O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que ataques noturnos com drones e mísseis balísticos danificaram subestações que conectam as usinas nucleares de Rivne e Khmelnytsky a Kyiv e ao centro do país. Doze regiões ucranianas foram atingidas, com a capital castigada com os piores danos, e nove pessoas ficaram feridas no país, entre elas uma criança, em uma onda de mais de 30 mísseis balísticos e mais de 170 drones. Os bombardeios causaram apagões e interromperam o abastecimento de água. Segundo o prefeito de Kyiv, Vitali Klitschko, o sistema de abastecimento de água da cidade voltou a operar normalmente e cerca de 60% dos prédios de apartamentos estavam reconectados ao aquecimento. Os ataques antecedem as conversas trilaterais entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos (EUA) em Abu Dhabi, na semana que vem.
Tema: Europa Oriental
Zelenskyy disse que quer garantias específicas dos aliados ocidentais sobre como funcionará o apoio de segurança pós-guerra e que o essencial é que esteja “claro no papel”. Em entrevista à emissora 1+1, ele resumiu o que cobra dos aliados: “Se a Rússia começar (a atacar) de novo, o que vai acontecer?”. A fala veio após dois dias de conversas em Bruxelas que reuniram Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e União Europeia em torno de reconstrução, financiamento para 2027 e garantias de segurança. Ele também disse que as vitórias democratas nas eleições de meio de mandato desta semana podem ter efeito positivo sobre a ajuda estadunidense, incluindo a entrega mais rápida de interceptores Patriot.
Ataques russos durante a noite danificaram instalações de energia nas regiões de Kyiv e Zhytomyr e uma ponte importante da capital, e o prefeito Vitali Klitschko classificou como “extremamente difícil” a situação do abastecimento energético de Kyiv. A Ponte Norte, que liga as partes leste e oeste da cidade sobre o rio Dnipro, também foi danificada, e os ataques feriram ao menos cinco pessoas, entre elas uma criança de 14 anos.
Explosões foram ouvidas em Kiev na noite de sexta-feira, depois de a Força Aérea ucraniana alertar sobre uma ameaça balística vinda do norte e informar que ao menos seis mísseis balísticos se dirigiam à capital, antes de a ameaça ser levantada. Imagens publicadas no Telegram mostravam um incêndio de grandes proporções na periferia da capital, e os comunicados militares não traziam balanço de vítimas ou danos. A Força Aérea também relatou drones a jato em direção a Sarny, na região de Rivne, e a Ovruch, na região de Jytomyr. Mais cedo, Volodymyr Zelensky havia advertido que, segundo a inteligência ucraniana, a Rússia preparava novos ataques contra a infraestrutura energética, as pontes sobre o Dnieper e instalações civis.
A Espanha forneceu à Ucrânia um novo pacote de ajuda militar de 437 milhões de euros (US$ 489 milhões), segundo o presidente Volodymyr Zelensky. Zelensky disse que se reuniu com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, em Madri, para tratar das “necessidades de defesa mais prementes” do país. Segundo Zelensky, a Rússia danificou este ano mais locomotivas ucranianas do que em todos os anos anteriores da guerra somados. Sánchez afirmou que a Espanha continuará ao lado do povo ucraniano porque defender sua liberdade significa defender o direito internacional e a soberania das nações.
No relatório de alargamento publicado em 4 de novembro de 2026, a Comissão Europeia rebaixou de “algum progresso” para “progresso limitado” a avaliação das reformas anticorrupção da Ucrânia. O documento registra que os órgãos anticorrupção aumentaram o número de investigações, acusações e condenações em casos de corrupção de alto nível, mas aponta reformas legislativas prioritárias ainda pendentes. A versão final da comunicação de Bruxelas removeu a referência, presente no rascunho, a um ritmo mais lento das reformas, segundo apuração da RFE/RL.
A trégua de vários dias entre Rússia e Ucrânia, limitada à região de Kherson, terminou sem violações relatadas por nenhum dos dois lados e sem sinal de prorrogação. O cessar-fogo expirou à meia-noite de Moscou (21h GMT) e a Ucrânia retirou civis de partes da região. O Institute for the Study of War avalia que a trégua permitiu evacuar até 800 civis e levar ajuda humanitária a Oleshky e aos povoados vizinhos. Moradores voltaram a circular e a fazer compras no mercado Tavriysky no último dia da trégua, 1º de novembro de 2026.
Em entrevista à televisão alemã ZDF, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esperar que os avanços democratas nas eleições de meio de mandato gerem mais ajuda a Kiev na guerra de quatro anos e meio com a Rússia, segundo a Reuters, em texto publicado pelo Jerusalem Post. Zelensky afirmou ser grato aos republicanos, mas disse que os democratas falam “muito claramente” sobre apoiar a Ucrânia e reconstruir a ligação entre os Estados Unidos e a Europa. “Também sou grato aos republicanos, mas os democratas falam muito claramente sobre apoiar a Ucrânia e fornecer assistência à Ucrânia”, disse em comentários fornecidos em alemão pela ZDF antes da exibição da entrevista. “Falam sobre renovar a conexão entre os Estados Unidos e a Europa... Por isso, há esperança de que surja um equilíbrio de poder e de que recebamos mais apoio.” Ele disse também que um Congresso que aprove apoio financeiro ou militar forte terá impacto sobre Putin.
O número de mortos no bombardeio de segunda-feira a um ponto de distribuição de ajuda na região ucraniana de Zaporizhzhia subiu a 37, com dezenas de desaparecidos, um dos ataques mais mortais a civis neste ano, segundo autoridades citadas em texto da Reuters republicado pelo The Straits Times. Ivan Fedorov, copresidente do Conselho de Defesa Regional de Zaporizhzhia, escreveu no Telegram que 59 pessoas estão desaparecidas. Segundo o presidente Volodymyr Zelensky, as forças russas primeiro lançaram bombas aéreas sobre o prédio da escola em Komyshuvakha quando as pessoas chegavam para buscar ajuda e depois atingiram o abrigo com mais bombas. Dois integrantes de uma equipe de resgate e quatro policiais estão entre os mortos, segundo os serviços de emergência. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o ataque teve como alvo unidades militares ucranianas em Komyshuvakha e em outros dois assentamentos, e que até 25 militares ucranianos foram mortos.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma, em texto da Reuters republicado pelo Investing.com, que duas estações elétricas nas regiões de Kyiv e Zhytomyr foram atingidas, em ataques que também miraram um cargueiro no mar perto de Odessa e seguem os bombardeios de terça com mísseis e drones que cortaram a energia de amplas áreas da Ucrânia. O enviado norte-americano Steve Witkoff anunciou que os EUA reúnem delegações de Ucrânia e Rússia em Abu Dhabi em 10 e 11 de novembro para tratar de segurança pós-guerra, desescalada e fim da guerra.
Ao menos 31 pessoas morreram após bombas russas atingirem um centro de distribuição de ajuda em Zaporizhzhia, com ao menos nove bombas aéreas de 3.000 kg sobre a vila de Komyshuvakha na segunda-feira e o centro desabando após um acerto direto, disse o chefe da administração regional Mykhailo Semikin. Ao menos 26 pessoas morreram em dois ataques separados, o segundo contra um prédio, disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. O alvo era uma unidade militar, sustenta o Ministério da Defesa da Rússia.
A Rússia bombardeou em ondas a infraestrutura energética da Ucrânia na terça-feira, com dezenas de mísseis e centenas de drones, deixando sem energia amplas regiões do país. Volodymyr Zelensky disse que ao menos 33 pessoas morreram na segunda-feira, quando a Rússia bombardeou duas vezes uma escola usada para distribuir ajuda em Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, e que cerca de 50 pessoas seguiam sob os escombros. A concessionária Kyivvodokanal informou que o abastecimento de água da capital foi suspenso porque as principais instalações de captação ficaram sem energia após os ataques. A operadora DTEK afirmou que os ataques derrubaram completamente três de suas usinas termelétricas. As conversas tripartites mediadas pelos Estados Unidos em Abu Dhabi estão marcadas para 10 e 11 de novembro. O chanceler alemão Friedrich Merz disse ser importante que a Rússia se engaje de forma séria e efetiva nas negociações de cessar-fogo.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, afirmou nesta terça-feira que a Polônia impediu o que pareceu ser uma tentativa de provocação na fronteira com o exclave russo de Kaliningrado durante a madrugada. Segundo ele, “pessoas com lanternas” foram vistas na área e a guarda de fronteira o informou, logo depois da meia-noite, de uma “movimentação perturbadora” na fronteira polaco-russa; os guardas evitaram qualquer incidente. Polícia, Exército, guarda de fronteira e serviços de inteligência reforçaram a segurança nas fronteiras com a Rússia e Belarus, inclusive perto de Kaliningrado, e unidades antiterrorismo foram enviadas ao nordeste do país depois de informações “mais precisas” de que atos de sabotagem, incluindo uma possível incursão de “pessoas armadas”, eram possíveis na primeira metade de novembro. Tusk disse que não é possível confirmar com plena certeza que o episódio foi uma tentativa de provocação e que a escalada russa deve continuar, sem se limitar a esse incidente. Na região da Vármia-Masúria, os serviços poloneses intervieram perto de Sępopol, onde ninguém cruzou para território polonês e as pessoas observadas recuaram para dentro de Kaliningrado, conforme relato da RMF24 reproduzido pelo United24 Media.
Um míssil russo destruiu o hospício de Dnipro na noite de segunda-feira, e cerca de 50 pacientes terminais foram transferidos para outras unidades; o mais velho tinha 90 anos. Em Kharkiv, um hospital foi atingido e 73 pessoas ficaram feridas, a maioria pacientes idosos, segundo Volodymyr Zelensky. Os ataques russos contra um centro de ajuda humanitária, um hospício e um hospital mataram ao menos 38 civis e feriram dezenas em 24 horas. O abastecimento de água de Kiev foi totalmente cortado “devido a ataques inimigos e a danos à infraestrutura energética da capital”, informou a Kyivvodokanal, e toda a rede de metrô ficou suspensa na terça-feira. A Rússia atingiu infraestrutura energética em nove regiões, afetando o fornecimento de água e de aquecimento. Zelensky afirmou que a Rússia lançou durante a noite 289 drones, 17 mísseis balísticos e 59 mísseis de cruzeiro contra diferentes regiões do país, e três usinas termelétricas da maior empresa privada de energia da Ucrânia ficaram fora de operação, segundo a própria companhia. A missão de monitoramento de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que a distribuição de ajuda na escola de Komyshuvakha tinha ampla divulgação e que o ataque “parece ter violado os princípios mais fundamentais do direito internacional humanitário”.
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, afirmou nesta terça-feira que o país impediu o que parecia ser uma tentativa de provocação na fronteira com o enclave russo de Kaliningrado durante a madrugada. Tusk deu poucos detalhes, mas disse que “pessoas com lanternas” foram observadas na área de fronteira e que os guardas poloneses evitaram qualquer incidente. Segundo o primeiro-ministro, reforços policiais e militares, incluindo unidades antiterrorismo, foram enviados às regiões de fronteira do nordeste do país depois que as autoridades receberam informações “mais precisas” de que atos de sabotagem, entre eles uma possível incursão de “pessoas armadas”, eram possíveis na primeira metade de novembro. Membros da unidade de operações especiais GROM foram enviados à fronteira com Kaliningrado para participar de operação policial de prevenção de “atos de sabotagem planejados”, segundo a agência estatal russa TASS, anúncio que Tusk fez antes de uma reunião de gabinete. O primeiro-ministro afirmou que não é possível confirmar com plena certeza que o incidente tenha sido uma tentativa de provocação e disse que a escalada da Rússia deve continuar e dificilmente se limitará a esse episódio.
O balanço de mortos no ataque russo a um local de distribuição de ajuda humanitária em Komyshuvakha, no sul da Ucrânia, subiu a 29 nesta terça-feira, com 48 pessoas ainda desaparecidas; na mesma onda de ataques noturnos, hospitais foram danificados e dezenas de pessoas ficaram feridas. O chefe da administração militar regional de Zaporizhzhia, Mykhailo Semikin, informou que o ataque deixou 29 mortos, 5 feridos e 48 pessoas com destino desconhecido. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que, depois do primeiro ataque à escola local “usada para fins humanitários”, houve um segundo ataque ao local onde as pessoas se abrigavam.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou nesta terça-feira que suas forças atingiram instalações do complexo energético ucraniano nas regiões de Vinnytsia, Dnipropetrovsk e Kharkiv que abastecem empresas militares. Segundo a pasta, os ataques também atingiram infraestrutura portuária na região de Odessa e embarcações navais de uso militar.
A chamada Coalizão dos Dispostos faz em 9 de novembro de 2026 seu primeiro exercício militar de grande escala na Polônia, em Nowa Deba, no sudeste do país, com cerca de 2.800 soldados de 10 países na região de fronteira com a Ucrânia. O exercício Koalicja vai até 22 de novembro. França e Reino Unido são os principais contribuintes, ao lado de Estônia, Lituânia, Alemanha, Países Baixos, Espanha, Suécia e Bélgica. A aliança, liderada por França e Reino Unido, reúne 36 países e não inclui os Estados Unidos.
