuba, classificou as sanções de ilegais e de exemplo de “jurisdição de longo braço” e ameaçou adotar “todas as medidas necessárias” para proteger as empresas chinesas. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que os fornecedores estrangeiros de Cuba sustentam suas forças armadas e viabilizam a repressão. As medidas bloqueiam bens das empresas sob jurisdição dos EUA e, em geral, proíbem que pessoas norte-americanas negociem com elas.
A jornalista Yoani Sánchez foi liberada e disse que as autoridades a acusaram de “atentado contra a ordem constitucional”. No mesmo dia, Berta Soler, de 63 anos, líder das Damas de Branco, e María Cristina Labrada foram presas, e Sánchez escreveu no X que chegou em casa agradecendo a solidariedade que abriu as grades.
Brasil, México, Uruguai e Nicarágua condenaram o bloqueio econômico, financeiro e comercial dos Estados Unidos contra Cuba na plenária da 30ª Cúpula Ibero-Americana, em Madri, nesta quinta-feira – o chanceler Mauro Vieira rejeitou o corte do fornecimento de energia à ilha e disse que a era dos protetorados já passou, enquanto o chanceler cubano Bruno Rodríguez afirmou que Washington impôs um cerco energético equivalente a um bloqueio naval, com sanções secundárias a quem comercia com a ilha, segundo o Opera Mundi.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos impôs sanções contra empresas dos setores petrolífero e tecnológico cubanos e contra a filha da presidente do conglomerado militar Gaesa, incluindo pela primeira vez duas empresas chinesas do setor eletrônico – CEIEC e Beijing H&C Technologies, que Washington acusa de vender material de defesa e sistemas de segurança a Havana – e atingindo sete empresas, entre elas a operadora de navios-tanque Caroil, registrada no Chipre, a Tentacool, registrada no Panamá, além de Internacional Marítima e Petromarca, em anúncio desta quinta-feira, enquanto o Tesouro emitiu aviso contra qualquer estrangeiro que opere nesses setores da economia cubana.
Yoani Sánchez, diretora do 14ymedio, foi detida por agentes da Segurança do Estado nesta quinta-feira em Havana, ao sair de casa no bairro de Nuevo Vedado para fazer compras, segundo o próprio veículo. A jornalista avisou a redação por mensagem após ser interceptada, e seu paradeiro é desconhecido, segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). A detenção ocorre após o arresto de outros jornalistas em Cuba na mesma semana, liberados horas depois, entre eles Adelth Bonne Gamboa e a freelancer Camila Acosta.
O presidente do Instituto Nacional de Recursos Hidráulicos de Cuba, Antonio Rodríguez, informou que as interrupções nas redes de água afetam 2.681.770 habitantes, dos quais 66% por causas elétricas e 25% por quebras nos equipamentos de bombeamento, segundo a agência EFE, em texto republicado pelo site paraguaio ABC Color.
O presidente Miguel Díaz-Canel classificou o problema do abastecimento de água como “grave e complexo” e disse que os investimentos de grande porte para resolvê-lo exigem tempo, enquanto se atua sobre as dificuldades imediatas.
As províncias mais afetadas são Havana, com cerca de 536 mil habitantes com problemas de abastecimento, e Santiago de Cuba, Holguín, Matanzas, Artemisa e Pinar, com cerca de 200 mil cada.
Díaz-Canel atribuiu o problema a causas objetivas – bloqueio dos Estados Unidos, crise energética, redes envelhecidas – e também à “negligência, indolência e falta de coordenação” das autoridades.
O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, afirmou que o governo cubano avalia como real o risco de uma invasão da ilha pelos Estados Unidos (EUA), segundo a Opera Mundi. O diplomata disse que o povo cubano se prepara hoje para uma invasão real dos EUA e que o governo e o povo cubanos não podem ignorar as pretensões dos EUA de invadir Cuba.
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu pelo 34º ano consecutivo o fim do embargo econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos a Cuba, em votação na quarta-feira, com o menor apoio em duas décadas. O texto passou por 130 votos a favor, 17 contra e 25 abstenções; no ano anterior, foram 165 a 7, com 12 abstenções. A Índia votou a favor da resolução, segundo o The Hindu.
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou por 130 votos a 17, com 25 abstenções, na quarta-feira, uma resolução que pede o fim do embargo econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos (EUA) contra Cuba, segundo o Hindustan Times. A Índia votou a favor e disse esperar que o embargo seja suspenso o quanto antes, para que os cubanos possam participar mais plenamente da cooperação internacional, segundo o mesmo veículo.
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta quarta-feira uma resolução que pede o fim do embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba, com 130 votos favoráveis, 17 contrários e 25 abstenções, segundo a Opera Mundi. Em 2025, o texto teve 165 votos a favor, sete contra e 12 abstenções; o maior respaldo havia sido em 2017, quando 191 países apoiaram a resolução. O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Cairo, disse que o aumento de votos contrários e de abstenções não deve ser lido como perda de apoio ao país, segundo o Brasil de Fato.
