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Tema: Segurança aérea

Fluxo

Promotores franceses abriram investigação sobre ameaças de bomba falsas contra dezenas de voos comerciais na Europa na última semana, incluindo a hipótese de envolvimento de potências estrangeiras. Segundo o gabinete do procurador de Paris, a investigação busca “os autores dos e-mails que disseminaram esta informação falsa” e “determinar eventuais vínculos que eles possam ter com potências estrangeiras”. Parte das mensagens chegou assinada por “combatentes do Male State”, nome que coincide com o de um grupo misógino radical na Rússia; a AFP não confirmou vínculo entre o grupo e as mensagens. Nenhum explosivo foi encontrado nos incidentes até agora, e os responsáveis não foram identificados. Na sexta-feira, voos de e para Lisboa, Roma, Praga e Sofia foram alvo das ameaças, e três aviões foram escoltados por caças húngaros, segundo as autoridades. Não há vínculo estabelecido entre as ameaças contra as companhias aéreas e as enviadas a veículos de imprensa, mas o governo irlandês afirmou que estas são “provavelmente” parte de uma campanha coordenada de perturbação.

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse neste sábado que seus dados pessoais estão sendo disseminados na dark web, expondo ele e a família a “novas ameaças e intimidação”, e que os criminosos estão dispostos a pagar por outros detalhes sobre ele e seus familiares. Ameaças de bomba falsas atingiram voos na Europa em número incomum para um período tão curto, na esteira de outras perturbações no continente, e nenhum artefato suspeito foi encontrado, sem feridos. As autoridades ainda não atribuíram as ameaças a nenhum grupo ou Estado, em meio a alertas de que a Rússia pode estar ampliando suas chamadas ameaças híbridas na Europa; especialistas em segurança devem se reunir em Bruxelas na próxima semana para discutir medidas contra os trotes.

Emissoras de TV da Europa receberam ameaças de bomba na sexta-feira, 6 de novembro de 2026, com evacuações e programação suspensa; a irlandesa RTÉ e a búlgara Nova TV receberam e-mails de um suposto “Mikhail Andropov” com o título “Mensagem ao Ocidente”, que apresentava as ameaças como prelúdio de novas interrupções no continente. Caças escoltaram aviões de Bruxelas para Sófia e de Praga para Bucareste e para Chipre através do espaço aéreo húngaro, segundo o ministro da Defesa da Hungria, Romulusz Ruszin-Szendi, que também disse que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) ordenou uma patrulha aérea perto da fronteira húngaro-romena, o primeiro relato de envolvimento da aliança. No dia anterior, quinta-feira, 5, mais de duas dúzias de voos foram afetados por ameaças falsas na Europa, e a polícia tcheca registrou ameaças a nove voos com partida ou chegada a Praga, sem cancelamentos.

O governo da Irlanda considera “provável” que os episódios façam parte de uma campanha coordenada destinada a provocar perturbações. Nesta sexta-feira, mais de 20 voos foram afetados, entre eles 11 com origem ou destino em Praga, quatro com destino a Madri e quatro aviões em voo sobre a França; nenhum explosivo foi encontrado. O chefe da polícia de Londres, Mark Rowley, comparou o cenário às falsas ameaças registradas no período de atuação do Exército Republicano Irlandês (IRA) e pediu cautela contra reações exageradas.

O Eurocontrol registrou ameaças de bomba contra 14 voos na quinta-feira, 0,05% dos cerca de 26.300 voos da rede europeia naquele dia, e sete na terça-feira. O comissário europeu de Transportes, Apostolos Tzitzikostas, informou 11 novas ameaças na sexta-feira. Nove voos foram ameaçados no aeroporto Václav Havel, em Praga, incluindo chegadas da Dinamarca, da Espanha e do Reino Unido e partidas para a Holanda, o Chipre, a Romênia, a Itália e o Reino Unido. Redações na Irlanda e na Bulgária receberam ameaças por e-mail na sexta-feira de um suposto “Mikhail Andropov”, que se apresentou como autor da onda de ameaças. Parte das mensagens chegou assinada por “fighters of the Male State”, nome de um movimento de extrema direita na Rússia, sem vínculo confirmado. Nenhum explosivo foi encontrado em qualquer dos incidentes.

