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O instituto S&P Global advertiu que o choque energético ligado ao estreito de Ormuz pode virar uma crise alimentar global, com diesel e fertilizantes mais caros, demanda forte por biocombustíveis e El Niño pressionando a agricultura mundial, segundo o OilPrice.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta alta de 10% nos preços de fertilizantes até o fim de 2026, o que acrescenta 5% aos custos de alimentos neste ano e mais 2,4% em 2027. Segundo o OilPrice, mesmo que o estreito permaneça aberto, a produção de gás do Golfo levaria meses ou anos para se recuperar, e os países mais pobres, onde a alimentação representa cerca de metade do orçamento familiar, ficam mais expostos.

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