Um petroleiro foi atingido por dois projéteis não identificados a nordeste de Lima, em Omã, segundo a United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO), que na primeira atualização não tinha relato de vítimas nem de impacto ambiental. O ministério das Relações Exteriores da Índia afirmou que um objeto aéreo não identificado atingiu um navio comercial ao largo de Omã na segunda-feira e matou um cidadão indiano; outras 13 pessoas foram resgatadas, segundo a pasta. Nos oito meses da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, cerca de duas dezenas de marinheiros foram mortos em ataques a mais de 120 navios comerciais em Ormuz.
Tema: Omã
Omã e a China assinaram em Pequim um acordo de swap cambial entre os bancos centrais dos dois países, além de 23 acordos de investimento e parceria estratégica e 14 documentos de cooperação, durante a visita de Estado do sultão Haitham bin Tariq. O swap yuan–rial foi fixado em 30 bilhões de yuans (1,5 bilhão de riais omanenses), com validade de cinco anos, em cerimônia testemunhada pelos líderes dos dois países. Xi Jinping disse ao sultão que a região do Golfo, no Oriente Médio, não deve se tornar arena de rivalidade entre grandes potências nem de conflito geopolítico, segundo o Ministério das Relações Exteriores da China, que informou ainda que o enviado especial Zhai Jun visitará Irã, Omã e Arábia Saudita neste mês.
Um indiano morreu em um ataque contra uma embarcação comercial perto de Limah, em Omã, informou nesta terça-feira o Ministério das Relações Exteriores da Índia. Dos 14 indianos a bordo da MSV AL JUSUFI, 13 foram resgatados após o incidente, que ocorreu na segunda-feira.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, recebeu o sultão de Omã, Haitham bin Tarik, em uma visita de Estado de dois dias que começou em 1º de novembro, a primeira de um chefe de Estado omani à China desde o estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, em 1978. Li disse que a China quer aprofundar a cooperação em toda a cadeia da indústria de petróleo e gás e realizar mais projetos de energia limpa de alta qualidade.
Em declaração conjunta, Pequim e Mascate pediram que os Estados Unidos (EUA) e o Irã retomem o diálogo e cheguem a um “acordo abrangente que inclua a questão nuclear”. O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que o enviado especial do país para o Oriente Médio visitará Irã, Omã e Arábia Saudita neste mês, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Mehr News.
Xi Jinping disse ao sultão Haitham bin Tariq, em Pequim, que o Golfo não deve se tornar arena de rivalidade entre grandes potências e que a China quer trabalhar com os árabes pela paz duradoura, enquanto Omã se disse aberto a um acordo bilateral preferencial de comércio e investimento com a China, sua maior parceira comercial, segundo o Jerusalem Post.
Omã resgatou na sexta-feira 25 tripulantes de um navio mercante incendiado em um ataque no Estreito de Ormuz, enquanto o Irã informava que três petroleiros foram parados durante a travessia, segundo o The Hindu. O Centro de Segurança Marítima de Omã evacuou os ocupantes do RITI, de bandeira panamenha, que o site de rastreio MarineTraffic identificou como petroleiro de óleo cru. Em comunicado separado, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que um terceiro petroleiro, um supertanque com mais de 2 milhões de barris, explodiu e pegou fogo ao tentar passar por uma rota não autorizada.
Omã resgatou 25 tripulantes do RITI, navio mercante de bandeira panamenha que o site de rastreamento MarineTraffic identificou como petroleiro de petróleo bruto, depois de a embarcação ser atingida e incendiada no Estreito de Ormuz. O Centro de Segurança Marítima de Omã afirmou em comunicado nesta sexta-feira que retirou as pessoas a bordo do navio, segundo a Al Jazeera. Omã disse ter resgatado 25 tripulantes de um navio mercante que foi atingido e incendiado no estreito bloqueado, segundo o Times of Israel.
Um superpetroleiro com mais de 2 milhões de barris de petróleo estava entre os três petroleiros que explodiram e pegaram fogo ao passar por uma rota não autorizada no Estreito de Ormuz, afirmou nesta sexta-feira a Guarda Revolucionária do Irã, segundo a Associated Press (AP). A corporação disse que o navio teria batido em uma mina naval. A Marinha de Omã retirou 25 tripulantes do navio mercante Riti, de bandeira panamenha, depois que ele foi atingido e um incêndio começou a bordo, informou o Centro de Segurança Marítima de Omã em comunicado. Os Emirados Árabes Unidos disseram nesta sexta-feira que o vazamento do petroleiro Gem No. 2 foi contido, sem detecção de novo vazamento, com a limpeza continuando na costa atingida, segundo o Jerusalem Post.