Três prédios de mídia em Dublin foram evacuados nesta sexta-feira após alertas de bomba: os da RTÉ no campus de Montrose, o escritório do Irish Independent e a Marconi House, onde funcionam a Newstalk e a Today FM. Em toda a Europa, ao menos 18 voos receberam alertas de bomba na sexta, depois de ao menos 22 na quinta, em meio a preocupações de que as ameaças façam parte de uma campanha coordenada para perturbar o tráfego aéreo. O governo irlandês disse que ainda não se sabe se a autoria é individual ou coordenada, mas que “parece provável que se trate de uma campanha coordenada de perturbação”. Os episódios ocorrem antes da cúpula da Comunidade Política Europeia em Dublin, na próxima semana, que deve trazer 55 chefes de Estado à Irlanda. O primeiro-ministro Micheál Martin disse que as autoridades vão identificar os autores e responsabilizá-los.

Ameaças de bomba atingiram redações europeias nesta sexta-feira. Entre as que receberam o aviso está a Sky, emissora britânica, que disse ter feito avaliação de segurança e comunicado o caso às autoridades. A búlgara Nova TV e a RTE, emissora pública irlandesa, receberam por e-mail mensagens assinadas por um suposto “Mikhail Andropov”, com o título “Message to the West”, que apresentavam as ameaças como prelúdio de novas interrupções pela Europa. A RTE retirou sua equipe do prédio em Dublin por breve período na manhã de sexta-feira; o aviso dizia que uma bomba explodiria em 45 minutos. O governo irlandês afirmou que ameaças falsas também chegaram à Virgin Media, à rádio Newstalk e ao jornal Irish Independent, e avaliou que “parece provável que se trate de uma campanha coordenada de perturbação”. Caças escoltaram aviões que iam de Bruxelas a Sófia e de Praga a Bucareste e ao Chipre pelo espaço aéreo húngaro, segundo o ministro da Defesa da Hungria, Romulusz Ruszin-Szendi, que também disse que a Otan ordenou uma patrulha aérea perto da fronteira húngaro-romena.

O grupo Lufthansa decidiu que suas tripulações não poderão pernoitar em Israel entre voos de e para o aeroporto Ben-Gurion até 30 de novembro, citando a ameaça de uma guerra com o Irã. Os voos do início da manhã de Frankfurt, Munique e Zurique, operados pela Lufthansa e pela SWISS, passarão a incluir escala de uma hora para troca de tripulação em Atenas ou Larnaca, para evitar o pernoite em Tel Aviv. O grupo, que reúne Lufthansa, SWISS, Austrian Airlines, Brussels Airlines e ITA Airways, informou que as novas regras exigem mudanças de escala e podem gerar cancelamentos. A emissora pública israelense Kan informou que, por causa das novas regras da empresa, alguns voos farão escala técnica em Larnaca ou Atenas.

O governo da Irlanda afirmou que as ameaças falsas de bomba enviadas a veículos de imprensa irlandeses eram provavelmente parte de uma campanha coordenada de perturbação. A RTÉ, a Virgin Media, a rádio Newstalk e o Irish Independent receberam ameaças que se revelaram falsas, e a polícia foi enviada às sedes. O governo disse que ainda não se sabe quem é responsável pelas ameaças, se indivíduos ou um esforço centralizado, e que a polícia atua com autoridades militares, cibernéticas, aeronáuticas e europeias. O Eurocontrol registrou ameaças contra 14 voos na quinta-feira, 0,05% dos quase 26,3 mil voos da rede europeia naquele dia, e sete na terça-feira. Na Hungria, o ministro da Defesa, Romulusz Ruszin-Szendi, disse que caças escoltaram três aviões de passageiros em uma hora. O gabinete do primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, informou quatro novas ameaças contra aeronaves em território francês, com pousos em Orly. Nenhum item suspeito foi encontrado e ninguém ficou ferido.

Uma nova onda de ameaças de bomba afetou ao menos 18 voos de ou para Bulgária, Chéquia, França, Itália, Hungria, Chipre, Romênia, Reino Unido e Portugal nesta sexta-feira, e a Hungria enviou caças três vezes para escoltar voos civis em seu espaço aéreo, segundo o ministro da Defesa, Romulusz Ruszin-Szendi. Uma série separada de ameaças contra organizações de mídia na Irlanda interrompeu transmissões e provocou evacuação de equipes e buscas policiais em redações. O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, disse que a onda de alertas mostra “como pode ser relativamente simples causar desordem e minar o funcionamento normal da sociedade”.

