O ministro da Saúde palestino, Majed Abu Ramadan, disse que dezenas de milhares de deslocados em tendas improvisadas enfrentam inundações e risco de surto de doenças em Gaza. Segundo o ministro, as restrições israelenses fazem entrar pouca ajuda, em especial material de abrigo, deixando quase toda a população exposta ao clima e a riscos sanitários em meio à rápida deterioração do saneamento. Abu Ramadan classificou a situação como uma ameaça crescente à saúde pública e à vida das pessoas e pediu ação internacional imediata à altura da escala da catástrofe.
Tema: Saúde
Matérias e notas sobre Saúde.
Um bebê morreu de sarampo no sul do Wisconsin, a primeira morte do tipo no estado em mais de 30 anos, segundo o Departamento de Saúde estadual. Oito mortes relacionadas ao sarampo foram registradas nos Estados Unidos neste ano, segundo números de secretarias estaduais de saúde citados pela RT, no surto mais letal da doença no país em décadas. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) registrou oficialmente apenas quatro mortes relacionadas ao sarampo neste ano, numa divergência entre os números federais e estaduais.
O ataque a Cantine, cerca de 50 km a oeste de Beni, no Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo (RDC), incendiou um posto de saúde e forçou a fuga de 180 pacientes do centro hospitalar Kelekele, entre eles casos suspeitos e um caso confirmado de Ebola, segundo Christian Kakule, diretor médico da unidade. “Contatos de alto risco e outras pessoas sob monitoramento fugiram”, disse ele. “Nossa preocupação é que, quando casos prováveis ficam expostos assim, podem virar fonte de transmissão e provocar um surto da doença.” Segundo o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), pessoas que tiveram contato com pacientes de Ebola fugiram de um centro de observação e as equipes de resposta tiveram de suspender as operações na área, o que dificulta rastrear infecções potenciais e conter o surto. Ainda de acordo com a OCHA, as autoridades registraram mais de 10.700 casos confirmados e mais de 5.200 mortes por Ebola no país, a maioria no leste. O Kivu do Norte concentra quase metade das novas infecções do surto de Bundibugyo e é a segunda província mais afetada, atrás de Ituri.
Ao menos 33 pessoas foram mortas em um ataque noturno à aldeia de Cantine, no Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo, segundo a Associated Press, em texto republicado pelo The Hindu. O ataque foi atribuído à Força Democrática Aliada (ADF) por Justin Paluku, dirigente de uma organização da sociedade civil local, que afirmou terem sido contados 33 corpos e mais de 50 casas incendiadas, além de outras formas de destruição material. Os atacantes também incendiaram um posto de saúde na investida noturna, a cerca de 50 km a oeste de Beni. Cerca de 180 pacientes do hospital de Kelekele, em Cantine, entre eles casos suspeitos e um caso confirmado de ebola, fugiram durante o ataque, segundo o diretor médico Christian Kakule, em texto republicado pelo Union-Bulletin. O Kivu do Norte é um dos epicentros de um surto de ebola causado pelo vírus Bundibugyo, que já matou mais de 5 mil pessoas.
O Health-ISAC, grupo de compartilhamento de informações do setor de saúde, emitiu um alerta depois que relatos sobre um suposto ataque ao Estabelecimento Francês do Sangue (EFS) começaram a circular na imprensa francesa. Segundo os relatos reunidos no boletim, o alvo foi a Coolworld, contratada de manutenção do EFS, na noite de 1º para 2 de novembro, numa tentativa de aquecer freezers que guardam amostras de sangue de doadores. O pico de temperatura foi detectado a tempo e a equipe interveio antes que os produtos fossem comprometidos, ainda segundo os relatos. O próprio Health-ISAC registrou que nenhum site oficial de governo havia publicado comunicado que comprovasse o ataque até a emissão do alerta. O Estabelecimento Francês do Sangue foi vítima de um ciberataque nesta semana, que deu acesso aos sistemas de controle das instalações e permitiu alterar a temperatura das câmaras de armazenamento; em todos os casos os alarmes dispararam. O Centro Nacional de Sangue da Itália pediu que as unidades transfusionais do país elevem o nível de vigilância depois dos ataques na França.
As autoridades de saúde do Irã seguem distribuindo pastilhas de iodo a moradores de Bushehr, cidade que abriga a única usina nuclear em operação do país, dentro de um plano de emergência lançado antes da guerra de junho de 2025. Foram 180 mil pastilhas distribuídas por decisão das autoridades de gestão de crises. O programa é restrito aos moradores de Bushehr e serve para evitar a absorção de iodo radioativo em caso de incidente nuclear ou radiológico.
