Israel renovou até abril de 2027 a ordem de exclusão que impede o xeque Ekrima Sabri, pregador palestino e chefe do Conselho Islâmico Superior em Jerusalém, de rezar ou fazer sermões na mesquita de Al-Aqsa, segundo a Al Jazeera.
A ordem mais recente, emitida em 20 de outubro, é a quinta contra Sabri, que está barrado do local há mais de dois anos. O Centro de Informação Wadi Hilweh, grupo palestino de monitoramento de direitos humanos, afirma que as autoridades israelenses emitiram mais de 1.000 ordens de exclusão que barram palestinos da mesquita de Al-Aqsa e da Cidade Velha desde o início de 2026, incluindo contra figuras religiosas e funcionários do Waqf islâmico.