A coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição afirmou que o candidato do PT aceitou as condições do adversário, Flávio Bolsonaro (PL), para a quebra do sigilo bancário e telefônico dele próprio e de seus parentes, desde que o adversário cumpra o que está no pedido protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo o coordenador da campanha, Camilo Santana.
“Todas as condicionantes que ele colocou, a resposta do presidente é que ele não se opõe a absolutamente nada do que ele está propondo”, disse Santana. Entre as exigências do PL estão a abertura do sigilo telefônico do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, e a divulgação de informações sobre o cartão corporativo da Presidência, segundo a Carta Capital.