O grupo extremista russo “Male State”, apontado nas ameaças de bomba falsas a aeroportos italianos desta semana, negou qualquer ligação com os alertas que causaram transtornos de voos na Europa, enquanto novos casos atingiram um voo da Ryanair de Roma para Lisboa e um da Wizz Air de Praga para Roma, desviado para Veneza. Ameaças também foram enviadas a organizações de imprensa irlandesas, provocando evacuações, e o governo da Irlanda falou em “campanha coordenada de perturbação”. O ministro da Defesa da Itália, Guido Crosetto, alertou para uma “estratégia para aumentar o caos”. O primeiro e-mail foi enviado na quinta-feira às 07h21, com o assunto “warning of a threat”, e foi endereçado a setores da empresa que administra os aeroportos de Roma, a Aeroporti di Roma (ADR), e a contas do aeroporto de Fiumicino. O grupo foi banido na Rússia em 2021 e seu fundador, Vladislav Pozdnyakov, é tido como residente no exterior.

Um voo da Aer Lingus de Dublin para Roma com mais de 150 passageiros foi desviado para a base aérea militar de Évreux-Fauville, na França, após alerta de bomba transmitido pelo controle de tráfego aéreo, e pousou pouco depois das 10h escoltado por caças, por ordem do governo francês. A polícia do Aeroporto de Incheon reforçou a segurança diante da série de ameaças contra mais de uma dúzia de voos na Europa. Nenhum material perigoso ou suspeito foi encontrado e ainda não se sabe se as ameaças estão ligadas nem quem está por trás delas.

Cerca de 20 voos comerciais na Europa receberam ameaças falsas de bomba pelo terceiro dia seguido nesta quinta-feira, com caças italianos, franceses e búlgaros acionados, três aeronaves desviadas, ao menos cinco sob escolta militar e todas pousando sem explosivos – e-mails aos aeroportos de Roma e Sófia assinados pelos guerreiros do Estado Masculino, e caças franceses levando um voo da Aer Lingus de Dublin para Roma a pousar na base militar de Evreux, segundo o Hindustan Times.

Cerca de 20 voos foram alvo de alertas falsos de bomba nesta quinta-feira, terceiro dia seguido de ameaças na Europa, com um voo da Aer Lingus de Dublin para Roma desviado para a base aérea de Evreux. Três voos foram desviados e todas as aeronaves pousaram em segurança, sem explosivos encontrados, com caças da Itália, da França e da Bulgária acionados. Mensagens enviadas aos operadores dos aeroportos de Roma e Sófia diziam vir dos “fighters of the Male State”, vínculo que a AFP não conseguiu confirmar, e o comissário europeu de Transportes, Apostolos Tzitzikostas, afirmou que é cedo para dizer se os incidentes estão ligados.

Um voo da Finnair de Helsinque para Roma foi escoltado por caças da Força Aérea italiana até o aeroporto de Fiumicino, que suspendeu as operações por cerca de 30 minutos, segundo a agência ANSA. As ameaças de bomba de quinta-feira atingiram aeronaves da Ryanair, Wizz Air, LOT Polish Airlines, Finnair, Jettime e Aer Lingus, entre outras, com pousos de emergência, desvios e escoltas militares. Mais de uma dúzia de voos procedentes de Copenhague, Dublin, Helsinque, Madri, Milão e Varsóvia fizeram pousos de emergência, e nenhum material perigoso foi encontrado até agora. Nenhum país atribuiu a autoria das ameaças; autoridades europeias culpam Rússia e Irã pelo que descrevem como “ataques híbridos”, e Moscou e Teerã negam qualquer campanha do tipo.

Diversos voos comerciais fizeram pousos não programados ou sob alerta máximo na Áustria, França, Itália, Bélgica, Chéquia e Bulgária nesta quinta-feira, segundo autoridades desses países. Um voo da Finnair de Helsinque a Roma pousou com escolta militar, um avião da Jettime chegou a Viena e um voo da Wizz Air de Milão a Varsóvia fez pouso não programado em Viena. A Bulgária registrou três pousos de emergência, e três voos da Ryanair para Sófia, vindos de Copenhague, Madri e Londres Stansted, pousaram sob alerta máximo. A polícia tcheca afirmou avaliar as ameaças como de baixa relevância, mas ativou todas as medidas de segurança necessárias. As ameaças da terça-feira eram trotes, e até a publicação não havia sinal de material perigoso nos alertas de quinta-feira.