A agência britânica de comércio marítimo UKMTO (United Kingdom Maritime Trade Operations) recebeu relato de um navio-tanque em chamas a 25 milhas náuticas a nordeste de Khasab, em Omã, no Estreito de Ormuz, sem causa conhecida no momento do relato – relato posterior verificado confirmou a tripulação a salvo, sem impacto ambiental, com o navio seguindo para o próximo porto, após ser abordado a bombordo por um barco pequeno que fixou dois dispositivos explosivos no casco acima da linha d’água. Um navio em chamas foi relatado no Estreito, segundo a Arab News, que cita a UKMTO, sem detalhes sobre causa ou vítimas.
O United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO) recebeu relato de embarcação em chamas no Estreito de Ormuz, a 9 milhas náuticas ao norte de Khasab, em Omã, segundo o Middle East Eye, e o comandante de um terceiro navio relatou ter avistado outro navio em chamas a 17 km ao norte de Khasab, com estado da tripulação desconhecido, segundo a Mehr News.
Um petroleiro foi atingido por um projétil não identificado a sete milhas náuticas da costa de Omã, informou o United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO), segundo o Middle East Eye. O navio seguia em trânsito de saída no Estreito de Ormuz e conseguiu continuar a viagem até o próximo porto de escala.
Os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) que participam do acordo de restrição da produção elevaram a produção em 2,31 milhões de barris por dia em setembro de 2026, mas ficaram 5,42 milhões de barris abaixo de suas metas, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), citada pela TASS. No mês, ainda segundo a AIE, a Arábia Saudita elevou a produção em 2,33 milhões de barris por dia, o Kuwait cortou 550 mil, o Iraque aumentou 520 mil, Omã somou 20 mil e a Rússia, 70 mil.
Dois pilotos maldivos da flydubai foram detidos nos Emirados Árabes Unidos (EAU) em 3 de outubro, e suas famílias foram formalmente informadas da detenção pela embaixada das Maldivas no país, segundo o The Hindu. O voo FZ1073, com 174 passageiros e tripulantes, ia de Dubai a Tel Aviv quando ocorreu o suposto ataque. Os Emirados descrevem o caso como uma tentativa de ataque terrorista e identificaram o copiloto acusado como al-Hammami, de 29 anos.
A United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO) disse nesta segunda-feira que reclassificou como ataque um incidente nas proximidades do fundeadouro de Sohar, em Omã, depois de confirmar que o navio-tanque foi atingido por um drone, segundo o Jerusalem Post, em texto da Reuters. O ministro indiano Sarbananda Sonowal disse que nove tripulantes indianos foram resgatados e estão a salvo e que dois indianos seguem desaparecidos, com as buscas da guarda costeira local em curso.
O petroleiro MT Petro Dolphin, com 11 marítimos indianos a bordo, foi atingido por um ataque de drone no fundeadouro de Sohar, em Omã, em 11 de outubro, segundo o Hindustan Times. Nove tripulantes indianos foram resgatados e dois seguem desaparecidos, com buscas da guarda costeira local. A embaixada da Índia em Mascate disse que o navio é um petroleiro de bandeira da Nicarágua.
O porta-voz Esmaeil Baghaei disse que Teerã definiu de forma clara e firme as condições para encerrar a guerra imposta e que responderá às propostas dos Estados Unidos (EUA) por meio de mediadores.
O Irã e Omã planejam informar em breve um organismo internacional sobre o acordo de corredores seguros de navegação no estreito de Ormuz, segundo o porta-voz Esmaeil Baghaei, em texto da IRNA reproduzido pela TASS. Baghaei disse que as consultas entre Teerã e Mascate foram bem-sucedidas e que as partes chegaram a um acordo sobre as coordenadas geográficas dos corredores.
O copiloto Hamam al-Hammami, de 29 anos, cidadão omani, foi contido numa suposta tentativa de assumir o controle de um voo da flydubai para Tel Aviv com 182 pessoas a bordo em 30 de setembro e esteve na Nova Zelândia com visto de estudante por 175 dias, de 30 de novembro de 2018 a 23 de maio de 2019, para parte do treinamento de voo, segundo The Guardian, que cita a confirmação da polícia neozelandesa sobre a estadia. O crescimento acelerado da flydubai levanta dúvidas sobre recrutamento e verificação após a tentativa de sequestro, segundo o Wall Street Journal (WSJ), em texto republicado pelo Hindustan Times.
O petroleiro On Peace, de bandeira panamenha, foi atingido a nove milhas náuticas de Limah, em Omã, e pegou fogo, segundo o Ministério da Defesa de Omã. A força aérea de Omã evacuou 10 tripulantes e os levou ao hospital de Khasab. Dos 19 tripulantes, 12 ficaram feridos, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Índia.
