A presidência brasileira da COP30 apresentou dois Mapas do Caminho internacionais para acelerar a transição para longe dos combustíveis fósseis e reverter o desmatamento e a degradação florestal até 2030.
Os documentos abordam os dois maiores vetores da mudança climática – a energia, com 75% das emissões, e a perda florestal, com 11% –, mas são contribuições voluntárias e não prescritivas, sem obrigações, metas nacionais ou mecanismos de prestação de contas, segundo a TNC Brasil. O financiamento anual para florestas precisa saltar dos US$ 84,5 bilhões registrados em 2023 para mais de US$ 300 bilhões em 2030.