A Suprema Corte do Reino Unido começou nesta quarta-feira a julgar o recurso da cofundadora do Palestine Action, Huda Ammori, contra a designação do grupo como organização terrorista.
A audiência está marcada para quarta e quinta-feira. A permissão para recorrer foi concedida apenas quanto ao argumento de compatibilidade da proscrição com os artigos 10 e 11 da Convenção Europeia de Direitos Humanos; o argumento sobre a interpretação e a aplicação da política do Ministério do Interior foi recusado. A proscrição foi anunciada ao Parlamento em 23 de junho de 2025 e entrou em vigor em 5 de julho de 2025, sob a Lei de Terrorismo de 2000. Mais de 300 apoiadores do grupo foram presos pela polícia de Londres no sábado por exibir cartazes com o slogan proibido. A defesa sustenta que apenas três das 385 ações do grupo em cinco anos foram avaliadas como atendendo à definição de terrorismo.