O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o chefe do Mossad, Roman Gofman, buscaram realizar uma operação contra o Irã na véspera da eleição de 27 de outubro, segundo relatos da imprensa israelense.
O plano teria sido frustrado depois que Washington foi alertado por engano por um agente israelense. Eyal Zamir teria resistido a executar a ação e pedido novas deliberações, além de documentação assinada por Netanyahu confirmando a autorização legal. O escritório de Netanyahu negou o relato e afirmou que um ataque antes da eleição “não estava na agenda”. O New York Times relatou que Netanyahu tentou por semanas orquestrar um novo ataque aéreo ao Irã e foi bloqueado por Zamir.