O Ministério das Relações Exteriores de Taiwan anunciou o fechamento do escritório de representação em Papua-Nova Guiné e a retirada de todo o pessoal depois de novas exigências do governo do país para encerrar a representação.
Junto com o escritório, Taiwan encerra todos os programas de cooperação técnica e assistência no país, incluindo missões técnicas e médicas, bolsas e formação de pessoal. Taiwan já havia parado de comprar gás natural liquefeito (GNL) de Papua-Nova Guiné no mercado spot e não assinará novos contratos spot; o ministério dizia planejar cerca de 500 mil toneladas no primeiro semestre de 2026. As compras taiwanesas correspondiam a cerca de um terço das exportações de GNL do país do Pacífico. O ministério acusou a China de usar pressão política e influência econômica para interferir em decisões diplomáticas de outros países e restringir o espaço internacional de Taiwan. Taipei atribui a decisão à pressão política chinesa sobre o país do Pacífico.