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Tema: Segurança pública

Fluxo

O porta-voz da Presidência da Polônia, Rafał Leśkiewicz, anunciou que o presidente Karol Nawrocki iniciou o procedimento formal de luto nacional, que valerá em 8 e 9 de novembro. O projeto de decreto será enviado ao primeiro-ministro Donald Tusk para a contra-assinatura. O prefeito de Cracóvia, Łukasz Gibała, decretou luto na cidade até 11 de novembro. O autor do ataque era um polonês de 24 anos da voivodia de Świętokrzyskie, e a polícia encontrou várias armas e munição no carro dele.

O governo regional da Pequena Polônia elevou para seis o número de mortos no tiroteio deste sábado perto da praça principal de Cracóvia, no sul da Polônia, onde 15 pessoas ficaram feridas. A polícia havia contabilizado cinco mortos antes da atualização. Quatro mulheres e dois homens estão entre os mortos, segundo a polícia. O suspeito, que agiu sozinho, foi baleado por policiais e detido; o Ministério do Interior confirmou que ele é cidadão polonês. A porta-voz da polícia, Katarzyna Cislo, disse que ele usava armas militares e que muitas peças de armas e munição foram encontradas no veículo dele. Dois policiais estão entre os feridos, um deles em estado crítico, segundo o ministro do Interior, Marcin Kierwiński. O primeiro-ministro Donald Tusk elogiou os “policiais heroicos que arriscaram a vida” para deter o atirador e pediu aos colegas “de todas as tendências” que não explorem a tragédia.

Cinco pessoas morreram e cerca de uma dúzia ficaram feridas num tiroteio perto da praça do mercado principal de Cracóvia, no sul do país, neste sábado, segundo a polícia polonesa. A polícia de Cracóvia informou que um homem entrou de carro na praça por volta das 14h GMT e começou a atirar em pessoas ao acaso de dentro do veículo. O autor dos disparos foi baleado por policiais e levado a um hospital. O primeiro-ministro Donald Tusk disse que a polícia investiga o ataque e classificou o tiroteio como “trágico”.

O deputado guatemalteco Julio César Portillo Paz, de 35 anos, morreu na noite de sexta-feira (6) após um ataque armado contra sua caravana em Río Hondo, departamento de Zacapa, no nororiente da Guatemala. No ataque, três agentes da Polícia Nacional Civil (PNC) foram mortos, identificados como Jorge Paau Xicol, Erick Armides Ramos Osorio e Fernando Reyes Aldana. O presidente Bernardo Arévalo condenou o ataque, afirmou que os policiais morreram em serviço e determinou que as forças de segurança cooperem com os promotores. As autoridades não informaram o motivo do ataque nem identificaram os responsáveis. Portillo chegou ao Legislativo pelo partido Cabal e mantinha relação estreita com a Unidad Nacional de la Esperanza (UNE), na qual era secretário departamental em Zacapa. Zacapa é considerado um corredor estratégico do tráfico transnacional de drogas e território controlado pelo cartel da família Lorenzana, ligado ao cartel mexicano de Sinaloa, segundo a AFP.

O deputado Julio Portillo, do partido Unidade Nacional da Esperança (UNE), foi assassinado na sexta-feira em um ataque armado que deixou outros três mortos, dois policiais e um segurança do legislador, segundo as autoridades. O Ministério do Interior informou que os policiais morreram ao repelir o ataque direto contra Portillo. Portillo havia trocado de partido e fazia campanha eleitoral pela UNE. O crime ocorre duas semanas depois do assassinato do ex-fiscal Juan Francisco Solórzano Foppa, que reabriu o debate sobre crime político no país.

As autoridades haitianas confirmaram na sexta-feira a morte do chefe de gangue Mathias Saintil, depois de o primeiro-ministro Alix Didier Fils-Aimé escrever no X que havia “um chefe de gangue a menos”. Um relatório da Rede Nacional de Defesa dos Direitos Humanos visto pela Reuters afirma que Saintil sofreu ferimentos graves no abdômen num ataque de drone no bairro Boston, controlado por gangues na periferia de Porto Príncipe, na noite de quinta-feira, e morreu no dia seguinte durante o tratamento. O governo haitiano informou que Saintil morreu em razão dos ferimentos sofridos numa operação com drones das forças de segurança em Cité-Soleil, e que é a primeira vez que um chefe de gangue armada morre numa ação desse tipo no país. Segundo a Reuters, a morte é um dos maiores golpes à liderança das gangues haitianas desde 2024, numa campanha de segurança que envolve autoridades haitianas e tropas salvadorenhas recém-desdobradas, com eleições recém-adiadas. O anúncio coincidiu com manifestações de milhares de pessoas em Porto Príncipe e outras cidades em apoio aos soldados salvadorenhos chegados duas semanas antes.

O prefeito de Houston, John Whitmire, determinou nesta sexta-feira que a polícia da cidade procure o Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) apenas quando a pessoa abordada for presa por crime sujeito a cadeia ou quando a agência emitir um mandado administrativo. Ele descreveu a ordem como resultado de os democratas retomarem o poder no Texas pela primeira vez em décadas. A governadora eleita Gina Hinojosa derrotou Greg Abbott e havia criticado as políticas de imigração dele. Em abril, o Conselho Municipal de Houston aprovou uma portaria que eliminou a exigência de os policiais esperarem 30 minutos por agentes do ICE em abordagens de trânsito. O ICE disse que “políticos santuário” buscam limitar a cooperação e que seus agentes apenas cumprem o dever juramentado de servir e proteger as comunidades.

Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos (EUA) prenderam na noite de quinta-feira, 5, um homem armado num carro estacionado na Avenida Constitution, em Washington, perto da Casa Branca, depois de vê-lo agir de forma suspeita dentro do veículo – ao ser abordado, ele disse que ouvia vozes na cabeça mandando ir a Washington matar o presidente Donald Trump. No carro havia um fuzil estilo AR-15, uma pistola Mac 10, uma pistola Glock 43X e munição, num veículo que havia sido reportado como roubado, e o suspeito, Ronny Yordrix Guanipa Chrinos, de 26 anos, dormia numa Ford F-150 azul quando foi acordado e abordado às 11h42 da noite de quinta-feira. O Departamento de Segurança Interna afirma que ele entrou ilegalmente nos EUA pelo Texas em março de 2024, foi detido pela Patrulha de Fronteira e depois liberado no país, e o caso é o mais recente de uma série de prisões de pessoas que ameaçaram Trump ou familiares desde que ele voltou ao cargo.

Centenas de haitianos se reuniram em Canaan, ao norte de Porto Príncipe, para protestar contra a presença de mais de 2 mil militares salvadorenhos no país. El Salvador enviou mais de 2 mil soldados ao Haiti para resgatar quatro nacionais desaparecidos havia quase duas semanas; os quatro militares da Força de Supressão de Gangues (GSF) voltavam à base em um veículo blindado quando foram emboscados. O ministério das Relações Exteriores de El Salvador afirmou que a operação de larga escala teve apoio de vários países e organizações internacionais. Lideranças locais denunciaram incursões na planície de Cul-de-Sac e alertaram que as operações armadas colocam civis em risco. A violência de gangues armadas no Haiti já deslocou 1,5 milhão de pessoas e afeta a vida de 6 milhões de haitianos.

Um oficial jordaniano foi morto e outro ficou ferido num ataque com faca em Amã, e o suspeito foi preso. Investigações preliminares indicaram que o atacante pretendia e planejava realizar um “ataque terrorista” contra agentes de segurança pública, segundo a diretoria de segurança pública da Jordânia. Menos de duas semanas antes, em 23 de outubro, homens armados abriram fogo durante um funeral numa igreja na província de Karak, matando nove pessoas e ferindo 40.

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) demitiu dois altos funcionários enquanto avança a investigação sobre uma rede criminosa que envolve agentes da lei. O Escritório Nacional Anticorrupção (NABU) e a Procuradoria Especializada Anticorrupção (SAPO) anunciaram que desarticularam uma organização com ao menos uma dúzia de pessoas, incluindo agentes do SBU, da Polícia Nacional e da Procuradoria-Geral. Segundo os investigadores, a rede usava conexões nas forças de segurança para proteger negócios ilegais, entre eles centrais telefônicas fraudulentas voltadas a ucranianos e estrangeiros, tráfico de drogas e produção de cigarros e moeda falsos. O procurador-geral Ruslan Kravchenko foi demitido em setembro no âmbito da mesma investigação, depois que investigadores alegaram que uma organização criminosa era chefiada por um diretor de departamento da Procuradoria-Geral.

A diretora-geral da Presidência da África do Sul, Phindile Baleni, condenou os assassinatos políticos e disse que a polícia vai responder a esses crimes. A co-presidente do Natjoints, Tebello Mosikili, afirmou que foram registrados 20 homicídios envolvendo representantes políticos, filiados e apoiadores de partidos, com sete prisões efetuadas. O levantamento da Global Initiative Against Transnational Organized Crime aponta ao menos 43 pessoas mortas em suspeitas de assassinatos políticos entre janeiro e setembro deste ano, com 45 ataques registrados em sete províncias.

O presidente da União Nacional dos Trabalhadores da Mineração da Nigéria (NUMW), Musa Adamu Nasiru, disse à comissão de inquérito que seis dos mineradores mortos sob custódia do Corpo de Segurança e Defesa Civil da Nigéria (NSCDC) eram filiados ao sindicato. O presidente da Associação de Mineradores de Niger, Abdulrazak Yusuf Mohammed, contou à mesma comissão que foi informado de que 65 pessoas estavam detidas, que apenas 17 sobreviveram e que quarenta e oito morreram sob custódia. Já no estado de Niger, trinta e sete pessoas acusadas de mineração ilegal morreram sob custódia do NSCDC, segundo autoridades nigerianas.

O governo do estado de Niger afirmou estar mobilizando recursos para resgatar 15 alunas de uma escola islâmica sequestradas por bandidos no fim de semana, enquanto o dono da escola sustenta que nenhuma medida concreta foi tomada no terreno. Aminu Abubakar Bako disse que nenhum oficial do governo visitou a comunidade e que os sequestradores exigiram resgate de 100 milhões de nairas. Os sequestradores ligaram na segunda-feira dizendo que as alunas estavam seguras, mas que a segurança não poderia ser garantida se o pagamento atrasasse.

Uma pessoa morreu, três ficaram feridas e cinco escavadeiras foram incendiadas no Chenxi Mine Site Four, na área de mineração de Wanderer, em Shurugwi, durante um surto de violência, segundo a 263Chat, em texto republicado pelo AllAfrica. O porta-voz da Polícia da República do Zimbábue, comissário Paul Nyathi, disse que a investigação sobre a violência ocorrida na noite de 2 de novembro está em curso e que mais detalhes serão divulgados conforme a apuração avançar. O que motivou o episódio e se houve prisões seguiam sem esclarecimento.

