O xeque Isa Qassim, clérigo xiita destituído da cidadania do Bahrein em 2016, pediu que a população apoie pacificamente os 60 clérigos que aguardam veredito em 8 de novembro e alertou a monarquia sobre as consequências de um processo baseado em acusações “fabricadas e difamatórias”, segundo o Tehran Times.
O tribunal que o jornal chama de “Tribunal Criminal Superior” decide no domingo sobre 69 réus, 60 clérigos e nove afiliados: 56 estão presos e 13 são julgados à revelia. Vinte organizações, entre elas a Anistia Internacional, a Human Rights Watch e a Organização Mundial Contra a Tortura, pedem a exclusão de confissões obtidas sob coação e a libertação dos detidos.