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) vota nesta quarta-feira (28) a resolução que pede o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos a Cuba, a 34ª vez que o texto é analisado desde 1992, segundo o Brasil de Fato. No ano passado, a resolução foi aprovada com 165 votos a favor, 7 contra e 12 abstenções.
O presidente cubano escreveu em suas redes sociais que o apoio majoritário da comunidade internacional a Cuba “ficou evidente na condenação do bloqueio”, segundo o Opera Mundi.
O governo de Cuba decidiu cancelar a mudança de horário prevista e manter o horário de verão sem interrupção até 7 de novembro de 2027, segundo o CubaHeadlines. O comunicado oficial atribui a decisão à crise elétrica da ilha e à escassez de combustíveis necessários à geração de energia, e aponta o embargo dos Estados Unidos (EUA) como causa, conforme o mesmo veículo.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que o país vai “cuidar de Cuba” na volta do Irã, com uma pequena parada: um navio estadunidense pararia a cerca de 50 jardas da costa, e o secretário de Estado, Marco Rubio, seria enviado para “concluir o acordo”, segundo a Sputnik. Em comício, Trump disse que os navios que voltam do Oriente Médio passariam por Cuba, e que enviaria Rubio para “concluir o serviço”, segundo o Times of India.
Cuba respondeu com deboche ao apelo dos Estados Unidos (EUA) para que cubanos trabalhassem com a Agência Central de Inteligência (CIA), dizendo que o litoral do país tem praias bonitas e também pontas de calcário afiadas como navalhas, um ambiente inóspito para quem chega com propósitos hostis, segundo o Le Monde. O texto menciona a “sede de dominação” dos que tentam alcançar as praias cubanas.
O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, convidou quem quer uma mudança positiva em Cuba a buscar uma parceria discreta com a CIA, segundo o Le Monde. “Para quem quer trazer uma mudança positiva a Cuba: é agora ou nunca”, escreveu. “Diante da decepção com as promessas não cumpridas, a corrupção e o modo de vida privilegiado de um punhado de pessoas, aproveitem esta oportunidade de criar a mudança que desejam por meio de uma parceria discreta com a CIA.” O governo de Donald Trump impôs um bloqueio petrolífero de fato à ilha, editou novas sanções contra empresas e dirigentes cubanos e indiciou o ex-presidente Raúl Castro.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que o país vai cuidar de Cuba depois de lidar com o Irã e que enviaria o secretário de Estado, Marco Rubio, para finalizar o acordo. Em comício na Flórida, segundo o G1, Trump afirmou: “Vamos cuidar de Cuba após o Irã... depois, vamos enviar Marco Rubio para finalizar o acordo”.
O Ministério das Relações Exteriores de Cuba reiterou a rejeição absoluta às acusações dos Estados Unidos sobre suposta participação cubana no conflito na Ucrânia, segundo o Opera Mundi. A chancelaria cubana afirma que Cuba não faz parte do conflito e não tem efetivos militares na Ucrânia nem em nenhum outro país, segundo o Rio Times, e diz ter investigado 17 casos com 49 pessoas desde 2023 e levado 43 pessoas à Justiça em 12 processos por mercenarismo, ainda segundo o Rio Times.
O chanceler cubano Bruno Rodríguez acusou os Estados Unidos de ameaçar países com tarifas, restrições de visto e outras retaliações para mudar votos na resolução anual contra o embargo a Cuba, segundo a Al Jazeera. Rodríguez disse que o secretário de Estado Marco Rubio e o embaixador de Washington na Organização das Nações Unidas (ONU), Mike Waltz, lideram pessoalmente uma campanha que, segundo ele, já dura meses, e que os EUA pediram a países que se abstenham ou faltem à votação. A resolução, não vinculante, deve ser votada em 27 ou 28 de outubro, segundo a Al Jazeera.
O Ministério Público da Flórida, nos Estados Unidos (EUA), conseguiu um mandado de detenção contra o ex-presidente Raúl Castro por conspiração para homicídio em primeiro grau pelo abate, em 1996, de dois aviões de uma organização de exilados, segundo a Rádio e Televisão de Portugal (RTP) – Cuba condenou a medida como “manobra repreensível” dos EUA, segundo o Opera Mundi.
Autoridades policiais cubanas acusaram os Estados Unidos de permitir que terroristas atuem com impunidade em solo estadunidense, citando detalhes da investigação sobre a incursão de fevereiro, segundo o Jerusalem Post. Em 25 de fevereiro, 10 exilados cubanos tentaram entrar na ilha de barco a partir de Florida Keys, armados com cerca de 13 mil munições, 11 fuzis, 15 pistolas, coquetéis molotov, um rádio VHF e equipamento de comunicação por satélite Starlink.
