A comissão eleitoral nomeada pelos militares de Mianmar agendou para 4 de abril eleições suplementares em 55 circunscrições vagas, incluindo áreas afetadas pela guerra civil, segundo a Reuters em texto republicado pelo Hindustan Times.
Várias cadeiras em disputa ficam em municípios da região de Sagaing e nos estados de Chin e Shan, onde forças de resistência antimilitar têm forte presença, com o estado de Rakhine de fora. O partido apoiado pelos militares, Partido da Solidariedade e Desenvolvimento da União (USDP), controla 84% do parlamento bicameral após a eleição geral de dezembro e janeiro, criticada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como farsa.