O chefe das Forças de Defesa de Uganda, general Muhoozi Kainerugaba, anunciou que vai deixar o comando militar nos próximos meses para se dedicar a Cristo. Em publicação no X, disse que cumpriu as tarefas que Deus lhe deu e que entregará o cargo a um oficial qualificado – sem indicar data nem sucessor. Filho do presidente Yoweri Museveni, Muhoozi comanda as Forças Armadas desde março de 2024; as Forças de Defesa não emitiram anúncio próprio sobre a transição.
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Matérias e notas sobre Uganda.
O primeiro contingente de 109 militares das Forças de Defesa do Povo de Uganda (UPDF) deixou Mogadíscio na sexta-feira, após anúncio do chefe do Exército, general Muhoozi Kainerugaba. A retirada é faseada e deve ser concluída em agosto de 2027. Cerca de 4.500 militares ugandenses estão na Somália sob a missão da União Africana (AUSSOM), além de cerca de 2.000 em acordos bilaterais. Uganda foi o primeiro país africano a enviar tropas à Somália, na missão da União Africana criada em 2007 para proteger o governo de transição de ataques de militantes islamistas. O Exército ugandense afirmou que a saída encerra 20 anos de operações de paz e estabilização e permite que as Forças Armadas somalis assumam integralmente a segurança do país.
Uganda começou a retirar suas tropas da Somália, e o primeiro contingente já voltou ao país. A retirada de todas as forças, incluindo as que servem na Missão de Apoio e Estabilização da União Africana na Somália (AUSSOM), deve ser concluída até o fim de 2027, dias depois de a ONU encerrar sua missão política na Somália.
Todas as forças, incluindo as da missão da União Africana, sairão da Somália até o fim de 2027 na retirada faseada que Uganda começou a executar após quase duas décadas de envolvimento militar no país.
Uganda começou a retirar suas tropas da Somália após quase duas décadas de envolvimento militar no país, segundo a BBC. A retirada é feita em fases e tem conclusão prevista para agosto de 2027.
A vice-presidente de Uganda, Jessica Alupo, chegou a Moscou na segunda-feira para a cúpula Rússia-África, segundo a Sputnik; ela vai liderar a delegação de Uganda na terceira cúpula Rússia-África, marcada para 28 e 29 de outubro em Moscou, disse uma autoridade de relações exteriores na sexta-feira, segundo o New Vision.
A paciente com ebola na Nigéria é uma suíça, mulher de um diplomata suíço, que não viajou ao epicentro do surto atual na República Democrática do Congo (RDC) e acredita-se que tenha se infectado durante uma viagem a Uganda com o marido, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Suíça. O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças investiga se a paciente pode ter tido contato com um paciente de ebola no Quênia, já que os dois viajaram a partir do aeroporto de Entebbe, em Uganda, em 3 de outubro. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que as investigações continuam para estabelecer a provável fonte de infecção da paciente na Nigéria.
O governo suíço disse que a paciente com ebola na Nigéria, esposa de um diplomata suíço em Abuja, não viajou para a República Democrática do Congo (RDC), contrariando relatos de Uganda, segundo a Reuters. Autoridades ugandenses afirmaram que a mulher, nascida em Uganda, adoeceu na Nigéria após viajar ao leste do Congo, onde o surto foi declarado em meados de maio e desde então se tornou o de propagação mais rápida já registrado.
O diretor-geral dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), Jean Kaseya, pediu que a primeira paciente confirmada de ebola da Nigéria divulgue seu histórico completo de viagem e possíveis contatos durante uma visita recente a Uganda, para ajudar as autoridades sanitárias a estabelecer como ela contraiu o vírus. Segundo Kaseya, a paciente nasceu em Uganda e mora em Abuja, e estava em seu país natal quando o marido, um diplomata, viajou para se juntar a ela. Em entrevista à BBC, ele disse que os primeiros sintomas apareceram em 6 de outubro, quando ela procurou um hospital privado acreditando ter malária, e que foi internada em 11 de outubro. O ministro da Saúde da Nigéria, Muhammad Pate, confirmou que a mulher, de 42 anos, passou duas semanas e meia em Kampala antes de voltar a Abuja pela Etiópia, com escala de duas horas em Addis Abeba.
A Nigéria confirmou um caso importado de doença pelo vírus Ebola Bundibugyo no Território da Capital Federal, tornando-se o quinto país a detectar o vírus desde que um surto foi declarado na República Democrática do Congo em 15 de maio de 2026, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde e Bem-Estar Social, a paciente é uma mulher com histórico recente de viagem a Uganda. Os sintomas começaram em 7 de outubro, quatro dias depois da chegada dela à Nigéria; ela procurou atendimento em uma unidade privada de saúde em Abuja em 11 de outubro, e o exame de laboratório confirmou o vírus Bundibugyo em 20 de outubro. Ela está em isolamento e recebendo atendimento médico. O ministério informou que 44 contatos foram identificados e estão sendo monitorados.
A Nigéria confirmou um caso importado de doença pelo vírus Ebola da cepa Bundibugyo no Território da Capital Federal, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). A paciente é uma mulher com histórico recente de viagem a Uganda, e os sintomas começaram em 7 de outubro, quatro dias depois da chegada dela ao país. Segundo a OMS, 44 contatos foram identificados e estão sendo monitorados enquanto a busca por outras pessoas expostas é intensificada.
A Nigéria confirmou na terça-feira um caso de ebola em uma mulher que chegou recentemente ao país vinda de Uganda e está isolada em tratamento, e Uganda pediu o itinerário e o histórico clínico dela, registrando que ela transitou por Uganda no início de outubro sem sintomas, segundo o AllAfrica.
Robert Kabera, ex-sargento-mor do Exército de Ruanda que se tornou um crítico declarado do presidente Paul Kagame, foi encontrado decapitado no país vizinho, Uganda, segundo a BBC. Os restos de Kabera, que serviu no Exército ruandês antes de fugir em 2020, foram descobertos no sábado numa mata na área de Kamengo, segundo a Associated Press, em texto republicado pelo CP24.
Leonie von Braun, advogada sênior de julgamento do Tribunal Penal Internacional (TPI) e investigadora-chefe do caso Kony, disse à France 24 que as informações mais recentes indicam que o líder do Exército de Resistência do Senhor (LRA) segue vivo, ativo e presente no grupo, hoje em escala muito menor que nos anos 2000; pela idade, ele provavelmente não está nas linhas de frente das operações. Na República Centro-Africana, autoridades relatam um recrudescimento dos ataques no leste e no sudeste do país, com ao menos 25 crianças sequestradas em várias incursões a aldeias, em ataques atribuídos à milícia de Kony.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, agradeceu a Uganda, em discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), por ter erguido uma estátua do seu irmão Yonatan no local onde ele caiu em Entebbe, segundo a transcrição do discurso. O monumento foi inaugurado em 1º de agosto no antigo terminal de Entebbe pelo chefe militar ugandense Muhoozi Kainerugaba, informa a Associated Press (AP). Netanyahu discursou em 24 de setembro diante de um plenário esvaziado pela saída de delegados, segundo o Pulse Uganda.