O comando da Frente de Guerra Oriental do Exército de Libertação Nacional (ELN) confirmou a captura da subtenente María Camila Pantoja Hernández no departamento de Arauca, no leste da Colômbia. Em comunicado, o grupo afirmou que a oficial “está bem e seus direitos serão respeitados” e pediu que as Forças Armadas não tentem um resgate que ponha sua vida em risco. O ELN não apresentou reivindicações pela captura. Segundo a 18ª Brigada do Exército, a oficial fazia patrulhamento em Saravena quando foi abordada por dois homens armados em uma motocicleta. O presidente Abelardo de la Espriella afirmou que ordenou o desdobramento de todas as capacidades do Exército Nacional, da Marinha, da Força Aérea Colombiana e da Polícia Nacional para encontrar a oficial e garantir seu retorno sã e salva.
Os delegados de paz do Exército de Libertação Nacional (ELN), Silvana Guerrero e Gustavo Martínez, estão vivos e não estavam nos acampamentos atingidos em Apure, na fronteira com a Colômbia, embora a Caracol tivesse noticiado que teriam morrido no bombardeio, segundo fontes no território citadas pelo meio Al Carajo. Ao menos 19 pessoas morreram no ataque do Exército venezuelano a um acampamento do ELN no lado venezuelano da fronteira, segundo a AFP.
O juiz federal mexicano Luis Benítez Alcántara foi preso no domingo na Colômbia e responde a uma denúncia de nove acusações de cumplicidade posterior ao fato, e autoridades dos Estados Unidos vão pedir sua extradição. Em 2024, ele conduzia no México o processo de extradição do canadense Andrew Clark, acusado nos Estados Unidos de integrar um grupo de tráfico de drogas que movimentava bilhões de dólares, supostamente comandado pelo ex-snowboarder olímpico canadense Ryan Wedding.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos afirma que Benítez recebeu o pagamento integral de US$ 2 milhões em suborno em 24 de fevereiro de 2025 e, no mesmo dia, concedeu fiança e ordenou a soltura de Clark. Dias depois, Clark foi preso novamente e removido para os Estados Unidos, onde responde por tráfico de drogas e homicídio.
O juiz é acusado de liberar Clark da custódia depois de aceitar os pagamentos. O procurador-geral dos Estados Unidos, Todd Blanche, disse que agentes públicos corruptos, onde quer que estejam, que ajudem traficantes que atuam no país responderão perante a Justiça norte-americana.
Um ataque a uma base militar no sul da Colômbia matou quatro civis, entre eles um bebê de dois meses, afirmou nesta segunda-feira o presidente Abelardo de la Espriella. O levantamento preliminar do atentado em Planadas registrou quatro mortos, incluindo a criança.
As Forças Armadas da Venezuela bombardearam um acampamento do Exército de Libertação Nacional (ELN) no estado fronteiriço de Apure, deixando pelo menos 19 mortos, segundo a TRT World, citando a ONG FundaRedes e fontes próximas à operação. O coordenador da FundaRedes, Juan Francisco Garcia, disse à Agence France-Presse (AFP) que nove corpos chegaram a San Fernando e outros dez foram transferidos depois.
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, ordenou nesta quinta-feira a militarização temporária de Cúcuta, na fronteira com a Venezuela, diante da onda de violência e assassinatos cometidos por grupos ilegais, cidade que foi cenário nos últimos dias do assassinato de um aspirante a prefeito e de um atentado com explosivos que deixou quatro policiais feridos.
O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia informou nesta quinta-feira que 256 colombianos morreram e 973 estão desaparecidos na guerra da Rússia contra a Ucrânia, segundo o G1. Os óbitos foram registrados por duas vias – 162 por informações da Ucrânia e 94 por informações da Rússia –, e entre os desaparecidos 676 casos foram registrados via Ucrânia e 297 via Rússia, segundo a UPI.