Os Estados Unidos, a Rússia e a Ucrânia farão conversas de paz em Abu Dhabi em 10 e 11 de novembro de 2026, segundo o Axios. As discussões vão tratar de arranjos de segurança pós-guerra, desescalada, esforços humanitários e dos próximos passos para a paz. Kushner e Witkoff liderarão a delegação americana. Autoridades americanas de escalão inferior se reúnem nesta semana em Bruxelas com representantes de França, Alemanha, Reino Unido, União Europeia (UE) e Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para tratar de garantias de segurança à Ucrânia.
O presidente Volodimir Zelenski afirmou que, depois da operação humanitária em Oleshky, houve um momento em que os próximos passos poderiam ter mostrado que o progresso rumo à paz era possível, e que o bombardeio a Komyshuvakha, na região de Zaporíjia, mostrou que a Rússia “manda um sinal completamente oposto” e “conta com mais mortes”. Ele pediu “uma resposta forte e dura” do mundo. Zelenski escreveu no X que, depois do primeiro bombardeio, houve um “ataque de dupla batida” com nove bombas a mais, voltado especificamente contra o abrigo onde as pessoas se protegiam. A contagem de mortos divergiu entre as fontes: os serviços de emergência da Ucrânia contabilizaram ao menos 24, e a TRT World noticiou 26.
O Estado-Maior da Ucrânia afirmou nesta segunda-feira que as forças russas usaram o cessar-fogo humanitário da semana passada na cidade de Oleshky, no sul do país sob controle russo, para reforçar posições militares. O cessar-fogo de seis dias, intermediado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, deveria permitir a entrega de ajuda e a retirada de civis da cidade na linha de frente. No total, quase 800 pessoas foram evacuadas, segundo Melania Trump em publicação no X.
A Ucrânia atingiu três refinarias russas desde sexta-feira. A de Novokuibyshevsk, da Rosneft, foi alvo de um ataque de drones na sexta, o primeiro ataque ucraniano a uma refinaria russa desde 15 de outubro; no fim de semana, drones atingiram uma refinaria da Rosneft em Bashkortostan e a refinaria de Kstovo, da Lukoil, em Nizhny Novgorod.
Após o fim da trégua, a Rússia e a Ucrânia relataram ciberataques contra seus aplicativos de alerta – com publicação de informações falsas sobre ataques de drones no lado russo e falsos alertas de radiação no lado ucraniano, segundo a TRT World. A Rússia registrou seu caso na segunda-feira, horas após o relato ucraniano, segundo o The Hindu.
Moradores de Kiev receberam alertas de risco químico e nuclear nos celulares neste domingo (1º). A Administração Militar de Kiev afirmou que as notificações foram emitidas após uma provável invasão hacker ao sistema e negou ameaça radiológica, pedindo calma aos moradores.
O cessar-fogo de vários dias em Oleshky, na Ucrânia, terminou sem violações, informou a TRT World. A TASS informou também que os dois lados honraram os compromissos durante o cessar-fogo em Alyoshki, a grafia usada pela agência.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia atingiu infraestrutura de energia em quatro regiões do país na noite de sábado para domingo, deixando centenas de milhares de pessoas sem eletricidade, segundo a BBC. A trégua humanitária na região de Kherson, que permitiu a saída de civis da cidade ocupada de Oleshky, termina na noite deste domingo.
O assessor do Kremlin, Yury Ushakov, disse que o presidente russo, Vladimir Putin, atenderia a uma eventual ligação do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e afirmou que o líder russo nunca se recusou a dialogar, segundo o G1.
O assessor do Kremlin Yury Ushakov disse que as primeiras rodadas de conversas sobre a Ucrânia devem ocorrer em formato trilateral entre Estados Unidos (EUA), Rússia e Ucrânia. Segundo ele, representantes da Europa também podem estar à mesa, mas o processo deve começar no formato trilateral, dados os contatos de trabalho com os americanos. O porta-voz Dmitry Peskov afirmou que os europeus precisam estar à mesa, mas não com a abordagem atual, que, segundo ele, pede a derrota da Rússia e inviabiliza o diálogo. Ushakov disse ainda que Putin atenderia a uma eventual ligação de Zelensky e que nunca se recusou a dialogar, segundo a Interfax, em texto do G1.
Ataques russos atingiram a infraestrutura energética de quatro regiões da Ucrânia durante a noite e deixaram centenas de milhares de casas sem energia elétrica neste domingo, segundo o presidente Volodymyr Zelensky, em informação do G1.
Uma mulher que estava dentro de um carro ficou ferida quando destroços de drone caíram na região de Nizhny Novgorod, informou o governador Gleb Nikitin em seu canal no Max. Segundo o governador, uma instalação industrial na região sofreu danos significativos num ataque massivo de drones, e o nome do alvo não foi divulgado. As autoridades disseram adotar medidas para manter o abastecimento; a região abriga a refinaria de petróleo NORSI, uma das maiores da Rússia. Não há, nas informações divulgadas até aqui, confirmação de que a refinaria tenha sido a instalação atingida, segundo o G1.
A Bulgária votou neste domingo num segundo turno presidencial marcado por ameaças à segurança regional e por preocupações econômicas internas, segundo a Associated Press, em texto publicado pela ABC News. Yotova venceu Gyurov por 2,8 pontos percentuais de margem no primeiro turno, em 25 de outubro, que teve o comparecimento mais baixo de que se tem registro.
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, pediu à Rússia e à Ucrânia que parem de atacar navios civis no Mar Negro e acertou com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, trabalhar em um novo corredor de grãos pelo mar, segundo a Al Jazeera. Os dois falaram em uma coletiva de imprensa conjunta neste sábado em Istambul. “Está claro que ataques contra embarcações civis e ações que aumentam ainda mais a tensão no Mar Negro não servem aos interesses de ninguém”, disse Erdogan. Ele acrescentou que os ataques são inaceitáveis “independentemente de quem os comete ou de qual justificativa é apresentada”.
Rússia e Ucrânia concordaram em organizar missões humanitárias regulares em Oleshky, na região de Kherson, após a conclusão de uma operação humanitária conjunta, segundo a comissária russa de direitos humanos Yana Lantratova, em declarações divulgadas pela Xinhua. Lantratova disse que os esforços conjuntos vão continuar com o comissário parlamentar ucraniano de direitos humanos, Dmytro Lubinets, para prestar assistência. A Reuters registrou a declaração de que os dois lados concordaram em realizar missões humanitárias regulares, “um passo muito importante”.
Moradores evacuados de Oleshky, cidade ocupada pela Rússia, atravessaram neste sábado para território controlado pela Ucrânia e se reuniram com familiares. A operação começou na sexta-feira e foi realizada sob a trégua mais significativa desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, há quatro anos e meio, segundo o The Guardian. Cerca de 2.000 pessoas permaneciam na cidade quando a trégua entrou em vigor e puderam escolher entre a evacuação para território ucraniano ou russo, ou permanecer no local com alimentos e suprimentos médicos repostos.
Ataques com drones deixaram cerca de 200 mil famílias sem eletricidade em Dnipro e na região e mais de 80 mil famílias na região de Kiev, segundo a Interfax-Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que drones russos Shahed atingiram uma usina de cogeração em Kiev e quatro subestações elétricas na região de Dnipropetrovsk, segundo o UNN.
Os Estados Unidos (EUA) aprovaram a venda de 500 mísseis Patriot à Ucrânia, uma munição decisiva para a defesa contra a escalada dos ataques aéreos russos, depois de Kiev dizer que as entregas estavam atrasadas. A compra, estimada em cerca de US$ 2,1 bilhões, será paga com recursos do Canadá, da Alemanha e da Noruega e com um empréstimo da União Europeia, informou a CNN.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que atingiu um navio cargueiro a 18 km ao sul de Odessa que levava carga militar para as necessidades do Exército ucraniano, segundo a agência estatal TASS.
O chanceler da Polônia, Radoslaw Sikorski, pediu nesta sexta-feira um cessar-fogo rápido no Mar Negro que permita a passagem segura de embarques de grãos da Ucrânia e da Rússia. “Falei em favor de fazer algo rapidamente porque o povo do Sul Global precisa desse grão”, disse a repórteres durante a reunião de dois dias de chanceleres do G20 (Grupo das 20 maiores economias) em Atlanta.
O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse que a Rússia não alterou sua posição nas conversas entre Rússia, Estados Unidos (EUA) e Ucrânia nos Emirados Árabes Unidos, segundo a TASS. Na mesma declaração, Lavrov afirmou que um compromisso não pode alcançar princípios fundamentais dos quais depende a existência de um Estado, sobretudo quando estão em jogo as vidas de milhões de pessoas.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos aprovou a venda de 500 mísseis Patriot PAC-3 à Ucrânia, num negócio estimado em US$ 2,1 bilhões, segundo a TRT World. A compra seria financiada por contribuições do Canadá, da Alemanha e da Noruega, canalizadas pelo programa JUMPSTART dos Estados Unidos, conforme a TRT World.
A Ucrânia pausou temporariamente os ataques a refinarias russas após semanas de pressão do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, segundo o Wall Street Journal, em reportagem citada pelo Türkiye Today, com base em pessoas a par das operações. A pausa não oficial teria começado no início da semana passada e deve durar até depois das eleições de meio de mandato nos EUA, podendo se estender por novembro. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse a repórteres em Kiev que “nossos rapazes tentaram ser um pouco mais cuidadosos nesses dias”, mas que não têm ordem para deixar de atingir refinarias.
O assessor presidencial russo Yury Ushakov disse ao jornalista Pavel Zarubin, da Vesti, que Moscou e Washington começaram a coordenar a data exata das conversas trilaterais entre Rússia, Estados Unidos (EUA) e Ucrânia em Abu Dhabi e confirmou que o encontro será em novembro, segundo a TASS. Ele acrescentou que até então só se mencionava meados de novembro, sem datas específicas.
O diretor-executivo da estatal russa de energia nuclear Rosatom, Alexey Likhachev, afirmou que funcionários da usina nuclear de Zaporozhye são alvo deliberado das tropas ucranianas, segundo a TASS.
Uma aeronave de reconhecimento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) registrada nos Estados Unidos (EUA) passou mais de sete horas voando sobre o Mar Negro nesta sexta-feira, segundo uma fonte dos serviços de controle de tráfego aéreo ouvida pela TASS. Ainda de acordo com a fonte, a aeronave retornou à base em Constanta, na Romênia.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, vai visitar a Turquia para conversas com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre a guerra da Rússia contra a Ucrânia e a segurança no Mar Negro, segundo o TRT World. A reunião em Istambul terá como foco o fortalecimento dos laços bilaterais e os desdobramentos regionais, informou a emissora.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse nesta sexta-feira que os preparativos para as conversas trilaterais sobre a Ucrânia não implicam nenhum compromisso de limitar as hostilidades, segundo a Sputnik. Peskov disse a repórteres que a Rússia é contra um cessar-fogo que daria aos ucranianos uma pausa.
A evacuação de Oleshky, cidade ucraniana sob ocupação russa, está em curso, confirmada por autoridades russas e ucranianas, com um comboio de 25 ônibus que permite a saída de até 750 pessoas até as 14h locais (12h GMT), além de ambulâncias para pessoas com mobilidade reduzida. O ombudsman ucraniano Dmytro Lubinets e a contraparte russa, Yana Lantratova, viajaram juntos à cidade na sexta-feira para acompanhar a operação, segundo a BBC. Um comboio de ajuda entrou na cidade sob controle russo, na região de Kherson, após semanas de esforços para organizar uma operação de socorro aos moradores, segundo a Al Jazeera.
A Ucrânia retomou os ataques com drones contra refinarias russas, e uma refinaria na região de Samara foi atingida na nova rodada, segundo a Al Jazeera. As autoridades russas afirmam ter interceptado mais de 1.000 drones ucranianos em várias regiões durante a noite, conforme a emissora.
As forças russas fizeram um ataque massivo noturno contra empresas da indústria militar ucraniana e instalações de energia que as sustentam, atingindo ainda infraestrutura portuária na região de Odessa, incluindo fábricas de drones e mísseis em Kiev, subestações em Kiev e Dnepropetrovsk e alvos portuários em Odessa, segundo o Ministério da Defesa da Rússia citado pela TASS. A defesa aérea ucraniana diz ter neutralizado três mísseis e 96 drones russos no ataque da madrugada, com impactos registrados em 17 localidades, segundo a Ukrinform.
Um comboio de ajuda partiu durante a noite em direção a Oleshky, cidade sob controle russo no sul da Ucrânia, levando alimentos e suprimentos médicos, segundo o jornal russo Izvestia – o ombudsman ucraniano Dmytro Lubinets, que chefia a equipe de negociação da Ucrânia, disse na quinta-feira que a desminagem das rotas foi concluída e o comboio estava montado e pronto, segundo a agência Associated Press (AP). O Kremlin disse esperar que a ajuda chegue a Oleshky na quinta ou na sexta-feira e que quem quiser sair poderá fazê-lo, segundo a Interfax.