O número de defeitos congênitos registrados em recém-nascidos em Gaza nos primeiros nove meses de 2026 superou o total de todo o ano de 2022, segundo a agência palestina Wafa. Uma fonte médica em Gaza, não identificada, disse à agência que foram registrados 260 casos entre janeiro e setembro, contra 184 em todo o ano de 2022, e que 2025 teve 322 casos, alta de 75% sobre o número de 2022. A fonte citou desnutrição materna, exposição a poluentes ambientais e interrupção do pré-natal durante a guerra como fatores possíveis e pediu uma investigação científica internacional independente, ressalvando que os números sozinhos não estabelecem a taxa de anomalias congênitas entre recém-nascidos nem determinam suas causas.
A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês) afirmou que 18 de seus abrigos de emergência em Gaza estão inseguros com a aproximação do inverno, e quatro têm risco muito alto de colapso. Uma avaliação de 113 locais de deslocamento encontrou outros seis abrigos em risco alto e oito em risco médio, segundo o relatório de situação da agência. Os abrigos hospedam cerca de 60 mil deslocados, e a UNRWA tenta garantir tendas para 270 famílias que aceitem se mudar, priorizando as que vivem nos edifícios mais perigosos. A agência relatou aumento das infecções respiratórias agudas antes do inverno e previu alta nas próximas semanas.
O papa Leão XIV começa nesta sexta-feira uma viagem de 6 a 17 de novembro por Uruguai, Argentina e Peru. O roteiro abre pelo Uruguai, país menos católico e mais secular da região, três semanas após a cirurgia de câncer de pulmão que colocou a viagem em dúvida. O itinerário inclui a visita a um bairro afetado pela violência de gangues em Montevidéu e missas em Paysandú, a 375 quilômetros da capital, e na cidade de Florida, a cerca de 100 quilômetros. O pontífice cumpriu o período de convalescença de 14 dias exigido pelos médicos após a cirurgia de 13 de outubro, segundo a chefe de comunicação do Vaticano.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) registrava 10.305 casos confirmados e 4.996 mortes em cinco países até 28 de outubro, com a República Democrática do Congo concentrando quase todos os casos e óbitos. É o segundo maior surto de Ebola já registrado, atrás apenas da epidemia de 2014–16 na África Ocidental. O surto é causado pelo vírus Bundibugyo, para o qual não há vacina nem tratamento específico aprovados. O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC, na sigla em inglês) informou quase US$ 3 bilhões em promessas internacionais após mobilização em setembro.
Um médico britânico que testou positivo para ebola enquanto trabalhava na República Democrática do Congo voltou ao Reino Unido para tratamento especializado e está em uma unidade de isolamento de alto nível do hospital Royal Free, em Hampstead, no norte de Londres. É o primeiro caso de um cidadão britânico contaminado pelo vírus no surto atual, o segundo maior já registrado, para o qual uma organização humanitária enviou o médico. O surto, declarado em maio pelo Ministério da Saúde da RD Congo, passou de 10 mil casos e 5 mil mortes. Ele se espalhou para o Quênia e Uganda, no leste da África, e no mês passado a Nigéria confirmou um caso em sua capital, Abuja. A Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido (UKHSA) afirma que os protocolos de prevenção e controle de infecção do órgão e do serviço de saúde britânico limitam o risco de transmissão adiante, e que o risco ao público em geral permanece baixo.
A organização Euro-Med Human Rights Monitor afirmou que 1.134 crianças em Gaza foram submetidas a amputações até 9 de outubro de 2026. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 2.300 amputados, entre crianças e adultos, foram avaliados entre setembro de 2024 e maio de 2026, e apenas 500 receberam próteses permanentes. A organização não governamental (ONG) afirma que restrições israelenses a viagens de pacientes e a evacuações médicas impedem centenas de crianças de buscar tratamento especializado no exterior. Segundo a organização, há apenas oito profissionais certificados em próteses e órteses em Gaza e falta equipamento para fabricar, ajustar e manter membros artificiais. O grupo acusa Israel de crimes de guerra e enquadra a amputação de crianças e a obstrução do tratamento no artigo 2 da Convenção do Genocídio.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a cólera matou cerca de 1.800 pessoas na República Democrática do Congo (RDC) neste ano, país que enfrenta simultaneamente seu surto de ebola mais letal, segundo a AFP, em texto republicado pelo Medical Xpress. Foram registrados cerca de 60 mil casos da doença, que o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, descreveu como o “pior surto de cólera em décadas” no país. A maior parte das infecções foi detectada nas províncias orientais do Kivu do Norte e do Kivu do Sul, marcadas pela presença de grupos armados e em parte sob controle da milícia M23, apoiada por Ruanda, segundo Tedros. Ele disse que a preocupação agora é a presença de casos seguindo a bacia do rio Congo, o que pode alcançar Kinshasa. A taxa de letalidade é de cerca de 3%, alta para a cólera.
