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Tema: Paquistão

Fluxo

Um astronauta paquistanês integrará a tripulação da Shenzhou-24 e será o primeiro estrangeiro a bordo da estação espacial chinesa, segundo a mídia estatal chinesa. Segundo a Agência Espacial Tripulada da China, ele fará um voo curto em órbita e retornará à Terra na Shenzhou-23; a data de lançamento não foi divulgada. A missão será o primeiro voo conjunto de astronautas chineses e estrangeiros na história do programa tripulado chinês. Dois candidatos paquistaneses, Muhammad Zeeshan Ali e Khurram Daud, começaram o treinamento ao lado de colegas chineses neste ano, e um deles seria escolhido especialista de carga para um voo de curta duração. O voo faz parte de acordo assinado por China e Paquistão em fevereiro de 2025.

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, está envolvido pessoalmente há duas semanas em conversas indiretas com o Irã para obter um novo cessar-fogo e reiniciar as negociações nucleares, segundo o Axios, que citou duas fontes, em relato publicado pela TRT World. Vance fala quase diariamente com o primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al-Thani, com o chefe do Exército paquistanês, marechal Asim Munir, e com outros mediadores. Há duas semanas, enviou carta a Mohsen Rezaei, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, propondo volta às negociações diretas; autoridades iranianas disseram que a carta criou impulso positivo. Os mediadores discutiram uma reunião técnica de nível de trabalho entre os dois lados nos próximos dias, que ainda não ocorreu.

Parlamentares turcos ratificaram na quinta-feira, 5, um acordo de cooperação em defesa entre Turquia, Paquistão e Arábia Saudita, enquanto Riad busca apoio regional no conflito com os houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã – o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, de 16 artigos e assinado em agosto, obriga os três países a tratar um ataque contra um deles como ataque contra todos, foi aprovado por 279 votos a 119 num parlamento de 600 cadeiras apesar da objeção da oposição, que alegou risco de arrastar a Turquia a guerras regionais, prevê secretariado na Arábia Saudita sob o general paquistanês reformado Nauman Mahmood e vale por 10 anos. O Artigo 2º prevê assistência imediata ao membro atacado com “toda a gama de medidas de assistência mútua”, e autoridades turcas dizem que o acordo é defensivo e que nenhuma tropa turca será enviada para combater no Iêmen ou atacar os houthis.

O Parlamento da Turquia ratificou nesta sexta-feira o pacto de defesa de Meca, assinado em agosto com a Arábia Saudita e o Paquistão. A ratificação foi aprovada por 279 votos a 119, com 398 dos 592 deputados presentes. O acordo de 16 artigos compromete os três países a tratar um ataque contra um deles como ataque contra todos e prevê cooperação militar, troca de inteligência e laços na indústria de defesa. Qualquer envio de tropas turcas exigirá aprovação separada do parlamento. O ministro da Defesa, Yasar Guler, afirmou que Ancara não prevê entrar em conflito com os houthis. O governo da Síria já manifestou interesse em aderir ao pacto. O presidente Recep Tayyip Erdogan deve publicar a lei no Diário Oficial ainda nesta semana, colocando-a em vigor.

O parlamento da Turquia ratificou o pacto de defesa com a Arábia Saudita e o Paquistão, que inclui cláusula de defesa coletiva e compromete o segundo maior exército da Otan com a defesa de Riad. A votação terminou com 279 votos a favor e 119 contra, com 398 dos 592 deputados presentes. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca foi assinado em 7 de agosto de 2026 pelos três países, segundo a Sputnik, e prevê que um ataque armado a qualquer dos signatários seja considerado ataque aos três. O texto entra em vigor depois de assinado pelo presidente turco. A ratificação cria obrigação formal de defesa mútua de Ancara com a Arábia Saudita, mas não envia tropas turcas ao país por si só. Um deputado do partido governista disse à Reuters no mês passado que a Turquia também enviará ao parlamento um mandato para enviar militares à Arábia Saudita sob o pacto.

O Parlamento da Turquia ratificou nesta quinta-feira o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, firmado com a Arábia Saudita e o Paquistão, por 279 votos a 119 em uma casa de 600 cadeiras, apesar das objeções de partidos de oposição que argumentaram que o texto pode arrastar o país para guerras regionais. O pacto tem 16 artigos e obriga as três partes a tratar um ataque contra uma delas como ataque contra todas, além de prever compartilhamento de inteligência e cooperação na indústria de defesa. O secretariado do grupo ficará na Arábia Saudita, e o general paquistanês reformado Nauman Mahmood foi escolhido seu primeiro secretário-geral, para mandato de três anos. O acordo vincula as partes por dez anos. Autoridades turcas dizem que o entendimento é defensivo e que nenhum soldado do país será enviado para combater no Iêmen ou atacar os houthis. O envio de tropas ao exterior depende de aprovação parlamentar separada, segundo o presidente da comissão de Relações Exteriores, Fuat Oktay. A ratificação dá a Ancara uma obrigação formal de defesa mútua em relação a Riad, mas não envia forças por si só. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca foi assinado em 7 de agosto, em Meca, pelo príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, segundo a agência Anadolu.

