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A Hungria abriu nesta quarta-feira um banco de dados público online com dezenas de milhares de arquivos da polícia secreta comunista, segundo a Reuters, em texto republicado pela WSAU.

O primeiro-ministro Peter Magyar disse que cerca de 60 mil nomes foram tornados públicos e que novos arquivos serão carregados até fevereiro de 2027. “Estamos implementando agora, depois de 36 anos… o que era a promessa da mudança de regime”, afirmou, em entrevista no arquivo. O acervo reúne os nomes de aproximadamente 55 mil a 60 mil informantes recrutados pelos serviços de segurança do Estado entre 1945 e 1989, segundo o Telex. Os arquivos estão longe de completos, porque muitos foram destruídos em 1956, durante o levante antissoviético, e em 1988-1989. Até esta quarta-feira, pessoas comuns só podiam consultar registros sobre si mesmas ou parentes próximos.

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