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Tema: OTAN

Matérias e notas em que OTAN é ator central.

Fluxo

O programa de Jean-Luc Mélenchon para a eleição presidencial francesa de 2027, batizado “L'Avenir en commun” e apresentado neste sábado, promete restabelecer a aposentadoria aos 60 anos para quem contribuiu por 40 anos, segundo a França Insubmissa (LFI). O texto propõe elevar o salário mínimo líquido mensal de cerca de 1.480 euros para 1.700 euros, abolir o imposto fixo sobre rendimentos de capital, aumentar a tributação das famílias mais ricas e tabelar os preços de alimentos essenciais. Na energia, prevê o abandono gradual da nuclear, com o cancelamento do programa de reatores EPR2 e a não extensão da vida útil das usinas além de 60 anos. Na política externa, o programa reitera a crítica à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e defende a saída gradual da França da aliança, começando pelo comando militar integrado. Pesquisas recentes mostram Mélenchon chegando ao segundo turno em abril contra Marine Le Pen, mas indicam que ele perderia na votação final.

A Finlândia estuda a experiência da guerra na Ucrânia e considera construir fortificações antitanque na fronteira com a Rússia, segundo a Bloomberg, que ouviu o comandante do Exército finlandês, tenente-general Pasi Valimaki. Valimaki questionou a durabilidade dessas obras diante do clima do país: se os finlandeses cavarem valas e obstáculos tão profundos quanto os da Ucrânia, quanto tempo levaria até o ambiente transformá-los em lagos artificiais? Para ele, o Exército finlandês, na ala leste da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), deve ser capaz de atingir lançadores de mísseis e drones antes que possam ser usados contra território finlandês.

A Alemanha não pode fornecer mais sistemas de defesa aérea Patriot à Ucrânia, disse o ministro da Defesa Boris Pistorius em entrevista ao grupo Funke, segundo a TASS, devido ao risco de criar lacunas críticas na própria defesa alemã. A Alemanha já entregou vários sistemas e um grande número de mísseis guiados, e, segundo ele, o que for entregue agora não pode ser reposto por algum tempo. Pistorius defendeu uma discussão séria sobre o tema na próxima reunião do Grupo de Contato para a Ucrânia, em meados de novembro.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que forças russas atingiram no Mar Negro, a sudeste de Odessa, um navio de carga que transportava equipamento militar para a Ucrânia. Uma fonte dos serviços de controle de tráfego aéreo disse à TASS que uma aeronave de reconhecimento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de registro estadunidense, o Bombardier Artemis II, foi vista pela segunda vez na semana sobre águas internacionais do Mar Negro, voando de oeste para leste. Segundo a mesma fonte, a aeronave decolou de Constanta, na Romênia, onde é baseada, voa a cerca de 9 mil metros fora dos corredores de aviação civil e não entrou em espaço aéreo nacional além do romeno.

Emissoras de TV da Europa receberam ameaças de bomba na sexta-feira, 6 de novembro de 2026, com evacuações e programação suspensa; a irlandesa RTÉ e a búlgara Nova TV receberam e-mails de um suposto “Mikhail Andropov” com o título “Mensagem ao Ocidente”, que apresentava as ameaças como prelúdio de novas interrupções no continente. Caças escoltaram aviões de Bruxelas para Sófia e de Praga para Bucareste e para Chipre através do espaço aéreo húngaro, segundo o ministro da Defesa da Hungria, Romulusz Ruszin-Szendi, que também disse que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) ordenou uma patrulha aérea perto da fronteira húngaro-romena, o primeiro relato de envolvimento da aliança. No dia anterior, quinta-feira, 5, mais de duas dúzias de voos foram afetados por ameaças falsas na Europa, e a polícia tcheca registrou ameaças a nove voos com partida ou chegada a Praga, sem cancelamentos.

