Cerca de 3 milhões de depositantes seguem sem acesso a poupanças e aposentadorias no Paraguai, em meio ao colapso do banco Ueno, e o caso gerou protestos sobretudo em Assunção.
Os 44 senadores presentes votaram pela destituição de Santiago Peña por má conduta no cargo, tornando-o o segundo presidente paraguaio removido por impeachment desde o retorno do país à democracia, em 1989. A Promotoria acusou 27 pessoas no caso dos executivos do banco Ueno, entre elas o fundador e ex-presidente-executivo Miguel Vázquez. Os parlamentares também acusam Peña de deixar o fundo de pensão estatal depositar US$ 355 milhões no banco, acima dos limites legais. Peña, em detenção domiciliar, deve ser ouvido no sábado pela unidade de crimes econômicos da Promotoria.