O porta-voz militar houthi, Yahya Saree, afirmou que as forças do grupo lançaram um míssil balístico contra o aeroporto internacional Rei Khalid, em Riad, e que o alvo foi atingido, em comunicado levado ao ar pela agência SABA, controlada pelos houthis. Saree pediu que companhias aéreas internacionais, funcionários e passageiros evitem o espaço aéreo saudita. As autoridades sauditas não confirmaram o ataque nem danos. Na madrugada de quarta-feira, a Defesa Civil saudita emitiu alerta de “risco potencial” na região de Riad e depois o declarou encerrado, e a embaixada da Índia anunciou a morte de um cidadão indiano ferido no ataque de 10 de outubro ao aeroporto.

Ao menos sete voos de passageiros e um navio de cruzeiro com destino a Israel foram alvo de ameaças de bomba na terça-feira, segundo autoridades. Todos os aviões pousaram em segurança e as buscas não encontraram explosivos. As companhias atingidas foram Ryanair, Wizz Air, Scandinavian Airlines e a polonesa LOT, com quatro voos da Ryanair entre os alvos. Dois caças Eurofighter italianos escoltaram um voo da Ryanair de Dublin até o aeroporto de Fiumicino, em Roma. A polícia de Londres disse ter sido informada de ameaças contra quatro aeronaves que partiriam ou chegariam a Heathrow e de mais um alerta em Manchester. A Comissão Europeia disse acompanhar os alertas e que é cedo para estabelecer vínculos entre os incidentes.

Ao menos sete voos e um navio de cruzeiro na Europa receberam ameaças de bomba nesta terça-feira, com transtornos em aeroportos e nenhum artefato encontrado. Dois voos para Varsóvia, dois para Sófia, dois para Roma e um para o aeroporto de Múrcia, na Espanha, foram alvo das ameaças, e um aeroporto em Varsóvia foi fechado por pouco tempo; a Força Aérea italiana acompanhou um dos voos a Roma. O governo britânico descreveu os incidentes como “ameaças de trote maliciosas”, e autoridades de vários países vão cooperar para avaliar se houve ação coordenada para perturbar o espaço aéreo. O navio de cruzeiro de bandeira panamenha Crown Iris, que se preparava para partir do porto grego de Siros rumo a Haifa, foi revistado por equipe antibombas e tinha 940 passageiros e 597 tripulantes a bordo. Segundo a imprensa grega, o capitão recebeu o alerta diretamente por rádio, afirmando que um artefato explosivo estava colocado no casco do navio abaixo da linha d’água; a primeira busca não achou objetos suspeitos, e uma segunda inspeção, mais minuciosa, da unidade de missões submarinas da Guarda Costeira era esperada.

Quatro aviões pousaram em segurança depois de ameaças de bomba em diferentes rotas europeias nesta terça-feira, entre eles dois voos com destino a Varsóvia e um da Scandinavian Airlines que partiu de Copenhague. Oficiais poloneses disseram ter recebido ameaças envolvendo dois voos com destino a Varsóvia, mas os aviões pousaram em segurança e nenhum explosivo foi encontrado. Um avião da Ryanair vindo de Manchester fez pouso de emergência em Murcia, no sul da Espanha, e nenhum explosivo foi encontrado; um quarto voo, procedente de Israel, foi forçado a pousar em Sófia, na Bulgária. O voo da Scandinavian Airlines pousou no aeroporto Chopin, em Varsóvia, onde passou por inspeção de segurança que não encontrou artefatos explosivos, e o aeroporto fechou uma pista de pouso, mas seguiu operando. O Times of Israel tratou as ocorrências como ameaças falsas que forçaram o fechamento temporário de um aeroporto.

O aeroporto de Varsóvia-Modlin retomou as operações nesta terça-feira depois que um Boeing 737 Max procedente de Londres pousou às 10h01 e os passageiros desembarcaram, e duas aeronaves que chegaram de Londres e Copenhague eram inspecionadas por ameaças de bomba separadas. Um segundo voo, da SAS, vindo de Copenhague e também com destino ao aeroporto Chopin, recebeu uma ameaça e pousou conforme previsto. As ameaças ocorrem um dia depois de um voo da Wizz Air de Londres-Luton fazer pouso de emergência em Budapeste, escoltado por um caça húngaro.