O centro britânico United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO) informou que um petroleiro a 11 milhas náuticas ao norte de Khasab, em Omã, foi chamado pelas forças do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC) e avisado de que seria alvo caso não retornasse, e o navio obedeceu. O comandante do petroleiro confirmou ter cumprido a instrução de retornar, segundo a Mehr News, citando o UKMTO.
O copiloto do voo FZ1073 foi identificado como Hamam al-Hammami, omanita que já havia sido barrado de voar em Omã por supostas visões extremistas e transferido para uma função administrativa na Oman Air antes de ser contratado pela flydubai, segundo a Al Jazeera citando a Associated Press. Israel recebeu antecipadamente as listas de tripulantes e passageiros do voo, e as checagens caberiam ao Departamento de Segurança do Ministério dos Transportes e ao Mossad, segundo a Al Jazeera citando o Haaretz. O Irã negou qualquer ligação com o incidente e afirmou que as acusações se baseiam em evidências fabricadas, segundo o Hindustan Times.
O copiloto da Flydubai que atacou o comandante foi identificado como o omaniano Hamam al-Hammami, de 29 anos, segundo a ABC News, citada pela TASS. Uma fonte próxima ao governo dos Emirados acusou Israel de explorar o incidente para fins políticos e de atrasar a retomada dos voos da Flydubai, e afirmou que, segundo autoridades emiratenses, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu busca ligar o ataque ao Irã por motivos políticos antes da eleição em Israel, conforme o Middle East Eye, que cita o Ynet.
O copiloto da Flydubai que autoridades disseram ter quase derrubado um voo com destino a Tel Aviv com 182 pessoas a bordo havia sido barrado de voar por Omã, seu país natal, por preocupações de que tivesse adotado visões extremistas, segundo a Associated Press, em texto republicado pelo The Economic Times. Israel e os Emirados Árabes Unidos acertaram voos de repatriação a partir de sexta-feira para trazer de volta passageiros retidos após a suspensão das rotas comerciais entre os dois países, segundo o The Hindu.
O comandante de um petroleiro relatou ter sido atingido por um projétil desconhecido a quatro milhas náuticas a leste de Omã, segundo o Middle East Eye, citando as Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO). A agência britânica de segurança marítima informou que toda a tripulação está a salvo e que não há impacto ambiental relatado até o momento, e orientou as embarcações a transitar com cautela. O Türkiye Today informou, citando uma agência britânica de segurança marítima, que um petroleiro foi atingido por um projétil não identificado ao transitar pelo Estreito de Ormuz na quinta-feira, com incêndio a bordo.
Um colega piloto descreveu o copiloto do voo da Flydubai como alguém de comportamento religioso extremo: “Rezava em excesso ao longo do dia e se recusava a apertar a mão de mulheres”, disse ao correspondente Yosef Yisrael, do Channel 16. O copiloto ingressou na companhia há oito meses e é de nacionalidade omani. Israel classificou o caso como ataque terrorista, enquanto os Emirados Árabes Unidos (EAU) e a própria Flydubai evitam até agora essa expressão. A companhia cancelou todos os voos para Israel até concluir a sua própria investigação.
Três petroleiros de bandeira liberiana foram atingidos por projéteis desconhecidos ao transitar pelo Estreito de Ormuz na terça-feira, segundo a Marisks, citada pela Reuters. Os navios cruzavam o estreito com os transponders do Sistema de Identificação Automática (AIS) desligados para evitar detecção, segundo relatório da Marisks divulgado na quarta-feira, e o petroleiro Al Ruwais havia feito transferência ship-to-ship ao largo de Sohar, em Omã, no fim de setembro para descarregar diesel, segundo dados da Kpler, segundo o Middle East Online.
A Turquia e Omã interromperam os voos de entrada da companhia privada Mahan Air, e os Emirados Árabes Unidos suspenderam todos os voos de companhias aéreas iranianas, segundo o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, em publicação no X citada pelo Hindustan Times. Bessent disse que equipes foram enviadas pelo mundo para engajar países e exigir ação contra o regime iraniano e que “esses esforços estão dando resultado”. O Tesouro manteve discussões com mais de 50 países, segundo o Wall Street Journal citado pelo Hindustan Times.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, agradeceu a Reino Unido, Turquia, Omã e Emirados Árabes Unidos pelo apoio à campanha econômica contra o Irã batizada de Operation Economic Outcast, segundo o Middle East Eye. Turquia e Omã suspenderam voos de chegada da companhia privada iraniana Mahan Air, e os Emirados suspenderam todos os voos de companhias iranianas. O banco central dos Emirados bloqueou transações de agências do Bank Melli do Irã. O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos afirmou ter sancionado 36 alvos por apoiarem o setor de aviação iraniano, usado pelo regime para mover armas, pessoal e carga ilícita.