O Parlamento da Turquia aprovou nesta quinta-feira o primeiro artigo do projeto que ratifica o Pacto de Defesa Conjunta de Meca, assinado com a Arábia Saudita e o Paquistão, e encerrou a sessão antes de concluir a legislação, em meio ao debate sobre se o acordo pode arrastar o país para conflitos regionais. O vice-presidente da Mesa, Celal Adan, fechou a sessão depois que os relatores não voltaram do intervalo e marcou nova votação para esta quinta-feira; a aprovação do primeiro artigo não conclui a ratificação. Pelo artigo 2º, um ataque armado externo contra um dos três países é considerado ataque contra todos, obrigando assistência imediata por todos os meios disponíveis, inclusive militares. O acordo foi assinado em Meca em 7 de agosto pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, pelo príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman e pelo primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif. O ex-chefe do Estado-Maior turco Hulusi Akar, presidente da Comissão de Defesa do Parlamento, disse que o pacto complementa a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em vez de substituí-la, e afirmou no plenário que “os passos da guerra são reais”.

A China se comprometeu a trabalhar com o Paquistão para avançar em “cooperação de segurança de alto nível” e garantir a segurança do projeto de infraestrutura conjunto dos dois países, o Corredor Econômico China-Paquistão (CPEC), segundo o South China Morning Post. As mensagens foram transmitidas por Liu Haixing, chefe do Departamento Internacional do Partido Comunista Chinês, em reuniões separadas com o chefe das forças armadas paquistanesas, Asim Munir, e com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif, na segunda-feira, em sua primeira visita oficial ao país desde que assumiu o cargo há pouco mais de um ano. No encontro com Munir, Liu disse que Pequim está pronta para aprofundar os intercâmbios com Islamabad e buscar a versão “2.0” do corredor, segundo comunicado do departamento divulgado na segunda-feira.

O ministro das Relações Exteriores da Síria, Asaad al-Shaibani, disse no sábado, durante sessão sobre segurança regional no Diálogo de Manamá, no Bahrein, que Damasco avalia entrar na aliança de Meca, pacto de defesa mútua entre Arábia Saudita, Turquia e Paquistão. Pelo acordo, assinado em 7 de agosto em Meca, um ataque a um dos signatários é tratado como ataque aos três, em arranjo semelhante em princípio ao da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que reúne 32 países membros. O analista Samy Akil, do Syria Report, disse ao Middle East Eye que as conversas estão em estágio inicial e que é improvável que a Síria se torne o quarto membro do pacto no curto prazo.

O navio de gás natural liquefeito (GNL) Al Mayeda, que levava carga do Catar para o Paquistão, foi atingido por objetos não identificados perto do Estreito de Ormuz, apesar de relatos de que as autoridades paquistanesas tinham aval prévio do Irã para a passagem segura. A transportadora catari Nakilat confirmou em comunicado que o ataque ocorreu na noite de 30 de outubro, sem feridos entre a tripulação nem dano ambiental relatado, e dados de navegação indicam que o navio mudou de rumo e voltou em direção ao Golfo.

O Paquistão advertiu o Afeganistão de que reserva o direito de tomar todas as medidas necessárias para eliminar ameaças terroristas transfronteiriças e afirmou que o terrorismo é uma “linha vermelha”. O ministério da informação paquistanês acusou o Talibã afegão de “recusa persistente em tratar do terrorismo” e avisou Cabul de que reserva o direito de tomar “todas as medidas necessárias” para eliminar ameaças à sua segurança “onde quer que se originem”, segundo o The Hindu e o Independent Pakistan.

O chanceler da Síria, Asaad al-Shaibani, disse neste sábado no Diálogo de Manama, no Bahrein, que estão em curso discussões para avaliar a entrada da Síria na aliança de Meca, segundo a Al Jazeera. O Pacto Conjunto de Defesa de Meca foi assinado por Arábia Saudita, Turquia e Paquistão na cidade saudita de Meca, em agosto, e prevê que um ataque a um dos países seja considerado ataque aos três. A Arab News também ouviu o chanceler sírio, para quem Damasco avalia entrar na aliança de defesa que vincula Turquia, Arábia Saudita e Paquistão.

Um tribunal antiterrorismo do Paquistão condenou nesta quinta-feira os advogados de direitos humanos Imaan Mazari e Hadi Ali Chattha, um casal, a 10 anos de prisão num caso de violação de segurança, segundo a família dela, conforme o Hindustan Times. O casal foi acusado de pôr em risco o plano de segurança de um time internacional de críquete ao protestar e bloquear uma estrada num caso de 2024.

O chanceler do Egito, Badr Abdelatty, teve ligações separadas na terça-feira com seu homólogo saudita, Faisal bin Farhan, e com o chanceler dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed, informou o ministério egípcio nesta quarta-feira. Segundo o ministério, os chanceleres egípcio e saudita concordaram em manter a coordenação pelo mecanismo quadrilateral, que inclui Egito, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão.

Autoridades de alto nível da Arábia Saudita, da Turquia e do Paquistão se reuniram nesta segunda-feira em Teerã com o Irã para tentar impedir que a guerra no Oriente Médio volte a pegar fogo, segundo a France 24. Foi a primeira visita conjunta dos três países a Teerã desde que formaram uma aliança de defesa em Meca, em agosto. O chefe de segurança iraniano, Mohsen Rezaei, disse à televisão estatal que as conversas foram “muito boas”.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu “unidade regional” nesta segunda-feira em reunião em Teerã com representantes do Paquistão, da Arábia Saudita e da Turquia, que assinaram recentemente o pacto de defesa de Meca, segundo o jornal paquistanês Dawn. Conforme a emissora estatal iraniana, a reunião quadrilateral discutiu cooperação regional, a agressão dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e suas consequências, entre outros temas. As conversas também incluíram o príncipe e ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, e o chefe de inteligência da Turquia, Ibrahim Kalin.

