A Aramco registrou lucro líquido de 135,9 bilhões de riais (cerca de 32,3 bilhões de euros) no terceiro trimestre, ante cerca de 101 bilhões de riais (24 bilhões de euros) no mesmo período do ano anterior, resultado que incluiu ganho de 25,9 bilhões de riais com a venda da participação na joint venture PRefChem à malaia Petronas, enquanto os houthis, apoiados pelo Irã, atacam regularmente navios-tanque, dutos, instalações de armazenamento e refinarias sauditas desde a retomada das hostilidades em julho.
O lucro líquido ajustado ficou em 31,2 bilhões de dólares, ante 28,6 bilhões um ano antes, acima da mediana das estimativas de analistas, de 30,66 bilhões, o refino e distribuição teve lucro ajustado antes de juros e impostos de 10,3 bilhões de dólares, alta de 234% em um ano, puxada por margens de refino maiores, e o conselho aprovou dividendo base de 21,9 bilhões de dólares, alta de 3,5% em um ano. O presidente-executivo Amin Nasser afirmou que a incerteza geopolítica e os ataques a instalações energéticas ampliaram a crise de oferta global no trimestre, com implicações sérias para a segurança energética.