O ataque a Cantine, cerca de 50 km a oeste de Beni, no Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo (RDC), incendiou um posto de saúde e forçou a fuga de 180 pacientes do centro hospitalar Kelekele, entre eles casos suspeitos e um caso confirmado de Ebola, segundo Christian Kakule, diretor médico da unidade. “Contatos de alto risco e outras pessoas sob monitoramento fugiram”, disse ele. “Nossa preocupação é que, quando casos prováveis ficam expostos assim, podem virar fonte de transmissão e provocar um surto da doença.” Segundo o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), pessoas que tiveram contato com pacientes de Ebola fugiram de um centro de observação e as equipes de resposta tiveram de suspender as operações na área, o que dificulta rastrear infecções potenciais e conter o surto. Ainda de acordo com a OCHA, as autoridades registraram mais de 10.700 casos confirmados e mais de 5.200 mortes por Ebola no país, a maioria no leste. O Kivu do Norte concentra quase metade das novas infecções do surto de Bundibugyo e é a segunda província mais afetada, atrás de Ituri.
Tema: República Democrática do Congo
Ao menos 33 pessoas foram mortas em um ataque noturno à aldeia de Cantine, no Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo, segundo a Associated Press, em texto republicado pelo The Hindu. O ataque foi atribuído à Força Democrática Aliada (ADF) por Justin Paluku, dirigente de uma organização da sociedade civil local, que afirmou terem sido contados 33 corpos e mais de 50 casas incendiadas, além de outras formas de destruição material. Os atacantes também incendiaram um posto de saúde na investida noturna, a cerca de 50 km a oeste de Beni. Cerca de 180 pacientes do hospital de Kelekele, em Cantine, entre eles casos suspeitos e um caso confirmado de ebola, fugiram durante o ataque, segundo o diretor médico Christian Kakule, em texto republicado pelo Union-Bulletin. O Kivu do Norte é um dos epicentros de um surto de ebola causado pelo vírus Bundibugyo, que já matou mais de 5 mil pessoas.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) registrava 10.305 casos confirmados e 4.996 mortes em cinco países até 28 de outubro, com a República Democrática do Congo concentrando quase todos os casos e óbitos. É o segundo maior surto de Ebola já registrado, atrás apenas da epidemia de 2014–16 na África Ocidental. O surto é causado pelo vírus Bundibugyo, para o qual não há vacina nem tratamento específico aprovados. O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC, na sigla em inglês) informou quase US$ 3 bilhões em promessas internacionais após mobilização em setembro.
Um médico britânico que testou positivo para ebola enquanto trabalhava na República Democrática do Congo voltou ao Reino Unido para tratamento especializado e está em uma unidade de isolamento de alto nível do hospital Royal Free, em Hampstead, no norte de Londres. É o primeiro caso de um cidadão britânico contaminado pelo vírus no surto atual, o segundo maior já registrado, para o qual uma organização humanitária enviou o médico. O surto, declarado em maio pelo Ministério da Saúde da RD Congo, passou de 10 mil casos e 5 mil mortes. Ele se espalhou para o Quênia e Uganda, no leste da África, e no mês passado a Nigéria confirmou um caso em sua capital, Abuja. A Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido (UKHSA) afirma que os protocolos de prevenção e controle de infecção do órgão e do serviço de saúde britânico limitam o risco de transmissão adiante, e que o risco ao público em geral permanece baixo.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, descreveu o surto de cólera na República Democrática do Congo (RDC) como o pior do país em décadas. Segundo Tedros, em texto da Sputnik republicado pela Nampa, mais de 60 mil casos e 1.800 mortes por cólera foram registrados no país neste ano. A OMS contabiliza 1.800 mortes pela doença no país em 2026.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou nesta quarta-feira ensaios clínicos de duas novas vacinas contra o ebola, enquanto o surto na África já matou mais de 5.300 pessoas. As duas candidatas são a ChAdOx1 BDBV, da Universidade de Oxford com o Serum Institute of India, e a mRNA-1469, da Moderna, desenvolvidas especificamente para o vírus Bundibugyo. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que o ensaio iniciado no mês passado com a vacina Ervebo não cobre o vírus Bundibugyo e que os grupos de especialistas da organização recomendam agora acrescentar as duas candidatas ao estudo. O Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica da República Democrática do Congo (RDC) lidera o ensaio, com apoio de parceiros, entre eles a OMS. Os Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC) informaram na segunda-feira que a epidemia matou mais de 5.300 pessoas, a maioria na RDC, com 10.444 casos confirmados e letalidade superior a 50%.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a cólera matou cerca de 1.800 pessoas na República Democrática do Congo (RDC) neste ano, país que enfrenta simultaneamente seu surto de ebola mais letal, segundo a AFP, em texto republicado pelo Medical Xpress. Foram registrados cerca de 60 mil casos da doença, que o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, descreveu como o “pior surto de cólera em décadas” no país. A maior parte das infecções foi detectada nas províncias orientais do Kivu do Norte e do Kivu do Sul, marcadas pela presença de grupos armados e em parte sob controle da milícia M23, apoiada por Ruanda, segundo Tedros. Ele disse que a preocupação agora é a presença de casos seguindo a bacia do rio Congo, o que pode alcançar Kinshasa. A taxa de letalidade é de cerca de 3%, alta para a cólera.