Ameaças de bomba atingiram redações europeias nesta sexta-feira. Entre as que receberam o aviso está a Sky, emissora britânica, que disse ter feito avaliação de segurança e comunicado o caso às autoridades. A búlgara Nova TV e a RTE, emissora pública irlandesa, receberam por e-mail mensagens assinadas por um suposto “Mikhail Andropov”, com o título “Message to the West”, que apresentavam as ameaças como prelúdio de novas interrupções pela Europa. A RTE retirou sua equipe do prédio em Dublin por breve período na manhã de sexta-feira; o aviso dizia que uma bomba explodiria em 45 minutos. O governo irlandês afirmou que ameaças falsas também chegaram à Virgin Media, à rádio Newstalk e ao jornal Irish Independent, e avaliou que “parece provável que se trate de uma campanha coordenada de perturbação”. Caças escoltaram aviões que iam de Bruxelas a Sófia e de Praga a Bucareste e ao Chipre pelo espaço aéreo húngaro, segundo o ministro da Defesa da Hungria, Romulusz Ruszin-Szendi, que também disse que a Otan ordenou uma patrulha aérea perto da fronteira húngaro-romena.

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, disse que países europeus criticam o acordo de diesel entre os Estados Unidos e a Rússia enquanto seguem pagando bilhões a Moscou por energia. “No primeiro semestre deste ano, a Europa comprou €6 bilhões em gás natural liquefeito (GNL) da Rússia. Isso é muito mais do que esse acordo de diesel jamais renderá. Então, a Europa também não é santa”, afirmou. Ele reconheceu que alguns países europeus “entraram em pânico” com o acordo anunciado no mês passado e que ele próprio “ergueu uma sobrancelha por um tempo”. Segundo a RT, Moscou se comprometeu a entregar mais de 300 mil toneladas de diesel de imediato, outras 500 mil em novembro e 1 milhão depois, com 3 milhões adicionais possíveis.

Jared Kushner, enviado do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que Washington estuda um marco de segurança europeu mais amplo, destinado a responder às preocupações de todos os lados e a sustentar um acordo duradouro na Ucrânia. As propostas preveem consultas permanentes, comunicação de crise, transparência militar e medidas recíprocas para reduzir riscos de escalada, com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) permanecendo central na defesa coletiva europeia, segundo ele. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Moscou não recebeu nenhum detalhe do acordo. Conversas trilaterais entre EUA, Rússia e Ucrânia estão marcadas para 10 e 11 de novembro de 2026 em Abu Dhabi, e o chanceler Sergey Lavrov afirmou que o histórico dos governos europeus de minar acordos de paz “não pode ser ignorado”, o que os deixou fora do encontro.

O parlamento da Turquia ratificou o pacto de defesa com a Arábia Saudita e o Paquistão, que inclui cláusula de defesa coletiva e compromete o segundo maior exército da Otan com a defesa de Riad. A votação terminou com 279 votos a favor e 119 contra, com 398 dos 592 deputados presentes. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca foi assinado em 7 de agosto de 2026 pelos três países, segundo a Sputnik, e prevê que um ataque armado a qualquer dos signatários seja considerado ataque aos três. O texto entra em vigor depois de assinado pelo presidente turco. A ratificação cria obrigação formal de defesa mútua de Ancara com a Arábia Saudita, mas não envia tropas turcas ao país por si só. Um deputado do partido governista disse à Reuters no mês passado que a Turquia também enviará ao parlamento um mandato para enviar militares à Arábia Saudita sob o pacto.

O Ministério da Defesa da Alemanha anunciou a nomeação do tenente-general Christian Freuding como novo inspetor-geral da Bundeswehr; ele assume em fevereiro de 2027, sucedendo o general Carsten Breuer. Freuding chefiou o Estado-Maior Especial Ucrânia, criado após o ataque russo de 2022, e coordenou a ajuda militar alemã a Kyiv; de 2023 a 2025 dirigiu esse estado-maior de planejamento e comando, antes de ser nomeado inspetor do Exército em outubro de 2025. O ministro Boris Pistorius disse que Freuding reúne todas as condições para conduzir os soldados «à nova era, em que precisamos nos proteger melhor do que nas décadas anteriores». Breuer foi eleito em setembro presidente do Comitê Militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e assume as novas funções em Bruxelas no verão de 2027.

As Forças Armadas da Letônia alertaram brevemente nesta segunda-feira para uma ameaça no espaço aéreo em duas regiões e ativaram caças de policiamento aéreo da OTAN, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Street Insider, e depois declararam o perigo encerrado, com o objeto que estaria em solo na Letônia, perto da fronteira com a Rússia.

Autoridades do Pentágono pediram, nas últimas semanas, que vários países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) moderassem a retórica sobre a ameaça representada pela Rússia, segundo a Reuters.

