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A guerra com o Irã dobrou o que o Egito paga pelo gás natural liquefeito (GNL) importado, e o Cairo vem adiando carregamentos para 2027 e queimando óleo combustível em suas usinas para segurar a conta.

O país pediu aos fornecedores que empurrassem cinco dos 15 carregamentos de GNL previstos para novembro para 2027, somando-se a cerca de 15 já adiados desde julho. Segundo autoridade de governo citada pelo Asharq Bloomberg, o preço de um único carregamento subiu até 100% desde setembro e passou de US$ 100 milhões. A produção doméstica de gás caiu para 3,63 bilhões de pés cúbicos por dia em agosto, com o declínio dos campos antigos mais rápido que a entrada de novos poços em operação.

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