Um incidente de cibersegurança alterou os parâmetros de funcionamento de câmaras frias em instalações de supervisão e comando de três unidades regionais do Estabelecimento Francês do Sangue (EFS), na segunda-feira. Segundo o Le Canard Enchaîné, as câmaras que guardam amostras de doadores a -30 °C foram programadas para 110 °C. A EFS afirmou que nenhum impacto sanitário foi identificado e que não há perda de produtos sanguíneos a declarar. A Coolworld, empresa de refrigeração que atende a EFS, disse que apenas um número limitado de unidades foi afetado, por um software de monitoramento remoto que dependia de um componente de terceiro. O caso veio pouco depois de uma onda de ataques presumidos a refrigeradores e congeladores de supermercados de uma dúzia de países europeus, entre eles a França; até agora não se sabe se há vínculo entre os episódios.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) entregou quatro caminhões de suprimentos médicos a hospitais de Taiz, incluindo kits cirúrgicos para feridos por armas, na primeira entrega de material médico do comitê à cidade desde 23 de setembro. Os houthis cercam Taiz desde o início de outubro e bloqueiam a estrada que liga a cidade a Áden, sede interina do governo reconhecido internacionalmente. O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, disse que as estradas estão fechadas, a produção de água caiu pela metade e os preços dos alimentos subiram pelo menos 50%.
Autoridades francesas informaram que um ciberataque a vários bancos de sangue tentou elevar a temperatura a níveis extremos e foi contido antes de causar danos a produtos ou amostras. O Estabelecimento Francês do Sangue (EFS) afirmou que “limites de temperatura e de degelo foram elevados a níveis extremos” na segunda-feira em três de seus locais de armazenamento de plasma, e que não houve consequências sanitárias nem perda de hemoderivados. O ataque atingiu um fornecedor de equipamentos de refrigeração de três unidades do EFS. A agência nacional de cibersegurança da França e o Ministério da Saúde investigam o caso. O episódio ocorre após supermercados de vários países europeus relatarem que suas geladeiras e freezers esquentaram depois de serem tomados remotamente, com toneladas de alimentos perdidas e prejuízo total de milhões de dólares.
A coordenadora residente e humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU) no Sudão, Denise Brown, afirmou que houve um padrão intenso de ataques de drones nas últimas semanas contra infraestrutura civil, com fontes de energia e combustível aparentemente atingidas de forma sistemática. Em um hospital nos arredores de Cartum, a queda de energia interrompeu o tratamento de 25 pacientes que dependiam de diálise, e o hospital não tem gerador nem painéis solares. Centenas de caminhões de ajuda estão parados por falta de combustível, e há filas de quilômetros por combustível na capital. O Programa Mundial de Alimentos registrou sete ataques a seus comboios neste ano e 20 nos últimos dois anos. Brown disse não saber de onde partem os ataques e pediu que a mensagem de que eles têm de parar chegue a quem precisa ouvi-la.
O porta-voz da Organização das Nações Unidas (ONU), Stéphane Dujarric, disse nesta terça-feira que parceiros que apoiam a coleta de resíduos sólidos em Gaza avisam que apenas metade da frota de veículos está operacional. Segundo ele, restrições israelenses persistentes à entrada de óleo de motor e de peças de reposição suficientes para manter os veículos rodando elevam os riscos de saúde pública, porque só parte do lixo pode ser recolhida. Ele pediu que uma gama maior de suprimentos críticos entre em Gaza, com menos entraves burocráticos e mais travessias abertas para as entregas.
O estado de Nova York registrou a primeira morte de uma criança associada ao sarampo em mais de 30 anos, em meio ao surto. O caso é a primeira morte ligada ao sarampo no estado em mais de três décadas, segundo o South China Morning Post.
O surto de ebola matou 5.376 pessoas – 5.372 na República Democrática do Congo e duas no Quênia e duas em Uganda, com 10.414 casos confirmados no país até 30 de outubro. O surto atual é causado pela cepa Bundibugyo, sem vacina ou tratamento conhecidos.
O senador democrata Chris Murphy, 53 anos, sofreu um AVC no sábado depois de sentir dormência no braço enquanto estava no jogo de hóquei do filho e foi transferido para o Johns Hopkins para acompanhamento, segundo o gabinete dele. “Ele está acordado e alerta”, responde bem ao tratamento e os médicos estão otimistas quanto a uma recuperação total, disse o chefe de gabinete, Allison Herwitt, em nota. Murphy não disputa a reeleição nas eleições de meio de mandato de terça-feira, que decidem qual partido controla o Congresso, e é considerado um possível candidato presidencial em 2028; senador há 20 anos por Connecticut, é o principal democrata nos comitês de apropriações e de relações exteriores do Senado.