Israel passou a exigir que companhias aéreas enviem dados da tripulação 48 horas antes da partida, entre outras medidas para reforçar a segurança. Segundo o Times of India, as exigências valem para voos de entrada e de saída do país, de empresas israelenses e estrangeiras, e foram determinadas por Benjamin Netanyahu após uma revisão de segurança. A mudança segue a tentativa de sequestro de um voo da Flydubai que levava passageiros israelenses de Dubai a Tel Aviv, quando o copiloto omanita Hamam al-Hammami supostamente atacou o comandante indiano Smit Machchhar e tentou assumir o controle da aeronave.

O Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, reabriu parcialmente no domingo depois de duas semanas fechado, enquanto os houthis e a coalizão liderada pela Arábia Saudita seguiam trocando ataques, segundo a agência Xinhua. Os houthis disseram ter lançado dezenas de mísseis balísticos em três ataques contra o reino, o primeiro deles contra o aeroporto King Khalid.

Um cidadão saudita e um residente indiano estão entre os dois mortos no ataque ao Aeroporto Internacional Rei Fahd, em Dammam, na noite de quarta-feira, segundo a Autoridade Geral de Aviação Civil da Arábia Saudita (GACA). Oito pessoas ficaram feridas: sauditas, indianos, iemenitas, bengaleses e nepaleses. A Embaixada da Índia informou que um indiano está entre os mortos e dois indianos ficaram feridos, e o Ministério das Relações Exteriores da Índia classificou os ataques como “completamente inaceitáveis”.

O balanço do ataque ao Aeroporto Internacional Rei Fahd, em Dammam, subiu para dois mortos, um cidadão saudita e um residente indiano, informou a Autoridade Geral de Aviação Civil da Arábia Saudita (GACA). Oito pessoas ficaram feridas, número que não mudou em relação ao primeiro balanço, divulgado em 21 de outubro. A GACA afirmou que as operações do aeroporto foram retomadas e o tráfego aéreo voltou ao normal. O governo saudita ainda não confirmou quem executou o ataque, segundo o AeroTime.

Uma pessoa morreu e oito ficaram feridas no ataque ao Aeroporto Internacional Rei Fahd, em Dammam, na Arábia Saudita, segundo a autoridade de aviação civil saudita. A autoridade confirmou o balanço na noite de quarta-feira, segundo o Jerusalem Post. A Autoridade Geral de Aviação Civil (GACA) informou que os feridos foram levados imediatamente ao hospital, com quadros de leves a graves, segundo a TRT World. O porta-voz da coalizão liderada pela Arábia Saudita no Iêmen, Turki Al-Maliki, disse que as defesas aéreas interceptaram e destruíram quatro drones na Província Oriental do país, em publicação no X, segundo o Middle East Eye.

Três ataques atingiram na quarta-feira a pista e as instalações da administração elétrica do aeroporto internacional de Al-Rayyan, em Mukalla, na província de Hadramaut, no leste do Iêmen, sem feridos relatados, segundo a TV estatal Hadramaut, citada pela TRT World. A emissora exibiu imagens que disse mostrarem o ataque, sem detalhar as armas usadas, e a milícia houthi não havia reivindicado o episódio até a publicação, ainda segundo a TRT World. Separadamente, a agência estatal Saba noticiou que a milícia houthi atingiu o aeroporto internacional de Áden com um míssil balístico, sem dar mais detalhes.

O aeroporto internacional de Rzeszów, na Polônia, perto da fronteira com a Ucrânia, foi fechado para pousos e decolagens a pedido dos militares, segundo uma fonte do serviço de controle de tráfego aéreo da Região de Informação de Voo de Varsóvia ouvida pela TASS. A fonte disse que o fechamento se deve a “operações de aviação militar não programadas” voltadas a garantir a segurança do país, e não deu mais detalhes.