Um bombardeio das Forças Armadas da Colômbia contra uma estrutura do Clã del Golfo no departamento de Chocó deixou ao menos seis mortos e um capturado, em balanço preliminar confirmado pelo presidente Abelardo de la Espriella, que disse que o total até o momento é de 6 abatidos e 1 capturado, “mas há mais”.
O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, reconheceu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições brasileiras e defendeu a manutenção de relações de cooperação entre os dois países, apesar das diferenças políticas e ideológicas, segundo o Brasil 247. “Na campanha presidencial colombiana, o presidente Lula apoiou abertamente Iván Cepeda e eu ganhei. Na campanha brasileira, apoiei Bolsonaro e Lula ganhou. Nem Lula decide pelos colombianos nem eu decido pelos brasileiros. O POVO DECIDE!”, afirmou.
O governo de Donald Trump retirou os vistos de 61 pessoas ligadas à Bolívia e à Colômbia, incluindo autoridades e ex-integrantes de governos dos dois países, segundo o G1. Na Bolívia, as restrições atingiram 15 políticos e seus familiares próximos, entre parlamentares, magistrados, promotores e ex-integrantes de órgãos de segurança e investigação.
O desabamento de uma mina de ouro ilegal no sudoeste da Colômbia matou 14 pessoas e feriu outras sete, segundo autoridades locais citadas pela Al Jazeera na segunda-feira. O secretário de Paz e Segurança de Nariño, Alex Gonzalez, confirmou o balanço à rede Caracol e deu as buscas por sobreviventes como encerradas, segundo a TRT World, que cita o gabinete do governador sobre o terreno acidentado e a presença de grupos armados ilegais dificultando o acesso ao local e lembra o colapso de agosto em Policarpa, também em Nariño, com 13 mortos.
Os Estados Unidos enviaram centenas de soldados ao Panamá para treinamento, atividade que repetirão depois em Honduras e na Colômbia, segundo o The New York Times, citado pelo El País. O destacamento militar se prepara para participar de operações especiais contra cartéis do narcotráfico, segundo fontes do jornal citadas pelo El País.
Milhares de colombianos protestaram pacificamente na quinta-feira em todo o país contra o presidente de direita Abelardo de la Espriella, nas primeiras grandes manifestações da oposição desde a posse em agosto, em ato em Bogotá liderado pelo ex-presidente Gustavo Petro com sindicalistas, indígenas, estudantes e ativistas feministas, segundo a France24.
A Colômbia abriu nesta quarta-feira sua embaixada em Jerusalém, tornando-se o 10º país a fazê-lo, com o novo presidente Abelardo de la Espriella revertendo a ruptura de seu antecessor com Israel, segundo o Jerusalem Post. Na terça-feira, o acordo de livre comércio encerrado por Gustavo Petro foi restabelecido. O chanceler israelense Gideon Sa’ar e seu homólogo colombiano, Omar Bula Escobar, participaram da inauguração, segundo o Middle East Eye. O ex-presidente Gustavo Petro havia rompido relações diplomáticas com Israel em maio de 2024 por causa das ações israelenses em Gaza e criticava duramente o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Os Estados Unidos enviaram drones MQ-9 Reaper para a América do Sul, revelou o The New York Times nesta terça-feira, em texto do G1, para operações de combate ao narcotráfico na região. Segundo autoridades ouvidas pelo jornal, os drones foram redirecionados da África para a Colômbia e o Equador, sem detalhes sobre quantos equipamentos foram enviados a cada país.
O Equador recebeu na última semana de setembro duas unidades do drone MQ-9A Reaper, que chegaram a Guayaquil a bordo de um C-5M Super Galaxy, segundo o Infodefensa. Os dois aparelhos já estão desdobrados na Base Aérea de Taura, na província de Guayas, para missões persistentes de inteligência, vigilância e reconhecimento contra o narcotráfico e o crime organizado. A Colômbia acertou com os Estados Unidos receber três MQ-9A Reaper por empréstimo, segundo o Colombia One, para vigilância e inteligência contra o narcotráfico e grupos armados.
