O Tribunal de Apelação de Bucareste prorrogou por 30 dias a prisão preventiva de Calin Georgescu, em uma investigação sobre suposta fraude de 1,1 milhão de euros.
A decisão derrubou o entendimento de 13 de outubro de um tribunal inferior, que mandava transferir o ex-favorito da presidencial cancelada de 2024, descrito pela reportagem como pró-Rússia, da custódia policial para prisão domiciliar por 30 dias. O tribunal estendeu a preventiva de Georgescu e Ionel Rusen até 27 de novembro de 2026, em decisão definitiva.