Delegações de alto nível da Arábia Saudita, do Paquistão e da Turquia estavam em Teerã nesta segunda-feira para reuniões com autoridades iranianas, em uma tentativa de evitar uma nova rodada de combates entre o Irã, Israel e os Estados Unidos, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo Times Herald. O ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, o chefe do Exército paquistanês, marechal Asim Munir, e o chefe do serviço de inteligência da Turquia, Ibrahim Kalin, devem se encontrar com os principais responsáveis de segurança e com os negociadores do Irã para pressionar por um acordo entre Teerã e Washington. A guerra no Iêmen e os ataques dos houthis, apoiados pelo Irã, contra a Arábia Saudita também estavam na pauta, segundo a AP, em texto republicado pelo Bay News 9.

O marechal Asim Munir, chefe do Exército do Paquistão, e o chefe da inteligência da Turquia chegaram a Teerã para conversas com autoridades iranianas, segundo o Mehr News. O vice-secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Bagheri Kani, disse que autoridades dos países signatários do Acordo de Defesa Conjunta de Meca terão conversas sobre segurança regional em Teerã nesta segunda-feira, segundo a Sputnik. Em entrevista à emissora estatal IRIB, ele afirmou que o ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, Munir e o chefe de inteligência turco, Ibrahim Kalin, participam da reunião conjunta.

Altos funcionários da Arábia Saudita, da Turquia e do Paquistão devem se reunir com o Irã em Teerã na segunda-feira para tratar de coordenação regional, segundo o Jerusalem Post. Riad será representada pelo ministro da Defesa, príncipe Khalid bin Salman, e o Paquistão pelo chefe do Exército, marechal Asim Munir, conforme a Reuters. Será o primeiro contato de alto nível entre o Irã e todos os membros do bloco de três países desde que a Arábia Saudita passou a sofrer ataques crescentes, segundo o Middle East Eye.

O Paquistão reabriu a passagem de Gabd-Rimdan, no Baluchistão, e os caminhões voltaram a cruzar a fronteira com o Irã depois de uma semana de paralisação no trânsito de carga, segundo o Times of India. A reabertura ocorreu no sábado, quando caminhões com gás liquefeito de petróleo (GLP) e alimentos essenciais voltaram a circular, informa a Mehr News, que situa o início da suspensão em 17 de outubro. Mir Naveed Jan Kalmati, presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Gwadar, confirmou a reabertura e disse que caminhões e outros veículos passaram a circular nos dois sentidos com mercadorias de importação e exportação, segundo a Mehr News. O Times of India fala em sete dias de interrupção; a Mehr situa o início da suspensão em 17 de outubro.

O Paquistão pediu ao governo talibã do Afeganistão que impeça militantes de realizar ataques transfronteiriços, segundo a Associated Press (AP).

Veículos do Oriente Médio publicaram nesta semana o texto do Pacto de Defesa de Meca, assinado em 7 de agosto de 2026 pela Arábia Saudita, pela Turquia e pelo Paquistão, segundo o Jerusalem Post. O acordo estabelece um conceito trilateral de defesa pelo qual um ataque armado contra um dos membros é considerado ataque contra os três. O texto prevê secretariado permanente, liderança rotativa, reuniões ministeriais regulares e admissão de novos membros, o que, na avaliação do jornal, sugere algo mais ambicioso do que um memorando típico de cooperação em defesa.

Turquia, Catar, Paquistão e Indonésia assinaram nesta quarta-feira em Doha um memorando de entendimento para produção conjunta de equipamento militar e cooperação ampliada em treinamento, pesquisa e desenvolvimento, segundo o Middle East Eye. O Ministério da Defesa da Turquia disse que o acordo será conhecido como “Badr deal”, referência à Batalha de Badr, de 624, e que tem importância militar e econômica significativa. A Reuters, citando o ministério turco, fala em acordo para ampliar a cooperação em defesa e reforçar as capacidades defensivas dos quatro países.

A Turquia vai enviar ao parlamento um mandato que autoriza o envio de militares à Arábia Saudita no âmbito do pacto de defesa conjunta com a Arábia Saudita e o Paquistão, acordo assinado em agosto em Meca e entregue ao parlamento para ratificação na terça-feira, segundo o Jerusalem Post. Segundo o jornal, militares turcos enviados a outros países sob o pacto não participariam de operações ofensivas, e o envio inicial seria de técnicos e especialistas para ajudar na defesa aérea.

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, disse nesta terça-feira ao chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, em visita, que Teerã não permitirá que material nuclear saia do país, segundo a televisão estatal iraniana. “Nem um pouquinho de material nuclear enriquecido sairá do Irã. Esses materiais são um ativo importante e riqueza nacional do povo iraniano, destinados ao uso dentro do país”, afirmou Rezaei, de acordo com o Times of Israel. O Iran International também registrou a declaração no encontro com Munir.