As forças armadas ucranianas pausaram os ataques contra refinarias de petróleo russas depois da pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo o Wall Street Journal, que citou pessoas com conhecimento das operações. A pausa, não oficial, deve durar até depois das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e pode avançar por novembro, segundo o Jerusalem Post, que informou também que unidades de longo alcance foram avisadas em meados de outubro de que a campanha contra as refinarias estava suspensa depois da conclusão das missões em curso.
Um drone russo atingiu uma plataforma lotada na estação ferroviária de Dnipro, na Ucrânia, matando ao menos 14 pessoas, segundo a ABC News. A Força Aérea da Ucrânia disse ter interceptado três drones a jato no ataque diurno, mas que um quarto escapou das defesas e atingiu a estação, ainda segundo a ABC News.
O prefeito de Moscou, Serguei Sobianin, disse nesta sexta-feira que a defesa aérea russa destruiu 16 drones que voavam em direção à capital e que equipes de emergência atuam nos locais onde caíram destroços, segundo a agência estatal TASS.
O presidente Volodymyr Zelensky disse que a Ucrânia suspendeu por três dias os ataques a refinarias russas enquanto a Rússia seguia atingindo a infraestrutura energética ucraniana durante a trégua energética. Em relato a jornalistas em um briefing fechado em 27 de outubro, ele afirmou: “por três dias não respondemos com ataques a refinarias russas enquanto a Rússia atacava o nosso setor energético”, e disse ter proposto responder com calma contra outros alvos por pelo menos 72 horas, sem tocar nas refinarias. O ritmo de ataques ucranianos a refinarias caiu nas últimas semanas; os casos mais recentes foram em Riazan, em 15 de outubro, e em São Petersburgo, em 18 de outubro, segundo o Kyiv Independent.
Segundo a Reuters, em texto republicado pelo SRN News, um drone russo matou ao menos 14 pessoas em uma plataforma lotada da estação de Dnipro, na Ucrânia, na quinta-feira, onde passageiros esperavam embarcar em um trem regional para Zaporizhzhia. A empresa ferroviária estatal Ukrzaliznytsia afirmou que um drone a jato atingiu a plataforma e que a força aérea interceptou três drones, mas um quarto furou as defesas. O presidente Volodymyr Zelensky chamou o ataque de “horrível” e disse que ele exige uma resposta dos aliados de Kiev.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que atingiu no mar um navio de carga seca que levava carga militar e de uso dual ao porto de Odessa para as forças armadas ucranianas. “Como resultado de ataques no mar, um navio de carga seca que entregava carga militar e de uso dual ao porto de Odessa para as forças armadas ucranianas foi atingido”, disse o ministério em comunicado, segundo a Sputnik.
Rússia e Ucrânia começaram na terça-feira um cessar-fogo localizado para permitir a entrada de ajuda humanitária em Oleshky, cidade ocupada pela Rússia na margem esquerda do Dnipro, no sul da Ucrânia, segundo a DW. Os dois lados confirmaram que a trégua entrou em vigor às 3h locais (0100 GMT), depois de um acordo intermediado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump. Cerca de 2 mil pessoas, entre elas até 50 crianças, seguem presas na cidade, segundo estimativas ucranianas e norte-americanas.
A Estônia planeja construir cerca de 150 bunkers na região de Ida-Virumaa, no nordeste do país, junto à fronteira com a Rússia, para reforçar a prontidão defensiva, afirmou na quarta-feira o ministro da Defesa, Martin Herem, segundo a TRT World.
As conversas trilaterais sobre a Ucrânia em Abu Dhabi, com representantes de Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, ocorrerão depois de 4 de novembro, e a data exata ainda não foi definida, disse o assessor do Kremlin Yury Ushakov a repórteres, segundo a agência TASS. O Kremlin está pronto para retomar o formato após 4 de novembro, dia em que a Rússia celebra o Dia da Unidade Nacional, segundo o Kyiv Independent.
Volodymyr Zelensky classificou como “imenso sucesso” o cessar-fogo em vigor desde terça-feira de manhã em Olechky, no oblast de Kherson, segundo o Le Monde, e pediu uma reunião entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos em novembro. O cessar-fogo local completou 30 horas sem um único incidente, segundo o The Guardian.
O Tribunal de Apelação de Bucareste prorrogou por 30 dias a prisão preventiva de Calin Georgescu, em uma investigação sobre suposta fraude de 1,1 milhão de euros. A decisão derrubou o entendimento de 13 de outubro de um tribunal inferior, que mandava transferir o ex-favorito da presidencial cancelada de 2024, descrito pela reportagem como pró-Rússia, da custódia policial para prisão domiciliar por 30 dias. O tribunal estendeu a preventiva de Georgescu e Ionel Rusen até 27 de novembro de 2026, em decisão definitiva.
A trégua localizada na devastada cidade de Oleshky, no sul da Ucrânia, completou 30 horas sem violações, disseram nesta quarta-feira a ouvidora da Rússia, Yana Lantratova, e o ouvidor de direitos humanos da Ucrânia, Dmytro Lubinets, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo The Hill. A trégua começou na terça-feira e vai até domingo, numa operação humanitária que corre para levar comida e remédios aos cerca de 2 mil moradores que restam na cidade e evacuar quem quiser sair.
O Serviço de Inteligência da Romênia afirmou nesta segunda-feira ter identificado uma rede de sabotagem coordenada pela Rússia, que considera responsável por um incêndio em setembro num polo industrial no centro do país, perto de uma empresa estatal de armas, segundo o Jerusalem Post. O presidente romeno, Nicusor Dan, acusou a Rússia de ter escalado de forma significativa os ataques ao flanco leste da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) neste mês. A embaixada da Rússia em Bucareste não pôde ser contatada fora do horário comercial, mas Moscou nega repetidamente esse tipo de acusação.
A Ucrânia perdeu cerca de 500 locomotivas entre janeiro de 2025 e setembro de 2026, cerca de 14% do total, segundo cálculos da agência russa TASS com base em informações do governo ucraniano. Desde fevereiro de 2022, a perda chega a aproximadamente 600 locomotivas, cerca de 17% do total, segundo os mesmos cálculos.
A Bulgária vota neste domingo (25/10) em eleição presidencial realizada em meio ao avanço da guerra da Rússia contra a Ucrânia até as águas da costa búlgara do Mar Negro, segundo a Al Jazeera. Pesquisas colocam a presidente em exercício Iliana Iotova, 61, e o ex-primeiro-ministro interino Andrey Gyurov, 50, à frente de uma disputa com 27 candidatos, segundo o The Hindu. O pleito ganhou peso depois de uma série de ataques com drones a navios mercantes na costa búlgara, que provavelmente mataram cerca de duas dezenas de marinheiros internacionais, segundo o The Hindu.
O centro de Belgorod, no oeste da Rússia, sofreu um ataque massivo de drones ucranianos com danos significativos e vítimas, segundo o prefeito Valentin Demidov. Em publicação em seu canal no Max, ele afirmou que o ataque atingiu bairros residenciais do centro da cidade, com danos a edifícios residenciais, carros e instalações sociais e comerciais, e que relatos preliminares indicam vítimas.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que as forças russas danificaram no mar um navio cargueiro que levava ao porto de Odessa carga destinada às forças armadas da Ucrânia, segundo comunicado citado pela Sputnik. Durante a noite, acrescentou o ministério, as forças russas atingiram uma oficina de produção de embarcações não tripuladas no porto de Chernomorsk.
A Casa Branca afirmou que a primeira-dama dos Estados Unidos (EUA), Melania Trump, “assegurou com sucesso” um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia na cidade de Oleshky ocupada pela Rússia, segundo a BBC. De acordo com o comunicado, a trégua na “cidade de guerra na linha de frente à beira do desastre” começaria em 29 de outubro, mas Ucrânia e Rússia ainda não se pronunciaram. Oleshky fica na região de Kherson e foi tomada por forças russas nos primeiros dias da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o país está pronto para realizar no mês que vem uma reunião trilateral com os Estados Unidos e a Rússia em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, segundo a Xinhua, que cita a agência Interfax-Ucrânia. O encontro no nível das equipes de negociação está previsto para a primeira metade de novembro e depende do lado russo, disse ele em pronunciamento on-line ao Hudson Institute. O Kyiv Independent relatou que as equipes de negociação dos três países vão se reunir em Abu Dhabi em novembro para iniciar conversas de paz.
A Estônia está reformulando sua estratégia militar, deslocando tropas para mais perto da fronteira russa e investindo em armas de longo alcance, em meio ao que o jornal descreve como táticas de zona cinzenta da Rússia no flanco leste da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo o The Hindu. O gasto de defesa do país deve subir 42% em 2026, para €2,4 bilhões, o equivalente a cerca de 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
O ministro da Defesa da Rússia, Andrey Belousov, disse nesta quinta-feira em Minsk que o aumento militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) exigirá uma resposta oportuna dos exércitos da Rússia e de Belarus, segundo a TASS. Ele falou em uma reunião conjunta dos conselhos dos ministérios da Defesa dos dois países.
O prefeito de Moscou disse que 630 drones voaram em direção à capital russa entre as 20h30 de 21 de outubro e as 4h de quinta-feira, segundo a TASS. Rússia e Ucrânia trocaram grandes ataques durante a noite, pouco depois de um enviado dos Estados Unidos (EUA) conversar com o presidente russo em São Petersburgo, segundo o South China Morning Post (SCMP).
O conselho regional de Lviv decidiu na terça-feira organizar eventos culturais, memoriais, científicos e de mídia, além de exposições e comícios nacional-patrióticos, para marcar os 120 anos do nascimento de Roman Shukhevych e os 85 anos da criação do grupo militante que, segundo a RT, cometeu assassinatos em massa de poloneses étnicos, judeus e russos. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, classificou a decisão como “tática suicida” para a Ucrânia, o ministro da Defesa, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, a chamou de “inaceitável”, e o chanceler Radoslaw Sikorski pediu que o principal patrocinador da resolução, o deputado regional Svyatoslav Sheremet, entre na lista de banimento de viagem da Polônia, segundo a RT.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, pediu nesta quarta-feira o congelamento da linha de frente da guerra contra a Rússia como primeiro passo para conversas de cessar-fogo, segundo a France 24. “Agora temos de congelar, e acho que este é o caminho real para encerrar esta guerra”, disse. Zelenski afirmou que qualquer conversa de paz precisa incluir a Ucrânia. “Sempre disse que estamos abertos a negociar em qualquer formato, sobre qualquer tema. Mas não falem sobre nós sem nós, por favor.”
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) vai enviar aviões de patrulha marítima, radares e drones ao Mar Negro, depois de uma série de ataques mortais com drones a navios na região, aparentemente ligados à guerra da Rússia na Ucrânia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo US News. Um P-8 Poseidon dos Estados Unidos (EUA) começou a patrulhar o Mar Negro para missões de reconhecimento e para detectar qualquer atividade que possa representar risco, disse Radev, segundo o Arab News. Na semana passada, sete marinheiros foram dados como desaparecidos após drones atingirem dois navios-tanque químicos perto da costa romena do Mar Negro, incendiando-os.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) vai enviar meios adicionais ao Mar Negro, incluindo apoio à vigilância, reconhecimento e perícia forense, segundo o Guardian. Conforme o TRT World, o reforço inclui mais aeronaves de patrulha marítima, radares e drones, após uma série de ataques letais a navios. O Exército russo afirmou que atingiu três navios de carga no porto ucraniano de Reni e outros dois a caminho de Odessa nesta terça-feira.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, voa a Oslo nesta terça-feira para se encontrar com o enviado especial dos Estados Unidos (EUA), Steve Witkoff, numa tentativa de recompor os laços com Washington, que se deterioraram acentuadamente nas últimas duas semanas, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Straits Times. Na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que “a Rússia, francamente, tem se comportado bem na Ucrânia” e que “Zelensky não está ajudando muito”, e pediu a Kiev que encontre “outra pessoa para negociar”.
Um ataque de drone russo a um parque na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, matou seis pessoas, entre elas três crianças, segundo a Al Jazeera.
O Exército da Ucrânia divulgou imagens do que afirma ser o primeiro transporte aéreo mundial por drone de um soldado ferido na linha de frente, segundo a BBC. A 92ª Brigada de Assalto disse que uma missão de resgate terrestre não era possível, porque o militar estava cercado por minas e havia alta atividade de drones russos na área; segundo a brigada, um hexacóptero “pesado”, pilotado por um operador remoto, conseguiu manter estabilidade durante a operação “muito difícil”. A BBC Verify confirmou a identidade dos militares que aparecem no vídeo e não encontrou sinais de geração por inteligência artificial nem de manipulação.