A polícia da Indonésia detém três generais de polícia de alta patente suspeitos de escutar ilegalmente o presidente Prabowo Subianto. Segundo a Reuters, em texto publicado pelo KTWB, o chefe de gabinete recém-nomeado do presidente, Listyo Sigit Prabowo, está entre os detidos. De acordo com a polícia, os três interceptaram ilegalmente telefones do presidente, de autoridades, políticos, empresários, jornalistas e organizações entre 2025 e este ano, e o governo afirma que a investigação está em fase inicial, sem motivo estabelecido nem provas que liguem os suspeitos à traição à pátria.

O plenário do Senado aprovou em dois turnos nesta terça-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, mantendo a versão enviada pela Câmara dos Deputados e deixando de fora a redução da maioridade penal. O placar foi de 73 votos a zero no primeiro turno e 75 a zero no segundo. A proposta inclui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição, sistema criado por lei em 2018 que prevê a integração entre os órgãos de segurança dos diferentes níveis de governo. Eram necessários ao menos 49 votos favoráveis em cada turno para aprovar a mudança constitucional.

O xeque Yahaya Masussuka, clérigo islâmico respeitado em Katsina, foi morto a tiros por dois homens armados em motocicleta em frente à sua casa em Dutsin-Ma, no norte da Nigéria, na semana passada. O grupo Ansaru reivindicou o assassinato em um vídeo de quatro minutos obtido pelo jornal nigeriano Premium Times, em texto republicado pelo AllAfrica.

Policiais fortemente armados começaram a patrulhar as ruas de Sydney com fuzis, parte do reforço de segurança após o ataque mortal em Bondi Beach no ano passado. Quinze pessoas, incluindo uma menina de 10 anos, foram mortas em dezembro, quando dois atiradores abriram fogo em um evento da festa judaica de Hanukkah naquela praia. A patrulha com fuzis é a primeira do tipo na Austrália.

Promotores franceses abriram investigação por tentativa de homicídio depois que coquetéis molotov foram lançados contra forças de segurança durante os protestos de sábado em Paris, segundo a Al Jazeera. O Ministério Público afirmou que “artefatos explosivos foram lançados contra cerca de 15 gendarmes e policiais”, referindo-se aos policiais militares que integram as forças armadas francesas, e disse que nenhum suspeito havia sido preso até o momento. A gendarmaria informou que 13 integrantes da unidade do oficial atingido ficaram feridos, e o Ministério do Interior contabilizou mais de 770 presos na França.

A polícia de Newark investiga um tiroteio na região da East Main Street com a Choate Street, perto do campus da Universidade de Delaware, ocorrido em 31 de outubro por volta das 23h13, segundo o Departamento de Polícia de Newark. A corporação informou que não parece haver ameaça contínua à segurança pública relacionada ao caso e que a Main Street está fechada entre a Library Avenue e a Academy Street durante a investigação. A universidade enviou um alerta de emergência pedindo que as pessoas evitem a área. Não havia detalhes sobre feridos ou prisões.

A Promotoria Antiterrorismo da França confirmou nesta quinta-feira que Kevin T., de 39 anos, foi formalmente indiciado por homicídio e tentativa de homicídio em conexão com uma empreitada terrorista, depois de admitir que mirava pessoas que pareciam muçulmanas, africanas ou norte-africanas, segundo a Al Jazeera. Na sexta-feira passada, ele atirou de dentro do carro contra pessoas nas cidades de Trappes e La Verrière, a oeste de Paris, matando uma e ferindo outras sete, entre elas uma criança; a maioria das vítimas tinha origem estrangeira.

A inteligência da província de Sistão-Baluchistão afirmou ter desmontado quatro células terroristas e prendido 16 pessoas no centro e no sul da província, algumas vindas do exterior, segundo a Mehr News. As forças de segurança apreenderam nove fuzis Kalashnikov, dois fuzis M4 de fabricação americana e sete pistolas com munição.

A polícia sérvia matou na quarta-feira um agressor diante da embaixada de Israel em Belgrado depois que um policial foi alvo de um “ataque terrorista”, conforme disse o ministro do Interior de saída, Ivica Dacic, segundo o Le Monde. Dacic afirmou que o nível de ameaça terrorista foi elevado ao máximo, o “alerta vermelho”, o que significa verificações de segurança mais rígidas e presença policial maior em locais sensíveis, incluindo instalações de infraestrutura e locais onde há grande concentração de pessoas.

Ao menos 62 pessoas foram mortas em um ataque com armas de fogo atribuído a criminosos conhecidos localmente como “bandidos” no nordeste da Nigéria, informou nesta terça-feira a agência de emergência do país, segundo o Times of India. Segundo a Agência Nacional de Gestão de Emergências (NEMA), os homens armados atacaram a comunidade de Binnari, na área de governo local de Karim-Lamido, no estado de Taraba, em 24 de outubro.

Um homem foi detido em Tel Aviv nesta terça-feira sob suspeita de esfaquear o presidente dos Democratas, Yair Golan, durante uma turnê de campanha para estimular a participação dos eleitores no parque HaMesila, segundo o Jerusalem Post. Diante da “aproximação ameaçadora”, a segurança de Golan interceptou o homem e uma faca grande caiu de dentro da jaqueta dele. O homem foi preso depois de se aproximar do líder do partido de centro-esquerda empunhando uma faca, segundo o Middle East Eye.