O governo turco apresentou ao Parlamento em 20 de outubro o Acordo Conjunto de Defesa de Meca, que vincula Turquia, Arábia Saudita e Paquistão à defesa mútua por prazo indefinido, segundo o The Cradle. O texto trata a agressão vinda do exterior contra um dos membros como agressão contra todos e obriga os demais a prestar assistência imediata à parte atacada, com a escala do apoio a definir, inclusive meios militares.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, discutiu esforços de mediação e desdobramentos regionais com o chefe do Exército do Paquistão, marechal Asim Munir, em Teerã, segundo a Nournews, citada pelo Jerusalem Post. O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Mohsen Rezaei, disse a Munir que “nem uma partícula de urânio enriquecido sairá do Irã”, segundo o Mehr News. Ainda segundo o Jerusalem Post, Rezaei afirmou que Teerã não negocia até que suas condições sejam cumpridas.

O enviado saudita recém-nomeado ao Paquistão, Rajeh Tami Albugamy, se reuniu nesta segunda-feira com o chefe do Exército paquistanês, marechal Asim Munir, em Rawalpindi, para tratar de assuntos de interesse mútuo e de segurança regional, segundo o Exército. Os dois lados manifestaram satisfação com os avanços no âmbito do Acordo Conjunto de Defesa de Meca e destacaram a importância de reforçar a colaboração em defesa. Munir viaja a Teerã na terça-feira para consultas com autoridades iranianas, segundo o Mehr News.

Um general do Exército do Paquistão disse que o país fornece “todo o apoio necessário” para proteger a soberania, a integridade territorial e os locais sagrados da Arábia Saudita, em meio à escalada dos ataques dos houthis do Iêmen contra o país do Golfo. O tenente-general Chaudhry afirmou ao jornal digital Independent Arabia, em entrevista publicada no domingo (18), que esse apoio “está sendo fornecido e será fornecido”, sem revelar a natureza ou a extensão da assistência.

As forças de segurança do Paquistão mataram vários integrantes do Talibã afegão em retaliação a um suposto disparo não provocado na fronteira em Khyber Pakhtunkhwa, no sábado (17 de outubro de 2026), segundo autoridades de segurança paquistanesas citadas pelo The Hindu. Segundo o mesmo veículo, no setor do Alto Kurram as forças paquistanesas atingiram o posto de Topsar e o acampamento de Shipola do Talibã afegão, e o acampamento de Shipola foi completamente destruído na ação de retaliação.

O governo federal do Paquistão impôs governo federal direto na província de Khyber Pakhtunkhwa, depois de uma reunião de emergência do gabinete, citando o “desengajamento deliberado da luta contra o terrorismo” pela administração provincial, segundo o South China Morning Post. A administração provincial, liderada pelo partido Movimento pela Justiça do Paquistão (PTI), havia recusado a apoiar operações militares intensificadas contra militantes do Tehreek-i-Taliban Pakistan (TTP).

Forças paquistanesas e integrantes do Taliban afegão trocaram fogo em vários pontos da fronteira noroeste do Paquistão no sábado, e autoridades de segurança paquistanesas e a mídia estatal disseram que tropas apoiadas por artilharia destruíram postos do Taliban, segundo a Associated Press (AP). A TASS afirmou que as forças armadas do Paquistão responderam de forma eficiente com armamento pesado a um fogo não provocado aberto por integrantes do Taliban afegão no setor de Kurram, e que o canal afegão TOLO News havia noticiado confrontos na fronteira com ao menos sete militares paquistaneses mortos e seis feridos, citando uma fonte de segurança.

O Paquistão foi nomeado presidente dos conselhos de governadores do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial para 2027, voltando ao posto pela primeira vez desde 1953, segundo o Ministério de Assuntos Econômicos do país. O ministro de Assuntos Econômicos Ahad Khan Cheema, que também é governador do Paquistão no Banco Mundial, foi anunciado formalmente como o próximo presidente durante a plenária das Reuniões Anuais de 2026 do Grupo do Banco Mundial (GBM) e do FMI, em Bangcoc.

O parlamento do Paquistão endossou na quinta-feira a decisão do governo federal de impor emergência e governo do governador em Khyber Pakhtunkhwa, segundo o The Hindu. A medida havia sido imposta em 11 de outubro pelo governo de Shehbaz Sharif, que alegou afastamento do governo provincial do contraterrorismo, e foi promulgada pelo presidente, por recomendação do primeiro-ministro, com base nos artigos 232 e 234 da Constituição, segundo a Radio Pakistan.

Autoridades paquistanesas decretaram no domingo estado de emergência na província de Khyber Pakhtunkhwa, sob dois artigos constitucionais de segurança, suspendendo na prática o governo provincial do Paquistão Tehreek-e-Insaf (PTI), medida que o gabinete do premiê justificou pelo “afastamento deliberado do governo provincial do combate ao terrorismo”, segundo a Al Jazeera. As medidas foram aprovadas sob os artigos 232 e 234 da Constituição, com conselho tecnocrático de 11 membros e Fakhr Alam nomeado secretário-chefe da província, segundo o Dawn.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, prometeu apoiar a Arábia Saudita “de todas as formas possíveis” após os ataques houthis aos aeroportos de Riad e Abha; o de Riad deixou ao menos 12 mortos e 309 feridos, segundo a Media Line, em texto republicado pelo Jerusalem Post. Sharif invocou o Acordo Conjunto de Defesa de Meca, assinado por Paquistão, Arábia Saudita e Turquia, pelo qual um ataque contra um país é considerado ataque contra todos, e disse que o Paquistão “não tolerará nenhum tipo de agressão”.