O aeroporto internacional de Rzeszów, na Polônia, perto da fronteira com a Ucrânia, foi fechado para pousos e decolagens a pedido dos militares, segundo uma fonte do serviço de controle de tráfego aéreo da Região de Informação de Voo de Varsóvia ouvida pela TASS. A fonte disse que o fechamento se deve a “operações de aviação militar não programadas” voltadas a garantir a segurança do país, e não deu mais detalhes.
Um assessor do gabinete do presidente Volodymyr Zelensky disse à BBC que ucranianos morreram porque Kiev não teve tempo de alertar a população sobre ataques com mísseis balísticos. “É perigoso… pessoas já morreram”, afirmou Serhii “Flash” Beskrestnov. Zelensky disse que unidades na linha de frente relataram que o equipamento Starshield para de funcionar a velocidades de 130 a 160 km/h, atrasando a resposta. A Casa Branca afirmou que não houve mudanças no compartilhamento de inteligência com a Ucrânia, e o secretário de Estado Marco Rubio atribuiu um episódio recente a um “problema de software” no sistema de alerta.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que os Estados Unidos retomaram o compartilhamento de inteligência com a Ucrânia depois de suspendê-lo por “algum período de tempo”, em entrevista ao programa Meet the Press, noticiada pela Bloomberg. A suspensão temporária do fluxo de inteligência ocorreu em meio a divergências agudas entre Washington e Kyiv sobre as regras de alvos no campo de batalha, segundo o Kyiv Post.
Seis navios foram atacados em 10 dias no mar Negro por drones suspeitos de serem russos (entre eles o Able e o Chelsea-3), uma escalada do conflito marítimo que pressiona as fronteiras da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), segundo o The Guardian. Até quinta-feira, os ataques já alcançavam o espaço aéreo e as águas territoriais da Romênia; o Alfa Watan, de propriedade turca e com destino ao porto romeno de Sulina, foi atingido por drones aéreos e navais suspeitos de serem russos. Dois navios-tanque de produtos químicos, o Wine Trader e o Yara J, foram atacados e ficaram em chamas, e mais sete marinheiros seguiam desaparecidos.
Forças ucranianas lançaram um ataque massivo de drones contra São Petersburgo e a região de Leningrado, e a defesa aérea russa abateu 126 deles sobre a região, segundo o governador Alexander Drozdenko. O aeroporto de Pulkovo suspendeu todas as chegadas e partidas, segundo a agência russa Rosaviatsia, e drones atingiram o Terminal Petroleiro de São Petersburgo e infraestrutura civil em quatro distritos da cidade, sem vítimas, segundo o governador Alexander Beglov. A empresa VK confirmou um ataque de drone contra seu data center na região de Leningrado e disse que os serviços seguem disponíveis normalmente aos usuários.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças tomaram o controle de oito novos assentamentos ucranianos, incluindo a cidade de Dobropillia, na região oriental de Donetsk, segundo a agência Interfax. O Estado-Maior da Ucrânia afirmou que as forças ucranianas seguiam no controle de Dobropillia e classificou como falsa a alegação russa de captura. A Ucrânia também rejeitou a alegação russa de que suas forças tomaram mais de 1.800 km² e 92 assentamentos desde 1º de setembro.
A Força Aérea da Ucrânia afirmou que a Rússia lançou 332 drones e mísseis durante a noite, dos quais 293 foram interceptados ou neutralizados. Ao menos oito pessoas foram mortas e quase 60 ficaram feridas na nova onda de ataques russos pela Ucrânia, segundo a Al Jazeera. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que a Rússia atingiu mais de 15 instalações de energia ucranianas nas regiões oeste e central durante a noite.
As forças russas afirmaram ter tomado Palamarevka e Kovalevka, na região de Kharkov, e Malokaterinovka, em Zaporozhye, segundo a agência russa Sputnik.
O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou que a defesa aérea repeliu um ataque de 75 drones ucranianos em direção à capital, segundo a agência russa TASS. Não havia relatos preliminares de vítimas ou danos, e os ataques de drones afetaram o tráfego aéreo em aeroportos do oeste da Rússia, incluindo o Domodedovo e o Zhukovsky, em Moscou.
Os ataques russos na Ucrânia mataram ao menos oito pessoas e feriram 60 na sexta-feira, atingiram nove regiões e dois shopping centers e cortaram a energia de mais de 1 milhão de pessoas, segundo autoridades ucranianas. Em Kharkiv, uma mulher de 71 anos e um homem de 58 morreram e 12 ficaram feridos em ataques a três distritos, segundo o governador Oleh Syniehubov, em texto da Reuters republicado pelo Internazionale. O jornal The Hindu contou três mortos em ataques em várias regiões do país, e a Al Jazeera informou que cerca de 370 mil domicílios ficaram sem luz em Volyn.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chamou a posição russa de “paródia” das negociações de paz e criticou o acordo de diesel do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, com a Rússia, além de saudar a perspectiva de aliados europeus ampliarem seu papel nas conversas, segundo o Daily Star. Em discurso na cúpula da União Europeia (UE), em Bruxelas, ele advertiu que o acordo direciona fundos direto para o bolso de Putin, segundo o The Independent.
As forças ucranianas atingiram uma refinaria de petróleo na região russa de Ryazan, disseram autoridades russas, horas depois de Volodymyr Zelensky afirmar que a Ucrânia retomaria os ataques a instalações de energia da Rússia, segundo o OilPrice. O governador de Ryazan, Pavel Malkov, disse num post no Telegram que “nossa região foi alvo de um ataque massivo de drones” e que “um incêndio começou na refinaria de petróleo”. Em Bruxelas, ao reagir às críticas de Donald Trump, Zelensky disse que “está apenas defendendo os interesses da Ucrânia”, segundo o Opera Mundi.
A ordem para limitar o Starlink, sistema de satélites que a Ucrânia usa para comunicações no campo de batalha e operações com drones, partiu de dentro da Casa Branca, segundo dois funcionários americanos e um funcionário ocidental ouvidos pela Reuters, em texto republicado pelo G1. Uma pessoa do Ministério da Defesa da Ucrânia afirmou na quinta-feira que os receptores voltaram a funcionar em movimento, mas apenas em velocidades de até 160 km/h. O Guardian relatou que a mudança no Starlink ocorreu sem aviso por volta de 1h, quando soldados ucranianos relataram que terminais em drones deixaram de funcionar em velocidades acima de 100 mph, tornando as comunicações inoperáveis. O ministro da Defesa britânico reconheceu “os desafios dos últimos dias”, em referência à decisão súbita do governo americano, na segunda-feira, de limitar o uso do Starlink pelas forças ucranianas.
O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, disse que a Eslováquia não participará de um novo pacote de financiamento à Ucrânia, em Bruxelas, na quarta-feira, segundo a RT. “Deem dinheiro à Ucrânia, sem dúvida, mas a República Eslovaca não participará desse mecanismo”, afirmou. “Isso não são empréstimos, são doações. A Ucrânia nunca vai devolver nada desse dinheiro.” Fico disse ainda que o pacote de empréstimos de € 90 bilhões da União Europeia (UE) já se mostrou insuficiente.
A Ucrânia retomou os ataques contra refinarias russas depois que Volodymyr Zelensky condenou a retirada da inteligência dos Estados Unidos (EUA), segundo o Jerusalem Post, que cita a Reuters. Desde o anúncio surpresa, feito no domingo, de um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia pelo presidente dos EUA, Donald Trump, Kiev tinha se abstido de atacar refinarias russas.
A funcionalidade em movimento do Starshield na Ucrânia foi restaurada, segundo uma fonte, noticiou o Jerusalem Post. O Ministério da Defesa da Ucrânia disse que seguirá buscando esclarecimentos sobre os motivos da interrupção, na quarta-feira, da versão de grau militar do serviço de internet da SpaceX.
Um navio comercial ancorado em águas territoriais romenas pegou fogo no fim da quarta-feira, 14 de outubro e teve a tripulação evacuada, segundo autoridades romenas citadas pelo The Hindu; as autoridades confirmaram o incêndio e a evacuação, segundo a Al Jazeera.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que se sente pessoalmente traído por Donald Trump depois de vir à tona que o Exército ucraniano teve o acesso ao Starlink restringido. Durante a noite, o Exército ucraniano relatou que o sistema de comunicação por satélite Starlink, produzido pela SpaceX, de Elon Musk, mas administrado pelo governo dos Estados Unidos (EUA), deixou de funcionar em velocidades acima de 100 Mbps, sem explicação. A restrição não surpreende, segundo um analista ouvido pela France24: o serviço vinha sendo limitado depois que o chefe da SpaceX classificou de “um passo longe demais” os ataques de drones ucranianos a serviços de dados na Rússia.
A Rússia disse que Kiev atacou navios na região do Azov e do Mar Negro 214 vezes em 2026, de 228 desde o início do que Moscou chama de operação militar especial, segundo a TASS. A mesma agência informou que Yulia Zhdanova defendeu a pressão internacional coletiva sobre Kiev como a melhor forma de garantir a segurança da navegação comercial no Mar Negro.
Ao menos 600 mil pessoas ficaram sem eletricidade nas regiões de Kiev e Kharkiv após os ataques russos noturnos contra a infraestrutura energética ucraniana, segundo o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Zelensky disse que houve dano significativo em 26 instalações do sistema elétrico e em quatro do setor de petróleo e gás, e destacou um ataque direcionado com míssil balístico contra infraestrutura que, segundo ele, deveria estar coberta pelo cessar-fogo energético anunciado no domingo pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reúne nesta quarta-feira (14 de outubro de 2026) com o primeiro-ministro britânico Andy Burnham em Londres, onde o Reino Unido busca reafirmar o apoio à Ucrânia, inclusive com a promessa de um novo pacote de mísseis terra-ar, segundo a Reuters, em texto publicado pelo The Hindu. O pacote anunciado é de 45 milhões de libras (US$ 59,60 milhões) em mísseis terra-ar usados contra drones russos a jato, com 10 milhões de libras adiantados para atender a uma necessidade urgente na Ucrânia. O Reino Unido disse que não apoia o acordo entre os Estados Unidos (EUA) e a Rússia sobre diesel e pediu que os aliados mantenham a pressão econômica sobre Moscou.
A Alemanha colocou um ucraniano no banco dos réus, acusado de explodir os gasodutos Nord Stream, segundo a BBC News. O réu é um ucraniano de 50 anos identificado como Serhii K. pela Promotoria Federal da Alemanha e suspeito de ser um dos principais organizadores da operação, segundo o Le Monde. O nome completo dele, Serhii Kuznietsov, foi revelado durante a extradição da Itália.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse que o regime de Kiev, sob o pretexto formal de preocupação com a segurança alimentar global, quer um canal marítimo protegido para o envio de armas às forças armadas da Ucrânia e a criação de mais um mecanismo de pressão política e econômica sobre a Rússia, segundo a TASS. Zakharova afirmou ainda que a rota do Mar Negro que abastece o governo de Volodymyr Zelensky é “muito importante para os seus patrocinadores”.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse nesta terça-feira que o país não recebeu alerta antecipado dos parceiros sobre o ataque russo com cinco mísseis balísticos que atingiram infraestrutura civil em Kiev. Ele afirmou também que os militares ucranianos não atacaram refinarias de petróleo russas nem instalações de energia nos dois dias seguintes ao anúncio de Donald Trump, no domingo, segundo o The Guardian.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, negou ter suspendido o compartilhamento de inteligência com a Ucrânia e disse que o acordo de diesel russo se destina ao mercado mundial, não aos EUA, segundo o Jerusalem Post. Questionado diretamente se os EUA haviam suspendido o compartilhamento, respondeu: “Não, não suspendemos. Ajudamos eles, mas estamos realmente ajudando eles a chegar a uma resposta final.” Sobre o diesel, afirmou: “Esse é um acordo de diesel, não para nós. Está sendo liberado para o mundo. Não está sendo liberado para nós.”
O primeiro-ministro da Bulgária, Rumen Radev, convocou a embaixadora russa depois que dois navios mercantes foram atingidos por drones na costa búlgara do Mar Negro e um deles afundou, segundo a BBC. 11 marinheiros do navio afundado estavam desaparecidos no mar nesta terça-feira, segundo a Reuters. O outro navio, o Chelsea 3, de propriedade ucraniana e bandeira maltesa, foi atingido a 18 milhas náuticas da cidade de Byala, e os 15 tripulantes foram resgatados, segundo a BBC.
Pela primeira vez desde o anúncio de um “cessar-fogo energético” feito pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, no fim de semana, a Rússia não atingiu alvos de energia ucranianos nesta terça-feira e castigou o transporte e a logística das cidades durante a noite, segundo a France 24. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que a Ucrânia não ataca refinarias russas há dois dias, desde o anúncio de Trump, mas que a Rússia manteve ataques a instalações de energia e infraestrutura crítica no período. Quatro pessoas morreram em ataques russos em Kharkiv e ao menos uma dezena ficou ferida no país, segundo autoridades ucranianas.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, defendeu a liberação das exportações de diesel russo e insistiu que há um cessar-fogo energético entre Kiev e Moscou, sem confirmação de nenhum dos lados, segundo a OilPrice. O acordo levantou as sanções dos EUA sobre as exportações de diesel russo para permitir que a Rússia forneça quase 2 milhões de toneladas métricas do combustível, numa tentativa de baixar os preços dos combustíveis nos EUA, segundo a France 24. Segundo a France 24, que cita a Reuters e outros veículos, autoridades estadunidenses teriam ameaçado cortar o compartilhamento de inteligência e as vendas de armas à Ucrânia caso Kiev não suspendesse os ataques a refinarias russas.