As autoridades de saúde da Nigéria investigam dois casos suspeitos de Ebola na região nordeste do país, informou neste sábado o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Nigéria (NCDC). Os dois pacientes foram isolados enquanto as autoridades fazem a identificação e a listagem de contatos e os testes de laboratório, segundo publicação do órgão no X.
O número de mortos por ebola na República Democrática do Congo (RDC) passou de 5 mil, segundo dados do governo citados pela Al Jazeera, em um surto declarado em maio que já é o mais letal registrado no país. Mais de 10 mil pessoas foram infectadas, e não há tratamentos ou vacinas aprovados contra a rara variante Bundibugyo.
O número de mortos no surto de ebola na República Democrática do Congo passou de 5 mil, segundo dados do governo divulgados nesta sexta-feira. A informação é da Reuters.
O surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) passou de 10 mil casos confirmados, segundo dados do governo divulgados nesta terça-feira, enquanto as autoridades de saúde correm para frear a propagação da doença em vários países africanos, segundo a Associated Press (AP), em texto publicado pela NBC News. É o surto de ebola que cresce mais rápido na história, e quase metade das 10.060 pessoas com o vírus confirmado morreu, de acordo com dados do Ministério da Saúde do Congo.
O Quênia liberou 20 pessoas da quarentena por contato com ebola. As 20 pessoas liberadas completaram 21 dias de monitoramento sem desenvolver sintomas e estão em bom estado de saúde, segundo o Miami Herald.
A Indonésia destacou ônibus equipados com cilindros de oxigênio em uma cidade da ilha de Bornéu, onde moradores sufocam com a fumaça dos incêndios florestais, que não dá sinal de trégua. Mais de 300 mil pessoas em sete províncias foram atingidas por infecções respiratórias entre agosto e outubro, segundo o Ministério da Saúde da Indonésia, citado pela AFP em texto publicado pelo Malay Mail.
Jovens armados de facões atacaram dois agentes comunitários de saúde que faziam trabalho de conscientização sobre o surto de ebola no leste da República Democrática do Congo, matando um e ferindo o outro, segundo a Reuters.
O ministro da Saúde e Bem-Estar Social da Nigéria, Muhammad Pate, confirmou que a paciente índice de ebola do país foi evacuada para a Suíça, segundo o AllAfrica. A paciente é uma mulher de 42 anos, nascida em Uganda, que vive em Abuja e retornou de Uganda em 3 de outubro, no primeiro caso de ebola registrado na Nigéria em mais de uma década. A evacuação ocorreu seis dias depois de o país confirmar o caso.
As mortes por ebola na República Democrática do Congo (RDC) chegaram a 4.803 e os casos a 9.876, com letalidade de 48,6%, segundo a TASS. Até 25 de outubro, o total de mortos era o dobro do registrado na epidemia de 2018–2020, segundo a Yonhap.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Nigéria (NCDC) colocou 53 contatos sob monitoramento e aprovou um pagamento emergencial de 100 mil nairas por pessoa por semana para quem está em isolamento ou quarentena como parte dos esforços para conter o surto de ebola no Território da Capital Federal.
Uma enfermeira foi morta e outro profissional de saúde ficou gravemente ferido ao responder a um alerta de ebola na República Democrática do Congo (RDC), segundo a Al Jazeera, citando a Organização Mundial da Saúde (OMS); o ataque ocorreu no sábado na cidade de Bafwasende, na província de Tshopo, segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus; dados do Ministério da Saúde da RDC indicam mais de 9.800 casos, incluindo mais de 4.700 mortes, desde o início do surto em maio, o mais letal da história do país.
O Quênia registrou a segunda morte por ebola enquanto enfrenta o primeiro surto da doença no país, segundo a BBC. Sete outros pacientes com ebola recebiam tratamento em duas unidades de isolamento, informou a emissora.
Um centro de diálise em Taiz reduziu as sessões de quatro horas para duas e meia por causa do cerco e da falta de diesel e de soluções médicas, disse Dahan à Al Jazeera. Em comunicado de 12 de outubro, o escritório de saúde da província alertou que o cerco contínuo e o bloqueio de suprimentos essenciais podem pôr em risco a vida de 1.110 pacientes com insuficiência renal.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou o início do primeiro ensaio clínico de uma vacina contra o ebola no surto que começou na República Democrática do Congo (RDC), segundo a Al Jazeera. Os participantes do ensaio foram vacinados com a vacina Ervebo em Bunia, capital da província de Ituri, epicentro do surto. A RDC declarou em maio seu 17º surto de ebola, o pior já registrado no país, e desde então relatou mais de 9,7 mil casos, com mais de 4,6 mil mortes.