O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, anunciou no domingo estado de emergência na província de Khyber Pakhtunkhwa, por proposta do primeiro-ministro Shehbaz Sharif, destituindo na prática o partido Pakistan Tehreek-e-Insaf (PTI) de Imran Khan do poder regional, enquanto milhares de apoiadores de Khan seguem em protestos antigoverno e exigem a libertação do ex-premiê da prisão. A província era governada pelo PTI, que teve o governo provincial suspenso após a declaração do estado de emergência.

O Paquistão diz manter um contingente substancial de forças e recursos na Arábia Saudita, em caráter defensivo, em meio aos ataques dos houthis. O porta-voz da chancelaria paquistanesa afirmou que essas tropas não cruzariam a fronteira para atacar os houthis e atuariam em defesa do território saudita. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca, assinado em 7 de agosto de 2026 por Paquistão, Arábia Saudita e Turquia, prevê que um ataque armado contra um dos membros seja tratado como ataque contra todos.

A Turquia planeja ampliar nas próximas semanas o apoio militar à Arábia Saudita, com o envio de pessoal adicional e equipamento de defesa em meio à escalada dos ataques houthis ao reino, segundo autoridades turcas citadas pelo Middle East Eye nesta terça-feira, 6 de outubro. Em nota conjunta na segunda-feira, Turquia, Paquistão e Arábia Saudita disseram ter decidido implementar imediatamente seus compromissos de defesa coletiva sob a Aliança de Meca para a Defesa. Duas autoridades turcas afirmaram que o país mantém equipes técnicas, sistemas de defesa aérea e equipamentos de guerra eletrônica no reino desde o ano passado para proteger infraestrutura crítica, incluindo instalações de energia.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, convidou nesta terça-feira o PTI, partido de Imran Khan, para negociações e pediu que a legenda encerre a longa marcha até Islamabad. O PTI lançou a marcha dois dias antes, a partir de Lakki Marwat, no Khyber-Pakhtunkhwa, para exigir a libertação de Khan, preso desde agosto de 2023. A segunda rodada de conversas havia colapsado em 4 de outubro por causa do impasse sobre o acesso a Khan.

A Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia decidiram na segunda-feira, 5 de outubro, implementar de imediato os compromissos de defesa coletiva e garantir o deslocamento rápido das forças acordadas para o território saudita, segundo a Reuters em texto republicado pelo The Hindu, medida que o Ministério das Relações Exteriores paquistanês descreve como fornecer as forças e capacidades militares acordadas e assegurar seu deslocamento rápido para o reino, segundo a Al Jazeera. O ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, disse que o acionamento responde aos ataques e a todos os responsáveis por eles, segundo a Al Jazeera.

O Paquistão, a Arábia Saudita e a Turquia decidiram implementar de imediato os compromissos de defesa coletiva, com o envio rápido de forças e capacidades militares acordadas para a Arábia Saudita, segundo o Times of India. O ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, disse que o comitê da aliança concordou em ativar medidas de dissuasão coletiva em resposta aos ataques do grupo houthi. O Paquistão e a Turquia anunciaram apoio militar à Arábia Saudita após reunião de emergência do comitê da aliança, em comunicado conjunto dos três chanceleres, segundo o Middle East Eye.

A oitava reunião do Formato de Moscou de consultas sobre o Afeganistão ocorre na segunda-feira na capital russa, e os participantes vão discutir a situação no Afeganistão e em seu entorno, incluindo o conflito entre Cabul e Islamabad, segundo a agência russa TASS.

A Turquia informou que o Comitê Estratégico Político e de Defesa do pacto de defesa de Meca, do qual participam Turquia, Arábia Saudita e Paquistão, se reúne em Riad na segunda-feira, segundo o Middle East Eye. O encontro vai tratar dos desdobramentos recentes na região e do estágio alcançado pelos esforços de institucionalização da aliança, segundo o comunicado do ministério turco. O chanceler Hakan Fidan vai a Riad com o ministro da Defesa e o chefe do Estado-Maior para a reunião do comitê do pacto de defesa de Meca, uma aliança formada em agosto com o Paquistão e a Arábia Saudita, segundo a Anadolu Agency.

A Índia convocou o encarregado de negócios do Paquistão para protestar contra a “facilitação contínua da infiltração ilegal transfronteiriça” e rejeitou como infundadas as acusações do Paquistão sobre o incidente de 2 de outubro no setor de Ferozepur, segundo o NDTV, a partir de comunicado do Ministério das Relações Exteriores indiano. O Paquistão convocou o encarregado de negócios da Índia para protestar contra a morte de dois civis paquistaneses por disparos da Força de Segurança de Fronteira (BSF) indiana no setor de Bedian, na fronteira internacional, segundo o Dawn. Os dois países convocaram os diplomatas um do outro pelo incidente de sexta-feira, em que Nova Délhi rejeita a versão de Islamabad sobre a morte de dois civis paquistaneses desarmados, segundo a Al Jazeera.

