O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, demitiu nesta quarta-feira o chefe de gabinete, o ex-chefe da Polícia Nacional Listyo Sigit Prabowo, preso por supostamente grampear o presidente, ministros, políticos e jornalistas, em um caso em que a investigação interna identificou, entre 2025 e 2026, números de telefone inseridos ilegalmente no sistema de interceptação, sem vínculo com investigações oficiais, e em que os inspetores-gerais Ahrie Sonta Nasution e Eko Hadi Santoso também foram apontados como suspeitos.
O governo indonésio afirmou que o ex-chefe da polícia pode ter cometido “traição” com o suposto grampo do telefone do presidente, que põe em risco a segurança dos interesses do Estado e a segurança do chefe de Estado, segundo o porta-voz presidencial Prasetyo Hadi.