O Ministério da Saúde do Quênia anunciou nesta sexta-feira a segunda morte por ebola no país, de uma mulher de 65 anos, parente próxima do primeiro paciente, a qual adoeceu enquanto estava em quarentena, segundo o South China Morning Post (SCMP). O Quênia confirmou nove casos até agora, incluindo as duas mortes, e os sete pacientes restantes recebem tratamento em duas unidades de isolamento, segundo o Hindustan Times, citando o ministério.
A ONU advertiu nesta sexta-feira que o tempo está se esgotando para levar ajuda a Taiz, cercada por combatentes houthis que impedem o abastecimento da terceira maior cidade do Iêmen, disse, segundo o Middle East Eye. Os houthis cercam Taiz desde o início de outubro e bloquearam a estrada que liga a cidade a Áden, capital interina do governo reconhecido internacionalmente. O fechamento de estradas e a falta de diesel cortaram pela metade a produção de água da cidade e quase triplicaram o preço da água vendida por caminhão, da qual a maioria dos moradores depende, disse Laerke.
Uma investigação da BBC encontrou evidências de que combatentes paramilitares sudaneses destruíram de forma metódica o sistema de saúde de el-Fasher durante o longo cerco e a subsequente tomada da cidade, em Darfur, há um ano. A emissora registrou ao menos 43 ataques a hospitais e unidades de saúde entre maio de 2024 e outubro de 2025, alguns deles repetidos contra o mesmo alvo.
O Parlamento da Grécia aprovou nesta sexta-feira a proibição do uso de redes sociais por menores de 15 anos por preocupações com saúde e segurança, segundo o The Hindu. A proibição entra em vigor em 1º de janeiro de 2027, segundo a Reuters.
O balanço do terremoto no Tibete agora inclui 76 feridos e mais de 12 mil moradores evacuados, segundo o Hindustan Times.
O terremoto que atingiu o Tibete na noite de quinta-feira deixou ao menos 16 mortos e 65 feridos, segundo a mídia estatal chinesa. Também desabaram ao menos 339 residências e 20 galpões de gado, disseram autoridades locais à mídia estatal. Xi Jinping ordenou “esforços totais” de busca e resgate para localizar desaparecidos, “tratamento médico imediato aos feridos” e “todos os esforços para minimizar as vítimas”, segundo a agência Xinhua.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o surto de ebola na África como complexo depois que a doença chegou à Nigéria, segundo a AFP. No boletim semanal mais recente, a OMS África registrou 9.637 casos confirmados e 4.646 mortes, uma letalidade bruta de 48,2% – um acréscimo de 572 casos e 265 mortes desde o relatório de situação nº 22.
O diretor-geral dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), Jean Kaseya, pediu que a primeira paciente confirmada de ebola da Nigéria divulgue seu histórico completo de viagem e possíveis contatos durante uma visita recente a Uganda, para ajudar as autoridades sanitárias a estabelecer como ela contraiu o vírus. Segundo Kaseya, a paciente nasceu em Uganda e mora em Abuja, e estava em seu país natal quando o marido, um diplomata, viajou para se juntar a ela. Em entrevista à BBC, ele disse que os primeiros sintomas apareceram em 6 de outubro, quando ela procurou um hospital privado acreditando ter malária, e que foi internada em 11 de outubro. O ministro da Saúde da Nigéria, Muhammad Pate, confirmou que a mulher, de 42 anos, passou duas semanas e meia em Kampala antes de voltar a Abuja pela Etiópia, com escala de duas horas em Addis Abeba.
As autoridades francesas confirmaram que um paciente que morreu em um hospital de Lyon no início de outubro estava infectado pelo vírus Shamonda, o primeiro registro do vírus em um ser humano, segundo a Al Jazeera. O Ministério da Agricultura da França afirmou na quinta-feira que não há riscos sanitários identificáveis para a população em geral neste momento. Segundo o Ministério da Saúde francês, o paciente tinha “imunodeficiência grave” e fazia tratamento de uma doença séria nos Hospices Civils de Lyon, informou a TRT World.
A Nigéria confirmou um caso importado de doença pelo vírus Ebola Bundibugyo no Território da Capital Federal, tornando-se o quinto país a detectar o vírus desde que um surto foi declarado na República Democrática do Congo em 15 de maio de 2026, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde e Bem-Estar Social, a paciente é uma mulher com histórico recente de viagem a Uganda. Os sintomas começaram em 7 de outubro, quatro dias depois da chegada dela à Nigéria; ela procurou atendimento em uma unidade privada de saúde em Abuja em 11 de outubro, e o exame de laboratório confirmou o vírus Bundibugyo em 20 de outubro. Ela está em isolamento e recebendo atendimento médico. O ministério informou que 44 contatos foram identificados e estão sendo monitorados.
