O parlamentar Mansour Abbas, chefe do partido árabe tradicionalista Ra’am, recusou-se a chamar o Hamas de organização terrorista nas consultas com o presidente Isaac Herzog nesta quinta-feira, citando o desejo de continuar sendo uma “ponte” com os palestinos e o risco pessoal para ele e sua família.
Abbas recomendou Gadi Eisenkot, que fez do reconhecimento do Hamas como organização terrorista uma condição para os partidos que quiserem entrar num governo liderado por ele. A Herzog, Abbas disse: “Somos uma ponte. Não destruam essa ponte. Não nos transformem em apoiadores do terror ou traidores”, e pediu espaço para proteger a si e à família, chamando o assunto de “questão de vida ou morte”.