A Ucrânia suspendeu por dois dias os ataques a refinarias de petróleo russas e a outras instalações de energia da Rússia, informou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nesta terça-feira (13). A pausa veio depois de o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciar um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia, segundo a Reuters, em texto publicado pela Al Arabiya. Zelensky disse que, durante esse período, a Rússia atacou tanto as instalações de energia quanto a infraestrutura crítica da Ucrânia, enviando sinais absolutamente claros de que não pretende se abster de atacar o país.
Um ataque de drone russo a um prédio residencial em Kiev matou duas pessoas na noite de segunda-feira, segundo o Ministério Público da capital ucraniana: uma mulher de 59 anos e uma pessoa que estava em um carro perto do edifício. Segundo a Reuters, o ataque a um prédio residencial alto em um subúrbio de Kiev matou duas pessoas e feriu ao menos nove, enquanto ataques em outras regiões da Ucrânia mataram ao menos seis, disseram autoridades ucranianas.
O comandante supremo aliado na Europa, o general dos EUA Alexus Grynkewich, deve apresentar em uma conferência de segurança em Varsóvia sua teoria da vitória sobre um eventual ataque, segundo autoridades da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), citadas pela Agência France-Presse (AFP), em texto republicado pela France 24. A intervenção deve sinalizar a Moscou e tranquilizar os integrantes, sem divulgar muitos detalhes novos da estratégia da aliança.
Ao menos 15 pessoas, entre elas três crianças, morreram em Zaporizhzhia depois de a Rússia atingir a cidade com cinco bombas planadoras. Ao menos outras 16 pessoas ficaram feridas e há desaparecidos sob os escombros, segundo a BBC. As forças russas atingiram um prédio residencial de cinco andares na cidade com bombas aéreas guiadas na manhã de 10 de outubro, segundo o Kyiv Independent, que informou quatro mortos e quatro feridos nesse ataque. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, atribuiu o ataque a uma expressão de “gratidão” da Rússia pelo acordo anunciado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que alivia sanções contra Moscou para a importação de diesel russo, segundo a BBC.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que é hora de a Ucrânia ter um novo presidente, ao responder à crítica do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ao acordo de diesel dos EUA com a Rússia, segundo a BBC. Trump disse a repórteres no sábado que sugere que tenham um novo líder capaz de fechar um acordo, e que é hora de a Ucrânia trocar de presidente, segundo a Axios. Zelensky chamou o acordo de diesel de injusto e desonesto, sinal de fraqueza de Trump e presente de aniversário para o presidente da Rússia, Vladimir Putin, segundo a Axios.
O comando militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) elaborou um novo plano de defesa para o flanco leste da aliança, com foco em drones e inteligência artificial, a ser apresentado em 12 de outubro ao comandante supremo aliado na Europa, Alexus Grynkewich, segundo a TASS. O chefe do Comitê Militar da OTAN, Giuseppe Cavo Dragone, disse que o plano, batizado “Theory of Victory”, busca garantir que a guerra nunca comece, porque quem ameaça a aliança está convencido de não iniciá-la, e não é dirigido contra a Rússia, segundo a TASS, a partir de entrevista à La Repubblica.
O balanço do bombardeio russo em Zaporizhzhia subiu para 12 mortos, segundo o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. O bombardeio ocorreu neste sábado e Zelensky afirmou que cinco bombas planadoras atingiram edifícios residenciais na cidade.
Um ataque russo à cidade de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, matou sete pessoas e feriu outras 10 na manhã de 10 de outubro, segundo o governador regional Mykhailo Semikin, enquanto socorristas procuravam mais vítimas sob os escombros. O ataque atingiu vários locais ao mesmo tempo nas primeiras horas daquele dia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Hindu.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que um navio de carga que levava material militar ao porto de Odessa foi atingido no mar, segundo a Sputnik.
O petroleiro Aframax Rio foi rebocado para local seguro após um ataque com embarcações não tripuladas, e especialistas do Serviço de Resgate Marítimo avaliam seu estado técnico, segundo a TASS. O navio, de bandeira liberiana, foi incendiado após ser atacado por barcos não tripulados na noite de terça-feira na costa de Sochi, e a tripulação de 23 pessoas, todas cidadãs indianas, foi resgatada sem informação preliminar de vítimas, conforme a ABC News.
Moradores de Kramatorsk, no leste da Ucrânia, estão sendo forçados a deixar a cidade com a intensificação dos ataques de drones, segundo a France 24. Na noite de 8 de outubro, duas pessoas foram mortas em um ataque de drone russo contra um carro civil no centro da cidade, elevando a 32 o número de mortos em Kramatorsk ao longo do dia, segundo o conselho municipal citado pela Ukrainska Pravda.
O Reino Unido escolheu o Audere Group como parceiro para instalar um centro de negócios dedicado em Kiev, dando às empresas britânicas uma base permanente, segundo o Ministério da Defesa britânico. O centro dará acesso direto a dados do campo de batalha e visa a parcerias industriais de defesa, no âmbito da Parceria de 100 Anos. Ele se apoia em mais de 40 grandes parcerias industriais Reino Unido-Ucrânia já estabelecidas.
Enviados do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vão se reunir com negociadores ucranianos e autoridades europeias em Miami na sexta-feira para discutir novas propostas de paz, disseram duas fontes estadunidenses à AFP. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que a equipe ucraniana vai se encontrar com Jared Kushner e Steve Witkoff nos EUA, em reunião de dois dias, e conta com a participação europeia. Os negociadores norte-americanos também convidaram conselheiros de segurança nacional do Reino Unido, da França e da Alemanha, além de autoridades da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da União Europeia, para discutir garantias de segurança e um plano de prosperidade pós-guerra.
O porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, disse que as declarações confrontacionais de Zelensky demonstram a falta de disposição da Ucrânia para buscar a paz, segundo a TASS. Peskov afirmou que as ameaças anteriores de Zelensky de uma operação de 40 dias contra a Rússia agora se voltam contra a própria Ucrânia.
O ataque russo à infraestrutura de energia da Ucrânia em 8 de outubro deixou a maior parte de Kiev sem luz, com o metrô parado por falta de eletricidade e água escassa, segundo o Kyiv Independent. O ministro da Energia, Denys Shmyhal, confirmou o ataque a uma instalação de energia importante para Kiev e disse que as equipes tentam restabelecer a luz. Ataques com drones em 8 de outubro mataram quatro pessoas e feriram ao menos 19 em Kiev, segundo o prefeito Vitali Klitschko. Segundo o Le Monde, 78 pessoas morreram e 215 ficaram feridas só nos dias 7 e 8 de outubro.
A Síria pediu uma investigação “independente e transparente” sobre o naufrágio do cargueiro Alfa Watan, cobrando respostas sobre o destino dos 10 tripulantes – nove sírios e um egípcio – que seguem desaparecidos, informou a Al Jazeera. O navio, de bandeira togolesa, afundou na zona econômica exclusiva da Bulgária na terça-feira.
Um ataque russo a dois ônibus de passageiros em Kramatorsk, perto da linha de frente no leste da Ucrânia, matou 30 pessoas e feriu 18, segundo autoridades locais. O escritório do promotor regional de Donetsk e o gabinete do governador deram o mesmo balanço de 30 mortos e 18 feridos. Autoridades ucranianas disseram que 30 pessoas morreram e ao menos 18 ficaram feridas em ataques russos no leste do país que incluíram o ataque a um ônibus público, informou a Associated Press.
22 pessoas morreram em Pryluky em ataque com mísseis no dia anterior, incluindo cinco crianças, e outras 54 ficaram feridas, incluindo sete crianças, segundo o Serviço de Emergência da Ucrânia, informou a RBC-Ukraine.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter feito um ataque massivo com armas de precisão e drones contra instalações da indústria militar na Ucrânia, em Kiev e em outras regiões. O ministério confirmou o ataque noturno e não mencionou vítimas civis. Na região de Chernihiv, um míssil atingiu um prédio residencial de cinco andares em Pryluky, matando nove pessoas, entre elas três crianças, e ferindo 34, segundo o ministro do Interior da Ucrânia, Ihor Vyhivskyi.
O Ministério do Interior da Lituânia planeja enviar unidades do Exército para reforçar a segurança na fronteira com a região russa de Kaliningrado, segundo o ministro Martynas Katelynas, em publicação no Facebook citada pela TASS. Katelynas disse ter pedido ao ministro da Defesa, Robertas Kaunas, o envio das forças armadas para ajudar os guardas de fronteira, e classificou a medida como preventiva, com a situação na fronteira calma. A emissora pública lituana LRT informa que o país vai deslocar militares para ajudar a guardar a fronteira com Kaliningrado.
Os 23 tripulantes, todos cidadãos indianos, foram resgatados do petroleiro de bandeira liberiana atacado por drones navais, enquanto petróleo queima em mar aberto no Mar Negro e os bombeiros não conseguiam combater o incêndio pela intensidade, segundo The Hindu, que cita o Ministério dos Transportes da Rússia para o ataque e o petróleo em chamas.
Duas pessoas morreram num incêndio no bairro de Darnytskyi, em Kiev, em consequência do ataque de quarta-feira, segundo a France24, com informações da Agence France-Presse (AFP). Na véspera, Volodymyr Zelensky disse haver informação atualizada de inteligência sobre a preparação russa de um ataque massivo e que a posição da Ucrânia depende em grande parte do armamento que os aliados puderem fornecer, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Hindu.
Tropas russas que avançam perto de Golubkovo, povoado que a Rússia diz ter libertado na região de Zaporozhye, se aproximaram de Novoukrainka, disse o especialista militar Andrey Marochko à TASS. Depois de libertar Golubkovo em 6 de outubro, os militares russos consolidavam posição para uma ofensiva em duas direções, ao norte e a noroeste do povoado, segundo a TASS.
Um petroleiro de bandeira liberiana pegou fogo na costa russa do Mar Negro, perto de Sochi, após ser atacado por barcos não tripulados, segundo o Ministério dos Transportes da Rússia. Os 23 tripulantes, todos indianos, foram resgatados sem feridos, informou o ministério. O navio foi identificado como Aframax Rio e atingido por “drones navais” na terça-feira, em relato do Times of India que cita a Reuters.
A Suécia vai enviar sistemas de defesa antimísseis Patriot ao leste da Polônia para ajudar a proteger o centro logístico da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) que abastece a Ucrânia com armas, disse nesta terça-feira o primeiro-ministro Ulf Kristersson, segundo a Reuters.
Dois navios mercantes foram atingidos por drones nesta terça-feira, 6 de outubro, na zona econômica exclusiva da Bulgária, no Mar Negro – o primeiro ataque à navegação nessa área de um membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo a CBC News. O navio de bandeira togolesa Alfa Watan sofreu dano estrutural grave e afundou, e a tripulação segue desaparecida. O segundo navio, de bandeira de Palau, pegou fogo e teve a tripulação turca e indiana resgatada, segundo a RFI. O primeiro-ministro da Bulgária disse, segundo a CBC News, que a situação perturba seriamente a navegação no Mar Negro, encarece ainda mais os seguros e torna o transporte marítimo extremamente difícil.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que a entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não está em discussão no momento, porque Washington está focado em resolver o conflito ucraniano. Questionado por um jornalista se a Ucrânia deveria ser membro da Otan, Rubio disse que “não há resposta de sim ou não”, segundo a TASS.
A Rússia disse ter interceptado quase 900 drones ucranianos na madrugada desta terça-feira sobre várias regiões do país, além da península da Crimeia ocupada e do Mar de Azov, segundo o Ministério da Defesa em Moscou. Relatos não confirmados da mídia apontaram um grande depósito de combustível em chamas na região de Moscou após o ataque, que matou duas pessoas. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, disse que 650 drones voaram em direção à região de Moscou entre a noite de segunda-feira e a manhã de terça.
Um navio mercante afundou e a tripulação está desaparecida após um ataque com drones no Mar Negro, segundo autoridades búlgaras. Um segundo navio, que levava grãos, foi atingido dentro da zona econômica exclusiva da Bulgária, disse o primeiro-ministro Rumen Radev. Os 18 tripulantes do segundo navio foram resgatados. Os ataques ocorreram por volta das 03h00 (23h00 GMT), a cerca de 112 km (70 milhas) da cidade costeira de Byala, no leste da Bulgária, e envolveram drones aéreos e marítimos, disse Radev. O navio que afundou navegava sob bandeira do Togo.