Dois homens foram acusados de crimes contra a segurança nacional após a investigação de um suposto plano terrorista perto da base aérea de RAF Fairford, no Reino Unido, segundo o Guardian. Um deles, de 24 anos, foi acusado de auxiliar um serviço de inteligência estrangeiro, segundo a BBC. As acusações foram feitas com base na Lei de Segurança Nacional (National Security Act), segundo a BBC.

Um carro foi lançado de propósito contra um grupo de pessoas em Neustadt am Ruebenberge, cidade do norte da Alemanha perto de Hanôver, pouco antes da meia-noite de segunda-feira, deixando entre quatro e cinco feridos de gravidade variável, segundo um porta-voz da polícia citado pela Reuters, em texto publicado pela WHBL.

A polícia do estado de Taraba afirmou que homens armados não identificados invadiram na sexta-feira a vila de Binnari, no nordeste da Nigéria, matando ao menos 10 pessoas, saqueando lojas e incendiando casas, segundo a BBC. A polícia disse ter recuperado 10 corpos com ferimentos de bala e advertiu que o número de mortos ainda pode subir, enquanto os agentes seguiam buscando vítimas no mato. Sobreviventes ouvidos pela agência France-Presse (AFP) contaram ao menos 20 mortos. O diretor da Anistia Internacional na Nigéria, Isa Sanusi, disse à BBC que a organização falou com famílias enlutadas que relataram até 50 mortos, e que o funeral inicial teve 37 pessoas.

Um comerciante de ouro de 31 anos passou quase 36 horas num bunker de Trujillo, no norte do Peru, construído no subsolo de uma casa em um bairro residencial, sem luz natural nem ventilação e com cilindros de oxigênio para manter o sequestrado vivo, segundo o El País. O depoimento de Jenss Lara à Procuradoria-Geral, obtido pelo jornal, descreve homens que se passaram por policiais, o algemaram e o levaram a uma cela com porta de aço e trava digital. Gangues como Los Pulpos, que surgiram na cidade, transformaram a extorsão do “dinheiro de proteção” cobrado de comerciantes em empresa criminal, e os sequestros miram resgates milionários. Trujillo está sob estado de emergência desde 2024, e o combate ao crime foi tema central da campanha que ajudou a eleger Keiko Fujimori em junho.

A polícia nigeriana informou neste sábado que 10 corpos haviam sido recuperados até a noite de sexta-feira, depois que um grupo grande de homens armados em motocicletas atacou a vila de Binnari, no estado de Taraba, no leste da Nigéria. Sobreviventes ouvidos pela agência France-Presse (AFP) falaram em pelo menos 20 mortos, e a Anistia Internacional afirmou em comunicado no sábado que o número de vítimas chega a 40.

A identidade dos três atiradores que abriram fogo contra uma igreja na província de Karak, na Jordânia, na sexta-feira, matando oito pessoas e ferindo dezenas, não foi confirmada, e comunicados oficiais se referem a eles como “atiradores desconhecidos”, segundo o Ministério da Saúde da Jordânia. As forças de segurança seguem à procura deles.

A França vai mobilizar mais de 70 mil policiais e gendarmes na nova rodada de protestos contra a deterioração das condições escolares e o aumento do custo de vida, segundo a Al Jazeera. O ministro do Interior, Laurent Nunez, disse que a polícia prendeu 135 pessoas e apreendeu diversas armas durante o desdobramento para as manifestações nacionais, segundo a DW. O presidente Emmanuel Macron condenou o que chamou de “ataque terrorista racista” depois que um atirador abriu fogo de dentro de um carro a oeste de Paris na sexta-feira, matando uma pessoa, ferindo uma menina de 12 anos e outras quatro.

A Itália enviou 500 soldados adicionais a Milão, além de centenas já estacionados na cidade, para apoiar cerca de 5 mil policiais e outros agentes de segurança diante de novos protestos, segundo a Associated Press (AP), em texto publicado pelo Times of Israel. As autoridades fazem vigilância com drones, controles em estações ferroviárias e monitoramento on-line de possíveis convocações à violência. Protestos estão marcados para este sábado em várias outras cidades europeias, de Portugal à Albânia, segundo a AP.

A deputada independente australiana Helen Haines, 65 anos, teve as duas pernas amputadas depois do que as autoridades classificam como um ataque deliberado, em frente ao seu escritório eleitoral em Wangaratta, a nordeste de Melbourne, na segunda-feira, segundo a BBC. A deputada passou de estado crítico para grave, porém estável. Nugent, preso momentos depois de supostamente dirigir sua Toyota Land Cruiser contra a deputada, responde por três acusações – direção perigosa com lesão grave, lesão grave intencional e dano a um servidor público da Commonwealth.

O Louvre, o Museu d’Orsay, o Museu Picasso e o Grand Palais estão fechados neste sábado, em Paris, por causa dos protestos previstos, segundo o France 24. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse que até 70 mil agentes serão mobilizados em todo o país, com helicópteros, veículos blindados e canhões de água.

Menos de 24 horas depois de ser esfaqueado em Midtown, em Manhattan, um judeu do movimento Chabad-Lubavitch voltou à mesma rua onde foi atacado para ajudar funcionários a colocar tefilin, segundo o Times of Israel. Ele foi levado ao Hospital Bellevue na noite de quarta-feira, por volta das 18h, onde a equipe médica avaliou que não havia sangramento interno e que não seria preciso dar pontos. Ninguém foi preso, e a agressora foi descrita como uma mulher na faixa dos 40 anos.