Os Estados Unidos (EUA) emitiram alertas de segurança datados de 18 de outubro cobrindo 12 locais do Oriente Médio, entre eles Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Kuwait, Jordânia, Bahrein, Omã, Irã, Catar, Iraque, Líbano, Iêmen e Israel/Jerusalém, pedindo aos estadunidenses na região que redobrem a vigilância, acompanhem as operações das companhias aéreas e se preparem para cancelamentos de voos, fechamentos de espaço aéreo e mudanças súbitas de planos de viagem. Os avisos citam o risco de as hostilidades se ampliarem para além de sua área imediata e alertam que o Irã e grupos que lhe dão apoio podem atacar interesses estadunidenses no exterior. A embaixada dos EUA nos Emirados Árabes Unidos pediu aos cidadãos no Oriente Médio que exerçam vigilância redobrada diante da escalada na região, segundo o Middle East Eye. Os alertas, por si, não confirmam que aeroportos tenham fechado nem que voos tenham sido cancelados.

Uma ameaça de bomba contra um voo da Austrian Airlines de Tel Aviv a Viena obrigou a aeronave a ser desviada para a Bulgária no domingo, segundo as autoridades búlgaras e a companhia aérea. A companhia disse à AFP que 51 passageiros e seis tripulantes estavam a bordo e que uma busca de segurança no Airbus A320 foi iniciada depois que o avião pousou em segurança em Sófia, cerca de meia hora após a ameaça.

Caças F-16 romenos abateram dois drones sobre o mar Negro cerca de 20 km a sudeste da cidade de Sulina, minutos depois de eles terem entrado ilegalmente no país, segundo o Le Monde. O Ministério da Defesa romeno informou que dois F-16 da Força Aérea Romena engajaram os drones, segundo a TRT World. Ao menos sete cargueiros foram atingidos por drones no mar Negro em outubro, diante das costas da Romênia e da Bulgária, membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), deixando dois mortos e ao menos 25 desaparecidos, segundo o The Hindu; o presidente romeno, Nicușor Dan, disse em Bruxelas que dois drones atingiram embarcações, sem dizer de quem eram, e advertiu que haverá uma reação do Estado romeno.

As suspensões de voos de e para Riade passaram a valer para várias companhias aéreas internacionais, que estenderam os cancelamentos até 19 de outubro após os ataques houthis, e a Delta adiou para março de 2027 a estreia dos seus primeiros voos diretos dos Estados Unidos (EUA) para a Arábia Saudita, segundo a France 24.

A Autoridade Geral de Aviação Civil prorrogou a suspensão das operações no aeroporto internacional King Khalid, em Riad, para concluir os procedimentos necessários de verificação da segurança das instalações e da prontidão operacional, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Middle East Eye. Um novo ataque atingiu o aeroporto internacional de Riad no domingo, um dia depois de outro ataque ao aeroporto ter matado ao menos 12 pessoas e ferido mais de 300, segundo a France24. Funcionários do governo dos Estados Unidos (EUA) na Arábia Saudita passaram a precisar de autorização especial para usar os aeroportos de Riad, Jeddah e Dammam, segundo a Sputnik. O Reino Unido atualizou no domingo sua orientação oficial para desaconselhar viagens não essenciais a todos os aeroportos na Arábia Saudita, exceto o de Medina.

A Arábia Saudita estaria com baixo estoque de mísseis interceptores diante da intensificação dos ataques houthis, e o total de mortos no ataque de 10/10 ao aeroporto internacional King Khalid subiu a 13 após a morte de um indiano ferido, confirmada pela Embaixada da Índia em Riad, segundo o Hindustan Times. O porta-voz militar houthi Yahya Saree reiterou no domingo o alerta a companhias aéreas, empresas e viajantes para não operar voos para aeroportos sauditas, por considerá-los inseguros, segundo o mesmo jornal.

Um novo ataque atingiu um terminal de passageiros do aeroporto internacional King Khalid, em Riad, neste domingo, provocando incêndio e ferindo pessoas, segundo o Middle East Eye. A autoridade saudita de aviação civil disse que o ataque “resultou em feridos”, sem informar o número, e confirmou que há vítimas, segundo a Sputnik Globe. O porta-voz militar houthi Yahya Saree renovou o alerta contra o uso de aeroportos e do espaço aéreo saudita, segundo o Middle East Eye.

Os houthis renovaram neste domingo o alerta a companhias aéreas, trabalhadores e viajantes para não usarem aeroportos da Arábia Saudita e disseram que o aviso deve ser levado a sério, depois do ataque ao aeroporto internacional de Riad. Segundo as autoridades sauditas, citadas pelo The Jerusalem Post, o ataque de sábado deixou 12 mortos e mais de 300 feridos. A aviação civil saudita prorrogou o fechamento do aeroporto King Khalid até as 18h (UTC-3) de domingo, por Aviso aos Aeronavegantes (NOTAM). A Índia condenou o ataque, citou os 12 mortos e mais de 300 feridos e chamou de completamente inaceitáveis os ataques a civis.