O presidente Vladimir Putin disse que o Ocidente fracassou em seu objetivo de infligir uma derrota estratégica a Moscou e que dificilmente conseguirá até 2030, em entrevista coletiva após a cúpula Rússia-África, segundo a agência estatal russa TASS. Putin afirmou que muitos falam apenas em se preparar para a guerra até 2030 e que a Rússia está preparada, mas não quer nenhum tipo de guerra com a Europa.

O Serviço de Inteligência da Romênia afirmou nesta segunda-feira ter identificado uma rede de sabotagem coordenada pela Rússia, que considera responsável por um incêndio em setembro num polo industrial no centro do país, perto de uma empresa estatal de armas, segundo o Jerusalem Post. O presidente romeno, Nicusor Dan, acusou a Rússia de ter escalado de forma significativa os ataques ao flanco leste da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) neste mês. A embaixada da Rússia em Bucareste não pôde ser contatada fora do horário comercial, mas Moscou nega repetidamente esse tipo de acusação.

A Turquia, país anfitrião da 31ª Conferência das Partes (COP31) da convenção da ONU sobre o clima, está incentivando os países ricos a gastar mais com apoio climático do que com defesa, segundo o OilPrice. O anfitrião da próxima cúpula da ONU disse ao The Guardian que os países ricos deveriam gastar muito mais do que os 5% do PIB prometidos por membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para defesa, porque “a questão climática é a questão de segurança”. Questionado se se deveria gastar com clima tanto quanto com defesa, respondeu: “Muito mais.”

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) vai enviar aviões de patrulha marítima, radares e drones ao Mar Negro, depois de uma série de ataques mortais com drones a navios na região, aparentemente ligados à guerra da Rússia na Ucrânia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo US News. Um P-8 Poseidon dos Estados Unidos (EUA) começou a patrulhar o Mar Negro para missões de reconhecimento e para detectar qualquer atividade que possa representar risco, disse Radev, segundo o Arab News. Na semana passada, sete marinheiros foram dados como desaparecidos após drones atingirem dois navios-tanque químicos perto da costa romena do Mar Negro, incendiando-os.

Seis navios foram atacados em 10 dias no mar Negro por drones suspeitos de serem russos (entre eles o Able e o Chelsea-3), uma escalada do conflito marítimo que pressiona as fronteiras da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), segundo o The Guardian. Até quinta-feira, os ataques já alcançavam o espaço aéreo e as águas territoriais da Romênia; o Alfa Watan, de propriedade turca e com destino ao porto romeno de Sulina, foi atingido por drones aéreos e navais suspeitos de serem russos. Dois navios-tanque de produtos químicos, o Wine Trader e o Yara J, foram atacados e ficaram em chamas, e mais sete marinheiros seguiam desaparecidos.

Caças F-16 romenos abateram dois drones sobre o mar Negro cerca de 20 km a sudeste da cidade de Sulina, minutos depois de eles terem entrado ilegalmente no país, segundo o Le Monde. O Ministério da Defesa romeno informou que dois F-16 da Força Aérea Romena engajaram os drones, segundo a TRT World. Ao menos sete cargueiros foram atingidos por drones no mar Negro em outubro, diante das costas da Romênia e da Bulgária, membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), deixando dois mortos e ao menos 25 desaparecidos, segundo o The Hindu; o presidente romeno, Nicușor Dan, disse em Bruxelas que dois drones atingiram embarcações, sem dizer de quem eram, e advertiu que haverá uma reação do Estado romeno.

Dois letões residentes no Reino Unido, de 32 e 26 anos, foram presos por volta das 2h de quinta-feira depois de serem encontrados dentro da base RAF Molesworth, em Cambridgeshire, que abriga o Centro de Fusão de Inteligência da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e o Centro Conjunto de Operações de Inteligência dos Estados Unidos (EUA) para a Europa, segundo o The Guardian. A investigação começou quatro horas antes, quando a polícia militar encontrou um veículo abandonado perto da instalação, e a polícia achou depois um pequeno buraco na cerca do perímetro, segundo o The Hindu. Os dois foram presos inicialmente sob suspeita de invasão de local proibido e dano criminal e, em seguida, sob suspeita de violar a seção 4 da Lei de Segurança Nacional de 2023, por entrar em local proibido com finalidade prejudicial ao Reino Unido, e acabaram liberados sob fiança, com condições rígidas, enquanto a investigação prossegue.