O presidente da França, Emmanuel Macron, condenou como “ataque terrorista racista” o tiroteio que matou uma pessoa e feriu cinco nos arredores de Paris, entre elas uma menina de 12 anos baleada oito vezes, segundo o SCMP. O atirador disparava de dentro do carro nesta sexta-feira. Macron visitou Trappes, cidade operária a sudoeste de Paris onde o ataque ocorreu e que se suspeita ter mirado pessoas de origem estrangeira. Em meio aos protestos no país, o presidente recebeu representantes de sindicatos estudantis, noticiou a France 24.

Ao menos sete pessoas foram mortas nesta sexta-feira quando dois atiradores abriram fogo contra um funeral na Jordânia central, segundo a imprensa estatal do país, citada pela BBC. Outras 10 pessoas ficaram feridas na igreja, na província de Karak. A TV estatal Al-Mamlaka informou que as forças de segurança foram enviadas à igreja Hamoud e perseguiam dois suspeitos, que, segundo relatos, saíram de um veículo antes de abrir fogo. Não houve reivindicação imediata de autoria do ataque, e as autoridades jordanianas não disseram quem foi responsável.

Um tiroteio deixou uma pessoa morta e quatro feridas nesta sexta-feira em Trappes e na vizinha La Verrière, a oeste de Paris, segundo a TRT World. A Promotoria Nacional Antiterrorista da França informou que investiga o caso como “homicídio em conexão com empreendimento terrorista”, conforme o mesmo veículo. O indivíduo foi preso e colocado sob custódia policial, e todas as forças de segurança foram mobilizadas, ainda segundo a TRT World. A BBC registrou ao menos um morto e quatro feridos no subúrbio parisiense.

Quatro militares salvadorenhos da Força de Repressão das Gangues (FRG), missão da ONU que atua no Haiti desde abril, estão desaparecidos desde a noite de domingo (18), depois que o veículo em que estavam foi emboscado no bairro de Santo, em Croix-des-Bouquets, na região metropolitana de Porto Príncipe. Depois de quatro dias de operação, os soldados ainda não foram localizados. A FRG informou que “vários integrantes da gangue foram mortos e outros foram feridos durante os enfrentamentos” e que quatro pessoas da força ficaram feridas. O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, disse na quarta-feira (21) que os quatro são técnicos de aviação e que a missão salvadorenha no Haiti tem “apenas pilotos e técnicos”, dedicados à evacuação médica.

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que só protestos sindicais autorizados poderão ocorrer em cidades francesas no sábado, depois que manifestações em todo o país ficaram violentas no fim de semana passado. A prefeitura do Rhône decidiu proibir por decreto qualquer manifestação na cidade de Lyon neste sábado, “diante dos eventos de 17 de outubro”. Pelo menos 2.500 pessoas foram presas na França desde o início da desordem, e Macron se reuniu nesta quinta-feira com os serviços de inteligência e ministros para preparar o próximo dia nacional de protestos, segundo a BBC.

O governo do Haiti disse que a libertação dos salvadorenhos sequestrados por gangues é “prioridade absoluta” e que todos os recursos necessários estão sendo mobilizados, em comunicado que chama os reféns de “soldados sequestrados”, segundo a AP News. O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, afirmou na quarta-feira ter lançado uma operação militar para resgatar os quatro técnicos de aviação salvadorenhos sequestrados no Haiti, segundo a mesma reportagem.

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou na quarta-feira uma operação militar para resgatar quatro técnicos de aviação salvadorenhos sequestrados por gangues no Haiti, segundo a Associated Press (AP). Quatro técnicos desapareceram após uma emboscada de gangues armadas nos arredores de Porto Príncipe, segundo autoridades de segurança. Segundo a AP, os quatro fugiram de um veículo em chamas na área de Santo, em Croix-des-Bouquets, e ficaram sem paradeiro; Bukele exigiu a devolução dos reféns vivos e ilesos e disse que a missão salvadorenha é só de pilotos e técnicos para evacuações médicas.

Novos toques de recolher foram impostos nos centros de Paris e Lyon na terça-feira após a primeira noite tranquila desde os piores distúrbios em anos, acrescentando proibições por tempo indeterminado à proibição de entrada e permanência já aplicada em Paris, segundo a NPR. A polícia de Paris disse que o toque em duas zonas – arredores da Praça da República e do centro comercial Les Halles – restaurou a paz pública e valerá pelo tempo necessário, e o primeiro-ministro Sébastien Lecornu disse que o emprego de forças para os protestos de sábado será maciço, com militares da operação Sentinelle na guarda de locais sensíveis.

A Itália aprovou nesta terça-feira o envio de 500 militares a Milão depois dos confrontos violentos nos protestos contra o preço dos combustíveis, que atingiram a produção de massas e as entregas de alimentos no sul do país, segundo a France 24. O governo também anunciou novas medidas de segurança para enfrentar protestos violentos como os que danificaram o distrito comercial central de Milão no fim de semana, quando manifestantes, muitos deles menores de idade, saquearam lojas e incendiaram imóveis, informou a Associated Press (AP). Um decreto do governo prevê o envio de 500 soldados adicionais a Milão até o fim do ano, obriga os pais a pagar por danos causados por menores e torna mais fácil processar menores acima de 14 anos.

A polícia de Paris proibiu a entrada e a permanência de pessoas nas áreas ao redor da Place de la République e no bairro de Les Halles, da noite de segunda-feira até as 6h de terça, segundo a agência dpa. O primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, disse que um dos objetivos do toque de recolher é proteger pessoas e também bens, em especial lojas.