A Air France concordou em aplicar uma ordem israelense que impede pilotos e comissários de bordo de certas nacionalidades em voos para Israel, incluindo profissionais de países de maioria muçulmana, segundo investigação do Mediapart noticiada pelo Middle East Eye. As restrições cobrem 31 nacionalidades, incluindo argelinos, tunisianos, iranianos e paquistaneses, e afetam também franceses com dupla nacionalidade. O Ministério dos Transportes de Israel emitiu a diretiva em 1º de outubro, exigindo que tripulantes em espaço aéreo israelense não tenham nacionalidade de país sem relações diplomáticas com Israel, segundo a emissora israelense N12.

O aeroporto internacional King Khalid, em Riad, suspendeu temporariamente as operações depois de um ataque no sábado que feriu várias pessoas, segundo a France 24. A autoridade de aviação civil saudita afirmou que o número de feridos ainda estava sendo avaliado e que as operações seguiam suspensas até a conclusão da avaliação dos danos e da verificação da segurança das instalações, segundo a France 24. A Reuters noticiou que várias pessoas ficaram feridas no ataque, conforme a autoridade de aviação civil. Uma fonte diplomática atribuiu o ataque de sábado a um míssil disparado pelos Houthis, e o grupo não anunciou novo ataque no sábado, segundo a France 24.

Uma forte explosão foi ouvida no aeroporto internacional King Khalid, em Riad, no sábado, com a evacuação de partes do terminal e mais de uma dezena de ambulâncias deslocadas ao local, segundo uma testemunha e pessoas informadas do caso citadas pela Reuters, em texto republicado pelo Jerusalem Post. O aeroporto suspendeu as operações, sem atender voos de chegada ou de partida, informou a TASS. A Etihad Airways e a Qatar Airways cancelaram vários voos entre seus respectivos hubs e Riad, com alguns cancelamentos estendidos até segunda-feira, segundo a Reuters. Uma fonte médica disse à AFP que dezenas de pessoas ficaram feridas no aeroporto, ao menos cinco em terapia intensiva, em um ataque que uma fonte diplomática atribuiu aos houthis, segundo o Middle East Eye. O aeroporto já havia sido atacado duas vezes nesta semana, deixando quatro mortos, outros feridos e uma aeronave danificada, segundo a Reuters.

Os Estados Unidos (EUA) e a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) emitiram alertas após os ataques houthis ao aeroporto de Riad. A embaixada dos EUA na Jordânia emitiu um alerta de viagem para norte-americanos no Oriente Médio, citando o ataque houthi ao aeroporto de Riad, e a EASA recomendou que as companhias evitem operar em trechos adicionais do espaço aéreo saudita.

A polícia israelense abriu uma revisão preliminar sobre o sistema de segurança da aviação do Ministério dos Transportes, no contexto da tentativa de sequestro do voo FZ1073 da flydubai, em 30 de setembro, segundo o The Jerusalem Post. A apuração examina possível conflito de interesses de Dvir Rubinstein, que prestava consultoria e treinamento privados a companhias aéreas estrangeiras, incluindo a flydubai e a Emirates, enquanto trabalhava para o ministério. Ninguém ligado ao caso está sendo interrogado sob advertência pela Unidade Nacional de Investigação de Fraudes, e não há investigação criminal sob cautela contra ninguém envolvido.

O copiloto Hamam al-Hammami, de 29 anos, cidadão omani, foi contido numa suposta tentativa de assumir o controle de um voo da flydubai para Tel Aviv com 182 pessoas a bordo em 30 de setembro e esteve na Nova Zelândia com visto de estudante por 175 dias, de 30 de novembro de 2018 a 23 de maio de 2019, para parte do treinamento de voo, segundo The Guardian, que cita a confirmação da polícia neozelandesa sobre a estadia. O crescimento acelerado da flydubai levanta dúvidas sobre recrutamento e verificação após a tentativa de sequestro, segundo o Wall Street Journal (WSJ), em texto republicado pelo Hindustan Times.

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