Um profissional de saúde britânico infectado por ebola na República Democrática do Congo (RDC) será evacuado para o Reino Unido, em estado estável, com chegada prevista para quarta ou quinta-feira, segundo documento oficial visto pela Reuters. O governo britânico confirmou que um cidadão britânico na RDC testou positivo e afirmou que o risco ao público do Reino Unido segue baixo. É o primeiro caso de um britânico ligado ao surto atual, e o paciente havia sido enviado à RDC por uma organização humanitária. O surto na RDC é o segundo maior registrado, com mais de 10 mil casos confirmados e quase 5 mil mortes até o fim de outubro.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou ensaios clínicos de duas novas vacinas contra o ebola em meio ao esforço para conter um surto que já matou mais de 5.300 pessoas na África. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que os dois candidatos são a ChAdOx1 BDBV, da Universidade de Oxford com o Serum Institute of India, e a mRNA-1469, da Moderna, desenvolvidas especificamente para o vírus Bundibugyo. O Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica da República Democrática do Congo (RDC) lidera o ensaio, com apoio de parceiros que incluem a OMS; em outubro já havia começado um ensaio com a vacina Ervebo, aprovada para o vírus ebola mas não para o Bundibugyo. Os Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças informaram na segunda-feira que a epidemia já matou mais de 5.300 pessoas, a vasta maioria na RDC, com 10.444 casos confirmados e letalidade superior a 50%.
A National Basketball Association (NBA) retirou a equipe do exército de Ruanda, a Armée Patriotique Rwandaise (APR), da Basketball Africa League (BAL) por causa das sanções dos EUA impostas ao país em março. Mark Tatum escreveu que a APR seguirá “inelegível para competir na BAL enquanto essas sanções estiverem em vigor”. Na semana anterior, os EUA impuseram novas sanções ao Ministério da Defesa de Ruanda por seu apoio ao grupo rebelde M23, que controla partes do leste da República Democrática do Congo.
O opositor congolês Prince Epenge, preso em 25 de outubro, foi transferido em 31 de outubro à prisão central de Makala, em Kinshasa, depois de o tribunal rejeitar na véspera seu pedido de liberdade provisória. Presidente do partido ADD Congo, porta-voz da coalizão Lamuka e membro da plataforma C64, Epenge é acusado de “propagação de falsos boatos”, ligada à denúncia do assassinato de um militante de seu partido na marcha de oposição de 15 de setembro em Kinshasa. Ele foi detido no aeroporto internacional de N’djili quando embarcaria para Roma, onde a oposição reunida na C64 faria um encontro.
O surto de ebola matou 5.376 pessoas – 5.372 na República Democrática do Congo e duas no Quênia e duas em Uganda, com 10.414 casos confirmados no país até 30 de outubro. O surto atual é causado pela cepa Bundibugyo, sem vacina ou tratamento conhecidos.
O número de mortos por ebola na República Democrática do Congo (RDC) passou de 5 mil, segundo dados do governo citados pela Al Jazeera, em um surto declarado em maio que já é o mais letal registrado no país. Mais de 10 mil pessoas foram infectadas, e não há tratamentos ou vacinas aprovados contra a rara variante Bundibugyo.
O número de mortos no surto de ebola na República Democrática do Congo passou de 5 mil, segundo dados do governo divulgados nesta sexta-feira. A informação é da Reuters.
A chanceler da República Democrática do Congo (RDC) disse à AFP nesta quinta-feira que as sanções dos Estados Unidos a Ruanda se justificam, porque Kigali não retirou suas tropas do território congolês como prometeu, em texto republicado pelo Hindustan Times. Os Estados Unidos impuseram na quarta-feira sanções ao Ministério da Defesa de Ruanda e a uma instituição financeira do país por supostos vínculos com o grupo armado M23, que combate na RDC.