Drones atingiram dois petroleiros perto da costa romena do Mar Negro e incendiaram as embarcações, deixando sete marinheiros desaparecidos, segundo o The Guardian. Os desaparecidos eram tripulantes do Wine Trader, petroleiro de bandeira de San Marino que viajava da Tunísia para a Romênia. O Wine Trader relatou explosões e incêndio a cerca de 13 milhas náuticas (24 km) a leste da foz do rio Danúbio, em Sulina, na manhã de quinta-feira, segundo a BBC. Uma fonte militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse à Reuters que os drones que atingiram o Wine Trader e o Yara J partiram da Rússia, segundo o The Guardian. O presidente da Romênia, Nicușor Dan, classificou a situação no Mar Negro como grave: “Navios comerciais estão sendo atacados e afundados”, escreveu no X.

O navio “Chelsea 3”, de propriedade ucraniana e bandeira maltesa, foi atingido por três drones e afundou a cerca de 18 milhas náuticas da costa búlgara por volta de 1h30, com a tripulação de sete ucranianos e oito azeris resgatada, no segundo incidente do tipo em uma semana, segundo o The Hindu, citando a Reuters; cinco tripulantes receberam atendimento médico, sem feridos graves, e o premiê Rumen Radev disse que falará com o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte.

O comando militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) elaborou um novo plano de defesa para o flanco leste da aliança, com foco em drones e inteligência artificial, a ser apresentado em 12 de outubro ao comandante supremo aliado na Europa, Alexus Grynkewich, segundo a TASS. O chefe do Comitê Militar da OTAN, Giuseppe Cavo Dragone, disse que o plano, batizado “Theory of Victory”, busca garantir que a guerra nunca comece, porque quem ameaça a aliança está convencido de não iniciá-la, e não é dirigido contra a Rússia, segundo a TASS, a partir de entrevista à La Repubblica.

Dois homens letões, de 32 e 36 anos, residentes no Reino Unido, foram presos às 2h dentro da base de Molesworth da Força Aérea Real (RAF), numa investigação que começou quatro horas antes. Os suspeitos foram presos também sob suspeita de infração à Seção 4 da Lei de Segurança Nacional de 2023 – entrar em local proibido com propósito prejudicial ao Reino Unido. A base abriga o Centro de Fusão de Inteligência da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e o Centro Conjunto de Operações de Inteligência dos Estados Unidos (EUA) para a Europa, segundo o The Guardian.

O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, disse que a guerra na Ucrânia está em um impasse perigoso, segundo a Reuters, em texto republicado pela Internazionale. Rubio alertou que a escalada pode se tornar uma campanha de sabotagem em países vizinhos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Em entrevista, ele afirmou não acreditar que a guerra possa ser resolvida por meio de negociações neste momento, segundo o The New Voice of Ukraine.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que a entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não está em discussão no momento, porque Washington está focado em resolver o conflito ucraniano. Questionado por um jornalista se a Ucrânia deveria ser membro da Otan, Rubio disse que “não há resposta de sim ou não”, segundo a TASS.

O Pentágono confirmou que retirou seus bombardeiros da base RAF Fairford, supostamente cerca de uma dúzia de B-1, de volta para suas bases nos Estados Unidos, segundo a BBC. O governo britânico insistiu que RAF Fairford é segura, após a retirada de todos os bombardeiros norte-americanos da base.

Centenas de manifestantes foram às ruas de Paris no sábado contra a ajuda contínua à Ucrânia, em protesto nacional do partido Les Patriotes, de Florian Philippot, segundo a RT. Os manifestantes pediram ao presidente Emmanuel Macron que interrompa a ajuda e defenderam a saída da França da União Europeia e de todas as instituições supranacionais, incluindo a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

A Bielorrússia está disposta a restaurar mecanismos de verificação e de alerta antecipado, além de outras medidas de transparência militar, desde que os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) demonstrem disposição recíproca, disse o chanceler Maxim Ryzhenkov à agência TASS.

A embaixada da Rússia na Irlanda afirmou em comunicado nesta quarta-feira que Moscou estaria pronta a usar todo o seu arsenal, incluindo armas nucleares, para defender Kaliningrado caso a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tente isolar o território, segundo o Kyiv Independent. A embaixada disse que a Otan prepara um bloqueio aéreo e naval da região, sem apresentar provas nem identificar a origem da informação. Um documento russo entregue à aliança e obtido pela Reuters afirma que Moscou usaria “todo o arsenal” para defender Kaliningrado, segundo o G1. A Otan confirmou ter recebido um “documento informal” da embaixada da Rússia na Bélgica com o alerta sobre Kaliningrado, segundo a RTE.