A Nigéria registrou o primeiro caso de ebola em cerca de uma década, numa mulher estrangeira residente em Abuja chegada de Uganda, segundo a Reuters. Autoridades de saúde dizem que o caso corresponde à cepa do surto da República Democrática do Congo, segundo a Al Jazeera.
A Nigéria confirmou um caso importado de doença pelo vírus Ebola da cepa Bundibugyo no Território da Capital Federal, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). A paciente é uma mulher com histórico recente de viagem a Uganda, e os sintomas começaram em 7 de outubro, quatro dias depois da chegada dela ao país. Segundo a OMS, 44 contatos foram identificados e estão sendo monitorados enquanto a busca por outras pessoas expostas é intensificada.
A Nigéria confirmou nesta terça-feira o primeiro caso de ebola do atual surto, em uma mulher que chegou de Uganda, segundo o Ministério da Saúde. A paciente começou a apresentar sintomas em 7 de outubro e foi internada em um hospital privado de Abuja em 11 de outubro, onde foi diagnosticada. O rastreamento de contatos começou, com 44 contatos próximos identificados e monitorados, incluindo profissionais de saúde, pacientes, cuidadores e contatos de viagem, segundo a Africanews.
O Quênia confirmou um novo caso de ebola, elevando para nove o total de infecções no país, em meio ao surto na República Democrática do Congo (RDC), segundo a Al Jazeera.
Entre 2023 e 2025, 1.369 médicos deixaram Israel por mais de um ano, segundo relatório da Universidade de Tel Aviv citado pelo Middle East Eye. O presidente da Associação Médica de Israel (IMA) classificou a emigração de médicos como ameaça estratégica para Israel.
As autoridades de saúde do Quênia confirmaram o oitavo caso de ebola no país, um auxiliar de paciente de 49 anos, segundo a agência estatal chinesa Xinhua. Das 38 pessoas testadas no domingo, uma deu positivo para a cepa Bundibugyo do vírus, informou a agência. Os Estados Unidos (EUA) elevaram o alerta de viagem ao Quênia com os casos chegando a oito, segundo o AllAfrica.
O surto de ebola no Congo chegou à oitava província do país, Nord-Ubangi, na fronteira com a República Centro-Africana, onde o Ministério da Saúde registrou dois casos, um deles fatal, em homens na casa dos 20 anos da zona de saúde de Wapinda, segundo o Korea Herald. Desde a declaração do surto, em meados de maio, as autoridades registraram ao menos 9.400 casos e mais de 4.500 mortes, o balanço mais letal da história do Congo.
O número de mortos no pisoteio de sábado em Calcutá, no leste da Índia, subiu para 19, com 25 feridos em tratamento em diferentes hospitais e um em estado crítico, segundo a Xinhua. Cerca de 10 pessoas, entre organizadores e seguranças privados, foram detidas pela polícia de Calcutá para interrogatório, segundo a mesma agência.
Mais de 1,4 milhão de palestinos enfrentam insegurança alimentar em nível de crise ou pior até o fim de 2026, enquanto a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que os ganhos recentes seguem frágeis, segundo a TRT World. Ao menos 466 palestinos, entre eles 157 crianças, morreram de desnutrição e fome desde 2024, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.
Uma morte por ebola no Quênia na semana passada acendeu o alerta para a urgência do preparo da África para emergências de saúde pública, com governos do continente comprometendo seus orçamentos nacionais com o setor de saúde, segundo a Inter Press Service (IPS), em texto republicado pelo AllAfrica. O Médicos Sem Fronteiras (MSF) alertou que a cepa atual do ebola se espalha tão rápido que, para os profissionais de emergência, é “como combater um mega-incêndio”.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) disse que hospitais do Iêmen enfrentam uma alta acentuada de feridos em várias linhas de frente. Hospitais de linha de frente em Marib, Taiz e na costa do Mar Vermelho receberam número sem precedentes de feridos por arma, e algumas unidades admitiram mais de 700 pacientes em uma única semana, segundo o CICV, em texto do Al-Monitor com base na Reuters. Os combates opõem os houthis, apoiados pelo Irã, às forças do governo iemenita apoiadas pela Arábia Saudita. Mais de 200 mil pessoas deixaram suas casas desde que os combates recomeçaram, nas últimas semanas, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), das Nações Unidas.
O Vaticano informou que o papa Leão XIV, de 71 anos, foi diagnosticado com câncer de pulmão depois que cirurgiões removeram parte de seu pulmão direito nesta terça-feira, conforme o boletim médico. Para tornar o procedimento curativo, o lobo inferior do pulmão direito foi retirado com uma técnica videoassistida. A cirurgia durou 90 minutos e não teve complicações, e o Vaticano não detalhou o prognóstico de recuperação nem o curso do tratamento, segundo a Al Jazeera.