Das 521 locomotivas atingidas na Ucrânia desde o início da invasão russa em larga escala, quase 60% foram só neste ano, segundo estatísticas divulgadas pela operadora estatal.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que o país acompanha de perto o caso da técnica morta no centro de pesquisa de peste na Sibéria, com risco de peste pneumônica, mas sem motivo para alarme, segundo a BBC. O governador de Irkutsk anunciou a causa da morte como “pneumonia de etiologia indeterminada” e disse que não foram achados microrganismos ligados ao trabalho dela nas amostras biológicas. O Rospotrebnadzor inspecionou o Instituto Anti-Peste da Sibéria e do Extremo Oriente e afirmou não haver emergência na unidade.
Bombas russas atingiram uma área residencial da cidade de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, matando ao menos cinco pessoas e ferindo mais de 50, segundo autoridades citadas pela Reuters, em texto republicado pelo Yahoo. O balanço depois subiu para seis mortos e 59 feridos, segundo a Ukrainska Pravda. O ataque usou bombas aéreas guiadas no distrito de Slobidskyi, com alvos em negócios civis e perto de um prédio residencial.
A Rússia voltou a atacar Kiev com drones, atingindo a Ponte Norte sobre o Dnieper durante a visita surpresa do chanceler alemão Friedrich Merz, segundo a BBC. Merz chegou a Kiev sem anúncio com a ministra da Economia e executivos de defesa e energia, prometendo armas de longo alcance e 1.000 interceptadores especializados, segundo o Kyiv Post. Ele advertiu que a máquina de guerra russa se voltará contra a OTAN se não for detida. A capital ucraniana está sob ataques crescentes de mísseis e drones contra infraestrutura, incluindo o setor de energia vital para eletricidade e aquecimento antes do inverno, segundo a France24.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o país vai intensificar os ataques a refinarias de petróleo russas em resposta a uma nova política de bombardeios aéreos de Moscou, segundo a CNBC. Zelensky afirmou que documentos de inteligência mostram uma ordem de Vladimir Putin para ampliar os ataques à infraestrutura, logística, estradas, escolas e hospitais a fim de pressionar civis a deixar as cidades, segundo a ABC News. Segundo ele, a resposta ucraniana mirará a energia russa, sobretudo as refinarias, sem atacar objetos civis de forma indiscriminada, segundo o The Independent.
O governador da região russa de Belgorod, Alexander Shuvayev, afirmou que 17 municípios sofreram 141 ataques ucranianos no último dia, com 182 drones abatidos ou suprimidos, segundo a TASS. Um civil morreu no distrito de Grayvoronsky e outras duas pessoas morreram em hospitais após ferimentos em Belgorod e Krasnoyaruzhsky. O Ministério da Defesa da Rússia disse que forças russas usaram drones Geran para atingir um data center em Odessa e um centro logístico da Nova Poshta em Chernomorsk, além de um navio com suprimento militar.
O projeto de orçamento russo para 2027 propõe 17,1 trilhões de rublos (US$ 202,58 bilhões) para defesa, cerca de 27% acima dos 13,5 trilhões previstos inicialmente, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Times of India. O texto corta a política social em 7%, a educação em 6%, a saúde em 6,8% e a economia nacional em 7,4%.
O gasto militar da Ucrânia previsto para 2027 é de 108,3 bilhões de dólares, ante 71,7 bilhões de receitas próprias, e o projeto deixa o país precisando de 25,4 bilhões de dólares adicionais de patrocinadores ocidentais só para cobrir essa despesa, segundo a agência estatal russa TASS.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a operação Vivaldi desocupou cerca de 125 a 140 quilômetros quadrados até o momento e ainda não terminou, em entrevista à Reuters publicada pela Ukrainska Pravda. Ele afirmou também que as baixas russas subiram a 42 mil por mês no período recente, contra 30 mil a 32 mil mensais desde o início do ano, segundo a Ukrainska Pravda, a partir da entrevista à Reuters.
A Rússia propôs à Moldávia uma investigação conjunta dos incidentes com drones, em vez de acusações sem base, segundo a TASS. O embaixador designado da Rússia em Chișinău, Oleg Ozerov, disse que a Moldávia culpa a Rússia por todos os seus problemas, seguindo a liderança da União Europeia, sem apresentar provas. A Moldávia entregou uma nota de protesto a Ozerov depois que três drones violaram o espaço aéreo do país em 30 de setembro, dois deles explodindo em território moldávio, segundo a Radio Moldova.
O chanceler ucraniano Andrii Sybiha disse que a Ucrânia está pronta a considerar a proposta da Índia de cessar-fogo em energia e no Mar Negro, mas apenas nessa combinação, e que ela é a mais ampla entre as quatro propostas recebidas. Sybiha afirmou que as iniciativas vieram da Índia, da Turquia, do Egito e dos Estados Unidos. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que o primeiro-ministro indiano, Modi, tem “ideias muito boas” para encontrar soluções mutuamente aceitáveis.
Pelo menos cinco pessoas morreram na troca de ataques de longo alcance entre Kiev e Moscou, segundo a Al Jazeera, e a Rússia voltou a pedir que diplomatas e estrangeiros deixem a capital ucraniana. A Rússia afirmou que seus drones atingiram as duas pontes usadas para transferir tropas ucranianas e carga militar, informou a British Broadcasting Corporation (BBC).
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que Moscou vai continuar os ataques retaliatórios em larga escala contra alvos militares na Ucrânia, em resposta ao que chama de terror de Kiev contra russos, segundo a Sputnik. A pasta reiterou o alerta a estrangeiros, incluindo funcionários de missões diplomáticas, para não permanecerem na Ucrânia nem viajarem ao território ucraniano.
As negociações entre Estados Unidos e Rússia para encerrar a guerra na Ucrânia passaram a incluir uma proposta de acordo multibilionário pelos ativos internacionais de petróleo da Lukoil, segundo o New York Times, em texto republicado pelo Times of India. O presidente russo, Vladimir Putin, levantou a transação proposta ao se reunir com Witkoff e Kushner no Kremlin, em 5 de setembro, segundo pessoas a par da reunião. Um grupo liderado pelo investidor estadunidense Todd Boehly surgiu como principal proponente, ao lado de investidores do Oriente Médio e do governo dos Estados Unidos.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças assumiram o controle do povoado de Novaya Kazachya, no norte da região de Kharkov, segundo a Sputnik. A vila fica a poucos quilômetros da região russa de Belgorod e perto de Kazachya Lopan, um entroncamento rodoviário e ferroviário.
Um ataque na manhã deste sábado danificou a pista e a fiação aérea de trólebus da Ponte Norte, em Kiev, e bloqueou o trânsito, segundo a BBC. Foi a segunda grande ponte atingida na cidade em poucos dias: a Ponte Sul foi alvo de drones russos várias vezes na quinta-feira e na sexta-feira, ainda segundo a BBC. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que ataques noturnos com drones atingiram a ponte rodoviária Severny, sobre o Dniepre, usada para movimentar tropas e entregar carga militar, segundo a TASS.
O secretário-geral da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), Taalatbek Masadykov, afirmou que a situação político-militar na área de responsabilidade da organização se deteriora cada vez mais e que o potencial de conflito cresce nas suas regiões fronteiriças, segundo a TASS.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acompanhou nesta sexta-feira, no campo de treinamento de Chebarkul, nos Urais, a fase ativa do exercício estratégico Center-2026, realizado de 28 de setembro a 3 de outubro, que reúne mais de 47 mil militares e contingentes de sete Estados estrangeiros, segundo o Kremlin. Tropas da China participam das manobras, segundo o Washington Post.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse que a Rússia está aberta ao diálogo sobre garantir a segurança no Mar Negro para todos os países, mas que não há negociações específicas em curso sobre acordos bilaterais, segundo a Sputnik Globe.
Drones russos atingiram na quinta-feira uma ponte importante em Kyiv pela primeira vez desde o início do conflito com a Ucrânia, segundo a Agence France-Presse (AFP). A Ponte Sul, no centro de Kyiv, voltou a ser atingida por um drone russo em 1º de outubro e na madrugada de 2 de outubro, com danos relatados, segundo o Kyiv Independent.
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, ameaçou adotar medidas adicionais não especificadas se a Ucrânia não apresentar um pedido público de desculpas por ter revelado que dois prisioneiros de guerra norte-coreanos foram enviados ao Sul, segundo a BBC. O presidente sul-coreano expressou irritação com a Ucrânia por comentários do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) que pareceram revelar um acordo secreto, segundo a Al Jazeera. O chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, descreveu a situação como um mal-entendido diplomático e disse que Kiev trabalha para resolvê-la, segundo a BBC.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o país usou em combate pela primeira vez o seu míssil balístico tático FP-7, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Straits Times. Em mensagem no Telegram, Zelensky escreveu que aquele era o “primeiro uso em combate” do míssil. Ele não informou onde o míssil foi usado nem contra qual alvo.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, descartou um cessar-fogo de ataques de longo alcance com a Ucrânia, enquanto Moscou intensifica a campanha de ataques aéreos contra Kiev, segundo a Al Jazeera. Putin afirmou que a Ucrânia alcançou parcialmente seus objetivos com esses ataques e que as ofensivas contra refinarias de petróleo russas custaram ao país 1% do produto interno bruto (PIB). Ele acrescentou que a Rússia prefere encerrar o conflito por meio de negociações e quer que a Ucrânia seja um país neutro após o fim das hostilidades.
A Rússia planeja gastar 17,1 trilhões de rublos (US$ 202,58 bilhões) em defesa em 2027, cerca de 27% mais do que os 13,5 trilhões orçados antes e o maior valor desde o início da guerra da Ucrânia, em 2022, segundo a Reuters. O governo elevou a estimativa de déficit orçamentário de 2026 para 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 1,6% previsto antes, segundo a mesma agência. A nota explicativa do projeto de orçamento 2027–2029 projeta o déficit federal de 2026 em 3,2% do PIB, ou 7,335 trilhões de rublos, segundo a TASS.
A Bielorrússia está disposta a restaurar mecanismos de verificação e de alerta antecipado, além de outras medidas de transparência militar, desde que os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) demonstrem disposição recíproca, disse o chanceler Maxim Ryzhenkov à agência TASS.
Um drone russo atingiu uma escola em Kiev nesta quinta-feira, quando crianças e funcionários estavam abrigados nos refúgios, e não havia relatos imediatos de vítimas, disse o prefeito Vitali Klitschko. Outros dois drones russos atingiram uma ponte importante que liga o leste e o oeste da capital, forçando a suspensão do metrô e do transporte público de superfície. O órgão regulador nuclear ucraniano informou que um drone russo atingiu na quarta-feira o terreno de uma instalação de pesquisa nuclear em Kiev, provocando um incêndio sem danos ao reator de testes. O Reino Unido anunciou um novo pacote de 31 sanções contra a Rússia, destinado a conter o financiamento do “cofre de guerra” do Kremlin, de propagandistas e de torturadores.
A Rússia lançou o maior ataque combinado contra instalações de energia da Ucrânia em meses, atingindo alvos de energia e infraestrutura em Kiev e outras regiões, segundo a France 24. Sete pessoas foram mortas nos ataques, segundo autoridades ucranianas. A operadora estatal da rede elétrica ucraniana Ukrenergo disse ter imposto cortes de emergência em Kiev e em três regiões vizinhas.
O primeiro-ministro da Lituânia, Mindaugas Sinkevicius, disse que não há prova real de que a Rússia prepare um ataque contra território da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo a RT, após reunião com o chefe da aliança, Mark Rutte, em Bruxelas – Sinkevicius afirmou ter perguntado a Rutte se havia prova real dos serviços de inteligência e que a resposta foi que não há nenhuma, ainda segundo a RT.
O enviado papal, cardeal Matteo Zuppi, discutiu questões humanitárias da guerra na Ucrânia em conversas com autoridades russas e visitou prisioneiros de guerra ucranianos, informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo KFGO. Zuppi se reuniu com o assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, e tratou de perspectivas de acordo, trocas de prisioneiros e crianças deslocadas. Esta foi a terceira visita dele a Moscou desde 2023, e ele disse à TASS que sua missão principal é ajudar a encontrar soluções para questões humanitárias.
As forças russas tomaram mais de 50 localidades em setembro, segundo cálculos da TASS. Pela divisão por grupamentos divulgada pela agência, o grupamento Norte tomou 30 localidades, o Centro nove, o Sul quatro, o Oeste uma e o Leste seis.
A embaixada da Rússia na Irlanda afirmou em comunicado nesta quarta-feira que Moscou estaria pronta a usar todo o seu arsenal, incluindo armas nucleares, para defender Kaliningrado caso a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tente isolar o território, segundo o Kyiv Independent. A embaixada disse que a Otan prepara um bloqueio aéreo e naval da região, sem apresentar provas nem identificar a origem da informação. Um documento russo entregue à aliança e obtido pela Reuters afirma que Moscou usaria “todo o arsenal” para defender Kaliningrado, segundo o G1. A Otan confirmou ter recebido um “documento informal” da embaixada da Rússia na Bélgica com o alerta sobre Kaliningrado, segundo a RTE.