O governo francês vai reforçar a polícia com tropas e montar uma grande operação de segurança para os protestos previstos para sábado, anunciou o governo nesta terça-feira, segundo o South China Morning Post (SCMP). O primeiro-ministro Sébastien Lecornu afirmou que “o dispositivo do próximo sábado será massivo” e que a prioridade imediata é restaurar a ordem depois dos saques e tumultos que atingiram Paris, Marselha, Lyon e outras cidades em 17 de outubro. Ele disse ainda que novos toques de recolher serão impostos onde for necessário, segundo a NHK World.

O enviado do Irã disse que o Iraque concordou em expulsar o grupo adversário anti-Irã, noticiou o Mehr News. Teerã e Bagdá concordaram quanto à expulsão de “separatistas terroristas anti-Irã”, segundo a agência oficial iraniana IRNA. O Irã afirma que o Iraque concordou em expulsar grupos de oposição curdos iranianos da região do Curdistão, segundo o The National.

A França teve uma noite calma após os primeiros toques de recolher e vai impor novos toques onde for preciso nesta terça-feira, segundo a Agence France-Presse (AFP), em texto republicado pela Rádio França Internacional (RFI) – o premiê Sébastien Lecornu disse que as medidas do dia anterior ajudaram a manter a noite calma e a polícia confirmou que a noite passou sem incidentes graves em todo o país, segundo a mesma agência.

A deputada independente australiana Helen Haines, de 65 anos, passou por cirurgia na madrugada, perdeu uma perna e segue em estado crítico em um hospital de Melbourne, segundo veículos de imprensa australianos. Testemunhas disseram que o homem acusado do ataque fez uma conversão em U antes de atingi-la duas vezes com o carro perto do seu escritório eleitoral. A Polícia Federal Australiana (AFP) afirmou que o ataque direcionado aparentava ser um “incidente isolado” e que não havia outras ameaças conhecidas ligadas ao caso.

A polícia italiana deteve 271 jovens em Milão no domingo, durante distúrbios, após um segundo dia de protestos contra serviços públicos ruins e o aumento do custo de vida, segundo as autoridades, em informação do Jerusalem Post. Dos levados a delegacias, 32 foram presos, entre eles 23 menores e 13 estrangeiros, informou a polícia nesta segunda-feira.

Um adolescente de 16 anos abriu fogo na quinta-feira na escola Silver Rail, em Bend, no Oregon, matando três crianças e uma professora antes de ser morto a tiros por um transeunte armado, segundo o The Guardian. O atirador, morador de Bend, forçou a entrada por volta da 1h da tarde atirando nas portas trancadas. As autoridades disseram que as crianças mortas tinham cinco, oito e 11 anos e que uma criança de sete anos e uma professora de 54 anos foram hospitalizadas em estado crítico. A polícia identificou o atirador como Griffin J. John II, ex-aluno da escola e estudante com necessidades especiais, informou a British Broadcasting Corporation (BBC).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (15), em entrevista à TV Globo, que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) aterrorizam comunidades brasileiras, mas rejeitou o enquadramento das facções como organizações terroristas nos termos defendidos pelo governo dos Estados Unidos (EUA), segundo o Brasil 247. Lula disse ter entregue ao presidente dos EUA, Donald Trump, proposta escrita de cooperação contra o crime organizado e o narcotráfico com base na experiência da Polícia Federal.

A Defesa Civil da Arábia Saudita emitiu nesta quinta-feira, nas redes sociais, um alerta antecipado de “perigo potencial” na província de Jazan e informou logo depois que a ameaça havia passado, pedindo à população que evitasse aglomerações e filmagens por segurança, segundo o Middle East Eye.

A Somália incluiu 10 indivíduos na lista nacional de sanções financeiras por suposto financiamento e apoio ao Al-Shabaab, por decisão do comitê nacional contra lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo na terça-feira, segundo a Shabelle Media Network, em texto republicado pelo AllAfrica. Entidades financeiras e pessoas no país ficam proibidas de transacionar com os listados e devem congelar ativos e reportar operações ao Centro de Relatórios Financeiros, disse o comitê.

O chefe do serviço de inteligência interno britânico MI5, Ken McCallum, disse que a Rússia segue como o “agressor número um” e que as missões operacionais de combate ao terrorismo e às ameaças estatais estão em escala praticamente igual, segundo a BBC News. Ele afirmou que o MI5 fez mais de 50 prisões no último ano por atividades ligadas ao Irã. McCallum disse ainda que o Irã tenta atingir instalações militares no Reino Unido e que o complô suspeito contra uma base aérea operada pelos Estados Unidos (EUA), em setembro, “não é único”, segundo a ABC News, em texto distribuído pela Associated Press (AP).

Autoridades paquistanesas decretaram no domingo estado de emergência na província de Khyber Pakhtunkhwa, sob dois artigos constitucionais de segurança, suspendendo na prática o governo provincial do Paquistão Tehreek-e-Insaf (PTI), medida que o gabinete do premiê justificou pelo “afastamento deliberado do governo provincial do combate ao terrorismo”, segundo a Al Jazeera. As medidas foram aprovadas sob os artigos 232 e 234 da Constituição, com conselho tecnocrático de 11 membros e Fakhr Alam nomeado secretário-chefe da província, segundo o Dawn.