O Tesouro dos Estados Unidos sancionou o Ministério da Defesa de Ruanda e a Zigama Credit and Savings Society, instituição financeira ruandesa que, segundo o órgão, teve papel central em facilitar o apoio de Ruanda ao Movimento 23 de Março (M23) e ao seu braço político, a Aliança do Rio Congo. Segundo a BBC, o Tesouro afirma que o ministério ruandês dirigiu milhares de soldados para lutar ao lado do M23 no leste da República Democrática do Congo (RDC), fornecendo armas, equipamentos, logística e treinamento.
As autoridades de saúde da República Democrática do Congo registraram 10.060 casos confirmados de ebola, incluindo 4.887 mortes, até 25 de outubro, com letalidade de 48,6%, segundo relatório citado pela Xinhua. O surto envolve o vírus Bundibugyo, sem vacina aprovada nem tratamento específico, e foi descrito como o surto de ebola de crescimento mais rápido da história pelo Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças, segundo a agência. O Quênia confirmou nove infecções, incluindo duas mortes, depois que um paciente viajou da RDC via Uganda até Nairóbi, segundo a AllAfrica.
O surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) passou de 10 mil casos confirmados, segundo dados do governo divulgados nesta terça-feira, enquanto as autoridades de saúde correm para frear a propagação da doença em vários países africanos, segundo a Associated Press (AP), em texto publicado pela NBC News. É o surto de ebola que cresce mais rápido na história, e quase metade das 10.060 pessoas com o vírus confirmado morreu, de acordo com dados do Ministério da Saúde do Congo.
Jovens armados de facões atacaram dois agentes comunitários de saúde que faziam trabalho de conscientização sobre o surto de ebola no leste da República Democrática do Congo, matando um e ferindo o outro, segundo a Reuters.
As mortes por ebola na República Democrática do Congo (RDC) chegaram a 4.803 e os casos a 9.876, com letalidade de 48,6%, segundo a TASS. Até 25 de outubro, o total de mortos era o dobro do registrado na epidemia de 2018–2020, segundo a Yonhap.
Uma enfermeira foi morta e outro profissional de saúde ficou gravemente ferido ao responder a um alerta de ebola na República Democrática do Congo (RDC), segundo a Al Jazeera, citando a Organização Mundial da Saúde (OMS); o ataque ocorreu no sábado na cidade de Bafwasende, na província de Tshopo, segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus; dados do Ministério da Saúde da RDC indicam mais de 9.800 casos, incluindo mais de 4.700 mortes, desde o início do surto em maio, o mais letal da história do país.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou o início do primeiro ensaio clínico de uma vacina contra o ebola no surto que começou na República Democrática do Congo (RDC), segundo a Al Jazeera. Os participantes do ensaio foram vacinados com a vacina Ervebo em Bunia, capital da província de Ituri, epicentro do surto. A RDC declarou em maio seu 17º surto de ebola, o pior já registrado no país, e desde então relatou mais de 9,7 mil casos, com mais de 4,6 mil mortes.
A paciente com ebola na Nigéria é uma suíça, mulher de um diplomata suíço, que não viajou ao epicentro do surto atual na República Democrática do Congo (RDC) e acredita-se que tenha se infectado durante uma viagem a Uganda com o marido, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Suíça. O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças investiga se a paciente pode ter tido contato com um paciente de ebola no Quênia, já que os dois viajaram a partir do aeroporto de Entebbe, em Uganda, em 3 de outubro. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que as investigações continuam para estabelecer a provável fonte de infecção da paciente na Nigéria.
O governo suíço disse que a paciente com ebola na Nigéria, esposa de um diplomata suíço em Abuja, não viajou para a República Democrática do Congo (RDC), contrariando relatos de Uganda, segundo a Reuters. Autoridades ugandenses afirmaram que a mulher, nascida em Uganda, adoeceu na Nigéria após viajar ao leste do Congo, onde o surto foi declarado em meados de maio e desde então se tornou o de propagação mais rápida já registrado.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o surto de ebola na África como complexo depois que a doença chegou à Nigéria, segundo a AFP. No boletim semanal mais recente, a OMS África registrou 9.637 casos confirmados e 4.646 mortes, uma letalidade bruta de 48,2% – um acréscimo de 572 casos e 265 mortes desde o relatório de situação nº 22.
