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As autoridades indonésias destacaram 6.770 policiais e militares para garantir a segurança do depoimento do ex-presidente Joko Widodo, segundo a AP, em texto republicado pela WRAL.

Três generais já foram detidos no escândalo de escutas – entre eles Listyo Sigit Prabowo, nomeado chefe de gabinete do presidente Prabowo Subianto no mês passado – e, segundo a polícia, as escutas não autorizadas ocorreram entre 2025 e 2026, quando Listyo chefiava a Polícia Nacional. O palácio presidencial trata as escutas como “ato de traição” contra interesses do Estado, e há alegações de que ministros, políticos, jornalistas, lideranças da sociedade civil e empresários também foram vigiados.

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