A Arábia Saudita parou de emitir alertas públicos de ataques militares iminentes dias antes dos ataques mortais ao aeroporto de Riad, que mataram ao menos 18 pessoas e feriram mais de 300, segundo a Reuters. O último alerta antes dos ataques saiu em 29 de setembro, para a província de Najran, segundo a agência, que diz que autoridades de um governo ocidental aliado perguntaram às autoridades sauditas por que os alertas haviam parado.

O Cockroach Janta Party (CJP) afirmou, em comunicado, que seu fundador, Abhijeet Dipke, e outros dois líderes foram detidos antes de desembarcar de um voo na capital indiana, segundo a Agence France-Presse (AFP). O jornal The Hindu relatou mais de 5 mil manifestantes detidos, número que não foi possível verificar de imediato, segundo a AFP. Antes do protesto, as autoridades fecharam dezenas de estações de metrô, cancelaram mais de 200 trens e suspenderam temporariamente a internet móvel na área do protesto, segundo a AFP.

A polícia britânica prendeu um cidadão britânico de 22 anos em Westminster nesta terça-feira, o sétimo suspeito ligado ao incidente de Fairford, segundo a TASS. A polícia antiterrorismo diz que o detido está conectado a uma atividade ocorrida perto da RAF Fairford, segundo a Al Jazeera. Os seis presos anteriores por suspeita de terrorismo no mesmo caso foram todos liberados sob fiança. Na segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que seu governo retirou os bombardeiros B-1 da base por causa do que descreveu como “algumas ameaças”, segundo a Al Jazeera.

O embaixador dos Estados Unidos no México, Ronald Johnson, disse que guardas costeiros americanos foram alvejados em uma área de fronteira. A presidente Claudia Sheinbaum disse que o México pediu todas as evidências aos Estados Unidos porque não tem nenhuma. Cerca de 500 militares dos EUA, com helicópteros, drones e equipamento antidrones, foram enviados à fronteira desde o suposto tiroteio. O Washington Post informou que os dois países mobilizaram centenas de tropas para uma área de fronteira onde autoridades americanas disseram que membros da Guarda Costeira foram alvejados.

Dois policiais foram mortos em um ataque a uma patrulha em Bampur, na província de Sistão-Baluchestão, e outro ficou ferido, segundo a Mehr News em inglês. As vítimas foram identificadas como Amir-Hossein Ghasemi e Nezam Dastgoshadeh, segundo a Mehr News em inglês.

O ministro da Educação da França, Edouard Geffray, disse que as condições de segurança não estão cumpridas em entre cerca de 400 e 500 escolas, que ficarão total ou parcialmente fechadas na segunda-feira, enquanto os organizadores convocaram novos protestos em larga escala para terça-feira, por falta de “medidas concretas” do governo. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirma que 1.747 pessoas foram presas na sexta-feira e 24 escolas foram queimadas ou depredadas desde o início dos protestos.

O Comando Sul dos Estados Unidos matou quatro pessoas em um ataque a uma embarcação suspeita de narcotráfico no Caribe, no domingo, segundo o Times of India. O comando disse que uma inteligência confirmada revelou o envolvimento ativo da embarcação com o narcotráfico e chamou os mortos de narcoterroristas. Segundo a imprensa norte-americana citada pela TASS, mais de 230 pessoas foram mortas em ataques dos Estados Unidos a barcos supostamente usados por traficantes desde o início desses ataques no outono passado.

O copiloto do voo da flydubai disse em interrogatório que planejava levar a aeronave sequestrada a Tel Aviv e lançá-la contra o terminal do aeroporto Ben Gurion, segundo fontes não identificadas citadas pelo canal israelense Channel 12 e reproduzidas pela TASS. O plano só teria sido frustrado porque o comandante, mesmo ferido, conseguiu abrir a porta da cabine, ainda segundo a TASS. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pediu uma revisão completa de “todos os aspectos” da segurança de voos civis estrangeiros para Israel após o ataque, de acordo com o The Washington Post.

O copiloto da flydubai teria tentado desligar os dois motores do Boeing 737 depois que falhou o plano de jogar a aeronave contra um prédio em Tel Aviv, segundo o Corriere della Sera, em texto republicado pelo Hindustan Times. Netanyahu mandou o chefe do Conselho de Segurança Nacional, Shmuel Ben Ezra, nomear um examinador para revisar todos os aspectos de segurança da aviação civil estrangeira para Israel. Investigadores ainda trabalhavam para determinar o motivo, mas uma autoridade israelense disse que as informações da apuração indicavam que o suspeito agiu sozinho.

Aulas serão total ou parcialmente suspensas em 400 a 500 escolas na França na segunda-feira porque as condições de segurança “não foram cumpridas”, afirmou o ministro da Educação, Édouard Geffray, no domingo, segundo o The Guardian. O ministro disse que 24 escolas foram incendiadas ou saqueadas e que 78 funcionários da educação ficaram feridos desde o início dos protestos estudantis, na semana passada.

O copiloto do voo FZ1073 foi identificado como Hamam al-Hammami, omanita que já havia sido barrado de voar em Omã por supostas visões extremistas e transferido para uma função administrativa na Oman Air antes de ser contratado pela flydubai, segundo a Al Jazeera citando a Associated Press. Israel recebeu antecipadamente as listas de tripulantes e passageiros do voo, e as checagens caberiam ao Departamento de Segurança do Ministério dos Transportes e ao Mossad, segundo a Al Jazeera citando o Haaretz. O Irã negou qualquer ligação com o incidente e afirmou que as acusações se baseiam em evidências fabricadas, segundo o Hindustan Times.