O Ministério das Relações Exteriores do Paquistão convocou o encarregado de negócios da Índia para protestar contra a morte de dois civis paquistaneses por tropas de fronteira indianas, segundo a Al Jazeera. Islamabad pediu à Índia uma investigação “imediata, transparente e crível”, com ação disciplinar e legal contra os responsáveis. O lado indiano diz que a Força de Segurança de Fronteira (BSF) matou dois supostos infiltrados paquistaneses em Tarn Taran, no Punjab, na sexta-feira, segundo autoridades citadas pelo ETV Bharat.

O governo federal do Paquistão e líderes do Pakistan Tehreek-e-Insaf (PTI), partido do ex-primeiro-ministro preso Imran Khan, mantiveram conversas em 2 de outubro de 2026 para baixar a tensão antes da marcha a Islamabad, segundo o The Hindu. A marcha do PTI a Islamabad está marcada para começar em 4 de outubro, após ser adiada em uma semana. As negociações ocorrem na câmara do presidente da Assembleia Nacional, Sardar Ayaz Sadiq, que facilita o diálogo entre os dois lados.

O Paquistão, a Turquia e a Arábia Saudita realizam na próxima semana, em Riad, uma reunião emergencial do comitê político-estratégico de defesa do pacto de defesa conjunta de Meca, segundo o The Times of India. A agenda inclui os ataques houthis e a busca de engajamento político com os houthis em vez de ação militar, segundo o The Times of India. Pelo pacto, um ataque armado contra qualquer um dos três países deve ser tratado como ataque contra os três. O chanceler paquistanês disse que mais de seis outros países querem aderir ao acordo, segundo o Middle East Eye.

O ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Muhammad Asif, disse que Islamabad usará “todos os meios disponíveis” para defender a Arábia Saudita contra os houthis, segundo a Arab News. Falando em Roma, ele não confirmou se forças paquistanesas já participaram de ataques aéreos, segundo a Arab News. O compromisso é apresentado como obrigação do novo pacto de defesa mútua, que prevê que Islamabad coloque “todos os meios” à disposição de Riad em caso de ameaça houthi, segundo a Al Jazeera.

O Tesouro dos Estados Unidos (EUA) sancionou 10 indivíduos e empresas acusados de adquirir armas e peças para as Forças Armadas do Irã, com representantes e empresas de tecnologia baseados na China, no Paquistão, na Turquia e na Arábia Saudita entre os acusados. Três das entidades sancionadas ficam no Irã. O Tesouro disse que a ação degrada ainda mais a capacidade do regime iraniano de reconstituir seus programas de armas e aumenta os custos para quem escolhe ajudar os esforços de aquisição militar de Teerã. As sanções integram a Operation Economic Outcast, esforço do Tesouro para restringir ainda mais o acesso do Irã aos mercados globais.

O Ministério da Defesa do Afeganistão afirmou que suas forças mataram 28 combatentes e feriram 32 na província oriental de Nuristan, depois que um grupo que, segundo o ministério, incluía militantes do Estado Islâmico cruzou a fronteira vindo do Paquistão. Cabul acusa a inteligência paquistanesa de treinar e enviar ex-integrantes das forças de segurança afegãs pela fronteira, alegação à qual Islamabad não respondeu. A Reuters diz que não pôde verificar de forma independente o relato do ministério nem seus números de baixas, em texto publicado pelo The Hindu.

O ministro das Relações Exteriores da Índia, S. Jaishankar, disse na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que um “praticante em série de terrorismo” deturpou fatos na véspera, numa referência velada ao Paquistão. Jaishankar afirmou que argumentos invocados para normalizar o terrorismo e reivindicar imunidade não prevalecerão. Sobre o conflito no Golfo, o chanceler disse que ataques a navios comerciais e a marítimos em águas internacionais são inaceitáveis.

Um atentado suicida contra um posto policial de beira de estrada em Dera Ismail Khan, no noroeste do Paquistão, matou ao menos 11 pessoas, segundo a polícia e os serviços de resgate. Ao menos sete agentes de segurança estão entre os mortos e 20 ficaram feridos no ataque de sábado, na província de Khyber Pakhtunkhwa, disseram autoridades policiais à Al Jazeera. O Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), o Taliban paquistanês, reivindicou a autoria do ataque em comunicado. Serviços de emergência locais contabilizaram 30 feridos, número reportado pela Reuters.

Na noite de sexta-feira, 25 de setembro de 2026, a Índia exerceu seu Direito de Resposta na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), depois de o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, discursar na tribuna. A diplomata indiana Petal Gahlot acusou Islamabad de manter uma política de terrorismo transfronteiriço e avisou que esses atos terão consequências. Segundo a India Today, Gahlot chamou o Paquistão de regime “fantoche” e o acusou de difundir “falsidades” e “enganação”.