O primeiro-ministro ucraniano, Serhiy Koretskyi, afirmou que a Rússia lançou o maior ataque à infraestrutura de energia da Ucrânia desde a primavera, concentrado sobretudo em Kiev e na região ao redor, segundo a British Broadcasting Corporation (BBC). Ao menos seis pessoas morreram e 33 ficaram feridas nos ataques da madrugada em todo o país, entre elas uma criança na região de Kiev, segundo autoridades locais citadas pela BBC. A DTEK, grande empresa privada ucraniana de energia, informou que suas equipes religaram a eletricidade de cerca de 8 mil domicílios após os ataques, segundo a Al Jazeera. O Ministério da Defesa da Rússia disse que suas forças atingiram infraestrutura elétrica na região de Kiev, segundo a Al Jazeera.
Ataques aéreos russos mataram uma criança e feriram cinco pessoas em Kiev e na região vizinha na madrugada de quarta-feira, segundo autoridades citadas pela Reuters. O prefeito Vitali Klitschko disse que incêndios atingiram casas, uma loja e um armazém na capital, deixando dois feridos. Mísseis balísticos atingiram Kiev de madrugada e interromperam a eletricidade em partes da cidade, segundo o Kyiv Independent.
A Embaixada da Rússia na Irlanda afirmou, segundo a agência TASS, que a Rússia está pronta para usar todo o seu arsenal, incluindo armas nucleares, para defender o seu território caso países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tentem isolar a região de Kaliningrado do resto do país. A missão diplomática disse que há informações de que a Otan prepara um bloqueio aéreo e naval de Kaliningrado e da região de Kaliningrado.
A Força Aérea da Ucrânia informou que a Rússia disparou mísseis balísticos e dezenas de drones a jato contra Kiev na terça-feira, 29 de setembro de 2026, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo The Hindu. Autoridades ucranianas disseram que a barragem atingiu prédios residenciais, casas e transporte público em Kiev, ferindo uma pessoa, segundo a AP, em texto publicado pelo U.S. News & World Report. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças atingiram centros de processamento de dados em Kiev que, segundo Moscou, são usados pelos militares ucranianos.
O Ministério da Defesa da Geórgia informou que o exercício multinacional SHARP LYNX 2026, com militares da Polônia, da República Tcheca, da Eslováquia, da Hungria e da Croácia, começou na Geórgia, no Centro Conjunto de Treinamento e Avaliação Geórgia–Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo a TASS. O objetivo declarado, conforme o ministério, é melhorar ainda mais a interoperabilidade, os procedimentos de estado-maior, a coordenação e as habilidades de comando e controle em ambiente multinacional, no âmbito do Substantial NATO-Georgia Package (SNGP).
A Rússia atingiu instalações portuárias em ataques noturnos na região de Odesa, segundo o Guardian. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que atingiu os centros de processamento de dados Bimobail e Parkovy em Kiev, que cuidavam de dados do Exército ucraniano, segundo a Sputnik Globe. Moscou listou ainda dois navios graneleiros entre os alvos da noite, um no porto e um no mar, segundo a mesma fonte.
Ondas de drones russos com propulsão a jato atingiram o centro de Kiev e acertaram a Academia Nacional de Ciências e um grande centro médico de última geração, segundo o Washington Post. O jornal descreve esses ataques como parte de uma campanha que transforma a capital ucraniana em zona de guerra diurna.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou um decreto que fixa o efetivo autorizado das Forças Armadas russas em mais de 2,44 milhões de pessoas, incluindo 1,55 milhão de militares. O teto ficou 15.500 pessoas acima do decreto anterior. Segundo o Kyiv Post, o documento nº 700 foi publicado no portal oficial de informação legal russo e é o quarto decreto desse tipo assinado no ano, conforme a mídia estatal russa TASS.
Os bombardeios russos ininterruptos mataram ao menos sete pessoas e feriram mais de 80 na Ucrânia nesta segunda-feira, segundo a Associated Press. No domingo, 27 de setembro, a Rússia atingiu a sede da Kyivstar, a maior operadora móvel do país, sem vítimas, e o Ministério da Defesa russo disse ter bombardeado um data center da Vodafone Ucrânia, a segunda maior operadora de celular do país, segundo a Reuters. Em Kiev, o prédio da Academia Nacional de Ciências foi atingido no distrito de Shevchenkivskyi e uma mulher morreu, segundo a administração militar da cidade.
Os ataques russos mataram três pessoas em Kiev, entre elas uma no prédio que abriga a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia. Um bombardeio com drone de propulsão a jato atingiu a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia, na capital, e deixou um morto e quatro feridos, segundo autoridades locais. O Comissário de Proteção da Língua Estatal disse que dois acadêmicos morreram no ataque ao prédio da Academia, com contato perdido com outros. O presidente Volodymyr Zelensky disse que a Ucrânia atingiu duas fábricas de defesa nas regiões de Tula e Voronezh, além de instalações de petróleo na região de Krasnodar, em publicação no X.
O Kremlin afirmou nesta segunda-feira que as negociações de controle de armas entre a Rússia e os Estados Unidos (EUA) estão muito atrasadas e que, quando forem retomadas, exigirão conversas demoradas e cuidadosas, segundo a Reuters. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que essas negociações deveriam ter sido retomadas “ontem” e que a China deixou claro repetidamente que não participaria de negociações trilaterais de controle de armas propostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, posição que, pelo que Moscou sabe, não mudou.
Ataques russos mataram oito pessoas em várias regiões da Ucrânia neste domingo, segundo a France 24, com a AFP, um dia depois de Moscou prometer continuar a guerra. Três pessoas, entre elas uma menina de 16 anos, morreram em um ataque a um centro infantil na cidade de Sumy, no norte, segundo o ministro do Interior, Ivan Vyhivskyi. Ainda segundo a France 24, três pessoas morreram em ataques noturnos na região sul de Zaporíjia e um homem morreu em um ataque de drone russo em Kiev, segundo o presidente Volodymyr Zelensky. Zelensky disse que a Rússia lançou mais de 2.200 drones de ataque, cerca de 1.650 bombas aéreas e 38 mísseis na última semana.
Trocas de ataques entre Rússia e Ucrânia ao longo da noite e neste domingo mataram ao menos seis pessoas na Ucrânia e uma na Rússia, segundo autoridades. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que a Rússia atingiu duas vezes um data center em Kiev na manhã de domingo, ferindo duas crianças e um adulto. À margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o chanceler russo, Sergei Lavrov, minimizou no sábado o que se acredita ter sido o primeiro encontro presencial com o chanceler alemão desde a invasão da Ucrânia em larga escala, em 2022.
A Rússia atingiu neste domingo a sede da Kyivstar, maior operadora móvel da Ucrânia; a empresa disse à Interfax Ucrânia que a sede em Kiev foi atingida, sem vítimas, segundo a Reuters. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças continuam atacando centros de comunicação e logística e embarcações de apoio às Forças Armadas ucranianas, segundo a Sputnik Globe. O ministério disse também que foi atingido um centro logístico da Novaya Pochta em Odessa, usado para armazenar carga militar.
Vladimir Putin disse que a Rússia não se prepara para nenhum tipo de hostilidade com a Europa e que Moscou não tem motivo real para escalar tensões com os países europeus, segundo o Hindustan Times. Segundo ele, as propostas de retomar as negociações com a Ucrânia estão sobre a mesa, mas os passos a tomar em resposta aos ataques ucranianos serão pensados com cuidado.
Quatro militares italianos do 11º Regimento Bersaglieri ficaram feridos num exercício de tiro em Ādaži, na Letônia, na missão Forward Land Forces da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo o Ministério da Defesa da Itália. Disparos de arma instalada em um veículo militar italiano atingiram outro veículo italiano onde estavam os quatro militares. Eles foram levados a um hospital em Riga; um está em condição mais séria e, no momento, nenhum corre risco de vida.
O parlamento da Moldávia aprovou estado de emergência nacional nos setores energético e hidrológico por 60 dias, segundo a agência oficial Moldpres. A medida passou por 54 votos a 20 na legislatura de 101 assentos e passa a valer no sábado, 26 de setembro, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pela WTOP. O governo cita queda nos níveis do rio Dniester e conflitos globais que elevam os custos de energia, segundo o The Independent.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma ter cercado Dobropolye, centro de defesa ucraniano no Donbass, com unidades do grupo Center avançando em direção a Aleksandrovka, segundo reportagem do Europe Sun. Moscou sustenta que o controle da cidade abre caminho para cortar a rota lateral de suprimento dos redutos ucranianos que restam na região, numa análise do Sputnik Globe.
O presidente da Lituânia, Gitanas Nausėda, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que uma nova rotação de tropas dos Estados Unidos “já está a caminho” do país, o que encerra parte da incerteza sobre a presença militar no aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) que faz fronteira com a Rússia, noticiado pela Reuters e pelo Stars and Stripes e pelo Mezha. Nausėda agradeceu a Donald Trump e afirmou que a “presença militar dos Estados Unidos na Lituânia é parte indispensável da nossa dissuasão e da nossa defesa coletiva”; o chanceler lituano, Kęstutis Budrys, disse que “tropas dos Estados Unidos no terreno são essenciais para a dissuasão, a defesa e a segurança no flanco leste da OTAN”. Os Estados Unidos mantêm rotações na Lituânia desde 2019, com batalhões de cerca de 1.000 militares. O Stars and Stripes informou que o contingente sai normalmente da brigada baseada na Polônia, que o número e a origem dos militares não foram divulgados e que o Pentágono ainda não confirmou publicamente o deslocamento: em maio de 2026 o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ordenou um reequilíbrio de forças na Europa, com a retirada de até 5.000 militares da Alemanha e o cancelamento do envio à Polônia da brigada blindada baseada em Fort Hood, no Texas, o que deixou os militares que estavam na Lituânia sem substituição.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) expulse a Espanha, um dia depois de Madri dizer que não participaria da segurança do evento em que ele discursaria. A Espanha impôs embargo de armas a Israel desde 2023 e reconheceu o Estado palestino em maio de 2024. Fontes: The Times of Israel e Middle East Eye.
O Parlamento da Lituânia aprovou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o fim da proibição de instalar armas nucleares no território do país, por 99 votos a favor, cinco abstenções e 13 contrários. A emenda ao artigo 137 da Constituição ainda precisa de duas votações separadas por três meses — a primeira em 6 de outubro, a segunda em 12 de janeiro —, com no mínimo 94 dos 141 deputados.
A Letônia é o bloqueio de última hora ao pacote que renovaria as sanções da União Europeia (UE) contra quase 3 mil pessoas e empresas acusadas de sustentar a guerra da Rússia na Ucrânia, segundo o The Guardian. O primeiro-ministro letão, Andris Kulbergs, escreveu na segunda-feira, 21 de setembro de 2026, que “estender as sanções por 36 meses seria o passo certo”, mas que não pode aceitar que o preço seja retirar da lista os bilionários Alisher Usmanov e Mikhail Fridman. Sem acordo, as sanções caducam no fim desta terça-feira, 22 de setembro de 2026; uma prorrogação curta de uma semana, já usada uma vez, aparece como saída provável. França e Eslováquia pedem as retiradas, e o chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, chamou a proposta de “inaceitável”. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que todas as sanções ocidentais são ilegais e devem ser revogadas.
O primeiro-ministro da Lituânia, Mindaugas Sinkevičius, disse à BBC Newsnight que o país tem planos de evacuação preparados e que a população vive afetada por alertas noturnos de drones no espaço aéreo lituano, segundo o The Guardian. Sinkevičius afirmou que idosos e pessoas com deficiência seriam os grupos prioritários, e que o governo trabalha com vários cenários. No mesmo dia, o chefe do serviço de segurança da Chéquia, Michal Koudelka, disse ao jornal que uma incursão limitada da Rússia em território da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) é possível, junto com provocações de bandeira falsa e uma campanha de influência, num horizonte de “meses, não anos”. Em paralelo, o presidente lituano, Gitanas Nausėda, informou que uma nova rotação de tropas dos Estados Unidos está a caminho do país e não será menor que as anteriores: são até mil militares norte-americanos em rotação desde 2019.