O copiloto do voo da Flydubai de Dubai a Tel Aviv atacou o piloto com um machado de emergência da cabine e tentou assumir o controle da aeronave, segundo o procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos. O avião, com mais de 170 pessoas a bordo, caiu 17 mil pés (5.200 metros) duas horas e meia depois de iniciada a viagem. O procurador-geral afirmou que o copiloto “tentou realizar um ataque terrorista”.

Cerca de 400 escolas da França seguiam fechadas nesta sexta-feira (2 de outubro) em meio aos protestos estudantis, e o balanço inclui cerca de 100 escolas gravemente danificadas e 40 diretores feridos, segundo o The Guardian. Quase 3.000 estudantes do ensino médio, de 15 a 18 anos, foram detidos desde o início dos protestos, segundo o Ministério do Interior.

Um homem de 25 anos com dupla nacionalidade britânica e iraniana foi preso em Westminster por suspeita de preparação de atos terroristas ligada ao incidente na base RAF Fairford, disse a polícia antiterror, segundo a BBC. Cinco homens na faixa dos 20 anos presos perto da base no domingo seguem em liberdade sob fiança, ainda segundo a BBC. A base RAF Fairford abriga pessoal da Força Aérea dos Estados Unidos (EUA), segundo o The Jerusalem Post.

O Ministério do Interior da França registrou 1.949 prisões na quinta-feira (1º de outubro de 2026) nos protestos estudantis, com incêndios e bloqueios que se espalham pelo país, segundo o ministério, citado pelo The Hindu. Ao todo, 305 agentes ficaram feridos nos confrontos, segundo a mesma apuração.

O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, convocou nesta quinta-feira uma reunião de crise e mandou os ministros cancelarem viagens para lidar com os protestos estudantis, segundo o The Guardian. A polícia contabilizava cerca de 900 manifestações, bloqueios e incidentes relacionados fora dos liceus pelo país, com mais de 160 escolas fechadas. Desde o início dos protestos, centenas de estudantes de liceu, de 15 a 18 anos, foram detidos, incluindo 625 só na quarta-feira, segundo o Ministério do Interior, e mais de 80 policiais e bombeiros e 120 alunos e professores ficaram feridos.

Marco Rubio disse que o incidente na base aérea britânica de RAF Fairford “claramente envolveu” um ator estrangeiro, segundo o The New York Times. A polícia contraterrorista britânica informou na terça-feira que não encontrou explosivos nas três vans usadas pelos cinco homens presos sob suspeita de planejar um ato terrorista perto de uma base usada por bombardeiros estadunidenses para atacar o Irã. Os homens foram detidos na madrugada do domingo, depois que três vans foram vistas perto de RAF Fairford, uma base de propriedade britânica, segundo a Associated Press.

A polícia britânica informou que os cinco detidos perto da base aérea de Fairford são cidadãos britânicos, de Londres, e todos foram liberados sob fiança sem acusação imediata, segundo o The Guardian. Para o jornal, a ausência de acusação imediata sugere que eles não são considerados uma ameaça grave e violenta. O Irã afirmou que bases usadas pelos Estados Unidos (EUA) para atacá-lo, incluindo Fairford, seriam alvos legítimos. Segundo o The Guardian, segue em aberto a questão de saber se o Irã teve participação no suposto plano.

85 famílias de Whelford, a cerca de 1,6 km da base aérea de Fairford, da Royal Air Force (RAF), foram retiradas de casa na madrugada de domingo após alerta sobre veículos suspeitos, segundo a AFP. A polícia prendeu cinco homens sob suspeita de preparar ato terrorista perto da base, sem confirmar a natureza ou a origem da ameaça, segundo a AFP. Em março, o Reino Unido autorizou os Estados Unidos a usar Fairford para operações defensivas específicas contra o Irã e, desde então, bombardeiros norte-americanos usam a pista, segundo a AFP.

A Polícia Metropolitana de Londres confirmou que lidera a investigação de um incidente ocorrido de madrugada perto da base RAF Fairford, em Gloucestershire, com cinco homens presos por suspeita de preparar ato terrorista, segundo o Le Monde. Os cinco foram presos inicialmente por suspeita de delitos previstos na Lei de Explosivos perto de uma base aérea no sudoeste da Inglaterra usada pela Força Aérea dos Estados Unidos. RAF Fairford também está sendo usada pelos Estados Unidos para ataques contra instalações de mísseis iranianos que miram navios no Estreito de Ormuz, segundo a France 24.

Homens armados invadiram uma casa no município de KwaMakhutha, a cerca de 30 quilômetros ao sul de Durban, na noite desta terça-feira, 22 de setembro de 2026, e mataram pelo menos 11 pessoas que participavam de uma festa, entre elas uma mulher que estaria grávida; outras três ficaram feridas, segundo a polícia sul-africana citada pelo The Hindu e pelo Al Jazeera. O primeiro-ministro da província de KwaZulu-Natal, Thamsanqa Ntuli, disse que os atiradores entraram pouco antes das 23h (UTC-3) e que o motivo não é conhecido; a emissora local eNCA relatou que as vítimas foram forçadas a entrar em um único cômodo antes dos disparos. A polícia informou que parte dos mortos já constava do radar da inteligência criminal por suspeita de atividades ilegais e que uma desavença entre grupos rivais não pode ser descartada. A África do Sul tem uma das maiores taxas de homicídio do mundo, com média de cerca de 60 assassinatos por dia em uma população de aproximadamente 62 milhões de habitantes, segundo o Al Jazeera.

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