Os chefes das forças armadas e dos estados-maiores de Arábia Saudita, Paquistão e Turquia reuniram-se em Riad na sexta-feira, 25 de setembro, segundo um comunicado do exército, e discutiram ampliar o compartilhamento de inteligência, a coordenação militar e a integração de capacidades no âmbito do pacto de defesa de Meca. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse na Organização das Nações Unidas (ONU) que novos ataques à cidade sagrada de Meca seriam uma “linha vermelha” para Islamabad. A defesa aérea da coalizão liderada pela Arábia Saudita interceptou e destruiu um míssil balístico lançado pelos houthis na direção de Khamis Mushait, segundo o porta-voz oficial da coalizão, general Turki al-Maliki.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que qualquer tentativa de bloquear ou desviar a parcela de águas do Paquistão será tratada como ato de guerra, segundo o Dawn. Sharif atribuiu a Donald Trump a mediação do cessar-fogo entre os dois países em maio de 2025 e elogiou sua “liderança resoluta e visionária”, afirmando que ela salvou “centenas de milhões de vidas”. A rádio estatal paquistanesa registrou que Sharif agradeceu a intervenção oportuna de Trump, que segundo ele chegou num momento decisivo, quando dois vizinhos com armas nucleares estavam à beira de uma guerra total.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse que qualquer ameaça aos locais sagrados do islã na Arábia Saudita é uma “linha vermelha” e que o país está “ombro a ombro” com Riad, segundo o Arab News Pakistan. Sharif condenou o que chamou de “covarde e hedionda tentativa de ataque com drone” contra Meca, e o ministro da Defesa, Khawaja Asif, afirmou que o acordo de defesa com a Arábia Saudita e a Turquia se aplica e que o Paquistão cumprirá o seu dever, conforme o The Statesman.

Blindado com mais de 1.000 contêineres, muitos reforçados com espigões, e com sacos de areia sobre pontes, o governo do Paquistão fechou os acessos a Islamabad e mobilizou 22 mil policiais e outros agentes de segurança na capital, enquanto bloqueava a rodovia que liga Peshawar a Islamabad, segundo o The Guardian. A liderança do Movimento pela Justiça (PTI), partido do ex-primeiro-ministro Imran Khan, decidiu adiar para 4 de outubro a marcha prevista para 27 de setembro, que sairá de Peshawar rumo à capital, segundo o Dawn. O PTI condiciona a marcha a concessões sobre o tratamento de Khan, preso desde 2023, e afirma que ele está em confinamento solitário, sem atendimento médico adequado e sem contato com a família ou os advogados há meses, segundo o The Guardian.

Chefes militares da Turquia e do Paquistão viajam a Riad em resposta a um pedido da Arábia Saudita por uma reunião urgente sobre a implementação do pacto de defesa mútua entre os três países, informa a Al Jazeera. O Ministério da Defesa da Turquia confirmou a viagem do chefe do Estado-Maior, general Selcuk Bayraktaroglu, à Arábia Saudita, segundo a Al Jazeera. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca, assinado em 7 de agosto de 2026, trata um ataque armado a qualquer um dos três países como ataque a todos os três – e a Al Jazeera enquadra o deslocamento como uma aproximação de Ancara e Islamabad da guerra que a Arábia Saudita trava contra os houthis no Iêmen, segundo a Al Jazeera.

O presidente do parlamento da Turquia disse esperar que o pacto de defesa entre o Paquistão e a Arábia Saudita, estendido à Turquia em agosto e rebatizado de Acordo de Defesa Conjunta de Meca, seja submetido à aprovação do Legislativo no próximo mês, segundo o Middle East Eye. O acordo prevê que um ataque armado a qualquer um dos três países seja tratado como ataque a todos, mas a ratificação parlamentar segue pendente, informa o The Guardian.

A Arábia Saudita reúne chefes militares do Paquistão e da Turquia para discutir opções no âmbito do pacto de Meca, enquanto a França confirmou o envio de soldados, radares e sistemas de defesa para proteger o terminal petroleiro de Yanbu, segundo a Al Jazeera. Os houthis lançaram neste mês uma ofensiva na costa do Mar Vermelho, em meio à guerra liderada pelos Estados Unidos contra o Irã, e os combates se alastram pelo Iêmen, segundo o Washington Post.

Qasim Khan, filho do ex-primeiro-ministro do Paquistão Imran Khan, pediu ao público que evite marchar ou protestar perto da prisão de Adiala em 27 de setembro, segundo o UrduPoint. Ele afirmou que o ato poderia servir de pretexto para uma “contraoperação” dentro da prisão, com risco para a vida do pai, segundo o Republic World.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, reuniu-se com o primeiro-ministro de Bangladesh, Tarique Rahman, e com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, e prometeu aprofundar a cooperação bilateral com Daca e Teerã, segundo o Hindustan Times, que citou a agência Press Trust of India (PTI). Com Pezeshkian, Sharif disse ter reafirmado os laços com o Irã e defendeu contenção, desescalada e diplomacia sustentada diante do conflito prolongado, segundo publicação do próprio premiê citada pelo jornal.

Forças de segurança do Paquistão frustraram uma tentativa de ataque de combatentes do Talibã afegão no setor de Gulistan, na fronteira entre os dois países, e mataram vários deles em operação de retaliação, segundo o The News, que citou fontes de segurança. Uma tentativa de agressão afegã foi repelida e vários integrantes afegãos do Talibã foram mortos, conforme fontes de segurança paquistanesas ouvidas pela Reuters, que registrou troca de tiros intermitente e forças de fronteira em estado de alerta. Horas antes, o Paquistão havia feito ataques aéreos e com drones de precisão contra 10 alvos no Afeganistão, em resposta a tentativas de ataques com drones atribuídas ao regime do Talibã, e abateu 8 drones vindos do espaço aéreo afegão, segundo o ministro da Informação, Attaullah Tarar, em declaração ao The News.

