Manifestantes protestaram em frente ao Banco Central e à sede do Ueno exigindo a devolução dos depósitos congelados, ao mesmo tempo em que celebravam a queda do presidente.
O banco tinha 3 milhões de clientes, o equivalente a 60% da população adulta do país, e administrava cerca de US$ 850 milhões em recursos públicos, entre eles fundos do Instituto de Previdência Social (IPS). Oito executivos do banco foram presos, assim como o ex-presidente do Banco Central Carlos Carvallo, que trabalhou no Ueno antes de ser indicado por Santiago Peña. A Associação de Importadores e Comerciantes do Paraguai (ASIMCOPAR) informou que, desde terça-feira, as vendas caíram 70%. O novo presidente, Pedro Alliana, prometeu compensação integral aos correntistas prejudicados pelo colapso do Ueno. O ex-presidente Horacio Cartes pediu ao Banco Central o relatório sobre o banco e retirou o apoio a Peña na quinta-feira.