O Ministério da Defesa da Geórgia informou que o exercício multinacional SHARP LYNX 2026, com militares da Polônia, da República Tcheca, da Eslováquia, da Hungria e da Croácia, começou na Geórgia, no Centro Conjunto de Treinamento e Avaliação Geórgia–Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo a TASS. O objetivo declarado, conforme o ministério, é melhorar ainda mais a interoperabilidade, os procedimentos de estado-maior, a coordenação e as habilidades de comando e controle em ambiente multinacional, no âmbito do Substantial NATO-Georgia Package (SNGP).

Peskov, porta-voz do Kremlin, disse que as acusações da Estônia de que a Rússia estaria por trás do incêndio criminoso numa fábrica militar em Tallinn são infundadas, mal pensadas e não podem ser levadas a sério, segundo a agência TASS. Peskov reiterou que a Rússia seguirá com a sua “operação militar especial” para garantir plenamente os seus interesses nacionais.

Os eleitores suíços decidem neste domingo se aprovam uma forma mais restritiva de neutralidade, que vedaria ao país impor sanções econômicas ou cooperar com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo a Reuters. A proposta quer que a Constituição estipule que a Suíça não pode aderir a nem cooperar com qualquer aliança militar ou de defesa, salvo se for atacada, e que se abstenha de aderir a sanções que não tenham aval da Organização das Nações Unidas. Segundo a Associated Press, a iniciativa é apoiada por um partido populista de direita, que sustenta que o governo suíço se aproximou demais da União Europeia e da OTAN, sobretudo por causa da guerra da Rússia na Ucrânia. As pesquisas indicam rejeição: um dos levantamentos mais recentes mostra 68% contra e 31% a favor, segundo a Reuters.

O enviado do Irã à Organização das Nações Unidas (ONU), Gholamhossein Darzi, afirmou em carta que o chefe da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) declarou, em pronunciamento de 23 de setembro de 2026, que cerca de cinco mil aeronaves voaram de bases europeias desde 28 de fevereiro de 2026 em apoio ao que foi descrito como “Operação Epic Fury”, segundo a Mehr News Agency. Teerã afirma que o uso das bases europeias viola o direito internacional e pede exame urgente do Conselho de Segurança. O Irã afirma que as ações militares dos Estados Unidos e de Israel mataram mais de 3.600 pessoas, entre elas ao menos 254 crianças e 251 mulheres.

Quatro militares italianos do 11º Regimento Bersaglieri ficaram feridos num exercício de tiro em Ādaži, na Letônia, na missão Forward Land Forces da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo o Ministério da Defesa da Itália. Disparos de arma instalada em um veículo militar italiano atingiram outro veículo italiano onde estavam os quatro militares. Eles foram levados a um hospital em Riga; um está em condição mais séria e, no momento, nenhum corre risco de vida.

O pacote de US$ 400 milhões que o Congresso dos Estados Unidos aprovou no fim de 2025 para ajuda militar à Ucrânia não inclui mísseis do sistema de defesa aérea Patriot, segundo a RBC-Ukraine, que cita a Reuters. O governo de Donald Trump assumiu a obrigação legal de gastar o valor integral antes de 30 de setembro; no início desta semana, US$ 307 milhões já estavam contratados e os US$ 93 milhões restantes serão formalizados até a data-limite. O pacote inclui armas ofensivas, equipamentos e peças para veículos blindados.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu “aprovação final” para a Ucrânia produzir mísseis Patriot sob licença, segundo o G1. Trump havia oferecido a licença em julho, na cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em Ancara, e recuado em 31 de julho, dizendo que “não concordamos com isso”, segundo a ABC News.