A Arábia Saudita, a Turquia e o Paquistão vão realizar uma reunião urgente dos chefes de Estado-Maior, anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores saudita, para discutir formas de apoiar Riad na escalada com os houthis do Iêmen. A barragem de mísseis balísticos e drones contra alvos sauditas, que incluiu a cidade sagrada de Meca, testa o pacto de defesa mútua assinado em agosto com a Turquia e o Paquistão. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca estabelece que um ataque armado contra um dos três países é considerado ataque contra todos.

Os chanceleres de Turquia, Egito, Arábia Saudita e Paquistão afirmaram em comunicado conjunto nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o direito de a Arábia Saudita se defender conforme o direito internacional e destacaram a necessidade de preservar a segurança da navegação na região, em meio à escalada dos ataques dos houthis do Iêmen, noticiado pela Reuters e publicado pelo Middle East Eye e pelo Times of India. Os quatro ministros se reuniram à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, manifestaram “profunda preocupação” com os conflitos em curso na região, disseram que o diálogo e a diplomacia são o único caminho para uma solução sustentável e declararam apoio ao governo do Iêmen em seus esforços de estabilidade e paz. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca, assinado em 7 de agosto de 2026 por Arábia Saudita, Turquia e Paquistão, estabelece que um ataque armado contra um dos três países será considerado ataque contra todos, segundo a BBC.

O ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, reuniu-se em Teerã na segunda-feira, 21 de setembro de 2026, com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e com o ministro do Interior iraniano, Eskandar Momeni, numa visita em que Teerã agradeceu ao Paquistão pelos esforços de mediação regional. Segundo o Ministério do Interior paquistanês, os dois ministros trataram de “relações bilaterais entre Paquistão e Irã e da situação mais recente na região”, e Momeni agradeceu ao primeiro-ministro Shehbaz Sharif e ao chefe do Estado-Maior do Exército, marechal Asim Munir, pelos esforços em favor da paz regional. A televisão estatal iraniana Press TV informou que Pezeshkian disse que os dois países podem suprir boa parte de suas necessidades recorrendo a “capacidades domésticas e regionais” e que a pressão dos Estados Unidos tem produzido maior convergência entre países muçulmanos; na versão publicada pelo The Express Tribune e pelo UrduPoint, Naqvi disse que as relações bilaterais “vão ficar ainda mais fortes”. É a sexta viagem do ministro a Teerã desde que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã, em fevereiro de 2026, e ocorre enquanto Islamabad tenta preservar o Memorando de Entendimento assinado em julho entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito. O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baqaei, disse em 19 de setembro de 2026 que a visita trataria de relações bilaterais e que não havia plano de trocar mensagens sobre mediação, segundo o jornal paquistanês Dawn. A Al Jazeera noticiou que o encontro ocorre em meio à escalada das tensões entre Teerã e Washington, e fontes do governo paquistanês disseram à agência Anadolu que a agenda incluía os ataques houthis contra instalações petrolíferas sauditas.

A polícia de Lahore prendeu nesta segunda-feira as três irmãs do ex-primeiro-ministro paquistanês Imran Khan, Aleema Khan, Uzma Khan e Noreen Niazi, por 30 dias sob a Lei de Manutenção da Ordem Pública (MPO), segundo o The Hindu, que cita a AFP, e a ETV Bharat, citando a agência de notícias indiana Press Trust of India (PTI). O vice-comissário de Lahore emitiu no domingo duas ordens separadas de detenção, e as três foram levadas à prisão de Kot Lakhpat. As prisões ocorrem antes de uma marcha nacional do partido paquistanês Movimento pela Justiça (Pakistan Tehreek-e-Insaf, PTI), marcada para 27 de setembro, que pede a libertação de Khan. O partido classificou as detenções como “abuso flagrante de autoridade”.

Caças paquistaneses bombardearam nesta segunda-feira alvos que autoridades de segurança descreveram como esconderijos de militantes no leste do Afeganistão, e dois funcionários de segurança paquistaneses disseram que 28 suspeitos foram mortos, segundo a Associated Press (AP). O governo afegão informou que os ataques mataram três civis e feriram quatro. A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA) confirmou que “pelo menos três civis, entre eles um homem, uma mulher e uma menina, foram mortos e quatro ficaram feridos em aparentes ataques aéreos” na província de Kunar, e afirmou ter documentado mais de 1.100 mortes e ferimentos de civis no Afeganistão por violência transfronteiriça neste ano. Os ataques vieram depois de o Paquistão advertir que poderia atingir militantes dentro do Afeganistão após dois atentados contra suas forças de segurança na fronteira, entre eles o ataque a uma mesquita em Kohat na sexta-feira, que matou ao menos 21 pessoas, a maioria policiais.

A polícia paquistanesa prendeu duas irmãs do ex-primeiro-ministro Imran Khan, segundo a France24, e o filho dele afirmou que parentes e crianças foram “sequestrados” antes da marcha de protesto do PTI, relata o Hindustan Times.

O Paquistão bombardeou o que chama de esconderijos de militantes no Afeganistão e afirma ter matado 28 pessoas; Cabul diz que os ataques mataram três, segundo a AP, o Hindustan Times e a Mehr News. Não houve confirmação independente do número de vítimas.

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