O governo de Donald Trump revogou os vistos de 27 autoridades e ex-autoridades da Bolívia, da Colômbia, do Equador e do Peru e de seus familiares, segundo o G1. Segundo o Departamento de Estado estadunidense, as medidas envolvem autoridades desses países e fazem parte de uma ofensiva contra corrupção e narcotráfico. A Associated Press informou que os Estados Unidos (EUA) revogaram os vistos do procurador-geral da Bolívia e de outras autoridades latino-americanas, em texto republicado pelo Gate News.
A Colômbia extraditou para os Estados Unidos Geovany Andrés Rojas, acusado de liderar uma organização formada por ex-membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Rojas, conhecido como “Spider”, foi levado à Califórnia e responderá por narcotráfico e terrorismo. Segundo a Reuters, em texto republicado pelo site WIMZ, três fontes policiais disseram que é a primeira extradição de um alto comandante sob o presidente Abelardo de la Espriella.
A Colômbia extraditou nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, um dos principais líderes de uma dissidência das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) aos Estados Unidos, segundo três fontes policiais ouvidas pela Reuters, em texto republicado pelo G1. O extraditado é Geovany Andrés Rojas, conhecido pelo codinome “Araña”, apontado como líder dos Comandos de Fronteira, facção da Coordenadora Nacional do Exército Bolivariano. É a primeira extradição de um comandante de alto escalão de um grupo armado no governo do presidente Abelardo De La Espriella; o processo dele havia sido suspenso no governo de Gustavo Petro, no contexto das negociações de paz. A transferência começou na penitenciária La Picota, em Bogotá, em operação da polícia judiciária colombiana e da Interpol, e o procedimento prevê o embarque para os Estados Unidos em aeronave da Drug Enforcement Administration (DEA), segundo relatos citados pelo ColombiaOne.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que vai tomar “as medidas necessárias” para salvaguardar seus interesses nacionais, em resposta ao que chamou de abordagem injustificada e hostil da Colômbia, segundo a Sputnik. A reação vem depois de Bogotá romper as relações diplomáticas com Teerã, decisão em vigor desde 19 de setembro de 2026, segundo a Sputnik, que citou a segurança nacional colombiana, o bloqueio do Estreito de Ormuz e a obstrução do Irã às inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
A Colômbia rompeu relações diplomáticas com o Irã com efeito em 19 de setembro de 2026, segundo o Rio Times, que citou a rádio colombiana Caracol e o comunicado do Ministério das Relações Exteriores do país. O governo listou violações de direitos humanos, supostos laços de Teerã com grupos terroristas e narcoterroristas, o bloqueio do Estreito de Ormuz e a obstrução ao trabalho da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), e manteve as relações consulares, segundo a emissora estatal venezuelana teleSUR, que também citou o comunicado da chancelaria.
O governo da Colômbia retirou a declaração de intervenção que apresentara em 5 de abril de 2024 no caso sobre o genocídio na Faixa de Gaza movido pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça (CIJ). A corte tornou pública nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, a decisão que a Colômbia comunicou em 18 de setembro, segundo a página oficial do caso na CIJ e a Agência Anadolu. A intervenção se dava sob o artigo 63 do estatuto da corte, que faculta a um Estado que não é parte na disputa se manifestar quando o caso envolve a interpretação de uma convenção de que também é signatário. A Colômbia nunca foi parte no processo principal, e a retirada não altera o seu andamento.
A decisão reverte a política de Gustavo Petro, que rompeu relações com Israel em maio de 2024 e suspendeu a exportação de carvão colombiano ao país. Abelardo de la Espriella, empossado em 7 de agosto de 2026, restabeleceu as relações diplomáticas e econômicas, segundo o Middle East Eye e a Agência Anadolu: o governo planeja reabrir a embaixada em Jerusalém, criar uma comissão econômica bilateral e enviar uma delegação a Israel em outubro. O chanceler de Israel, Gideon Sa’ar, agradeceu a retirada, segundo o ColombiaOne.