Promotores de dez Estados membros da União Europeia (UE) — Espanha, França, Itália, Portugal, Bélgica, Países Baixos, Polônia, Eslováquia, Suécia e Finlândia — mais a Austrália cooperam e trocam informações sobre denúncias de tortura, sequestro e maus-tratos contra seus nacionais que participaram das missões da Global Sumud Flotilla, interceptadas por Israel em águas internacionais.
Segundo fontes jurídicas ouvidas pelo El País, as investigações miram políticos, autoridades e comandantes militares israelenses, incluindo integrantes do gabinete de Benjamin Netanyahu. Essas fontes dizem que a reunião ocorreu em 16 de setembro em Haia, no marco de cooperação coordenado pela Agência da UE para a Cooperação Judiciária Penal (Eurojust), com representantes australianos como convidados.