María Corina Machado voltou à Venezuela após dez meses no exterior e, na primeira entrevista coletiva em território venezuelano, defendeu uma nova constituição e agradeceu ao governo dos Estados Unidos pelo ataque militar do dia 3 de janeiro.
A dirigente de extrema direita entrou por via terrestre pela fronteira com a Colômbia no domingo, dia 25. Maduro foi retirado do poder por tropas dos EUA em 3 de janeiro e levado a Nova York, onde responde a acusações de drogas, armas e tortura, às quais se declarou inocente. Foi substituído pela então vice-presidente Delcy Rodríguez, que hoje tem relação próxima com Washington. O governo Trump assinou um acordo de petróleo que deu aos EUA concessão de 100 anos sobre 65 bilhões de barris de cru venezuelano, negociado com a empresa North American Blue Energy Partners (NABEP). O secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o retorno seguro de Machado foi resultado direto das conversas de reconciliação apoiadas pelos EUA.