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Tema: Suíça

Matérias e notas sobre Suíça.

Fluxo

O chanceler suíço Ignazio Cassis chegou a Pyongyang na quinta-feira para conversas com autoridades norte-coreanas e a reabertura oficial do escritório diplomático da Suíça, segundo o Korea Herald. O escritório, que retomou as operações em 19 de outubro, é a primeira presença política e diplomática da Suíça em Pyongyang desde o estabelecimento das relações entre os dois países, em 1974. A Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA) confirmou a chegada de Cassis, recebido por autoridades do Ministério das Relações Exteriores e pelo embaixador norte-coreano na Suíça, segundo a Yonhap.

A paciente com ebola na Nigéria é uma suíça, mulher de um diplomata suíço, que não viajou ao epicentro do surto atual na República Democrática do Congo (RDC) e acredita-se que tenha se infectado durante uma viagem a Uganda com o marido, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Suíça. O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças investiga se a paciente pode ter tido contato com um paciente de ebola no Quênia, já que os dois viajaram a partir do aeroporto de Entebbe, em Uganda, em 3 de outubro. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que as investigações continuam para estabelecer a provável fonte de infecção da paciente na Nigéria.

O governo suíço disse que a paciente com ebola na Nigéria, esposa de um diplomata suíço em Abuja, não viajou para a República Democrática do Congo (RDC), contrariando relatos de Uganda, segundo a Reuters. Autoridades ugandenses afirmaram que a mulher, nascida em Uganda, adoeceu na Nigéria após viajar ao leste do Congo, onde o surto foi declarado em meados de maio e desde então se tornou o de propagação mais rápida já registrado.

A chancelaria suíça condenou nesta quarta-feira a violência de colonos israelenses após um ataque de cerca de 100 colonos à aldeia de Jalud no dia anterior, segundo o Middle East Eye. Em publicação no X, o Ministério das Relações Exteriores da Suíça afirmou que “o nível sem precedentes de violência de colonos não pode ser tolerado” e que Israel deve proteger os civis palestinos e levar os responsáveis à Justiça.

Cerca de 71% dos eleitores votaram contra uma iniciativa para endurecer as regras constitucionais de neutralidade, em referendo em 27 de setembro de 2026, segundo projeção do instituto GFS Bern para a emissora Sociedade Suíça de Radiodifusão (SRG). Já na contagem preliminar do Escritório Federal de Estatística, divulgada pela agência de notícias TASS, o placar foi de 68,6% contra, 31,4% a favor e participação de 46,36%. A iniciativa buscava definir a neutralidade suíça como “perpétua e armada”.

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