O Quênia confirmou um novo caso de ebola, elevando para nove o total de infecções no país, em meio ao surto na República Democrática do Congo (RDC), segundo a Al Jazeera.
O surto de ebola no Congo chegou à oitava província do país, Nord-Ubangi, na fronteira com a República Centro-Africana, onde o Ministério da Saúde registrou dois casos, um deles fatal, em homens na casa dos 20 anos da zona de saúde de Wapinda, segundo o Korea Herald. Desde a declaração do surto, em meados de maio, as autoridades registraram ao menos 9.400 casos e mais de 4.500 mortes, o balanço mais letal da história do Congo.
O ex-presidente Joseph Kabila anunciou em 12 de outubro, em Goma, nova aliança político-militar com o grupo armado M23, apoiado por Ruanda, segundo a France 24. O acerto foi apresentado em coletiva conjunta na residência dele em Goma, cidade sob controle do grupo desde janeiro de 2025, e Kabila chefia a Frente para a Refundação da Nação (FRN), segundo a Deutsche Welle.
O ex-presidente da República Democrática do Congo Joseph Kabila foi nomeado líder de uma nova coalizão rebelde que busca depor o governo, segundo a BBC. A Frente para a Refundação da Nação (FRN) disse que quer coordenar “forças de resistência” para acabar com a “tirania” no país e que perseguirá o objetivo “por todos os meios, inclusive a força”. A coalizão foi anunciada em uma coletiva de imprensa na residência de Kabila em Goma, a maior cidade do leste do país, que está sob controle do M23 desde o ano passado.
O ex-presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, vai liderar um novo movimento político-militar ao lado do grupo armado M23, apoiado por Ruanda, segundo a France 24. A aliança foi apresentada em uma coletiva de imprensa conjunta na residência de Kabila, em Goma. A Associated Press informou que Kabila lançou nesta segunda-feira uma nova coalizão política e militar de grupos opositores ao governo atual.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a zona de saúde de Alimbongo, na província do Kivu do Norte, na República Democrática do Congo (RDC), registrou casos de ebola pela primeira vez, com quatro casos confirmados e duas mortes até 6 de outubro, segundo a Al Jazeera. Ainda segundo a OMS, a RDC somava 8.728 casos confirmados e 4.205 mortes até 6 de outubro. No mesmo dia, o Quênia confirmou seu primeiro caso importado de doença pelo vírus Bundibugyo, também segundo a OMS.
Erik Prince assinou no fim de 2024 um contrato amplo para prestar serviços de segurança e mineração ao governo do presidente da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi, segundo o The New York Times.
O Quênia confirmou o primeiro caso de ebola no país, de um cidadão queniano que vivia na República Democrática do Congo há sete anos, segundo a BBC. O paciente morreu dias após chegar a Nairóbi. O ministro da Saúde, Duale, disse que 28 contatos foram identificados até agora, incluindo familiares e profissionais de saúde. A RDC registra mais de 8.000 casos e mais de 4.000 mortes, segundo o The Guardian.
Uma embarcação que transportava comerciantes de peixe virou no Lago Kivu, no leste do Congo, matando ao menos 12 pessoas e deixando dezenas desaparecidas, disseram autoridades no domingo. O barco levava mais de 50 pessoas quando virou na noite de sábado perto da Ilha Idjwi, na província de Kivu do Sul; cerca de 15 pessoas foram resgatadas, segundo Félix Habiragi, chefe da aldeia vizinha de Kisheke.
Um avião que viajava de Kikwit para Kinshasa caiu ao tentar pousar em Kenge, na província de Kwango, após uma falha técnica, segundo a Al Jazeera. Todas as pessoas a bordo morreram – 12 corpos ficaram carbonizados além do reconhecimento e o piloto foi encontrado sem vida fora da aeronave. Quatorze pessoas morreram, entre elas dois oficiais militares seniores, segundo o The Hindu. Uma investigação foi aberta para apurar a causa do acidente.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, que o surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC) atingiu duas novas zonas de saúde: Bulu, em Ubangi do Sul, na fronteira com a República Centro-Africana, e Dungu, na província de Haut-Uele, na fronteira com o Sudão do Sul. Com isso, o número de zonas de saúde afetadas chegou a 63 em sete províncias, enquanto as autoridades tentam conter o surto. Até 23 de setembro, a RDC havia registrado 7.890 casos confirmados e 3.799 mortes, segundo a OMS.