O primeiro-ministro da Lituânia, Mindaugas Sinkevičius, disse à BBC News que o país tem planos de evacuação diante das ameaças da Rússia e que, se for atacado, “vamos revidar”. Em entrevista ao programa Newsnight, ele afirmou que os lituanos se sentem “constantemente ameaçados”, em parte por causa de drones que entram no espaço aéreo do país, e que o governo trabalha com “uma variedade de cenários”, nem todos discutidos publicamente, citando como exemplo a retirada de idosos das cidades sem congestionamento. O Ministério do Interior lituano aprovou em 14 de julho um plano de evacuação da população, e os detalhes divulgados em 16 de setembro preveem três rotas principais de saída da capital, uma delas usando a voivodia de Podlaskie, na Polônia, como corredor de trânsito, segundo a Newsweek. A entrevista sai uma semana depois de caças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) abaterem um drone que entrou no espaço aéreo lituano vindo da direção da Bielorrússia, segundo a BBC News. A Lituânia faz fronteira terrestre com o enclave russo de Kaliningrado.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que unidades do grupo de forças “Centro” completaram o cerco ao principal centro de defesa ucraniano em Dobropillya, no Donbas, e que ficaram cercadas duas brigadas da Guarda Nacional da Ucrânia, a quarta e a 15ª, além do 425º Regimento de Assalto “Skala”, no resumo diário do ministério reproduzido pela Sputnik. O Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia não confirmou o cerco: no balanço divulgado nesta terça-feira, referente a 21 de setembro, registrou 248 combates no front, o maior número no setor de Pokrovsk, e listou assaltos russos nas direções de Dobropillya, Novyi Donbas, Myrne e Bilitske. O Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), centro de análise sediado nos Estados Unidos, avaliou em 21 de setembro que a Rússia mantém nesse setor o maior ritmo de ataques do front, com média de 32 por dia desde 1º de agosto, sem conseguir consolidar posições.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reúne-se nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, com Donald Trump à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, e leva a proposta de uma trégua energética que suspenda os ataques dos dois lados a instalações de energia antes do inverno, segundo a Reuters. Ao chegar à cidade no dia anterior, Zelensky disse que há “propostas concretas de segurança e medidas de desescalada” sobre a mesa e que um novo acordo sobre drones está pronto para ser assinado, e a visita inclui cerca de 20 reuniões, segundo o Kyiv Independent. Trump manifestou preocupação com os danos às refinarias russas atingidas por drones ucranianos, e a Rússia, que tem mais poder de fogo em mísseis, não deu sinais de que quer interromper a guerra aérea, informou a Reuters.
O partido Rússia Unida, do presidente Vladimir Putin, conquistou 355 das 450 cadeiras da Duma, a câmara baixa do parlamento russo, segundo resultados preliminares com mais de 95% dos votos apurados divulgados na segunda-feira, 21 de setembro, pela presidente da Comissão Eleitoral Central (CEC) da Rússia, Ella Pamfilova. O total inclui os distritos de mandato único, supera o recorde anterior do partido, de 343 cadeiras em 2016, e preserva a maioria constitucional de 301 cadeiras, que permite emendar a Constituição sem apoio de outras legendas, segundo a Reuters. O Partido Comunista da Federação Russa (KPRF) ficou em segundo lugar, com 40 cadeiras; o ultranacionalista Partido Liberal-Democrata da Rússia (LDPR) ficou com 25, e o Novo Povo, com 20. A votação ocorreu de 18 a 20 de setembro e foi a primeira eleição para a Duma desde o início da guerra em larga escala contra a Ucrânia; no último dia, o Ministério da Defesa russo afirmou ter derrubado 1.110 drones ucranianos em 19 regiões russas e na Crimeia. O partido anti-guerra Iabloko não elegeu deputados federais, mas ultrapassou a barreira de 5% no parlamento regional de Novgorod, segundo a Reuters.
Líderes alemães se preparam para negar ao partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) o acesso ao plano de guerra secreto do país, noticiou o The New York Times nesta terça-feira, 22 de setembro. O documento de cerca de mil páginas, conhecido como OPLAN Deutschland, foi redigido em 2024 para definir como as Forças Armadas alemãs responderiam a um novo ataque russo na Europa Oriental, e a versão completa fica com os chefes dos 16 estados alemães. O ministro da Defesa, Boris Pistorius, levantou em 8 de setembro, numa reunião fechada com especialistas em política de defesa das bancadas que sustentam o governo, a hipótese de retirar o OPLAN do gabinete da Saxônia-Anhalt se a AfD chegar ao poder no estado, para evitar que o plano chegue a Moscou, segundo a rede alemã RedaktionsNetzwerk Deutschland (RND) e a agência Bloomberg. A AfD venceu a eleição estadual da Saxônia-Anhalt em 6 de setembro com 43,8% dos votos, e o serviço de inteligência doméstica alemão classifica as seções do partido na Saxônia-Anhalt, na Turíngia e na Saxônia como organizações de extrema direita comprovadas.
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta segunda-feira, 21 de setembro, que a reunião que teve com Donald Trump em Nova York foi “muito construtiva” e afirmou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos mais rapidez na entrega de interceptores de mísseis à Ucrânia, medida que classificou como defensiva. O encontro foi na Trump Tower, um dia antes da abertura do debate geral da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e Macron disse que os dois discutiram por longo tempo a Ucrânia e a Rússia e também a situação do mar Vermelho, que considerou importante para os preços globais. Segundo o presidente francês, Trump estava “muito receptivo”. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também deve se reunir com Trump em Nova York nesta semana, segundo o Kyiv Post.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reuniu com o diretor da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), John Ratcliffe, no aeroporto de Shannon, na Irlanda, segundo a Reuters, que citou duas pessoas a par do assunto. Uma das fontes disse que o encontro ocorreu nesta segunda-feira; a outra afirmou que os dois conversaram enquanto os aviões eram reabastecidos, sem precisar a data. Nenhuma delas revelou o teor da conversa, e nem o governo ucraniano nem a agência americana confirmaram a reunião, que ocorre às vésperas da semana de alto nível da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York.
Os embaixadores dos 27 países da União Europeia (UE) fecharam nesta segunda-feira um acordo para retirar os empresários Alisher Usmanov e Mikhail Fridman da lista de sanções do bloco, desde que nenhum governo objete nas próximas horas, segundo diplomatas citados pela Reuters. Em troca, as sanções contra cerca de 3 mil outras pessoas e entidades ligadas à Rússia seriam renovadas por 36 meses, prazo bem mais longo que os 6 ou 12 meses habituais, informou a Euronews. A França passou a exigir a saída de Usmanov, que tem cidadania russa e uzbeque, e Luxemburgo condicionou a de Fridman, que move uma arbitragem de US$ 16 bilhões contra o grão-ducado. Os dois foram sancionados em 2022, depois da invasão da Ucrânia. Lituânia e os países bálticos se opuseram ao gesto: “enviaria muitos sinais, e todos ruins”, disse o chanceler lituano, Kestutis Budrys, à Reuters. O primeiro-ministro ucraniano, Sergii Koretskyi, classificou a medida de “imoral e autodestrutiva”. O regime de sanções da UE contra a Rússia expira à meia-noite desta terça-feira (22).
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, recebe o chanceler russo, Sergey Lavrov, à margem da semana de alto nível da Assembleia Geral, com a bilateral marcada para quinta-feira à noite, disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, que fez a ressalva de relatar o horário de memória. Lavrov viaja a Nova York nesta terça-feira e discursa na Assembleia Geral no sábado, 26 de setembro. Dujarric afirmou que Guterres mantém contato regular com representantes da Rússia e da Ucrânia e que não tem informação sobre a realização de uma reunião trilateral sobre a guerra da Ucrânia durante a semana.
A Rússia Unida elegeu 49 deputados que participaram da guerra contra a Ucrânia, informou nesta segunda-feira o secretário-geral do partido, Vladimir Yakushev, que primeiro falou em 86 veteranos da “operação militar especial” e depois corrigiu o número para 49. Os ex-combatentes passam a ocupar cerca de 11% das 450 cadeiras da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, onde o partido de Vladimir Putin ficou com 355 assentos, o maior número já obtido pela legenda e acima do recorde de 343 cadeiras de 2016. O Partido Comunista ficou com 40 cadeiras, o LDPR (Partido Liberal-Democrata da Rússia), ultranacionalista, com 25, e o Novos Povos, com 20 – todos apoiam a campanha militar na Ucrânia. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que os indicadores apontam para “o mais alto nível de consolidação” da sociedade russa em torno do chefe de Estado. O Yabloko, única legenda registrada que se opunha à guerra, foi impedido de disputar a eleição pela Suprema Corte russa, e a União Europeia classificou a votação como um retrocesso para a democracia. Os números saem de uma apuração com 95% das urnas processadas, quando o Rússia Unida tinha 57,83% dos votos, segundo a chefe da comissão eleitoral, Ella Pamfilova, acima dos 49,8% de 2021.
A Polônia quer ter cerca de 15 mil soldados americanos em seu território até 2039, entre permanentes e em rotação, disse o vice-ministro da Defesa, Stanisław Wziątek, à rádio RMF FM. Segundo ele, o alvo inclui cerca de 10 mil militares em regime de rotação e de 3.500 a 5.000 estacionados em caráter permanente; Wziątek afirmou que a base deve ficar no oeste do país e que a decisão final sobre o local cabe aos americanos. Hoje a Polônia abriga entre 6,5 mil e 7 mil militares americanos, segundo a Euractiv, e apresentou em junho a proposta formal de uma base permanente, depois de Washington anunciar a retirada de 5 mil soldados da Alemanha.
A Comissão Eleitoral Central da Rússia informou que o partido Rússia Unida, de Vladimir Putin, venceu a eleição para a Duma com 57,83% dos votos e 355 das 450 cadeiras, superando o recorde anterior do partido, de 343, segundo a Reuters e a agência France-Presse (AFP). A participação ficou acima de 59%, e o Partido Comunista terminou em segundo lugar, com 40 cadeiras, seguido pelo Partido Liberal-Democrata (LDPR), com 25, e por Gente Nova, com 20. A votação de três dias transcorreu sem os partidos que criticam o Kremlin ou a guerra na Ucrânia, e o único que pedia o fim do conflito foi barrado da disputa. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que os números apontam para “o mais alto nível de consolidação da sociedade russa em torno do chefe de Estado”, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, qualificou o pleito de “assim chamada” eleição e afirmou que “a fachada de democracia é tudo o que resta na Rússia”. Foi a primeira eleição parlamentar desde que Moscou enviou tropas à Ucrânia, em 2022.
A Ucrânia lançou na madrugada de domingo mais de 1.600 drones contra a Rússia, cerca de 450 deles rumo a Moscou, no último dia da eleição parlamentar russa, segundo autoridades russas em relatos da Reuters e do Times Now; o prefeito da capital, Sergei Sobyanin, chamou o ataque de “o mais massivo” contra Moscou e disse que um dos aparelhos abatidos na aproximação atingiu a refinaria de Kapotnya, da Gazprom Neft, além de um prédio residencial. O Ministério da Defesa da Rússia afirma ter derrubado 1.100 drones em todo o país, incluindo sobre a Crimeia e o mar Negro, e o governador da região de Moscou, Andrei Vorobyov, disse que 249 foram abatidos sobre a região e que duas pessoas morreram. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que a operação atingiu uma instalação petrolífera e um entreposto logístico; o aeroporto de Vnukovo suspendeu as operações e o de Sheremetyevo impôs “restrições temporárias”.
A Comissão Eleitoral Central da Rússia informou, com 95% das urnas apuradas, que o Rússia Unida obteve 57,83% dos votos de lista e deve conquistar cerca de 355 das 450 cadeiras da Duma, segundo o The Moscow Times e a Meduza. A presidente da comissão, Ella Pamfilova, disse que o resultado supera o recorde anterior do partido, de 343 cadeiras em 2016, e preserva a maioria constitucional, que exige 301. O comparecimento ficou perto de 60%, o maior desde 2003, segundo o Kommersant. A União Europeia classificou a votação de “eleições de fachada”, relata a RFE/RL, e analistas independentes descreveram o pleito como o menos competitivo da história russa moderna. A comissão afirmou que o resultado final sai até sexta-feira.
Călin Georgescu, ex-candidato à Presidência da Romênia, foi levado nesta segunda-feira para prestar depoimento na Diretoria de Investigação de Crime Organizado e Terrorismo (DIICOT), que cumpria cinco mandados de busca num inquérito sobre formação de grupo criminoso organizado e fraude de mais de €1,1 milhão, segundo a DIICOT, o Kyiv Post e o HotNews. A DIICOT não anunciou prisão preventiva, e Georgescu já é réu em outro processo, por tentativa de subverter a ordem constitucional.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma que suas unidades tomaram as localidades de Polnaya e Novoaleksandrovka, na região de Kharkiv, segundo a Sputnik; o TASS registra a avaliação de um especialista de que o grupo de batalha Norte avançou 100 km² na região na última semana. As duas alegações são russas e não tiveram confirmação independente.
A Europa injetou 45 bilhões de metros cúbicos de gás em armazenamento para o inverno e corre para ampliar os estoques, segundo o TASS.
Rússia Unida lidera a apuração das eleições para a Duma com 57,85% dos votos quando 87,91% das urnas haviam sido processadas, segundo a Sputnik; o TASS registrava 90,43% das urnas apuradas. A votação foi marcada por ciberataques e drones, relata o The Hindu.
Chisinau convoca embaixador após interrupção de energia
Drones ucranianos atingiram uma refinaria de petróleo em Moscou e mataram duas pessoas, em dia de votação na Rússia, segundo a Reuters, o G1, o Hindustan Times e o Mehr News; o prefeito confirmou danos à refinaria. Moscou alega interferência eleitoral, relata o Hindustan Times, e o Ministério da Defesa russo afirmou ter abatido todos os mísseis que seguiam para a região, segundo o TASS.