O chanceler de Omã, Badr al-Busaidi, pediu na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que as partes do conflito no Oriente Médio exerçam contenção e busquem diálogo, horas depois de Donald Trump rejeitar a proposta iraniana de trégua de sete dias. Na mesma fala, Omã reafirmou o compromisso de seguir trabalhando pela segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, reuniu-se em Nova York com o chanceler da Arábia Saudita, príncipe Faisal bin Farhan, na sexta-feira, à margem da 81ª Assembleia Geral da ONU. Segundo o Mehr News, Araghchi informou o chanceler saudita sobre o memorando de entendimento entre Irã e Omã para a rota segura de navegação no Estreito de Ormuz.
O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, reuniu-se em Nova York com o chanceler de Omã, Badr al-Busaidi, à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Ainda segundo a agência iraniana Mehr News, Araghchi também se encontrou com o secretário-geral da Liga Árabe, Nabil Fahmy, com a Palestina e as agressões israelenses na pauta, e defendeu o reforço da confiança regional e o diálogo entre o Irã e os países árabes.
O Irã tratou a reabertura do Estreito de Ormuz como execução de um memorando de entendimento já firmado com Washington. Segundo a agência russa TASS, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse à CBS que a retomada do transporte normal por Ormuz deve seguir o memorando de entendimento entre Teerã e Washington e que o Irã segue comprometido com o texto e disposto a implementá-lo. Segundo a Sputnik Globe, o chanceler Abbas Araghchi afirmou que Teerã enviou a Washington, por meio do Catar, um plano concreto de sete dias para reabrir o estreito e retomar as negociações se os Estados Unidos cumprirem as condições acertadas, e pelo plano o estreito reabriria no sexto dia e as conversas sobre um acordo final começariam no sétimo. Ainda segundo a TASS, Pezeshkian condicionou um encontro com Donald Trump a que os Estados Unidos demonstrem que não pretendem derrubar o governo iraniano. À margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), os chanceleres de Oma e do Irã discutiram esforços para garantir a navegação segura em Ormuz.
O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, informou ao chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, sobre o andamento das negociações e dos acordos entre o Irã e Omã para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, segundo a TASS. Segundo Moscou, os dois concordaram que apenas uma solução diplomática pode encerrar a tensão no Oriente Médio, informa o The Jerusalem Post, citando a Reuters.
As transferências de petróleo de navio para navio no Golfo de Omã atingiram o limite depois que a Arábia Saudita desviou exportações do Mar Vermelho, segundo a Reuters via The Hindu. As exportações sauditas de petróleo bruto via Estreito de Ormuz caminhavam para 3,6 milhões de barris por dia (bpd) em setembro, ante cerca de 900 mil bpd em agosto, segundo dados da empresa de análise Kpler citados na reportagem. A estatal Saudi Aramco vendeu mais de 60 milhões de barris para transferência ao largo de Sohar, em Omã, neste mês e no próximo, depois do ataque de 13 de setembro contra o oleoduto Leste–Oeste.
Os aeroportos de Bagdá, no Iraque, e de Mascate, em Omã, deixaram de aceitar voos de companhias iranianas a partir da meia-noite desta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, quando passaram a valer as sanções dos Estados Unidos contra a aviação do Irã. A informação é da agência semioficial iraniana Tasnim, citada pela Al Jazeera e pela Agence France-Presse (AFP). O governo do Iraque ordenou à autoridade de aviação civil que suspendesse os voos iranianos a Bagdá, segundo duas fontes ouvidas pela Reuters, e estuda redirecionar essas frequências para Najaf, destino de peregrinação. A Organização da Aviação Civil do Irã negocia com Omã e afirma que os demais voos internacionais, entre eles os de Istambul, seguem como programados, segundo a agência ISNA. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse na segunda-feira, 21 de setembro, que as companhias aéreas iranianas ficariam impedidas de operar em todo o mundo a partir de 23 de setembro pela ameaça de sanções secundárias a quem lhes presta serviço: “não se pode fornecer combustível, não se pode fornecer serviços de pouso, não se pode vender bilhetes a eles, ou você fica fora do sistema do dólar”, disse à CNBC. O Irã tem 27 companhias aéreas, a maioria delas doméstica, e as rotas internacionais se concentram na Iran Air e na Mahan Air. Analistas ouvidos pela Al Jazeera observam que Washington não tem autoridade para fechar o espaço aéreo de outros países, e que o corte de combustível e de serviços de solo produz efeito equivalente.