A apuração preliminar das eleições na Nova Zelândia deu maioria apertada à coalizão liderada pelo Partido Nacional, com cerca de 14% dos votos ainda por contar, e os neozelandeses dificilmente terão clareza neste domingo sobre quem governará o país pelos próximos três anos, segundo a Reuters.
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Com 98,5% dos votos apurados, o Partido Nacional ficou com 29,3% dos votos partidários, queda ante os 38,1% de 2023, mas seguiu como maior partido com 42 das 64 cadeiras distritais, enquanto o Trabalhista também marcou 29,3%, com 35 cadeiras. Os Verdes tiveram 13,3%, com 16 cadeiras, e o Partido da Oportunidade, de centro, cruzou a cláusula de 5%, com 6% e 7 cadeiras, podendo ser decisivo. Restam cerca de 300 mil votos especiais, e o resultado final sai em 27 de novembro. Uma projeção da Comissão Eleitoral neozelandesa dá à atual coligação de três partidos liderada pelo Nacional uma maioria de duas cadeiras.
O Partido Nacional, de centro-direita e no governo, lidera com 31,19% dos votos, seguido pelo Trabalhista, de centro-esquerda e na oposição, com 28,35%, enquanto o centrista Opportunity Party atingirá o piso de 5% para entrar no parlamento, com o resultado final – incluindo os votos do exterior – esperado para 27 de novembro.
A votação na Nova Zelândia se encerra neste sábado, após uma campanha dominada pela economia e pelo custo de vida. Pesquisa da Infrastructure New Zealand divulgada na sexta-feira dava 30,7% ao Partido Trabalhista (Labour) e 26,4% ao Partido Nacional (National). O primeiro-ministro Christopher Luxon, do National, disse a apoiadores e jornalistas que a disputa “vai ser apertada”: “Vai ser difícil, e é por isso que você tem de sair e votar”. Quase 1,67 milhão de pessoas já havia votado até quinta-feira, mais de um terço dos eleitores aptos, segundo dados da Comissão Eleitoral.
A Nova Zelândia realiza eleição geral neste sábado, com disputa apertada entre o partido do governo e a oposição, e pesquisas indicam que nenhum dos dois principais partidos deve obter maioria própria. O Partido Oportunidade, centrista, defende uma forma de renda básica universal que chama de “Renda dos Cidadãos”. A legenda deve conquistar cadeiras pela primeira vez e pode ser decisiva na formação do governo. A comissão eleitoral do país prevê publicar os resultados oficiais da eleição geral de 2026 na sexta-feira, 27 de novembro.
A eleição neozelandesa de 7 de novembro tem o Partido Nacional, do primeiro-ministro Christopher Luxon, e o Partido Trabalhista, de Chris Hipkins, tecnicamente empatados nas pesquisas, com 30% a 29% em uma sondagem e 28,9% a 28,4% em outra. Com 71 eleitorados, sete reservados ao povo maori, partidos menores costumam decidir quem governa – o Nova Zelândia Primeiro já apoiou os dois lados e o partido Oportunidade pode exercer o papel pela primeira vez.
Quase 1 milhão de votos foram depositados na primeira semana de votação antecipada para a eleição geral da Nova Zelândia, segundo a comissão eleitoral do país. A comissão registrou 913.762 votos entre 26 de outubro e 1º de novembro, alta de 28% ante o mesmo período da eleição de 2023, e o dia mais movimentado foi o sábado, com mais de 190 mil votos emitidos. Restam seis dias de votação antes da eleição de 7 de novembro.
O copiloto Hamam al-Hammami, de 29 anos, cidadão omani, foi contido numa suposta tentativa de assumir o controle de um voo da flydubai para Tel Aviv com 182 pessoas a bordo em 30 de setembro e esteve na Nova Zelândia com visto de estudante por 175 dias, de 30 de novembro de 2018 a 23 de maio de 2019, para parte do treinamento de voo, segundo The Guardian, que cita a confirmação da polícia neozelandesa sobre a estadia. O crescimento acelerado da flydubai levanta dúvidas sobre recrutamento e verificação após a tentativa de sequestro, segundo o Wall Street Journal (WSJ), em texto republicado pelo Hindustan Times.
Duas embarcações da Marinha da Nova Zelândia – a fragata Te Mana e o navio-tanque Aotearoa – cruzaram o Estreito de Taiwan na sexta-feira, 18 de setembro, como parte de um deslocamento de três meses pelo Indo-Pacífico, informou a Força de Defesa do país nesta segunda-feira, 21. O primeiro-ministro Christopher Luxon chamou a passagem de “atividade de rotina”, feita “em águas internacionais” e conforme o direito internacional, e disse não esperar reação da China, maior parceiro comercial neozelandês. O Ministério da Defesa da China não respondeu de imediato a um pedido de comentário, e o Ministério da Defesa de Taiwan afirmou que o estreito é uma via internacional e que não divulga por iniciativa própria as movimentações de forças aliadas. A Reuters informou, com base numa fonte, que o Aotearoa foi acompanhado por forças chinesas quando cruzou o estreito em novembro de 2025.