União EuropeiaEnergiaEstreito de OrmuzA Agência Internacional de Energia (AIE) afirma que os estoques de gás da União Europeia (UE) entram no inverno 2026–2027 nos níveis mais baixos desde 2013, que as reservas baixas na Europa somadas à capacidade limitada na Ásia e na América do Sul podem acirrar a disputa por cargas de gás natural liquefeito (GNL) e pressionar os preços à vista, e que a reposição no verão de 2027 pode manter a tensão até meados do próximo ano – segundo a AIE, a quase paralisação dos fluxos de GNL pelo Estreito de Ormuz reduziu em mais de 60 bilhões de metros cúbicos as cargas de Catar e Emirados Árabes Unidos entre março e outubro de 2026, com queda projetada de 3% na oferta global de GNL em 2026, cerca de 20 bilhões de metros cúbicos, e recuo de cerca de 1,5% na demanda mundial de gás, cerca de 65 bilhões de metros cúbicos – os estoques alemães, os maiores da Europa, estavam em 61,03% em 1º de novembro, ante média de 74,62% na União Europeia, segundo dados da Gas Infrastructure Europe, e o presidente-executivo da TotalEnergies, Patrick Pouyanne, disse que a Europa não terá falta de gás neste inverno, mas pagará mais, e que o continente afrouxou as exigências de armazenamento um ano cedo demais.3 nov 2026 · 06:23Compartilhar