Um tribunal do estado da Flórida, nos Estados Unidos, emitiu um mandado de prisão contra o ex-líder cubano Raúl Castro, de 95 anos, segundo a TASS, que cita a NBC News. Castro responde por quatro acusações de homicídio, duas de destruição de aeronave e conspiração para matar cidadãos dos Estados Unidos.
Pela primeira vez em 20 anos, Cuba não foi mencionada no discurso de um representante da Venezuela na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), segundo o G1. O vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba, Carlos Fernández de Cossío, disse à Bloomberg que a Venezuela é “um país amigo” e que “aliado é uma palavra muito forte”, segundo o G1.
O governo dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira (15) novas medidas coercitivas unilaterais contra Cuba que atingem o Banco Internacional de Comércio de Cuba (Bicsa), uma instituição bancária estatal, aplicadas pelo Departamento do Tesouro, segundo o Brasil de Fato.
Em entrevista à Reuters nesta segunda-feira, o ministro de Energia e Minas de Cuba, Vicente de la O Levy, afirmou que o bloqueio petroleiro dos Estados Unidos (EUA) forçou o país a buscar soluções alternativas próprias, com sol, vento, marés, combustível e cru cubano, e que 144 usinas solares, com capacidade combinada de cerca de 1.418 megawatts, foram instaladas na ilha nos últimos anos, com a China como maior fornecedora de painéis, segundo a Al Jazeera.
Petróleos Mexicanos (Pemex) zerou os envios de combustível a Cuba no terceiro trimestre de 2026, após uma média de 900 barris por dia no primeiro semestre, segundo a TASS, citando o El Universal. Cuba recebia 19.200 barris por dia do México no primeiro semestre de 2024 e 19.600 no mesmo período de 2025, contra 900 em 2026. A queda reflete o esforço para evitar sanções dos Estados Unidos contra quem fornece petróleo a Havana, segundo o El Universal.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos anunciou na sexta-feira a apreensão de dois navios que seguiam para Cuba com milhares de galões de diesel transportados ilegalmente. As apreensões ocorreram em meio ao bloqueio de combustível imposto pelo governo de Donald Trump a Cuba, segundo a ABC News. A Guarda Costeira afirmou ter interceptado duas embarcações com combustível ilegal ao fazer cumprir o bloqueio, segundo o The New York Times.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos afirma ter interceptado o cargueiro Grace, que levava combustível para Cuba. O navio de 91 metros foi parado em 5 de setembro, no mar do Caribe, entre Cuba e o México, sob suspeita de táticas de frota fantasma, segundo a Reuters, em texto republicado pela SRN News. Uma equipe estadunidense abordou o navio e o escoltou ao México, onde uma inspeção da Marinha mexicana confirmou a presença de grandes quantidades de combustível.
A China declarou que apoiará firmemente Cuba na defesa da sua soberania e contra a interferência externa, segundo o South China Morning Post. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, fez o anúncio na segunda-feira, quando Pequim e Havana marcaram 66 anos de relações diplomáticas. A declaração veio depois de o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, dizer que Havana “vai cair”, segundo a RT.
O chanceler cubano Bruno Rodríguez denunciou na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) o bloqueio de petróleo dos Estados Unidos como “ato de punição coletiva”, dizendo que Cuba segue aberta ao diálogo com Washington com base na igualdade soberana e sem precondições, no mesmo sábado em que Donald Trump afirmou na Casa Branca que “Cuba e nós chegaremos a um acordo” e que não acredita que serão necessárias as forças armadas.
O vice-presidente da China, Han Zheng, pediu na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que a soberania e a segurança dos países do Oriente Médio, incluindo o Golfo, sejam respeitadas e exortou o “país relevante” a parar de ameaçar Cuba com a força e a levantar de imediato o bloqueio e as sanções contra a ilha. O discurso não citou os Estados Unidos pelo nome, em contraste com a recepção de Xi Jinping na Casa Branca dias antes.
As delegações do Irã e de Cuba deixaram o plenário da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, durante o discurso de Donald Trump nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, segundo o The Independent e o The Hill. A delegação iraniana começou a se levantar quando o presidente dos Estados Unidos descrevia os seis meses de ataques militares intermitentes contra o Irã, e apenas uma pessoa permaneceu sentada; o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o chanceler Abbas Araghchi estão em Nova York, mas não entraram no plenário para o discurso. A delegação cubana saiu depois de Trump chamar o país de “Estado absolutamente falido”, dizer que ele “está falhando como nunca e vai cair” e afirmar que “a liberdade chegará a Cuba”. O presidente também acusou o governo cubano de fomentar oposição nos Estados Unidos; Washington mantém desde janeiro de 2026 um bloqueio petrolífero que cortou o acesso da ilha ao petróleo venezuelano, e as negociações entre os dois países estão paradas.