Um caça F-16 da Força Aérea dos Estados Unidos caiu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, perto da base aérea de Spangdahlem, na Renânia-Palatinado, no oeste da Alemanha, e o piloto ejetou antes do impacto, segundo o comunicado da base reproduzido pela Associated Press e pela Deutsche Welle. A aeronave, um F-16 Fighting Falcon da 52ª Asa de Caça, caiu por volta das 14h30 no horário local (9h30 UTC-3), e a causa está sob investigação. “O piloto ejetou com segurança e recebe atendimento médico”, informou a base. O distrito de Eifel, de Bitburg-Prüm, disse que uma pessoa ficou ferida e enviou equipes de socorro ao local. O controle de tráfego aéreo alemão afirmou que quatro F-16 participavam de um exercício de treinamento e que um dos dois que voltavam à base caiu na aproximação, segundo o GV Wire; os demais pousaram na base de Ramstein, segundo a India Today. Spangdahlem abriga um esquadrão de F-16 com cerca de 20 aeronaves. O acidente ocorre cinco dias depois de outro F-16, da Guarda Nacional Aérea do Texas, cair em Michigan, em 17 de setembro de 2026, durante um exercício, segundo o Quartz.

O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que países europeus que hospedam bases militares dos Estados Unidos ou que ajudem a preparar ou executar ataques norte-americanos podem ser “cúmplices de agressão”. A declaração foi feita ao chanceler da Itália, Antonio Tajani, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, segundo o Middle East Eye, que cita comunicado iraniano. Araghchi afirmou que a alta dos preços de combustíveis e de matérias-primas nos mercados globais decorre diretamente da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e advertiu sobre “as consequências perigosas que a normalização da ilegalidade e do unilateralismo agressivo dos Estados Unidos representam para o Estado de direito”.

Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, um acordo de segurança que amplia a presença militar norte-americana na ilha. A assinatura ocorreu à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, por Donald Trump, pela primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e pelo primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen. Segundo a Reuters, em despacho publicado pelo The Jerusalem Post, o texto autoriza bases em Narsarsuaq, no sul, e em Mestersvig, no leste, prevê a expansão da base de Pituffik, que serve de alerta antecipado de mísseis, e permite a aeronaves dos Estados Unidos sobrevoar, pousar e operar em qualquer ponto da Groenlândia, incluindo águas territoriais e o espaço submarino. Nenhum país de fora da OTAN poderá manter presença militar “persistente” sem aprovação unânime das três partes. O acordo não tem data de expiração e emenda o tratado de defesa de 1951. Trump afirmou que o acordo dá aos Estados Unidos “controle permanente sobre a segurança e todas as outras necessidades” no território, e que nenhum adversário será autorizado a estabelecer presença militar ali. Frederiksen disse que o texto respeita “a integridade territorial do Reino da Dinamarca, assim como o direito de autodeterminação da Groenlândia”, segundo a Al Jazeera, que ouviu de Nielsen que “é vital manter a OTAN forte”. O acordo encerra meses de impasse aberto quando Trump deixou de descartar força militar ou econômica para anexar a ilha, o que provocou crise diplomática dentro da aliança em janeiro de 2026. A presença militar dos Estados Unidos na Groenlândia encolheu de 17 instalações e mais de 10 mil militares, na Guerra Fria, para cerca de 200 em Pituffik.

O presidente da Lituânia, Gitanas Nausėda, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que uma nova rotação de tropas dos Estados Unidos “já está a caminho” do país, o que encerra parte da incerteza sobre a presença militar no aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) que faz fronteira com a Rússia, noticiado pela Reuters e pelo Stars and Stripes e pelo Mezha. Nausėda agradeceu a Donald Trump e afirmou que a “presença militar dos Estados Unidos na Lituânia é parte indispensável da nossa dissuasão e da nossa defesa coletiva”; o chanceler lituano, Kęstutis Budrys, disse que “tropas dos Estados Unidos no terreno são essenciais para a dissuasão, a defesa e a segurança no flanco leste da OTAN”. Os Estados Unidos mantêm rotações na Lituânia desde 2019, com batalhões de cerca de 1.000 militares. O Stars and Stripes informou que o contingente sai normalmente da brigada baseada na Polônia, que o número e a origem dos militares não foram divulgados e que o Pentágono ainda não confirmou publicamente o deslocamento: em maio de 2026 o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ordenou um reequilíbrio de forças na Europa, com a retirada de até 5.000 militares da Alemanha e o cancelamento do envio à Polônia da brigada blindada baseada em Fort Hood, no Texas, o que deixou os militares que estavam na Lituânia sem substituição.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) expulse a Espanha, um dia depois de Madri dizer que não participaria da segurança do evento em que ele discursaria. A Espanha impôs embargo de armas a Israel desde 2023 e reconheceu o Estado palestino em maio de 2024. Fontes: The Times of Israel e Middle East Eye.