O papa Leão XIV foi internado na manhã desta terça-feira no hospital Gemelli, em Roma, para uma operação de retirada de nódulo no pulmão, segundo o G1. O Vaticano não disse se o nódulo é maligno ou benigno, mas afirmou que está “bem controlado e em estágio inicial”. O cardeal Piero Parolin afirmou que está “preocupado” com a cirurgia “porque não se esperava uma coisa dessas”, mas que o pontífice está “sereno”. A cirurgia estava agendada para as 11h no horário de Brasília, segundo fontes da Santa Sé.
O Conselho Médico do Irã pediu à Organização Mundial da Saúde (OMS), ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e à Associação Médica Mundial (WMA) ação imediata contra o uso da vida dos pacientes como ferramenta de pressão política e militar, segundo o Tehran Times. Em carta oficial às três organizações, o conselho disse que os Estados Unidos violam o direito internacional humanitário e penal com bloqueio econômico e sanções farmacêuticas. O chefe do conselho, Mohammad Raiszadeh, pediu resposta imediata e responsável das lideranças das organizações de saúde a atos que descreveu como desumanos e ao uso de recursos médicos como arma em conflitos armados.
O Ministério da Saúde Pública e População do Iêmen alertou no sábado que remédios, fluidos intravenosos, suprimentos médicos e combustível nas unidades de saúde de Taiz estão “à beira do esgotamento”. O ministério disse que atendimento de emergência, cirurgia, terapia intensiva, diálise e serviços neonatais podem ser forçados a parar se a situação continuar. O Middle East Eye registrou o alerta sobre a “quase depleção” de suprimentos médicos e de combustível na cidade.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a zona de saúde de Alimbongo, na província do Kivu do Norte, na República Democrática do Congo (RDC), registrou casos de ebola pela primeira vez, com quatro casos confirmados e duas mortes até 6 de outubro, segundo a Al Jazeera. Ainda segundo a OMS, a RDC somava 8.728 casos confirmados e 4.205 mortes até 6 de outubro. No mesmo dia, o Quênia confirmou seu primeiro caso importado de doença pelo vírus Bundibugyo, também segundo a OMS.
Centenas de médicos protestaram diante da cúpula da Associação Médica Mundial (WMA), em Roterdã, e pediram a suspensão da Associação Médica de Israel (IMA), segundo a Al Jazeera. No sábado, 81 profissionais de saúde tiraram os jalecos e os penduraram em uma fila diante da assembleia da WMA, em Roterdã, cada um com o nome de um profissional palestino de saúde mantido sob detenção israelense. A campanha IMA OUT! disse ter entregado uma petição com mais de 6.500 assinaturas de profissionais de saúde de todo o mundo pedindo a suspensão.
A Turquia proibiu no sábado, 10 de outubro, o uso de redes sociais por menores de 15 anos, com a decisão publicada no Diário Oficial. A medida passa a valer em 1º de novembro.
A Rússia ainda não identificou publicamente o patógeno que matou uma pesquisadora, segundo o New York Times. A Organização Mundial da Saúde (OMS) segue tentando entender o agente causador, de acordo com o jornal.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos reiterou nesta terça-feira o alerta Nível 4 (não viajar) para cidadãos norte-americanos na Rússia, diante do temor de peste pneumônica, segundo o Hindustan Times. A embaixada dos Estados Unidos disse estar ciente de relatos, na região de Irkutsk, de suspeita de peste pneumônica com uma morte e de quarentenas e fechamentos de hospitais em Irkutsk. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que o possível caso de peste pneumônica na Rússia apresenta risco muito baixo fora da Rússia.
O Quênia anunciou nesta terça-feira a primeira morte por ebola no país, segundo a DW. O paciente viajou por terra até Kampala, capital de Uganda, e depois pegou um voo para Nairóbi em 3 de outubro. O ministro da Saúde disse que 28 pessoas que tiveram contato com o paciente, entre parentes e profissionais de saúde, foram identificadas e seriam colocadas em quarentena. O caso faz do Quênia o quarto país a registrar um caso de ebola no surto atual, declarado na República Democrática do Congo (RDC) em meados de maio.
Cerca de 200 pessoas que tiveram contato com a pesquisadora morta foram colocadas em quarentena, e partes do hospital de Shelekhov, onde ela morreu, foram isoladas. O governador de Irkutsk, Igor Kobzev, disse que a morte foi por “pneumonia de etiologia desconhecida” e que não há novos casos entre funcionários do instituto. A autoridade sanitária Rospotrebnadzor afirmou que duas comissões que investigaram os procedimentos de biossegurança do instituto não encontraram nenhuma evidência de acidente envolvendo microrganismos patogênicos, segundo a DW, citando a TASS.
