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Tema: Sri Lanka

Matérias e notas sobre Sri Lanka.

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O Ministério das Relações Exteriores do Sri Lanka informou que cerca de 40 marinheiros iranianos a bordo de petroleiros sancionados pelos Estados Unidos, ancorados pouco além das águas territoriais do país, receberam atendimento médico urgente no sábado (24 de outubro de 2026). Segundo a AP, o Sri Lanka respondeu a um chamado de socorro e prestou ajuda médica aos 40 marinheiros antes de repatriá-los para Teerã, disse um porta-voz neste domingo. “Coordenamos a transferência sozinhos, conforme nossas obrigações humanitárias. A embaixada do Irã arcou com todas as despesas”, informou o ministério, segundo o The Hindu.

O Tribunal Superior do Sri Lanka condenou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, os 15 condenados pelos atentados da Páscoa de 2019 a 200 anos de prisão cada um e determinou o confisco dos bens deles, segundo despacho da agência Associated Press (AP) publicado pelo Hindustan Times. O painel de três juízes havia condenado 14 dos 24 réus por participação direta e considerado um 15º culpado de parte das acusações, absolvendo os outros nove. As explosões de 21 de abril de 2019 atingiram três igrejas e três hotéis de luxo e mataram mais de 260 pessoas, entre elas 42 estrangeiros, segundo a AP, enquanto a BBC cita 270 mortos e mais de 500 feridos. O julgamento correu por 23.270 acusações e durou quase cinco anos.

O Tribunal Superior do Sri Lanka condenou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, 14 dos 24 réus julgados por participação direta nos atentados da Páscoa de 2019, e um 15º foi considerado culpado de parte das acusações, enquanto nove foram absolvidos, segundo a Al Jazeera e o The Hindu. As condenações incluem homicídio, conspiração para cometer terrorismo e posse de armas e explosivos sob a Lei de Prevenção ao Terrorismo; o tribunal de três juízes informou que a sentença será anunciada ainda nesta terça-feira. Seis explosões quase simultâneas atingiram três igrejas e três hotéis de luxo em 21 de abril de 2019 e mataram 279 pessoas, 45 delas estrangeiras, no ataque mais letal do país desde o fim da guerra civil, em 2009. O julgamento corre em paralelo à investigação sobre o ex-chefe do Serviço de Inteligência do Estado (SIS) Suresh Sallay, preso em fevereiro de 2026 sob acusação de ter orquestrado os atentados, que ele nega.

O tribunal superior do Sri Lanka condenou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, 15 dos 24 acusados pelo atentado da Páscoa de 2019 e mandou absolver e soltar os outros nove, segundo a BBC e a agência Xinhua. Entre os condenados está Naufer Moulavi, apontado pela acusação como o organizador dos atentados que mataram 270 pessoas e feriram mais de 500 em 21 de abril de 2019, em três igrejas e três hotéis de luxo. O julgamento correu por 23.270 acusações e durou quase cinco anos. Os condenados ainda serão sentenciados.

A agência de classificação de risco Fitch elevou nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, a nota de crédito soberana do Sri Lanka de “CCC+” para “B-”, com perspectiva estável, citando a implementação de políticas de estabilização macroeconômica e reformas estruturais que reduziram o risco de financiamento externo, segundo a Reuters e a agência Xinhua. A Fitch ressalva que o perfil de crédito do país continua limitado por dívida pública alta em relação ao PIB e reservas cambiais modestas. O Sri Lanka deu calote na dívida externa em 2022.

Sri Lanka deve conhecer nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o veredicto do julgamento de 24 acusados pelos atentados da Páscoa de 2019, o ataque mais letal contra civis na história do país. A audiência no Tribunal Superior de Colombo estava marcada para as 9h30 locais (4h GMT), com segurança reforçada no entorno, segundo a Agence France-Presse. Os promotores apresentaram 23.270 acusações contra os 24 réus, o maior número já reunido em um único processo no país, por homicídio, conspiração terrorista e posse de armas e explosivos previstos na lei antiterrorismo. Cada acusado responde por centenas de imputações porque a denúncia lista uma acusação para cada pessoa morta ou ferida. Todos negaram participação, e alguns podem ser condenados à morte, pena que o país não executa desde 1976 e que costuma ser comutada para prisão perpétua. A promotoria aponta Mohamed Naufar (Naufer Moulavi) como o articulador que deu apoio ao esquadrão de oito homens-bomba que atacou três igrejas e três hotéis de luxo em 21 de abril de 2019, matando 279 pessoas, entre elas 45 estrangeiros, segundo a AFP; a BBC News cita 270 mortos. O julgamento corre em paralelo à investigação sobre o ex-chefe de inteligência Suresh Sallay, sob custódia e acusado de ter articulado os ataques, o que ele nega; em julho de 2026, dois ex-dirigentes de segurança foram condenados à morte por não terem evitado os atentados apesar dos alertas de inteligência recebidos.

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