O Parlamento da Lituânia aprovou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o fim da proibição de instalar armas nucleares no território do país, por 99 votos a favor, cinco abstenções e 13 contrários. A emenda ao artigo 137 da Constituição ainda precisa de duas votações separadas por três meses — a primeira em 6 de outubro, a segunda em 12 de janeiro —, com no mínimo 94 dos 141 deputados.

A França assinou um contrato para entregar radares e mísseis interceptadores à Ucrânia, anunciou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o presidente Emmanuel Macron depois de se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Nova York, segundo o Kyiv Post e o United24 Media. Macron não informou a quantidade, o tipo de equipamento nem o prazo de entrega. O anúncio saiu no mesmo dia em que a Rússia atingiu instalações industriais em Dnipro, Kryvyi Rih e Pavlohrad e que Zelensky pediu, ao lado da França, um novo pacote de apoio para o inverno. O presidente francês disse que discutiu a iniciativa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e que os dois vão trabalhar por uma moratória de ataques contra a infraestrutura energética e civil, proposta que a Ucrânia condiciona à reciprocidade russa.

O primeiro-ministro da Lituânia, Mindaugas Sinkevičius, disse à BBC Newsnight que o país tem planos de evacuação preparados e que a população vive afetada por alertas noturnos de drones no espaço aéreo lituano, segundo o The Guardian. Sinkevičius afirmou que idosos e pessoas com deficiência seriam os grupos prioritários, e que o governo trabalha com vários cenários. No mesmo dia, o chefe do serviço de segurança da Chéquia, Michal Koudelka, disse ao jornal que uma incursão limitada da Rússia em território da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) é possível, junto com provocações de bandeira falsa e uma campanha de influência, num horizonte de “meses, não anos”. Em paralelo, o presidente lituano, Gitanas Nausėda, informou que uma nova rotação de tropas dos Estados Unidos está a caminho do país e não será menor que as anteriores: são até mil militares norte-americanos em rotação desde 2019.

O primeiro-ministro da Lituânia, Mindaugas Sinkevičius, disse à BBC News que o país tem planos de evacuação diante das ameaças da Rússia e que, se for atacado, “vamos revidar”. Em entrevista ao programa Newsnight, ele afirmou que os lituanos se sentem “constantemente ameaçados”, em parte por causa de drones que entram no espaço aéreo do país, e que o governo trabalha com “uma variedade de cenários”, nem todos discutidos publicamente, citando como exemplo a retirada de idosos das cidades sem congestionamento. O Ministério do Interior lituano aprovou em 14 de julho um plano de evacuação da população, e os detalhes divulgados em 16 de setembro preveem três rotas principais de saída da capital, uma delas usando a voivodia de Podlaskie, na Polônia, como corredor de trânsito, segundo a Newsweek. A entrevista sai uma semana depois de caças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) abaterem um drone que entrou no espaço aéreo lituano vindo da direção da Bielorrússia, segundo a BBC News. A Lituânia faz fronteira terrestre com o enclave russo de Kaliningrado.

O primeiro-ministro da Lituânia, Mindaugas Sinkevičius, disse à BBC News que o país preparou planos de evacuação para “uma variedade de cenários” diante da ameaça russa, mas afirmou que os lituanos “não vão se render” em caso de ataque: “vamos reagir, vamos combater”. Em entrevista ao programa Newsnight, da BBC News, ele disse que os lituanos se sentem “constantemente ameaçados” pela Rússia, em parte por causa dos drones que entram no espaço aéreo do país, e citou como exemplo a retirada de idosos das cidades “sem congestionamento”. A Lituânia faz fronteira com o enclave russo de Kaliningrado e integra a OTAN, que abateu há uma semana um drone que entrou no espaço aéreo lituano; o ministro da Defesa, Robertas Kaunas, disse à BBC News que a aeronave veio da direção da Bielorrússia, aliada de Moscou, que não comentou o incidente.

O acordo sobre a Groenlândia entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia será assinado nesta terça-feira, na Assembleia Geral da ONU, e Copenhague afirma que o texto coloca a segurança do Ártico sob a OTAN, segundo a Reuters. O ministro das Relações Exteriores dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, disse à TV2 que “em grande medida seria a OTAN que cuidaria do Ártico”; o conteúdo do acordo não foi divulgado e Donald Trump o descreve como controle “permanente” americano sobre a segurança da ilha.

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