As autoridades russas impuseram restrições ao acesso a hospitais e mantêm cerca de 200 contatos sob vigilância, segundo o El País. A agência de saúde pública Rospotrebnadzor atribui o caso a uma “pneumonia de etiologia desconhecida” e afirma não ter encontrado micro-organismos ligados à atividade profissional da laboratorista.
O Quênia confirmou o primeiro caso de ebola no país, de um cidadão queniano que vivia na República Democrática do Congo há sete anos, segundo a BBC. O paciente morreu dias após chegar a Nairóbi. O ministro da Saúde, Duale, disse que 28 contatos foram identificados até agora, incluindo familiares e profissionais de saúde. A RDC registra mais de 8.000 casos e mais de 4.000 mortes, segundo o The Guardian.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que o país acompanha de perto o caso da técnica morta no centro de pesquisa de peste na Sibéria, com risco de peste pneumônica, mas sem motivo para alarme, segundo a BBC. O governador de Irkutsk anunciou a causa da morte como “pneumonia de etiologia indeterminada” e disse que não foram achados microrganismos ligados ao trabalho dela nas amostras biológicas. O Rospotrebnadzor inspecionou o Instituto Anti-Peste da Sibéria e do Extremo Oriente e afirmou não haver emergência na unidade.
Vários hospitais de Irkutsk impuseram quarentenas de três semanas, segundo o veículo People of Baikal, em texto citado pela Meduza em 4 de outubro. A medida responde a um caso de “pneumonia de causa desconhecida” em uma funcionária do Instituto Antipeste de Irkutsk, segundo a Meduza. Cerca de 200 pessoas no hospital para onde a funcionária foi levada foram colocadas sob observação, segundo o The Telegraph.
Gaza enfrenta escassez crescente de equipamentos médicos para diagnóstico e monitoramento de milhares de pacientes, segundo fontes médicas citadas pela agência palestina Wafa. De acordo com as fontes, 52% dos equipamentos de laboratório médico, incluindo os de análises químicas, foram destruídos, o que inviabiliza a manutenção de serviços essenciais diários.
O Royal College of Nursing (RCN), que representa cerca de 600 mil enfermeiros, encerrou a parceria comercial com a Teva UK e retirou a empresa do patrocínio da cúpula de liderança em enfermagem da RCNi em 30 de outubro de 2026, segundo o Middle East Eye. A Teva disse que ficou decepcionada e acusou o sindicato de permitir que a saúde se tornasse politizada, segundo o Middle East Eye.
O Ministério da Saúde de Gaza afirmou, em 26 de setembro de 2026, que o total de palestinos mortos subiu a 74.016, com 175.068 feridos, segundo o The Hindu. Desde o cessar-fogo, 1.145 palestinos foram mortos, segundo o Ministério. O ministério não distingue civis de militantes e diz que mulheres e crianças respondem por cerca de metade do total.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, que o surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC) atingiu duas novas zonas de saúde: Bulu, em Ubangi do Sul, na fronteira com a República Centro-Africana, e Dungu, na província de Haut-Uele, na fronteira com o Sudão do Sul. Com isso, o número de zonas de saúde afetadas chegou a 63 em sete províncias, enquanto as autoridades tentam conter o surto. Até 23 de setembro, a RDC havia registrado 7.890 casos confirmados e 3.799 mortes, segundo a OMS.
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) realizou em 25 de setembro de 2026 a segunda Reunião de Alto Nível sobre prevenção, preparação e resposta a pandemias, três anos depois da primeira, convocada em 2023 em resposta aos desafios da pandemia de covid-19 e às lacunas da segurança sanitária global. Os líderes reconheceram os avanços dos últimos três anos nos sistemas de detecção, preparação e resposta, como a adoção do Acordo de Pandemias da OMS e as emendas ao Regulamento Sanitário Internacional (2005). Os países destacaram ainda a necessidade urgente de concluir a negociação do anexo ao Acordo de Pandemias que cria o sistema de Acesso a Patógenos e Compartilhamento de Benefícios (PABS).
Os incêndios florestais na província de Kalimantan Ocidental, em Bornéu, estão entre os piores em 11 anos sob condições de “super-El Niño”, que elevam as temperaturas e provocam secas severas, segundo a Reuters. Mais de 12,5 milhões de pessoas foram expostas à fumaça em sete províncias de Bornéu e de Sumatra, e os casos de doenças respiratórias ligadas aos incêndios mais que dobraram, chegando a 113.336 em 9 de setembro, contra 50.891 em 1º de setembro, segundo dados do Ministério da Saúde da Indonésia. A fumaça transfronteiriça deixou o ar insalubre na vizinha Singapura e na Malásia.