← Fluxo

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, permanece no cargo depois que a sessão conjunta do Congresso não conseguiu concluir a votação de sua renúncia por falta de quórum, na quinta-feira, segundo a imprensa local citada pela agência Xinhua.

A sessão foi suspensa quando deputados do governista Partido Colorado se retiraram durante a votação. Mais cedo, a Câmara dos Deputados havia aprovado por unanimidade a abertura do impeachment, e o Senado se preparava para dar sequência ao processo. A crise começou em 3 de novembro, quando o Banco Central paraguaio iniciou o processo de resolução do Ueno depois de concluir que o banco descumpriu requisitos mínimos de solvência. No dia seguinte, o Ministério Público denunciou 27 pessoas: oito executivos do Ueno e 19 ligados a empresas associadas ao banco. Segundo relatos de imprensa, o Ueno administrava de US$ 800 milhões a US$ 850 milhões em recursos públicos. Carlos Carvallo, nomeado por Peña para presidir o Banco Central em 2023, renunciou em 3 de novembro a pedido do presidente. A saída por renúncia regular torna Peña senador vitalício, com imunidade parlamentar; se for destituído por impeachment, perde o status e pode ser processado.

Busca no acervo

Combinar
Buscar em
Sugestões
Link